Beleza, se vocês leram meu post anterior sobre como foi nossa primeira vez trocando de casal, vão entender. Vou contar a história. Desde a saída com Germán e Raquel, a Luana, minha esposa, mudou em muitos aspectos, ficou muito puta e insaciável. A ressalva, e o problema, é que era com o Germán. Embora tudo tenha rolado porque sabíamos que eles tinham um relacionamento aberto e éramos amigos, já que juntar pra jantar era comum ou só visitar pra dar um oi. Tudo mudou depois daquela primeira vez. Mesmo que a Luana não procurasse ocasião pra ficar sozinha com o Germán, ela era muito puta com ele; vê-lo era pedir pra ele comer ela ou chupar a rola dele assim que chegávamos na casa deles. A situação foi discutida com medo de que ela se apaixonasse e criasse conflito pros nossos amigos, isso não podia acontecer. A Raquel, numa reunião, tomou a palavra e disse: — Querida amiga, adoro ver sua mudança de dona de casa presa pra puta solta. Fico feliz que o Germán te coma tanto, mas... você precisa arrumar outro pra te comer. Se quer ser puta de verdade, escolhe outro macho pra te foder. Conhece gente diferente toda semana, vai ver como vão te comer bem. Aproveita que seu marido é feliz sendo corno. O silêncio tomou conta da reunião. A Luana entendeu que a mensagem não era uma proibição de foder com o Germán, mas sim uma porta pra liberdade total de ser uma puta completa. — Bom, eu... acho que tava exagerando. Agradeço por me fazerem ver a situação de verdade, só peço que nos ajudem, porque nessa cidade achar alguém discreto pra transar e só é complicado. Talvez se a gente viajar pra um lugar perto pra dar uma olhada no cenário! — disse a Luana. A partir daí, tudo virou risada com as propostas que surgiam. Até que uma em particular apareceu e decidimos botar em prática. A ideia era viajar até uma cidade próxima, mas longe o suficiente. Achar um candidato e a Luana chegar nele na lata, total ninguém ia reconhecê-la e que pensasse o que quisesse. Chegou o dia e saímos pra um lugar que a gente não frequentava muito. Tivemos que achar algum comércio que não fechasse no horário da sesta. A Luana teria que deixar o celular ligado na chamada, assim a gente podia ouvir o desenrolar do momento. Deixo claro aqui que pra ocasião tô usando um vestido casual e soltinho. Segue foto meramente ilustrativa.
Encontramos uma quitanda, desci pra ver quanta gente tinha e era atendida só pelo dono, um homem grisalho, barriguinha, braços fortes e até bonitinho. Comprei fruta e saí correndo pra avisar. Com a novidade, Luana me beijou dizendo: te amo, love, e desceu... O que vem a seguir é mais ou menos os diálogos da Luana com o verdureiro:
Lu: Boa tarde, saudou com voz suave
Verdureiro: Como vai, dá pra sentir o calor, né?
Lu: Sim, a gente já não sabe mais o que vestir.
V: Você tá leve e gostosa, falou na lata
Lu: Acha? Obrigada, quanto é o pêssego?
V: (tanto)
Luana foi perguntando de várias frutas até que soltou:
Lu: E a banana, como tá? Tá bonita?
V: Se quiser, pode ver...
Lu: Mas o que o senhor tá fazendo, onde me leva... espera, espera.
V: Olha, desde que você entrou, só tá mostrando essa bunda linda e durinha, hmm, que gostosa parece
Lu: Senhor, não me toca, por favor, sou casada
Dava pra ouvir ela, mas não soava convincente.
V: Já que você pediu pra ver minha banana, vou te foder pra você lembrar de mim pra sempre
Lu: Não! Sou casada e só meu marido me come
V: Olha como seus bicos tão durinhos, vê se a buceta não tá molhada
Lu: Por favor, não seja mau, aggg, tira os dedos, agggg, hmmm, sou casada
V: Então me faz um boquete
Lu: Tá bom, mas me ensina porque nunca fiz isso com meu marido
Que filho da puta, a gente dizia enquanto ouvia a conversa.
V: Tá falando sério? Nunca chupou uma pica?
Lu: Nunca, senhor
V: Ajoelha e abre essa boquinha, gostosa, põe a língua pra fora
Lu: Assim?
V: Siim, pega, chupa devagar, como se fosse sorvete. Aghhh, que língua quentinha
Lu: Que pica grandona
A gente ouvia os sons da chupada de pica que ela tava dando, ela gemia, soprava, gemia de novo, hmmm, que gostoso, hmmm, que grossa
V: Vai, putinha, vou te encher toda, chupa ela bem, passa sua língua pela pica toda, ufff hmmm, não aguento mais aggghh não aguento mais, toma, putinha de merda, toma... queria leite de pica? Tá aí, putinha
Lu: Você é um bruto, me engasguei com tanto leite, sujou todos meus peitos. Como vou Sair na rua com cheiro da sua porra? V: Você gostou? Lu: ....(silêncio)...sim! Gostei pra caralho, quem sabe outro dia eu passo e a gente repete, meu marido nunca fez isso comigo, mas você é muito bruto, enfiou até a garganta...Bom, vou nessa...Qual é o seu nome? V: Sergio Lu: Bom, Sergio, vou indo, então para de ficar passando a mão na minha bunda, paraaaa, já te chupei, na próxima venho com mais tempo. Ouvimos o som de um beijo e a vimos sair, despenteada e com o vestido manchado na altura dos peitos. Assim que subiu no carro, começamos a aplaudir essa nova fase da Luana, ela já sabia que podia transar muito, gozar e se sentir uma verdadeira puta.
Encontramos uma quitanda, desci pra ver quanta gente tinha e era atendida só pelo dono, um homem grisalho, barriguinha, braços fortes e até bonitinho. Comprei fruta e saí correndo pra avisar. Com a novidade, Luana me beijou dizendo: te amo, love, e desceu... O que vem a seguir é mais ou menos os diálogos da Luana com o verdureiro:Lu: Boa tarde, saudou com voz suave
Verdureiro: Como vai, dá pra sentir o calor, né?
Lu: Sim, a gente já não sabe mais o que vestir.
V: Você tá leve e gostosa, falou na lata
Lu: Acha? Obrigada, quanto é o pêssego?
V: (tanto)
Luana foi perguntando de várias frutas até que soltou:
Lu: E a banana, como tá? Tá bonita?
V: Se quiser, pode ver...
Lu: Mas o que o senhor tá fazendo, onde me leva... espera, espera.
V: Olha, desde que você entrou, só tá mostrando essa bunda linda e durinha, hmm, que gostosa parece
Lu: Senhor, não me toca, por favor, sou casada
Dava pra ouvir ela, mas não soava convincente.
V: Já que você pediu pra ver minha banana, vou te foder pra você lembrar de mim pra sempre
Lu: Não! Sou casada e só meu marido me come
V: Olha como seus bicos tão durinhos, vê se a buceta não tá molhada
Lu: Por favor, não seja mau, aggg, tira os dedos, agggg, hmmm, sou casada
V: Então me faz um boquete
Lu: Tá bom, mas me ensina porque nunca fiz isso com meu marido
Que filho da puta, a gente dizia enquanto ouvia a conversa.
V: Tá falando sério? Nunca chupou uma pica?
Lu: Nunca, senhor
V: Ajoelha e abre essa boquinha, gostosa, põe a língua pra fora
Lu: Assim?
V: Siim, pega, chupa devagar, como se fosse sorvete. Aghhh, que língua quentinha
Lu: Que pica grandona
A gente ouvia os sons da chupada de pica que ela tava dando, ela gemia, soprava, gemia de novo, hmmm, que gostoso, hmmm, que grossa
V: Vai, putinha, vou te encher toda, chupa ela bem, passa sua língua pela pica toda, ufff hmmm, não aguento mais aggghh não aguento mais, toma, putinha de merda, toma... queria leite de pica? Tá aí, putinha
Lu: Você é um bruto, me engasguei com tanto leite, sujou todos meus peitos. Como vou Sair na rua com cheiro da sua porra? V: Você gostou? Lu: ....(silêncio)...sim! Gostei pra caralho, quem sabe outro dia eu passo e a gente repete, meu marido nunca fez isso comigo, mas você é muito bruto, enfiou até a garganta...Bom, vou nessa...Qual é o seu nome? V: Sergio Lu: Bom, Sergio, vou indo, então para de ficar passando a mão na minha bunda, paraaaa, já te chupei, na próxima venho com mais tempo. Ouvimos o som de um beijo e a vimos sair, despenteada e com o vestido manchado na altura dos peitos. Assim que subiu no carro, começamos a aplaudir essa nova fase da Luana, ela já sabia que podia transar muito, gozar e se sentir uma verdadeira puta.
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