Questão de... (conto gay)

Este relato é meio bizarro, talvez machuque algumas suscetibilidades sobre temas que não têm nada a ver com sexo... ou têm.
A personagem, fictícia como sempre, é um(a) garoto(a) CD que já botei pra rodar em outro relato que vocês podem ler nesta mesma página ("O templo dos deuses" 1 e 2, e "Primeira vez num posto de gasolina"). Ainda minha querida crossdresser não tem nome. Que tal me ajudarem a escolher um? (o nome, claro).

Oii meninaaas:

Com certeza alguma de vocês se lembra dessa putinha.
Já puderam me ler quando contei o que rolou (e rola, hmm) em "O templo dos deuses" e em "Primeira vez num posto de gasolina", então já sabem como eu sou.

Isso aconteceu no verão passado. Era um sábado de manhã, eu tava lavando em casa a calcinha e o baby doll que usei na noite anterior no Templo dos Deuses. Já imaginam o porcos que eles são, tavam cheias de porra dos meus Deuses (e da minha também, os orgasmos anais que meus deuses me dão são brutais). Desde que eles me atendem toda semana (e não só o carro, óbvio!), me sinto mais segura. A cum dos meus deuses aumenta minha autoestima, perdi um pouco o medo das velhas fofoqueiras do bairro e me mostro um pouquinho mais. Não é que eu saia na rua como a putinha que carrego dentro de mim, tanto não!, mas me soltei um pouco, sacaram?

Ai!, comecei a me perder nos detalhes, desculpa! Bom, tava lavando minhas coisinhas e a campainha tocou. Eu tava com uma legging azul de lycra que enfiava bem dentro da minha bunda pequena e uma calcinha azul França, linda! Em cima, uma regatinha velha e justa que marcava bem meus biquinhos. Olha!!!, não tomo hormônio, mas de tanto que meus deuses chupam e apalpam eles, cresceram um pouquinho, tão lindos.

Olhei pelo vidro da porta, lá fora tinha dois caras jovens, brancos, loiros, altos, magros, calça escura, camisa branca de manga curta, uma plaquinha azul pendurada no bolso, uns livros na mão. Com o calor que... Lá fora tinha pouca gente na rua, então esqueci das vizinhas chatas que me olham com nojo, abri a porta e fui até o portão do jeito que eu ando quando tô sozinha em casa. Siiim, já falei pra vocês, na rua dá pra perceber um pouquinho, quase nada, mas ai!, quando tô sozinha em casa, minha bunda pequenininha não consegue ficar parada.
— Bom dia, o que vocês precisam, moços? — Eu já sabia, mas me custa tão pouco fazer de besta, então tá.

Quando os loiros me viram, arregalaram os olhos e se olharam. Me cumprimentaram com um sotaque inglês bem forte, eram dois gringuinhos que vocês já imaginam do que vieram falar. Um sorrindo, o outro sério. Antes do sorridente começar, ouvi o outro falar pra ele:
— Bob, let's go right now, you see, he is faggot, he is a whore, he is a bitch —
— A lot better Jim, a soul in pain to save —
— Ok, Ok, but take care —

Claro, eles não imaginavam que esse moreno, favelado, pretinho cabeça, falava inglês tão bem quanto eles, mas continuei fazendo de besta, jiji, e dei um sorriso daqueles meus.

A verdade, meninas, eu gosto que esses caras dediquem horas da vida deles a isso, me enche de admiração. Mas eu tenho minhas crenças e ninguém vai mudar isso. Pra muitos, eu sou um degenerado, um condenado, um cara que vai queimar no sétimo círculo do inferno de Dante, um sodomita, um pervertido, um corruptor de menores (nunca), um excomungado. Mas Ele me fez assim e Ele é amor e Ela é tanto amor quanto Ele, e Ele viu que tudo que fez era bom, então tenho orgulho do que sou porque Ele me fez assim. Claro, continuo na moita porque vivo nessa sociedade de merda onde a gente é o pior, e pra não dar palha pras vizinhas chatas que acham que porque eu rebolo um pouco a bunda pequenininha e não tenho voz de caminhoneiro, vou comer os filhinhos delas e transformar numas degeneradinhas igual a mim, embora com certeza mais de um desses meninos já deve ter batido uma punheta pensando na minha bunda pequenininha. jiji.
Viram? Acabei me perdendo no caminho de volta. Bom, lá estavam os dois gringuinhos e eu com minha legging de lycra enfiada na bunda, meu sorriso mais gostoso de puta, e minhas mãos acariciando minhas nádegas, esperando que das vozes deles saíssem as verdades que me redimissem, mas os dois estavam mudos, me olhando de cima a baixo.
Finalmente o sorridente começou, e eu, que sou uma máquina de falar — vocês já perceberam, né? — comecei a rebater com meus argumentos:
— Por que o Livro do... diz que... —
— Ai, love, não me fala isso, se o amor é universal —
— Sim, mas se você lê o... — o sério rebatia
— Ai, meninos, meninos, verdade absoluta só tem uma, não se apegueeeem assim —
E enquanto a gente conversava, o sol batia de frente e nós três suávamos pra caralho.
— Gente, desculpem, vocês não querem continuar lá dentro? Assim a gente toma algo gelado — Eles se olharam, mas o calor venceu a desconfiança. Levei os dois pra minha salinha, mandei eles sentarem e fui pegar uma coca na cozinha. Quando olhei de relance, vi quatro pupilas cravadas na minha bundinha, jiji. "Será que é errado fazer eles pecarem?", pensei.
Já falei, na minha casa sou uma menina e com Jim e Bob eu era totalmente. Trouxe a bebida e uns sanduíches de miga que tinham sobrado de ontem (sim, bruxas, meus deuses do templo enchem minha bundinha, mas depois sentamos no escritório e enchem também minha barriguinha, jantamos todos juntos, são uns amores). Conversa vai, conversa vem, eu de pernas cruzadas como se não tivesse saco, e gesticulando feito a menina que sou. Boby me olhava de um jeito que parecia querer me despir, e sinceramente, ele era tão lindo que eu queria que me despisse. Jimmy, mais sério e calado, olhava pro Bob e olhava pra mim, mas eu percebia como de vez em quando ele coçava a braguilha.
Apesar de ainda ter na minha barriguinha as 6 ejaculações que meus deuses me deram na noite anterior no templo, vocês já sabem o quão tarada eu sou, minha buceta começou a pulsar, e quando pulsa, eu fico toda molhada! Até uso protetor diário. como "elas", ou pior, porque preciso pra minha buceta e pro meu clitóris. Não pensem mal, não sobe, é virgem e vai ser sempre virgem, mas às vezes se eu tô muito muito quente, fica babento e as calcinhas têm que ser cuidadas, viram o preço de um culotte da CC? Eu não uso qualquer marca!!! Ai desculpa, já me perdi no assunto de novo.
—Esses eu vou comer—, falei pra mim mesma. A desculpa veio na hora certa, o Boby deixou cair um pedaço de pão com maionese na camisa branca impecável e rolou pra calça preta.
—Ai como você se sujou, Boby, vem cá que a gente vê como limpa, já volto Jimmy— Levantei e o Boby me seguiu igual um cachorrinho, os olhos dele grudados na minha bunda. Meu quarto tem banheiro suíte, o que vocês acham? E onde eu ia levar o gringuinho? O cara viu a cama e congelou, me virei —vai, vem— levei ele pro banheiro. —Ai como você se sujou!, me espera— fui pegar um roupão meu, —desculpa, não é muito mascul...— fiquei dura e de boca aberta. O gringo tava com uma barraca na calça que quase rasgava o tecido!! Vocês me conhecem, meninas, me perdi, foda-se meu plano de sedução, me joguei quase, abaixei o zíper dele e em 10 segundos tava engolindo o pau dele até a garganta. Boby segurou minha cabeça e falando coisas que eu não entendia, começou a foder minha boca gostoso, me ajeitei pra não tossir e fiquei esperando igual a puta que sou enquanto minhas mãos se agarravam nos quadris dele e meus olhinhos lacrimejavam de esforço. Não durou muito, me inundou de porra americana, hmmm, deliciosa. Levantei pra beijar ele, Boby tava super ofegante, fez sinal pra eu não beijar, então olhando nos olhos dele engoli toda a porra dele, e me ajoelhei pra limpar a ferramenta branquíssima. E já que tava ali, depois de limpar continuei chupando aquela delícia grossa e quentinha, passei minha língua pela cabeça dele, procurei o furinho de prazer, lambi, percorri todo o tronco, desci pras bolas dele de gringo loiro, e engoli de novo. Com as mãos ele afastou minha cabeça da pica dele e ouvi ele dizer:
—Oh, my God, Não, o que foi que eu fiz?
- Não ia ficar calada!
- Ah, Boby, não seja bobo, aproveita!!!!- Engoli ele de novo, chupei como se minha vida dependesse daquilo, e consegui. Ele tava duro que nem pedra. Tirei a roupa como dava, baixei a calça dele e a cueca branquíssima, apoiei as mãos na pia e quebrei a cintura
- Me fode, Boby, me fode, pelo amor de Deeeeeeeeeus-
O gringo, ao ver minha buceta, perdeu todo o remorso, enfiou de uma vez até o fundo, ainda bem que eu tava tão molhada e dilatada que cabia até a de um cavalo.
O gringo bufava, eu gemia, a pia balançava a cada sentada que o Boby me dava. De repente, a porta do banheiro abre e aparece o Jimmy
- Que porra é essa que vocês tão fazendo?????- Sem parar de me arrombar, ouvi o Boby falar entre gemidos
- Tá vendo não?, fodendo essa puta. Não mente pra mim, você também quer!- A braguilha do Jimmy também tava prestes a explodir. Virei a cabeça e, com meu melhor sorriso de puta, falei pro Jimmy:
- Minha boquinha tá vazia- O Jimmy sorriu e a calça dele voou longe. Tirou minhas mãos da pia, me puxou e colocou o pau na minha boca, e essa puta, que na vida só tinha feito suruba com seus deuses do Olimpo, se viu com dois paus enormes dentro dela!!! Boby me segurava pela cintura e me levantava no ar a cada estocada, Jimmy me segurava pela cabeça e enfiava até a garganta, e eu, que queria mais que gemer, gritar de prazer, não conseguia. Ah, não, para, com uma cama, rainha como sua dona, a dois metros, estar trepando assim não fazia sentido.
- Gente, a cama, a cama-, consegui gritar quando tirei o pau do Jimmy da boca. Corri pra cama e me joguei de pernas pro ar na beirada, os gringos se olharam, -agora eu- disse o Jimmy, se posicionou entre minhas pernas e enfiou de uma vez, Ai, que prazer sentir aquela pica que chegava no meu umbigo. Boby ficou só olhando, por um momento achei que ele ia meter no Jimmy, mas se segurou, ficou só batendo punheta. enquanto eu olhava o Jimmy arrombando minha buceta. Eu via aquela pica enorme e branquinha de um cara loiro entrando e saindo da minha bunda morena e sabe o quê? Lembrei da maldição de Malinche, hehe, o loiro arrombando o neguinho sulamericano, mas sou mais piranha que nacionalista, e pensei "bom, uma hora encontro um kolla de pau grande que me encha de porra altiplânica ou um paraguaio gostoso que me coma em guarani, agora piranha, aproveita, enjoy!!!", fechei os olhos e gozei com aquela pica americana que me perfurava a buceta. E valeu a pena, logo senti a pica do Jimmy engrossar e me deliciei com seus gritos e seus palavrões em inglês enquanto me inundava, literalmente, a buceta de porra.
Nem deu tempo de me recuperar, aqueles dois me pegaram, Boby me colocou de quatro e enfiou a pica, e Jimmy veio na frente e colocou na altura dos meus lábios a pica molhada de sêmen e suco da minha buceta, o que eu podia fazer? Ora, abri os lábios e enfiei na boca, saboreei e curti o gosto da porra dele.
Não sei quanto tempo eles me comeram assim, só digo que tomei a segunda porra do Jimmy e minha buceta recebeu a do Boby. Os dois ficaram exaustos. Meus gringuinhos têm pau bom, mas não têm a potência dos meus deuses do Olimpo, meus argentinos incansáveis que, esses sim, me destroem.
Jimmy foi tomar banho. Boby ficou calado perto de mim, sem me tocar, sem me acariciar, sem me olhar. Enquanto o chuveiro corria, ele sentou na beirada da cama.
-Thanks, gracias, ainda não sei seu nome-
-Foi incrível, obrigada Boby-
-Mas... sei lá, isso não devia ter acontecido, nosso motivo era..., mas-
-Mas você encontrou uma piranha de Sodoma que te fez cair em tentação- Boby ficou vermelho e abaixou a cabeça. Quase ri, mas me segurei, fiquei com um pouco de pena dele, sabe?
-Ai, Boby!!, somos humanos, você não me machucou, não machuquei ninguém, a gente se deu um momento de prazer mútuo sem prejudicar ninguém. Que próximo a gente machucou, bobinho?-
-Ninguém, mas..... —Mas nada, ele é amor e quer que sejamos felizes. Você foi?
—Fui, mas...
—Mas NADA—, me levantei, peguei as bochechas dele entre minhas mãos e dei um beijinho suave nos lábios. Ele sorriu.
—Você é lindo—
—NÃO, não sou lindo, sou lindaaaa, sou uma DEUSA, pagã, mas deusa no fim—, caímos na gargalhada os dois, mas pra aliviar a culpa dele, vesti o roupão, não fosse a vista da minha bunda pequena incitá-lo a pecar de novo.

Jimmy saiu enrolado numa toalha e, sem falar, foi se trocar na sala. Boby também tomou banho.
Os dois foram embora quase sem me dirigir a palavra, só resmungando coisas entre si. Bom, pensei comigo, que experiência! Esses dois chegam em casa, pegam um chicote e começam a se flagelar nas costas, hehe.

A semana de trabalho veio pesada como sempre, atolada como sempre, mas com minha calcinha fio-dental por baixo da calça, como sempre. Sexta-feira, claro, fui pro lubrificante, o templo dos meus deuses, e como sempre me detonaram bonito, voltei com as pernas bambas e escorrendo porra nos meus protetores, acho que quando for vê-los vou usar absorvente. Tomei banho e fui dormir, morta, morta, morta, mas feliz!!!

Lá pelas 10 do sábado, entre sonhos, achei que ouvi a campainha, naaa, não tinha me recuperado da trepada dos meus deuses, não ia atender. Mas a campainha insistia. Eu durmo peladinha, vocês sabem. Tive que vestir meu roupão rosa e sair pra ver. A buceta começou a pulsar! Na porta estavam dois caras jovens, brancos, loiros, altos, magros, calça escura, camisa branca de manga curta, uma plaquinha azul pendurada no bolso, um deles com um livro na mão, o outro levando a mão pra braguilha, já imaginam quem eram, não é, amores?

3 comentários - Questão de... (conto gay)

como en el relato comienza diciendo que tiene una bombachita azul Francia, se me ocurrio que se podria llamar "Paris"