Lodesamarro, tenta me beijar, mas falei que ele comeu minha buceta, ainda não tô pronta pra esse beijo.
Batê na porta, já temos que entregar o quarto.
Saímos, ele não percebeu nada, falei que minha mãe sabia que eu tava com uma amiga naquele lugar, que ia passar pra me pegar, ele foi embora, fiquei andando até a fonte, onde tão me esperando.
Canelo. - pintinho tenro, quero aquele cuzinho do meu menino, o pau dele não me fez sentir nada, é pequenininho.
Série, qual é o próximo passo?
Paula. - Hoje vai rolar com a Giovanna à noite, isso não pode acontecer.
Giovanna. - Vou enfiar um saquinho de catchup na calcinha quando chegar, pra manchar, aí tenho motivo pra recusar.
Martha. - Se ele insistir.
Giovanna. - Já falei com meu primo sobre o chamado de socorro, ligo pra ele, ele chega na hora e não vai embora.
Vamos embora, Paula vai editar os vídeos, pra tampar o rosto do Canelo e as tatuagens dele.
À noite, Giovanna liga, diz que o primo chegou, ele queria comer ela na marra, acabou indo embora.
Na segunda, o salão inteiro sabia que detonaram meu cu, Carlos me perguntou se queria transar com ele, queria fazer pelo cuzinho.
Martha. - Minha buceta e meu cu são do Sebastián, como você ousa me pedir isso? Só ele pode me detonar do jeito que quiser.
Carlos. - Ele me deu permissão.
Martha. - Ok, se você tem certeza, sim, se meu Sebastián te deu permissão pra usar meu cu, sim, vou fazer o que ele mandar.
Sebastián. - Oi, bumzinho meu, mexendo na minha bunda na frente de todo mundo.
Martha. - Ai, meu amor, adoro seus dedos, me deixa toda molhada.
Mas não deixei ele me beijar.
Giovanna. - Fez a mesma coisa, deixava ele tocar, mas não beijar.
Canelo é acompanhante de homens, que nojo beijar o Sebastián.
Na sexta, levei Carlos pro hotel, um amigo do Canelo é quem sobe, chupa ele, enquanto a gente grava, termina lambendo o cu cheio de porra dele.
Depois chega o Sebastián.
Entramos. - Ele vai me despir, mas dou tequila de novo, sirvo três doses.
Martha. - Ainda não quero que você me veja pelada, vou deixar você meter na minha buceta, mas não. Você pode me ver, ainda não tô pronta, meu amor
quero fazer uma parada que vi em outro vídeo, me deixa experimentar
Sebastián.- safada e promíscua, pode fazer o que quiser
Canelo passa um óleo que fez ela acender igual isqueiro, depois enfia um dedo no cu dela, ela faz sinal pra eu falar
Martha.- é, eu gosto quando você me dá dedo, assim que me sinto, me excita saber que você vai me detonar, esse dedo é o prelúdio, me dá mais dedo, meu cu respira quando sinto seu toque, aí você rodeia devagar, empurra seu dedo pra dentro de mim, sente como meu cu respira, como pedindo pra você cravar a pica e se sentir vivo, aí você me estica ao máximo pra passar da dor ao prazer, não sabe que gostoso que é quando você crava a cabeça, me abre devagar, o prazer que você me dá, já quero pica de novo, será que seu cu não tá pedindo pica, meu amor, sente e imagina como seu cu se mexe, se contrai uma e outra vez querendo ser aberto, por uma cabeça de carne cheia de sangue e prazer
Sebastián.- é, já sinto como meu cu se mexe, se contrai, tá me deixando todo tesudo, tira minhas amarras, meu amor, tira elas
O corpo dela se contorce, solta os pés dele, leva até as mãos dele, faz mais sinais pra eu falar
Martha.- é, meu amor, deixa eu chupar seu cu e suas bolas, quero esse leitinho pra mim, quero ele nas minhas costas, deixa eu enfiar uns dedos, quero que você prove o que eu sinto, o prazer que você me causa, quando você faz isso, me abre meu cu pra você
Canelo enfiou três dedos, os gemidos do Sebastián, enquanto brinca com os dedos dentro do cu dele, tira eles
Sebastián.- Martha, enfia os dedos, é muito gostoso, brinca comigo
Nisso Canelo já aponta com a pica pro cu do Sebastián
Martha.- te trouxe um presente, meu amor, isso é entre nós dois, fica aqui, é um dildo, com isso vou te encher de prazer
Sebastián.- é, enfia no meu cu, me abre, isso que você sente quando arrombou meu cu, que prazer incrível, Canelo penetrou ele, geme igual cadela o tempo todo, a gente gravando, ele se agarra com força Os tornozelos com as mãos dele, bem exposto e aberto, goza sozinho esguichando o próprio leite no peito e na cara, o filho da puta saboreia a própria porra.
Depois solta as pernas, Canelo continua metendo forte e pesado, eles gemem alto pedindo mais. Aí ele tira, Canelo termina batendo uma punheta pra gozar na cara dele. Curto tanto que me despiro, molho o corpo pra fingir que fui eu, passo no dildo os ranhos do Canelo, enfio na boca dele e abro, chupando o dildo com porra de outro filho da puta.
Aumento a música, saímos do quarto, tiro a venda dos olhos dele pra me ver vestindo, dou uma migalha pra ele não chorar, viro e mostro um pouco da minha buceta, solto ele.
Martha: Meu amor, não quero que você tome banho, fica assim, todo sujo de mim.
O otário não tomou banho, saímos do hotel, deixei ele lá, falando que a mãe ia me buscar.
Chego até onde elas estão na fonte.
Canelo: Valeu, minas, mas o cu dele já era desflorado, não tive trabalho pra meter. Aperta um pouco, esse aí come carne há um bom tempo, o cu dele tá larguinho, significa que já sabia comer pica de macho.
Na segunda, ele quis me beijar, não deixei, falei que não quero mais transar com ele, o que passou, passou, até aí chegava, que tava com medo de engravidar.
Sebastián: Não, vai ser até eu mandar, ou conto pra todo mundo que você é a puta da sala.
Nisso chega Giovanna: Não acredito, Sebastián, para de encher o saco da Martha e de mim, também não vou dormir com você, se encher o saco, não vai gostar do que vamos fazer.
Sebastián: Típico galinho crente e metido, com as duas: ou dormem comigo ou conto pra todo mundo o quão putas vocês são.
Paula: Sebastián, já cresce, você vai se arrepender.
Carlos: Porras de putas, se você gostou que eu meti a pica no seu cu, Martha, até gemeu que nem uma vagabunda.
Sebastián: Putas, putas, também me deu seu cu nojento, vagabunda.
Saímos do lugar, de noite a Paula já tem os vídeos, manda pra gente: Olha, mãe, os vídeos.
Mãe: (ri) Esses dois são viados, será que não sentiram a pica batendo contra? Eles, depois que isso aconteceu,
a gente mandou os caras pastar, eles pararam de falar e encher o saco. Daí a Paula e a Giovanna foram embora no fim do semestre, os pais delas emigraram pro norte, atrás de empregos melhores.
Rosa: – Você falou com elas?
Martha: – Não, mas tenho os números delas.
Rosa: – É isso então.
Martha: – Depois disso, fiquei toda excitada, porque me imaginei sendo eu quem levava no cu, cheia de porra.
Numa apresentação de um trabalho escolar na aula, eu dei uns errinhos com minha pesquisa. O professor me corrigiu na hora, mas no fim da aula pediu pra eu ficar.
Professor: – Gostei da sua apresentação, só que sua fonte não foi tão confiável.
Martha: – Tirei de um livro na biblioteca.
Professor: – Da biblioteca? (ele disse, surpreso)
Martha: – Sim.
Professor: – Vamos ver que autor é.
Saímos pra procurar o livro. Quando chegamos, a biblioteca estava vazia, como sempre, só um ou outro aluno e a bibliotecária, uma senhora bem velha.
Subimos pro segundo andar, mostrei de qual livro tirei a referência histórica e apontei onde estava.
Professor Arteaga: – Pede um cubículo privado.
Obedeci sem dizer nada. Peguei as chaves, entramos e fechei a porta. Enquanto ele tirava o paletó, me mandou sentar e procurar a referência. Depois ficou atrás de mim, senti o olhar dele nos meus peitos, enquanto eu folheava o livro mais devagar, me fazendo de sonsa pra ele ter tempo de ver meus peitos. Quando cheguei na referência, mostrei pra ele. Ele sentou na ponta da mesa.
Professor: – Já vi. Você tem razão, a referência tá correta na sua fonte, mas historicamente… – me deu uma explicação retórica toda cheia de fatos. Terminou dizendo: – Vou corrigir sua apresentação com um 10.
Martha: – Obrigada, professor.
Professor: – Um favor, me dá um papel. Procura isso pra mim, por favor, e me traz. Os livros são por numeração. Um livro de História do Papabourbon.
Voltei, coloquei na mesa. Ele tava corrigindo provas de outras salas.
Professor: – Obrigado, pode se retirar. Eu entrego as chaves.
Procurei minha mochila, mas ela já não estava mais lá. recarregadeira da cadeira, tá no canto, enquanto ele caminha em volta da mesa, acho que atrapalhei ele, deixei ela naquele lugar. Quando me abaixo sem querer, ele esbarra em mim, ou melhor, na minha bunda. Juro que senti a vara dele dura, ele esfregou em mim. Fiquei uns segundos assim, enquanto ele mexe a cintura como se tivesse me penetrando, aí finjo que não vi nada.
Martha: — Desculpa, professor, não percebi.
Professor: — Não se preocupa, não te vi aí abaixada.
No dia que eu tinha aula com ele, duas vezes por semana. Ele deixava um papel no meu estojo, ou escrevia nas folhas de alguns trabalhos: "te vejo na biblioteca". Sempre me dava referências da aula, depois pedia pra pegar um livro. A mochila já tava no canto, ele caminhava em volta.
Minha mente entendeu na hora, me molhei na mesma hora, fiquei com tesão. Queria tirar a calcinha, mas já era tarde pra isso. Me abaixei, mas abri as pernas pra minha bunda ficar mais firme e aguentar a enfiada. Me apoiei na parede, senti a enfiada dele. Ele encostou o pau na minha bunda, largou o livro, a mão dele percorreu minha nádega, a outra mão ficou nas minhas costas. Ele esfregou o pau em mim, senti gostoso, tô toda molhada, ansiosa. Aí ele pegou o livro de novo e me deu mais referências da aula. Caminhou de novo como se nada tivesse acontecido. Saí toda molhada do cubículo.
Mãe: — Que gostoso, segurar o pau do teu professor.
Martha: — Que isso, mãe.
Mãe: — Já até me molhei, e nem tava lá.
Martha: — Continuando, como eu tava dizendo, na aula seguinte foi outro trabalho ainda mais complicado. Cada equipe que passava ia mal, ele passava o tempo todo corrigindo os dados. Eu já ia passar, mas tocou a campainha.
Professor: — Quem ainda não passou, por favor, tem a oportunidade de revisar os dados. Não me deu papel nem nada.
Vou pro banheiro, fico na dúvida se tiro a calcinha? Mas tiro. Chego no cubículo, sento, tiro meu trabalho, vou pegar os livros pra checar meus dados, já que a internet dá dados errados. Minha calcinha tá na bolsa do meu casaco. Professor: Seu tema é o mais complicado
Martha: Pois é, já que não tem muita informação
Professor: Napoleão precisava de inspiração e Josefina deu a ele, com um simples ato de fé, deixando sua ideologia de lado, pulou sobre ele com um detalhe: se despiu de toda imundície humana, deixando livres seus dois grandes encantos para Napoleão, que aceitou com gosto e prazer. Lembro que Napoleão considerava a roupa das mulheres como imundície, vejo minhas anotações, Josefina pulou sem sutiã sobre Napoleão depois da primeira batalha dele, queria dar um prêmio pra ele na frente de todo mundo
Mama, esse filho da puta me pediu pra tirar o sutiã, fiz com um sorriso, tirei o suéter, depois a blusa, depois meu sutiã, meus peitos ainda não estavam como agora, mas já se destacavam das outras, andei devagar até a porta, coloquei o trinco, ninguém vai entrar, fico na frente do professor, ele larga o livro, sorri
Professor: Você é bem inteligente mesmo, me pega, me senta na mesa, enquanto a boca dele chupa meus peitos, depois morde, a mão dele percorre minha perna, ao sentir que não tem pano atrapalhando o avanço, toca minha buceta, me arrepio, fecho os olhos, depois ele para
Vista-se, ao fechar a porta com o trinco ativa um alarme, faço na hora, tiro o trinco, enquanto ele continua me dando as referências do meu trabalho, me fala o autor Debauchery, fala sobre seu tema específico, nisso entram dois responsáveis, ele pode ajudar com seu trabalho, deve manter a expectativa, é tão importante sua boa fundamentação.
Em mais alguma coisa posso te orientar, colega aluna?
Martha: Obrigada, nunca teria procurado esse autor
Os responsáveis, ao ver que estamos trabalhando, pedem desculpas, dizem que o alarme tocou quando fecharam o trinco, é pra evitar que esses espaços sejam usados para atividades diferentes do estudo
Martha: Sim, obrigada por se preocuparem com nossa segurança.
Eles saíram. Continuo anotando ou riscando o que não serve, eles entram de novo, nos veem tão concentrados, fecham a porta, 30 segundos depois abrem de novo.
Martha: Obrigada por A assessoria... esses assuntos são difíceis pra mim.
Professor: — É só meu trabalho.
Pega minha mochila, os seguranças saem do cubículo, tiro minha calcinha do suéter e jogo pra ele. Ele guarda tão rápido.
Na aula, só me interrompeu uma vez, foi só pra calar um colega.
Na saída, me chamou pra dar minha nota, fez questão de esperar o último aluno sair.
Professor: — Não podemos mais usar os cubículos, já levantamos suspeitas. Agora tão a dois minutos de passar, não podem te ver aqui. Valeu pelo presente, mas se você quiser, a gente pode achar outro lugar pra ficar a sós.
Martha: — Não, do jeito que cê falou, já tão desconfiando. O que posso fazer é toda vez que algo cair no chão, abrir minhas pernas pra ele ver minha gratidão.
Saio da sala, fico com um colega conversando perto. É verdade, os dois seguranças vêm num passo rápido, mas quando me veem com meu colega, relaxam e voltam.
Mãe: — E aí, o que aconteceu?
Martha: — Nada, nunca caiu nada da mesa dele. O semestre acabou, não vi ele.
Mãe: — Devia ter dado pra ele.
Martha: — Não sei, é que até aquele momento eu ainda era virgem. Só queria saciar aquela necessidade de ser safada.
Depois chegou o Miguel, já tava bufando. O calor que saía do meu corpo escapava por cada poro, eu só pensava em montar numa rola, não aguentava mais. Tinha que baixar aquele fogo a qualquer preço e com quem fosse, só que o Miguel não foi o que eu esperava. Tomei a iniciativa, no segundo encontro montei nele. Na manhã seguinte, ele contou pra todo mundo que me comeu, mas ninguém acreditou. Ele nem rompeu direito o hímen da minha buceta. Parei de falar com ele na hora que confirmou que tinha dito pra vários que eu montei nele, como se eu fosse um troféu. Eu sei que sexo hoje em dia é normal, mas não vou dar gosto pra uns meninos tarados que saem gritando por aí. Eu não sou a puta de ninguém, nem quero apelido de marucha, a prancha, o zócalo, nada disso. Parei de falar com os colegas, me dediquei à escola.
Isso aí. Quantas das minhas travessuras, depois eu não chegava perto de você, pensei que era conservadora, seu jeito de se vestir, toda coberta, se eu te contasse tinha medo que você me xingasse e me chamasse de puta. Por isso me escondia no meu quarto, o resto você já sabe.
Mãe.— Ai, filha, não sabia que no amor você se deu mal, mas no sexo é outra música, hein, você se vingou bem, posso te garantir que virgem você já não é mais, não depois de ficar com o Léo e a anaconda dele.
Vemos a hora, quase amanhece, mais uma taça de vinho, mãe pega na minha mão, tira a minha para eu deitar do lado dela.
Mãe.— Seja você mesma, só usa camisinha, por causa das doenças. Você é jovem, merece ser satisfeita sexualmente.
Marta.— E você? Como é que tá nessa área?
Mãe.— O Léo me deixou muito satisfeita, mas os homens geralmente me temem, é só eu tirar a roupa que eles ficam pasmos, se encolhem, se sentem menos.
Marta.— Você é muito gostosa, mãe, no dia que te vi, até queria ser homem pra te comer a noite toda, pena que sou mulher.
Mãe.— Pois é, percebi que você não se intimidou nem um pouco.
Amanheceu entre risadas e vulgaridades.
Mãe.— Vamos tomar banho e dar uma volta na cidade.
Passamos para visitar o comandante, ele nos ofereceu café, conversamos por um bom tempo, mas os olhos dele desviavam toda vez que mãe cruzava as pernas, então ela sabe jogar o jogo.
Nem preciso falar do ajudante dele, nisso recebe um alerta.
Comandante.— Obrigado e agradeço a visita.
Vi como mãe abre as pernas a ponto de esticar a saia até o limite, fazendo um show, por um minuto enquanto mãe respondia.
Rosa.— Esse é um pequeno presente, obrigada por cuidar de todo mundo.
Ela se levanta e saímos.
Marta.— Eu vi.
Mãe.— Tem que ser grata, ele sempre me olha desse jeito, entre safado e conservador, com certeza bate uma pensando em mim.
Marta.— Acho que sou muito verde e boba.
Mãe.— Não, eu só fui promíscua e exibicionista, só queria alegrar a vista deles.
Voltamos pela trilha, chegamos no balanço, lá passamos o resto da tarde, vamos devagar, mãe levanta a saia, não tá usando nada por baixo. começa a mijar, logo um punhado de gases escapa, ela para, mas nem levanta a saia, vira e sorri, as bundas dela balançam de um lado pro outro, batendo uma na outra a cada passo.
Jantamos café e pão…
Véspera de ano novo, só jantar em família em movimento, todo mundo faz algo pra ajudar na ceia, depois preparar a lenha pra fogueira, barulho pra todo lado, risadas, piadas, palmadas, gritos, missa no povoado, ainda não entendo se a gente tem muito dinheiro, porque não temos uma caminhonete, voltamos andando pra casa, o frio tá lascado.
Abraço de ano novo pra comer, uvas, álcool, depois pra fogueira, enquanto vemos um ano terminar e outro começar, dança, etc.
Pra cama curtir o último pedaço antes de voltar pro norte no rancho, passei na cama quase o tempo todo, até mamãe pensou que eu tava doente, mas só respondi que os dias de acordar às 4 da manhã tão chegando e só tô aproveitando esse presente.
Enquanto me ajeito de novo
Levanto, tomo um banho, a peluda tá bem selvagem, mas vou deixar assim, não tô a fim de raspar os pelos, desço pra cozinha, mamãe me vê
Mamãe: – Cê tá cheirando a limpa, outro dia que entrei no teu quarto tava um fedor de peido, buceta e graxa.
Marta: – Acredito em você.
Mamãe: – Cê pode descer no povoado, avisar os meninos que amanhã às 3 da tarde a gente sai, ponto de partida na delegacia do povoado.
Volto rápido pra casa depois de avisar, preparo as malas, deixo tudo pronto, uma última vez quero andar pelada pelo caminho, falo pra mamãe, ela diz que vai junto, saímos peladas de casa, brincando e balançando os peitos pra todo lado, voltamos quando o frio começou a pegar.
Sentamos pra jantar, dormir, acordei perto das 11 pra tomar café, banho, desci as duas mochilas que vou levar, nisso chega Álvaro num caminhão de carga, o comandante mandou pra gente não ter que andar.
Já tão todos, isso incluía todo mundo
Rosa: – Já vi que vocês vão, bem-vindos
Chegamos no povoado, os meninos já tão prontos, as famílias deles tão Aí se despediram pra temporada longa que vai rolar, mas os rostos compridos de orgulho pelos seus filhotes que agora são gente que trabalha. Esperamos o caminhão pra capital do país, daí a mamãe tem uma surpresa pra gente, mas só sacamos quando chegamos no aeroporto. Umas 6 horas depois chegamos no rancho, enquanto meus primos se ajeitam nas barracas, Esther e Silverio na cabana deles, Silvia e Martín na deles. Saudações com o velho, risadas.
Velho: — Vai ser interessante esse ano.
Rosa: — Nunca pensei em ver toda a família aqui. A festa já tá pronta, vai ser hoje ou quando?
Velho: — Vai ser hoje, patroa. Amanhã tem que acordar cedo.
Velho: — Meninas, jovens, às 4 da manhã, quero vocês aqui, nesse lugar, prontos pro trabalho.
Rosa: — Esse ano vai ter muito trampo. As mãos de vocês são boas pra conseguir, eu sou a dona de tudo isso, vocês não são nada meu. O velho é o chefe direto de vocês, vão obedecer ele. Se ele disser pra pular, vocês respondem quão alto, sem questionar a palavra dele, ou vão levar chicotada. Cada um de vocês tem que ganhar seu lugar aqui. A lei do rancho: não tem álcool durante as peadas. Algo que queira adicionar, Velho?
Velho: — Já ouviram, vão trabalhar em duplas. De acordo com a cama que escolherem, tem um papel aí com a dupla de vocês. Agora comam, bebam e dancem.
Só comi, fui deitar. Antes de entrar na cabana da mamãe, o velho me disse: "Você vai ensinar a Nayeli, Marta." Ele me deixou um caderno onde diz o que tenho que fazer. Li, é a mesma coisa que eu fiz ao chegar, como um favor pra Silvia e Martín antes de dar a volta.
O despertador tocou às 3:30. Me vesti, café e fui pra barraca pegar a Nayeli. Tava roncando. Acendi a luz, liguei a sirene, todo mundo levantou. Vi ela vestir a roupa adequada, mencionei que a bunda dela vai sofrer.
Começou a peada do ano: juntar o gado, marcar, desparasitar, medicar. Mas pra fazer isso, tem que juntar o gado. Não levamos nem uma hora quando:
Nayeli: — Quero fazer xixi.
Marta: — Aqui mesmo, faz.
Nayeli: — Mas vão me ver.
Marta: — Não tem. Hora de voltar, e ainda vão me açoitar. É aqui ou aqui.
Desmontei do cavalo, levo ela comigo porque não sabe montar, coisa que vou ter que ensinar.
Nayeli vira, mas grito que vou embora e vou deixar ela. Ela abaixa a calça, deixando a bunda linda dela no ar. Vários viram pra ver o espetáculo. Ela acaba cagando, coitadinha, nem lembrou de se limpar. Me lembro que passei pelo mesmo, acabei jogando a calcinha fora, deixei ela cheia de merda.
Sobe de novo. Já não falei, só escutava minhas instruções. No fim da tarde já temos um bom número de gado reunido.
Velho. – Desmontem.
Café e pão, carne seca pra comer. Essa noite vamos passar nesse lugar, amanhã seguimos mais pro norte.
Nayeli. – Obrigada por não ser tão dura. A Jessica tão tratando como escrava.
Martha. – É duro, mas eu também me virei. Não canta vitória, faltam uns dois dias mais ou menos.
Ela caiu no sono profundo. Mexo nela, já é hora. Ela acorda, pra mijar e cagar. Já não ligou mais se passavam do lado dela. Dessa vez estendi um pedaço de papel e uma toalha úmida pra ela não esfregar a bunda na merda ressecada de ontem que deixou grudada na pele.
Café, pão, carne.
Nayeli. – Tô doendo tudo.
Martha. – Com isso você vai ficar melhor, dando um comprimido pra ela. Foi uma jornada longa, anoiteceu quando a gente mal desmontou dos cavalos. Dei comida e água pra eles, café e carne, é o que sobrou. Ela mal abre o colchonete e fica imóvel. Vejo Jessica, Anna, Lupe, Erik, chorando. Não aguentam, os tutores deles tão preocupados. Vão açoitar eles se algum cair. Leo, ao contrário, tá se divertindo, já tô dando uns comandos pra ele.
O Velho me acorda.
Velho. – Vou quebrar as regras. Amanhã vai ser o dia mais complicado. Preciso levar os mais habilidosos, vamos subir a Ponta Escondida. Não quero acidentes. Vou deixar os novatos, mas preciso de 3. Você vai, Nayeli e Leo. Os outros a gente deixa aqui. A Nayeli dá conta do cavalo?
Martha. – Vou deixar o meu pra ela. Fui deixando ela pegar a rédea, ela sabe o que fazer. Acordei. Já vamos sair, são 3 da manhã, ela levanta toda lesa, mas falo que vai sozinha dessa vez, que fique do meu lado. O velho não errou, risco, buracos horríveis, galhos, árvores caídas, depois o rio.
Nayeli: — Que lugar lindo, que sensação é essa, prima? Tô feliz do nada, essa paz me molha toda.
Martha: — Sim, entendo o que cê diz, senti o mesmo que você.
Seguimos. De tarde voltamos com o resto do gado, onde os novatos ficaram. Pelo menos chegamos, o café e a carne já tão prontos.
Nayeli: — Por que não foram? É o lugar mais lindo do planeta.
Jessica: — Desisto.
Nayeli: — Disso? Cê tá louca, aproveita e vive, sente a dor, te faz sentir viva, humana, que tem algo pra viver.
Jessica: — Como?
Nayeli: — Me diz, não se sente viva? Com a dor no corpo em cada canto, até cagar eu aproveitei.
Jessica: — Não vi assim.
Erik: — Se você consegue, eu também.
Na volta com todo o gado, eles pareciam diferentes, mais eles mesmos, mais seguros. Nayeli voltou no próprio cavalo, toda suada, cheia de terra, a risada dela entregava.
Velho: — Nayeli, tapa esse buraco.
Nayeli: — Sim, chefe.
Velho: — O que cê ensinou pra ela?
Martha: — Ela se sentiu viva e curtiu.
Velho: — Aconteceu o mesmo que contigo?
Martha: — Sim.
Velho: — Te dei um manual, não usa, leva no teu ritmo, mas não esquece: em três meses é a prova da briga, cê vai ter que lutar contra ela.
Martha: — Eu sei, preparei ela bem.
Chegamos no rancho, os currais já tão abertos.
Já tão prontos os contadores pra saber quantas cabeças têm.
Entro na barraca, tiro a roupa, vão pro chuveiro os outros, se lavar, mas meus primos ficam pensando ao ver os homens pelados, eu no meio deles. Nayeli tira a roupa, entra no chuveiro, depois os outros.
Comer, descansar na cama. 4 da manhã pra marcar e medicar, enquanto os peões fazem, a gente vê, mas Leo e Erik já tão lá, aprendendo a laçar e derrubar a rés.
Velho: — Martha, vai catar a merda dos estábulos. Me levou as Mulheres, da arquibancada ela vê o trabalho que a gente faz, sorri, tira o chapéu, num sinal de aprovação.
Na barraca mais tarde
Rosa.- Trabalho excelente de todos, 12 mil cabeças, é mais do que a gente esperava. Na conta, só 5 mil era o que calculamos. Com isso, a gente cobre os gastos do ano inteiro e ainda sobra um pouco. Vocês vão receber um bônus extra, ainda não sei quanto, até os contadores nos darem os números.
Temos muito o que fazer, comam e durmam.
Na semana seguinte, ensinei a Nayeli a usar o laço e depois a montar e usar em movimento. Ela não era uma expert, mas aprendeu bem. Também já pegou o sotaque nortenho.
Depois comecei a correr com ela. Já tá na hora de prepará-la pra luta. Pensei que nesse ponto ela ia quebrar, mas cada golpe que dou nela, ela curte. Não desiste. A gente tá roxa de tanto murro que troca, nas tarefas. Já monta rápido, já joga o laço, já puxa a rede. Dos outros, não vi o progresso.
Silvia.- A Nayeli parece muito feliz, mesmo estando toda moída.
Martha.- Ela gosta dessa vida que nem eu, dura, bruta.
Yani nem liga de ser vista pelada. Os peões já tão acostumados a ver mulher pelada no chuveiro coletivo.
Chegou o dia da luta.
Velho.- Hoje é o dia em que vocês viram peões. Todo peão tem que saber lutar.
Nayeli, você vai comigo lutar.
Silvia.- Que sacanagem, véio, escolher minha filha.
Rosa.- Você por ela.
Silvia.- Não.
Foi a luta do ano. Nenhum dos dois desistiu, mas os dois caíram no chão depois de baterem cara com cara, sangrando pra caralho.
Rosa.- Leo vs Fulgencio.
Foi uma surra brutal dos dois lados. Fulgencio levanta o dedo num sinal de aprovação, enquanto cai de novo.
Rosa.- Erik vs Lucas.
Cachorros de briga. Fizeram de tudo, até com chicote. Ninguém caiu, ficaram banhados em sangue. Levanta o polegar num sinal de que aprovou.
Rosa.- Lupe vs Martha.
No primeiro golpe, a Lupe ficou caída.
Anselmo.- Desculpa, chefa, mas deixa eu lutar no lugar da Lupe.
Rosa.- 15. Chicotadas na Lupe, briga com o Anselmo
Não teve dúvida que era um combate por vingança, machuquei a buceta que se come, ela me deu com tudo, devolvi com tudo, um banho de sangue, onde fiquei de pé no final. Levantou o polegar, aprovou a Lupe
Rosa.- Anna vs Claudencio
Deixou ele todo arranhado na cara, a melhor arma dela eram as unhas, parecia uma gata, se movia tão rápido, não dava socos mas sim arranhões rápidos, aprovou ele depois de deixá-lo sem visão
Rosa.- Jessica vs Leandro
A Jessica vai tirando a roupa, o idiota fica besta, ela pega ele pelo pescoço aplicando uma chave, desmaia ele
Rosa.- esperava uma luta de socos, mas é válido, todas passaram, Sílvia, é sua vez de açoitar a Lupe.
Amarraram ela no poste, a despem, a Sílvia açoita, não foi forte, mas a Mãe pediu o último açoite
Abriu as costas dela,
Rosa.- se os outros ficam com marcas, ela também, não é mesmo, Sílvia?
Ouço risadas e música, tô toda dolorida, a Mãe entra
Mãe.- que trabalho grande com a Nayeli, o velho me contou
Um mês depois de me recuperar da surra, é hora de ensinar a atirar, não foi tão difícil, ela se dedicou de verdade.
Uma tarde depois dos trabalhos, nos juntam no barracão
Rosa.- já temos os números, foi muito bem pra gente, no próximo pagamento vocês recebem um extra, mereceram, rapaziada, cada um de vocês é parte importante dessa família, sei que é quarta-feira, mas quero que tenham esses dias de folga.
Rosa.- Martha, te vejo na cabana
Ela vem por trás, me abraça, me beija
Mãe.- tô muito orgulhosa, estamos cobertos por três anos, na semana que vem vamos passar as crias pra seção norte, na seção leste o resto, são duas semanas de toque, daí voltamos pra vila, já falei pros meus irmãos
Três semanas depois voltamos pra vila, pra casa, perdemos o aniversário do tio Brandon, mas a Mãe conversou com ele, decidiram fazer a festa no nosso retorno.
Entreguei as cartas dos caras pras famílias deles, junto com o cheque gordo.
Encontrei o Miguel, ele quis falar comigo mas ignorei. Mas aí eu encontrei a Paula, voltei pra cidade, abracei ela
Passei a tarde com ela, contamos tudo nos mínimos detalhes, óbvio que não mencionei que transei loucamente com minha família.
Volto pra casa pelo atalho que ninguém usa mais, o mato já cresceu demais.
Entro em casa, a mamãe e o Leo não perdem tempo, ele tá detonando ela na sala, ligo a televisão, de vez em quando dou uma olhada, não tô com tesão, embora quando falei com a Paula vi aquelas tetas gostosas dela, muitas vezes chupando e mordendo.
Rosa: — Quarta-feira a família chega, posso te dar uma tarefa.
Martha: — Qual?
Rosa: — No final ficamos pelados, quero que você tire a roupa de todo mundo, sem exceção, se não quiserem não entram, quero eles pelados o tempo todo.
Martha: — Ok
Acordei cedo, tomei café, saí pelada de casa
Martín: — Que gostosa você tá, sobrinha
Martha: — Já me provou literalmente, enquanto dou risada com ele
Martín: — Essa é a ideia, andar pelado.
Ele tira a roupa e grita pra Silvia: — Não se vistam mais, vamos andar pelados.
Na entrada, espero na sombra da árvore, aí chega a família, ao me ver pelada tentam me repreender
Tios e primos, se quiserem entrar é só com convite, o convite é que fiquem pelados, sem roupa e sem tabus.
Os homens foram os primeiros, entraram, minutos depois chega a Silvia pelada, fala que não vão entrar, tirem essa roupa agora, elas se olham, tiram a roupa, nisso chega mais família e ao verem fazem o mesmo, deixando a roupa dentro de um contêiner. No fim da tarde chegaram os últimos, o Tio Brandon e o Isidoro, ao me verem, sorriem
Brandon: — Que recepção boa, minha filha
Espero mais um pouco e chega minha amiga Paula, ao me ver pelada
Paula: — O que você tá fazendo assim?
Martha: — Quer entrar? Mas vai ter que jurar que nunca, jamais, mesmo que a gente se separe e termine brigada, vai dizer uma única palavra
Paula: — É ruim?
Martha: — Pra você, sim
Paula: — Posso ir embora
Martha: — Pode
Ela dá meia-volta, caminho até onde estão todos, abraço, beijos, risadas, alguns paus Já estão duras, mamilos duros por todo lado, vejo bucetas depiladas, peludas, ou com figuras bem sugestivas. Sento do lado da Jessica, a gente conversa, ri, depois vamos beber. Chega a mamãe Rosa:
— Martha, sua amiga está na casa, vai com ela.
Entro em casa, é a Paula. Ela me vê ainda pelada.
Paula: — Desculpa, é que eu não sabia, desculpa, não devia ter entrado.
Ela vai embora, eu seguro ela. "Você não pode ir", falo, abraço ela. Os olhos pretos dela olham direto nos meus, ela fecha e aproxima os lábios dos meus. Eu correspondo enquanto vou baixando o zíper da jaqueta dela. Ela se afasta.
Paula: — Você vai me despir?
Martha: — Sim.
Paula: — Sim, mas se me deixar sozinha um minuto, nunca mais falo com você.
Martha: — De noite a gente vai estar numa orgia, vou ter que me separar de você.
Paula: — Por que tá me dizendo isso?
Martha: — Não quero que você pare de falar comigo.
Paula: — Quero que você fique do meu lado o tempo todo até sua orgia começar.
Martha: — Isso eu posso fazer.
Beijo ela de novo, a língua dela entra com fúria na minha boca, lutando com a minha língua. A mão dela procura minha buceta, os dedos entram sem resistência, mal consigo me segurar, ela tá me levando a um orgasmo. Sorri, dá um passo pra trás, tira a roupa. Os peitos dela são lindos, chupo eles. Nisso, mamãe entra.
Rosa: — Meninas, já é hora de cantar os parabéns.
Ao sair, não acreditamos no que vemos: os mariachis estão pelados, só com os chapéus e instrumentos.
Rosa: — Que nada, eles que fiquem vestidos?
A gente cai na risada. Chego com a Paula, apresento ela pra quem pergunta quem é, mas ao verem ela pelada, já assumem que é da família. Não solto a mão dela.
Presentes, abraços. Mesmo duro, ele bate em bucetas e paus, ninguém se incomoda.
Paula: — Seu tio tá bem duro, o pau dele passou entre minhas pernas, me deixou bem quente.
Martha: — Falta pouco, você vai entrar na orgia.
Paula: — Todo mundo vai me detonar.
Martha: — Sim.
Paula: — Acha que eu aguento?
Martha: — Sim, e todas.
Paula: — Quero entrar na orgia sim.
A gente dança, bebe que nem esponjas, e foram embora. Los mariachis, felizes de ver bucetas de todos os tamanhos e cores, dava pra ver como estavam contentes com suas picas duras.
Anna pega o microfone
Anna: – Já é hora da hora, peguem suas coisas, vamos subir pro planalto, porque a noite não espera.
A voz dela arrasta, já tá bem bebada.
Paula: – Pra onde a gente vai?
A loucura se solta, entramos em casa, já tenho a mala pronta, a lamparina, e pego na mão da Paula, caminhamos rumo à trilha, solto ela, pego uma tetinha que tá gostosa de sentir, chegamos, logo acende a luz, a fogueira ilumina o lugar.
Paula: – Nunca me trouxe aqui.
Marta: – Esse lugar é muito privado, só nós temos acesso a isso.
Beijo ela assim que termino de explicar.
Paula: – Você vai me comer?
Marta: – Melhor, a gente se come.
Paula: – Sim.
Ela me beija com paixão, os peitos dela colados nos meus sem nenhum pano no meio, minha mão na bunda dela procurando o cu, acho, enfio um dedo, ela dá um pulo, mas mexe a raba pra facilitar a entrada, quando consigo, ela aperta com força, a respiração dela acelera, a mamãe aparece com uma garrafa de lubrificante, derrama no meio da bunda dela, tiro o dedo, passo no buraquinho dela e enfio de novo, entra tudo, desliza sem problema. A mão dela já tá na minha buceta, três dedos já tão dentro, bato meu mamilo no dela, minha cara de tesão aparece, a gente se enrosca noutro beijo...
Batê na porta, já temos que entregar o quarto.
Saímos, ele não percebeu nada, falei que minha mãe sabia que eu tava com uma amiga naquele lugar, que ia passar pra me pegar, ele foi embora, fiquei andando até a fonte, onde tão me esperando.
Canelo. - pintinho tenro, quero aquele cuzinho do meu menino, o pau dele não me fez sentir nada, é pequenininho.
Série, qual é o próximo passo?
Paula. - Hoje vai rolar com a Giovanna à noite, isso não pode acontecer.
Giovanna. - Vou enfiar um saquinho de catchup na calcinha quando chegar, pra manchar, aí tenho motivo pra recusar.
Martha. - Se ele insistir.
Giovanna. - Já falei com meu primo sobre o chamado de socorro, ligo pra ele, ele chega na hora e não vai embora.
Vamos embora, Paula vai editar os vídeos, pra tampar o rosto do Canelo e as tatuagens dele.
À noite, Giovanna liga, diz que o primo chegou, ele queria comer ela na marra, acabou indo embora.
Na segunda, o salão inteiro sabia que detonaram meu cu, Carlos me perguntou se queria transar com ele, queria fazer pelo cuzinho.
Martha. - Minha buceta e meu cu são do Sebastián, como você ousa me pedir isso? Só ele pode me detonar do jeito que quiser.
Carlos. - Ele me deu permissão.
Martha. - Ok, se você tem certeza, sim, se meu Sebastián te deu permissão pra usar meu cu, sim, vou fazer o que ele mandar.
Sebastián. - Oi, bumzinho meu, mexendo na minha bunda na frente de todo mundo.
Martha. - Ai, meu amor, adoro seus dedos, me deixa toda molhada.
Mas não deixei ele me beijar.
Giovanna. - Fez a mesma coisa, deixava ele tocar, mas não beijar.
Canelo é acompanhante de homens, que nojo beijar o Sebastián.
Na sexta, levei Carlos pro hotel, um amigo do Canelo é quem sobe, chupa ele, enquanto a gente grava, termina lambendo o cu cheio de porra dele.
Depois chega o Sebastián.
Entramos. - Ele vai me despir, mas dou tequila de novo, sirvo três doses.
Martha. - Ainda não quero que você me veja pelada, vou deixar você meter na minha buceta, mas não. Você pode me ver, ainda não tô pronta, meu amor
quero fazer uma parada que vi em outro vídeo, me deixa experimentar
Sebastián.- safada e promíscua, pode fazer o que quiser
Canelo passa um óleo que fez ela acender igual isqueiro, depois enfia um dedo no cu dela, ela faz sinal pra eu falar
Martha.- é, eu gosto quando você me dá dedo, assim que me sinto, me excita saber que você vai me detonar, esse dedo é o prelúdio, me dá mais dedo, meu cu respira quando sinto seu toque, aí você rodeia devagar, empurra seu dedo pra dentro de mim, sente como meu cu respira, como pedindo pra você cravar a pica e se sentir vivo, aí você me estica ao máximo pra passar da dor ao prazer, não sabe que gostoso que é quando você crava a cabeça, me abre devagar, o prazer que você me dá, já quero pica de novo, será que seu cu não tá pedindo pica, meu amor, sente e imagina como seu cu se mexe, se contrai uma e outra vez querendo ser aberto, por uma cabeça de carne cheia de sangue e prazer
Sebastián.- é, já sinto como meu cu se mexe, se contrai, tá me deixando todo tesudo, tira minhas amarras, meu amor, tira elas
O corpo dela se contorce, solta os pés dele, leva até as mãos dele, faz mais sinais pra eu falar
Martha.- é, meu amor, deixa eu chupar seu cu e suas bolas, quero esse leitinho pra mim, quero ele nas minhas costas, deixa eu enfiar uns dedos, quero que você prove o que eu sinto, o prazer que você me causa, quando você faz isso, me abre meu cu pra você
Canelo enfiou três dedos, os gemidos do Sebastián, enquanto brinca com os dedos dentro do cu dele, tira eles
Sebastián.- Martha, enfia os dedos, é muito gostoso, brinca comigo
Nisso Canelo já aponta com a pica pro cu do Sebastián
Martha.- te trouxe um presente, meu amor, isso é entre nós dois, fica aqui, é um dildo, com isso vou te encher de prazer
Sebastián.- é, enfia no meu cu, me abre, isso que você sente quando arrombou meu cu, que prazer incrível, Canelo penetrou ele, geme igual cadela o tempo todo, a gente gravando, ele se agarra com força Os tornozelos com as mãos dele, bem exposto e aberto, goza sozinho esguichando o próprio leite no peito e na cara, o filho da puta saboreia a própria porra.
Depois solta as pernas, Canelo continua metendo forte e pesado, eles gemem alto pedindo mais. Aí ele tira, Canelo termina batendo uma punheta pra gozar na cara dele. Curto tanto que me despiro, molho o corpo pra fingir que fui eu, passo no dildo os ranhos do Canelo, enfio na boca dele e abro, chupando o dildo com porra de outro filho da puta.
Aumento a música, saímos do quarto, tiro a venda dos olhos dele pra me ver vestindo, dou uma migalha pra ele não chorar, viro e mostro um pouco da minha buceta, solto ele.
Martha: Meu amor, não quero que você tome banho, fica assim, todo sujo de mim.
O otário não tomou banho, saímos do hotel, deixei ele lá, falando que a mãe ia me buscar.
Chego até onde elas estão na fonte.
Canelo: Valeu, minas, mas o cu dele já era desflorado, não tive trabalho pra meter. Aperta um pouco, esse aí come carne há um bom tempo, o cu dele tá larguinho, significa que já sabia comer pica de macho.
Na segunda, ele quis me beijar, não deixei, falei que não quero mais transar com ele, o que passou, passou, até aí chegava, que tava com medo de engravidar.
Sebastián: Não, vai ser até eu mandar, ou conto pra todo mundo que você é a puta da sala.
Nisso chega Giovanna: Não acredito, Sebastián, para de encher o saco da Martha e de mim, também não vou dormir com você, se encher o saco, não vai gostar do que vamos fazer.
Sebastián: Típico galinho crente e metido, com as duas: ou dormem comigo ou conto pra todo mundo o quão putas vocês são.
Paula: Sebastián, já cresce, você vai se arrepender.
Carlos: Porras de putas, se você gostou que eu meti a pica no seu cu, Martha, até gemeu que nem uma vagabunda.
Sebastián: Putas, putas, também me deu seu cu nojento, vagabunda.
Saímos do lugar, de noite a Paula já tem os vídeos, manda pra gente: Olha, mãe, os vídeos.
Mãe: (ri) Esses dois são viados, será que não sentiram a pica batendo contra? Eles, depois que isso aconteceu,
a gente mandou os caras pastar, eles pararam de falar e encher o saco. Daí a Paula e a Giovanna foram embora no fim do semestre, os pais delas emigraram pro norte, atrás de empregos melhores.
Rosa: – Você falou com elas?
Martha: – Não, mas tenho os números delas.
Rosa: – É isso então.
Martha: – Depois disso, fiquei toda excitada, porque me imaginei sendo eu quem levava no cu, cheia de porra.
Numa apresentação de um trabalho escolar na aula, eu dei uns errinhos com minha pesquisa. O professor me corrigiu na hora, mas no fim da aula pediu pra eu ficar.
Professor: – Gostei da sua apresentação, só que sua fonte não foi tão confiável.
Martha: – Tirei de um livro na biblioteca.
Professor: – Da biblioteca? (ele disse, surpreso)
Martha: – Sim.
Professor: – Vamos ver que autor é.
Saímos pra procurar o livro. Quando chegamos, a biblioteca estava vazia, como sempre, só um ou outro aluno e a bibliotecária, uma senhora bem velha.
Subimos pro segundo andar, mostrei de qual livro tirei a referência histórica e apontei onde estava.
Professor Arteaga: – Pede um cubículo privado.
Obedeci sem dizer nada. Peguei as chaves, entramos e fechei a porta. Enquanto ele tirava o paletó, me mandou sentar e procurar a referência. Depois ficou atrás de mim, senti o olhar dele nos meus peitos, enquanto eu folheava o livro mais devagar, me fazendo de sonsa pra ele ter tempo de ver meus peitos. Quando cheguei na referência, mostrei pra ele. Ele sentou na ponta da mesa.
Professor: – Já vi. Você tem razão, a referência tá correta na sua fonte, mas historicamente… – me deu uma explicação retórica toda cheia de fatos. Terminou dizendo: – Vou corrigir sua apresentação com um 10.
Martha: – Obrigada, professor.
Professor: – Um favor, me dá um papel. Procura isso pra mim, por favor, e me traz. Os livros são por numeração. Um livro de História do Papabourbon.
Voltei, coloquei na mesa. Ele tava corrigindo provas de outras salas.
Professor: – Obrigado, pode se retirar. Eu entrego as chaves.
Procurei minha mochila, mas ela já não estava mais lá. recarregadeira da cadeira, tá no canto, enquanto ele caminha em volta da mesa, acho que atrapalhei ele, deixei ela naquele lugar. Quando me abaixo sem querer, ele esbarra em mim, ou melhor, na minha bunda. Juro que senti a vara dele dura, ele esfregou em mim. Fiquei uns segundos assim, enquanto ele mexe a cintura como se tivesse me penetrando, aí finjo que não vi nada.
Martha: — Desculpa, professor, não percebi.
Professor: — Não se preocupa, não te vi aí abaixada.
No dia que eu tinha aula com ele, duas vezes por semana. Ele deixava um papel no meu estojo, ou escrevia nas folhas de alguns trabalhos: "te vejo na biblioteca". Sempre me dava referências da aula, depois pedia pra pegar um livro. A mochila já tava no canto, ele caminhava em volta.
Minha mente entendeu na hora, me molhei na mesma hora, fiquei com tesão. Queria tirar a calcinha, mas já era tarde pra isso. Me abaixei, mas abri as pernas pra minha bunda ficar mais firme e aguentar a enfiada. Me apoiei na parede, senti a enfiada dele. Ele encostou o pau na minha bunda, largou o livro, a mão dele percorreu minha nádega, a outra mão ficou nas minhas costas. Ele esfregou o pau em mim, senti gostoso, tô toda molhada, ansiosa. Aí ele pegou o livro de novo e me deu mais referências da aula. Caminhou de novo como se nada tivesse acontecido. Saí toda molhada do cubículo.
Mãe: — Que gostoso, segurar o pau do teu professor.
Martha: — Que isso, mãe.
Mãe: — Já até me molhei, e nem tava lá.
Martha: — Continuando, como eu tava dizendo, na aula seguinte foi outro trabalho ainda mais complicado. Cada equipe que passava ia mal, ele passava o tempo todo corrigindo os dados. Eu já ia passar, mas tocou a campainha.
Professor: — Quem ainda não passou, por favor, tem a oportunidade de revisar os dados. Não me deu papel nem nada.
Vou pro banheiro, fico na dúvida se tiro a calcinha? Mas tiro. Chego no cubículo, sento, tiro meu trabalho, vou pegar os livros pra checar meus dados, já que a internet dá dados errados. Minha calcinha tá na bolsa do meu casaco. Professor: Seu tema é o mais complicado
Martha: Pois é, já que não tem muita informação
Professor: Napoleão precisava de inspiração e Josefina deu a ele, com um simples ato de fé, deixando sua ideologia de lado, pulou sobre ele com um detalhe: se despiu de toda imundície humana, deixando livres seus dois grandes encantos para Napoleão, que aceitou com gosto e prazer. Lembro que Napoleão considerava a roupa das mulheres como imundície, vejo minhas anotações, Josefina pulou sem sutiã sobre Napoleão depois da primeira batalha dele, queria dar um prêmio pra ele na frente de todo mundo
Mama, esse filho da puta me pediu pra tirar o sutiã, fiz com um sorriso, tirei o suéter, depois a blusa, depois meu sutiã, meus peitos ainda não estavam como agora, mas já se destacavam das outras, andei devagar até a porta, coloquei o trinco, ninguém vai entrar, fico na frente do professor, ele larga o livro, sorri
Professor: Você é bem inteligente mesmo, me pega, me senta na mesa, enquanto a boca dele chupa meus peitos, depois morde, a mão dele percorre minha perna, ao sentir que não tem pano atrapalhando o avanço, toca minha buceta, me arrepio, fecho os olhos, depois ele para
Vista-se, ao fechar a porta com o trinco ativa um alarme, faço na hora, tiro o trinco, enquanto ele continua me dando as referências do meu trabalho, me fala o autor Debauchery, fala sobre seu tema específico, nisso entram dois responsáveis, ele pode ajudar com seu trabalho, deve manter a expectativa, é tão importante sua boa fundamentação.
Em mais alguma coisa posso te orientar, colega aluna?
Martha: Obrigada, nunca teria procurado esse autor
Os responsáveis, ao ver que estamos trabalhando, pedem desculpas, dizem que o alarme tocou quando fecharam o trinco, é pra evitar que esses espaços sejam usados para atividades diferentes do estudo
Martha: Sim, obrigada por se preocuparem com nossa segurança.
Eles saíram. Continuo anotando ou riscando o que não serve, eles entram de novo, nos veem tão concentrados, fecham a porta, 30 segundos depois abrem de novo.
Martha: Obrigada por A assessoria... esses assuntos são difíceis pra mim.
Professor: — É só meu trabalho.
Pega minha mochila, os seguranças saem do cubículo, tiro minha calcinha do suéter e jogo pra ele. Ele guarda tão rápido.
Na aula, só me interrompeu uma vez, foi só pra calar um colega.
Na saída, me chamou pra dar minha nota, fez questão de esperar o último aluno sair.
Professor: — Não podemos mais usar os cubículos, já levantamos suspeitas. Agora tão a dois minutos de passar, não podem te ver aqui. Valeu pelo presente, mas se você quiser, a gente pode achar outro lugar pra ficar a sós.
Martha: — Não, do jeito que cê falou, já tão desconfiando. O que posso fazer é toda vez que algo cair no chão, abrir minhas pernas pra ele ver minha gratidão.
Saio da sala, fico com um colega conversando perto. É verdade, os dois seguranças vêm num passo rápido, mas quando me veem com meu colega, relaxam e voltam.
Mãe: — E aí, o que aconteceu?
Martha: — Nada, nunca caiu nada da mesa dele. O semestre acabou, não vi ele.
Mãe: — Devia ter dado pra ele.
Martha: — Não sei, é que até aquele momento eu ainda era virgem. Só queria saciar aquela necessidade de ser safada.
Depois chegou o Miguel, já tava bufando. O calor que saía do meu corpo escapava por cada poro, eu só pensava em montar numa rola, não aguentava mais. Tinha que baixar aquele fogo a qualquer preço e com quem fosse, só que o Miguel não foi o que eu esperava. Tomei a iniciativa, no segundo encontro montei nele. Na manhã seguinte, ele contou pra todo mundo que me comeu, mas ninguém acreditou. Ele nem rompeu direito o hímen da minha buceta. Parei de falar com ele na hora que confirmou que tinha dito pra vários que eu montei nele, como se eu fosse um troféu. Eu sei que sexo hoje em dia é normal, mas não vou dar gosto pra uns meninos tarados que saem gritando por aí. Eu não sou a puta de ninguém, nem quero apelido de marucha, a prancha, o zócalo, nada disso. Parei de falar com os colegas, me dediquei à escola.
Isso aí. Quantas das minhas travessuras, depois eu não chegava perto de você, pensei que era conservadora, seu jeito de se vestir, toda coberta, se eu te contasse tinha medo que você me xingasse e me chamasse de puta. Por isso me escondia no meu quarto, o resto você já sabe.
Mãe.— Ai, filha, não sabia que no amor você se deu mal, mas no sexo é outra música, hein, você se vingou bem, posso te garantir que virgem você já não é mais, não depois de ficar com o Léo e a anaconda dele.
Vemos a hora, quase amanhece, mais uma taça de vinho, mãe pega na minha mão, tira a minha para eu deitar do lado dela.
Mãe.— Seja você mesma, só usa camisinha, por causa das doenças. Você é jovem, merece ser satisfeita sexualmente.
Marta.— E você? Como é que tá nessa área?
Mãe.— O Léo me deixou muito satisfeita, mas os homens geralmente me temem, é só eu tirar a roupa que eles ficam pasmos, se encolhem, se sentem menos.
Marta.— Você é muito gostosa, mãe, no dia que te vi, até queria ser homem pra te comer a noite toda, pena que sou mulher.
Mãe.— Pois é, percebi que você não se intimidou nem um pouco.
Amanheceu entre risadas e vulgaridades.
Mãe.— Vamos tomar banho e dar uma volta na cidade.
Passamos para visitar o comandante, ele nos ofereceu café, conversamos por um bom tempo, mas os olhos dele desviavam toda vez que mãe cruzava as pernas, então ela sabe jogar o jogo.
Nem preciso falar do ajudante dele, nisso recebe um alerta.
Comandante.— Obrigado e agradeço a visita.
Vi como mãe abre as pernas a ponto de esticar a saia até o limite, fazendo um show, por um minuto enquanto mãe respondia.
Rosa.— Esse é um pequeno presente, obrigada por cuidar de todo mundo.
Ela se levanta e saímos.
Marta.— Eu vi.
Mãe.— Tem que ser grata, ele sempre me olha desse jeito, entre safado e conservador, com certeza bate uma pensando em mim.
Marta.— Acho que sou muito verde e boba.
Mãe.— Não, eu só fui promíscua e exibicionista, só queria alegrar a vista deles.
Voltamos pela trilha, chegamos no balanço, lá passamos o resto da tarde, vamos devagar, mãe levanta a saia, não tá usando nada por baixo. começa a mijar, logo um punhado de gases escapa, ela para, mas nem levanta a saia, vira e sorri, as bundas dela balançam de um lado pro outro, batendo uma na outra a cada passo.
Jantamos café e pão…
Véspera de ano novo, só jantar em família em movimento, todo mundo faz algo pra ajudar na ceia, depois preparar a lenha pra fogueira, barulho pra todo lado, risadas, piadas, palmadas, gritos, missa no povoado, ainda não entendo se a gente tem muito dinheiro, porque não temos uma caminhonete, voltamos andando pra casa, o frio tá lascado.
Abraço de ano novo pra comer, uvas, álcool, depois pra fogueira, enquanto vemos um ano terminar e outro começar, dança, etc.
Pra cama curtir o último pedaço antes de voltar pro norte no rancho, passei na cama quase o tempo todo, até mamãe pensou que eu tava doente, mas só respondi que os dias de acordar às 4 da manhã tão chegando e só tô aproveitando esse presente.
Enquanto me ajeito de novo
Levanto, tomo um banho, a peluda tá bem selvagem, mas vou deixar assim, não tô a fim de raspar os pelos, desço pra cozinha, mamãe me vê
Mamãe: – Cê tá cheirando a limpa, outro dia que entrei no teu quarto tava um fedor de peido, buceta e graxa.
Marta: – Acredito em você.
Mamãe: – Cê pode descer no povoado, avisar os meninos que amanhã às 3 da tarde a gente sai, ponto de partida na delegacia do povoado.
Volto rápido pra casa depois de avisar, preparo as malas, deixo tudo pronto, uma última vez quero andar pelada pelo caminho, falo pra mamãe, ela diz que vai junto, saímos peladas de casa, brincando e balançando os peitos pra todo lado, voltamos quando o frio começou a pegar.
Sentamos pra jantar, dormir, acordei perto das 11 pra tomar café, banho, desci as duas mochilas que vou levar, nisso chega Álvaro num caminhão de carga, o comandante mandou pra gente não ter que andar.
Já tão todos, isso incluía todo mundo
Rosa: – Já vi que vocês vão, bem-vindos
Chegamos no povoado, os meninos já tão prontos, as famílias deles tão Aí se despediram pra temporada longa que vai rolar, mas os rostos compridos de orgulho pelos seus filhotes que agora são gente que trabalha. Esperamos o caminhão pra capital do país, daí a mamãe tem uma surpresa pra gente, mas só sacamos quando chegamos no aeroporto. Umas 6 horas depois chegamos no rancho, enquanto meus primos se ajeitam nas barracas, Esther e Silverio na cabana deles, Silvia e Martín na deles. Saudações com o velho, risadas.
Velho: — Vai ser interessante esse ano.
Rosa: — Nunca pensei em ver toda a família aqui. A festa já tá pronta, vai ser hoje ou quando?
Velho: — Vai ser hoje, patroa. Amanhã tem que acordar cedo.
Velho: — Meninas, jovens, às 4 da manhã, quero vocês aqui, nesse lugar, prontos pro trabalho.
Rosa: — Esse ano vai ter muito trampo. As mãos de vocês são boas pra conseguir, eu sou a dona de tudo isso, vocês não são nada meu. O velho é o chefe direto de vocês, vão obedecer ele. Se ele disser pra pular, vocês respondem quão alto, sem questionar a palavra dele, ou vão levar chicotada. Cada um de vocês tem que ganhar seu lugar aqui. A lei do rancho: não tem álcool durante as peadas. Algo que queira adicionar, Velho?
Velho: — Já ouviram, vão trabalhar em duplas. De acordo com a cama que escolherem, tem um papel aí com a dupla de vocês. Agora comam, bebam e dancem.
Só comi, fui deitar. Antes de entrar na cabana da mamãe, o velho me disse: "Você vai ensinar a Nayeli, Marta." Ele me deixou um caderno onde diz o que tenho que fazer. Li, é a mesma coisa que eu fiz ao chegar, como um favor pra Silvia e Martín antes de dar a volta.
O despertador tocou às 3:30. Me vesti, café e fui pra barraca pegar a Nayeli. Tava roncando. Acendi a luz, liguei a sirene, todo mundo levantou. Vi ela vestir a roupa adequada, mencionei que a bunda dela vai sofrer.
Começou a peada do ano: juntar o gado, marcar, desparasitar, medicar. Mas pra fazer isso, tem que juntar o gado. Não levamos nem uma hora quando:
Nayeli: — Quero fazer xixi.
Marta: — Aqui mesmo, faz.
Nayeli: — Mas vão me ver.
Marta: — Não tem. Hora de voltar, e ainda vão me açoitar. É aqui ou aqui.
Desmontei do cavalo, levo ela comigo porque não sabe montar, coisa que vou ter que ensinar.
Nayeli vira, mas grito que vou embora e vou deixar ela. Ela abaixa a calça, deixando a bunda linda dela no ar. Vários viram pra ver o espetáculo. Ela acaba cagando, coitadinha, nem lembrou de se limpar. Me lembro que passei pelo mesmo, acabei jogando a calcinha fora, deixei ela cheia de merda.
Sobe de novo. Já não falei, só escutava minhas instruções. No fim da tarde já temos um bom número de gado reunido.
Velho. – Desmontem.
Café e pão, carne seca pra comer. Essa noite vamos passar nesse lugar, amanhã seguimos mais pro norte.
Nayeli. – Obrigada por não ser tão dura. A Jessica tão tratando como escrava.
Martha. – É duro, mas eu também me virei. Não canta vitória, faltam uns dois dias mais ou menos.
Ela caiu no sono profundo. Mexo nela, já é hora. Ela acorda, pra mijar e cagar. Já não ligou mais se passavam do lado dela. Dessa vez estendi um pedaço de papel e uma toalha úmida pra ela não esfregar a bunda na merda ressecada de ontem que deixou grudada na pele.
Café, pão, carne.
Nayeli. – Tô doendo tudo.
Martha. – Com isso você vai ficar melhor, dando um comprimido pra ela. Foi uma jornada longa, anoiteceu quando a gente mal desmontou dos cavalos. Dei comida e água pra eles, café e carne, é o que sobrou. Ela mal abre o colchonete e fica imóvel. Vejo Jessica, Anna, Lupe, Erik, chorando. Não aguentam, os tutores deles tão preocupados. Vão açoitar eles se algum cair. Leo, ao contrário, tá se divertindo, já tô dando uns comandos pra ele.
O Velho me acorda.
Velho. – Vou quebrar as regras. Amanhã vai ser o dia mais complicado. Preciso levar os mais habilidosos, vamos subir a Ponta Escondida. Não quero acidentes. Vou deixar os novatos, mas preciso de 3. Você vai, Nayeli e Leo. Os outros a gente deixa aqui. A Nayeli dá conta do cavalo?
Martha. – Vou deixar o meu pra ela. Fui deixando ela pegar a rédea, ela sabe o que fazer. Acordei. Já vamos sair, são 3 da manhã, ela levanta toda lesa, mas falo que vai sozinha dessa vez, que fique do meu lado. O velho não errou, risco, buracos horríveis, galhos, árvores caídas, depois o rio.
Nayeli: — Que lugar lindo, que sensação é essa, prima? Tô feliz do nada, essa paz me molha toda.
Martha: — Sim, entendo o que cê diz, senti o mesmo que você.
Seguimos. De tarde voltamos com o resto do gado, onde os novatos ficaram. Pelo menos chegamos, o café e a carne já tão prontos.
Nayeli: — Por que não foram? É o lugar mais lindo do planeta.
Jessica: — Desisto.
Nayeli: — Disso? Cê tá louca, aproveita e vive, sente a dor, te faz sentir viva, humana, que tem algo pra viver.
Jessica: — Como?
Nayeli: — Me diz, não se sente viva? Com a dor no corpo em cada canto, até cagar eu aproveitei.
Jessica: — Não vi assim.
Erik: — Se você consegue, eu também.
Na volta com todo o gado, eles pareciam diferentes, mais eles mesmos, mais seguros. Nayeli voltou no próprio cavalo, toda suada, cheia de terra, a risada dela entregava.
Velho: — Nayeli, tapa esse buraco.
Nayeli: — Sim, chefe.
Velho: — O que cê ensinou pra ela?
Martha: — Ela se sentiu viva e curtiu.
Velho: — Aconteceu o mesmo que contigo?
Martha: — Sim.
Velho: — Te dei um manual, não usa, leva no teu ritmo, mas não esquece: em três meses é a prova da briga, cê vai ter que lutar contra ela.
Martha: — Eu sei, preparei ela bem.
Chegamos no rancho, os currais já tão abertos.
Já tão prontos os contadores pra saber quantas cabeças têm.
Entro na barraca, tiro a roupa, vão pro chuveiro os outros, se lavar, mas meus primos ficam pensando ao ver os homens pelados, eu no meio deles. Nayeli tira a roupa, entra no chuveiro, depois os outros.
Comer, descansar na cama. 4 da manhã pra marcar e medicar, enquanto os peões fazem, a gente vê, mas Leo e Erik já tão lá, aprendendo a laçar e derrubar a rés.
Velho: — Martha, vai catar a merda dos estábulos. Me levou as Mulheres, da arquibancada ela vê o trabalho que a gente faz, sorri, tira o chapéu, num sinal de aprovação.
Na barraca mais tarde
Rosa.- Trabalho excelente de todos, 12 mil cabeças, é mais do que a gente esperava. Na conta, só 5 mil era o que calculamos. Com isso, a gente cobre os gastos do ano inteiro e ainda sobra um pouco. Vocês vão receber um bônus extra, ainda não sei quanto, até os contadores nos darem os números.
Temos muito o que fazer, comam e durmam.
Na semana seguinte, ensinei a Nayeli a usar o laço e depois a montar e usar em movimento. Ela não era uma expert, mas aprendeu bem. Também já pegou o sotaque nortenho.
Depois comecei a correr com ela. Já tá na hora de prepará-la pra luta. Pensei que nesse ponto ela ia quebrar, mas cada golpe que dou nela, ela curte. Não desiste. A gente tá roxa de tanto murro que troca, nas tarefas. Já monta rápido, já joga o laço, já puxa a rede. Dos outros, não vi o progresso.
Silvia.- A Nayeli parece muito feliz, mesmo estando toda moída.
Martha.- Ela gosta dessa vida que nem eu, dura, bruta.
Yani nem liga de ser vista pelada. Os peões já tão acostumados a ver mulher pelada no chuveiro coletivo.
Chegou o dia da luta.
Velho.- Hoje é o dia em que vocês viram peões. Todo peão tem que saber lutar.
Nayeli, você vai comigo lutar.
Silvia.- Que sacanagem, véio, escolher minha filha.
Rosa.- Você por ela.
Silvia.- Não.
Foi a luta do ano. Nenhum dos dois desistiu, mas os dois caíram no chão depois de baterem cara com cara, sangrando pra caralho.
Rosa.- Leo vs Fulgencio.
Foi uma surra brutal dos dois lados. Fulgencio levanta o dedo num sinal de aprovação, enquanto cai de novo.
Rosa.- Erik vs Lucas.
Cachorros de briga. Fizeram de tudo, até com chicote. Ninguém caiu, ficaram banhados em sangue. Levanta o polegar num sinal de que aprovou.
Rosa.- Lupe vs Martha.
No primeiro golpe, a Lupe ficou caída.
Anselmo.- Desculpa, chefa, mas deixa eu lutar no lugar da Lupe.
Rosa.- 15. Chicotadas na Lupe, briga com o Anselmo
Não teve dúvida que era um combate por vingança, machuquei a buceta que se come, ela me deu com tudo, devolvi com tudo, um banho de sangue, onde fiquei de pé no final. Levantou o polegar, aprovou a Lupe
Rosa.- Anna vs Claudencio
Deixou ele todo arranhado na cara, a melhor arma dela eram as unhas, parecia uma gata, se movia tão rápido, não dava socos mas sim arranhões rápidos, aprovou ele depois de deixá-lo sem visão
Rosa.- Jessica vs Leandro
A Jessica vai tirando a roupa, o idiota fica besta, ela pega ele pelo pescoço aplicando uma chave, desmaia ele
Rosa.- esperava uma luta de socos, mas é válido, todas passaram, Sílvia, é sua vez de açoitar a Lupe.
Amarraram ela no poste, a despem, a Sílvia açoita, não foi forte, mas a Mãe pediu o último açoite
Abriu as costas dela,
Rosa.- se os outros ficam com marcas, ela também, não é mesmo, Sílvia?
Ouço risadas e música, tô toda dolorida, a Mãe entra
Mãe.- que trabalho grande com a Nayeli, o velho me contou
Um mês depois de me recuperar da surra, é hora de ensinar a atirar, não foi tão difícil, ela se dedicou de verdade.
Uma tarde depois dos trabalhos, nos juntam no barracão
Rosa.- já temos os números, foi muito bem pra gente, no próximo pagamento vocês recebem um extra, mereceram, rapaziada, cada um de vocês é parte importante dessa família, sei que é quarta-feira, mas quero que tenham esses dias de folga.
Rosa.- Martha, te vejo na cabana
Ela vem por trás, me abraça, me beija
Mãe.- tô muito orgulhosa, estamos cobertos por três anos, na semana que vem vamos passar as crias pra seção norte, na seção leste o resto, são duas semanas de toque, daí voltamos pra vila, já falei pros meus irmãos
Três semanas depois voltamos pra vila, pra casa, perdemos o aniversário do tio Brandon, mas a Mãe conversou com ele, decidiram fazer a festa no nosso retorno.
Entreguei as cartas dos caras pras famílias deles, junto com o cheque gordo.
Encontrei o Miguel, ele quis falar comigo mas ignorei. Mas aí eu encontrei a Paula, voltei pra cidade, abracei ela
Passei a tarde com ela, contamos tudo nos mínimos detalhes, óbvio que não mencionei que transei loucamente com minha família.
Volto pra casa pelo atalho que ninguém usa mais, o mato já cresceu demais.
Entro em casa, a mamãe e o Leo não perdem tempo, ele tá detonando ela na sala, ligo a televisão, de vez em quando dou uma olhada, não tô com tesão, embora quando falei com a Paula vi aquelas tetas gostosas dela, muitas vezes chupando e mordendo.
Rosa: — Quarta-feira a família chega, posso te dar uma tarefa.
Martha: — Qual?
Rosa: — No final ficamos pelados, quero que você tire a roupa de todo mundo, sem exceção, se não quiserem não entram, quero eles pelados o tempo todo.
Martha: — Ok
Acordei cedo, tomei café, saí pelada de casa
Martín: — Que gostosa você tá, sobrinha
Martha: — Já me provou literalmente, enquanto dou risada com ele
Martín: — Essa é a ideia, andar pelado.
Ele tira a roupa e grita pra Silvia: — Não se vistam mais, vamos andar pelados.
Na entrada, espero na sombra da árvore, aí chega a família, ao me ver pelada tentam me repreender
Tios e primos, se quiserem entrar é só com convite, o convite é que fiquem pelados, sem roupa e sem tabus.
Os homens foram os primeiros, entraram, minutos depois chega a Silvia pelada, fala que não vão entrar, tirem essa roupa agora, elas se olham, tiram a roupa, nisso chega mais família e ao verem fazem o mesmo, deixando a roupa dentro de um contêiner. No fim da tarde chegaram os últimos, o Tio Brandon e o Isidoro, ao me verem, sorriem
Brandon: — Que recepção boa, minha filha
Espero mais um pouco e chega minha amiga Paula, ao me ver pelada
Paula: — O que você tá fazendo assim?
Martha: — Quer entrar? Mas vai ter que jurar que nunca, jamais, mesmo que a gente se separe e termine brigada, vai dizer uma única palavra
Paula: — É ruim?
Martha: — Pra você, sim
Paula: — Posso ir embora
Martha: — Pode
Ela dá meia-volta, caminho até onde estão todos, abraço, beijos, risadas, alguns paus Já estão duras, mamilos duros por todo lado, vejo bucetas depiladas, peludas, ou com figuras bem sugestivas. Sento do lado da Jessica, a gente conversa, ri, depois vamos beber. Chega a mamãe Rosa:
— Martha, sua amiga está na casa, vai com ela.
Entro em casa, é a Paula. Ela me vê ainda pelada.
Paula: — Desculpa, é que eu não sabia, desculpa, não devia ter entrado.
Ela vai embora, eu seguro ela. "Você não pode ir", falo, abraço ela. Os olhos pretos dela olham direto nos meus, ela fecha e aproxima os lábios dos meus. Eu correspondo enquanto vou baixando o zíper da jaqueta dela. Ela se afasta.
Paula: — Você vai me despir?
Martha: — Sim.
Paula: — Sim, mas se me deixar sozinha um minuto, nunca mais falo com você.
Martha: — De noite a gente vai estar numa orgia, vou ter que me separar de você.
Paula: — Por que tá me dizendo isso?
Martha: — Não quero que você pare de falar comigo.
Paula: — Quero que você fique do meu lado o tempo todo até sua orgia começar.
Martha: — Isso eu posso fazer.
Beijo ela de novo, a língua dela entra com fúria na minha boca, lutando com a minha língua. A mão dela procura minha buceta, os dedos entram sem resistência, mal consigo me segurar, ela tá me levando a um orgasmo. Sorri, dá um passo pra trás, tira a roupa. Os peitos dela são lindos, chupo eles. Nisso, mamãe entra.
Rosa: — Meninas, já é hora de cantar os parabéns.
Ao sair, não acreditamos no que vemos: os mariachis estão pelados, só com os chapéus e instrumentos.
Rosa: — Que nada, eles que fiquem vestidos?
A gente cai na risada. Chego com a Paula, apresento ela pra quem pergunta quem é, mas ao verem ela pelada, já assumem que é da família. Não solto a mão dela.
Presentes, abraços. Mesmo duro, ele bate em bucetas e paus, ninguém se incomoda.
Paula: — Seu tio tá bem duro, o pau dele passou entre minhas pernas, me deixou bem quente.
Martha: — Falta pouco, você vai entrar na orgia.
Paula: — Todo mundo vai me detonar.
Martha: — Sim.
Paula: — Acha que eu aguento?
Martha: — Sim, e todas.
Paula: — Quero entrar na orgia sim.
A gente dança, bebe que nem esponjas, e foram embora. Los mariachis, felizes de ver bucetas de todos os tamanhos e cores, dava pra ver como estavam contentes com suas picas duras.
Anna pega o microfone
Anna: – Já é hora da hora, peguem suas coisas, vamos subir pro planalto, porque a noite não espera.
A voz dela arrasta, já tá bem bebada.
Paula: – Pra onde a gente vai?
A loucura se solta, entramos em casa, já tenho a mala pronta, a lamparina, e pego na mão da Paula, caminhamos rumo à trilha, solto ela, pego uma tetinha que tá gostosa de sentir, chegamos, logo acende a luz, a fogueira ilumina o lugar.
Paula: – Nunca me trouxe aqui.
Marta: – Esse lugar é muito privado, só nós temos acesso a isso.
Beijo ela assim que termino de explicar.
Paula: – Você vai me comer?
Marta: – Melhor, a gente se come.
Paula: – Sim.
Ela me beija com paixão, os peitos dela colados nos meus sem nenhum pano no meio, minha mão na bunda dela procurando o cu, acho, enfio um dedo, ela dá um pulo, mas mexe a raba pra facilitar a entrada, quando consigo, ela aperta com força, a respiração dela acelera, a mamãe aparece com uma garrafa de lubrificante, derrama no meio da bunda dela, tiro o dedo, passo no buraquinho dela e enfio de novo, entra tudo, desliza sem problema. A mão dela já tá na minha buceta, três dedos já tão dentro, bato meu mamilo no dela, minha cara de tesão aparece, a gente se enrosca noutro beijo...
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