Me acomodo, ela me pega pelo cabelo com uma mão, com a outra coloca o pau dela, enfia a cabeça e me faz gritar, mais uma estocada e entra tudo, cada vez que ela me fode, puxa meu cabelo com força, tem minha cabeça virada pra trás como se eu fosse uma gostosa que tá montando e se tão me montando eu gosto, ela me perfura com força, depois de mais de uma hora me avisa que já vai explodir, deixa todo o leite dela dentro da minha buceta, caímos os dois.
Não acredito que ela me levou pro céu por um tempão, maldita cadela, me deixou toda extasiada.
Meia hora depois do silêncio do lugar
Leo.- quero repetir, mas que seja outro dia, quero comer a rosa
Martha.- a mamãe
Leo.- acha que eu aguento ela?
Martha.- saímos da buceta dela, com certeza você vai fazer ela arranhar o céu igual a mim
Leo.- te incomoda se eu contar pros outros onde você tá? não quero que eles percam a chance de te dar o pau.
Martha.- fala sim, já tô toda arrebentada, manda eles trazerem cobertores
Eu dormi, procuro minha roupa com as mãos, só acho o vestido e as botas, pego as cobertas e me enrolo, desço devagar, lá longe vejo a fogueira, sinto o leite ainda escorrendo pelas pernas, tô quase chegando na entrada quando a mamãe me vê
Mamãe.- cadê você, filha?
Fiquei um tempo esperando os meninos no descampado
Mamãe.- como foi com Leo?
Martha.- ele tem um pauzão que desde que enfia já te deixa no céu
Mamãe.- ele chegou por trás, sussurrou no meu ouvido que quer detonar meu cu, todos os meus pelos se arrepiaram
Martha.- seu filho tem um pauzão que desfunde tudo, te desmonta
Mamãe.- os meninos tão na fogueira, foram te procurar, os velhos aproveitaram pra usar as meninas que ficaram esperando. Que idiotas, se quiser se juntar ou o que decidir, se eu fosse homem eu te detonava, filha, você é uma puta boa e gostosa
Martha.- obrigada, mamãe, eu também te daria sem pensar, agora minha buceta ainda tá doendo
Mamãe.- vamos pra casa pegar uma pomada que faz milagre na hora, você vai ficar pronta pro que vier
Depois que ela passou Hmm, me dá essa sensação de estar 100%, vejo minha buceta se fechando rapidinho.
Martha.- O que é isso?
Mãe.- Já fechou sua buceta.
Martha.- Já, na hora.
Mãe.- Um dia te conto como se faz, mas por enquanto aproveita as putarias e o incesto, vai tomar leite de pica, se diverte, minha filha.
Martha.- Quero fazer isso com você.
Mãe.- Vai ter sua chance, mas agora agrada os trouxas.
Me aproximei de onde eles estavam.
Martha.- Olha aqui, seus retardados, fiquei esperando vocês, por que não vieram? Levanta a bunda desses lugares, seus oito arrombados.
Mauricio.- Você tá se escondendo.
Martha.- Lanternas e cobertores, vocês têm cinco minutos. Vêm comigo quem trouxer o que pedi.
Fui com os tios, uma cerveja, tequila, uma dança, chega o Erik, já estamos prontos.
Brandon.- Tem certeza que vai dar pra todos?
Martha.- Todos querem estourar, apontei pra minha xereca.
Isidoro.- Moleques veem carne e ficam doidos.
Martha.- Vou deixar eles aproveitarem de mim.
TR.- Que inveja dos caras.
Martha.- Você foi o segundo, sussurrei no ouvido dele, além disso o Leo já passou, me deixou toda arrombada.
Comecei a andar, na mesa vejo sentadas e entediadas a Delfina, Nayeli, Emma, Silvia, Esther, Lupe, Jessica, Anna, Olivia, Nancy. Falei pra elas me seguirem que vamos caminhar e fazer uma orgia. Elas levantam na hora. Me aproximo do Brandon: daqui a uma hora, se quiserem, cheguem no campo do avô.
Brandon.- É um convite?
Martha.- Sim, já sabemos que todo mundo come todo mundo, vamos fazer uma orgia no mato.
Isidoro.- Por que tão longe?
Martha.- Quando todo mundo for embora, isso aqui fica vazio, não vou aguentar as lembranças de ficar só aqui, saber que vou ter uma seca de um ano inteiro sem comer pica, menos da família. Mas os convidados estão aí, melhor, levem todo mundo, lanternas, álcool e cobertores, chão e grama.
Julián.- A ideia era que você contra todo mundo.
Martha.- Claro, todos vão passar por mim e pelas outras.
Julián.- Mas a Olivia e a Nancy são minhas irmãs.
Martha.- Sou sua prima, isso tem a ver?
Julián.- Sim, mas queria que a Lídia viesse, aquela puta. tô afim
Martha.- quem sabe teu desejo se realiza, tão trazendo bebida
Julián.- oito mochilas com bebida, refrigerante e copos, mais o que tem na caixa. Foram colocando lampiões nas árvores pra marcar o caminho.
Chegamos no lugar, juntaram lenha pra fogueira grande, combinamos que 5 doses seguidas, pra esquentar e tirar qualquer ideia de imoralidade. Nisso chegaram todos, nem esperaram um pouco, música, tira a roupa Brandon, depois Isidoro, depois Jaime, ficam olhando, eu me desnudo e todo mundo sem roupa, a família toda reunida e pelada, meninas gritem o nome de um homem, vocês escolhem e usem eles do jeito que quiserem termino dizendo no megafone que o Raúl carrega, algumas surpreendem com o nome, mas quando chega a vez da mamãe ela grita o nome do Leo, pensei que não tava lá mas ele sai de trás da bola, é irônico mas o Julián e o Maurício ninguém escolheu, eu fui a última a escolher, faltavam 6 caras, ninguém vai ficar sem a sua buceta, sem mulher
Silvia.- quero o Fabrício
Rosa.- quero o Braulio
Delfina.- quero o Facundo
Martha.- mais alguém
Ninguém levantou a voz
Martha.- vocês três comigo, mais vale que me destruam, seus fodões
Antes de começar os três de regra, mais uma dose, depois outra e aí o Julián me beija a boca e amassa meus peitos, enquanto o Maurício me chupa o cu e as nádegas, enquanto o Arturo me chupa a buceta, com certeza essa noite vão detonar meu cu, isso me deixa com tesão.
Me ajoelham, colocam os paus duros pra eu chupar, até gozarem na minha cara, depois me deitam na coberta, eu sento no Julián, o Maurício procura desesperadamente meu cu, enquanto eu chupo o pau do Arturo, entra o dedo dele, depois dois, os gemidos e gritos não demoram, depois dói, me faz chorar, ele tá empurrando a vara no meu cu, que é virgem e oferece toda resistência do mundo, enquanto cospe no meu cu pra tentar lubrificar, ele tira, agora tenta o Arturo que deixa o pau cheio de cuspe, o Maurício chupa ele agora, o Arturo empurra, entra a cabeça, o Julián não para bombear minha buceta, ele me dá com tudo, me abre no ritmo das investidas dele, nisso ele entra no meu cu, acabou de me tirar a virgindade, já tá tudo dentro de mim, que gostoso é sentir sendo empalada por duas picas, Maurício goza ao ouvir meus gritos de prazer, termina. Arturo sai, Maurício corre pra meter o pau dele no meu cu recém-aberto, me bombeia, goza.
Julian.- Já terminaram?
Maurício.- Mete no cu dela, vai te fazer gozar em segundos.
Tiro da minha xota pra encaixar no meu cu, ele crava, me abre, a sensação de que ele abre cada centímetro da minha tripa, aí goza, aperto com força, não demora pra soltar o leite dele no meu cu.
Arturo.- Ela é boa, me espremeu em segundos, sabemos quanto tempo estamos com ela nós três, só 15 minutos, já tirou nossa goza.
Martha.- É isso, galera.
Julian.- Me dá uns minutos e você vai ver.
Levanto, vou pegar uma garrafa d'água, tô com uma sede do caralho, sirvo outra dose, fico de cócoras, a Silvia me vê.
Silvia.- Os três não aguentaram você?
Martha.- Não, já espremi eles.
Olho pra todo lado, isso é uma orgia incestuosa, tô gostando.
Chego perto da mamãe, o Léo tá detonando ela como uma fera, beijo ela, a língua dela percorre a minha.
Martha.- Obrigada por tudo isso.
Fui pegar uma garrafa pra beber direto, desliguei a música, os gemidos e o choque dos corpos me deixam eufórica, quero todas as picas, quero sentir, assim que vejo que tão livres, me jogo nelas, pra quando o sol nasce, não consigo nem andar, muito menos ficar de pé, tô cheia de porra de todo mundo, meus dois buracos tão bem abertos, a Emma me fala isso quando me vê, senta do lado, isso é uma loucura linda, sobrinha. Quem fica dedando minha buceta toda desflorada e cheia.
Mamãe chega com a pomada mágica dela, passa no meu cu e buceta, depois vai pra próxima, igual nas picas, pomada pra todo mundo, a fogueira ainda tá acesa, a Nayeli me traz uma tequila.
Nayeli.- Nunca tinha metido tanta pica numa noite.
Martha.- Que gostoso ficar sentada sem parar.
Nayeli.- É, que gostoso.
Deita do meu lado. enquanto continuamos conversando, do lado se deitam
Lupe, Jéssica, Ana, estendem seus cobertores, se deitam do lado, depois aos poucos as outras, como se faltasse algo, os homens descem pra casa pegar
comida e levam de volta pra onde a fogueira, estamos pelados
comendo, de muitas escorre o leite daquelas rolas lindas, que
balançam pra todo lado, não se vestiram, nem a gente
Delfina.- você tá bravo, Ramiro?
Ramiro.- não, tô muito feliz, comi a mais gostosa das suas primas
Todas respondemos obrigada, a gente cai na risada
Não quero que esse momento acabe, com o Miguel ele ficava puto se eu falasse
com um colega, aqui eu sento na rola que eu quiser.
Começa a escurecer, descer com as coisas, nem me visto, um banho na
cama, aquela noite dormi como nunca.
Entra Delfina.- prima, levanta, vamos tomar café.
Risadas, dança, comida, bebida, maluquices.
No fim da tarde de domingo já estamos nos despedindo, dessa vez com cara
de enterro, ninguém quer ir embora, mas o trabalho espera.
Entro em casa
Leo.- sabe, sempre tive medo disso, por isso fui embora, mas não tem nada
que se compare a essa experiência, não vou mais me afastar disso, gosto
e aproveito por completo, adorei sentir a mãe desse jeito, mais
íntimo, mais ela.
Me beija, te deixo descansar, irmãzinha
Entro no quarto da mãe, ela tá deitada completamente pelada, as
bundas lindas dela tão perfeitas, saio.
Descansar, enquanto tiro a roupa do corpo, vejo minha buceta já tá
mais peluda, vou me depilar de novo, gosto de como fica,
foi meu último pensamento antes de cair no sono.
O despertador toca, são 9 da manhã, a mãe entra com o café da manhã,
me traz um coquetel de remédios, toma, tomo sem
reclamar, como, ela abre minhas pernas, examina minha vulva, depois minha
bunda.
Mãe.- tenho que ir pro sítio
Marta.- quanto tempo você vai ficar?
Mãe.- esse é o problema, vou ficar um tempo, pensei se você quiser,
só se você quiser, gostaria que fosse comigo
Marta.- a escola
Mãe.- eu sei mas não quero ir sozinha.
Falo isso, enquanto fico pensativa sobre o que fazer.
Pego as malas, arrumo roupas grossas, sei do frio que faz, vejo umas calcinhas fio-dental gostosas que nunca usei, coloco tudo, 4 malas depois tenho o necessário, não desci nem pra comer, mamãe sobe, bate na porta.
Mamãe: — Sei que você está chateada com o quanto foi repentino pra você.
Abro a porta, estou pronta mamãe, mostro as malas, a expressão de felicidade dela.
Mamãe: — Já falei com o Leo, ele decidiu ficar, mas nas férias dele não dá tempo.
No sábado nos despedimos dos tios e primos, chegamos na vila, o comandante entrega cartas das mães pros filhos.
Muitas horas de viagem depois, chegamos no terminal.
Marta: — Por que ninguém vem nos buscar?
Mamãe: — Não queremos avisar os funcionários, é hora de vários pegarem o trem.
Não entendi a referência, mas chegamos, o lugar é enorme, cavalos, gado pra todo lado, mais de 30 empregados, o capataz nos vê chegar, nos leva pros alojamentos, todos os homens estão lá.
Mamãe: — Boa tarde, senhores.
Sei de boa fonte que estão putos com o salário, mas cada um ganha 25 mil por mês, se acham que conseguem algo melhor, essa é a hora, ninguém tá aqui na marra.
Um levanta a mão: — Quero 40 mil e fico.
Mamãe: — Por acaso não fui clara? Se não tão felizes, podem vazar, essa é a hora.
10, 9, 8, 7... 3, 2, 1.
Devido ao trabalho merda de vocês esse mês, tão demitidos, sem salário, sem nada. Vão embora agora.
Pedro: — Não, chefa, eu não comecei isso, foi ele, apontando pro Facundo.
Facundo: — Ouvi dizer que com a venda dessa temporada seriam quase 300 milhões, a gente ganha 25 mil por mês.
Mamãe: — Primeira e última vez que dou explicações, Facundo é o segundo aviso, não tem terceiro.
Tira da mala a folha contábil:
Impostos: 90 milhões
Seguro médico de alta especialidade: 900 mil por ano
Salário: 36 milhões por ano
Comida: 500 mil
Veterinários e medicamentos: 23 milhões
Compra de feno e pastagem: 52 milhões
Manutenção da cerca: 12 milhões
Ano passado tive... Perdidas por 123 milhões, as reses foram vendidas abaixo do preço, você aproveita seu salário inteiro.
Não lembra que eu quase fui à falência?
Facundo.- Esqueci, patroa.
Mãe.- Você coloca o povo contra mim.
Facundo.- Desculpa, patroa, é que tô entediado, minha boca se solta.
Foi falar com o capataz, volta.
Mãe.- Você tem que ir embora, Facundo, não posso te manter. Você vai esquecer e voltar a ser falador. Vai com Brandon, talvez aprenda algo naquele lugar. Acredite, vou te recomendar muito bem.
Facundo.- Não, pego minhas coisas e vazo.
Mãe.- Mais alguém?
Todos calados. Vão descansar que tem muito o que fazer.
Saímos pra lida por volta das 4 da manhã, todas as reses estão espalhadas pelos pastos do rancho na seção leste.
Tudo é novo pra mim, mas lembro como montar cavalos. Dois dias depois voltamos pro curral principal com 3 mil cabeças, exausta, com a bunda dolorida de tanto trotar.
Os caminhões esperam pra carregar as reses.
Comer e tomar banho, tô fedendo horrores, dormir.
Mãe.- Vamos pra seção norte contar as cabeças, saímos às 4 da manhã.
Durante dois meses foi só trabalho, puro trabalho. As vistas da região são lindas e únicas, nunca pensei que a mãe tivesse os ovários bem colocados pra comandar só homens.
Vi os caras desde o começo, mas no fim são leais, do jeito que prometeram pra mãe, trabalham sem reclamar.
Depois foi só administração.
Já faz 6 meses, me envolvi tanto no rancho, gosto disso, gosto dessa vida.
Mãe.- O que acha, filha, dessa vida?
Marta.- É uma vida dura, mas eu gosto.
Mãe.- Pensei que você fosse chorar no primeiro dia, me enganei. Você não é boa só no sexo, também no trabalho.
Marta.- Obrigada, eu agradeço.
Mãe.- Jacinto.
Jacinto.- Fala, patroa.
Mãe.- Quero que você ensine minha filha a lutar e atirar.
Jacinto.- Mas é sua filha.
Mãe.- Trate ela como achar melhor.
Marta.- Como?
Mãe.- Você precisa aprender a lutar e atirar, vai doer, mas tem que.
Marta.- Sim, aceito. reto
Mamãe.— Você vai ficar com a cara inchada e os olhos fechados
Na primeira semana, correndo, levantando peso. Um mês depois, começaram as porradas, literalmente me deixaram feita um saco de pus, costelas quebradas, etc.
Jacinto.— Já tá na hora de você soltar a raiva. Você já sabe lutar, só precisa ler quando e como soltar os golpes. Hoje à noite você vai lutar de novo.
Meu primeiro oponente abriu a guarda, eu dei um soco no nariz dele que quebrou. Minhas mãos já calejadas de tanto calo e maltratadas.
O segundo, quando lançou o golpe, descobriu as costelas. Eu meti o pé nele com tudo.
Terceiro.— Foi o Jacinto. Não teve pena de mim, mas também não tive dele. Deixei ele pra lá, feito um cachorro.
Depois, mamãe deu a ordem pra atacarem juntos. Posso jurar que vi tudo em câmera lenta. Sabia como esquivar, bater, defender e neutralizar o ataque. Levei três golpes, mas dei uma surra em todo mundo.
Quando terminei, me senti incrível. Depois ela me ensinou a atirar, primeiro de lugares parados, depois em movimento.
Mamãe.— Já tá na hora de voltar pra casa.
Marta.— Eu gosto daqui.
Mamãe.— Esse foi seu treinamento pra você assumir isso. Todo ano você vai vir, ou a gente vai vir fazer isso. A gente demorou mais porque eu precisava que você aprendesse a se defender e atirar.
Marta.— Posso pegar uns funcionários pra mim?
Mamãe.— É sua bunda, mas a gente vai embora em duas horas.
Marta.— Que malvada você é. Vou arrumar as malas.
Mamãe.— Não, a gente vai leve. Você trabalhou esses 10 meses, merece um salário como todo mundo daqui. Na verdade, você tá na folha de pagamento desde o começo. Merece esse dinheiro, você suou pra conseguir. Vai lá com os caras do povoado, pede pra eles te darem as cartas pras famílias deles. Eles têm férias de 15 de dezembro a 15 de janeiro pra ver as famílias.
Duas horas depois, o Jacinto foi nos deixar no aeroporto. Chegamos na capital do país, e de lá pegamos um ônibus pro povoado.
Marta.— Se a gente tem dinheiro, por que não usa carro?
Mamãe.— Sabe a inveja que a gente vai causar se nos virem de carro? Mas é melhor andar a pé.
Caminhamos pela trilha, por causa do mato alto. Ninguém usa isso. Chegamos em casa, Silvia e Silverio correm pra nos receber.
Silvia: — Vocês vão ficar?
Mãe: — Não, voltamos pro rancho dia 15 de janeiro, são só férias.
Nayeli: — A escola da Martha...
Martha: — Não vou mais estudar, gosto de ser roceira.
Silverio: — Você tá diferente, filha. Mais definida, mais segura, mais você.
Martha: — É, tava precisando trabalhar e saber como é difícil ganhar dinheiro.
Mãe: — Ela teve que aprender com o Jacinto.
Silverio: — Caiu na mão do cara mais bruto e duro que conheço. Daquele velho ninguém ganha.
Martha: — Eu ganhei dele.
Silverio: — Excelente, mas ele deixou você ganhar.
Mãe: — Não, eu falei pra ele que se não batesse com tudo, eu mandava ele embora. Ele bateu com tudo.
Silverio: — Parabéns, filha. E as finanças, como vão?
Mãe: — Vão muito bem. Já deixamos pronta a seção leste pra introduzir as novas reses, das gestantes da seção norte. Não precisa comprar nada, só mais uns dois machos.
Silvia: — E os chorões da cidade, como tão?
Mãe: — Agora são leais, trabalham pesado. Até parecem mais maduros. Depositei a parte deles, 1,3 milhão pra cada. Queria que a Nayeli e o Erik fossem por um ano.
Silvia: — E as minhas filhas?
Mãe: — Se você acha que tão prontas, posso levar elas em janeiro também. Mas você tem que concordar que vão passar pelo mesmo que a Martha, o mesmo que o Silverio. Essa parte você nunca pegou. Vão andar com costela quebrada, toda moída. Você tem até janeiro.
Silverio: — Pena, irmã, mas o Erik não quer essa vida.
Nayeli: — Eu quero, tia. Quero ser útil e não só uma buceta.
Mãe: — Você já tá pronta, filha.
Leo chega só de noite. Quando nos vê, fica todo feliz e eufórico.
Leo: — Eu gosto do meu trabalho, mas não quero ficar sozinho. Passei meses longe. Mãe, me arruma um trampo no rancho? Não quero ficar sozinho de novo.
Mãe: — O trabalho é bruto e pesado.
Leo: — Sim, já conheço as histórias. Sei que vai me botar pra brigar com todo mundo, acordar às 4 da manhã. Mas já faço isso aqui, numa empresa onde gritam comigo todo dia. Melhor você ou o Jacinto gritarem comigo.
Mãe: — Pede demissão e tira uns dias. Férias, a gente vai dia 15 de janeiro.
Leo.— Sim, amanhã vou sozinho pedir demissão e, Martha, posso passar a noite com você?
Mãe.— Essa atitude não é permitida em casa, você sabe bem, a não ser que me convide.
Série,
Mãe.— Vão fazer suas putarias, guardem um pouco de gozo pra mim.
Óbvio que não transamos em 10 meses.
Sussurro pro Leo, vai buscar a mãe, estamos em jejum há 10 meses. Entramos nos beijando no quarto, tiramos a roupa do Leo, ajoelhamos pra lamber o pau dele até ele gozar nas nossas caras. Depois beijo a mãe, quero lamber a cara dela e engolir a porra fresca. Deitamos o Leo, a mãe monta, enquanto enfio minha boceta na cara dele pra ele me chupar. Beijo a mãe, chupo os peitos dela, mordo os bicos. Trocamos de lugar, agora eu mesma me empalo, sinto ele até no estômago. Continuamos nos beijando, depois ele coloca eu e a mãe uma por cima da outra pra deixar nossas rachas à disposição dele. Ele mete no cu da mãe, depois no meu, e assim fica por mais de duas horas.
Leo.— Se eu for mais rápido, vou gozar, não quero parar de ver esse par de bundinhas desfloradas pelo meu pau.
Depois volto ao que interessa, mete em mim, depois na mãe. Estamos tão molhadas entre a espera e o prazer que esse pedaço de pau nos faz sentir. Ele goza sem avisar nas bundas das duas.
Mãe.— Ainda me deve.
Leo.— Quem disse que acabou?
Viro ele, tá duro igual um burro, parece um taco. Abre as pernas, mãe, ele enfia. Se dedica só a ela até fazê-la gozar, as pernas dela tremem. Deixa ela na cama.
Me olha, abro as pernas, ele me fode com tanta força que tira meus gemidos de uma vez. Tento falar, mas nem isso ele deixa. Meteu tão rápido e forte que tive três orgasmos simultâneos. Me trata como boneca velha, me dobra, me levanta, me senta, me vira de lado, me faz agarrar os tornozelos enquanto me surra. Não para até deixar os dois buracos abertos. Termina gozando nos meus peitos, me larga do lado da mãe.
Uff, que transão ele me deu. Depois pega as pernas da mãe, ela só abre os olhos, ele tá metendo nela. Penetrando de novo, dessa vez o cu dela tá recebendo a pica, mamãe bufa e geme de prazer, fecha os olhos, aproveita o pedaço de carne do filho dela, estourando a barrigona, ela se vira, me beija de novo, belisca meus mamilos, eu faço o mesmo, me levanto, coloco minha buceta e cu cheios de porra na cara dela enquanto beijo o Léo, a língua da mamãe entra no meu cu, limpando, pra depois lamber minha buceta, as mãos dela se agarram nas minhas pernas, aí um orgasmo deixa ela banhada nos meus fluidos e na porra do Léo, termina com um grito, mamãe gozou na barriga do Léo, e os três caem na cama.
Acordamos de manhã, pelados, cheios de fluidos.
Mamãe: — Nossa, tava mesmo precisando de uma pica desse nível, valeu, amor.
Léo: — De nada, gostosa.
Sério, você acabou de me chamar de gostosa? Quero ser sua gostosa, pra você me mamar de novo.
Tomar banho, café da manhã, Léo pega a moto pra ir entregar a demissão.
Léo: — Vejo vocês daqui a pouco.
Mamãe: — Vamos um pouco pra piscina, um lugar que costumava ser cheio mas agora parece abandonado.
Puxador de mato, pá, ligar a bomba e esvaziar a água que tá verde e com plantas, enquanto vamos tirando a sujeira com a rede, passamos a manhã toda limpando, à tarde ficou pronta, de novo as bombas pra encher a piscina, pó de prata pra evitar que proliferem bactérias.
Jantar, nisso chega a Jéssica.
Jéssica: — Oi, a mamãe me falou que tenho que fazer um teste no rancho, sinceramente não quero, esse negócio de trabalho não é pra mim.
Rosa: — Eu só tenho compromisso com sua mãe, se acontecer algo com ela, vai ser assim, não vou te sustentar, pensa bem antes de levar isso na brincadeira. Conversa com a Silvia e tira suas dúvidas.
À noite já estavam na porta de casa, não só a Silvia, entram, sentamos enquanto preparo uma tequila, mamãe fica sentada.
Rosa: — Quais são os argumentos?
Silverio: — Aqui estão os documentos originais do pai e da mãe, do avô, de onde vem o anterior.
Rosa: — Jéssica, por favor, lê o documento.
Jéssica: — Inciso d) só podem ter acesso à parte que lhes cabe dos lucros do rancho
1.- se trabalharem nele
2.- se fizerem o teste, o mesmo que o pai do meu pai fez, caso não queiram trabalhar no rancho. Prazo de 10 meses, se não cumprirem, não será válido.
3.- se não fizerem nenhum dos dois, não terão direito aos lucros.
Este é o documento do avô.
Rosa.- lê o do meu pai e da minha mãe
Jessica.- entrada principal.
Rosa tem o direito de se comprometer com os irmãos dela, mas não com os filhos dela, já que eles não dependem diretamente dela, mas se quiserem acessar os lucros, terão as mesmas regras que as do meu pai, conforme o inciso d)
Isso é para os descendentes diretos dos meus filhos, sejam reconhecidos ou não.
Rosa.- por isso levei a Martha pra fazer o teste, tenho isso como testemunha
Ela me manda uns vídeos, onde a Martha aparece trabalhando de sol a sol, depois sendo espancada uma vez e outra até vencer a luta final, o sangue, os olhos fechados, a porrada brutal. Agora a Martha vai trabalhar no rancho, já cumpriu as duas condições, mas não sou um monstro, só com uma já me dou por satisfeito, tô comprometido contigo, Jessica
Jessica.- pai, você...
Silvia.- não fala com seu pai, ele só me apoiou, fui eu quem junto com meus irmãos redigimos o testamento do pai e da mãe.
Eu não queria que um filho folgado de algum dos meus irmãos aproveitasse o trabalho dos outros, e vice-versa.
Lupe.- eu faço o teste
Erik.- eu também
Leo.- eu também
Anna.- eu também
Rosa.- Anna, você não, ainda falta um ano pra você poder decidir
Anna.- mas já transei com todos
Silvia.- quero a cláusula 3, uso meu poder pra que a Anna seja votada e incluída no teste apesar da pouca idade dela.
Silverio.- aceito
Rosa.- nesse caso, pode participar.
Nayeli, já falei que sim, pedi com antecedência.
Rosa.- alguma dúvida, Jessica?
Jessica.- não, se eu não passar no teste, posso trabalhar no rancho
Rosa.- claro que sim, você sempre será Bem-vinda.
Jessica – Martha, a prova é muito difícil?
Martha – Não vou mentir, é muito difícil. Montar a cavalo doía minha buceta o tempo todo. Às vezes eu mijava na frente dos trabalhadores, mas o motivo eram as cobras, eu tinha que ver onde baixava a calça. O frio quebra os ossos da gente, acordar às 4 da manhã, depois te ensinam a lutar e atirar, mas valeu a pena tudo isso. Eu curti. Não ter celular me prendendo, as paisagens, a montanha de janeiro é incrível, o café forte que me deixa com o corpo quente, a bebida constante. É a experiência mais maravilhosa da vida, mais que a sexual. Acredita, eu adoro ser montada e cavalgada com um pau dentro de mim.
Jessica – Já quero fazer a prova. Vou poder bater em todo mundo.
Rosa – Praticamente sim.
Silvia – Pensei que você fosse ficar mais louca e rebelde.
Jessica – Você fez a prova?
Silvia – Sim, três tentativas. Passei no final, ganhei de um moleque que no fim é seu pai. Ele se deixou ganhar, mas meu pai mandou ele lutar com Jacinto, o cara mais bruto deste planeta. Quando viu que ele deu luta, entendeu que fez por mim. Nos perdoou os dois.
Cada um pra sua casa.
Mãe – Vou ligar pro Jacinto.
Jacinto – Patroa, pode falar.
Ela conta tudo em detalhes sobre os novos integrantes da prova, que precisam de um conselheiro pessoal, porque são muitos pra ele cuidar de todos.
Jacinto – Claro, patroa. Então vai ter muitas potrancas, hiiiiuuuuu! Já tenho em mente quem vou colocar. Dos rapazes eu cuido. Mesma receita da Martha.
Rosa – Mesma receita.
Jacinto – Aceito o trabalho, patroa.
Os povoados falam que você fez uma festa pra eles. Nós queremos uma.
Rosa – Pode ter certeza que vou fazer uma festa depois da cavalgada.
Rosa – Você vai ficar no barracão com os outros, assim pode pegar uns funcionários.
Martha – Excelente.
Rosa – Antes de entrar no quarto, você não pode ajudar os outros com as tarefas deles. Se fizer, vai ser pendurada pelos pés e pelada por 24 horas. Se não acredita, pergunta pra Silvia. que se terminou cagando e mijando.
Martha.- não me deixa na Barraca, com certeza vou fazer
Rosa.- tá bom, você fica na cabana principal comigo
Toda manhã comecei com caminhadas longas e corridas, nos primeiros dias fui sozinha, depois, todas as mulherzinhas já saíam pra correr do meu lado, pude ver o corpo das minhas primas que tão no ponto, muitas vezes eu atrasava pra ver as bundas delas quicando, ter comido a buceta da mamãe não me desagradou, qual será o gosto da periquita da Jéssica que é a mais comportada de todas, já esqueceu que detonaram ela de todas as formas possíveis.
Uma semana antes do Natal, mamãe fez os preparativos, os malandros iam vir com as famílias de novo, dessa vez seria com convite, ninguém saiu, todos ficaram.
Chegaram com as famílias, as caras deles calejadas no trabalho, o papo diferente, o tom de voz, entraram e primeiro cumprimentaram a Rosa, depois até pediram licença pra ir com as famílias, foram, mas mudaram, já não são os malandros daquela noite, antes do jantar. Chegou um padre pra fazer a missa do galo, todos muito atentos.
O padre terminou dizendo: Hoje o trabalho duro e a razão venceram, filhos, hoje vocês ganharam, além da família natural, a família cresce com a gente que te rodeia, hoje se rodearam de gente trabalhadora, parabéns, rapazes, por mudar o futuro de vocês, com licença, vamos jantar que já tá dando fome.
Até o padre bebeu, dançou, mais tarde foi com os outros pro povoado, ficando só a Família.
Continuei bebendo, vi como um por um foi indo, tava com vontade de mijar então levantei e de lado baixei a calcinha e soltei tudo aquilo de mim, me sinto de novo, a fogueira me esquenta enquanto eu viro a garrafa de novo
Silvia.- você não precisa ir descansar
Martha.- podem pegar à vontade, não vou falar nada, até talvez eu entre
Silvia.- vou dar pro Raban
Martha.- vou deixar vocês, levantando do lugar e indo pra minha cama.
Entro em casa, mamãe tá na sala, tomando uma taça de vinho, ela tá pensativa.
Rosa.- tem um minuto?
Me sento ao lado dela, me sirvo uma dose igual
Rosa.- Você é muito madura, sabe, eu fiz o teste aos 21 anos, meu pai foi muito claro, que se eu não fizesse, ficava sem nada, ele tinha essa ideia maluca de que a terra se conquista, não se herda, depois que tive os três, não tinha mais opção, era uma vida inteira de trabalho, ou começar com recursos, mas essa escolha foi minha. Quero que você me conte tudo sobre você, parece que perdi muita coisa
Martha.- mãe, não tem muito o que contar
Rosa.- eu cometi esse erro quando sua mãe me perguntou a mesma coisa, falei o mesmo que você, na verdade tinha muitas perguntas, sua mãe nunca mais perguntou de novo, até me ver de barriga. Você não sabe quanto me arrependi, eu a afastei de mim, ela me disse naquele dia que minha resposta soou como "não importa, é minha vida".
Rosa.- se você tem perguntas ou quer me contar o que quiser, vou te ouvir, mas quero saber quando foi sua primeira vez, quais foram seus primeiros passos, sem disfarçar nomes.
Martha.- Mãe, você me ama como filha ou como mulher?
Rosa.- das duas formas, como minha filha, como mulher, neste último caso me sinto muito atraída, te vejo e minha mente só pensa em sexo, de tão gostosa e delícia que você é.
Martha.- o que você sentiu ao me ver sendo detonada pelos homens da casa?
Rosa.- que você já é toda uma mulher, que é melhor em casa, sem tabus ou segredos, aquela cara de felicidade que você fazia cada vez que chegava ao orgasmo ou enchiam sua buceta de porra, o brilho nos seus olhos refletia o quanto você é feliz.
Martha.- você é ciumenta?
Rosa.- não, aprendi que ninguém é de ninguém, quando seu pai foi embora com outra, aprendi isso, ninguém é de ninguém, só aproveito esses momentos que encaro como presentes e bênçãos.
Martha.- quando fiz 14 anos, notei que meu corpo era mais cheinho que o das minhas amigas, meus peitos já estavam crescendo, minha bunda era mais chamativa, mais alta que todas, já estavam nascendo pelos pubianos na minha buceta, você teve que me dar a conversa sobre o absorvente e minha menstruação.
Teve uma aula de sexo e biologia, entendi muitas coisas, sou muito inteligente, entendi na hora que os homens vão estar atrás de mim, o tempo todo, até conseguirem meter o pau deles dentro da minha bucetinha
Rosa.- depois
Martha.- Teve vários que saíram louquinhos dessa aula
E eu atraía os olhares de vários, vi várias vezes como eles tocavam no pau deles por cima da calça enquanto me viam passar, depois tudo ficou mais safado, quando teve troca de uniforme, passamos da saia longa pra curta, camiseta pra blusa, segundo eles estavam nos preparando pra sair pro mundo, não sei se você lembra, mas no dia que você me comprou a saia seu olhar se surpreendeu.
Rosa.- verdade, é que suas pernas e essa raba se destacam por si só
Martha.- os olhares de todos se soltam, em todas mas mais em mim, em muitas ocasiões quando eu sentava muitos derrubavam os materiais deles, supostamente pra se abaixar e ver minhas pernas ou algo mais.
É até bobo, mas eu gostava literalmente desse tipo de atenção, algo me acontecia, sentia calor dentro de mim, ficava nervosa, risonha, ria de qualquer besteira dos colegas, um dia vi Sebastián, o garoto que me prendeu com o olhar, comecei a conversar com ele, saíamos pra todo lado juntos, até pra fazer tarefas, um dia ele me beijou e tocou na minha buceta, claro por cima da roupa, era tarde, cheguei em casa e vi minha calcinha toda molhada onde fica a entrada da buceta, depois aquela babinha que escorria de lá, pensei isso é a lubrificação que minha buceta solta, já tá pronta pra ser penetrada, desvirginada, sentir uma pica, fiquei muito excitada, porque fiquei brincando com minha babinha e minha bucetinha, depois soltei um jato como se fosse xixi, e fiquei toda relaxada.
Naquela semana, entre beijos e ele me tocar, minha mente dizia pra eu falar pra ele me dar o pau, mas eu tinha medo, mas numa sexta, saí com a Paula, minha amiga, ela me contou que ouviu Sebastián falando com os amigos, que só ia me comer, depois ia contar pra todo mundo que eu sou uma puta e fácil, não acreditei no começo, mas na segunda seguinte, entrei no banheiro com a Paula, sim, no dos homens, subimos no vaso, colocamos a placa de quebrado e fechamos a porta.
Não demoraram nem dois minutos depois que entro com os amigos
Juan.- já conta, meteu a mão na rachuda dela?
Cecilio.- já tem pelo
Sebastián.- não, ainda não
Carlos.- e a Giovanna, o que houve?
Sebastián.- já é minha namorada
Carlos.- e a Martha?
Sebastián.- só vou comer ela, depois vou queimar ela de puta
Marco.- você odeia ela
Sebastián.- tá suave, cara, não odeio ela, só vou foder ela e meter nessa buceta, assim ela aprende a não se achar melhor que os outros
Carlos.- quando você comer ela, avisa a gente, queremos ver aquela bunda branca e como você mete tudo
Sebastián.- sim, já pensei onde, atrás do laboratório, vocês sobem na árvore, daí podem ver e gravar vídeos da bunda dela
Ela nem imaginou que eu ouvi tudo, queria sair, dar uns tapas na mãe, mas a Paula não deixou, tapou minha boca, ficamos quase uma hora lá, em silêncio.
Saímos
Paula.- desculpa, amiga
Naquela noite pensei em vingança, cheguei, beijei ele, fui ver a Giovanna, falei que o namorado dela tava dando em cima de mim.
Na segunda, as três no banheiro, já que a volita sempre vai no mesmo horário no banheiro falar das mulheres, num momento a Paula e eu pensamos que não seria suficiente pra Giovanna, mas surpresa
Sebastián.- sexta é o dia que vou detonar a Martha, vou desflorar aquela bunda de puta que ela é, isso de tarde, a Giovanna de noite quando for na casa dela, duas bucetas no mesmo dia, vou me acabar
Carlos.- vai usar camisinha?
Sebastián.- nem fudendo, assim no pelo, vou meter a porra dentro
Juan.- e se engravidar?
Sebastián.- problema delas, pra que ficam de putinhas e apaixonadas
Sério, todos os outros concordam, depois uma degradação de cada um sobre a Giovanna e eu, como a gente tem a bucetinha, se era peluda ou depilada, se tinha pelo preto ou loiro saindo, se meu cu era preto de tanta merda que sai de lá, ou se era branquinho, se meu cu parecia cu de jumenta, se eu chupava bem, um monte de vulgaridades.
Foram embora, ficamos um tempão lá. Saímos da aula, fomos repreendidos
por chegar atrasados. Na saída, Sebastião se aproxima
Sebastião: — Como estão minhas perninhas hoje? Sabe, pensei que nesta sexta
poderíamos ficar a sós atrás do laboratório. Sabe, não consigo parar
de pensar em você, só quero estar com você a todo momento.
Ele me abraça, a mão dele já está na minha bunda, depois de percorrê-las
por completo, tenta enfiar a mão por baixo da saia. Eu não impeço,
deixo, quero que ele fique seguro. Os dedos dele fuçam meu cu e minha buceta,
depois de um tempo ele me beija, me solta. "Queria fazer amor
com você, para finalmente conectar tudo isso que sinto por você." Paula e
Giovanna, escondidas, assistindo.
Ele me larga depois de 10 minutos do início, só me deu 10 minutos e foi embora.
Giovanna: — Agora é minha vez, com certeza vai me procurar na cafeteria. Sejam discretas.
Sim, exatamente como ela previu, ele a cumprimenta com um beijinho, pega na mão dela, depois de
comprar, puxa ela para um lugar mais privado, aquele mesmo lugar onde antes
me apalpou. Vimos de longe a mesma coisa: mete a mão, beijos e vai embora.
Ainda faz um coração com as mãos para ela. Passou tão perto de
nós que nem percebeu.
Giovanna: — Vou me vingar. Vou chamar meu primo Canelo, ele gosta de
homens.
Paula: — Vi num filme que vendam os olhos de um cara que engana
as mulheres.
Giovanna: — Tá sugerindo que a gente vende os olhos dele e coloque meu primo?
Marta: — Não é má ideia.
Paula: — Vou pedir pro meu amigo nos dar um quarto no hotel dele, disso eu cuido.
Giovanna: — Calma, vamos deixar ele continuar fuçando nossos corpos. Na
sexta, você leva ele pro hotel, Marta, diz que quer se
entregar toda.
Marta: — Sim, eu cuido de levar ele pro hotel.
Paula: — Vamos seguir normal, agir normal.
Durante a semana, Sebastião enfiou os dedos no meu cu e na minha buceta, embora
eu gostasse, tudo já estava decidido. Na sexta, saímos da aula, ele vai me
levar para trás, mas eu sussurro que tenho uma surpresa para ele. Aluguei um
quarto de hotel para ele detonar meu cu com o pau dele. Os olhos
dele brilharam, o cínico respondeu: "Já tava na hora. Planei te arrebentar sem cantos, mas se for pra ir, vamos.
Entramos no hotel, a Paula faz sinal pro amigo dela.
Boa tarde, senhorita Alondra, seu quarto já tá pronto.
Sebastião: — Como é que te chamo?
Marta: — Cala a boca, obrigada, é pra me proteger.
Chegamos no quarto, entramos, deixo a porta aberta, meio fechada, uns beijos que foram nojentos, ele queria comer até meu queixo, deixei ele me apalpar, toca meu celular, é o sinal.
Marta: — Meu amor, é que quero fazer algo bem pervertido, me deixa?
Sebastião: — Sim, faz o que quiser comigo.
Marta: — Comprei umas calcinhas bem perversas, vão te fazer pirar a cabeça, me deixa fazer isso, meu amor.
Sebastião: — Você não vive sem mim, gatinha.
Vendo os olhos dele, servi uns copos de tequila, dei pra ele, toma isso, quero você bem quente, imagina o que vai fazer comigo, vai detonar minha bunda, quero te entregar, fica duro pra mim, papi, quero que me abra toda, me deixe cheia do seu leite, na minha buceta toda, na minha bunda, na minha cara, no meu peitão, cê quer me encher toda, me deixar cheia de você, depois tiro a roupa dele, tá duro, o pau dele é pequeno, mas até que é bom, já sabemos porque ele se gaba.
Amarro as mãos e os pés dele na cabeceira e no pé da cama, beijo ele.
Marta: — Meu amor, vou pegar óleo no banheiro, vou te dar um massagem erótica que parece vídeo pornô, você vai amar, abro a porta, entra a Giovanna, a Paula, o Canelo, coloco música, fechamos a porta, é hora de pegar os celulares, gravar de vários ângulos, enquanto a gente se ajeita pra ver a massagem.
Marta: — Meu amor, cê me ama?
Sebastião: — Sim, claro.
Marta: — Vi como você olha pra Paula, adoraria fazer um menage com ela e você.
Sebastião: — Que puta promíscua você é, mas sim, se no lugar da Paula, chamar a Giovanna.
Marta: — Sabe que na próxima vez, a gente faz.
Enquanto o Canelo chupa o pau dele.
Marta: — Cê gosta assim?
Sebastião: — Que gostoso você faz.
Marta: — Adoro seu pau, já quero sentir, vou sentar.
O Canelo tá vidrado naquele pedacinho de carne, depois senta.
Marta: — Assim, meu amor. mmm que gostoso, mmm me dá mais
Enquanto gemô do lado dele
Depois o Canelo se levanta, chupa o pau dele, para e agora beija ele na boca, come ele de beijos, ainda não percebe que não sou eu
Martha.- papai, deixa eu fazer uma coisa que vi no vídeo? Me deixou toda molhada, quero que você goze na minha bunda e depois chupe
Sebastian.- você é uma puta mesmo, mas sim, vou chupar sua bunda depois de encher ela
O Canelo monta, rebola no pau dele até o cachorro gozar. Ele se levanta, coloca o cu cheio de porra na cara do Sebastian, que lambeu tudo
Sebastian.- você depilou o cu, tava cheio de pelo
Martha.- me preparei pra você, só pra você, meu amor. Me sinto tão cheia, tão feliz com você
O Canelo se vê e todos saem
Martha.- meu amor, meu cu tá doendo, você me arrebentou. Podemos deixar pra próxima a minha bucetinha? Assim a gente tem desculpa pra ficar junto de novo. Tudo dói, você me deixou muito aberta
Sebastian.- não te vi, se pelada
Martha.- tô com vergonha, mas adorei. Juro que da próxima vez deixo você me despir. Tô com vergonha, ninguém nunca me viu pelada, você foi meu primeiro, amor
Sebastian.- sim, da próxima vez você vai estar na cama
Boto um pouco de água no rosto pra lavar o rímel que tô usando nos olhos, escorre pela minha cara
Não acredito que ela me levou pro céu por um tempão, maldita cadela, me deixou toda extasiada.
Meia hora depois do silêncio do lugar
Leo.- quero repetir, mas que seja outro dia, quero comer a rosa
Martha.- a mamãe
Leo.- acha que eu aguento ela?
Martha.- saímos da buceta dela, com certeza você vai fazer ela arranhar o céu igual a mim
Leo.- te incomoda se eu contar pros outros onde você tá? não quero que eles percam a chance de te dar o pau.
Martha.- fala sim, já tô toda arrebentada, manda eles trazerem cobertores
Eu dormi, procuro minha roupa com as mãos, só acho o vestido e as botas, pego as cobertas e me enrolo, desço devagar, lá longe vejo a fogueira, sinto o leite ainda escorrendo pelas pernas, tô quase chegando na entrada quando a mamãe me vê
Mamãe.- cadê você, filha?
Fiquei um tempo esperando os meninos no descampado
Mamãe.- como foi com Leo?
Martha.- ele tem um pauzão que desde que enfia já te deixa no céu
Mamãe.- ele chegou por trás, sussurrou no meu ouvido que quer detonar meu cu, todos os meus pelos se arrepiaram
Martha.- seu filho tem um pauzão que desfunde tudo, te desmonta
Mamãe.- os meninos tão na fogueira, foram te procurar, os velhos aproveitaram pra usar as meninas que ficaram esperando. Que idiotas, se quiser se juntar ou o que decidir, se eu fosse homem eu te detonava, filha, você é uma puta boa e gostosa
Martha.- obrigada, mamãe, eu também te daria sem pensar, agora minha buceta ainda tá doendo
Mamãe.- vamos pra casa pegar uma pomada que faz milagre na hora, você vai ficar pronta pro que vier
Depois que ela passou Hmm, me dá essa sensação de estar 100%, vejo minha buceta se fechando rapidinho.
Martha.- O que é isso?
Mãe.- Já fechou sua buceta.
Martha.- Já, na hora.
Mãe.- Um dia te conto como se faz, mas por enquanto aproveita as putarias e o incesto, vai tomar leite de pica, se diverte, minha filha.
Martha.- Quero fazer isso com você.
Mãe.- Vai ter sua chance, mas agora agrada os trouxas.
Me aproximei de onde eles estavam.
Martha.- Olha aqui, seus retardados, fiquei esperando vocês, por que não vieram? Levanta a bunda desses lugares, seus oito arrombados.
Mauricio.- Você tá se escondendo.
Martha.- Lanternas e cobertores, vocês têm cinco minutos. Vêm comigo quem trouxer o que pedi.
Fui com os tios, uma cerveja, tequila, uma dança, chega o Erik, já estamos prontos.
Brandon.- Tem certeza que vai dar pra todos?
Martha.- Todos querem estourar, apontei pra minha xereca.
Isidoro.- Moleques veem carne e ficam doidos.
Martha.- Vou deixar eles aproveitarem de mim.
TR.- Que inveja dos caras.
Martha.- Você foi o segundo, sussurrei no ouvido dele, além disso o Leo já passou, me deixou toda arrombada.
Comecei a andar, na mesa vejo sentadas e entediadas a Delfina, Nayeli, Emma, Silvia, Esther, Lupe, Jessica, Anna, Olivia, Nancy. Falei pra elas me seguirem que vamos caminhar e fazer uma orgia. Elas levantam na hora. Me aproximo do Brandon: daqui a uma hora, se quiserem, cheguem no campo do avô.
Brandon.- É um convite?
Martha.- Sim, já sabemos que todo mundo come todo mundo, vamos fazer uma orgia no mato.
Isidoro.- Por que tão longe?
Martha.- Quando todo mundo for embora, isso aqui fica vazio, não vou aguentar as lembranças de ficar só aqui, saber que vou ter uma seca de um ano inteiro sem comer pica, menos da família. Mas os convidados estão aí, melhor, levem todo mundo, lanternas, álcool e cobertores, chão e grama.
Julián.- A ideia era que você contra todo mundo.
Martha.- Claro, todos vão passar por mim e pelas outras.
Julián.- Mas a Olivia e a Nancy são minhas irmãs.
Martha.- Sou sua prima, isso tem a ver?
Julián.- Sim, mas queria que a Lídia viesse, aquela puta. tô afim
Martha.- quem sabe teu desejo se realiza, tão trazendo bebida
Julián.- oito mochilas com bebida, refrigerante e copos, mais o que tem na caixa. Foram colocando lampiões nas árvores pra marcar o caminho.
Chegamos no lugar, juntaram lenha pra fogueira grande, combinamos que 5 doses seguidas, pra esquentar e tirar qualquer ideia de imoralidade. Nisso chegaram todos, nem esperaram um pouco, música, tira a roupa Brandon, depois Isidoro, depois Jaime, ficam olhando, eu me desnudo e todo mundo sem roupa, a família toda reunida e pelada, meninas gritem o nome de um homem, vocês escolhem e usem eles do jeito que quiserem termino dizendo no megafone que o Raúl carrega, algumas surpreendem com o nome, mas quando chega a vez da mamãe ela grita o nome do Leo, pensei que não tava lá mas ele sai de trás da bola, é irônico mas o Julián e o Maurício ninguém escolheu, eu fui a última a escolher, faltavam 6 caras, ninguém vai ficar sem a sua buceta, sem mulher
Silvia.- quero o Fabrício
Rosa.- quero o Braulio
Delfina.- quero o Facundo
Martha.- mais alguém
Ninguém levantou a voz
Martha.- vocês três comigo, mais vale que me destruam, seus fodões
Antes de começar os três de regra, mais uma dose, depois outra e aí o Julián me beija a boca e amassa meus peitos, enquanto o Maurício me chupa o cu e as nádegas, enquanto o Arturo me chupa a buceta, com certeza essa noite vão detonar meu cu, isso me deixa com tesão.
Me ajoelham, colocam os paus duros pra eu chupar, até gozarem na minha cara, depois me deitam na coberta, eu sento no Julián, o Maurício procura desesperadamente meu cu, enquanto eu chupo o pau do Arturo, entra o dedo dele, depois dois, os gemidos e gritos não demoram, depois dói, me faz chorar, ele tá empurrando a vara no meu cu, que é virgem e oferece toda resistência do mundo, enquanto cospe no meu cu pra tentar lubrificar, ele tira, agora tenta o Arturo que deixa o pau cheio de cuspe, o Maurício chupa ele agora, o Arturo empurra, entra a cabeça, o Julián não para bombear minha buceta, ele me dá com tudo, me abre no ritmo das investidas dele, nisso ele entra no meu cu, acabou de me tirar a virgindade, já tá tudo dentro de mim, que gostoso é sentir sendo empalada por duas picas, Maurício goza ao ouvir meus gritos de prazer, termina. Arturo sai, Maurício corre pra meter o pau dele no meu cu recém-aberto, me bombeia, goza.
Julian.- Já terminaram?
Maurício.- Mete no cu dela, vai te fazer gozar em segundos.
Tiro da minha xota pra encaixar no meu cu, ele crava, me abre, a sensação de que ele abre cada centímetro da minha tripa, aí goza, aperto com força, não demora pra soltar o leite dele no meu cu.
Arturo.- Ela é boa, me espremeu em segundos, sabemos quanto tempo estamos com ela nós três, só 15 minutos, já tirou nossa goza.
Martha.- É isso, galera.
Julian.- Me dá uns minutos e você vai ver.
Levanto, vou pegar uma garrafa d'água, tô com uma sede do caralho, sirvo outra dose, fico de cócoras, a Silvia me vê.
Silvia.- Os três não aguentaram você?
Martha.- Não, já espremi eles.
Olho pra todo lado, isso é uma orgia incestuosa, tô gostando.
Chego perto da mamãe, o Léo tá detonando ela como uma fera, beijo ela, a língua dela percorre a minha.
Martha.- Obrigada por tudo isso.
Fui pegar uma garrafa pra beber direto, desliguei a música, os gemidos e o choque dos corpos me deixam eufórica, quero todas as picas, quero sentir, assim que vejo que tão livres, me jogo nelas, pra quando o sol nasce, não consigo nem andar, muito menos ficar de pé, tô cheia de porra de todo mundo, meus dois buracos tão bem abertos, a Emma me fala isso quando me vê, senta do lado, isso é uma loucura linda, sobrinha. Quem fica dedando minha buceta toda desflorada e cheia.
Mamãe chega com a pomada mágica dela, passa no meu cu e buceta, depois vai pra próxima, igual nas picas, pomada pra todo mundo, a fogueira ainda tá acesa, a Nayeli me traz uma tequila.
Nayeli.- Nunca tinha metido tanta pica numa noite.
Martha.- Que gostoso ficar sentada sem parar.
Nayeli.- É, que gostoso.
Deita do meu lado. enquanto continuamos conversando, do lado se deitam
Lupe, Jéssica, Ana, estendem seus cobertores, se deitam do lado, depois aos poucos as outras, como se faltasse algo, os homens descem pra casa pegar
comida e levam de volta pra onde a fogueira, estamos pelados
comendo, de muitas escorre o leite daquelas rolas lindas, que
balançam pra todo lado, não se vestiram, nem a gente
Delfina.- você tá bravo, Ramiro?
Ramiro.- não, tô muito feliz, comi a mais gostosa das suas primas
Todas respondemos obrigada, a gente cai na risada
Não quero que esse momento acabe, com o Miguel ele ficava puto se eu falasse
com um colega, aqui eu sento na rola que eu quiser.
Começa a escurecer, descer com as coisas, nem me visto, um banho na
cama, aquela noite dormi como nunca.
Entra Delfina.- prima, levanta, vamos tomar café.
Risadas, dança, comida, bebida, maluquices.
No fim da tarde de domingo já estamos nos despedindo, dessa vez com cara
de enterro, ninguém quer ir embora, mas o trabalho espera.
Entro em casa
Leo.- sabe, sempre tive medo disso, por isso fui embora, mas não tem nada
que se compare a essa experiência, não vou mais me afastar disso, gosto
e aproveito por completo, adorei sentir a mãe desse jeito, mais
íntimo, mais ela.
Me beija, te deixo descansar, irmãzinha
Entro no quarto da mãe, ela tá deitada completamente pelada, as
bundas lindas dela tão perfeitas, saio.
Descansar, enquanto tiro a roupa do corpo, vejo minha buceta já tá
mais peluda, vou me depilar de novo, gosto de como fica,
foi meu último pensamento antes de cair no sono.
O despertador toca, são 9 da manhã, a mãe entra com o café da manhã,
me traz um coquetel de remédios, toma, tomo sem
reclamar, como, ela abre minhas pernas, examina minha vulva, depois minha
bunda.
Mãe.- tenho que ir pro sítio
Marta.- quanto tempo você vai ficar?
Mãe.- esse é o problema, vou ficar um tempo, pensei se você quiser,
só se você quiser, gostaria que fosse comigo
Marta.- a escola
Mãe.- eu sei mas não quero ir sozinha.
Falo isso, enquanto fico pensativa sobre o que fazer.
Pego as malas, arrumo roupas grossas, sei do frio que faz, vejo umas calcinhas fio-dental gostosas que nunca usei, coloco tudo, 4 malas depois tenho o necessário, não desci nem pra comer, mamãe sobe, bate na porta.
Mamãe: — Sei que você está chateada com o quanto foi repentino pra você.
Abro a porta, estou pronta mamãe, mostro as malas, a expressão de felicidade dela.
Mamãe: — Já falei com o Leo, ele decidiu ficar, mas nas férias dele não dá tempo.
No sábado nos despedimos dos tios e primos, chegamos na vila, o comandante entrega cartas das mães pros filhos.
Muitas horas de viagem depois, chegamos no terminal.
Marta: — Por que ninguém vem nos buscar?
Mamãe: — Não queremos avisar os funcionários, é hora de vários pegarem o trem.
Não entendi a referência, mas chegamos, o lugar é enorme, cavalos, gado pra todo lado, mais de 30 empregados, o capataz nos vê chegar, nos leva pros alojamentos, todos os homens estão lá.
Mamãe: — Boa tarde, senhores.
Sei de boa fonte que estão putos com o salário, mas cada um ganha 25 mil por mês, se acham que conseguem algo melhor, essa é a hora, ninguém tá aqui na marra.
Um levanta a mão: — Quero 40 mil e fico.
Mamãe: — Por acaso não fui clara? Se não tão felizes, podem vazar, essa é a hora.
10, 9, 8, 7... 3, 2, 1.
Devido ao trabalho merda de vocês esse mês, tão demitidos, sem salário, sem nada. Vão embora agora.
Pedro: — Não, chefa, eu não comecei isso, foi ele, apontando pro Facundo.
Facundo: — Ouvi dizer que com a venda dessa temporada seriam quase 300 milhões, a gente ganha 25 mil por mês.
Mamãe: — Primeira e última vez que dou explicações, Facundo é o segundo aviso, não tem terceiro.
Tira da mala a folha contábil:
Impostos: 90 milhões
Seguro médico de alta especialidade: 900 mil por ano
Salário: 36 milhões por ano
Comida: 500 mil
Veterinários e medicamentos: 23 milhões
Compra de feno e pastagem: 52 milhões
Manutenção da cerca: 12 milhões
Ano passado tive... Perdidas por 123 milhões, as reses foram vendidas abaixo do preço, você aproveita seu salário inteiro.
Não lembra que eu quase fui à falência?
Facundo.- Esqueci, patroa.
Mãe.- Você coloca o povo contra mim.
Facundo.- Desculpa, patroa, é que tô entediado, minha boca se solta.
Foi falar com o capataz, volta.
Mãe.- Você tem que ir embora, Facundo, não posso te manter. Você vai esquecer e voltar a ser falador. Vai com Brandon, talvez aprenda algo naquele lugar. Acredite, vou te recomendar muito bem.
Facundo.- Não, pego minhas coisas e vazo.
Mãe.- Mais alguém?
Todos calados. Vão descansar que tem muito o que fazer.
Saímos pra lida por volta das 4 da manhã, todas as reses estão espalhadas pelos pastos do rancho na seção leste.
Tudo é novo pra mim, mas lembro como montar cavalos. Dois dias depois voltamos pro curral principal com 3 mil cabeças, exausta, com a bunda dolorida de tanto trotar.
Os caminhões esperam pra carregar as reses.
Comer e tomar banho, tô fedendo horrores, dormir.
Mãe.- Vamos pra seção norte contar as cabeças, saímos às 4 da manhã.
Durante dois meses foi só trabalho, puro trabalho. As vistas da região são lindas e únicas, nunca pensei que a mãe tivesse os ovários bem colocados pra comandar só homens.
Vi os caras desde o começo, mas no fim são leais, do jeito que prometeram pra mãe, trabalham sem reclamar.
Depois foi só administração.
Já faz 6 meses, me envolvi tanto no rancho, gosto disso, gosto dessa vida.
Mãe.- O que acha, filha, dessa vida?
Marta.- É uma vida dura, mas eu gosto.
Mãe.- Pensei que você fosse chorar no primeiro dia, me enganei. Você não é boa só no sexo, também no trabalho.
Marta.- Obrigada, eu agradeço.
Mãe.- Jacinto.
Jacinto.- Fala, patroa.
Mãe.- Quero que você ensine minha filha a lutar e atirar.
Jacinto.- Mas é sua filha.
Mãe.- Trate ela como achar melhor.
Marta.- Como?
Mãe.- Você precisa aprender a lutar e atirar, vai doer, mas tem que.
Marta.- Sim, aceito. reto
Mamãe.— Você vai ficar com a cara inchada e os olhos fechados
Na primeira semana, correndo, levantando peso. Um mês depois, começaram as porradas, literalmente me deixaram feita um saco de pus, costelas quebradas, etc.
Jacinto.— Já tá na hora de você soltar a raiva. Você já sabe lutar, só precisa ler quando e como soltar os golpes. Hoje à noite você vai lutar de novo.
Meu primeiro oponente abriu a guarda, eu dei um soco no nariz dele que quebrou. Minhas mãos já calejadas de tanto calo e maltratadas.
O segundo, quando lançou o golpe, descobriu as costelas. Eu meti o pé nele com tudo.
Terceiro.— Foi o Jacinto. Não teve pena de mim, mas também não tive dele. Deixei ele pra lá, feito um cachorro.
Depois, mamãe deu a ordem pra atacarem juntos. Posso jurar que vi tudo em câmera lenta. Sabia como esquivar, bater, defender e neutralizar o ataque. Levei três golpes, mas dei uma surra em todo mundo.
Quando terminei, me senti incrível. Depois ela me ensinou a atirar, primeiro de lugares parados, depois em movimento.
Mamãe.— Já tá na hora de voltar pra casa.
Marta.— Eu gosto daqui.
Mamãe.— Esse foi seu treinamento pra você assumir isso. Todo ano você vai vir, ou a gente vai vir fazer isso. A gente demorou mais porque eu precisava que você aprendesse a se defender e atirar.
Marta.— Posso pegar uns funcionários pra mim?
Mamãe.— É sua bunda, mas a gente vai embora em duas horas.
Marta.— Que malvada você é. Vou arrumar as malas.
Mamãe.— Não, a gente vai leve. Você trabalhou esses 10 meses, merece um salário como todo mundo daqui. Na verdade, você tá na folha de pagamento desde o começo. Merece esse dinheiro, você suou pra conseguir. Vai lá com os caras do povoado, pede pra eles te darem as cartas pras famílias deles. Eles têm férias de 15 de dezembro a 15 de janeiro pra ver as famílias.
Duas horas depois, o Jacinto foi nos deixar no aeroporto. Chegamos na capital do país, e de lá pegamos um ônibus pro povoado.
Marta.— Se a gente tem dinheiro, por que não usa carro?
Mamãe.— Sabe a inveja que a gente vai causar se nos virem de carro? Mas é melhor andar a pé.
Caminhamos pela trilha, por causa do mato alto. Ninguém usa isso. Chegamos em casa, Silvia e Silverio correm pra nos receber.
Silvia: — Vocês vão ficar?
Mãe: — Não, voltamos pro rancho dia 15 de janeiro, são só férias.
Nayeli: — A escola da Martha...
Martha: — Não vou mais estudar, gosto de ser roceira.
Silverio: — Você tá diferente, filha. Mais definida, mais segura, mais você.
Martha: — É, tava precisando trabalhar e saber como é difícil ganhar dinheiro.
Mãe: — Ela teve que aprender com o Jacinto.
Silverio: — Caiu na mão do cara mais bruto e duro que conheço. Daquele velho ninguém ganha.
Martha: — Eu ganhei dele.
Silverio: — Excelente, mas ele deixou você ganhar.
Mãe: — Não, eu falei pra ele que se não batesse com tudo, eu mandava ele embora. Ele bateu com tudo.
Silverio: — Parabéns, filha. E as finanças, como vão?
Mãe: — Vão muito bem. Já deixamos pronta a seção leste pra introduzir as novas reses, das gestantes da seção norte. Não precisa comprar nada, só mais uns dois machos.
Silvia: — E os chorões da cidade, como tão?
Mãe: — Agora são leais, trabalham pesado. Até parecem mais maduros. Depositei a parte deles, 1,3 milhão pra cada. Queria que a Nayeli e o Erik fossem por um ano.
Silvia: — E as minhas filhas?
Mãe: — Se você acha que tão prontas, posso levar elas em janeiro também. Mas você tem que concordar que vão passar pelo mesmo que a Martha, o mesmo que o Silverio. Essa parte você nunca pegou. Vão andar com costela quebrada, toda moída. Você tem até janeiro.
Silverio: — Pena, irmã, mas o Erik não quer essa vida.
Nayeli: — Eu quero, tia. Quero ser útil e não só uma buceta.
Mãe: — Você já tá pronta, filha.
Leo chega só de noite. Quando nos vê, fica todo feliz e eufórico.
Leo: — Eu gosto do meu trabalho, mas não quero ficar sozinho. Passei meses longe. Mãe, me arruma um trampo no rancho? Não quero ficar sozinho de novo.
Mãe: — O trabalho é bruto e pesado.
Leo: — Sim, já conheço as histórias. Sei que vai me botar pra brigar com todo mundo, acordar às 4 da manhã. Mas já faço isso aqui, numa empresa onde gritam comigo todo dia. Melhor você ou o Jacinto gritarem comigo.
Mãe: — Pede demissão e tira uns dias. Férias, a gente vai dia 15 de janeiro.
Leo.— Sim, amanhã vou sozinho pedir demissão e, Martha, posso passar a noite com você?
Mãe.— Essa atitude não é permitida em casa, você sabe bem, a não ser que me convide.
Série,
Mãe.— Vão fazer suas putarias, guardem um pouco de gozo pra mim.
Óbvio que não transamos em 10 meses.
Sussurro pro Leo, vai buscar a mãe, estamos em jejum há 10 meses. Entramos nos beijando no quarto, tiramos a roupa do Leo, ajoelhamos pra lamber o pau dele até ele gozar nas nossas caras. Depois beijo a mãe, quero lamber a cara dela e engolir a porra fresca. Deitamos o Leo, a mãe monta, enquanto enfio minha boceta na cara dele pra ele me chupar. Beijo a mãe, chupo os peitos dela, mordo os bicos. Trocamos de lugar, agora eu mesma me empalo, sinto ele até no estômago. Continuamos nos beijando, depois ele coloca eu e a mãe uma por cima da outra pra deixar nossas rachas à disposição dele. Ele mete no cu da mãe, depois no meu, e assim fica por mais de duas horas.
Leo.— Se eu for mais rápido, vou gozar, não quero parar de ver esse par de bundinhas desfloradas pelo meu pau.
Depois volto ao que interessa, mete em mim, depois na mãe. Estamos tão molhadas entre a espera e o prazer que esse pedaço de pau nos faz sentir. Ele goza sem avisar nas bundas das duas.
Mãe.— Ainda me deve.
Leo.— Quem disse que acabou?
Viro ele, tá duro igual um burro, parece um taco. Abre as pernas, mãe, ele enfia. Se dedica só a ela até fazê-la gozar, as pernas dela tremem. Deixa ela na cama.
Me olha, abro as pernas, ele me fode com tanta força que tira meus gemidos de uma vez. Tento falar, mas nem isso ele deixa. Meteu tão rápido e forte que tive três orgasmos simultâneos. Me trata como boneca velha, me dobra, me levanta, me senta, me vira de lado, me faz agarrar os tornozelos enquanto me surra. Não para até deixar os dois buracos abertos. Termina gozando nos meus peitos, me larga do lado da mãe.
Uff, que transão ele me deu. Depois pega as pernas da mãe, ela só abre os olhos, ele tá metendo nela. Penetrando de novo, dessa vez o cu dela tá recebendo a pica, mamãe bufa e geme de prazer, fecha os olhos, aproveita o pedaço de carne do filho dela, estourando a barrigona, ela se vira, me beija de novo, belisca meus mamilos, eu faço o mesmo, me levanto, coloco minha buceta e cu cheios de porra na cara dela enquanto beijo o Léo, a língua da mamãe entra no meu cu, limpando, pra depois lamber minha buceta, as mãos dela se agarram nas minhas pernas, aí um orgasmo deixa ela banhada nos meus fluidos e na porra do Léo, termina com um grito, mamãe gozou na barriga do Léo, e os três caem na cama.
Acordamos de manhã, pelados, cheios de fluidos.
Mamãe: — Nossa, tava mesmo precisando de uma pica desse nível, valeu, amor.
Léo: — De nada, gostosa.
Sério, você acabou de me chamar de gostosa? Quero ser sua gostosa, pra você me mamar de novo.
Tomar banho, café da manhã, Léo pega a moto pra ir entregar a demissão.
Léo: — Vejo vocês daqui a pouco.
Mamãe: — Vamos um pouco pra piscina, um lugar que costumava ser cheio mas agora parece abandonado.
Puxador de mato, pá, ligar a bomba e esvaziar a água que tá verde e com plantas, enquanto vamos tirando a sujeira com a rede, passamos a manhã toda limpando, à tarde ficou pronta, de novo as bombas pra encher a piscina, pó de prata pra evitar que proliferem bactérias.
Jantar, nisso chega a Jéssica.
Jéssica: — Oi, a mamãe me falou que tenho que fazer um teste no rancho, sinceramente não quero, esse negócio de trabalho não é pra mim.
Rosa: — Eu só tenho compromisso com sua mãe, se acontecer algo com ela, vai ser assim, não vou te sustentar, pensa bem antes de levar isso na brincadeira. Conversa com a Silvia e tira suas dúvidas.
À noite já estavam na porta de casa, não só a Silvia, entram, sentamos enquanto preparo uma tequila, mamãe fica sentada.
Rosa: — Quais são os argumentos?
Silverio: — Aqui estão os documentos originais do pai e da mãe, do avô, de onde vem o anterior.
Rosa: — Jéssica, por favor, lê o documento.
Jéssica: — Inciso d) só podem ter acesso à parte que lhes cabe dos lucros do rancho
1.- se trabalharem nele
2.- se fizerem o teste, o mesmo que o pai do meu pai fez, caso não queiram trabalhar no rancho. Prazo de 10 meses, se não cumprirem, não será válido.
3.- se não fizerem nenhum dos dois, não terão direito aos lucros.
Este é o documento do avô.
Rosa.- lê o do meu pai e da minha mãe
Jessica.- entrada principal.
Rosa tem o direito de se comprometer com os irmãos dela, mas não com os filhos dela, já que eles não dependem diretamente dela, mas se quiserem acessar os lucros, terão as mesmas regras que as do meu pai, conforme o inciso d)
Isso é para os descendentes diretos dos meus filhos, sejam reconhecidos ou não.
Rosa.- por isso levei a Martha pra fazer o teste, tenho isso como testemunha
Ela me manda uns vídeos, onde a Martha aparece trabalhando de sol a sol, depois sendo espancada uma vez e outra até vencer a luta final, o sangue, os olhos fechados, a porrada brutal. Agora a Martha vai trabalhar no rancho, já cumpriu as duas condições, mas não sou um monstro, só com uma já me dou por satisfeito, tô comprometido contigo, Jessica
Jessica.- pai, você...
Silvia.- não fala com seu pai, ele só me apoiou, fui eu quem junto com meus irmãos redigimos o testamento do pai e da mãe.
Eu não queria que um filho folgado de algum dos meus irmãos aproveitasse o trabalho dos outros, e vice-versa.
Lupe.- eu faço o teste
Erik.- eu também
Leo.- eu também
Anna.- eu também
Rosa.- Anna, você não, ainda falta um ano pra você poder decidir
Anna.- mas já transei com todos
Silvia.- quero a cláusula 3, uso meu poder pra que a Anna seja votada e incluída no teste apesar da pouca idade dela.
Silverio.- aceito
Rosa.- nesse caso, pode participar.
Nayeli, já falei que sim, pedi com antecedência.
Rosa.- alguma dúvida, Jessica?
Jessica.- não, se eu não passar no teste, posso trabalhar no rancho
Rosa.- claro que sim, você sempre será Bem-vinda.
Jessica – Martha, a prova é muito difícil?
Martha – Não vou mentir, é muito difícil. Montar a cavalo doía minha buceta o tempo todo. Às vezes eu mijava na frente dos trabalhadores, mas o motivo eram as cobras, eu tinha que ver onde baixava a calça. O frio quebra os ossos da gente, acordar às 4 da manhã, depois te ensinam a lutar e atirar, mas valeu a pena tudo isso. Eu curti. Não ter celular me prendendo, as paisagens, a montanha de janeiro é incrível, o café forte que me deixa com o corpo quente, a bebida constante. É a experiência mais maravilhosa da vida, mais que a sexual. Acredita, eu adoro ser montada e cavalgada com um pau dentro de mim.
Jessica – Já quero fazer a prova. Vou poder bater em todo mundo.
Rosa – Praticamente sim.
Silvia – Pensei que você fosse ficar mais louca e rebelde.
Jessica – Você fez a prova?
Silvia – Sim, três tentativas. Passei no final, ganhei de um moleque que no fim é seu pai. Ele se deixou ganhar, mas meu pai mandou ele lutar com Jacinto, o cara mais bruto deste planeta. Quando viu que ele deu luta, entendeu que fez por mim. Nos perdoou os dois.
Cada um pra sua casa.
Mãe – Vou ligar pro Jacinto.
Jacinto – Patroa, pode falar.
Ela conta tudo em detalhes sobre os novos integrantes da prova, que precisam de um conselheiro pessoal, porque são muitos pra ele cuidar de todos.
Jacinto – Claro, patroa. Então vai ter muitas potrancas, hiiiiuuuuu! Já tenho em mente quem vou colocar. Dos rapazes eu cuido. Mesma receita da Martha.
Rosa – Mesma receita.
Jacinto – Aceito o trabalho, patroa.
Os povoados falam que você fez uma festa pra eles. Nós queremos uma.
Rosa – Pode ter certeza que vou fazer uma festa depois da cavalgada.
Rosa – Você vai ficar no barracão com os outros, assim pode pegar uns funcionários.
Martha – Excelente.
Rosa – Antes de entrar no quarto, você não pode ajudar os outros com as tarefas deles. Se fizer, vai ser pendurada pelos pés e pelada por 24 horas. Se não acredita, pergunta pra Silvia. que se terminou cagando e mijando.
Martha.- não me deixa na Barraca, com certeza vou fazer
Rosa.- tá bom, você fica na cabana principal comigo
Toda manhã comecei com caminhadas longas e corridas, nos primeiros dias fui sozinha, depois, todas as mulherzinhas já saíam pra correr do meu lado, pude ver o corpo das minhas primas que tão no ponto, muitas vezes eu atrasava pra ver as bundas delas quicando, ter comido a buceta da mamãe não me desagradou, qual será o gosto da periquita da Jéssica que é a mais comportada de todas, já esqueceu que detonaram ela de todas as formas possíveis.
Uma semana antes do Natal, mamãe fez os preparativos, os malandros iam vir com as famílias de novo, dessa vez seria com convite, ninguém saiu, todos ficaram.
Chegaram com as famílias, as caras deles calejadas no trabalho, o papo diferente, o tom de voz, entraram e primeiro cumprimentaram a Rosa, depois até pediram licença pra ir com as famílias, foram, mas mudaram, já não são os malandros daquela noite, antes do jantar. Chegou um padre pra fazer a missa do galo, todos muito atentos.
O padre terminou dizendo: Hoje o trabalho duro e a razão venceram, filhos, hoje vocês ganharam, além da família natural, a família cresce com a gente que te rodeia, hoje se rodearam de gente trabalhadora, parabéns, rapazes, por mudar o futuro de vocês, com licença, vamos jantar que já tá dando fome.
Até o padre bebeu, dançou, mais tarde foi com os outros pro povoado, ficando só a Família.
Continuei bebendo, vi como um por um foi indo, tava com vontade de mijar então levantei e de lado baixei a calcinha e soltei tudo aquilo de mim, me sinto de novo, a fogueira me esquenta enquanto eu viro a garrafa de novo
Silvia.- você não precisa ir descansar
Martha.- podem pegar à vontade, não vou falar nada, até talvez eu entre
Silvia.- vou dar pro Raban
Martha.- vou deixar vocês, levantando do lugar e indo pra minha cama.
Entro em casa, mamãe tá na sala, tomando uma taça de vinho, ela tá pensativa.
Rosa.- tem um minuto?
Me sento ao lado dela, me sirvo uma dose igual
Rosa.- Você é muito madura, sabe, eu fiz o teste aos 21 anos, meu pai foi muito claro, que se eu não fizesse, ficava sem nada, ele tinha essa ideia maluca de que a terra se conquista, não se herda, depois que tive os três, não tinha mais opção, era uma vida inteira de trabalho, ou começar com recursos, mas essa escolha foi minha. Quero que você me conte tudo sobre você, parece que perdi muita coisa
Martha.- mãe, não tem muito o que contar
Rosa.- eu cometi esse erro quando sua mãe me perguntou a mesma coisa, falei o mesmo que você, na verdade tinha muitas perguntas, sua mãe nunca mais perguntou de novo, até me ver de barriga. Você não sabe quanto me arrependi, eu a afastei de mim, ela me disse naquele dia que minha resposta soou como "não importa, é minha vida".
Rosa.- se você tem perguntas ou quer me contar o que quiser, vou te ouvir, mas quero saber quando foi sua primeira vez, quais foram seus primeiros passos, sem disfarçar nomes.
Martha.- Mãe, você me ama como filha ou como mulher?
Rosa.- das duas formas, como minha filha, como mulher, neste último caso me sinto muito atraída, te vejo e minha mente só pensa em sexo, de tão gostosa e delícia que você é.
Martha.- o que você sentiu ao me ver sendo detonada pelos homens da casa?
Rosa.- que você já é toda uma mulher, que é melhor em casa, sem tabus ou segredos, aquela cara de felicidade que você fazia cada vez que chegava ao orgasmo ou enchiam sua buceta de porra, o brilho nos seus olhos refletia o quanto você é feliz.
Martha.- você é ciumenta?
Rosa.- não, aprendi que ninguém é de ninguém, quando seu pai foi embora com outra, aprendi isso, ninguém é de ninguém, só aproveito esses momentos que encaro como presentes e bênçãos.
Martha.- quando fiz 14 anos, notei que meu corpo era mais cheinho que o das minhas amigas, meus peitos já estavam crescendo, minha bunda era mais chamativa, mais alta que todas, já estavam nascendo pelos pubianos na minha buceta, você teve que me dar a conversa sobre o absorvente e minha menstruação.
Teve uma aula de sexo e biologia, entendi muitas coisas, sou muito inteligente, entendi na hora que os homens vão estar atrás de mim, o tempo todo, até conseguirem meter o pau deles dentro da minha bucetinha
Rosa.- depois
Martha.- Teve vários que saíram louquinhos dessa aula
E eu atraía os olhares de vários, vi várias vezes como eles tocavam no pau deles por cima da calça enquanto me viam passar, depois tudo ficou mais safado, quando teve troca de uniforme, passamos da saia longa pra curta, camiseta pra blusa, segundo eles estavam nos preparando pra sair pro mundo, não sei se você lembra, mas no dia que você me comprou a saia seu olhar se surpreendeu.
Rosa.- verdade, é que suas pernas e essa raba se destacam por si só
Martha.- os olhares de todos se soltam, em todas mas mais em mim, em muitas ocasiões quando eu sentava muitos derrubavam os materiais deles, supostamente pra se abaixar e ver minhas pernas ou algo mais.
É até bobo, mas eu gostava literalmente desse tipo de atenção, algo me acontecia, sentia calor dentro de mim, ficava nervosa, risonha, ria de qualquer besteira dos colegas, um dia vi Sebastián, o garoto que me prendeu com o olhar, comecei a conversar com ele, saíamos pra todo lado juntos, até pra fazer tarefas, um dia ele me beijou e tocou na minha buceta, claro por cima da roupa, era tarde, cheguei em casa e vi minha calcinha toda molhada onde fica a entrada da buceta, depois aquela babinha que escorria de lá, pensei isso é a lubrificação que minha buceta solta, já tá pronta pra ser penetrada, desvirginada, sentir uma pica, fiquei muito excitada, porque fiquei brincando com minha babinha e minha bucetinha, depois soltei um jato como se fosse xixi, e fiquei toda relaxada.
Naquela semana, entre beijos e ele me tocar, minha mente dizia pra eu falar pra ele me dar o pau, mas eu tinha medo, mas numa sexta, saí com a Paula, minha amiga, ela me contou que ouviu Sebastián falando com os amigos, que só ia me comer, depois ia contar pra todo mundo que eu sou uma puta e fácil, não acreditei no começo, mas na segunda seguinte, entrei no banheiro com a Paula, sim, no dos homens, subimos no vaso, colocamos a placa de quebrado e fechamos a porta.
Não demoraram nem dois minutos depois que entro com os amigos
Juan.- já conta, meteu a mão na rachuda dela?
Cecilio.- já tem pelo
Sebastián.- não, ainda não
Carlos.- e a Giovanna, o que houve?
Sebastián.- já é minha namorada
Carlos.- e a Martha?
Sebastián.- só vou comer ela, depois vou queimar ela de puta
Marco.- você odeia ela
Sebastián.- tá suave, cara, não odeio ela, só vou foder ela e meter nessa buceta, assim ela aprende a não se achar melhor que os outros
Carlos.- quando você comer ela, avisa a gente, queremos ver aquela bunda branca e como você mete tudo
Sebastián.- sim, já pensei onde, atrás do laboratório, vocês sobem na árvore, daí podem ver e gravar vídeos da bunda dela
Ela nem imaginou que eu ouvi tudo, queria sair, dar uns tapas na mãe, mas a Paula não deixou, tapou minha boca, ficamos quase uma hora lá, em silêncio.
Saímos
Paula.- desculpa, amiga
Naquela noite pensei em vingança, cheguei, beijei ele, fui ver a Giovanna, falei que o namorado dela tava dando em cima de mim.
Na segunda, as três no banheiro, já que a volita sempre vai no mesmo horário no banheiro falar das mulheres, num momento a Paula e eu pensamos que não seria suficiente pra Giovanna, mas surpresa
Sebastián.- sexta é o dia que vou detonar a Martha, vou desflorar aquela bunda de puta que ela é, isso de tarde, a Giovanna de noite quando for na casa dela, duas bucetas no mesmo dia, vou me acabar
Carlos.- vai usar camisinha?
Sebastián.- nem fudendo, assim no pelo, vou meter a porra dentro
Juan.- e se engravidar?
Sebastián.- problema delas, pra que ficam de putinhas e apaixonadas
Sério, todos os outros concordam, depois uma degradação de cada um sobre a Giovanna e eu, como a gente tem a bucetinha, se era peluda ou depilada, se tinha pelo preto ou loiro saindo, se meu cu era preto de tanta merda que sai de lá, ou se era branquinho, se meu cu parecia cu de jumenta, se eu chupava bem, um monte de vulgaridades.
Foram embora, ficamos um tempão lá. Saímos da aula, fomos repreendidos
por chegar atrasados. Na saída, Sebastião se aproxima
Sebastião: — Como estão minhas perninhas hoje? Sabe, pensei que nesta sexta
poderíamos ficar a sós atrás do laboratório. Sabe, não consigo parar
de pensar em você, só quero estar com você a todo momento.
Ele me abraça, a mão dele já está na minha bunda, depois de percorrê-las
por completo, tenta enfiar a mão por baixo da saia. Eu não impeço,
deixo, quero que ele fique seguro. Os dedos dele fuçam meu cu e minha buceta,
depois de um tempo ele me beija, me solta. "Queria fazer amor
com você, para finalmente conectar tudo isso que sinto por você." Paula e
Giovanna, escondidas, assistindo.
Ele me larga depois de 10 minutos do início, só me deu 10 minutos e foi embora.
Giovanna: — Agora é minha vez, com certeza vai me procurar na cafeteria. Sejam discretas.
Sim, exatamente como ela previu, ele a cumprimenta com um beijinho, pega na mão dela, depois de
comprar, puxa ela para um lugar mais privado, aquele mesmo lugar onde antes
me apalpou. Vimos de longe a mesma coisa: mete a mão, beijos e vai embora.
Ainda faz um coração com as mãos para ela. Passou tão perto de
nós que nem percebeu.
Giovanna: — Vou me vingar. Vou chamar meu primo Canelo, ele gosta de
homens.
Paula: — Vi num filme que vendam os olhos de um cara que engana
as mulheres.
Giovanna: — Tá sugerindo que a gente vende os olhos dele e coloque meu primo?
Marta: — Não é má ideia.
Paula: — Vou pedir pro meu amigo nos dar um quarto no hotel dele, disso eu cuido.
Giovanna: — Calma, vamos deixar ele continuar fuçando nossos corpos. Na
sexta, você leva ele pro hotel, Marta, diz que quer se
entregar toda.
Marta: — Sim, eu cuido de levar ele pro hotel.
Paula: — Vamos seguir normal, agir normal.
Durante a semana, Sebastião enfiou os dedos no meu cu e na minha buceta, embora
eu gostasse, tudo já estava decidido. Na sexta, saímos da aula, ele vai me
levar para trás, mas eu sussurro que tenho uma surpresa para ele. Aluguei um
quarto de hotel para ele detonar meu cu com o pau dele. Os olhos
dele brilharam, o cínico respondeu: "Já tava na hora. Planei te arrebentar sem cantos, mas se for pra ir, vamos.
Entramos no hotel, a Paula faz sinal pro amigo dela.
Boa tarde, senhorita Alondra, seu quarto já tá pronto.
Sebastião: — Como é que te chamo?
Marta: — Cala a boca, obrigada, é pra me proteger.
Chegamos no quarto, entramos, deixo a porta aberta, meio fechada, uns beijos que foram nojentos, ele queria comer até meu queixo, deixei ele me apalpar, toca meu celular, é o sinal.
Marta: — Meu amor, é que quero fazer algo bem pervertido, me deixa?
Sebastião: — Sim, faz o que quiser comigo.
Marta: — Comprei umas calcinhas bem perversas, vão te fazer pirar a cabeça, me deixa fazer isso, meu amor.
Sebastião: — Você não vive sem mim, gatinha.
Vendo os olhos dele, servi uns copos de tequila, dei pra ele, toma isso, quero você bem quente, imagina o que vai fazer comigo, vai detonar minha bunda, quero te entregar, fica duro pra mim, papi, quero que me abra toda, me deixe cheia do seu leite, na minha buceta toda, na minha bunda, na minha cara, no meu peitão, cê quer me encher toda, me deixar cheia de você, depois tiro a roupa dele, tá duro, o pau dele é pequeno, mas até que é bom, já sabemos porque ele se gaba.
Amarro as mãos e os pés dele na cabeceira e no pé da cama, beijo ele.
Marta: — Meu amor, vou pegar óleo no banheiro, vou te dar um massagem erótica que parece vídeo pornô, você vai amar, abro a porta, entra a Giovanna, a Paula, o Canelo, coloco música, fechamos a porta, é hora de pegar os celulares, gravar de vários ângulos, enquanto a gente se ajeita pra ver a massagem.
Marta: — Meu amor, cê me ama?
Sebastião: — Sim, claro.
Marta: — Vi como você olha pra Paula, adoraria fazer um menage com ela e você.
Sebastião: — Que puta promíscua você é, mas sim, se no lugar da Paula, chamar a Giovanna.
Marta: — Sabe que na próxima vez, a gente faz.
Enquanto o Canelo chupa o pau dele.
Marta: — Cê gosta assim?
Sebastião: — Que gostoso você faz.
Marta: — Adoro seu pau, já quero sentir, vou sentar.
O Canelo tá vidrado naquele pedacinho de carne, depois senta.
Marta: — Assim, meu amor. mmm que gostoso, mmm me dá mais
Enquanto gemô do lado dele
Depois o Canelo se levanta, chupa o pau dele, para e agora beija ele na boca, come ele de beijos, ainda não percebe que não sou eu
Martha.- papai, deixa eu fazer uma coisa que vi no vídeo? Me deixou toda molhada, quero que você goze na minha bunda e depois chupe
Sebastian.- você é uma puta mesmo, mas sim, vou chupar sua bunda depois de encher ela
O Canelo monta, rebola no pau dele até o cachorro gozar. Ele se levanta, coloca o cu cheio de porra na cara do Sebastian, que lambeu tudo
Sebastian.- você depilou o cu, tava cheio de pelo
Martha.- me preparei pra você, só pra você, meu amor. Me sinto tão cheia, tão feliz com você
O Canelo se vê e todos saem
Martha.- meu amor, meu cu tá doendo, você me arrebentou. Podemos deixar pra próxima a minha bucetinha? Assim a gente tem desculpa pra ficar junto de novo. Tudo dói, você me deixou muito aberta
Sebastian.- não te vi, se pelada
Martha.- tô com vergonha, mas adorei. Juro que da próxima vez deixo você me despir. Tô com vergonha, ninguém nunca me viu pelada, você foi meu primeiro, amor
Sebastian.- sim, da próxima vez você vai estar na cama
Boto um pouco de água no rosto pra lavar o rímel que tô usando nos olhos, escorre pela minha cara
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