Minha primeira vezAno de 2022, 6º ano do ensino médio, nesse ano a gente foi pra Bariloche na viagem de formatura, todas nós tava eufórica com a viagem, uma semana de pura putaria, muito álcool e loucura.
Umas semanas antes, com meu grupo de amigas, a gente começou a falar de caras e se a gente ia pegar alguém da turma e ver no destino se tinha algum cara gostoso.
Nessa conversa, Maria, Paula e Laura falaram dos caras que elas já tinham experimentado: Matias, Lautaro, Federico, Agustín e Julian. O Matias tinha ficado com a Maria, e ela comentou que ele não era um bom candidato, e a Paula falou a mesma coisa do Federico. Depois, a Laura, falando do Lautaro e do Agustín, disse que eram candidatos decentes, mas que o Julian era horrível.
Depois me perguntaram como eu tava, e eu respondi que o Tomás (que era do outro 6º ano) me parecia bonito. A Maria me perguntou: "Mas como ele come?", e eu respondi que não sabia. Todas me olharam com cara de confusão.
A Laura me perguntou se eu já tinha perdido a virgindade. Eu respondi que não. Ela me aconselhou a não chegar virgem em Bariloche, ou então arrumar um candidato muito bom.
Os dias passaram, e uma semana antes, eu tava sozinha em casa à noite. Como meus pais não gostavam que eu ficasse sozinha à noite, eles deixaram eu chamar minhas amigas, mas só a Laura pôde vir.
Em um momento, ela puxou o assunto de novo, perguntando se eu ainda era virgem. Eu respondi que sim. Ela perguntou se eu ia chegar virgem em Bariloche. Eu olhei pra ela e dei de ombros.
Quando a gente terminou de comer, eu levantei os pratos e levei pra pia. Ela se aproximou, me abraçou por trás e disse que me amava. Eu respondi que também amava ela, e aí começou a parte interessante.
Ela desceu a mão devagar e começou a me apalpar por cima da roupa. Eu senti uma onda de calor que subiu das minhas pernas até a cabeça.
Mas eu tirei a mão dela e falei: "Não, para." Me virei, a gente se olhou fixamente. Na minha cabeça, tinha um mar de dúvidas: "Isso que a gente tá fazendo é certo? Mas ela é minha amiga. E se meus pais chegarem? Nossos olhares continuavam fixos, ela se atreveu a me dar um beijo, eu na minha cabeça pensei "já foi" e continuei aquele beijo apaixonado que eu nunca tinha sentido antes.
Ela parou, me olhou e disse: "Vamos pro teu quarto?" Eu só concordei com a cabeça.
Entramos no meu quarto, ela tirou a camiseta, ficando só de sutiã e short, nos beijamos de novo, ela se deita e faz sinal pra eu ir, eu deito e continuamos nos beijando, eu tiro o moletom, ficando de peito nu e short, enquanto ela tira o short, ficando só de calcinha fio dental.
Ela coloca a mão dela por dentro do meu short, massageando minha buceta devagar, enquanto a gente continuava aquele beijo eterno. Eu, com um pouco de vergonha, toco um pouco, ela corta o beijo e solta um gemido leve, depois me diz: "Espera", enquanto se levanta. Eu tiro o short, ela tira a calcinha fio dental e o sutiã, e eu tiro a minha calcinha também. Ela vai até a mochila dela e tira um dildo, lubrificante, camisinhas e um pepino que era maior que o dildo, joga tudo na cama. Eu fiquei olhando tudo, ela me diz: "Fica tranquila, você vai provar o que quiser." Eu concordei com a cabeça. Ela se deita de novo comigo, mas agora as duas completamente peladas, começamos a nos beijar, enquanto nos tocávamos o corpo todo, desde os peitos até a buceta e o cu. Em um momento, ela pega o dildo, uma camisinha e me pergunta: "Quer experimentar?" Eu disse que sim, sem dúvida, era algo que eu nunca tinha sentido. Ela coloca a camisinha no dildo, me dá e pega o lubrificante. Ela me explica de um jeito muito sexy como fazer, coloca um pouco de lubrificante e coloca a mão dela sobre a minha, enquanto o dildo entra devagar. Senti um calor intenso e meu coração acelerou, sentia como ele entrava pouco a pouco em mim, eu soltava pequenos gemidos e suspiros, até que em um momento não entrava mais. Ela me olhou e disse: "Não entra mais, tá doendo?" Eu balancei a cabeça dizendo "mais ou menos". Ela me disse: "É normal", tira ele devagar, coloca um pouco mais de lubrificante, se posiciona na ponta da cama e começa a chupar minha buceta, enfiando... pouco a língua dela e estimulando o clitóris
Depois coloca um pouco mais de lubrificante na minha buceta e começamos de novo a meter o dildo, chegou o ponto de novo onde não entrava, ela empurra um pouco mais, eu gemi mais alto, mas continuei acompanhando o movimento, até que senti algo se abrir, aí eu gemi muito mais forte e longo, saiu um pouquinho de sangue, ela disse "tá tranquila, é normal, continua sozinha", ela pegou o pepino, colocou uma camisinha e um pouco de lubrificante e meteu nele, os gemidos dela eram lindos, eu continuei mas num ritmo mais lento que o dela, fui pegando mais ritmo até ficar no mesmo que ela, aquele quarto era só gemidos das duas
Eu paro num momento, ela me olha de canto de olho e também para
Ela me olha e pergunta "quer fazer 69?", ela se colocou de quatro pra deixar o pepino na ponta da cama, nessa hora eu agarrei ela pela cintura e puxei o corpo dela e a buceta dela até minha boca, sem saber muito bem o que tava fazendo comecei a chupar a buceta dela, ela soltou uns gemidinhos baixos mas depois começou a chupar a minha também
Depois de uns minutos ela me olha e faz um sinal de tesoura, eu entendi completamente o sinal mas não sabia como era, ela se coloca do outro lado da cama, se ajeita, encaixando lábio com lábio e começa a se mexer, mas para e me explica como eu devia me mexer, fazendo o meu melhor, começamos a nos mover, a dançar, a gemer e a sentir prazer
Ela para, me mostra o pepino e pergunta "quer experimentar?", eu ofegante falo "não", ela responde "então beleza, vamos continuar", seguimos mais um tempo até que ela pergunta "tem certeza?", eu olho fixo pra ela sem dizer nada, ela fala "tá bom, tá bom", aí eu respondo "quero sim", ela me olha, levanta, pega uma toalha bem grande, coloca na cama e fala "deita aí"
Pega o pepino, tira a camisinha e coloca duas novas, uma de cada lado, ela se deita do outro lado da toalha, passa lubrificante no pepino e mete um pouquinho na buceta dela e um pouco na minha, me explica como Me mexer, concordei com a cabeça e começamos.
De novo, o quarto tinha se transformado num mar de gemidos e prazer. Até que chegou o ponto em que eu sentia algo que não conseguia segurar. Parei, mas ela continuava, e aqueles movimentos eu também sentia. A sensação ficou mais intensa, soltei um gemido bem forte e jorrei muito líquido. Parecendo cronometrado, ela quase na mesma hora também, ficando as duas ensopadas. Sorrimos uma pra outra e ela me diz: "Agora você não é mais virgem". As duas caímos na risada. Depois, tomamos banho juntas e pronto.Essa foi a história da minha primeira vez.
Se vocês gostaram, adoraria os pontos de vocês
Além disso, decidi fazer os contos cronologicamente, seguindo os acontecimentos mais importantes.
Desculpa pelos erros de ortografia e gramática.
(A FOTO É DA INTERNET)
Umas semanas antes, com meu grupo de amigas, a gente começou a falar de caras e se a gente ia pegar alguém da turma e ver no destino se tinha algum cara gostoso.
Nessa conversa, Maria, Paula e Laura falaram dos caras que elas já tinham experimentado: Matias, Lautaro, Federico, Agustín e Julian. O Matias tinha ficado com a Maria, e ela comentou que ele não era um bom candidato, e a Paula falou a mesma coisa do Federico. Depois, a Laura, falando do Lautaro e do Agustín, disse que eram candidatos decentes, mas que o Julian era horrível.
Depois me perguntaram como eu tava, e eu respondi que o Tomás (que era do outro 6º ano) me parecia bonito. A Maria me perguntou: "Mas como ele come?", e eu respondi que não sabia. Todas me olharam com cara de confusão.
A Laura me perguntou se eu já tinha perdido a virgindade. Eu respondi que não. Ela me aconselhou a não chegar virgem em Bariloche, ou então arrumar um candidato muito bom.
Os dias passaram, e uma semana antes, eu tava sozinha em casa à noite. Como meus pais não gostavam que eu ficasse sozinha à noite, eles deixaram eu chamar minhas amigas, mas só a Laura pôde vir.
Em um momento, ela puxou o assunto de novo, perguntando se eu ainda era virgem. Eu respondi que sim. Ela perguntou se eu ia chegar virgem em Bariloche. Eu olhei pra ela e dei de ombros.
Quando a gente terminou de comer, eu levantei os pratos e levei pra pia. Ela se aproximou, me abraçou por trás e disse que me amava. Eu respondi que também amava ela, e aí começou a parte interessante.
Ela desceu a mão devagar e começou a me apalpar por cima da roupa. Eu senti uma onda de calor que subiu das minhas pernas até a cabeça.
Mas eu tirei a mão dela e falei: "Não, para." Me virei, a gente se olhou fixamente. Na minha cabeça, tinha um mar de dúvidas: "Isso que a gente tá fazendo é certo? Mas ela é minha amiga. E se meus pais chegarem? Nossos olhares continuavam fixos, ela se atreveu a me dar um beijo, eu na minha cabeça pensei "já foi" e continuei aquele beijo apaixonado que eu nunca tinha sentido antes.
Ela parou, me olhou e disse: "Vamos pro teu quarto?" Eu só concordei com a cabeça.
Entramos no meu quarto, ela tirou a camiseta, ficando só de sutiã e short, nos beijamos de novo, ela se deita e faz sinal pra eu ir, eu deito e continuamos nos beijando, eu tiro o moletom, ficando de peito nu e short, enquanto ela tira o short, ficando só de calcinha fio dental.
Ela coloca a mão dela por dentro do meu short, massageando minha buceta devagar, enquanto a gente continuava aquele beijo eterno. Eu, com um pouco de vergonha, toco um pouco, ela corta o beijo e solta um gemido leve, depois me diz: "Espera", enquanto se levanta. Eu tiro o short, ela tira a calcinha fio dental e o sutiã, e eu tiro a minha calcinha também. Ela vai até a mochila dela e tira um dildo, lubrificante, camisinhas e um pepino que era maior que o dildo, joga tudo na cama. Eu fiquei olhando tudo, ela me diz: "Fica tranquila, você vai provar o que quiser." Eu concordei com a cabeça. Ela se deita de novo comigo, mas agora as duas completamente peladas, começamos a nos beijar, enquanto nos tocávamos o corpo todo, desde os peitos até a buceta e o cu. Em um momento, ela pega o dildo, uma camisinha e me pergunta: "Quer experimentar?" Eu disse que sim, sem dúvida, era algo que eu nunca tinha sentido. Ela coloca a camisinha no dildo, me dá e pega o lubrificante. Ela me explica de um jeito muito sexy como fazer, coloca um pouco de lubrificante e coloca a mão dela sobre a minha, enquanto o dildo entra devagar. Senti um calor intenso e meu coração acelerou, sentia como ele entrava pouco a pouco em mim, eu soltava pequenos gemidos e suspiros, até que em um momento não entrava mais. Ela me olhou e disse: "Não entra mais, tá doendo?" Eu balancei a cabeça dizendo "mais ou menos". Ela me disse: "É normal", tira ele devagar, coloca um pouco mais de lubrificante, se posiciona na ponta da cama e começa a chupar minha buceta, enfiando... pouco a língua dela e estimulando o clitóris
Depois coloca um pouco mais de lubrificante na minha buceta e começamos de novo a meter o dildo, chegou o ponto de novo onde não entrava, ela empurra um pouco mais, eu gemi mais alto, mas continuei acompanhando o movimento, até que senti algo se abrir, aí eu gemi muito mais forte e longo, saiu um pouquinho de sangue, ela disse "tá tranquila, é normal, continua sozinha", ela pegou o pepino, colocou uma camisinha e um pouco de lubrificante e meteu nele, os gemidos dela eram lindos, eu continuei mas num ritmo mais lento que o dela, fui pegando mais ritmo até ficar no mesmo que ela, aquele quarto era só gemidos das duas
Eu paro num momento, ela me olha de canto de olho e também para
Ela me olha e pergunta "quer fazer 69?", ela se colocou de quatro pra deixar o pepino na ponta da cama, nessa hora eu agarrei ela pela cintura e puxei o corpo dela e a buceta dela até minha boca, sem saber muito bem o que tava fazendo comecei a chupar a buceta dela, ela soltou uns gemidinhos baixos mas depois começou a chupar a minha também
Depois de uns minutos ela me olha e faz um sinal de tesoura, eu entendi completamente o sinal mas não sabia como era, ela se coloca do outro lado da cama, se ajeita, encaixando lábio com lábio e começa a se mexer, mas para e me explica como eu devia me mexer, fazendo o meu melhor, começamos a nos mover, a dançar, a gemer e a sentir prazer
Ela para, me mostra o pepino e pergunta "quer experimentar?", eu ofegante falo "não", ela responde "então beleza, vamos continuar", seguimos mais um tempo até que ela pergunta "tem certeza?", eu olho fixo pra ela sem dizer nada, ela fala "tá bom, tá bom", aí eu respondo "quero sim", ela me olha, levanta, pega uma toalha bem grande, coloca na cama e fala "deita aí"
Pega o pepino, tira a camisinha e coloca duas novas, uma de cada lado, ela se deita do outro lado da toalha, passa lubrificante no pepino e mete um pouquinho na buceta dela e um pouco na minha, me explica como Me mexer, concordei com a cabeça e começamos.
De novo, o quarto tinha se transformado num mar de gemidos e prazer. Até que chegou o ponto em que eu sentia algo que não conseguia segurar. Parei, mas ela continuava, e aqueles movimentos eu também sentia. A sensação ficou mais intensa, soltei um gemido bem forte e jorrei muito líquido. Parecendo cronometrado, ela quase na mesma hora também, ficando as duas ensopadas. Sorrimos uma pra outra e ela me diz: "Agora você não é mais virgem". As duas caímos na risada. Depois, tomamos banho juntas e pronto.Essa foi a história da minha primeira vez.
Se vocês gostaram, adoraria os pontos de vocês
Além disso, decidi fazer os contos cronologicamente, seguindo os acontecimentos mais importantes.
Desculpa pelos erros de ortografia e gramática.
(A FOTO É DA INTERNET)
10 comentários - Minha primeira vez
yo me refiero a la foto de portada