Começo (Fudendo com minha tia)

Esta é uma história real de incesto e tesão, que rola há um tempão com minha tia, Estela, prima da minha mãe.
Elas sempre foram muito apegadas, e eu sempre queria ir na casa dela com meus primos, mas meus pais nunca deixaram até eu virar adolescente. Foi aí que minha mentalidade mudou: eu já não via minha tia, via uma mulher madura com uma bundona do caralho.

Minha tia ficou viúva faz tempo, desde que teve o último filho. Meu tio viajou, sofreu um acidente. Já fazia sete longos anos desde o velório dele.

Minha obsessão foi tanta que, quando a vi de novo depois de tanto tempo — porque tive problemas em casa e ela me ofereceu a casa dela enquanto eu arrumava emprego —, minha obsessão foi tão grande que eu adorava tomar banho no chuveiro dela e sentir o cheiro das calcinhas que ela deixava penduradas no cano do chuveiro, todas impregnadas com o aroma dela. Uma vez, sem pensar, decidi gozar dentro de uma das calcinhas dela. Era uma calcinha fio-dental bege, transparente na frente, e eu imaginava como a bucetinha dela devia ficar marcada quando ela usava. Esse pensamento me fez esporrar tudo na parte do triangulinho dela.

Fiquei com medo de pensar que ela descobrisse minha gozada, mas ao mesmo tempo me deu uma excitação, e deixei meu gozo lá. Depois de um tempo, comecei a notar que minha tia tinha mudado de atitude comigo, ficou mais seca e fria, saca?

Um dia desses, enquanto eu tranquilamente me servia o café da manhã, sozinho na casa da minha tia — porque meus primos tinham ido pra escola e ela tinha ido cedo fazer compras no mercado —...

Como tudo começou com minha tia?

Um dia durante a semana, não tinha ninguém em casa. Minha prima ainda não tinha chegado do colégio. Eu estava no segundo andar, no meu quarto, quando ouvi um barulho forte, tipo uma batida no chão. Fiquei quieto, esperando ouvir mais alguma coisa, mas não. Tudo ficou em silêncio. Fiquei uns minutos parado, sem fazer nada, até que decidi descer pra ver o que tinha acontecido. E vi a... minha tia deitada no chão.
Minha tia: ai, meu filho, caí, torci o tornozelo e ao cair bati com o joelho no chão, não consigo me levantar. É que eu tava com todas as sacolas da feira...
Tentei ajudar ela a levantar, mas não dava porque o joelho dela tava doendo muito, ela tava com uma saia curta até a coxa, e uma blusinha branca de alcinha e tava com saltos médios de plataforma mas baixos, dava pra ver o sutiã branco inteiro e assim caída no chão dava pra ver os peitinhos dela e a saia tinha subido até em cima das pernas, bem debaixo da bundinha e pela posição que ela tava, ela tinha as pernas abertas, mas colocou as mãos como se tentasse esconder a pepita dela.
Eu: Tia, vou ajudar a senhora a levantar, faz um esforço.
Minha tia: vamos ver se consigo, senão pelo menos me leva até uma cadeira...
Ajudei ela a sentar direito no chão, num movimento tirei as mãos dela de entre as pernas e vi a calcinha dela, a bege que eu tinha enchido de porra, ela viu que eu vi e meio que tentou puxar mais a saia pra se esconder.
Minha tia: ai! meu filho, tomara que não tenha acontecido nada no joelho porque tá doendo.
Puxei uma cadeira e ajudei ela a sentar, abracei ela pela cintura e ao tentar levantar ela, meus braços deslizaram pra cima até apoiar meu antebraço nos peitos dela, senti eles nos meus braços e sentei ela.
Eu: tia, quer que eu leve a senhora no médico do posto pra dar uma olhada?
Minha tia: não, meu filho, foi só o tombo, consegui colocar as mãos, mas tá doendo sim. Ali no meu criado-mudo tem minha pomada pra pancada.
Subi pra pegar a pomada, tava lá no criado-mudo, como ela disse, então não demorei nada, desci e minha tia tava fazendo flexão com o joelho, esticava e encolhia, tava de olhos fechados fazendo careta de dor e vi como ela abria as pernas e dava pra ver a calcinha.
Minha tia: vamos ver, meu filho, me ajuda, pelo menos a deitar no sofá
Eu: Se quiser eu levo a senhora direto pra cama, falei com o duplo sentido ligado.
Minha tia: É que na minha cama tem muita coisa, tenho que arrumar, mas vamos ver se a gente chega lá, senão pelo menos até o sofá.
Ajudei ela a se levantar e ficamos lado a lado, ela passou o braço em volta do meu pescoço e eu abracei ela pela cintura pra ajudar a andar, coisa que aproveitei pra sentir os quadris dela nas minhas mãos, toquei bem em cima da bunda dela e era tão gostoso sentir aquela caderona na minha mão.
Minha tia: Aqui, meu filho, no sofá.
Eu: Deita, tia.
Minha tia se deitou no sofá, se recostou e puxou a saia pra baixo das coxas grossas dela pra não mostrar nada.
Eu: Passa pomada no joelho e dobra ele pra ver quanto tá doendo, pra saber se não tem mais nada, tia.
Minha tia: Olha, meu filho, por favor, te peço, passa um pouquinho pra mim porque não vou conseguir por causa da dor.
Eu: Ok, tia, vou passar bem direitinho, mas tá um pouco fria, mas você vai sentir um alívio gostoso, já vai ver. Eu tentando esconder minha excitação por ela e ao mesmo tempo falando com duplo sentido de propósito. Acho que ela percebia, mas se fazia de desentendida.
Passei um pouco de pomada no joelho dela só com a ponta dos dedos, sem apertar, sem sair da área, não toquei em mais nada, comecei bem devagar, mas já tinha começado. Ela fazia uns barulhinhos com a saliva, como se fosse de dor, e soltava uns gemidinhos de dor que estavam me deixando muito excitado. Numa dessas, ela levantou os braços pra arrumar o cabelo e a saia dela desarrumou entre as coxas, levantou e deu pra ver a calcinha bem em cima da buceta dela. Ela fez um coque no cabelo, demorou um pouco, coisa que aproveitei pra ver como os lábios da ppk dela marcavam. Ela arrumou a saia um pouco, mas não baixou tudo, só se cobriu com as mãos. Dobrou o joelho um pouco e eu consegui ver as coxas gostosas dela e a beirada da calcinha descendo da virilha até a bunda. Ela viu de novo que eu tava olhando e se ajeitou. Nisso, levantei pra pegar mais pomada pra passar nela, mas esqueci completamente do meu pau duro e ela olhou como meu pique apontado direto pra buceta dela. Cara.
Minha tia: Acho que você vai ter que me levar pra cama, senão depois não vou conseguir, melhor já me deitar logo, meu amor.
Eu: Sim, tia, vou deitar a senhora, mas vou te carregar no colo.
Minha tia: Você me aguenta, filho?
Levantei ela pra levar pra cama, na cama dela tinha um monte de roupa que ela tinha lavado, mas estava toda bagunçada. Ela me disse pra só jogar de lado e fazer um espaço pra ela deitar. Entre as roupas tinha de tudo, dava pra ver calcinhas e sutiãs.
Minha tia: Assim mesmo, já já quando a Luci (minha prima) vier, ela arruma. Melhor me passar um comprimido de Flanax e água, por favor, meu filho.
Fui no armário pegar o comprimido e a água. Quando voltei, minha tia estava de regata e sutiã, flexionando e esticando a perna, com a cabeça deitada e os olhos fechados. Ela fazia movimentos com o joelho dobrado e abria a perna. Naquele momento já dava pra ver tudo, aquela buceta bem marcada, aquela coisinha pela qual eu tinha batido tanta punheta, estava ali na minha frente. Entrei como se nada fosse.
Eu: Trouxe dois pra senhora tomar um e o outro mais tarde, pra não ter que levantar.
Minha tia: Ai, meu amor, nem senti quando você entrou.
Minha tia se ajeitou e se cobriu com as mãos na buceta, se encolheu colocando as costas na cabeceira da cama, tomou o comprimido meio envergonhada pela minha presença.
Eu: Não precisa ter vergonha de mim, tia, a senhora ainda tem um corpo de dar inveja. Só quero passar mais um pouco de pomada e pronto, pra pomada penetrar e fazer efeito, e a senhora fica deitada.
Eu não queria sair do quarto dela, não queria parar de olhar pra ela, queria uma chance com ela e decidi me arriscar de vez. Minha tesão me empurrava a fazer mais com ela.
Minha tia: É verdade, meu filho, já de uma vez, vê se eu durmo um pouco até a hora do almoço. Enquanto isso, você pode fazer alguma coisa pra comer?
Eu: Sim, tia, não se preocupa, agora mesmo faço um cereal ou uns ovos. O importante é que a senhora não esteja com nada, senão te levo no médico. Insisti.
Minha tia: É só o machucado, mas preciso que você dobre ela pra não inchar, me dá mais uma massagenzinha, ela disse, toda safada.
Apoiou as mãos na cama, levantou só um pouquinho o corpo e se virou pra deitar. Fez careta de dor, fechou os olhos e se deitou. Com o movimento, a calcinha dela se ajustou mais no corpo, dava pra ver tudo claramente. A buceta dela se marcava bem gostosa, estampada naquela transparência, e os pelinhos apareciam na calcinha. Naquele momento, não aguentei mais e comecei a ficar muito excitado, de ver minha tia assim, praticamente nua, só de calcinha.
Minha tia: — Ai, meu filho, me espera, vou pegar meu blusão pra ficar mais confortável. Assim, vou acabar te mostrando tudo, você vai falar que tia é uma porca.
Eu: — Não, de porca nada. A senhora está muito gostosa, não se preocupe, tia, tá tudo bem. O importante é que a senhora fique bem do machucado.
Ela fez que ia pegar alguma coisa na roupa que estava na cama, mas só puxou uma camisa do Batman e colocou na barriga, como se fosse pra tampar a calcinha.
Minha tia: — Que coisas você fala, filho. Vira, não fica me olhando, que sou sua tia, menino. Agora não dá mais pra ver nada, né?
Eu: — Não, tia, assim tá bom. Se quiser, descanse. Deixa só eu passar bem esse remédio que tenho nas mãos.
Minha tia: — Vai lá, meu filho, que lindo.
Fiquei massageando o joelho dela, mas dessa vez subi um pouco mais. Ela reclinou a cabeça enquanto eu esfregava e comecei a flexionar o joelho dela. Como ela não me via, eu colocava a mão na coxa dela pra manobrar bem o joelho. Já tava fazendo com a intenção de abrir as pernas dela e ver a buceta, a calcinha. Comecei a fazer flexões e depois movimentos circulares com o joelho pra ela abrir mais as pernas e eu ver mais daquela ppk que já me deixava louco pra provar.
Minha tia: — Ai, meu filho, assim sinto que dói um pouco.
Eu: — Dói muito? Paro?
Minha tia: — Não, continua assim, porque é uma dorzinha que é gostosa.
Eu flexionava o joelho dela e as pernas se abriam. A camiseta que ela tinha colocado pra se tampar já não cobria mais nada. Agora sim, eu podia ver a buceta toda dela. prazer, como marcava a calcinha apertadinha dela, eu abria a perna dela e via como a beirada da calcinha se marcava na virilha dela e dava pra ver o enrugadinho do lábio da buceta dela, mais pra cima escapavam uns pelinhos pubianos, de repente coloquei minha mão ali na buceta dela e ela virou a cabeça pra ver o que tava rolando, tirei a mão e falei, desculpa tia, foi sem querer.
Nisso eu já tava com a pica bem dura, mas como tava sentado não dava pra ver, eu tava de short branco que uso pra dormir, daqueles de jogar futebol.
Eu: vou deixar a pomada aqui tia, vai sentir quente e depois frio, porque tem menta e essas coisas
Minha tia: sim meu filho, obrigada, deixa aqui no criado-mudo, faz alguma coisa pra gente comer
Eu: sim tia, mas vou tomar um banho primeiro
Nisso eu levantei e marcava a pica bem dura, fiz que tava ajeitando o short e me aproximei do criado-mudo pra deixar a pomada.
Fiquei de frente pra ela e vi que ela olhou de novo pra minha pica que tava marcando, ela encarou direto a pica e depois me olhou nos olhos, foram uns segundos e eu baixei o olhar pra buceta dela que tava bem marcada na calcinha, ela virou a cabeça pra ver o que eu tava olhando e a gente se olhou de novo nos olhos e ela voltou a olhar pra minha pica, agora ela não fez nada pra esconder a calcinha.
Minha tia: ai meu filho, vai entrar no banho?
Eu: sim tia, vou tomar um banho e já desço pra fazer alguma coisa pra comer; quando falei isso, ajeitei o short, mas ao mesmo tempo estiquei um pouco pra marcar mais a pica, tava tão excitado e com ela tão dura que dava pra ver a beirada da cabeça da pica quando estiquei o short e minha tia virou pra olhar minha pica.
Só ouvi ela fazer um barulho com a boca, com a saliva dela, tipo quando você saboreia alguma coisa, bem na hora que ela tava olhando pra pica eu passei a mão e só rocei a pica sem pegar, ela fez aquele barulho de saborear e só ouvi ela falar bem devagar.
Minha tia: ai meu filho, acho que tô te causando um probleminha aí, de ver sua tia assim
Eu: Tia, pra ser sincero Você me encanta desde que cheguei, tenho esse problema toda vez que te vejo.
Minha tia: já que você foi tão gentil comigo, posso ser igual e te ajudar com seu problema...
Enquanto aproximava a mão do meu pau e o acariciava com a ponta dos dedos.
EU: Sim, tia, adoraria, respondi muito nervoso, o coração estava saindo pela boca e sentia muitas cócegas no estômago.
Minha tia tirou meu pau da prisão dela, quando baixou meu short, ele saltou como uma mola.
Minha tia: que vergão lindo você tem, filho.
Eu: Pega ele, tia, é seu.
Ela enfiou meu pau bem duro na boquinha dela e começou a chupar de baixo pra cima, apertando entre os lábios.
EU: Quanto tempo você não tinha um pau bem duro pra você, tia?
Minha tia: Sim, gatinho, já estava precisando de uma boa piroca, mas me diz, o que você quer fazer comigo?
Eu: Quero te foder, tia, mas primeiro quero ver qual é o gosto da sua buceta, tô morrendo de vontade de provar.
Minha tia Estela esticou as pernas e tirou a calcinha, me oferecendo aquela xota pelada pra eu comer de chupadas. Eu desci pro poço pra beber na hora, lambi toda a virilha dela e escutei atento os barulhos de prazer dela, de mulher no cio.
Coloquei ela de quatro e abri as bundas dela e comecei a chupar o cu dela. Minha tia estava gozando com minha língua, então enfiei minha mão, coloquei o polegar no cuzinho da pepita dela e com os quatro dedos agarrei toda a virilha dela, e o do meio ficou bem no botãozinho, que aproveitei pra mexer e ouvir os gemidinhos dela enquanto continuava lambendo o cu dela como um louco, enfiava minha cara entre aquelas bundonas, aquelas bundas que eu tanto desejei. Era uma loucura. Tirei meu pau bem duro e enfiei na buceta dela, não podia acreditar, tava com minha tia de quatro, metendo toda minha piroca, até que empurrei ela e ela caiu com a bunda levantada sobre os peitos, e aí foi que enfiei bem fundo até que ela apertou meu pau com os espasmos da buceta dela, e me fez esguichar todo meu leite na pepita dela, gozei dentro da vagina dela, e ela reagiu e disse não, tira, gozo, que eu posso engravidar e já na minha idade. E ela. Tirei a porra da buceta dela, abrindo com os dedos, e ela levou a mão à boca provando o gosto da minha gozada.
Isso me excitou tanto, e pra finalizar ela ainda disse: "Ô filho, ninguém nunca me deu uma foda tão gostosa com tanto tesão igual você, que delícia, chupou minha bunda toda, meu amor. Você vai me comer sempre que eu quiser, sua tia, né?"
"Quando você quiser, tia. O mais engraçado é que nem da dor no joelho você lembrou enquanto eu te comia."
Minha tia: "hahaha é que você me comeu tão gostoso...Começo (Fudendo com minha tia)

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1 comentários - Começo (Fudendo com minha tia)

Estuvo buenísimo 😳🔥

Ojalá haya más historias tuyas y de tu tía 😳🔥🔥💛