Naty e seus chefes. Há alguns meses, minha namorada tinha começado a trabalhar. Era uma empresa de estampados, naquela época não tinha muitas opções de emprego e com 20 anos como ela tinha, tava bem bom pra começar. Acho que ela começou em setembro ou outubro, então quando chegou janeiro a gente não tinha muitos dias pra tirar férias. A primeira opção que a gente pensou foi ela pedir uns dias adiantados das férias, eu perguntei se ela achava que iam deixar e ela respondeu "esquece, com certeza que sim, meus chefes são dois tarados, ficam o dia inteiro olhando minha bunda... vai ver que eles deixam". Eu me surpreendi, aquela resposta inesperada, na real me excitou, era descobrir uma nova cara da minha mina, que além de me surpreender, me deixava com tesão. "Então você fica rebolando a bunda pra dois velhos?" perguntei. "Toda vez que eu subo a escada pra buscar algo pra eles, eu pego eles olhando minha raba" ela me respondeu enquanto me tocava a piroca que já tinha acordado junto com minha curiosidade... _"E você faz o quê?" _"Imagina, eu mostro a raba e subo devagarzinho pra eles comerem minha bunda com o olhar" Ela continuava me acariciando a piroca enquanto eu tentava não gozar imaginando a situação _"às vezes sem querer, eu erro e tenho que subir de novo pra buscar alguma coisa que esqueci... ou paro no meio da escada e pergunto, o que vocês tinham me pedido...?" O negócio é que depois dessa confissão o sexo ficou ainda melhor, ela me contava que "maldade" tinha feito naquele dia no escritório e a gente sempre terminava transando. Acontece que quando chegou a data de janeiro em que a gente ia pra praia, naquela quinta (a gente saía numa quinta, eu passava pra buscá-la no trabalho e íamos direto, ela pediu folga só na sexta) me avisaram que eu ia receber na sexta, então a gente não ia ter dinheiro vivo pra viajar. Liguei pra ela e avisei, mas por sorte (ou azar) ela teve uma solução _"fica tranquilo, amor, passa aqui, eu saco um dinheiro da caixa, total é só um dia, e na segunda eu reponho..." Achei uma boa ideia, total a grana a gente ia repor — _"dale, perfeito" respondi, mas me tentei e perguntei "cê tá sozinha?" _"tô, quer que hoje eu brinque um pouco e depois te conto?" "Óbvio!" falei e desliguei já excitado. Quando a gente ia no carro, tivemos que desviar e parar no acostamento pra transar. Ela me contou que quando os chefes voltaram, ela serviu o café que os três tomavam à tarde. Acontece que não tinha cum e ela disse pra eles, sabendo que era absolutamente impossível ter qualquer coisa ali, "vou dar uma olhada lá em cima" (só tinha pastas, era óbvio que era desculpa). Subiu as escadas devagar, rebolando a raba, parou no meio da escada e perguntou: "cum, não?" Depois virou e subiu. Um tempo depois desceu e pediu desculpas por "não ter conseguido ajudar com a cum..." O fim de semana foi só sexo, quase nem descemos pra praia... Na segunda eu fui trabalhar pra receber o salário e devolver a grana que a gente tinha que repor... mas o mais interessante aconteceu em outro lugar. O dia passou tranquilo pra ela, mas quando ela tava indo embora, um dos chefes perguntou se ela não podia ficar mais um pouquinho pra conversar sobre um assunto. Quando todo o pessoal já tinha ido embora, e ficaram os três sozinhos, começaram as perguntas... "você tirou alguma coisa da caixa na quinta?" "Sim, claro, mas achei que não tinha problema, amanhã cedo eu reponho..." "Olha, gata, aqui quem vai repor pra você somos nós..." "E o que eu tenho que fazer?" ela perguntou. "Vai buscar um uísque pra gente lá em cima." "Sim, claro, sem problema" respondeu. Quando chegou no meio da escada, eles falaram: "para, hoje você não esqueceu como sempre, o que vai buscar?" Ela parou na hora, acontece que eles sempre souberam o que ela fazia e por quê... Quando ela se virou, os dois tavam se acariciando o volume... "anda, gata, já que você gosta, mostra essa rabinha... cê acha que a gente não percebe..." Ela rebolou a raba, abriu um pouco as pernas. Vamos fazer uma coisa, já que você se diverte tanto, não desce a calça e sobe fazendo pinguim..." Se sentir assim, exposta e à mercê deles, fez ela encontrar a faísca pra soltar todas as poucas inibições que restavam... Subiu as escadas com a bunda empinada, molhada e sentindo agora sim os olhares no seu rabinho minúsculo, com a calça travando nos tornozelos. Quando desceu, já mais à vontade, de fio dental e com os dois copos, teve que olhar duas ou três vezes pra acreditar no que via... os dois chefes dela estavam pelados, sentados nas cadeiras, se masturbando, com as duas picas mais grandes que ela já tinha visto na vida. Ela parou no meio da escada... "Que foi, gatinha? Não vai vir trazer isso pra gente, ou quer subir de novo pra continuar mostrando a raba?" Dessa vez, ela não subiu de novo, desceu e deixou os copos na mesa. Ainda olhava chocada. "Vem, que foi, se assustou?" Ela se aproximou, se ajoelhou e começou a beijar e chupar uma, enquanto com a mão acariciava a outra, de vez em quando invertia os papéis, ou descia mais e chupava os ovos deles... Quando chupava a do Beto, mal cabia na boca dela, tinha que encher bem de saliva e mesmo assim era difícil. "Olha como ela chupa, puta vagabunda que você é, eu sabia Beto, que essa era uma siririqueira, você é siririqueira, gatinha?" Sim, respondia ela com a pica do Hugo dentro da boca e olhando nos olhos dele. Quando ela se levantou, pediram pra ela se apoiar com as mãos na escrivaninha, de costas pra eles e com as pernas abertas. "Agora sim vamos te dar uma bela de uma fodida, vagabunda..." Hugo baixou o fio dental dela, devagar, aproveitando o momento, aquele bum tantas vezes desejado, estava ali, se entregando... "Olha como ela tá molhada," disse Beto apontando pro fio dental dela, já no chão, encharcado do mel da minha mina. Mas isso não era surpresa nenhuma... a surpresa era outra e não demorou a se revelar... "Ahhh mas que filha da puta... olha a menininha... olha o cu arrombado que ela tem..." disse Hugo. E era verdade, a Naty sempre adorou que... garchen a buceta, toda vez que a gente transava, a gente terminava ali. "Então você tava guardando isso, hein... olha que cuzinho arrombado que você virou" E aí, ela, que era tão inteligente quanto safada, dobrou a aposta... "Não tá arrombado" ela se inclinou mais pra frente, apoiou as tetas na mesa e abriu mais as pernas, "pelo menos por enquanto, tá aberto, mas arrombado não..." "Beto, acho que ela tá te chamando de viado", disse Hugo enquanto enfiava um dedo na buceta dela e brincava devagar, girando. Naty suspirava de prazer, sentia o dedo molhado entrar e brincar com a bundinha dela. Quando Beto se aproximou por trás, apoiou a pica na buceta da Naty dando tapinhas na bunda dela. Naty sentia aquela imensidão e se perguntava como ia dar conta daquilo tudo, mas esse pensamento foi interrompido pelo Hugo, que parado na frente dela se masturbava. Quando ela se levantou pra chupar a pica do Hugo, passando a língua por todo o comprimento, descendo da cabeça até as bolas, curtindo, sentiu a pica do Beto encostando a cabeça na entrada da buceta dela. "Com a voz trêmula, conseguiu dizer, com cuidado, devagar..." "Neném, não se preocupa, se doer, morde" e era verdade, a pica do Hugo tava duríssima e a Naty engoliu, confirmando. Quando a cabeça da pica do Beto entrou, Naty sentiu uma sensação de preenchimento total, um ferro duro e quente. "Vai, putinha, vai que já entrou, faltam vinte e cinco centímetros, hoje você não esquece mais, vai fundo, neném" Naty sentia entrando devagar, as mãos do Beto agarraram a cintura dela fazendo ela sentir o domínio dele e o quanto aquela situação era definitiva. Ela não ia conseguir fugir, receberia o que tinha procurado. Num momento, Beto parou de meter e começou a tirar, só um pouco, pra depois meter um pouco mais pra dentro, era um método pra aos poucos chegar até o fundo. Quando ele já tinha feito isso umas dez ou quinze vezes, Hugo começou a fazer o mesmo com a boca, até que em poucas tentativas os dois estavam no mesmo ritmo. Um vai e vem que permitia cada vez meter mais e mais, mesmo que a Naty sentisse que a bunda não aguentava nem mais um milímetro... "Olha como você comeu ela inteira" disse o Beto, e pelo cu também... Talvez pelas palavras do Hugo, ou por saber, perversamente, que tinha dado conta daquele pedaço de carne no cu, a dor virou prazer, um prazer que ela ia lembrar toda vez que pensasse que trinta centímetros de carne tinham perfurado, empalado a raba e a deixado ali, sem conseguir se mexer, empalada até o tutano... A Naty começou a se mover, a rebolar ela mesma, pra frente e pra trás. O Beto agarrou ela com mais força pela bunda, abria com as mãos e olhava atônito e excitado como a pica dele sumia no buraquinho da Naty, pra voltar a aparecer encharcada de sucos e de novo sumia lá dentro. O Beto parou de repente, um jato quente e viscoso encheu a boca da Naty, ela mal percebeu, estava concentrada, se sentia empalada até o fundo. O Hugo tirou a pica da boca, sentou um pouco de lado, exausto. A escrivaninha rangia, a pélvis do Beto batia contra a raba da Naty "Aii sim, me come toda, você tá me matando, arrebenta meu cu" ela dizia. O Beto ofegava, com uma mão agarrou o cabelo dela agora que a Naty podia mexer a cabeça livremente "Que pica você tem, você me arrebentou o cu, papai...vou ser seu cu arrombado pra sempre..." O Hugo já tava com a pica dura de novo de ver o que estava vendo. Enquanto se masturbava de novo disse "você tá matando ela, Beto, vai engravidar ela pelo cu..." A Naty tentava olhar, virava a cabeça, queria guardar pra sempre a lembrança dessa foda inesquecível e ver aquele cacete sumir inteiro, dentro dela, pelo menos uma vez, enquanto olhava pra trás, encontrou o olhar do Beto... "aiii sim papai, me prenha a bunda, por favor..." O Beto descarregou um jato de porra quente no fundo da raba da Naty... quando gozou a pica inchou, dando espasmos elétricos, a Naty se sentiu explodir... Ficaram assim por um bom tempo, o Beto incapaz de tirar, a Naty com a sensação de que nunca mais ia sentir algo assim. Quando o Beto saiu, a Naty se virou e um impulso novo e irresistível tomou conta dela, começou a chupar a pica dele, freneticamente, enquanto engolia os restos do prazer que ela tinha tido e aguentado também até pouco tempo. O Beto ria, "olha que amanhã de manhã, a gente toma café com gozo...
0 comentários - A real gostosa do meu ex