Era um casamento de 13 anos juntos, ela 38, ele 41, ela magrinha, peitão e rabão gostoso, morena de cabelo comprido e olhos verdes, ele também com um shape bonito, muito academia. Tavam passando por uma fase bem monótona, pra ela. Ele foi o terceiro homem dela, pra ele, ela foi a mulher que deixou ele louco, foi a gatinha que não queria se entregar fácil, deu trabalho pra levar pra cama, mas desde aquele dia, ele queria comer ela toda hora e ela foi cedendo aos poucos. Casaram e nos primeiros anos passavam o tempo todo se fudendo pela casa toda, no carro, em praias de nudismo, mas sempre só os dois. Com o tempo, essa vontade foi diminuindo, a monotonia foi tomando conta. Passava até uma semana sem transar. O Juan começou a ler relatos e viu que muitos casais passavam por isso, e alguns contavam que tentaram ir em clubes de swing e descobriram um mundo novo e reencontraram aquela paixão perdida, outros tentaram fazer um ménage e isso esquentava tudo de novo, outros davam permissão pra parceira transar com outro e depois contavam como foi, e isso excitava e voltavam ao normal. Alguns contavam que depois de tentar essas coisas, tudo desandava. Ele hesitava em falar com a Kari, mas não aguentava mais assim. Um dia ele foi encontrar uma amiga e acabaram num motel, e viu que a reação com a amiga foi impecável, a pica durona, a mesma vontade. Queria se sentir assim de novo com a Kari. Naquela noite, ele procurou ela na cama e tava com a pica dura igual um cacete. Ele tem uma pica normal, uns 17 cm e bem grossinha. Ela se comportou normal, sexo, sexo oral e nada mais. De manhã, ele procurou ela de novo, e ela disse: "Calma aí, pô, não te bastou o de ontem?" "Sim, mas antes a gente nunca se falava 'calma aí' nem nada do tipo. Olha só, a gente tá parecendo dois velhos. Queria voltar a ser como anos atrás, quando a gente se comia pela casa toda. Casa, bom, isso foi antes, já estamos mais calmos, mas eu não quero ficar mais calmo, quero te comer a toda hora e vejo que não estamos excitados, vem, vamos ao banheiro tomar um banho juntos. Nãoooo amor, deixa eu tomar uns mates.
Naquele domingo depois do almoço, Juan ficou carinhoso e ela escapou algumas vezes, mas acabaram indo pra cama, sexo tranquilo e Juan diz: posso te perguntar uma coisa? Sim, love, pergunta. Você tem algum amigo que tá te dando? Mas o que você tá dizendo? De onde você tirou isso? Não me conhece? Siimm, te conheço e você não era assim antes. Bom, mas isso foi há 10 anos. E daí? Que você perdeu a vontade de ficar comigo na cama? Faz quase um ano que você não me dá a buceta, não engole minha porra, nunca mais enfiou um dedo no meu cu, mudamos muito, Sweetie. Sim, nisso você tem razão, mas isso é algo que na hora você sente vontade de fazer e a verdade é que hoje não, mas não tem ninguém me dando, nunca te trairia, antes eu diria que acabou, não conseguiria te trair.
Eu estive lendo e pesquisando na internet e vi que muitos casais passam por isso igual a gente, que a monotonia tomou conta e o que eles fazem pra resolver?
Alguns tentaram clubes de swing, outros ménage, outros se dão uma liberada e depois contam tudo e isso os deixou de novo a todo vapor no sexo.
Mas você tá louco? Achou que eu vou deixar outro me comer e você do lado? Nem fodendo, ou a gente com outro casal transando, te vejo e te encho de porrada, tá maluco, o que houve? Quer se separar?
Não, Sweetie. Quero te comer como antes, só isso. E ela enfia a mão debaixo do lençol e toca no pau dele. Que filho da puta, só de falar disso e você já tá de pau duro, te excitaria me ver transando com outro?
Sei lá, Sweetie, quero tentar voltar a ser como antes. Eles se beijaram e ela se enfiou debaixo dos lençóis e começou a chupar o pau dele e deu um boquete daqueles, Juan encheu a boca dela de porra e ela engoliu como se nada. Depois disso... Ela deu uns beijinhos nele e foi pro banheiro, ele ficou esperando ela, mas ela saiu do banheiro e foi pra cozinha. Ele se levantou e seguiu ela, viu ela só de tanguinha e tentou agarrar ela e beijar, "calma, calma, devagar aí".
Passaram-se os dias e teve um encontro de trabalho num churrasco. Todo mundo foi com seus parceiros, eles foram também, era umas 20 pessoas, alguns solteiros, a minoria, e o resto com seus parceiros. Na frente deles estavam dois solteiros, um bem gay e outro de uns 38 anos, muito gato, muito brincalhão, bem perfumado, conversava muito com a Kari. Ela ria pra ele e festejava cada piada dele. O Juan percebeu isso rapidinho e sentiu que ver ela assim com ele o excitava pra caralho. Ele fala: "Kari, vou trocar uma ideia com o Rober rapidinho, te incomoda?" Ela, com um brilho nos olhos que ele não via há muito tempo, fala: "Não, vai tranquilo, daqui a gente não sai, hahaha". Ele se levantou e foi conversar com uns colegas a alguns metros. De lá, ele olhava pra ela e via que os dois riam muito e conversavam bastante. Juan voltou pro lugar, deu um beijinho nela e ela desceu a mão e apoiou no pau dele, que tava duro que nem uma tranca. Olhou pra ele e sorriu. Passou mais um tempo e ela pegou no pau dele de novo, que continuava duro que nem uma estaca. Olhou pra ele e sorriu. Alberto era o novo amigo dela. Ele fala: "Bom, pessoal, vou indo embora". Ela fala: "Já vai?" Juan fala: "Kari, ele é solteiro, deve ter algum encontro mais divertido do que ficar aqui". Ele sorriu e falou: "Olha, Juan, achei que ia ficar entediado, mas me diverti pra caralho e ri muito com sua mulher tirando sarro dos chefes e das mulheres deles. Sério, fazia tempo que não ria tanto. Mas é, tenho um compromisso e já tô atrasado". Ele se levantou e veio se despedir. Deu um abraço na Kari, ela tava me segurando pela mão e quando ele abraçou ela e deu um beijo na bochecha, ela automaticamente apertou minha mão bem forte e soltou pra retribuir o abraço. Abraço, saudação e foi embora. "Que tipo maneiro", comentou ela, "se viu, é muito boa gente". Passou meia hora e eu falo: "Bom, Kari, já tão indo vários, vamos?" "Sim, sim, love, vamos". Saímos abraçados rumo ao carro. Quando chegamos no carro, ela me abraçou e me deu um beijo muito quente. Durante o caminho, estávamos ouvindo música. Num semáforo, a gente se beijou de novo e, quando arranquei, senti a mão dela no meu pau. Ufffffff, love. Você continua com o pau duro e ela foi abaixando meu zíper, tirou meu pau e começou a chupar enquanto eu dirigia. Lindo, fazia muito tempo que isso não acontecia. Chegamos em casa e, quando entramos, nos beijamos ao fechar a porta e ela foi tirando minha roupa e eu a dela. Sentei ela na beirada da mesa e foi uma transa gostosa pra caralho. Ela tava muito quente. Levantei ela sem tirar o pau da buceta dela e levei pro sofá. Ela sozinha saiu do pau e se colocou como uma gatinha no cio, com a raba empinada. Me agarrei naquele rabo pra chupar e dedar, e fui enfiando. Ufffffffff, ela tava delirando. Gemeu e gemeu, chupou tudo e me dizia: "Love, enche minha buceta de porra". Uffff, ela gozou várias vezes e minha primeira gozada foi de louco. Soltei porra como fazia muito tempo que não acontecia. Ela gemia muito gostoso e alto. Do sofá pra cama, ela me jogou na cama e subiu em cima de mim. Me beijava muito quente, as línguas se enroscavam nas nossas bocas e, depois de vários beijos, ela foi se virando e ficamos num 69 de louco. Eu chupava aquela buceta com gosto de porra e do cu dela ainda escorria porra. Ela acariciava meu cu com a língua e, de repente, senti o dedo dela cutucando dentro do meu cu. Eu tava no céu e ela percebeu que eu tava gozando. Engoliu meu pau e enfiou um segundo dedo, e explodimos os dois. Ela gozou como nunca, gemeu e abriu as pernas como jamais tinha feito, deixando aquela buceta inteira na minha boca soltando todos os sucos dela, que eu saboreei enquanto ela saboreava minha porra. Meu pau O pau continuava duro e ela se virou de novo, pegou no pau e encaixou de novo no cu dela, entrou a ponta e foi descendo devagar até enfiar tudo, abrindo os olhos bem grandes e gemendo baixinho. A gente trepou como não fazia há anos. Depois disso, ela tirou da bunda e ficamos nos beijando até dormir.
De manhã, acordei porque senti que ela tava me dando um boquete maravilhoso, chupava meu pau, passava a linguinha na cabeça e engolia até as bolas bem devagar, ufffffffffffff. Abracei ela, beijei e a gente trepou de novo, dessa vez mais de boa.
Que noite linda, Sweetie, você voltou a ser como a gente era antes, que bom. Sim, love, verdade que tava com muita vontade de te comer na churrasqueira, quase te chamei pra ir no banheiro, como a gente já fez uma vez hehehe. É, a gente tava pegando fogo ontem à noite. Siiiiim, você ficou quase a noite toda com o pau duro, o que que tava rolando, love?
Eu tava excitado com o jeito que você olhava pro Alberto, como você ria.
Ele é muito simpático, verdade. Simpático? A verdade é que ele é muito gostoso, maaaaaaaaaas nem pense em me perguntar se eu comeria ele, não faz isso, porque ia jogar fora tudo de bom que a gente passou ontem e hoje, beijo profundo.
Isso durou algumas semanas e a gente voltou pra rotina, pouco sexo, uffffff.
Uma noite eu voltei a encher o saco com o assunto da rotina, ela me mandou pastar.
Durante vários meses, fui tocando no assunto e sempre era "nem louca", "não me enche mais o saco com isso", mas o cara continuava enchendo o saco com a história do trio, swing, etc. Notei uma mudança, ela já não reagia de forma tão cortante, até que algumas vezes a gente conversava sobre como seria estar com ela e outro cara. Uma noite eu falei de estar com outro cara ou uma gatinha, e ela disse: "Você comigo e outra gatinha, nem fodendo. Ver você comendo ela e a gatinha querer chupar meus peitos e usar a palavra: buceta, nem louca." Bom, um trio com um cara, "mmmmmm não sei, não sei". Isso foi uma vitória pra mim, pelo menos ela já tava pensando. Chegou a confraternização de fim de Ano, Kari no sábado tem a confraternização de fim de ano, vamos, né?
Siiiiiiii, claro, quem parece que não pode vir é o Alberto, nãoooooooooo, por quê? Não, mentira, ah, que idiota que você é, sim, e você já ficou com os olhinhos brilhando, filho da puta, não seja otário, eu me diverti pra caralho.
Chegou o sábado, Kari se vestiu uma gostosa, um vestido com uma Kitty que ia quase até o quadril, costas de fora, marcava bem os peitões lindos dela, e fomos. Chegamos, nos colocaram numa mesa redonda, mas o Alberto tava em outra mesa, ah, a cara da Kari, que merda, Juan. Eram três casais mais velhos que a gente e uma mulher sozinha que trabalha no faturamento. O Alberto veio nos cumprimentar, viu a Kari e falou: "Que gostosa que você tá, pena que hoje vamos ficar em mesas diferentes." Kari: "Valeu, é, uma pena", e fez sinal com os olhinhos pra ela, olhando pra mulher que tava sozinha.
O Alberto na hora cumprimenta essa mulher, chama Mari. "Oi, Mari, como cê tá?" "Oi, bem, bem, e você?" "Eu também, pena que fiquei na mesa lá longe. Você se importaria se a gente trocasse de lugar? Já que ela" — apontando pra Kari — "a gente foi colega de estudo e não se vê há mil anos." "Nãooooo, Alber, sem problema, até porque onde você tá tem duas minas do faturamento, então show."
A Mari foi embora e o Alberto ficou sentado do lado da Kari, tudo beleza.
Começou o jantar, os chefes falaram, cumprimentaram todo mundo, eles riam e a gente conversava os três. Kari de vez em quando apoiava a mão no meu pau, umas vezes normal e numa carícia meu pau já tava duro, ela me olha e sorri, me deu um beijinho: "A qualquer hora te falo pra ir no banheiro, filho da puta."
Jantamos, deram prêmios, depois colocaram música com carnaval carioca, todo mundo zoando, dançando. Alberto num momento some e Kari me fala: "Olha onde ele tá." Tava com uma gostosa infernal, a filha de um dos chefes. Kari, notei que mudou, ficou mais carinhosa comigo. Eu vejo que o Alberto vai pro Banheiro e falo pra Kari: "já volto".
Alberto, no banheiro mijando, chego perto e falo: "sabe quem é a gostosa que cê tá de olho?"
"Pior que não, mas é uma delícia."
"É a filha do Jorge, mas olha que aquele é um filho da puta, não tira os olhos de você."
"Nãooooooo, tá me zoando?"
"Não, boludo. Achei que você não sabia quem era, por isso te avisei. Faz o que quiser, mas não aqui dentro."
"Ufa, ainda bem. Agora vou ver como saio dessa."
Saímos os dois. Ele foi pra onde a mina tava, mas depois de um tempo voltou pro nosso grupo.
"Que que houve, Alberto?"
"Passei meu telefone e ela passou o dela. Falei que a gente se fala durante a semana, que não quero confusão com o pai dela. Ela entendeu na hora."
Ficou zoando com a gente. Num momento, ele me fala: "te incomoda se eu dançar com sua mulher? Não quero que a mina me veja com alguma gostosa que esteja sozinha."
"Sim, tudo bem."
Fiquei conversando com uns colegas enquanto seguia eles com o olhar. Ela dançava e ria muito, tava super feliz. Eu também, porque já imaginava como a noite ia terminar.
Mudaram o ritmo e colocaram umas lentas dos anos 80. Ahhhhhhhh, bom. Esses dois continuaram dançando e dava pra ver como eles dançavam: bem agarradinhos. Kari era um vulcão prestes a explodir. Ele acariciava as costas dela e dava umas encostadas do caralho, e ela como se nada fosse. Várias lentas e depois salsa. Kari dança salsa muito bem, eu sou um baita de um durão. Dava pra ver que ele tava falando com ela e ela meio que insistindo. Filho da puta, foram dançar salsa. Mamãe, as encostadas que eles davam! Ela esfregava bem a bunda no pau dele. Filho da puta, eu tava de pau duro. Ele me faz sinal, chego perto e ele fala: "vai, Juan, continua você."
"Nãooooo, pra isso eu sou um tronco."
E Kari ri e fala: "não, Alberto, ele pra isso não serve pra nada. Cê tá cansado? Te deixei de cama, Alber?"
"Não, de jeito nenhum."
Me virei e fui embora, deixei eles dançando.
Voltaram pra mesa rindo. Kari dizia: "ele é muito molenga, não aguenta mais, hahaha."
"Nãoooo," ele dizia, "se quiser a gente continua dançando. não tava com muita sede, fazia muito calor, ela sentou e eu servi algo gelado. ela logo baixou a mão procurando meu pau, uffffffff, como cê tá, love? parece que isso te deixa a mil!!! verdade, sim. se quiser, a gente convida ele pra casa, hehe. ela me olhou séria e falou: vou ao banheiro. ficamos conversando com Alberto e mais dois amigos, dava pra ver o volume de Alberto, ele tentava esconder, mas tava na cara.
Kari voltou do banheiro, papeamos um pouco e de repente ela fala: vamos, love. já quer ir embora, Sweetie? sim, e me dá um beijo. vamos pra casa, tá? beleza.
A gente se despediu e foi embora. Subimos no carro e em duas quadras ela já tava passando a mão no meu pau. eu acariciava ela e ela continuava me tocando. chegamos em casa e foi uma loucura: beijos, língua, Kari tava super quente. ela me deixou pelado e quando tirei o vestido dela, vi que tava sem nada. você não tava de tanguinha? tava, mor, mas tirei antes de vir pra cá. tava encharcada, era um nojo, enfiei na bolsa e falei pra gente vir embora, porque se eu ficasse, achava que ia dar pra Alberto. dançando, gozei umas três vezes. o cara tem um pauzão, mas se comportou como um cavalheiro, nunca insinuou nada. ela me beijava desesperada, se deitou sozinha na mesa e pedia pra eu meter por trás. uffff, quis chupar a bunda dela. nonono, mete tudo, não quero pensar no Alberto, me come toda. encostei o pau no cu dela e ela mesma foi enfiando no cuzinho guloso, tava super dilatado. ela gemia e gemia, mmmmmm sisisisisisisasiasiiiiimassssssssssss uffffffff love, crava bem fundo e assim, de uma vez, enchi ela de porra. ela gozava uma atrás da outra. vem, vamos pra cama. vi ela pegar o vibrador que a gente não usava há muito tempo. ela subiu em cima de mim e me deu o vibrador, enfiou na buceta e falou: mete no meu cu. eu não entendia nada, ela nunca tinha deixado meter aquilo no cu, mas agora tava desesperada. fui enfiando e ela gozava como uma louca, ufffffffffffff sisiasiasi que lindo, sentir duas rocas juntas uffffffff enfia tudo vai sim ahhhhhhhhhhh transamos até as 7 da manhã e no dia seguinte tipo três horas a gente levantou e ela continuava quente a desgraçada, continuava com o brinquedo no cu, comemos pela casa toda, num momento ela me fala, Desculpa love, mas ontem enquanto você tava me fazendo amor, te fui infiel, tava pensando que era o Alberto, como esse cara me deixou molhada, uffffffff, enquanto a gente dançava eu gozei igual uma louca, não me pede desculpa, viu o que a gente conversou várias vezes e você ficava toda louca, vê parece que é real, olha como você fica e me deixa, ela me olha e fala vamos pro chuveiro, no chuveiro a gente comeu, fiz uma chuva dourada nela, ela enfiou o dedo no meu cu, chupou meu cu como nunca, falo cê continua pensando siiiiiiiiiiiiiii, ela não me deixou terminar, bom vamos pensar e se você topar a gente faz um menage, mas não com o Alberto, nãooooo o que eu tô falando, não não love, não vou topar, é uma loucura o que você quer que eu faça, nãooooo.
Isso durou uns dois meses de foda bem transada, depois veio outra bad, uma noite voltei com o assunto, ela me olha e fala, você quer me transformar numa puta?
Não quero que a gente se divirta os dois Sweetie.
Bom, deixa eu pensar e a gente vê, sim Sweetie beijos carícias roca dura e de novo dentro ufffffffff a gente tava mó tesão.
Passaram os dias e uma noite, a gente foi deitar, ela deitou primeiro e quando eu deitei, ela me abraçou, me beijou, pegou minha mão e levou até a bunda dela, upppp, tava com o consolador enfiado, me olhou, sorriu e falou, menage love, beijei ela bem forte e enfiei a roca de uma vez na buceta dela e comemos igual dois moleques de 15 anos, quando paramos de comer, perguntei, sério vai rolar menage, um beijo bem doce e ela falou, você me convenceu love, e esse aqui me ajudou a querer um menage, quem esse? O brinquedinho, vamos procurar onde, com quem? Quer que eu fale com o Albe, ela me cortou com um beijo, um dia vou te pedir permissão como uma noite Você disse: pra eu comer ele e depois te contar. Caralho, como ele segurava forte, pensei. Ok, como quiser, Sweetie.
Ficamos vários dias olhando sites procurando um terceiro, conversamos com alguns, mas nunca fechava, sempre por algum motivo. Encontramos com dois ou três, mas não nos convenciam de vez, talvez a gente estivesse com medo, sei lá.
Num feriado prolongado, fomos passar esses três dias em Punta del Este. Chegamos no hotel, tudo tranquilo, deixamos as coisas no quarto e descemos pra tomar um café no bar do hotel. Perguntamos o horário da piscina, era até as 22h. "Ah, que bom, o que acha de irmos um pouco?" "Dale." Subimos, trocamos de roupa e descemos de roupão pra piscina. Tinha umas cinco ou seis pessoas. Entramos na água, nadamos um pouco, saímos, entrou mais gente. Eu tava deitado na espreguiçadeira e a Kari voltou pra água. Eu cochilei um pouco e, quando acordei, ela tava conversando com um cara na piscina, muitas risadas, eles falavam. Ela saiu da água, veio pro meu lado. "Quem era aquele?" "Um venezuelano, muito simpático. Quando entrou, escorregou e quase se esborrachou. Depois me disse que foi por ter descido descalço, hahaha." Daí a pouco ele passou do nosso lado, cumprimentou e disse: "Espero conseguir sair sem fazer papelão." A Kari respondeu: "Anda perto da parede que tá seca." "Sim, senhora, vou seguir seu conselho." A Kari me olhou e disse: "O que achou?" "Do quê?" "Ismael, o nome dele. Achei ele gente boa. A gente podia chamar ele." "Ahhhhhhh, agora entendi. É, depois a gente vê."
Ismael, um cara de 1,80m, com os músculos bem definidos, um abdômen como as mulheres gostam. Bom, depois a gente vê. Daí a pouco fomos pro quarto. Ela voltou a tocar no assunto: "Mmmm, como a gente aborda o Ismael?" "Sei lá, a gente vê." Eu tava muito nervoso, ela também. Enquanto tomávamos banho, ela dizia: "Ufff, não sabe como eu tô nervosa. Temos certeza, love?" "Se a gente não tentar, nunca vamos saber."
Descemos pra jantar e, enquanto procurávamos onde sentar, vimos ele. Entrar nele, ele se aproximou e perguntou: "Tá sozinho?" "Sim, senhor." "Quer sentar com a gente pra não jantar sozinho?" "Só se não for incômodo pra vocês." "Imagina, nada disso." A Kari tava com uma regatinha que marcava bem os peitos e um short que enfiava na bunda, eu notei como ele olhou pra ela, uff, falei: "Aqui vai rolar."
Nós sentamos os três, jantamos, tomamos duas garrafas de vinho, tava todo mundo feliz, a Kari já tinha me dado o sinal com muita vontade. Ela pede licença pra ir ao banheiro e faz sinal pra eu falar com ele.
Quando ficamos sozinhos, eu falo: "Olha, Ismael, quero te fazer uma proposta, só peço que seja sincero." "E aí, Juan, o que foi?" "Com a minha mulher, a gente queria fazer um menage, e a gente gostou de você, topa?"
"Como assim me propõe uma coisa dessas? O que ele pensa que eu sou?" "Não, não queria te ofender, de jeito nenhum, finge que não falei nada, me desculpa."
"Mas você falou, eu não entendi errado." "Hmm, sim, falei, mas não queria te incomodar." "HAHAHAHA não, tá tudo bem, cê acha que eu diria não pra uma mulher gostosa como a sua, senhor?" "Ahhh, me assustei por um momento." "Não, certeza que vamos passar uma noite espetacular, bom, sua mulher mais do que a gente." "Como cê quer fazer? Em que andar vocês tão?" "No sétimo, ap 707." "Ah, eu tô no 809, se quiserem vão vocês e eu desço daqui a pouco."
Chegou a Kari, eu falo: "Já tá tudo resolvido." Ela ficou vermelha, "Ah, bom, bom." A gente levantou e foi com a Kari, fui contando tudo. Chegamos no quarto, ela ficou pelada, vestiu o roupão e eu também, demos uns abraços fortes e uns beijos bem molhados, eu passava a mão na buceta dela, ela falava: "Você não sabe o cagaço que eu tô, quero comer ele, mas me dá um medo danado de ficar na sua frente com um cara, não sei se vou conseguir, e você, Sweetie?" "Eu também, é fácil falar, mas não sei o que vou sentir te vendo enfiar outra pica." "Se a gente falar pra ele..." TOC TOC TOC. "Já era, amor, pronto." Ela abriu o frigobar e pegou um uísque, eu abri a Porta e tava o Ismael, boa noite, ainda tá de pé o convite? Olhei pra ela e ela balançou a cabeça que sim, ele entrou, pegamos mais duas cervejinhas, brindamos os três e ela abraçou ele e beijou, eu olhava pra ela e sentia tudo no corpo, tirei a camisa dela e ele sentou no sofá pra tirar a calça e o sapato, ficou só de cueca e a Kari beijava o peito dele descendo, ficou de quatro tirando a cueca dele, pulou uma rola parecida com a minha, um pouco mais grossa e bem bem venosa, ela agarrou pra chupar, eu atrás chupando a bunda dela e a buceta, pra deixar bem lubrificada, ela num momento para, abre as pernas e foi sentando naquela rola grossa e venosa, sem camisinha nem nada, isso a gente tinha conversado, mas o tesão e o nervosismo não deixaram as coisas claras, foi enfiando tudo tudo, gemeu forte, UFFFFFFFFFFF AHHHHHHHHMMMMMM, comeu a boca dele, esticou a mão, pegou na minha mão e me puxou pro rosto dela, me beijou ofegante, mmm essa rola me preenche toda amor, cê gosta de me ver assim? A verdade é que não sei, esticou a mão e pegou na minha rola que tava dura como nunca, até acho que tava maior, parece que cê adora ver sua mulher bem empalada, olha como cê tá? Bato uma pra você duas vezes e você goza, me beijou de novo e ela se arqueava e gemia e me fala, não me toca, olha como ele vai me comer agora e eu vou comer ele, me olhou e falou vai embora e olha de lá.
Ela montava bem devagar, saía da rola e sentava de novo, beijava ele beijava ele e levantou quase até sair e ficou assim, fala pra ele, agora dá você e o Ismael começou a meter fundo, bem forte, metia como um louco, ela gemia e gozava ufffffffffff siiiiiiiiimepartetudaaaaaaa gozogozogozouffffffffffffffffff levantou da rola e jorrou urina uffffffffffff sisisisisasiasiasimasmas sentou de uma vez na rola e gozaram os dois aos gritos, ficou beijando ele, eu não queria nem tocar na minha rola porque tava explodindo, ela faz sinal pra que me aproxime, ela me olha, me beija, Ismael chupava as tetas dela, ela me olha e me diz, cê gosta de me ver assim bem enfiada, cheia de porra de outro? Viu que puta que é sua mulher love, beijo profundo, adorei Sweetie, cê não sabe, continua dura essa cock, Ismael concorda com a cabeça, cê gostou gostosa? Adorei sentir essa quantidade de porra que você derramou dentro de mim e que não escapa e me sinto cheia, continuamos Ismael? Claro gostosa e dou um beijo nela e quero me ajeitar atrás, pra meter na Booty, nonono, a Booty é do convidado agora, depois é sua vez, vem, chupa minha pussy love, que esse senhor me sujou toda, uf o que foi aquilo, tiro ela e escorria porra pra caralho e Kari pegava minha cabeça segurando pra eu lamber tudo, ufffffff uma porra ácida, mas limpei, ela virou de costas pra ele e diz guia pra entrar na tiny ass, filho da puta, se inclinou e peguei essa cock e apoiei na porta do ass e ela foi sentando, reclamando de dor, uffffffffff me rasga toda love ahhhhhhhhhhh merdaaaaaaaaaaa, até ficar bem sentada, ela abria as nádegas pra entrar o máximo possível, uffffffffffff como ela berrava, me mata love me rasga toda, ahhhhh já passa já passa agora entra você love pela pussy, uffffffffff tava lubrificada de porra, podia sentir aquela porra de outro dentro da pussy dela, beijava ela, ela gemia que nem louca, tão me rasgando toda filho da puta, ela começou a gozar e ele e os olhos dela viraram, boca aberta gemendo e soltei jatos de porra, os três gozando juntos.
Isso continuou com ela de quatro e queria que a gente desse um pouquinho cada um, foi assim, ficamos uns 10 minutos dando umas bombadas cada um, ela gozou várias vezes, o cu já tava bem esticado, o primeiro gozou, tirou a cock, enfiei e sentia aquela porra que dando bomba escorria e fazia barulho de líquido, ela engoliu a porra dos dois e lá pelas 6 da manhã Ismael foi embora e ficamos nós dois abraçados.
Perto do Meio-dia acordamos, dei uns beijos nela e encostei a pica na bunda dela, love, se quiser usa a palavra: buceta, tô dolorido e ardendo, ela virou, colocou uma perna em cima de mim e enfiou a pica bem fundo, ufffff love, foi foda tudo isso, adorei a pica do Ismael, é igual a sua, a porra dele não curti muito, é muito ácida, mas solta porra igual um louco o filho da puta e você gostou de me ver assim tão puta, sim e não, como?? Me excita ver você gozar e gritar, mas me dá um aperto ver enfiarem fundo em você e ver você beijar ele e curtir. O que você quer, que enfiem uma pica enorme em mim e eu não curtir? Adorei sentir vocês dois bem dentro de mim, verdade, adorei isso, quero mais e agora sim, quero comer o Alberto, mas sozinha, acordou uma puta adormecida love, adoro isso e ver que você curte também.
Aquele dia a gente transou de novo os três e depois tomamos banho, nos vestimos e voltamos pra Buenos Aires.
Passamos um mês fodendo igual animais, relembrando tudo antes.
Um dia chega uma mensagem da Kari. Love, posso? Oi Sweetie, o que foi? Ter sexo. Como assim?
Posso?? Sim ou não?
Com quem? Tá me zoando? O que cê acha? Que é brincadeira? Fala sim ou não? Onde cê tá? A duas quadras de um apê, sim ou não? Fala, me responde, depois te conto. Faz o que quiser, o que tiver vontade.
Ok. Depois de 40 minutos chega outra mensagem, uma foto de uma pica segura por uma mão de cutie e percebo que é a mão da Kari, e uma mensagem, QUE TAL O QUE SUA MULHERZINHA VAI COMER!! e um rostinho feliz.
Que filha da puta, chega outra foto, Kari de quatro e empalada no cu com aquela pica bruta.
Cheguei em casa e a Kari me recebe de beijos, onde cê tava, ehhhhhhh que isso, fala assim comigo? Fui comer o Alberto, viu a pica que ele tem? É uma fera transando, me comeu de todo jeito.
Não acreditei, acordou uma puta completa.
A gente transava várias vezes por dia, em qualquer lugar da casa, outro dia enquanto Tava trabalhando, me chega uma foto: a Kari de novo empalada no cu. Mensagem: "Amor, hoje não me espera pra dormir, tô em Entre Rios, amanhã a gente se vê e te conto". E uma foto com a cara dela escorrendo porra.
Cheguei em casa, não tinha ninguém. Não conseguia parar de olhar aquela foto e pensar no que eu tinha que fazer. Já tava matutando: não dava pra continuar assim. Naquela noite, quando ela chegou, eu tava arrumando umas malas e ela me disse que ia embora, que o Alberto comia ela como ninguém nunca tinha fodido, que tinha uma pica bruta e me agradecia por eu ter despertado a puta que existia dentro dela, que era feliz comendo as picas que queria e gostava. Pegou as malas e foi embora, sem mais.
Só ficou a lembrança daquela mulher gostosa. E eu continuo vendo as fotos dela empalada e bato uma punheta da braba. Então, amigos, não incentivem suas mulheres a um ménage, a permitir essas coisas, porque é um perigo grande se vocês se importam com a sua mulher. Depois não tem volta.
Naquele domingo depois do almoço, Juan ficou carinhoso e ela escapou algumas vezes, mas acabaram indo pra cama, sexo tranquilo e Juan diz: posso te perguntar uma coisa? Sim, love, pergunta. Você tem algum amigo que tá te dando? Mas o que você tá dizendo? De onde você tirou isso? Não me conhece? Siimm, te conheço e você não era assim antes. Bom, mas isso foi há 10 anos. E daí? Que você perdeu a vontade de ficar comigo na cama? Faz quase um ano que você não me dá a buceta, não engole minha porra, nunca mais enfiou um dedo no meu cu, mudamos muito, Sweetie. Sim, nisso você tem razão, mas isso é algo que na hora você sente vontade de fazer e a verdade é que hoje não, mas não tem ninguém me dando, nunca te trairia, antes eu diria que acabou, não conseguiria te trair.
Eu estive lendo e pesquisando na internet e vi que muitos casais passam por isso igual a gente, que a monotonia tomou conta e o que eles fazem pra resolver?
Alguns tentaram clubes de swing, outros ménage, outros se dão uma liberada e depois contam tudo e isso os deixou de novo a todo vapor no sexo.
Mas você tá louco? Achou que eu vou deixar outro me comer e você do lado? Nem fodendo, ou a gente com outro casal transando, te vejo e te encho de porrada, tá maluco, o que houve? Quer se separar?
Não, Sweetie. Quero te comer como antes, só isso. E ela enfia a mão debaixo do lençol e toca no pau dele. Que filho da puta, só de falar disso e você já tá de pau duro, te excitaria me ver transando com outro?
Sei lá, Sweetie, quero tentar voltar a ser como antes. Eles se beijaram e ela se enfiou debaixo dos lençóis e começou a chupar o pau dele e deu um boquete daqueles, Juan encheu a boca dela de porra e ela engoliu como se nada. Depois disso... Ela deu uns beijinhos nele e foi pro banheiro, ele ficou esperando ela, mas ela saiu do banheiro e foi pra cozinha. Ele se levantou e seguiu ela, viu ela só de tanguinha e tentou agarrar ela e beijar, "calma, calma, devagar aí".
Passaram-se os dias e teve um encontro de trabalho num churrasco. Todo mundo foi com seus parceiros, eles foram também, era umas 20 pessoas, alguns solteiros, a minoria, e o resto com seus parceiros. Na frente deles estavam dois solteiros, um bem gay e outro de uns 38 anos, muito gato, muito brincalhão, bem perfumado, conversava muito com a Kari. Ela ria pra ele e festejava cada piada dele. O Juan percebeu isso rapidinho e sentiu que ver ela assim com ele o excitava pra caralho. Ele fala: "Kari, vou trocar uma ideia com o Rober rapidinho, te incomoda?" Ela, com um brilho nos olhos que ele não via há muito tempo, fala: "Não, vai tranquilo, daqui a gente não sai, hahaha". Ele se levantou e foi conversar com uns colegas a alguns metros. De lá, ele olhava pra ela e via que os dois riam muito e conversavam bastante. Juan voltou pro lugar, deu um beijinho nela e ela desceu a mão e apoiou no pau dele, que tava duro que nem uma tranca. Olhou pra ele e sorriu. Passou mais um tempo e ela pegou no pau dele de novo, que continuava duro que nem uma estaca. Olhou pra ele e sorriu. Alberto era o novo amigo dela. Ele fala: "Bom, pessoal, vou indo embora". Ela fala: "Já vai?" Juan fala: "Kari, ele é solteiro, deve ter algum encontro mais divertido do que ficar aqui". Ele sorriu e falou: "Olha, Juan, achei que ia ficar entediado, mas me diverti pra caralho e ri muito com sua mulher tirando sarro dos chefes e das mulheres deles. Sério, fazia tempo que não ria tanto. Mas é, tenho um compromisso e já tô atrasado". Ele se levantou e veio se despedir. Deu um abraço na Kari, ela tava me segurando pela mão e quando ele abraçou ela e deu um beijo na bochecha, ela automaticamente apertou minha mão bem forte e soltou pra retribuir o abraço. Abraço, saudação e foi embora. "Que tipo maneiro", comentou ela, "se viu, é muito boa gente". Passou meia hora e eu falo: "Bom, Kari, já tão indo vários, vamos?" "Sim, sim, love, vamos". Saímos abraçados rumo ao carro. Quando chegamos no carro, ela me abraçou e me deu um beijo muito quente. Durante o caminho, estávamos ouvindo música. Num semáforo, a gente se beijou de novo e, quando arranquei, senti a mão dela no meu pau. Ufffffff, love. Você continua com o pau duro e ela foi abaixando meu zíper, tirou meu pau e começou a chupar enquanto eu dirigia. Lindo, fazia muito tempo que isso não acontecia. Chegamos em casa e, quando entramos, nos beijamos ao fechar a porta e ela foi tirando minha roupa e eu a dela. Sentei ela na beirada da mesa e foi uma transa gostosa pra caralho. Ela tava muito quente. Levantei ela sem tirar o pau da buceta dela e levei pro sofá. Ela sozinha saiu do pau e se colocou como uma gatinha no cio, com a raba empinada. Me agarrei naquele rabo pra chupar e dedar, e fui enfiando. Ufffffffff, ela tava delirando. Gemeu e gemeu, chupou tudo e me dizia: "Love, enche minha buceta de porra". Uffff, ela gozou várias vezes e minha primeira gozada foi de louco. Soltei porra como fazia muito tempo que não acontecia. Ela gemia muito gostoso e alto. Do sofá pra cama, ela me jogou na cama e subiu em cima de mim. Me beijava muito quente, as línguas se enroscavam nas nossas bocas e, depois de vários beijos, ela foi se virando e ficamos num 69 de louco. Eu chupava aquela buceta com gosto de porra e do cu dela ainda escorria porra. Ela acariciava meu cu com a língua e, de repente, senti o dedo dela cutucando dentro do meu cu. Eu tava no céu e ela percebeu que eu tava gozando. Engoliu meu pau e enfiou um segundo dedo, e explodimos os dois. Ela gozou como nunca, gemeu e abriu as pernas como jamais tinha feito, deixando aquela buceta inteira na minha boca soltando todos os sucos dela, que eu saboreei enquanto ela saboreava minha porra. Meu pau O pau continuava duro e ela se virou de novo, pegou no pau e encaixou de novo no cu dela, entrou a ponta e foi descendo devagar até enfiar tudo, abrindo os olhos bem grandes e gemendo baixinho. A gente trepou como não fazia há anos. Depois disso, ela tirou da bunda e ficamos nos beijando até dormir.
De manhã, acordei porque senti que ela tava me dando um boquete maravilhoso, chupava meu pau, passava a linguinha na cabeça e engolia até as bolas bem devagar, ufffffffffffff. Abracei ela, beijei e a gente trepou de novo, dessa vez mais de boa.
Que noite linda, Sweetie, você voltou a ser como a gente era antes, que bom. Sim, love, verdade que tava com muita vontade de te comer na churrasqueira, quase te chamei pra ir no banheiro, como a gente já fez uma vez hehehe. É, a gente tava pegando fogo ontem à noite. Siiiiim, você ficou quase a noite toda com o pau duro, o que que tava rolando, love?
Eu tava excitado com o jeito que você olhava pro Alberto, como você ria.
Ele é muito simpático, verdade. Simpático? A verdade é que ele é muito gostoso, maaaaaaaaaas nem pense em me perguntar se eu comeria ele, não faz isso, porque ia jogar fora tudo de bom que a gente passou ontem e hoje, beijo profundo.
Isso durou algumas semanas e a gente voltou pra rotina, pouco sexo, uffffff.
Uma noite eu voltei a encher o saco com o assunto da rotina, ela me mandou pastar.
Durante vários meses, fui tocando no assunto e sempre era "nem louca", "não me enche mais o saco com isso", mas o cara continuava enchendo o saco com a história do trio, swing, etc. Notei uma mudança, ela já não reagia de forma tão cortante, até que algumas vezes a gente conversava sobre como seria estar com ela e outro cara. Uma noite eu falei de estar com outro cara ou uma gatinha, e ela disse: "Você comigo e outra gatinha, nem fodendo. Ver você comendo ela e a gatinha querer chupar meus peitos e usar a palavra: buceta, nem louca." Bom, um trio com um cara, "mmmmmm não sei, não sei". Isso foi uma vitória pra mim, pelo menos ela já tava pensando. Chegou a confraternização de fim de Ano, Kari no sábado tem a confraternização de fim de ano, vamos, né?
Siiiiiiii, claro, quem parece que não pode vir é o Alberto, nãoooooooooo, por quê? Não, mentira, ah, que idiota que você é, sim, e você já ficou com os olhinhos brilhando, filho da puta, não seja otário, eu me diverti pra caralho.
Chegou o sábado, Kari se vestiu uma gostosa, um vestido com uma Kitty que ia quase até o quadril, costas de fora, marcava bem os peitões lindos dela, e fomos. Chegamos, nos colocaram numa mesa redonda, mas o Alberto tava em outra mesa, ah, a cara da Kari, que merda, Juan. Eram três casais mais velhos que a gente e uma mulher sozinha que trabalha no faturamento. O Alberto veio nos cumprimentar, viu a Kari e falou: "Que gostosa que você tá, pena que hoje vamos ficar em mesas diferentes." Kari: "Valeu, é, uma pena", e fez sinal com os olhinhos pra ela, olhando pra mulher que tava sozinha.
O Alberto na hora cumprimenta essa mulher, chama Mari. "Oi, Mari, como cê tá?" "Oi, bem, bem, e você?" "Eu também, pena que fiquei na mesa lá longe. Você se importaria se a gente trocasse de lugar? Já que ela" — apontando pra Kari — "a gente foi colega de estudo e não se vê há mil anos." "Nãooooo, Alber, sem problema, até porque onde você tá tem duas minas do faturamento, então show."
A Mari foi embora e o Alberto ficou sentado do lado da Kari, tudo beleza.
Começou o jantar, os chefes falaram, cumprimentaram todo mundo, eles riam e a gente conversava os três. Kari de vez em quando apoiava a mão no meu pau, umas vezes normal e numa carícia meu pau já tava duro, ela me olha e sorri, me deu um beijinho: "A qualquer hora te falo pra ir no banheiro, filho da puta."
Jantamos, deram prêmios, depois colocaram música com carnaval carioca, todo mundo zoando, dançando. Alberto num momento some e Kari me fala: "Olha onde ele tá." Tava com uma gostosa infernal, a filha de um dos chefes. Kari, notei que mudou, ficou mais carinhosa comigo. Eu vejo que o Alberto vai pro Banheiro e falo pra Kari: "já volto".
Alberto, no banheiro mijando, chego perto e falo: "sabe quem é a gostosa que cê tá de olho?"
"Pior que não, mas é uma delícia."
"É a filha do Jorge, mas olha que aquele é um filho da puta, não tira os olhos de você."
"Nãooooooo, tá me zoando?"
"Não, boludo. Achei que você não sabia quem era, por isso te avisei. Faz o que quiser, mas não aqui dentro."
"Ufa, ainda bem. Agora vou ver como saio dessa."
Saímos os dois. Ele foi pra onde a mina tava, mas depois de um tempo voltou pro nosso grupo.
"Que que houve, Alberto?"
"Passei meu telefone e ela passou o dela. Falei que a gente se fala durante a semana, que não quero confusão com o pai dela. Ela entendeu na hora."
Ficou zoando com a gente. Num momento, ele me fala: "te incomoda se eu dançar com sua mulher? Não quero que a mina me veja com alguma gostosa que esteja sozinha."
"Sim, tudo bem."
Fiquei conversando com uns colegas enquanto seguia eles com o olhar. Ela dançava e ria muito, tava super feliz. Eu também, porque já imaginava como a noite ia terminar.
Mudaram o ritmo e colocaram umas lentas dos anos 80. Ahhhhhhhh, bom. Esses dois continuaram dançando e dava pra ver como eles dançavam: bem agarradinhos. Kari era um vulcão prestes a explodir. Ele acariciava as costas dela e dava umas encostadas do caralho, e ela como se nada fosse. Várias lentas e depois salsa. Kari dança salsa muito bem, eu sou um baita de um durão. Dava pra ver que ele tava falando com ela e ela meio que insistindo. Filho da puta, foram dançar salsa. Mamãe, as encostadas que eles davam! Ela esfregava bem a bunda no pau dele. Filho da puta, eu tava de pau duro. Ele me faz sinal, chego perto e ele fala: "vai, Juan, continua você."
"Nãooooo, pra isso eu sou um tronco."
E Kari ri e fala: "não, Alberto, ele pra isso não serve pra nada. Cê tá cansado? Te deixei de cama, Alber?"
"Não, de jeito nenhum."
Me virei e fui embora, deixei eles dançando.
Voltaram pra mesa rindo. Kari dizia: "ele é muito molenga, não aguenta mais, hahaha."
"Nãoooo," ele dizia, "se quiser a gente continua dançando. não tava com muita sede, fazia muito calor, ela sentou e eu servi algo gelado. ela logo baixou a mão procurando meu pau, uffffffff, como cê tá, love? parece que isso te deixa a mil!!! verdade, sim. se quiser, a gente convida ele pra casa, hehe. ela me olhou séria e falou: vou ao banheiro. ficamos conversando com Alberto e mais dois amigos, dava pra ver o volume de Alberto, ele tentava esconder, mas tava na cara.
Kari voltou do banheiro, papeamos um pouco e de repente ela fala: vamos, love. já quer ir embora, Sweetie? sim, e me dá um beijo. vamos pra casa, tá? beleza.
A gente se despediu e foi embora. Subimos no carro e em duas quadras ela já tava passando a mão no meu pau. eu acariciava ela e ela continuava me tocando. chegamos em casa e foi uma loucura: beijos, língua, Kari tava super quente. ela me deixou pelado e quando tirei o vestido dela, vi que tava sem nada. você não tava de tanguinha? tava, mor, mas tirei antes de vir pra cá. tava encharcada, era um nojo, enfiei na bolsa e falei pra gente vir embora, porque se eu ficasse, achava que ia dar pra Alberto. dançando, gozei umas três vezes. o cara tem um pauzão, mas se comportou como um cavalheiro, nunca insinuou nada. ela me beijava desesperada, se deitou sozinha na mesa e pedia pra eu meter por trás. uffff, quis chupar a bunda dela. nonono, mete tudo, não quero pensar no Alberto, me come toda. encostei o pau no cu dela e ela mesma foi enfiando no cuzinho guloso, tava super dilatado. ela gemia e gemia, mmmmmm sisisisisisisasiasiiiiimassssssssssss uffffffff love, crava bem fundo e assim, de uma vez, enchi ela de porra. ela gozava uma atrás da outra. vem, vamos pra cama. vi ela pegar o vibrador que a gente não usava há muito tempo. ela subiu em cima de mim e me deu o vibrador, enfiou na buceta e falou: mete no meu cu. eu não entendia nada, ela nunca tinha deixado meter aquilo no cu, mas agora tava desesperada. fui enfiando e ela gozava como uma louca, ufffffffffffff sisiasiasi que lindo, sentir duas rocas juntas uffffffff enfia tudo vai sim ahhhhhhhhhhh transamos até as 7 da manhã e no dia seguinte tipo três horas a gente levantou e ela continuava quente a desgraçada, continuava com o brinquedo no cu, comemos pela casa toda, num momento ela me fala, Desculpa love, mas ontem enquanto você tava me fazendo amor, te fui infiel, tava pensando que era o Alberto, como esse cara me deixou molhada, uffffffff, enquanto a gente dançava eu gozei igual uma louca, não me pede desculpa, viu o que a gente conversou várias vezes e você ficava toda louca, vê parece que é real, olha como você fica e me deixa, ela me olha e fala vamos pro chuveiro, no chuveiro a gente comeu, fiz uma chuva dourada nela, ela enfiou o dedo no meu cu, chupou meu cu como nunca, falo cê continua pensando siiiiiiiiiiiiiii, ela não me deixou terminar, bom vamos pensar e se você topar a gente faz um menage, mas não com o Alberto, nãooooo o que eu tô falando, não não love, não vou topar, é uma loucura o que você quer que eu faça, nãooooo.
Isso durou uns dois meses de foda bem transada, depois veio outra bad, uma noite voltei com o assunto, ela me olha e fala, você quer me transformar numa puta?
Não quero que a gente se divirta os dois Sweetie.
Bom, deixa eu pensar e a gente vê, sim Sweetie beijos carícias roca dura e de novo dentro ufffffffff a gente tava mó tesão.
Passaram os dias e uma noite, a gente foi deitar, ela deitou primeiro e quando eu deitei, ela me abraçou, me beijou, pegou minha mão e levou até a bunda dela, upppp, tava com o consolador enfiado, me olhou, sorriu e falou, menage love, beijei ela bem forte e enfiei a roca de uma vez na buceta dela e comemos igual dois moleques de 15 anos, quando paramos de comer, perguntei, sério vai rolar menage, um beijo bem doce e ela falou, você me convenceu love, e esse aqui me ajudou a querer um menage, quem esse? O brinquedinho, vamos procurar onde, com quem? Quer que eu fale com o Albe, ela me cortou com um beijo, um dia vou te pedir permissão como uma noite Você disse: pra eu comer ele e depois te contar. Caralho, como ele segurava forte, pensei. Ok, como quiser, Sweetie.
Ficamos vários dias olhando sites procurando um terceiro, conversamos com alguns, mas nunca fechava, sempre por algum motivo. Encontramos com dois ou três, mas não nos convenciam de vez, talvez a gente estivesse com medo, sei lá.
Num feriado prolongado, fomos passar esses três dias em Punta del Este. Chegamos no hotel, tudo tranquilo, deixamos as coisas no quarto e descemos pra tomar um café no bar do hotel. Perguntamos o horário da piscina, era até as 22h. "Ah, que bom, o que acha de irmos um pouco?" "Dale." Subimos, trocamos de roupa e descemos de roupão pra piscina. Tinha umas cinco ou seis pessoas. Entramos na água, nadamos um pouco, saímos, entrou mais gente. Eu tava deitado na espreguiçadeira e a Kari voltou pra água. Eu cochilei um pouco e, quando acordei, ela tava conversando com um cara na piscina, muitas risadas, eles falavam. Ela saiu da água, veio pro meu lado. "Quem era aquele?" "Um venezuelano, muito simpático. Quando entrou, escorregou e quase se esborrachou. Depois me disse que foi por ter descido descalço, hahaha." Daí a pouco ele passou do nosso lado, cumprimentou e disse: "Espero conseguir sair sem fazer papelão." A Kari respondeu: "Anda perto da parede que tá seca." "Sim, senhora, vou seguir seu conselho." A Kari me olhou e disse: "O que achou?" "Do quê?" "Ismael, o nome dele. Achei ele gente boa. A gente podia chamar ele." "Ahhhhhhh, agora entendi. É, depois a gente vê."
Ismael, um cara de 1,80m, com os músculos bem definidos, um abdômen como as mulheres gostam. Bom, depois a gente vê. Daí a pouco fomos pro quarto. Ela voltou a tocar no assunto: "Mmmm, como a gente aborda o Ismael?" "Sei lá, a gente vê." Eu tava muito nervoso, ela também. Enquanto tomávamos banho, ela dizia: "Ufff, não sabe como eu tô nervosa. Temos certeza, love?" "Se a gente não tentar, nunca vamos saber."
Descemos pra jantar e, enquanto procurávamos onde sentar, vimos ele. Entrar nele, ele se aproximou e perguntou: "Tá sozinho?" "Sim, senhor." "Quer sentar com a gente pra não jantar sozinho?" "Só se não for incômodo pra vocês." "Imagina, nada disso." A Kari tava com uma regatinha que marcava bem os peitos e um short que enfiava na bunda, eu notei como ele olhou pra ela, uff, falei: "Aqui vai rolar."
Nós sentamos os três, jantamos, tomamos duas garrafas de vinho, tava todo mundo feliz, a Kari já tinha me dado o sinal com muita vontade. Ela pede licença pra ir ao banheiro e faz sinal pra eu falar com ele.
Quando ficamos sozinhos, eu falo: "Olha, Ismael, quero te fazer uma proposta, só peço que seja sincero." "E aí, Juan, o que foi?" "Com a minha mulher, a gente queria fazer um menage, e a gente gostou de você, topa?"
"Como assim me propõe uma coisa dessas? O que ele pensa que eu sou?" "Não, não queria te ofender, de jeito nenhum, finge que não falei nada, me desculpa."
"Mas você falou, eu não entendi errado." "Hmm, sim, falei, mas não queria te incomodar." "HAHAHAHA não, tá tudo bem, cê acha que eu diria não pra uma mulher gostosa como a sua, senhor?" "Ahhh, me assustei por um momento." "Não, certeza que vamos passar uma noite espetacular, bom, sua mulher mais do que a gente." "Como cê quer fazer? Em que andar vocês tão?" "No sétimo, ap 707." "Ah, eu tô no 809, se quiserem vão vocês e eu desço daqui a pouco."
Chegou a Kari, eu falo: "Já tá tudo resolvido." Ela ficou vermelha, "Ah, bom, bom." A gente levantou e foi com a Kari, fui contando tudo. Chegamos no quarto, ela ficou pelada, vestiu o roupão e eu também, demos uns abraços fortes e uns beijos bem molhados, eu passava a mão na buceta dela, ela falava: "Você não sabe o cagaço que eu tô, quero comer ele, mas me dá um medo danado de ficar na sua frente com um cara, não sei se vou conseguir, e você, Sweetie?" "Eu também, é fácil falar, mas não sei o que vou sentir te vendo enfiar outra pica." "Se a gente falar pra ele..." TOC TOC TOC. "Já era, amor, pronto." Ela abriu o frigobar e pegou um uísque, eu abri a Porta e tava o Ismael, boa noite, ainda tá de pé o convite? Olhei pra ela e ela balançou a cabeça que sim, ele entrou, pegamos mais duas cervejinhas, brindamos os três e ela abraçou ele e beijou, eu olhava pra ela e sentia tudo no corpo, tirei a camisa dela e ele sentou no sofá pra tirar a calça e o sapato, ficou só de cueca e a Kari beijava o peito dele descendo, ficou de quatro tirando a cueca dele, pulou uma rola parecida com a minha, um pouco mais grossa e bem bem venosa, ela agarrou pra chupar, eu atrás chupando a bunda dela e a buceta, pra deixar bem lubrificada, ela num momento para, abre as pernas e foi sentando naquela rola grossa e venosa, sem camisinha nem nada, isso a gente tinha conversado, mas o tesão e o nervosismo não deixaram as coisas claras, foi enfiando tudo tudo, gemeu forte, UFFFFFFFFFFF AHHHHHHHHMMMMMM, comeu a boca dele, esticou a mão, pegou na minha mão e me puxou pro rosto dela, me beijou ofegante, mmm essa rola me preenche toda amor, cê gosta de me ver assim? A verdade é que não sei, esticou a mão e pegou na minha rola que tava dura como nunca, até acho que tava maior, parece que cê adora ver sua mulher bem empalada, olha como cê tá? Bato uma pra você duas vezes e você goza, me beijou de novo e ela se arqueava e gemia e me fala, não me toca, olha como ele vai me comer agora e eu vou comer ele, me olhou e falou vai embora e olha de lá.
Ela montava bem devagar, saía da rola e sentava de novo, beijava ele beijava ele e levantou quase até sair e ficou assim, fala pra ele, agora dá você e o Ismael começou a meter fundo, bem forte, metia como um louco, ela gemia e gozava ufffffffffff siiiiiiiiimepartetudaaaaaaa gozogozogozouffffffffffffffffff levantou da rola e jorrou urina uffffffffffff sisisisisasiasiasimasmas sentou de uma vez na rola e gozaram os dois aos gritos, ficou beijando ele, eu não queria nem tocar na minha rola porque tava explodindo, ela faz sinal pra que me aproxime, ela me olha, me beija, Ismael chupava as tetas dela, ela me olha e me diz, cê gosta de me ver assim bem enfiada, cheia de porra de outro? Viu que puta que é sua mulher love, beijo profundo, adorei Sweetie, cê não sabe, continua dura essa cock, Ismael concorda com a cabeça, cê gostou gostosa? Adorei sentir essa quantidade de porra que você derramou dentro de mim e que não escapa e me sinto cheia, continuamos Ismael? Claro gostosa e dou um beijo nela e quero me ajeitar atrás, pra meter na Booty, nonono, a Booty é do convidado agora, depois é sua vez, vem, chupa minha pussy love, que esse senhor me sujou toda, uf o que foi aquilo, tiro ela e escorria porra pra caralho e Kari pegava minha cabeça segurando pra eu lamber tudo, ufffffff uma porra ácida, mas limpei, ela virou de costas pra ele e diz guia pra entrar na tiny ass, filho da puta, se inclinou e peguei essa cock e apoiei na porta do ass e ela foi sentando, reclamando de dor, uffffffffff me rasga toda love ahhhhhhhhhhh merdaaaaaaaaaaa, até ficar bem sentada, ela abria as nádegas pra entrar o máximo possível, uffffffffffff como ela berrava, me mata love me rasga toda, ahhhhh já passa já passa agora entra você love pela pussy, uffffffffff tava lubrificada de porra, podia sentir aquela porra de outro dentro da pussy dela, beijava ela, ela gemia que nem louca, tão me rasgando toda filho da puta, ela começou a gozar e ele e os olhos dela viraram, boca aberta gemendo e soltei jatos de porra, os três gozando juntos.
Isso continuou com ela de quatro e queria que a gente desse um pouquinho cada um, foi assim, ficamos uns 10 minutos dando umas bombadas cada um, ela gozou várias vezes, o cu já tava bem esticado, o primeiro gozou, tirou a cock, enfiei e sentia aquela porra que dando bomba escorria e fazia barulho de líquido, ela engoliu a porra dos dois e lá pelas 6 da manhã Ismael foi embora e ficamos nós dois abraçados.
Perto do Meio-dia acordamos, dei uns beijos nela e encostei a pica na bunda dela, love, se quiser usa a palavra: buceta, tô dolorido e ardendo, ela virou, colocou uma perna em cima de mim e enfiou a pica bem fundo, ufffff love, foi foda tudo isso, adorei a pica do Ismael, é igual a sua, a porra dele não curti muito, é muito ácida, mas solta porra igual um louco o filho da puta e você gostou de me ver assim tão puta, sim e não, como?? Me excita ver você gozar e gritar, mas me dá um aperto ver enfiarem fundo em você e ver você beijar ele e curtir. O que você quer, que enfiem uma pica enorme em mim e eu não curtir? Adorei sentir vocês dois bem dentro de mim, verdade, adorei isso, quero mais e agora sim, quero comer o Alberto, mas sozinha, acordou uma puta adormecida love, adoro isso e ver que você curte também.
Aquele dia a gente transou de novo os três e depois tomamos banho, nos vestimos e voltamos pra Buenos Aires.
Passamos um mês fodendo igual animais, relembrando tudo antes.
Um dia chega uma mensagem da Kari. Love, posso? Oi Sweetie, o que foi? Ter sexo. Como assim?
Posso?? Sim ou não?
Com quem? Tá me zoando? O que cê acha? Que é brincadeira? Fala sim ou não? Onde cê tá? A duas quadras de um apê, sim ou não? Fala, me responde, depois te conto. Faz o que quiser, o que tiver vontade.
Ok. Depois de 40 minutos chega outra mensagem, uma foto de uma pica segura por uma mão de cutie e percebo que é a mão da Kari, e uma mensagem, QUE TAL O QUE SUA MULHERZINHA VAI COMER!! e um rostinho feliz.
Que filha da puta, chega outra foto, Kari de quatro e empalada no cu com aquela pica bruta.
Cheguei em casa e a Kari me recebe de beijos, onde cê tava, ehhhhhhh que isso, fala assim comigo? Fui comer o Alberto, viu a pica que ele tem? É uma fera transando, me comeu de todo jeito.
Não acreditei, acordou uma puta completa.
A gente transava várias vezes por dia, em qualquer lugar da casa, outro dia enquanto Tava trabalhando, me chega uma foto: a Kari de novo empalada no cu. Mensagem: "Amor, hoje não me espera pra dormir, tô em Entre Rios, amanhã a gente se vê e te conto". E uma foto com a cara dela escorrendo porra.
Cheguei em casa, não tinha ninguém. Não conseguia parar de olhar aquela foto e pensar no que eu tinha que fazer. Já tava matutando: não dava pra continuar assim. Naquela noite, quando ela chegou, eu tava arrumando umas malas e ela me disse que ia embora, que o Alberto comia ela como ninguém nunca tinha fodido, que tinha uma pica bruta e me agradecia por eu ter despertado a puta que existia dentro dela, que era feliz comendo as picas que queria e gostava. Pegou as malas e foi embora, sem mais.
Só ficou a lembrança daquela mulher gostosa. E eu continuo vendo as fotos dela empalada e bato uma punheta da braba. Então, amigos, não incentivem suas mulheres a um ménage, a permitir essas coisas, porque é um perigo grande se vocês se importam com a sua mulher. Depois não tem volta.
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