aqui vai o final dessa história
Espero que vocês tenham curtido muito ela.
valeu por ter lido
também os pontos com que premiam o trabalho deles
Naquele domingo, quando finalmente todo mundo foi embora, a gente começou a bater um papo sobre o que tinha rolado, tomando um fernet.
Viu, você perdeu de ver como a gente comeu a Adriana.
Claudia, não fui corno, não perdi nada. Quem fez a putinha dessa vagabunda virar pó foram os meus amigos.
Por que você diz isso? Eu comi ela até não aguentar mais.
Claudia, mas esses dois transam melhor que você, amor. Pelo menos me encheram todinha. Vou te contar, eles me fizeram gozar igual uma gostosa. Adorei. Agora, o que você vai fazer? Porque não vou parar de transar com outros caras, bebê. Você pode continuar comendo aquela puta, mas eu, eu vou comer todas as picas que eu conseguir.
Você fala sério que eles transam melhor que eu?
Claudia, eu te avisei que isso podia acontecer, amor, e também te falei que se eu gostasse, não ia parar. E, bom, adorei.
A única coisa que peço é que você não faça isso escondido, como ontem, quando me deixou sozinho com a puta da sua irmã.
Claudia, você não me deu tempo, céu. Fui na casa da minha mãe, mas no caminho encontrei o Sergio.
E você comeu ele.
Claudia, sim, amor. Assim foram seus primeiros chifres. Mas não foi igual ao de hoje, bebê.
Ele não te comeu direito?
Claudia, sim, bebê, ele me comeu como sempre fez, mas eu queria mais. E hoje consegui. Agora é verdade, você me fez muito feliz.
Fico feliz por isso, céu, mas por quê? Por se entregar pros meus amigos?
Claudia, não, bobinho. Por humilhar tanto a puta da minha irmã. Você não viu como ela foi embora? Mal conseguia andar, aquela vagabunda.
Não quero nem imaginar o que rolou no trem.
Claudia, tomara que tenham comido ela lá também.
Ela deve ter chegado arrastando em casa, coitadinha.
Claudia, não se preocupa, amor. Não vai ser a primeira vez. Aquela puta não aprende. Ai, o que você tá fazendo? Quer me comer agora? Não, bebê, eu também tô toda quebrada.
Assim a puta da minha namorada me deixou na vontade, e eu não podia culpar ela. Eu tinha começado esse jogo, e agora ela tava no controle. Durante a semana a gente não transou, e na quarta-feira, quando cheguei... Depois do trabalho, depois de jantar, tomando uma breja ela me disse:
Claudia: Hoje estive com a Adriana, a puta me contou tudo. Ela tá muito afim de você, quer que você coma ela de novo, mas pelo que ela disse, não gostou nada do jeito que você humilhou ela. Não sabe como eu ri por dentro. Falei pra ela que você é sem sal mesmo e que isso é o que ela merece por ficar te provocando por tanto tempo. E, acredite se quiser, isso deixou ela com mais tesão. Você comeria ela de novo, amor?
Sem dúvida, adoraria deixar a puta ainda pior.
Claudia: Que bom, meu bem. Eu tenho umas coisinhas que quero que você faça com ela.
Tipo o quê, bebê?
Claudia: Sei lá, queria ver ela bem arrombada.
Você tem uma obsessão com isso, bebê.
Claudia: Sabe que sim? Neste fim de semana, espero que seus amiguinhos venham de novo, mas desta vez quero que você esteja aqui.
Mas eles já te comeram?
Claudia: Sim, mas não como ela. Ela teve duas picas juntas dentro dela a tarde inteira, céu.
Ela teve três, amor. Você quer isso?
Claudia: Quero ser tão puta quanto ela, amor, e você vai me ajudar com isso.
Claro que vou te ajudar, mas ver isso não me agrada muito.
Claudia: Quando você ver, vai ficar tão excitado, corno, que não vai parar de bater punheta.
Mas eu também quero te comer.
Claudia: Isso, quando eles terminarem comigo, claro que sim.
Pode deixar, amor.
Naquela noite, eu quis comer ela, mas só consegui que ela me fizesse um boquete monumental. Não sei se foi porque eu não comia há muito tempo ou o quê, mas eu enchi a boca dela de porra e a garota não engoliu. Ela procurou minha boca e me beijou, inundando minha boca com a porra que eu tinha deixado nela, e não parou de me beijar até eu engolir tudo e deixar a boca dela limpa. Aí ela sentenciou:
Claudia: Já gostou, amor? Se acostuma. Viu que delícia que é? Esse leite você vai tomar todinho, céu.
Não respondi. A ideia dela era que eu engolisse a porra dos caras dela. Me dava tesão ser tão corno na frente dela. Claudia pediu pra fazer um 69 e, enquanto eu chupava a buceta linda dela, ela chupava minha pica de novo. nada, a vadia começou a chupar meu cu, isso me fez tremer, ela abriu minhas nádegas e começou a brincar com a língua no meu cu como eu fazia com a minha língua na pussy dela, era uma delícia até que senti a vadia enfiar um dedo dentro do meu cu, isso me fez rebolar e me deixei levar, deixei ela fazer e comecei a gostar, depois foram dois e até três, aí doeu.
Ai vadia, não
Claudia, desculpa, amor
Continuei chupando a pussy dela e também coloquei um dedo dentro, aí minha vadia começou a se mexer e eu soube que ela ia gozar, meti mais forte fazendo a Claudia gozar, mas quando ela gozou, ela enfiou os quatro dedos enterrando até o punho, literalmente tinha arrombado meu cu, reclamei mas ela não parou de meter e tirar os dedos enquanto ao mesmo tempo chupava minha cock, fiquei quietinho e comecei a gozar de novo dentro da bunda dela, quando gozei ela saiu de baixo de mim e como se estivesse planejado eu procurei a boca dela e aceitei o beijo dela pra engolir toda a minha porra, depois disso dormimos abraçados, na quinta-feira aconteceu a mesma coisa, quando fomos pra cama já estava esperando a Claudia brincar com meu cu, dessa vez foi mais fundo e claro que deixou meu cu mais arrombado e engoli minha porra de novo, na sexta quando chegamos na cama ela disse
Claudia: amorzinho, hoje você vai ser minha vadia de novo
Como você quiser, bebê
A verdade é que me excitou essa ideia, a ideia de ser um cuck e me tornar a vadia dela, se me perguntam se eu gostava que minha mina arrombasse meu cu eu digo que adorava e por isso subi na cama e sozinho fiquei de quatro, Claudia deu uma gargalhada e subiu em cima de mim e começou a brincar com meu cu, dessa vez não eram mais os dedos dela, algo maior estava me comendo e de repente ela disse
Claudia: que lindo vai ser ver como meus novos brinquedos arrombam o cu do cuck, assim seus amigos vão arrombar seu cu, minha vida
Eu estava voando de tesão e por isso quase não conseguia Falar, Claudia, além de me foder, ela também tava me punhetando, e isso tava me deixando louco de prazer. Quando eu gozei, ela colocou a mão dela e passou no meu rosto, deixei ela enfiar na minha boca e chupei tudo. Depois disso, foi minha vez de meter em Claudia. Peguei ela com fúria, a mesma fúria que ela usou pra foder a irmã dela. Não parei até deixar a bunda e a buceta dela cheias da minha porra. Quando finalmente consegui, falei pra ela:
"Ninguém vai me comer a menos que depois ele também se deixe comer. Então vai tirando essa ideia da cabeça."
Claudia respondeu: "E por que não, se você gosta do meu cuckold divino?"
Naquele sábado, Claudia foi me enchendo a cabeça, me chamando de promíscuo toda hora e, sempre que podia, passava a mão na minha bunda. Finalmente meus amigos chegaram, incluindo o Jorge. Isso era muito estranho, porque Javier e Carlos sabiam muito bem das minhas diferenças com o Jorge. Ele não era meu inimigo, mas sempre que podia, tirava sarro de mim. Era inacreditável o que rolava entre a gente: Jorge sempre me vencia e fazia questão de me lembrar disso. Também sabia que ele já tinha comido minha mãe mais de uma vez e foi o responsável por fazer ela passar por uma puta no final do ensino médio. Não podia culpá-lo, era verdade: minha mãe tinha sido a puta dele e de vários outros no final da escola, mas ele foi o grande responsável por isso. E eu já via o futuro chegando: ele seria quem daria o diploma de puta com todas as honras e medalha pra minha namorada. Afinal, era pra isso que ele tinha vindo: comer minha namorada junto com meus amigos de sempre. A sensação de me tornar um perdedor absoluto de novo foi estranha. Em vez de sentir indignação, mesmo tendo o poder de parar essa loucura, eu ficava com tesão e crescia em mim um desejo incontrolável de ser o corno mais perdedor do planeta. E se pra isso eu tivesse que entregar minha bundinha minúscula, eu sabia muito bem que faria, assim como sabia que era isso que inevitavelmente ia acontecer. Não demorou nada pra eles levarem Claudia pro quarto. A puta tava ansiosa pra ser possessa pelo meu inimigo na minha cara e eu só esperava que aquilo acontecesse, tudo foi muito rápido, lá estava ela, ajoelhada na frente daqueles três grandes males, se revezando na missão de chupar as picas deles enquanto eu, do lado, batia uma punheta olhando como ela mandava bem, então aconteceu o que tinha que acontecer, no silêncio de todos ela me olhou e disse o que eu talvez queria ouvir
Claudia love, por que você não vem me ajudar, bebê, não vê que são muitas picas pra mim sozinha, vai, vem chupar também, eu te ensino como faz
Me ajoelhei junto com ela e ajudei a chupar as picas deles, que nessa altura já estavam igual três ferros quentes, então soou a voz do Jorge, sempre mandona
Jorge bom, chega, vamos pra cama, já sabem o que fazer, não quero desperdiçar meu gozo
Claudia vem love, eu não vou dar conta dos três
Sem pensar e sabendo que estava totalmente dominado, acompanhei a Claudia e subi na cama me colocando de quatro junto com ela, não sei quem me comeu primeiro, mas como pude escondi meu grande grito de dor, embora não consegui evitar que minhas lágrimas caíssem, nunca pensei que seria tão doloroso, era diferente de quando a Claudia fazia, sentir aquela barra de carne quente tomar conta do meu corpo foi algo doloroso e tremendo, mas depois de um tempo sendo comido as coisas mudaram e o prazer invadiu minha mente e meu corpo também, a Claudia não parava de gemer assim como o Jorge de zoar de mim, estava claro que ele já era meu dono, tinha me vencido e estava fazendo o que queria comigo e com minha mulher, mas o que ele fazia era muito prazeroso, agora era a hora de entender minha velha, sentir aquela pica era a melhor sensação que já tinha sentido na minha vida, ainda mais do que sentir a pica do Claudio e do Javier, os três me comeram pra me manter ocupado, enquanto um me arrebentava o cu os outros dois tomavam conta da minha mina dando pica por todos os lados, o Jorge me fez limpar o cu dele e usei a palavra: buceta todas as vezes que a Encheram a gente e depois até chuparam minha boca, e aí o Javier e o Carlos fizeram também, coisa que eu nunca imaginaria. Aquela noite de sábado foi interminável, só lembro que quando foram embora, nos deixaram largados na cama, todos melados de porra.
Naquele domingo acordamos exatamente como nos deixaram. A primeira coisa que fizemos foi tomar um banho longo, quase sem falar nada. Trocamos os lençóis e, enquanto tomávamos café, a Claudia começou a falar sobre o que tinha acontecido, me fazendo lembrar no que eu tinha me transformado, como se eu precisasse saber. Agora, além de ser um grande corno manso, era viado, e quem tinha me dominado era meu inimigo, que a partir de agora, segundo ela, era meu dono.
Bom, a verdade é que ele sempre foi. Durante todo o ensino médio, ele me fez sentir um perdedor, até que no último ano eu não queria mais ir praquela escola. Faltando pouco pra me formar, graças a ele, eu vivi um inferno.
Claudia: Como assim, você viveu um inferno?
Bom, foi ideia da minha mãe ir enfrentar ele na casa dele pra ele parar de me encher o saco, e as coisas não saíram como eu esperava. O Jorge fez dela uma puta. Primeiro, obrigou ela a chupar o pau dele, e se ela fizesse, ele jurava que ia parar de me perturbar. Minha mãe fez, e eles acabaram transando. Ele comeu minha mãe, o filho da puta, até arrombou o cu dela. Imagina o que foi aquilo. Minha mãe virou uma puta, e ele se aproveitou. Não passavam dois dias e o Jorge comia ela de novo. Até que um dia, quando a gente já não ia mais pra escola, o filho da puta fez ela transar com os amigos dele na minha própria casa, numa tarde que eu não estava. Embora naquela época eu já soubesse que minha mãe era a puta do Jorge, e mesmo tendo conseguido me vingar dele, não sei por quanto tempo ele continuou comendo ela.
Claudia: Como foi que você se vingou dele?
Fácil. Comi a namorada dele, e desde então fizemos um pacto: ele deixaria minha mãe em paz, e eu deixaria a namorada dele em paz.
Claudia: E agora, o que você pretende fazer, promíscuo? Porque ele vai continuar vindo me comer, e de quebra, também vai te comer. Dando o cu pra você, amorzinho, porque você gostou que ele te comeu, não pode negar pra mim.
Também gostei de como o Carlos e o Javier fizeram, mas com eles é diferente.
Claro, bebê, eles não são seus inimigos, mas o Jorge sim, amorzinho. Jorge te venceu, ele sempre teve razão. Você é um perdedor, um mariconzinho, bebê. Você adora um pau, que te arrebentem bem a bundinha, mas além de arrebentar sua bunda, ele também te domina. Por isso ele é seu dono, bebê, porque você faz tudo que ele quiser, amor. Assim como a Adriana faz com você, mas agora não sei se você vai comer ela.
Pode ter certeza que sim, quero comer ela e já estou pensando em como vou fazer. Isso que aconteceu ontem à noite, não pense que me faz menos homem e também não significa que vai acontecer com frequência. Eu mentia pra ela e mentia pra mim mesmo. De entregar o cu não se volta, e eu não só entreguei, como também dei de presente não só pros meus amigos, mas também pro meu odiado inimigo. Me sentia vencido, e o mais estranho é que essa humilhação fazia meu pau endurecer. Foi assim que naquele dia combinamos de esconder tudo da Adriana e continuar com os encontros de amigos, onde, claro, sempre acabava sofrendo os caprichos do meu inimigo.
Espero que vocês tenham curtido muito ela.
valeu por ter lido
também os pontos com que premiam o trabalho deles
Naquele domingo, quando finalmente todo mundo foi embora, a gente começou a bater um papo sobre o que tinha rolado, tomando um fernet.
Viu, você perdeu de ver como a gente comeu a Adriana.
Claudia, não fui corno, não perdi nada. Quem fez a putinha dessa vagabunda virar pó foram os meus amigos.
Por que você diz isso? Eu comi ela até não aguentar mais.
Claudia, mas esses dois transam melhor que você, amor. Pelo menos me encheram todinha. Vou te contar, eles me fizeram gozar igual uma gostosa. Adorei. Agora, o que você vai fazer? Porque não vou parar de transar com outros caras, bebê. Você pode continuar comendo aquela puta, mas eu, eu vou comer todas as picas que eu conseguir.
Você fala sério que eles transam melhor que eu?
Claudia, eu te avisei que isso podia acontecer, amor, e também te falei que se eu gostasse, não ia parar. E, bom, adorei.
A única coisa que peço é que você não faça isso escondido, como ontem, quando me deixou sozinho com a puta da sua irmã.
Claudia, você não me deu tempo, céu. Fui na casa da minha mãe, mas no caminho encontrei o Sergio.
E você comeu ele.
Claudia, sim, amor. Assim foram seus primeiros chifres. Mas não foi igual ao de hoje, bebê.
Ele não te comeu direito?
Claudia, sim, bebê, ele me comeu como sempre fez, mas eu queria mais. E hoje consegui. Agora é verdade, você me fez muito feliz.
Fico feliz por isso, céu, mas por quê? Por se entregar pros meus amigos?
Claudia, não, bobinho. Por humilhar tanto a puta da minha irmã. Você não viu como ela foi embora? Mal conseguia andar, aquela vagabunda.
Não quero nem imaginar o que rolou no trem.
Claudia, tomara que tenham comido ela lá também.
Ela deve ter chegado arrastando em casa, coitadinha.
Claudia, não se preocupa, amor. Não vai ser a primeira vez. Aquela puta não aprende. Ai, o que você tá fazendo? Quer me comer agora? Não, bebê, eu também tô toda quebrada.
Assim a puta da minha namorada me deixou na vontade, e eu não podia culpar ela. Eu tinha começado esse jogo, e agora ela tava no controle. Durante a semana a gente não transou, e na quarta-feira, quando cheguei... Depois do trabalho, depois de jantar, tomando uma breja ela me disse:
Claudia: Hoje estive com a Adriana, a puta me contou tudo. Ela tá muito afim de você, quer que você coma ela de novo, mas pelo que ela disse, não gostou nada do jeito que você humilhou ela. Não sabe como eu ri por dentro. Falei pra ela que você é sem sal mesmo e que isso é o que ela merece por ficar te provocando por tanto tempo. E, acredite se quiser, isso deixou ela com mais tesão. Você comeria ela de novo, amor?
Sem dúvida, adoraria deixar a puta ainda pior.
Claudia: Que bom, meu bem. Eu tenho umas coisinhas que quero que você faça com ela.
Tipo o quê, bebê?
Claudia: Sei lá, queria ver ela bem arrombada.
Você tem uma obsessão com isso, bebê.
Claudia: Sabe que sim? Neste fim de semana, espero que seus amiguinhos venham de novo, mas desta vez quero que você esteja aqui.
Mas eles já te comeram?
Claudia: Sim, mas não como ela. Ela teve duas picas juntas dentro dela a tarde inteira, céu.
Ela teve três, amor. Você quer isso?
Claudia: Quero ser tão puta quanto ela, amor, e você vai me ajudar com isso.
Claro que vou te ajudar, mas ver isso não me agrada muito.
Claudia: Quando você ver, vai ficar tão excitado, corno, que não vai parar de bater punheta.
Mas eu também quero te comer.
Claudia: Isso, quando eles terminarem comigo, claro que sim.
Pode deixar, amor.
Naquela noite, eu quis comer ela, mas só consegui que ela me fizesse um boquete monumental. Não sei se foi porque eu não comia há muito tempo ou o quê, mas eu enchi a boca dela de porra e a garota não engoliu. Ela procurou minha boca e me beijou, inundando minha boca com a porra que eu tinha deixado nela, e não parou de me beijar até eu engolir tudo e deixar a boca dela limpa. Aí ela sentenciou:
Claudia: Já gostou, amor? Se acostuma. Viu que delícia que é? Esse leite você vai tomar todinho, céu.
Não respondi. A ideia dela era que eu engolisse a porra dos caras dela. Me dava tesão ser tão corno na frente dela. Claudia pediu pra fazer um 69 e, enquanto eu chupava a buceta linda dela, ela chupava minha pica de novo. nada, a vadia começou a chupar meu cu, isso me fez tremer, ela abriu minhas nádegas e começou a brincar com a língua no meu cu como eu fazia com a minha língua na pussy dela, era uma delícia até que senti a vadia enfiar um dedo dentro do meu cu, isso me fez rebolar e me deixei levar, deixei ela fazer e comecei a gostar, depois foram dois e até três, aí doeu.
Ai vadia, não
Claudia, desculpa, amor
Continuei chupando a pussy dela e também coloquei um dedo dentro, aí minha vadia começou a se mexer e eu soube que ela ia gozar, meti mais forte fazendo a Claudia gozar, mas quando ela gozou, ela enfiou os quatro dedos enterrando até o punho, literalmente tinha arrombado meu cu, reclamei mas ela não parou de meter e tirar os dedos enquanto ao mesmo tempo chupava minha cock, fiquei quietinho e comecei a gozar de novo dentro da bunda dela, quando gozei ela saiu de baixo de mim e como se estivesse planejado eu procurei a boca dela e aceitei o beijo dela pra engolir toda a minha porra, depois disso dormimos abraçados, na quinta-feira aconteceu a mesma coisa, quando fomos pra cama já estava esperando a Claudia brincar com meu cu, dessa vez foi mais fundo e claro que deixou meu cu mais arrombado e engoli minha porra de novo, na sexta quando chegamos na cama ela disse
Claudia: amorzinho, hoje você vai ser minha vadia de novo
Como você quiser, bebê
A verdade é que me excitou essa ideia, a ideia de ser um cuck e me tornar a vadia dela, se me perguntam se eu gostava que minha mina arrombasse meu cu eu digo que adorava e por isso subi na cama e sozinho fiquei de quatro, Claudia deu uma gargalhada e subiu em cima de mim e começou a brincar com meu cu, dessa vez não eram mais os dedos dela, algo maior estava me comendo e de repente ela disse
Claudia: que lindo vai ser ver como meus novos brinquedos arrombam o cu do cuck, assim seus amigos vão arrombar seu cu, minha vida
Eu estava voando de tesão e por isso quase não conseguia Falar, Claudia, além de me foder, ela também tava me punhetando, e isso tava me deixando louco de prazer. Quando eu gozei, ela colocou a mão dela e passou no meu rosto, deixei ela enfiar na minha boca e chupei tudo. Depois disso, foi minha vez de meter em Claudia. Peguei ela com fúria, a mesma fúria que ela usou pra foder a irmã dela. Não parei até deixar a bunda e a buceta dela cheias da minha porra. Quando finalmente consegui, falei pra ela:
"Ninguém vai me comer a menos que depois ele também se deixe comer. Então vai tirando essa ideia da cabeça."
Claudia respondeu: "E por que não, se você gosta do meu cuckold divino?"
Naquele sábado, Claudia foi me enchendo a cabeça, me chamando de promíscuo toda hora e, sempre que podia, passava a mão na minha bunda. Finalmente meus amigos chegaram, incluindo o Jorge. Isso era muito estranho, porque Javier e Carlos sabiam muito bem das minhas diferenças com o Jorge. Ele não era meu inimigo, mas sempre que podia, tirava sarro de mim. Era inacreditável o que rolava entre a gente: Jorge sempre me vencia e fazia questão de me lembrar disso. Também sabia que ele já tinha comido minha mãe mais de uma vez e foi o responsável por fazer ela passar por uma puta no final do ensino médio. Não podia culpá-lo, era verdade: minha mãe tinha sido a puta dele e de vários outros no final da escola, mas ele foi o grande responsável por isso. E eu já via o futuro chegando: ele seria quem daria o diploma de puta com todas as honras e medalha pra minha namorada. Afinal, era pra isso que ele tinha vindo: comer minha namorada junto com meus amigos de sempre. A sensação de me tornar um perdedor absoluto de novo foi estranha. Em vez de sentir indignação, mesmo tendo o poder de parar essa loucura, eu ficava com tesão e crescia em mim um desejo incontrolável de ser o corno mais perdedor do planeta. E se pra isso eu tivesse que entregar minha bundinha minúscula, eu sabia muito bem que faria, assim como sabia que era isso que inevitavelmente ia acontecer. Não demorou nada pra eles levarem Claudia pro quarto. A puta tava ansiosa pra ser possessa pelo meu inimigo na minha cara e eu só esperava que aquilo acontecesse, tudo foi muito rápido, lá estava ela, ajoelhada na frente daqueles três grandes males, se revezando na missão de chupar as picas deles enquanto eu, do lado, batia uma punheta olhando como ela mandava bem, então aconteceu o que tinha que acontecer, no silêncio de todos ela me olhou e disse o que eu talvez queria ouvir
Claudia love, por que você não vem me ajudar, bebê, não vê que são muitas picas pra mim sozinha, vai, vem chupar também, eu te ensino como faz
Me ajoelhei junto com ela e ajudei a chupar as picas deles, que nessa altura já estavam igual três ferros quentes, então soou a voz do Jorge, sempre mandona
Jorge bom, chega, vamos pra cama, já sabem o que fazer, não quero desperdiçar meu gozo
Claudia vem love, eu não vou dar conta dos três
Sem pensar e sabendo que estava totalmente dominado, acompanhei a Claudia e subi na cama me colocando de quatro junto com ela, não sei quem me comeu primeiro, mas como pude escondi meu grande grito de dor, embora não consegui evitar que minhas lágrimas caíssem, nunca pensei que seria tão doloroso, era diferente de quando a Claudia fazia, sentir aquela barra de carne quente tomar conta do meu corpo foi algo doloroso e tremendo, mas depois de um tempo sendo comido as coisas mudaram e o prazer invadiu minha mente e meu corpo também, a Claudia não parava de gemer assim como o Jorge de zoar de mim, estava claro que ele já era meu dono, tinha me vencido e estava fazendo o que queria comigo e com minha mulher, mas o que ele fazia era muito prazeroso, agora era a hora de entender minha velha, sentir aquela pica era a melhor sensação que já tinha sentido na minha vida, ainda mais do que sentir a pica do Claudio e do Javier, os três me comeram pra me manter ocupado, enquanto um me arrebentava o cu os outros dois tomavam conta da minha mina dando pica por todos os lados, o Jorge me fez limpar o cu dele e usei a palavra: buceta todas as vezes que a Encheram a gente e depois até chuparam minha boca, e aí o Javier e o Carlos fizeram também, coisa que eu nunca imaginaria. Aquela noite de sábado foi interminável, só lembro que quando foram embora, nos deixaram largados na cama, todos melados de porra.
Naquele domingo acordamos exatamente como nos deixaram. A primeira coisa que fizemos foi tomar um banho longo, quase sem falar nada. Trocamos os lençóis e, enquanto tomávamos café, a Claudia começou a falar sobre o que tinha acontecido, me fazendo lembrar no que eu tinha me transformado, como se eu precisasse saber. Agora, além de ser um grande corno manso, era viado, e quem tinha me dominado era meu inimigo, que a partir de agora, segundo ela, era meu dono.
Bom, a verdade é que ele sempre foi. Durante todo o ensino médio, ele me fez sentir um perdedor, até que no último ano eu não queria mais ir praquela escola. Faltando pouco pra me formar, graças a ele, eu vivi um inferno.
Claudia: Como assim, você viveu um inferno?
Bom, foi ideia da minha mãe ir enfrentar ele na casa dele pra ele parar de me encher o saco, e as coisas não saíram como eu esperava. O Jorge fez dela uma puta. Primeiro, obrigou ela a chupar o pau dele, e se ela fizesse, ele jurava que ia parar de me perturbar. Minha mãe fez, e eles acabaram transando. Ele comeu minha mãe, o filho da puta, até arrombou o cu dela. Imagina o que foi aquilo. Minha mãe virou uma puta, e ele se aproveitou. Não passavam dois dias e o Jorge comia ela de novo. Até que um dia, quando a gente já não ia mais pra escola, o filho da puta fez ela transar com os amigos dele na minha própria casa, numa tarde que eu não estava. Embora naquela época eu já soubesse que minha mãe era a puta do Jorge, e mesmo tendo conseguido me vingar dele, não sei por quanto tempo ele continuou comendo ela.
Claudia: Como foi que você se vingou dele?
Fácil. Comi a namorada dele, e desde então fizemos um pacto: ele deixaria minha mãe em paz, e eu deixaria a namorada dele em paz.
Claudia: E agora, o que você pretende fazer, promíscuo? Porque ele vai continuar vindo me comer, e de quebra, também vai te comer. Dando o cu pra você, amorzinho, porque você gostou que ele te comeu, não pode negar pra mim.
Também gostei de como o Carlos e o Javier fizeram, mas com eles é diferente.
Claro, bebê, eles não são seus inimigos, mas o Jorge sim, amorzinho. Jorge te venceu, ele sempre teve razão. Você é um perdedor, um mariconzinho, bebê. Você adora um pau, que te arrebentem bem a bundinha, mas além de arrebentar sua bunda, ele também te domina. Por isso ele é seu dono, bebê, porque você faz tudo que ele quiser, amor. Assim como a Adriana faz com você, mas agora não sei se você vai comer ela.
Pode ter certeza que sim, quero comer ela e já estou pensando em como vou fazer. Isso que aconteceu ontem à noite, não pense que me faz menos homem e também não significa que vai acontecer com frequência. Eu mentia pra ela e mentia pra mim mesmo. De entregar o cu não se volta, e eu não só entreguei, como também dei de presente não só pros meus amigos, mas também pro meu odiado inimigo. Me sentia vencido, e o mais estranho é que essa humilhação fazia meu pau endurecer. Foi assim que naquele dia combinamos de esconder tudo da Adriana e continuar com os encontros de amigos, onde, claro, sempre acabava sofrendo os caprichos do meu inimigo.
2 comentários - Desejos que te fazem corno e puto
Me encanta cuando uno macho domina al cornudo!
gracias x comentar