A Surpresa Anal da Mamãe, Não Era pra MimEra sábado. Encontrei uns amigos pra tomar umas cervejas e tentar fazer algo divertido depois, como todo sábado. Mas naquele dia ninguém tava muito a fim de que rolasse algo interessante. Então decidimos voltar pra casa cedo.Com meus 22 anos, morava com meus pais. Meu nome é Jorge, igual ao do meu pai, e sou um cara normal. Meu pai, naquela época, tinha uns 50 anos, meio amargurado, meio ranzinza. Minha mãe, de 45, ainda se mantinha gostosa, media cerca de 1,60 m, pele branca, olhos escuros com um olhar safado, cabelo castanho, o rosto muito bonito, mantinha a cintura marcada com uma barriguinha bem pequena, era estreita de costas, então os peitos dela, tamanho C, pareciam enormes em relação ao corpo e contrastavam com os quadris largos e a bunda redonda e naturalmente empinada, que sempre roubava olhares, principalmente no verão com os biquínis que se ajustavam nela.Como era comum em maio na minha cidade, já tava escuro por volta das 20h. Então, quando entrei em casa, a primeira coisa que vi foi o brilho da TV na sala. Iluminava meu pai completamente dormindo no sofá, com a cabeça jogada pra trás e a boca aberta. Os roncos dele tomavam conta do lugar.O volume da TV tava alto, como ele costumava deixar.Fui pra cozinha pegar algo pra beber. Uma cerveja ou algo assim. Pra levar pro meu quarto e me afundar na pornografia. Foi aí que, passando na frente do quarto dos meus pais no segundo andar, ouvi minha mãe.- Jorge! ... Vem!... Preciso de você!Ao ouvir meu nome e pensar que podia ser importante, só entrei, mas antes de falar qualquer coisa, fiquei de boca aberta.Minha mãe de joelhos, sentada nos calcanhares, de costas pra porta. Totalmente nua, segurando um tubo de loção com a mão direita.O quarto tava iluminado com velas e dava pra sentir um cheiro rebuscado.Sem pensar, só fechei a porta. Não conseguia acreditar no que tava vendo.- Passa loção nas minhas costas. - deixando a loção ao lado dos pés dela.
Era óbvio que o Jorge que ela chamava era meu pai, e não eu. Mas não quis perder aquela oportunidade. Então entrei na onda.
Peguei o tubo de loção, espalhei um pouco nas mãos e comecei a massagear os ombros dela. Só o contato das minhas mãos com a pele dela fez com que ela soltasse um gemido suave, mas muito erótico.
- Mmmmm... - quase como um ronronar - é assim que gosto que me toquem.
Arqueando as costas e juntando as omoplatas. A cabeça dela caiu levemente para trás. Eu me abaixei um pouco para não entrar no campo de visão dela, embora depois percebi que os olhos dela estavam fechados.
A pele quente dela, a situação, o corpo curvilíneo e maduro. Tudo isso estava me provocando um nível de excitação que eu nunca tinha sentido antes. Minhas bolas se contraíam, meu pau endurecia, preso pela roupa, e eu sentia meu estômago invadido por borboletas nervosas voando. Com meu tesão aumentando exponencialmente, continuei percorrendo as costas dela, cada vez apertando mais a carne trêmula com meus dedos ansiosos.
Na metade das costas, pressionava com os polegares dos dois lados da coluna, do centro para os lados e voltando. Ela se deixava levar, mantendo as mãos apoiadas nos joelhos.
Apoiava os polegares nas costas dela e os outros dedos nas costelas, enquanto minhas mãos iam do centro das costas para os lados. Repeti esse movimento, provocando gemidos e suspiros suaves, até que criei coragem e passei as mãos para a frente para pegar os peitos dela. Minhas mãos percorreram as dobras da pele até envolver os peitos dela, segurando-os por baixo, deixando os mamilos entre meus dedos indicador e médio. Segurando-a pelos seios, puxei-a para perto de mim. Beijei o pescoço dela enquanto amassava os peitos dela. Tocar aquelas tetas acabou me esquentando demais. A pele macia e quente, além de sentir a textura mole se acomodando nas minhas mãos e tentando escapar entre meus dedos. Fez com que eu... a calentura vai tampar meus ouvidos e nublar minha visão por alguns segundos.
Depois de alguns segundos de sarro, ela se inclinou pra frente. Fui soltando os peitos dela enquanto ela se afastava, sem perder o contato com a pele.
Minhas mãos desceram pra lombar dela, com os polegares pressionando no centro. Nisso, ela continuou se inclinando, mas agora levantando a bunda. A bunda linda, branca e redonda dela. Grande e gostosa.
Ela ficou de quatro, abrindo um pouco as pernas. Dizendo:
— Meu cu, do jeitinho que você... ... me pediu tantas vezes, finalmente me decidi. — falava isso enquanto empinava a raba — limpinho e depiladinho, te esperando.
Não podia acreditar, minha mãe tinha preparado toda essa surpresa pro meu pai, pra experimentar sexo anal. Que, com certeza, depois de mais de 20 anos de relacionamento, e portanto de sexo, queriam experimentar algo diferente.
— Você tem que me tratar com carinho — passando pra trás um tubo de lubrificante entre as mãos — nunca usaram meu cuzinho.
Um sentimento enorme de culpa me invadiu, eu tava me aproveitando da minha mãe. Mas a calentura me dominava. Eu enfrentava uma questão moral sobre o que tava fazendo.
Minhas mãos apertavam as nádegas carnudas dela.
— Me lubrifica bem antes de meter...
Em silêncio e sem saber o que fazer, massageava a bunda dela, sentindo meu pau duro lutando pra escapar da pressão.
— Toca minha buceta, ela tá ardendo e toda meladinha — rebolando a bunda de um lado pro outro, como quem brinca.
Eu obedeci. Molhei os dedos da mão direita e toquei a buceta dela. Quente e suculenta, tomada pelos fluidos de mulher no cio. A ponta do meu indicador foi direto encontrar o clitóris inchado dela, e dali, subi até a entrada da gruta. Ela gemia como se aprovasse os carinhos. Repeti o movimento várias vezes, devagar, até enfiar meu polegar na buceta dela e com o indicador estimular o botãozinho de prazer.
Era uma oportunidade única, se quer saber a verdade, nunca olhei minha mãe com olhos de tesão, mas sempre me senti atraído pelo corpo dela. Então, me atrevi. Enquanto Acariciava sua boceta molhada com a mão direita. Com a esquerda, desabotoei o zíper da minha calça e tirei meu pau duro. Sem perder tempo, levei meu pau ao encontro da boceta quente da mamãe. Quase gozei ao sentir o calor da sua xota. Ela estremeceu.
— Ai! Que buceta gostosa...
Comecei a esfregar meu pau na sua racha, encharcando ela com os próprios fluidos. Sem penetrar ainda, segurando meu pau com a mão e carregando a cabeça quando encontrava o clitóris dela.
— Siiiim, papai... Mete logo que não aguento.
Segurei ela pela cintura, com as mãos, e a penetrei. Devagar, senti meu pau invadindo a cavidade dela, as paredes abraçando quentinho meu pau milímetro por milímetro. E ela soltou um longo "uhhhh..."
Os lábios da buceta apertavam meu pau com força enquanto eu a invadia. Enfiado até a metade do meu comprimento, recuei na mesma velocidade (devagar), até deixar só a cabeça mergulhada na umidade ardente do buraco dela. Depois, voltei a entrar com mais decisão até o fundo lascivo, faminto. Roçando todas as paredes.
Continuei com o vai e vem, num ritmo constante. Ela gemia, apoiada nos cotovelos na cama. Soltei o quadril dela e peguei o lubrificante. Nunca tinha tido um cu esperando ansioso pra ser penetrado. Também nunca tinha usado lubrificante.
Eu mantinha o ritmo das estocadas, respondendo aos avanços dela, que buscava meu pau. Sem minhas mãos guiando. Joguei um pouco de líquido no cu dela e comecei a espalhar, fazendo círculos no esfíncter com meu dedo... direito. Comecei devagar, depois sincronizei o polegar com as penetrações, forçando cada vez mais fundo no buraco negro dela.
De repente, meu dedo entrou, e continuei enfiando ao mesmo tempo em que a cabeça do meu pau batia na entrada do útero dela.
— Ahhhh... Ahhhh... Ahhhh — ela ofegava — continua, continua... Mete, mete.
Meu dedo já entrava e saía livremente do cu dela. E pra diminuir ainda mais o atrito, continuei jogando lubrificante nele.
Quando senti que já estava bem... dilatado, enfiei bem fundo meu polegar e, como segurando ela por ali, acelerei meu ritmo. - AI!!! ... AI!!! ... AI!!! ... - eram os gritos dela a cada entrada do meu pau na buceta dela - não sei... Por que... Você... Tá tão grande hoje... Eu... Amo. - ela falava entre as penetrações. Continuamos assim por uns segundos. Até que eu digo: - Já... Já... Rom... Pe... Meu... Cu... Raba... Me arromba. Tirei meu pau prestes a explodir da deliciosa buceta dela. Ela, mal se sentindo sem a pussy cheia, levou uma das mãos pra continuar se masturbando. Passei lubrificante no meu pau monstruosamente ereto e apontei pra entrada do cu dela. Ia foder minha mãe. Com meus polegares, separei as nádegas dela pra desobstruir ainda mais o caminho. A raba dela já dilatada parecia um círculo preto esperando pra ser invadido. Apoiei minha glande lubrificada no ânus dela. Ela acelerou os movimentos da mão na própria boceta. - Anda logo... Não aguento... Me arromba o cu! Me ajudando com meu peso e minhas mãos segurando a cintura dela, comecei minha conquista anal. Minha glande entrou, mas me senti preso, raspando nas paredes internas dela. Recuei uns centímetros, deixando parte da glande pra fora, passei mais um pouco de lubrificante, e investi de novo. Agora entrei uns 5 centímetros com dificuldade, até ficar preso de novo, junto com um gemido sentido e longo da parte dela. - Continua... Continua... Quero que me rasgue. Esperei um pouco e, sem recuar, apliquei força de novo... Uns peidos soaram enquanto eu continuava entrando. Avancei mais uns 5 centímetros e parei de novo. Ela começou a mexer a bunda em círculos. Gemendo como uma puta enlouquecida. Isso fez com que eu recuasse um pouco e começasse um vai e vem. Sem chegar ao fundo ainda. Fiquei uns minutos penetrando ela, entrando até onde dava sem muito esforço e saindo, deixando minha ponta dentro. A cada penetração, eu avançava mais, mas ainda tinha um bom pedaço de pau pra enfiar nela. Não ia descansar até que toda a minha verdade entrasse no cu dela... Se eu ia comê-la clandestinamente e com prováveis consequências nefastas, seria pelo menos um custo que valesse a pena. Tirei meu pau e passei mais lubrificante. Posicionei na entrada dela e entrei de novo, apertado mas sem problemas. Curtindo o quanto a bunda dela era apertada.
Continuei pressionando pra ir mais fundo, tava apertado mas já não era a mesma resistência do começo. Mas ainda custava, meu pau sofria com o atrito e a estreiteza do intestino dela, mas não parei. Gemidos e choramingos saíam, emitidos pela minha... ... linda mãe enrabada, sendo fodida por mim, pelo filho dela, sem saber.
Com a mão esquerda no quadril dela e a direita no ombro. Continuei metendo com força. Ela seguia com os gemidos mas sem nenhum sinal de rejeição. Optei por pressionar e soltar, sem recuar. Uma vez, e parava... Na segunda, com força, entrava um pouco mais e parava... Terceira... E parava... E assim até que de repente, senti minhas bolas batendo na bunda dela. Tava no fundo do cu dela.
Aproveitei aquele momento, pressionando e soltando, sem recuar nem um pouco. A mão dela estimulava o clitóris sem parar.
Minhas estocadas foram aumentando de frequência. Depois de umas quantas, comecei a me mover no intestino dela, saindo um pouco e voltando a atacar. Umas 2 ou 3 vezes devagar, e assim aumentando o ritmo. Gozei daquela pressão deliciosa da cavidade quente dela no meu pau, em todas aquelas enfiadas no cu agora dilatado dela.
Decidido a acabar logo com aquilo, ansioso pra gozar completamente dentro dela. Tirei meu pau pela última vez, ela reclamou com um gemido meloso e palavras incompreensíveis. Passei mais lubrificante na minha ferramenta, espalhando com a mão, garantindo que ficasse bem coberta. E apliquei um pouco mais na bunda dela.
Coloquei minha glande no cu dela, minhas mãos no quadril e entrei firme, sem parar. Voltei a invadir o interior dela sem obstáculos, mas num percurso apertado. Com as paredes internas dela estimulando meu pau por inteiro. Voltei ao fundo. e comecei a bombar devagar primeiro, pra depois aumentar meu ritmo de amador. Cada uma das minhas penetrações fazia ela gemer ou reclamar, ou falar besteiras. - ahhh... Mmmm.... Siiii.... Maaaaaaalo... Duro... duro... Assim assim... - ouvir ela me motiva a não diminuir o ritmo. Apesar da lubrificação, sentia tudo queimando naquele cu apertado que eu tava invadindo com meu pau. Continuei metendo nela com entusiasmo... Num ritmo doentio, ela de repente desabou na cama, com a cara virada pra direita entre os braços. A bunda dela continuava empinada, entregue ao meu serviço sexual. "Ela deve ter gozado", pensei. Poucos segundos depois, senti meus genitais começarem a se contrair, aquela sensação gostosa me invadindo, aquele formigamento antes de gozar. Meu pau continuava entrando e saindo daquela fonte de prazer carnal. Ao mesmo tempo, já sentia que não ia aguentar mais... Alguns segundos a mais e... Segurando ela com toda força pelas cadeiras, meti pela última vez. No fundo, naquele calor, naquela escuridão apertada... Gozei num dos orgasmos mais fortes da minha vida. Senti litros de porra sendo liberados, me fazendo o ser mais satisfeito do planeta. Minha visão ficou turva e minhas pernas fraquejaram. Tirei meu pau do cu dela, já menos duro. Ela soltou um "mmmmm..." quando eu saí. Numa tentativa de continuar curtindo o contato sexual com minha mãe, coloquei meu pau ainda duro entre as nádegas dela e apertei com elas. Mamãe respondeu mexendo a bunda divina dela pra cima e pra baixo. Curtindo esse último estímulo, respondi aos movimentos dela pressionando com minha bacia cada vez que ela descia. - JAVIERA!!! - ouvi meu pai chamando minha mãe da sala. Ela, ainda extasiada, pareceu não ouvir. Isso me fez voltar à realidade e perceber o que eu tinha acabado de fazer. Tinha que sair dali o mais rápido possível. Levantei minhas calças que estavam no meio da coxa, sem fazer barulho (ou o mínimo possível) e ainda com meu Pau pra fora, saí do quarto.
Entrei no meu quarto, escapei pela janela pro quintal e de lá pra rua. Caminhei umas duas horas pensando no que tinha acontecido. Me questionando moralmente. A frase "Sou um degenerado" ecoava na minha cabeça.
Tava me sentindo uma pessoa ruim, sujo e detestável. Mas aí comecei a lembrar do momento, das sensações, da maciez do corpo dela, do gostoso que foi penetrar minha mãe, e do maravilhoso que foi gozar dentro dela, descarregando todo meu sêmen.
"Ela também curtiu pra caralho" pensei. E aos poucos já não me sentia tão mal. Vi como algo bom, quase como um prêmio do destino. E até despertou em mim a vontade de repetir a experiência.
"Talvez se eu contar como tudo aconteceu, ela tope continuar transando comigo" — virou minha esperança.
Voltei pra casa lá pelas 22:45.
Tava tudo apagado. "Tão dormindo" pensei. "Boa!"
Cheguei no meu quarto, e mal fechei a porta em silêncio. A luz acende.
Minha mãe tava sentada, com o roupão grosso fechado até o pescoço, na minha cama.
Fiquei paralisado com cara de bobo.
— Seu pai ficou dormindo no sofá o tempo todo — brava, mas sem levantar a voz.
— Do que cê tá falando, mãe? — perguntei fingindo não entender.
— Acha que sou idiota? — num tom ainda mais inquisidor — você se aproveitou quando eu tava esperando seu pai.
A expressão dela mudou pra uma de tristeza, e soluçando disse:
— Você é um degenerado, se aproveitou da sua própria mãe, me usou como se eu fosse uma puta.
Uma grande tristeza me invadiu, caminhei até a cama e sentei do lado dela.
— Me desculpa muito, mãe... Acontece que ouvi meu nome e fui sem saber com o que ia me deparar.
— Desgraçado, eu tava esperando seu pai, nunca tínhamos feito sexo anal e queria dar uma surpresa pra ele...
— É que... Vi seu corpo nu... Curvilíneo... Lindo e não consegui me segurar.
Paff!!! Soou o tapa que ela me deu no meio da cara.
— Acha que sou uma daquelas putinhas que você pega na rua? Universidade... Sou sua mãe... Me respeite! — Desculpa, mãe — falei, olhando pro chão.
Ela me bateu mais umas duas vezes. Batendo na minha nuca e nas costas.
— Amanhã vamos conversar com seu pai — disse entre soluços.
Ela se levantou, me olhando com raiva, nos olhos. E foi embora, fechando a porta atrás de si.
Fiquei em silêncio por vários minutos antes de me mexer. Atormentado com o possível caos que estava por vir. Eu tinha me aproveitado da minha mãe. Abusado dela.
Quase não dormi, fiquei me torturando, virando na cama, pensando na possibilidade de que os últimos acontecimentos... poderiam acabar com minha família. Mas isso contrastava com minhas lembranças do momento de prazer recente. De repente, me lembrei das minhas sensações ao penetrar com meu pau naquelas cavidades maternas, molhadas e ardentes. Isso me deu uma ereção repentina.
Comecei a acariciar meu pau duro por baixo do pijama, por um tempo, mas logo meu tesão avassalador me obrigou a soltar meu falo e começar a me masturbar. Com a mão direita, subia e descia meu prepúcio, e com a esquerda, apertava meu saco entre as bolas. Gozei com minhas próprias carícias enquanto os flashes da experiência com a mamãe passavam pela minha cabeça.
Lembrei da maciez do toque da pele dela, do calor do corpo dela, da suavidade dos peitos dela, da dureza dos mamilos dela.
Virei de bruços na cama, com meu pau apontando pra minha cabeça e preso entre minha barriga e o colchão.
A imagem das minhas mãos segurando a cintura dela enquanto eu metia com força, comendo ela, me inspirava a curtir minhas "enfincadas" no colchão, aproveitando o atrito do lençol macio com a parte de baixo do meu pau.
Minhas mãos agarravam o travesseiro com força enquanto eu continuava com meu vai e vem simulado no colchão, sentindo o roçar e relembrando cada estocada na buceta da minha amante recente.
Cheguei ao ponto de não aguentar mais, e lembrando da minha gozada gostosa, no cu divino e apertado da minha mãe... gozei.
Gozei com um orgasmo forte que me deixou num relaxamento profundo. Adormeci em poucos minutos na mesma posição em que fiquei depois de liberar o resto de sêmen que ainda tinha, entre o colchão e minha barriga.
De manhã, acordei mais cedo que o normal, com o lençol grudado na minha barriga, por causa da porra seca. Peguei ele e levei pro cesto de roupa suja perto da máquina de lavar. Levantei quase sem fazer barulho e saí de casa, fugindo antes do cataclismo. Fiquei andando pela cidade a manhã toda e voltei depois do horário do almoço.
Antes de entrar, respirei fundo como se estivesse criando coragem pra enfrentar o suposto caos que ia ter em casa. Achando que minha mãe tinha contado pro pai que eu aproveitei dela.
Girei a chave devagar. Abri a porta e entrei. Meus pais estavam na sala, sentados no sofá, vendo TV. Tudo parecia muito normal.
- Oi - falei.
- Você não veio almoçar. - disse o pai.
- É, é que fiquei de ajudar um amigo a mudar umas coisas do apartamento dele. - foi a primeira coisa que me veio na cabeça.
- Sobrou almoço na cozinha. Pode esquentar. - disse a mãe como se nada tivesse acontecido.
Apressado, mas sem demonstrar, fui pra cozinha, meio aliviado porque parecia que minha mãe não tinha contado nada pro pai.
Tava esperando o micro-ondas esquentar meu prato quando minha mãe entra na cozinha pra pegar algo pra beber.
- Ei, mãe.
- Cala a boca, degenerado, não contei nada pro seu pai pra não estragar nossas vidas. Mas não quero que você chegue perto de mim.
Ela se virou pra pegar algo na parte de baixo do armário, se abaixando sem dobrar os joelhos. Tava usando uma legging cor de pele que marcava claramente a topografia... ...daquela racha gostosa. Fiquei besta olhando pra ela, com vontade de tocar.
Ela se levantou de repente, se virou e me olhou. Percebeu minha cara de tesão e o sorrisinho que eu tava dando diante daquela vista deliciosa.
Paf! - me deu um tapa - "O que você pensa? Vai olhar pra alguma daquelas putas da internet que você tanto gosta, eu não tô aqui pra suas esquentações" disse depois de me bater.
- Mas...
- Mas nada! A gente conversa depois.
Ela serviu um pouco de vinho em duas taças e Voltei pro meu pai.
O dia passou numa normalidade mediana, só que às vezes eu notava olhares disfarçados de desprezo da minha mãe em minha direção. Meu pai não percebeu.
Naquela noite, lá pela 1h da manhã, eu tava jogando WOW, e já puto com uma raid ruim, tirei o headset e ouvi uns barulhos estranhos. Desconectei e fui até o corredor.
Os barulhos vinham do quarto dos meus pais, eram gemidos, meio escandalosos, e o rangido da cama. Cheguei perto da porta pra confirmar minha suspeita.
— Abaixa o volume, o Jorge pode te ouvir — ouvi meu pai mandar pra minha mãe.
— Ele deve estar de headset jogando, não se preocupa... Ahhh!!! Ahh... — ela continuou com os gemidos, mas agora com mais gritinhos.
A porta tava fechada e claramente eu não podia abrir sem ser notado. Então, já excitado, saí pro quintal pra tentar espiar pela janela.
De longe, vi a luz fraca do abajur do quarto acesa, saindo filtrada só pela cortina fina. Eles não tinham fechado a cortina grossa. Entre as cortinas finas, tinha uma pequena abertura, mas que, quando cheguei perto, me dava uma boa visão do quarto. A janela ficava do lado esquerdo da cama, alinhada com o meio dela. Também tava um pouco aberta, então dava pra ouvir eles.
A visão do corpo gostoso da minha mãe pelada, montada no meu pai, com a cabeça jogada pra trás e as mãos apertando as tetas deliciosas dela. Isso causou uma explosão de tesão no meu corpo, um formigamento da nuca até as bolas. Minha mãe subindo e descendo, empalando a pica do meu sortudo pai. Num ritmo forte e constante.
Peguei meu celular e encaixei entre as aberturas das cortinas pra gravar a cena. Pensando nas futuras punhetas.
As mãos dela pressionavam os peitos contra o peito, tampando os mamilos com as palmas. Do ângulo que eu via, notava a perna e a bunda direita trêmulas se movendo no ritmo de cada penetração que ela mesma se dava. Tava tão fascinado olhando aquela mulher fogosa que demorei pra perceber que meu pai tava algemado. a cama, sem chance de tocá-la.
- Ahh!!... Ahhh!!... - eram os gemidos cada vez mais altos da mamãe, virados pro teto do quarto.
- Shhh!!! Abaixa esse volume... - meu pai repreendeu ela.
Ela só aumentava o volume dos gemidos e choramingos. Sem perder o ritmo.
Eu tava me masturbando, escondido na escuridão. Olhando pela janela e ouvindo ela gozar.
Num momento, ela olhou direto pra janela. Como se soubesse que eu tava ali. O cabelo bagunçado e a cara de prazer sem limites davam um ar de puta safada que me deixou... louco.
Mudou o ritmo da cavalgada. Passou pra movimentos pra frente e pra trás, meio lentos mas profundos. As mãos dela pegaram os peitos pesados por baixo, deixando à mostra os bicos duros e grandes. Queria chupar e morder eles naquela hora. Queria ter aqueles peitos batendo na minha cara. A pélvis dela ia pra frente e pra cima. Depois pra trás e pra baixo. Olhava fixo pra janela, gemendo desesperada, massageando os peitos.
Ela se inclinou pra frente sem parar a mecânica do amor, apoiando as mãos dos dois lados da cabeça do papai, deixando os peitos lindos balançarem.
- Já vou gozar, Andrea!! - gritou o papai.
- Termina!... Me enche! - gritou eufórica entre gemidos.
Ela apoiou as mãos no peito do papai e começou a subir e descer com força. Tentando enfiar aquele pau o mais fundo possível. Meu pai gemia entre as estocadas, lutando contra as algemas. Já a mamãe gritava os gemidos cada vez que a boceta dela engolia aquela pica sortuda. Foram 12 penetrações (contei e memorizei depois, me masturbando com o vídeo).
"Me enche!"... "Tudo"... "Agora"... "Agora".... Ai, Siiim... Foram as palavras dela ao ser penetrada.
Freneticamente, eu me masturbava vendo ela gozar. Babando com as carnes dela se mexendo na dança do amor.
"SIIIM!!" ... "Siiim"... "Agora agora..." - Ela berrava empalada - "me enche... Me enche, Jorginho..."
Foram as palavras dela quando o papai soltou a carga dentro dela, com um gemido longo; e eu jorrando na janela. Acabamento externo da parede da casa, tentando não fazer barulho. Ela se deixou cair em cima dele, exausta e satisfeita. Se beijaram por alguns segundos enquanto minha mãe continuava com seus movimentos, já mais suaves, como que aproveitando até o último momento da dureza daquele pau. Até parar, e depois de um momento se levantar. Ela saiu de cima do pai sem soltá-lo das algemas. Ficou de costas para a janela. Me mostrando aquela bunda larga, branca e redonda. E depois se cobriu com uma camisola de alças, que a tapava até um pouco abaixo das nádegas. Guardei meu pau e parei a gravação. Voltei pro meu quarto, em silêncio. Ainda bestificado. O último grito dela "me enche, Jorginho" ficou ecoando na minha cabeça. Era assim que ela me chamava quando não estava brava comigo. Revisei o vídeo, deitado na minha cama, só de calça de pijama. E foi inevitável não me masturbar de novo. Passaram umas duas semanas sem novidades. Virou costume eu aproveitar os momentos de solidão pra me trancar no quarto e bater uma vendo o vídeo da minha mãe fodendo com o pai. Ela, por outro lado, fingia uma vida normal nesse período. Continuava me tratando como um infeliz quando estávamos sozinhos. Mas, com meu pai presente, disfarçava. Não foi até o terceiro sábado, depois daquele em que comi minha mãe, que novos acontecimentos rolaram. Cheguei umas 20h em casa, ia pegar umas coisas pra depois sair pra farra com uns amigos. Encontrei meu pai saindo. — Vou ver seu tio Manuel, vou chegar tarde. — Aconteceu alguma coisa... ruim? — perguntei meio preocupado. — Não, ele só quer beber uns copos e conversar. Não falei pra sua mãe, acho que ela tá dormindo. — Dirige com cuidado, principalmente se for beber. — Fica tranquilo, volto quando estiver mais sóbrio. — Ok, tchau. — Tchau. — ele se despediu, subindo no carro. Entrei em casa, despreocupado e de olho em pegar umas coisas que prometi emprestar pra um amigo. Tava tudo em silêncio. Entrei no cozinha pra beber um pouco d'água. Depois vou pro meu quarto. Andando pelo corredor, antes de passar pela porta entreaberta do quarto dos meus pais, ouvi gritos: — Me ajuda, Jorge! Entrei rápido no quarto, mas antes de falar qualquer coisa, fiquei mudo com o cenário que se revelou quando cruzei aquela soleira. — Tô presa, e tô com tesão — disse ela ao sentir a porta abrir. Minha mãe, aquela mulher gostosa e safada, tava com as duas mãos algemadas de cada lado da cabeceira da cama de casal, com os olhos vendados e os lábios lindos pintados de um vermelho vivo. — Abusa de mim, Jorge, aproveita o corpo dessa mulher indefesa e ardente — continuava provocando com as palavras. Ela usava uma lingerie erótica, que era uma blusa ou robe quase transparente, bem curta, que chegava um pouco abaixo do quadril, abotoada no meio, entre os peitos, com bordados, preta, deixando transparecer os atributos daquela anatomia gostosa. As curvas dela se destacavam de um jeito delicioso, os peitos soltos descansavam no torso, coroados pelos biquinhos rosados, que tavam durinhos sob aquela lingerie safada. Também usava uma calcinha fio dental com rendinha, preta, que deixava ver a buceta gostosa esperando, toda depilada. As pernas dela estavam nuas, torneadas e com a pele lisa, uma, a direita, dobrada, apoiando o pé na cama, e a outra esticada, apontando pra porta. A cena era tão linda que meu sangue começou a ferver, sentia que meu coração ia pular pela boca a qualquer momento e as batidas ecoavam nos meus ouvidos. — Tá esperando o quê pra me encher? Quero teu pau dentro... Me pega. Do lado dela tinha um tubo de lubrificante, o que me fez imaginar onde aquilo ia parar. Não pensei duas vezes. Já tinha possuído ela, peguei o corpo dela sem permissão e queria fazer de novo. Meu pai não tava e ela pensava de novo que era ele. Ia ocupar o lugar dele de novo, protegido pelo silêncio e pela venda nos olhos dela. Me despi em menos de um segundo. Meu pau duro pulou pra fora. Assim que baixei minha cueca, senti o cheiro de uma mulher faminta aumentar conforme me aproximava daquele corpo quente, objeto do meu desejo. Apoiei as mãos e antebraços debaixo dos joelhos dela e aproximei meu rosto da buceta dela. Ao sentir o toque das minhas mãos nas pernas, ela reagiu dobrando-as, deixando os joelhos apontando pro teto e as pernas bem abertas.
— Me toma, me toma — murmurava, toda agitada.
Enfiei meu nariz entre os lábios carnudos da buceta dela, que se insinuavam na semi-transparência da calcinha minúscula. Parei pra inalar aquele cheiro de sexo, de uma mulher, de uma amante ardente, de desejo. Depois, continuei beijando os lados da buceta dela, sem mexer na calcinha. Ela levantava e abria levemente a perna pra facilitar minhas carícias. Segui pela perna esquerda, beijando e lambendo a parte interna da coxa, curtindo a pele macia.
Repeti o mesmo devagar na perna direita. Depois voltei pro centro, mas sem tirar a calcinha — queria deixar o melhor pra depois. Comecei pelo monte de Vênus, fazendo o trajeto com a língua, subindo enquanto desafivelava a camisa erótica dela. Soltei o primeiro botão, deixando à mostra a pele quente até um pouco antes do umbigo. Segui com o segundo, liberando boa parte da barriga lisa — amava cada centímetro de pele que entrava em contato com meus lábios e língua. Continuei com o terceiro, até chegar no quarto, que ficava escondido entre os peitos lindos dela.
Parei um instante pra me ajustar melhor em cima dela. Encostei meu pau na buceta dela. Primeiro, bati a cabeça do pau na buceta, coberta por aquela tecidinho fino, já encharcada de tanto tesão.
— Ai!... Mete logo — murmurou entre gemidos.
Ela levantou as pernas, como se esperasse ser penetrada. Respondi encaixando meu pau na racha dela, por cima da calcinha fio dental. Soltei o último botão entre os peitos dela e descobri aquelas tetas lindas — só de ver os peitos dela, quase gozei. Porra. Me joguei pra chupar eles desesperado, fascinado pela maciez deles, tava no céu chupando aqueles bicos duros. Ficava alternando entre os dois, lambendo e chupando as aréolas, apertando os bicos com meus lábios. Lambi também o contorno dos peitos dela e as dobrinhas deles. Aproveitei aquele cantinho quentinho e suado debaixo deles, e também nas laterais, sentindo o peso quando eu acomodava com meu rosto. Com uma mão em cada teta, amassando elas, cada bico entre os dedos médio e indicador de cada mão. Beijei a pele dela até chegar no pescoço, enquanto continuava esfregando meu pau na buceta dela toda molhada. Fiquei tentado a beijar ela na boca, mas tava com medo de que o amasso fosse estranho pra ela e ela descobrisse que não era o pai.
Voltei a me separar dela, mas mantendo o roçar dos nossos genitais, minhas mãos percorreram o corpo dela desde os peitos até os quadris, sem tirar da pele. Era a hora de libertar a buceta dela daquela prisão. A calcinha linda dela tinha dois laços nas laterais, então foi só puxar de leve pra soltar e tirar a embalagem macia daquele presente gostoso. Aquela sensação de maciez e entrega me deu uma contração suave nas bolas e um formigamento no estômago. A mistura do meu tesão com o cheiro da buceta dela era de lascar. Joguei a calcinha dela no chão.
— METE LOGO! — ela gritava.
Ela levantou as pernas abertas, sinal de que tava toda entregue. Com a mão esquerda, peguei ela pela bunda pra levantar e com a direita coloquei um travesseiro debaixo da bacia dela. Deixando a buceta dela transbordando de melado, exposta pros... meus desejos. Aquela posição facilitava a vista do clitóris dela já inchado. E que nem um míssil teleguiado, me joguei pra encontrar ele com minha boca. A ponta da minha língua bateu naquele botão do prazer e depois seguiu pela parte de baixo dele, submetendo aquele terminal de prazer ao roçar da minha língua. Continuei lambendo o clitóris dela de baixo pra cima, enquanto meus lábios encontravam-se com seus pares vaginais numa espécie de beijo erótico. O sabor da sua boceta era um elixir delicioso que me motiva a continuar amando ela desse jeito sem perder a paixão. A mecânica continuou com meus lábios apertando de leve o seu clitóris. Pra depois lamber sua xota por inteiro, desde o cu até a uretra. Saboreando todas as dobras da sua topografia genital. — Você vai me matar! — ela gritava ao sentir minhas batidas na sua ppk, na medida que seus suspiros e gemidos permitiam — Mete em mim!!... Depois... que eu tô morrendo... Quero gozar com você dentro. Continuei lambendo até sentir a carne dela já tremendo perto do orgasmo. Tirei minha cara do meio das pernas dela, banhada em fluidos de mulher. Bastou só encostar de leve a minha cabeça na entrada da gruta encharcada dela, pra ela me engolir, me mergulhando num mar ardente de prazer. Penetrei ela completamente, encaixando perfeito, meu pau ansioso na boceta faminta dela, como uma luva quente, molhada e aveludada, feita sob medida. — Aiii... Siiim.... Jorginho — ela exclamou. As pernas dela se cruzaram nas minhas costas no momento em que minha cabeça bateu no fundo da boceta dela. Comecei com um vai e vem enérgico, sem sair muito, mas batendo forte lá dentro. Ela respondia com gemidos ou choramingos, cada vez que meu pau ereto invadia as entranhas dela com força. Ela balbuciava de prazer. — mmmm.. sim... Maaa... nouuu.... Vai vai... Depois de várias penetrações, tirei o travesseiro que levantava o quadril dela pra possuir ela mais confortável. E possuir ela com meu corpo por cima. De repente, tava totalmente por cima dela, amando aquele corpo lindo de mulher madura, com meus antebraços apoiados dos lados da cabeça dela. Nossas peles suadas se roçavam no ritmo das minhas estocadas. A gente se beijava apaixonadamente, de repente, eu já não tava sendo prudente. Nossas línguas fornicavam paralelamente ao nosso coito genital. Sentia como aos poucos as cócegas começavam a me invadir, minhas bolas se contraíam, meu O abdômen se apertava. Logo eu gozaria, mas não queria diminuir o ritmo, queria aquele orgasmo. De repente, ela apertou ainda mais as pernas nas minhas costas, puxou as algemas com força, quebrando a que prendia a mão direita dela. Essa mão foi direto cravar as unhas nas minhas costas. Os músculos vaginais começaram a apertar ainda mais meu pau, como se estivessem sugando. Eu não diminui o ritmo, muito pelo contrário.
- Agora, Jorge!!! - gritou, soltando minha boca - me enche!!
Não esperei mais. Apertei e mantive no fundo, pra sentir meu membro começar a explodir dentro dela. Me esvaziei dentro dela com fortes jorros de... sêmen. Sentia minha descarga percorrendo meu falo, como um torrente denso, pressionado pelas paredes internas daquela buceta fervente. No total, foram 4 ou 5 jorros, que senti como litros se esvaziando dentro dela. Os jorros foram diminuindo até acabar minha descarga. Meus genitais continuaram se contraindo suavemente, como se ainda estivessem gozando por alguns segundos.
- Aahhhhhhh... - foi o gemido longo dela quando terminei de gozar dentro.
As pernas dela caíram abertas, soltas. Tirei meu pau semi ereto do corpo já relaxado dela. Banhado com a mistura do nosso prazer mútuo.
Ela jazia ainda com a mão esquerda algemada e a direita caída ao lado. Lentamente, fui me retirando, tentando não fazer barulho. Tentando passar o mais despercebido possível. Olhei a hora e tinham se passado só 20 minutos desde que cheguei em casa.
Estava quase saindo do quarto quando ouvi:
- Quero que você arrebente meu cu - disse - mas quero chupar você primeiro, deixar ele duro.
Assustado, me virei pra olhar ela. Ela soltou a algema e sentou na beira da cama.
- Chega mais.
Fiquei na frente dela com meu pau meio mole perto do rosto dela. Ela, ainda vendada, começou a tatear com as mãos até encontrar minhas pernas e foi subindo até achar meu pinto.
- Quero ele duro de novo - disse antes de começar a lamber minha glande meio aparecida e meio caída.
Não pus reparo, só me deixei fazer. Pego meu pau, puxo meu prepúcio deixando a glande totalmente exposta. Ela colocou na boca e começou a chupar devagar, com muito cuidado. Foram só alguns segundos de prazer com aquelas cócegas até meu pau ganhar vida de novo. Na décima chupada já tava quase duro, e conforme ela continuava chupando, eu sentia ele ficando cada vez mais rijo. Ela acelerou o ritmo. Trinta segundos depois, ou talvez um minuto, eu já tinha perdido a noção do tempo. Ela agarrou firme e começou a bater uma devagar, mas com força, puxando minha pele cada vez mais. Depois de um tempo, colocou ele no rosto dela e, entre beijinhos e selinhos que dava no meu tronco, disse:
— Já tá no ponto. Me passa o lubrificante — ela ainda estava de olhos vendados.
Obedeci, peguei o tubo de lubrificante que tava no criado-mudo e passei pra mão esquerda dela.
Ela voltou a chupar meu pau mais devagar, enquanto passava o gel nas mãos. Aí parou com o oral e começou a bater uma com o lubrificante nas mãos: com a esquerda esfregava o tronco e com a direita a cabeça. Depois de cobrir tudo, repetiu isso mais umas duas vezes. Eu tava fascinado com os carinhos dela e com o controle que ela tinha da situação. Ela terminou colocando uma quantidade enorme sem espalhar na minha glande.
Ela se virou, colocando aquele rabo branco enorme empinado, apoiada nas mãos e nos joelhos. De novo, à minha vista, aquela racha deliciosa e aquela bunda divina, louca pra ser conquistada de novo. Mas agora de outro ângulo.
— Vai, lubrifica minha bunda, meu amor — disse ela docemente, já na posição.
Apliquei direto do tubo no cu dela, e ela soltou um... "Ai!" brincalhão ao sentir o gel gelado. Depois espalhei fazendo círculos com meu polegar direito, bem de leve.
— Hummm... Que gostoso — foi a reação dela ao meu toque — se apressa que já quero que você me arrombe.
Com meu dedo já completamente dentro, percebi que não ia precisar de tanto tempo quanto da primeira vez pra ela se acostumar. Tirei o dedo e segurei ela pela cintura. com minhas mãos, apertando suas carnes firmemente. Ela respondeu levantando mais a bunda e aproximando ela de mim. Meu pau ansioso se posicionou automaticamente no esfíncter dela. Pra depois começar a entrar, apertado, sem pausa mas sem forçar demais. A fricção deliciosa, a maciez do lubrificante, tava me levando pro paraíso carnal. Meu pau chegou quase na metade, e eu parei um pouco. Pra curtir aquele cuzinho apertado. Ela não parou de pressionar contra meu falo pra não interromper a penetração. Eu segurei ela um pouco mais acima com mais força e sem parar continuei furando ela, com mais vontade. Tava claro que era isso que ela tava pedindo.
Entre gemidos e choramingos continuei me assentando no intestino dela até sentir que dava pra avançar mais. Até sentir minhas bolas batendo nos lábios da buceta dela, molhados e quentes. Um dolorido "ahh!!" Eu ouvi de longe quando cheguei no fundo dela, e uma sensação de satisfação me encheu.
Eu recuei uns centímetros pra voltar a atacar aquela delícia de interior. Depois até a metade do meu pau e pra voltar com mais força no fundo dela. Depois devagar, tirei meu pau completamente da bunda dela. E passei mais lubrificante pra caralho, no meu pau e na entrada do cu dela.
Me posicionei e enfiei até o fundo. "Ahhh!!!" Ela gritou, mostrando aquela mistura de prazer e dor. Sem cerimônia e como se fosse a buceta dela, continuei com uma metida e tirada brutal no ritmo mais intenso que meu fôlego permitia.
Os gritos dela deviam ter sido ouvidos no bairro inteiro.
- AHHH.... SIM... VAI... MAIS... JORGITO.... JORGITO.... ARROMBA... MEU... CU.... TÁ.... TÁ.... SIM... É PAU.... CONTINUA.... CONTINUA.... CONTINUA.... TE AMO... MMMM... ENCHE... ENCHE... SIM....
Meu pau entrava e saía daquele cu num ritmo quase mecânico. Era aquela mistura de prazer, de tesão, de obsessão, e também, de amor; o que me motiva a não parar de foder ela.
Nossas carnes brancas, trêmulas, batiam e faziam barulho com cada enfiada do meu pau no buraco dela. A pele dela Suada ao meu toque, ela parecia uma maciez perfeita. O cansaço estava me vencendo, aquele ritmo estava me deixando sem fôlego. Então, de repente e sem aviso, ela muda para penetrações longas e profundas. Cada vez mais, o orgasmo tão desejado se aproximava. Eu queria gozar, enchê-la.
Eu recuava até deixar só a cabeça da minha pica dentro dela para depois entrar completamente de novo. Com a mudança de ritmo, ela apoiou o rosto na cama entre os braços. Foi aí que percebi que a venda tinha escorregado e ficado no pescoço dela. Na quarta ou quinta metida forte, ela relaxou o corpo de vez. Com um gemido longo que foi se calando... ... aos poucos, até chegar a só ofegos com o pouco ar que lhe restava. "Siiiii....".
Continuei penetrando ela umas dez vezes quando ela disse entre ofegos:
- Termina, meu amor. Antes que seu pai chegue.
Não processei na hora o que ela disse, só segui com meu trabalho.
- É só pra você... Meu cu é só pra você.
Foi o que ela disse quando sentiu minha rola começando a bombear minha gozada dentro dela. Gozei o que restava de esperma dentro dela, olhando pro teto e me mantendo nas profundezas.
Depois de alguns segundos, reagi com minha pica ainda dentro dela. Ela estava com a bochecha direita apoiada na cama, nos antebraços, com os olhos fechados, exausta.
Eu podia ver seu perfil lindo e o cabelo bagunçado. Foi aí, apalpando a bunda gostosa dela antes de tirar minha pica, que entendi suas palavras e um frio percorreu minha espinha. Ela não reagia, ainda com minha rola no cu dela.
No fundo, entendi que tudo foi uma armação, e que pelo menos dessa vez ela queria que fosse eu quem a comesse por trás. Essa ideia me alegrou completamente.
Tirei meu pau já não tão duro, com cuidado, coberto de restos de gozo, gel lubrificante e merda (próprio da cavidade que estávamos usando), mas não me importei; comparado ao prazer imenso que tínhamos sentido, isso não passa de um detalhe.
Ela, quase sem reagir, se deixou cair para o lado direito, num Estado sonolento. Fiz o menor barulho possível, peguei minha roupa e saí do quarto. Fui ao banheiro me lavar e entrei em pânico. "O que isso significa?", pensei. "Ela sabia, sabia o tempo todo." Depois de lavar minha buceta, lavei o rosto com água fria, como se tentasse esfriar minha cabeça e pensar com clareza. Com uma baita incerteza, saí do banheiro. Mas não tinha sinal de movimento nenhum. Me aproximei da porta do quarto dos meus pais e estava trancada. Diante da situação confusa, preferi sumir, pra pensar melhor. Então fui pegar os discos que ia emprestar pro meu amigo e saí.
Não voltei até de madrugada. O carro do meu pai já estava em casa, então imaginei que ele tinha voltado. Não fiz barulho e me deitei.
No outro dia, tudo parecia normal. Acordei meio-dia e encontrei meus pais numa boa. Minha mãe tava usando roupa larga, uma blusa sem botões, com gola baixa, mas sem decote, e calças folgadas.
- Oi - falei pro ar, pra ver como tava o clima.
- Oi, dorminhoco - disse minha mãe, com um sorriso.
- Oi - só isso meu pai.
Caminhei até a cozinha pegar um copo d'água. A coisa parecia normal. Ouvi minha mãe brincando com meu pai, num astral muito bom. Dava pra imaginar o motivo desse bom humor.
O resto do dia passou normal. Meus pais interagiam e eu me enfiei nas minhas coisas. A atitude de desprezo da minha mãe já não aparecia. Mas também não quis tentar a sorte.
Naquela noite, tava dormindo profundamente quando acordei com uns gemidos e choramingos de mulher. "De novo", pensei. Levantei rápido, calcei um tênis e um moletom e fui direto pro quintal... ... espiar pela janela dela. A situação era parecida com a da outra vez. A luz se filtrava pela cortina fina. E quando me aproximei, notei que ela tava arrumada pra deixar uma pequena abertura entre as cortinas, e a janela tava aberta.
Depois de tudo que já tinha rolado, não posso dizer que me surpreendi. A verdade é que me deparei com o que esperava. Meus pais transando. visão do corpo curvilíneo dela sempre vai ser um gatilho de prazer no meu cérebro. Ela tava de quatro na cama, apoiada nos joelhos e nas mãos, com a bunda empinada na beirada. E meu pai tava metendo nela com força, segurando na cintura dela. Ela gemia e ofegava. Enquanto levava aquela porra gostosa, fazendo os peitos dela balançarem no ritmo da trepada. Ela gritava cada vez mais alto, como se quisesse se fazer notada. - Siiim!... Jorge!... Me dá!... Jorginho!... Sou sua!! Meu pai metia fundo nela. Saía e entrava quase inteiro, e ela respondia empurrando a bunda grande contra ele. As carnes dela tremiam a cada impacto. Passaram uns 30 segundos, quando ele segurou firme lá dentro e gozou. Ela continuava pedindo mais, com os gemidos e rebolados, mas meu pai já tinha acabado. Soltou ela, tirando o pau já murchando, e deitou de costas do lado dela. - Desculpa, véia, não aguentei mais, vou dormir. Minha mãe, com a decepção estampada na cara, levantou, vestiu a camisola de alças e deitou do lado dela na cama, resignada. Foi tudo tão rápido que não consegui gozar na punheta escondida que eu tava tirando, curtindo o show do corpo da minha mãe sendo macetado. Em silêncio, voltei pro meu quarto. Deitado, vendo o que consegui gravar do sexo dos meus pais. Batendo uma devagar, focado em como os peitos da minha mãe balançavam no vídeo. De repente, senti minha porta abrindo devagar. - Preciso falar com você - ouvi minha mãe falar baixinho. Depois sumiu na escuridão do corredor. Fiquei preocupado, então saí rápido pro corredor. Tava escuro e ela não tava lá, só via um fio de luz escapando da porta entreaberta do banheiro. Em silêncio, cheguei perto da porta e abri devagar. - Entra rápido e fecha a porta - ela falou quase sussurrando. Ela tava lá, com o cabelo solto e só a camisola clara de alças, que com a luz direta do banheiro, pareciam quase transparentes, mostrando que era só aquela peça que cobria sua deliciosa anatomia.
- O que aconteceu? - perguntei intrigado, enquanto a percorria com os olhos.
- Preciso que me ajude - disse ela, soltando as alças sobre os ombros - seu pai não está me satisfazendo.
Eu a ouvia sem perder um detalhe da queda do tecido, percorrendo suas curvas, até terminar cobrindo seus pés.
Me aproximei, segurando-a pela cintura e aproximando nossos rostos.
- Termina o que seu pai não conseguiu terminar.
Nos beijamos apaixonadamente, ela envolveu meu pescoço com os braços, minhas mãos se apossaram de... suas generosas nádegas e senti seus peitos se apertando contra o meu peito. Levei-a contra a parede do banheiro e levei minha mão direita ao seio esquerdo dela para aproveitar sua maciez suprema. Seu mamilo duro passeava entre meus dedos junto com o amassar da minha mão. Ela levantou uma das pernas para aproximar mais a buceta da minha.
- Mete logo, antes que ele acorde - disse entre beijos.
Nos soltamos. Ela se apoiou na pia, inclinando-se para frente e levantando a bunda. Abaixei as calças e me posicionei atrás dela. Minhas mãos seguraram firme seus quadris e a pica ereta e ansiosa buscou a entrada da sua buceta gostosa. Que, sem frescura nem receio, aceitou numa penetração imediata e completa. "Mmmmm..." foi a expressão dela ao me sentir invadindo.
Segurando-a pelos quadris, eu a comia num ritmo frenético, impulsionado pela vontade acumulada desde que a tinha visto transando com o pai, um tempo antes. A bunda dela se encostava na minha, batendo com aquela carne macia cada vez que minha pica insistia lá dentro, e a gente se ajeitava na nossa arte de amar.
"Uhhh"... "ISSO..."... "Vai, Jorginho"... Dizia entre gemidos e suspiros, tentando não fazer muito barulho.
Nosso ritmo era constante e a gente controlava, então comecei a subir pela pele dela com as mãos, até chegar naqueles peitos pendurados. Me agarrei neles com força, exigindo o direito de aproveitar a maciez dela. Sentia que tinha o direito absoluto de gozar daquele corpo de mulher no cio. Com minhas mãos apertando forte os peitos dela, prendendo os bicos duros entre meus dedos, puxava eles cada vez que precisava entrar de novo no corpo dela, na nossa mecânica sexual.
Ela, com a cara virada pro teto, se entregava ao meu tesão de macho. De repente, ela baixou a cara, as mãos dela foram segurar as minhas e as pernas dela fraquejaram.
— Ai! Gozei... — falou murmurando enquanto eu continuava com meu vai e vem.
Entrei firme e fundo, pra ficar naquela toca quente. Ela endireitou a postura, numa atitude melosa. A mão direita dela pegou minha cabeça por cima dela, eu beijava o lado esquerdo do pescoço dela, a mão esquerda dela apertava minha bunda esquerda. E minhas mãos amassavam os peitos dela.
Meu pau duro dentro dela pulsava de tesão.
— Isso sim que é prazer. Nunca tinham me fodido assim.
— Ainda não terminei — falei no ouvido dela.
— Uii, sim, meu amor... Acaba... Me enche... — voltando a se inclinar sobre a pia e levantando a bunda.
Continuei com metidas fortes e fundas naquela buceta suculenta. Foram várias, umas 10 ou 15, lentas e fortes. Ela respondia com gemidos suaves e mantendo a xota pra cima, toda disponível.
Quase acabando, senti aquele formigamento gostoso, pra depois, na próxima investida, sentir meu pau prestes a explodir. Continuei aproveitando a cavidade macia dela por mais umas duas penetradas. Até não aguentar mais e me esvaziar... ... por fim, lá no fundo dela, liberando minha virilidade numa gozada enorme, em vários jatos, como se bombasse leita direto nas entranhas dela.
Fiquei segurando ela com meus dedos quase cravados na pele das cadeiras generosas dela, uns segundos aproveitando uma das sensações mais gostosas da vida.
Depois de um tempo, soltei ela e tirei meu pau molhado da buceta encharcada dela. Ela se virou pra mim, a gente se olhou nos olhos e se beijou apaixonadamente, se abraçando.
Cada um voltou pro seu canto. quarto sem meu pai desconfiar. A atitude dela comigo melhorou bastante, aparentava normalidade. Mas a verdade é que ela buscava qualquer oportunidade pra me excitar. Começou a usar roupas mais ousadas. Os decotes e/ou saias curtas começaram a aparecer mais no dia a dia. Ela parecia mais alegre do que antes.
Nossos encontros começaram a ficar mais frequentes, não só nos fins de semana. Não importava se meu pai tava ou não, a gente procurava o momento pra saciar nossa fome. Fizemos em todos os cômodos da casa. Com o tempo, o cu dela se acostumou com meu pau, de um jeito que encaixava perfeitamente toda vez que ela pedia pra eu meter no cu. Claro, toda vez que a gente transava, minha mãe transava depois com meu pai, à noite. Pra compensar a traição, ela dizia. E talvez, pra aliviar a consciência dela.
Era óbvio que o Jorge que ela chamava era meu pai, e não eu. Mas não quis perder aquela oportunidade. Então entrei na onda.
Peguei o tubo de loção, espalhei um pouco nas mãos e comecei a massagear os ombros dela. Só o contato das minhas mãos com a pele dela fez com que ela soltasse um gemido suave, mas muito erótico.
- Mmmmm... - quase como um ronronar - é assim que gosto que me toquem.
Arqueando as costas e juntando as omoplatas. A cabeça dela caiu levemente para trás. Eu me abaixei um pouco para não entrar no campo de visão dela, embora depois percebi que os olhos dela estavam fechados.
A pele quente dela, a situação, o corpo curvilíneo e maduro. Tudo isso estava me provocando um nível de excitação que eu nunca tinha sentido antes. Minhas bolas se contraíam, meu pau endurecia, preso pela roupa, e eu sentia meu estômago invadido por borboletas nervosas voando. Com meu tesão aumentando exponencialmente, continuei percorrendo as costas dela, cada vez apertando mais a carne trêmula com meus dedos ansiosos.
Na metade das costas, pressionava com os polegares dos dois lados da coluna, do centro para os lados e voltando. Ela se deixava levar, mantendo as mãos apoiadas nos joelhos.
Apoiava os polegares nas costas dela e os outros dedos nas costelas, enquanto minhas mãos iam do centro das costas para os lados. Repeti esse movimento, provocando gemidos e suspiros suaves, até que criei coragem e passei as mãos para a frente para pegar os peitos dela. Minhas mãos percorreram as dobras da pele até envolver os peitos dela, segurando-os por baixo, deixando os mamilos entre meus dedos indicador e médio. Segurando-a pelos seios, puxei-a para perto de mim. Beijei o pescoço dela enquanto amassava os peitos dela. Tocar aquelas tetas acabou me esquentando demais. A pele macia e quente, além de sentir a textura mole se acomodando nas minhas mãos e tentando escapar entre meus dedos. Fez com que eu... a calentura vai tampar meus ouvidos e nublar minha visão por alguns segundos.
Depois de alguns segundos de sarro, ela se inclinou pra frente. Fui soltando os peitos dela enquanto ela se afastava, sem perder o contato com a pele.
Minhas mãos desceram pra lombar dela, com os polegares pressionando no centro. Nisso, ela continuou se inclinando, mas agora levantando a bunda. A bunda linda, branca e redonda dela. Grande e gostosa.
Ela ficou de quatro, abrindo um pouco as pernas. Dizendo:
— Meu cu, do jeitinho que você... ... me pediu tantas vezes, finalmente me decidi. — falava isso enquanto empinava a raba — limpinho e depiladinho, te esperando.
Não podia acreditar, minha mãe tinha preparado toda essa surpresa pro meu pai, pra experimentar sexo anal. Que, com certeza, depois de mais de 20 anos de relacionamento, e portanto de sexo, queriam experimentar algo diferente.
— Você tem que me tratar com carinho — passando pra trás um tubo de lubrificante entre as mãos — nunca usaram meu cuzinho.
Um sentimento enorme de culpa me invadiu, eu tava me aproveitando da minha mãe. Mas a calentura me dominava. Eu enfrentava uma questão moral sobre o que tava fazendo.
Minhas mãos apertavam as nádegas carnudas dela.
— Me lubrifica bem antes de meter...
Em silêncio e sem saber o que fazer, massageava a bunda dela, sentindo meu pau duro lutando pra escapar da pressão.
— Toca minha buceta, ela tá ardendo e toda meladinha — rebolando a bunda de um lado pro outro, como quem brinca.
Eu obedeci. Molhei os dedos da mão direita e toquei a buceta dela. Quente e suculenta, tomada pelos fluidos de mulher no cio. A ponta do meu indicador foi direto encontrar o clitóris inchado dela, e dali, subi até a entrada da gruta. Ela gemia como se aprovasse os carinhos. Repeti o movimento várias vezes, devagar, até enfiar meu polegar na buceta dela e com o indicador estimular o botãozinho de prazer.
Era uma oportunidade única, se quer saber a verdade, nunca olhei minha mãe com olhos de tesão, mas sempre me senti atraído pelo corpo dela. Então, me atrevi. Enquanto Acariciava sua boceta molhada com a mão direita. Com a esquerda, desabotoei o zíper da minha calça e tirei meu pau duro. Sem perder tempo, levei meu pau ao encontro da boceta quente da mamãe. Quase gozei ao sentir o calor da sua xota. Ela estremeceu.
— Ai! Que buceta gostosa...
Comecei a esfregar meu pau na sua racha, encharcando ela com os próprios fluidos. Sem penetrar ainda, segurando meu pau com a mão e carregando a cabeça quando encontrava o clitóris dela.
— Siiiim, papai... Mete logo que não aguento.
Segurei ela pela cintura, com as mãos, e a penetrei. Devagar, senti meu pau invadindo a cavidade dela, as paredes abraçando quentinho meu pau milímetro por milímetro. E ela soltou um longo "uhhhh..."
Os lábios da buceta apertavam meu pau com força enquanto eu a invadia. Enfiado até a metade do meu comprimento, recuei na mesma velocidade (devagar), até deixar só a cabeça mergulhada na umidade ardente do buraco dela. Depois, voltei a entrar com mais decisão até o fundo lascivo, faminto. Roçando todas as paredes.
Continuei com o vai e vem, num ritmo constante. Ela gemia, apoiada nos cotovelos na cama. Soltei o quadril dela e peguei o lubrificante. Nunca tinha tido um cu esperando ansioso pra ser penetrado. Também nunca tinha usado lubrificante.
Eu mantinha o ritmo das estocadas, respondendo aos avanços dela, que buscava meu pau. Sem minhas mãos guiando. Joguei um pouco de líquido no cu dela e comecei a espalhar, fazendo círculos no esfíncter com meu dedo... direito. Comecei devagar, depois sincronizei o polegar com as penetrações, forçando cada vez mais fundo no buraco negro dela.
De repente, meu dedo entrou, e continuei enfiando ao mesmo tempo em que a cabeça do meu pau batia na entrada do útero dela.
— Ahhhh... Ahhhh... Ahhhh — ela ofegava — continua, continua... Mete, mete.
Meu dedo já entrava e saía livremente do cu dela. E pra diminuir ainda mais o atrito, continuei jogando lubrificante nele.
Quando senti que já estava bem... dilatado, enfiei bem fundo meu polegar e, como segurando ela por ali, acelerei meu ritmo. - AI!!! ... AI!!! ... AI!!! ... - eram os gritos dela a cada entrada do meu pau na buceta dela - não sei... Por que... Você... Tá tão grande hoje... Eu... Amo. - ela falava entre as penetrações. Continuamos assim por uns segundos. Até que eu digo: - Já... Já... Rom... Pe... Meu... Cu... Raba... Me arromba. Tirei meu pau prestes a explodir da deliciosa buceta dela. Ela, mal se sentindo sem a pussy cheia, levou uma das mãos pra continuar se masturbando. Passei lubrificante no meu pau monstruosamente ereto e apontei pra entrada do cu dela. Ia foder minha mãe. Com meus polegares, separei as nádegas dela pra desobstruir ainda mais o caminho. A raba dela já dilatada parecia um círculo preto esperando pra ser invadido. Apoiei minha glande lubrificada no ânus dela. Ela acelerou os movimentos da mão na própria boceta. - Anda logo... Não aguento... Me arromba o cu! Me ajudando com meu peso e minhas mãos segurando a cintura dela, comecei minha conquista anal. Minha glande entrou, mas me senti preso, raspando nas paredes internas dela. Recuei uns centímetros, deixando parte da glande pra fora, passei mais um pouco de lubrificante, e investi de novo. Agora entrei uns 5 centímetros com dificuldade, até ficar preso de novo, junto com um gemido sentido e longo da parte dela. - Continua... Continua... Quero que me rasgue. Esperei um pouco e, sem recuar, apliquei força de novo... Uns peidos soaram enquanto eu continuava entrando. Avancei mais uns 5 centímetros e parei de novo. Ela começou a mexer a bunda em círculos. Gemendo como uma puta enlouquecida. Isso fez com que eu recuasse um pouco e começasse um vai e vem. Sem chegar ao fundo ainda. Fiquei uns minutos penetrando ela, entrando até onde dava sem muito esforço e saindo, deixando minha ponta dentro. A cada penetração, eu avançava mais, mas ainda tinha um bom pedaço de pau pra enfiar nela. Não ia descansar até que toda a minha verdade entrasse no cu dela... Se eu ia comê-la clandestinamente e com prováveis consequências nefastas, seria pelo menos um custo que valesse a pena. Tirei meu pau e passei mais lubrificante. Posicionei na entrada dela e entrei de novo, apertado mas sem problemas. Curtindo o quanto a bunda dela era apertada.
Continuei pressionando pra ir mais fundo, tava apertado mas já não era a mesma resistência do começo. Mas ainda custava, meu pau sofria com o atrito e a estreiteza do intestino dela, mas não parei. Gemidos e choramingos saíam, emitidos pela minha... ... linda mãe enrabada, sendo fodida por mim, pelo filho dela, sem saber.
Com a mão esquerda no quadril dela e a direita no ombro. Continuei metendo com força. Ela seguia com os gemidos mas sem nenhum sinal de rejeição. Optei por pressionar e soltar, sem recuar. Uma vez, e parava... Na segunda, com força, entrava um pouco mais e parava... Terceira... E parava... E assim até que de repente, senti minhas bolas batendo na bunda dela. Tava no fundo do cu dela.
Aproveitei aquele momento, pressionando e soltando, sem recuar nem um pouco. A mão dela estimulava o clitóris sem parar.
Minhas estocadas foram aumentando de frequência. Depois de umas quantas, comecei a me mover no intestino dela, saindo um pouco e voltando a atacar. Umas 2 ou 3 vezes devagar, e assim aumentando o ritmo. Gozei daquela pressão deliciosa da cavidade quente dela no meu pau, em todas aquelas enfiadas no cu agora dilatado dela.
Decidido a acabar logo com aquilo, ansioso pra gozar completamente dentro dela. Tirei meu pau pela última vez, ela reclamou com um gemido meloso e palavras incompreensíveis. Passei mais lubrificante na minha ferramenta, espalhando com a mão, garantindo que ficasse bem coberta. E apliquei um pouco mais na bunda dela.
Coloquei minha glande no cu dela, minhas mãos no quadril e entrei firme, sem parar. Voltei a invadir o interior dela sem obstáculos, mas num percurso apertado. Com as paredes internas dela estimulando meu pau por inteiro. Voltei ao fundo. e comecei a bombar devagar primeiro, pra depois aumentar meu ritmo de amador. Cada uma das minhas penetrações fazia ela gemer ou reclamar, ou falar besteiras. - ahhh... Mmmm.... Siiii.... Maaaaaaalo... Duro... duro... Assim assim... - ouvir ela me motiva a não diminuir o ritmo. Apesar da lubrificação, sentia tudo queimando naquele cu apertado que eu tava invadindo com meu pau. Continuei metendo nela com entusiasmo... Num ritmo doentio, ela de repente desabou na cama, com a cara virada pra direita entre os braços. A bunda dela continuava empinada, entregue ao meu serviço sexual. "Ela deve ter gozado", pensei. Poucos segundos depois, senti meus genitais começarem a se contrair, aquela sensação gostosa me invadindo, aquele formigamento antes de gozar. Meu pau continuava entrando e saindo daquela fonte de prazer carnal. Ao mesmo tempo, já sentia que não ia aguentar mais... Alguns segundos a mais e... Segurando ela com toda força pelas cadeiras, meti pela última vez. No fundo, naquele calor, naquela escuridão apertada... Gozei num dos orgasmos mais fortes da minha vida. Senti litros de porra sendo liberados, me fazendo o ser mais satisfeito do planeta. Minha visão ficou turva e minhas pernas fraquejaram. Tirei meu pau do cu dela, já menos duro. Ela soltou um "mmmmm..." quando eu saí. Numa tentativa de continuar curtindo o contato sexual com minha mãe, coloquei meu pau ainda duro entre as nádegas dela e apertei com elas. Mamãe respondeu mexendo a bunda divina dela pra cima e pra baixo. Curtindo esse último estímulo, respondi aos movimentos dela pressionando com minha bacia cada vez que ela descia. - JAVIERA!!! - ouvi meu pai chamando minha mãe da sala. Ela, ainda extasiada, pareceu não ouvir. Isso me fez voltar à realidade e perceber o que eu tinha acabado de fazer. Tinha que sair dali o mais rápido possível. Levantei minhas calças que estavam no meio da coxa, sem fazer barulho (ou o mínimo possível) e ainda com meu Pau pra fora, saí do quarto.
Entrei no meu quarto, escapei pela janela pro quintal e de lá pra rua. Caminhei umas duas horas pensando no que tinha acontecido. Me questionando moralmente. A frase "Sou um degenerado" ecoava na minha cabeça.
Tava me sentindo uma pessoa ruim, sujo e detestável. Mas aí comecei a lembrar do momento, das sensações, da maciez do corpo dela, do gostoso que foi penetrar minha mãe, e do maravilhoso que foi gozar dentro dela, descarregando todo meu sêmen.
"Ela também curtiu pra caralho" pensei. E aos poucos já não me sentia tão mal. Vi como algo bom, quase como um prêmio do destino. E até despertou em mim a vontade de repetir a experiência.
"Talvez se eu contar como tudo aconteceu, ela tope continuar transando comigo" — virou minha esperança.
Voltei pra casa lá pelas 22:45.
Tava tudo apagado. "Tão dormindo" pensei. "Boa!"
Cheguei no meu quarto, e mal fechei a porta em silêncio. A luz acende.
Minha mãe tava sentada, com o roupão grosso fechado até o pescoço, na minha cama.
Fiquei paralisado com cara de bobo.
— Seu pai ficou dormindo no sofá o tempo todo — brava, mas sem levantar a voz.
— Do que cê tá falando, mãe? — perguntei fingindo não entender.
— Acha que sou idiota? — num tom ainda mais inquisidor — você se aproveitou quando eu tava esperando seu pai.
A expressão dela mudou pra uma de tristeza, e soluçando disse:
— Você é um degenerado, se aproveitou da sua própria mãe, me usou como se eu fosse uma puta.
Uma grande tristeza me invadiu, caminhei até a cama e sentei do lado dela.
— Me desculpa muito, mãe... Acontece que ouvi meu nome e fui sem saber com o que ia me deparar.
— Desgraçado, eu tava esperando seu pai, nunca tínhamos feito sexo anal e queria dar uma surpresa pra ele...
— É que... Vi seu corpo nu... Curvilíneo... Lindo e não consegui me segurar.
Paff!!! Soou o tapa que ela me deu no meio da cara.
— Acha que sou uma daquelas putinhas que você pega na rua? Universidade... Sou sua mãe... Me respeite! — Desculpa, mãe — falei, olhando pro chão.
Ela me bateu mais umas duas vezes. Batendo na minha nuca e nas costas.
— Amanhã vamos conversar com seu pai — disse entre soluços.
Ela se levantou, me olhando com raiva, nos olhos. E foi embora, fechando a porta atrás de si.
Fiquei em silêncio por vários minutos antes de me mexer. Atormentado com o possível caos que estava por vir. Eu tinha me aproveitado da minha mãe. Abusado dela.
Quase não dormi, fiquei me torturando, virando na cama, pensando na possibilidade de que os últimos acontecimentos... poderiam acabar com minha família. Mas isso contrastava com minhas lembranças do momento de prazer recente. De repente, me lembrei das minhas sensações ao penetrar com meu pau naquelas cavidades maternas, molhadas e ardentes. Isso me deu uma ereção repentina.
Comecei a acariciar meu pau duro por baixo do pijama, por um tempo, mas logo meu tesão avassalador me obrigou a soltar meu falo e começar a me masturbar. Com a mão direita, subia e descia meu prepúcio, e com a esquerda, apertava meu saco entre as bolas. Gozei com minhas próprias carícias enquanto os flashes da experiência com a mamãe passavam pela minha cabeça.
Lembrei da maciez do toque da pele dela, do calor do corpo dela, da suavidade dos peitos dela, da dureza dos mamilos dela.
Virei de bruços na cama, com meu pau apontando pra minha cabeça e preso entre minha barriga e o colchão.
A imagem das minhas mãos segurando a cintura dela enquanto eu metia com força, comendo ela, me inspirava a curtir minhas "enfincadas" no colchão, aproveitando o atrito do lençol macio com a parte de baixo do meu pau.
Minhas mãos agarravam o travesseiro com força enquanto eu continuava com meu vai e vem simulado no colchão, sentindo o roçar e relembrando cada estocada na buceta da minha amante recente.
Cheguei ao ponto de não aguentar mais, e lembrando da minha gozada gostosa, no cu divino e apertado da minha mãe... gozei.
Gozei com um orgasmo forte que me deixou num relaxamento profundo. Adormeci em poucos minutos na mesma posição em que fiquei depois de liberar o resto de sêmen que ainda tinha, entre o colchão e minha barriga.
De manhã, acordei mais cedo que o normal, com o lençol grudado na minha barriga, por causa da porra seca. Peguei ele e levei pro cesto de roupa suja perto da máquina de lavar. Levantei quase sem fazer barulho e saí de casa, fugindo antes do cataclismo. Fiquei andando pela cidade a manhã toda e voltei depois do horário do almoço.
Antes de entrar, respirei fundo como se estivesse criando coragem pra enfrentar o suposto caos que ia ter em casa. Achando que minha mãe tinha contado pro pai que eu aproveitei dela.
Girei a chave devagar. Abri a porta e entrei. Meus pais estavam na sala, sentados no sofá, vendo TV. Tudo parecia muito normal.
- Oi - falei.
- Você não veio almoçar. - disse o pai.
- É, é que fiquei de ajudar um amigo a mudar umas coisas do apartamento dele. - foi a primeira coisa que me veio na cabeça.
- Sobrou almoço na cozinha. Pode esquentar. - disse a mãe como se nada tivesse acontecido.
Apressado, mas sem demonstrar, fui pra cozinha, meio aliviado porque parecia que minha mãe não tinha contado nada pro pai.
Tava esperando o micro-ondas esquentar meu prato quando minha mãe entra na cozinha pra pegar algo pra beber.
- Ei, mãe.
- Cala a boca, degenerado, não contei nada pro seu pai pra não estragar nossas vidas. Mas não quero que você chegue perto de mim.
Ela se virou pra pegar algo na parte de baixo do armário, se abaixando sem dobrar os joelhos. Tava usando uma legging cor de pele que marcava claramente a topografia... ...daquela racha gostosa. Fiquei besta olhando pra ela, com vontade de tocar.
Ela se levantou de repente, se virou e me olhou. Percebeu minha cara de tesão e o sorrisinho que eu tava dando diante daquela vista deliciosa.
Paf! - me deu um tapa - "O que você pensa? Vai olhar pra alguma daquelas putas da internet que você tanto gosta, eu não tô aqui pra suas esquentações" disse depois de me bater.
- Mas...
- Mas nada! A gente conversa depois.
Ela serviu um pouco de vinho em duas taças e Voltei pro meu pai.
O dia passou numa normalidade mediana, só que às vezes eu notava olhares disfarçados de desprezo da minha mãe em minha direção. Meu pai não percebeu.
Naquela noite, lá pela 1h da manhã, eu tava jogando WOW, e já puto com uma raid ruim, tirei o headset e ouvi uns barulhos estranhos. Desconectei e fui até o corredor.
Os barulhos vinham do quarto dos meus pais, eram gemidos, meio escandalosos, e o rangido da cama. Cheguei perto da porta pra confirmar minha suspeita.
— Abaixa o volume, o Jorge pode te ouvir — ouvi meu pai mandar pra minha mãe.
— Ele deve estar de headset jogando, não se preocupa... Ahhh!!! Ahh... — ela continuou com os gemidos, mas agora com mais gritinhos.
A porta tava fechada e claramente eu não podia abrir sem ser notado. Então, já excitado, saí pro quintal pra tentar espiar pela janela.
De longe, vi a luz fraca do abajur do quarto acesa, saindo filtrada só pela cortina fina. Eles não tinham fechado a cortina grossa. Entre as cortinas finas, tinha uma pequena abertura, mas que, quando cheguei perto, me dava uma boa visão do quarto. A janela ficava do lado esquerdo da cama, alinhada com o meio dela. Também tava um pouco aberta, então dava pra ouvir eles.
A visão do corpo gostoso da minha mãe pelada, montada no meu pai, com a cabeça jogada pra trás e as mãos apertando as tetas deliciosas dela. Isso causou uma explosão de tesão no meu corpo, um formigamento da nuca até as bolas. Minha mãe subindo e descendo, empalando a pica do meu sortudo pai. Num ritmo forte e constante.
Peguei meu celular e encaixei entre as aberturas das cortinas pra gravar a cena. Pensando nas futuras punhetas.
As mãos dela pressionavam os peitos contra o peito, tampando os mamilos com as palmas. Do ângulo que eu via, notava a perna e a bunda direita trêmulas se movendo no ritmo de cada penetração que ela mesma se dava. Tava tão fascinado olhando aquela mulher fogosa que demorei pra perceber que meu pai tava algemado. a cama, sem chance de tocá-la.
- Ahh!!... Ahhh!!... - eram os gemidos cada vez mais altos da mamãe, virados pro teto do quarto.
- Shhh!!! Abaixa esse volume... - meu pai repreendeu ela.
Ela só aumentava o volume dos gemidos e choramingos. Sem perder o ritmo.
Eu tava me masturbando, escondido na escuridão. Olhando pela janela e ouvindo ela gozar.
Num momento, ela olhou direto pra janela. Como se soubesse que eu tava ali. O cabelo bagunçado e a cara de prazer sem limites davam um ar de puta safada que me deixou... louco.
Mudou o ritmo da cavalgada. Passou pra movimentos pra frente e pra trás, meio lentos mas profundos. As mãos dela pegaram os peitos pesados por baixo, deixando à mostra os bicos duros e grandes. Queria chupar e morder eles naquela hora. Queria ter aqueles peitos batendo na minha cara. A pélvis dela ia pra frente e pra cima. Depois pra trás e pra baixo. Olhava fixo pra janela, gemendo desesperada, massageando os peitos.
Ela se inclinou pra frente sem parar a mecânica do amor, apoiando as mãos dos dois lados da cabeça do papai, deixando os peitos lindos balançarem.
- Já vou gozar, Andrea!! - gritou o papai.
- Termina!... Me enche! - gritou eufórica entre gemidos.
Ela apoiou as mãos no peito do papai e começou a subir e descer com força. Tentando enfiar aquele pau o mais fundo possível. Meu pai gemia entre as estocadas, lutando contra as algemas. Já a mamãe gritava os gemidos cada vez que a boceta dela engolia aquela pica sortuda. Foram 12 penetrações (contei e memorizei depois, me masturbando com o vídeo).
"Me enche!"... "Tudo"... "Agora"... "Agora".... Ai, Siiim... Foram as palavras dela ao ser penetrada.
Freneticamente, eu me masturbava vendo ela gozar. Babando com as carnes dela se mexendo na dança do amor.
"SIIIM!!" ... "Siiim"... "Agora agora..." - Ela berrava empalada - "me enche... Me enche, Jorginho..."
Foram as palavras dela quando o papai soltou a carga dentro dela, com um gemido longo; e eu jorrando na janela. Acabamento externo da parede da casa, tentando não fazer barulho. Ela se deixou cair em cima dele, exausta e satisfeita. Se beijaram por alguns segundos enquanto minha mãe continuava com seus movimentos, já mais suaves, como que aproveitando até o último momento da dureza daquele pau. Até parar, e depois de um momento se levantar. Ela saiu de cima do pai sem soltá-lo das algemas. Ficou de costas para a janela. Me mostrando aquela bunda larga, branca e redonda. E depois se cobriu com uma camisola de alças, que a tapava até um pouco abaixo das nádegas. Guardei meu pau e parei a gravação. Voltei pro meu quarto, em silêncio. Ainda bestificado. O último grito dela "me enche, Jorginho" ficou ecoando na minha cabeça. Era assim que ela me chamava quando não estava brava comigo. Revisei o vídeo, deitado na minha cama, só de calça de pijama. E foi inevitável não me masturbar de novo. Passaram umas duas semanas sem novidades. Virou costume eu aproveitar os momentos de solidão pra me trancar no quarto e bater uma vendo o vídeo da minha mãe fodendo com o pai. Ela, por outro lado, fingia uma vida normal nesse período. Continuava me tratando como um infeliz quando estávamos sozinhos. Mas, com meu pai presente, disfarçava. Não foi até o terceiro sábado, depois daquele em que comi minha mãe, que novos acontecimentos rolaram. Cheguei umas 20h em casa, ia pegar umas coisas pra depois sair pra farra com uns amigos. Encontrei meu pai saindo. — Vou ver seu tio Manuel, vou chegar tarde. — Aconteceu alguma coisa... ruim? — perguntei meio preocupado. — Não, ele só quer beber uns copos e conversar. Não falei pra sua mãe, acho que ela tá dormindo. — Dirige com cuidado, principalmente se for beber. — Fica tranquilo, volto quando estiver mais sóbrio. — Ok, tchau. — Tchau. — ele se despediu, subindo no carro. Entrei em casa, despreocupado e de olho em pegar umas coisas que prometi emprestar pra um amigo. Tava tudo em silêncio. Entrei no cozinha pra beber um pouco d'água. Depois vou pro meu quarto. Andando pelo corredor, antes de passar pela porta entreaberta do quarto dos meus pais, ouvi gritos: — Me ajuda, Jorge! Entrei rápido no quarto, mas antes de falar qualquer coisa, fiquei mudo com o cenário que se revelou quando cruzei aquela soleira. — Tô presa, e tô com tesão — disse ela ao sentir a porta abrir. Minha mãe, aquela mulher gostosa e safada, tava com as duas mãos algemadas de cada lado da cabeceira da cama de casal, com os olhos vendados e os lábios lindos pintados de um vermelho vivo. — Abusa de mim, Jorge, aproveita o corpo dessa mulher indefesa e ardente — continuava provocando com as palavras. Ela usava uma lingerie erótica, que era uma blusa ou robe quase transparente, bem curta, que chegava um pouco abaixo do quadril, abotoada no meio, entre os peitos, com bordados, preta, deixando transparecer os atributos daquela anatomia gostosa. As curvas dela se destacavam de um jeito delicioso, os peitos soltos descansavam no torso, coroados pelos biquinhos rosados, que tavam durinhos sob aquela lingerie safada. Também usava uma calcinha fio dental com rendinha, preta, que deixava ver a buceta gostosa esperando, toda depilada. As pernas dela estavam nuas, torneadas e com a pele lisa, uma, a direita, dobrada, apoiando o pé na cama, e a outra esticada, apontando pra porta. A cena era tão linda que meu sangue começou a ferver, sentia que meu coração ia pular pela boca a qualquer momento e as batidas ecoavam nos meus ouvidos. — Tá esperando o quê pra me encher? Quero teu pau dentro... Me pega. Do lado dela tinha um tubo de lubrificante, o que me fez imaginar onde aquilo ia parar. Não pensei duas vezes. Já tinha possuído ela, peguei o corpo dela sem permissão e queria fazer de novo. Meu pai não tava e ela pensava de novo que era ele. Ia ocupar o lugar dele de novo, protegido pelo silêncio e pela venda nos olhos dela. Me despi em menos de um segundo. Meu pau duro pulou pra fora. Assim que baixei minha cueca, senti o cheiro de uma mulher faminta aumentar conforme me aproximava daquele corpo quente, objeto do meu desejo. Apoiei as mãos e antebraços debaixo dos joelhos dela e aproximei meu rosto da buceta dela. Ao sentir o toque das minhas mãos nas pernas, ela reagiu dobrando-as, deixando os joelhos apontando pro teto e as pernas bem abertas.
— Me toma, me toma — murmurava, toda agitada.
Enfiei meu nariz entre os lábios carnudos da buceta dela, que se insinuavam na semi-transparência da calcinha minúscula. Parei pra inalar aquele cheiro de sexo, de uma mulher, de uma amante ardente, de desejo. Depois, continuei beijando os lados da buceta dela, sem mexer na calcinha. Ela levantava e abria levemente a perna pra facilitar minhas carícias. Segui pela perna esquerda, beijando e lambendo a parte interna da coxa, curtindo a pele macia.
Repeti o mesmo devagar na perna direita. Depois voltei pro centro, mas sem tirar a calcinha — queria deixar o melhor pra depois. Comecei pelo monte de Vênus, fazendo o trajeto com a língua, subindo enquanto desafivelava a camisa erótica dela. Soltei o primeiro botão, deixando à mostra a pele quente até um pouco antes do umbigo. Segui com o segundo, liberando boa parte da barriga lisa — amava cada centímetro de pele que entrava em contato com meus lábios e língua. Continuei com o terceiro, até chegar no quarto, que ficava escondido entre os peitos lindos dela.
Parei um instante pra me ajustar melhor em cima dela. Encostei meu pau na buceta dela. Primeiro, bati a cabeça do pau na buceta, coberta por aquela tecidinho fino, já encharcada de tanto tesão.
— Ai!... Mete logo — murmurou entre gemidos.
Ela levantou as pernas, como se esperasse ser penetrada. Respondi encaixando meu pau na racha dela, por cima da calcinha fio dental. Soltei o último botão entre os peitos dela e descobri aquelas tetas lindas — só de ver os peitos dela, quase gozei. Porra. Me joguei pra chupar eles desesperado, fascinado pela maciez deles, tava no céu chupando aqueles bicos duros. Ficava alternando entre os dois, lambendo e chupando as aréolas, apertando os bicos com meus lábios. Lambi também o contorno dos peitos dela e as dobrinhas deles. Aproveitei aquele cantinho quentinho e suado debaixo deles, e também nas laterais, sentindo o peso quando eu acomodava com meu rosto. Com uma mão em cada teta, amassando elas, cada bico entre os dedos médio e indicador de cada mão. Beijei a pele dela até chegar no pescoço, enquanto continuava esfregando meu pau na buceta dela toda molhada. Fiquei tentado a beijar ela na boca, mas tava com medo de que o amasso fosse estranho pra ela e ela descobrisse que não era o pai.
Voltei a me separar dela, mas mantendo o roçar dos nossos genitais, minhas mãos percorreram o corpo dela desde os peitos até os quadris, sem tirar da pele. Era a hora de libertar a buceta dela daquela prisão. A calcinha linda dela tinha dois laços nas laterais, então foi só puxar de leve pra soltar e tirar a embalagem macia daquele presente gostoso. Aquela sensação de maciez e entrega me deu uma contração suave nas bolas e um formigamento no estômago. A mistura do meu tesão com o cheiro da buceta dela era de lascar. Joguei a calcinha dela no chão.
— METE LOGO! — ela gritava.
Ela levantou as pernas abertas, sinal de que tava toda entregue. Com a mão esquerda, peguei ela pela bunda pra levantar e com a direita coloquei um travesseiro debaixo da bacia dela. Deixando a buceta dela transbordando de melado, exposta pros... meus desejos. Aquela posição facilitava a vista do clitóris dela já inchado. E que nem um míssil teleguiado, me joguei pra encontrar ele com minha boca. A ponta da minha língua bateu naquele botão do prazer e depois seguiu pela parte de baixo dele, submetendo aquele terminal de prazer ao roçar da minha língua. Continuei lambendo o clitóris dela de baixo pra cima, enquanto meus lábios encontravam-se com seus pares vaginais numa espécie de beijo erótico. O sabor da sua boceta era um elixir delicioso que me motiva a continuar amando ela desse jeito sem perder a paixão. A mecânica continuou com meus lábios apertando de leve o seu clitóris. Pra depois lamber sua xota por inteiro, desde o cu até a uretra. Saboreando todas as dobras da sua topografia genital. — Você vai me matar! — ela gritava ao sentir minhas batidas na sua ppk, na medida que seus suspiros e gemidos permitiam — Mete em mim!!... Depois... que eu tô morrendo... Quero gozar com você dentro. Continuei lambendo até sentir a carne dela já tremendo perto do orgasmo. Tirei minha cara do meio das pernas dela, banhada em fluidos de mulher. Bastou só encostar de leve a minha cabeça na entrada da gruta encharcada dela, pra ela me engolir, me mergulhando num mar ardente de prazer. Penetrei ela completamente, encaixando perfeito, meu pau ansioso na boceta faminta dela, como uma luva quente, molhada e aveludada, feita sob medida. — Aiii... Siiim.... Jorginho — ela exclamou. As pernas dela se cruzaram nas minhas costas no momento em que minha cabeça bateu no fundo da boceta dela. Comecei com um vai e vem enérgico, sem sair muito, mas batendo forte lá dentro. Ela respondia com gemidos ou choramingos, cada vez que meu pau ereto invadia as entranhas dela com força. Ela balbuciava de prazer. — mmmm.. sim... Maaa... nouuu.... Vai vai... Depois de várias penetrações, tirei o travesseiro que levantava o quadril dela pra possuir ela mais confortável. E possuir ela com meu corpo por cima. De repente, tava totalmente por cima dela, amando aquele corpo lindo de mulher madura, com meus antebraços apoiados dos lados da cabeça dela. Nossas peles suadas se roçavam no ritmo das minhas estocadas. A gente se beijava apaixonadamente, de repente, eu já não tava sendo prudente. Nossas línguas fornicavam paralelamente ao nosso coito genital. Sentia como aos poucos as cócegas começavam a me invadir, minhas bolas se contraíam, meu O abdômen se apertava. Logo eu gozaria, mas não queria diminuir o ritmo, queria aquele orgasmo. De repente, ela apertou ainda mais as pernas nas minhas costas, puxou as algemas com força, quebrando a que prendia a mão direita dela. Essa mão foi direto cravar as unhas nas minhas costas. Os músculos vaginais começaram a apertar ainda mais meu pau, como se estivessem sugando. Eu não diminui o ritmo, muito pelo contrário.
- Agora, Jorge!!! - gritou, soltando minha boca - me enche!!
Não esperei mais. Apertei e mantive no fundo, pra sentir meu membro começar a explodir dentro dela. Me esvaziei dentro dela com fortes jorros de... sêmen. Sentia minha descarga percorrendo meu falo, como um torrente denso, pressionado pelas paredes internas daquela buceta fervente. No total, foram 4 ou 5 jorros, que senti como litros se esvaziando dentro dela. Os jorros foram diminuindo até acabar minha descarga. Meus genitais continuaram se contraindo suavemente, como se ainda estivessem gozando por alguns segundos.
- Aahhhhhhh... - foi o gemido longo dela quando terminei de gozar dentro.
As pernas dela caíram abertas, soltas. Tirei meu pau semi ereto do corpo já relaxado dela. Banhado com a mistura do nosso prazer mútuo.
Ela jazia ainda com a mão esquerda algemada e a direita caída ao lado. Lentamente, fui me retirando, tentando não fazer barulho. Tentando passar o mais despercebido possível. Olhei a hora e tinham se passado só 20 minutos desde que cheguei em casa.
Estava quase saindo do quarto quando ouvi:
- Quero que você arrebente meu cu - disse - mas quero chupar você primeiro, deixar ele duro.
Assustado, me virei pra olhar ela. Ela soltou a algema e sentou na beira da cama.
- Chega mais.
Fiquei na frente dela com meu pau meio mole perto do rosto dela. Ela, ainda vendada, começou a tatear com as mãos até encontrar minhas pernas e foi subindo até achar meu pinto.
- Quero ele duro de novo - disse antes de começar a lamber minha glande meio aparecida e meio caída.
Não pus reparo, só me deixei fazer. Pego meu pau, puxo meu prepúcio deixando a glande totalmente exposta. Ela colocou na boca e começou a chupar devagar, com muito cuidado. Foram só alguns segundos de prazer com aquelas cócegas até meu pau ganhar vida de novo. Na décima chupada já tava quase duro, e conforme ela continuava chupando, eu sentia ele ficando cada vez mais rijo. Ela acelerou o ritmo. Trinta segundos depois, ou talvez um minuto, eu já tinha perdido a noção do tempo. Ela agarrou firme e começou a bater uma devagar, mas com força, puxando minha pele cada vez mais. Depois de um tempo, colocou ele no rosto dela e, entre beijinhos e selinhos que dava no meu tronco, disse:
— Já tá no ponto. Me passa o lubrificante — ela ainda estava de olhos vendados.
Obedeci, peguei o tubo de lubrificante que tava no criado-mudo e passei pra mão esquerda dela.
Ela voltou a chupar meu pau mais devagar, enquanto passava o gel nas mãos. Aí parou com o oral e começou a bater uma com o lubrificante nas mãos: com a esquerda esfregava o tronco e com a direita a cabeça. Depois de cobrir tudo, repetiu isso mais umas duas vezes. Eu tava fascinado com os carinhos dela e com o controle que ela tinha da situação. Ela terminou colocando uma quantidade enorme sem espalhar na minha glande.
Ela se virou, colocando aquele rabo branco enorme empinado, apoiada nas mãos e nos joelhos. De novo, à minha vista, aquela racha deliciosa e aquela bunda divina, louca pra ser conquistada de novo. Mas agora de outro ângulo.
— Vai, lubrifica minha bunda, meu amor — disse ela docemente, já na posição.
Apliquei direto do tubo no cu dela, e ela soltou um... "Ai!" brincalhão ao sentir o gel gelado. Depois espalhei fazendo círculos com meu polegar direito, bem de leve.
— Hummm... Que gostoso — foi a reação dela ao meu toque — se apressa que já quero que você me arrombe.
Com meu dedo já completamente dentro, percebi que não ia precisar de tanto tempo quanto da primeira vez pra ela se acostumar. Tirei o dedo e segurei ela pela cintura. com minhas mãos, apertando suas carnes firmemente. Ela respondeu levantando mais a bunda e aproximando ela de mim. Meu pau ansioso se posicionou automaticamente no esfíncter dela. Pra depois começar a entrar, apertado, sem pausa mas sem forçar demais. A fricção deliciosa, a maciez do lubrificante, tava me levando pro paraíso carnal. Meu pau chegou quase na metade, e eu parei um pouco. Pra curtir aquele cuzinho apertado. Ela não parou de pressionar contra meu falo pra não interromper a penetração. Eu segurei ela um pouco mais acima com mais força e sem parar continuei furando ela, com mais vontade. Tava claro que era isso que ela tava pedindo.
Entre gemidos e choramingos continuei me assentando no intestino dela até sentir que dava pra avançar mais. Até sentir minhas bolas batendo nos lábios da buceta dela, molhados e quentes. Um dolorido "ahh!!" Eu ouvi de longe quando cheguei no fundo dela, e uma sensação de satisfação me encheu.
Eu recuei uns centímetros pra voltar a atacar aquela delícia de interior. Depois até a metade do meu pau e pra voltar com mais força no fundo dela. Depois devagar, tirei meu pau completamente da bunda dela. E passei mais lubrificante pra caralho, no meu pau e na entrada do cu dela.
Me posicionei e enfiei até o fundo. "Ahhh!!!" Ela gritou, mostrando aquela mistura de prazer e dor. Sem cerimônia e como se fosse a buceta dela, continuei com uma metida e tirada brutal no ritmo mais intenso que meu fôlego permitia.
Os gritos dela deviam ter sido ouvidos no bairro inteiro.
- AHHH.... SIM... VAI... MAIS... JORGITO.... JORGITO.... ARROMBA... MEU... CU.... TÁ.... TÁ.... SIM... É PAU.... CONTINUA.... CONTINUA.... CONTINUA.... TE AMO... MMMM... ENCHE... ENCHE... SIM....
Meu pau entrava e saía daquele cu num ritmo quase mecânico. Era aquela mistura de prazer, de tesão, de obsessão, e também, de amor; o que me motiva a não parar de foder ela.
Nossas carnes brancas, trêmulas, batiam e faziam barulho com cada enfiada do meu pau no buraco dela. A pele dela Suada ao meu toque, ela parecia uma maciez perfeita. O cansaço estava me vencendo, aquele ritmo estava me deixando sem fôlego. Então, de repente e sem aviso, ela muda para penetrações longas e profundas. Cada vez mais, o orgasmo tão desejado se aproximava. Eu queria gozar, enchê-la.
Eu recuava até deixar só a cabeça da minha pica dentro dela para depois entrar completamente de novo. Com a mudança de ritmo, ela apoiou o rosto na cama entre os braços. Foi aí que percebi que a venda tinha escorregado e ficado no pescoço dela. Na quarta ou quinta metida forte, ela relaxou o corpo de vez. Com um gemido longo que foi se calando... ... aos poucos, até chegar a só ofegos com o pouco ar que lhe restava. "Siiiii....".
Continuei penetrando ela umas dez vezes quando ela disse entre ofegos:
- Termina, meu amor. Antes que seu pai chegue.
Não processei na hora o que ela disse, só segui com meu trabalho.
- É só pra você... Meu cu é só pra você.
Foi o que ela disse quando sentiu minha rola começando a bombear minha gozada dentro dela. Gozei o que restava de esperma dentro dela, olhando pro teto e me mantendo nas profundezas.
Depois de alguns segundos, reagi com minha pica ainda dentro dela. Ela estava com a bochecha direita apoiada na cama, nos antebraços, com os olhos fechados, exausta.
Eu podia ver seu perfil lindo e o cabelo bagunçado. Foi aí, apalpando a bunda gostosa dela antes de tirar minha pica, que entendi suas palavras e um frio percorreu minha espinha. Ela não reagia, ainda com minha rola no cu dela.
No fundo, entendi que tudo foi uma armação, e que pelo menos dessa vez ela queria que fosse eu quem a comesse por trás. Essa ideia me alegrou completamente.
Tirei meu pau já não tão duro, com cuidado, coberto de restos de gozo, gel lubrificante e merda (próprio da cavidade que estávamos usando), mas não me importei; comparado ao prazer imenso que tínhamos sentido, isso não passa de um detalhe.
Ela, quase sem reagir, se deixou cair para o lado direito, num Estado sonolento. Fiz o menor barulho possível, peguei minha roupa e saí do quarto. Fui ao banheiro me lavar e entrei em pânico. "O que isso significa?", pensei. "Ela sabia, sabia o tempo todo." Depois de lavar minha buceta, lavei o rosto com água fria, como se tentasse esfriar minha cabeça e pensar com clareza. Com uma baita incerteza, saí do banheiro. Mas não tinha sinal de movimento nenhum. Me aproximei da porta do quarto dos meus pais e estava trancada. Diante da situação confusa, preferi sumir, pra pensar melhor. Então fui pegar os discos que ia emprestar pro meu amigo e saí.
Não voltei até de madrugada. O carro do meu pai já estava em casa, então imaginei que ele tinha voltado. Não fiz barulho e me deitei.
No outro dia, tudo parecia normal. Acordei meio-dia e encontrei meus pais numa boa. Minha mãe tava usando roupa larga, uma blusa sem botões, com gola baixa, mas sem decote, e calças folgadas.
- Oi - falei pro ar, pra ver como tava o clima.
- Oi, dorminhoco - disse minha mãe, com um sorriso.
- Oi - só isso meu pai.
Caminhei até a cozinha pegar um copo d'água. A coisa parecia normal. Ouvi minha mãe brincando com meu pai, num astral muito bom. Dava pra imaginar o motivo desse bom humor.
O resto do dia passou normal. Meus pais interagiam e eu me enfiei nas minhas coisas. A atitude de desprezo da minha mãe já não aparecia. Mas também não quis tentar a sorte.
Naquela noite, tava dormindo profundamente quando acordei com uns gemidos e choramingos de mulher. "De novo", pensei. Levantei rápido, calcei um tênis e um moletom e fui direto pro quintal... ... espiar pela janela dela. A situação era parecida com a da outra vez. A luz se filtrava pela cortina fina. E quando me aproximei, notei que ela tava arrumada pra deixar uma pequena abertura entre as cortinas, e a janela tava aberta.
Depois de tudo que já tinha rolado, não posso dizer que me surpreendi. A verdade é que me deparei com o que esperava. Meus pais transando. visão do corpo curvilíneo dela sempre vai ser um gatilho de prazer no meu cérebro. Ela tava de quatro na cama, apoiada nos joelhos e nas mãos, com a bunda empinada na beirada. E meu pai tava metendo nela com força, segurando na cintura dela. Ela gemia e ofegava. Enquanto levava aquela porra gostosa, fazendo os peitos dela balançarem no ritmo da trepada. Ela gritava cada vez mais alto, como se quisesse se fazer notada. - Siiim!... Jorge!... Me dá!... Jorginho!... Sou sua!! Meu pai metia fundo nela. Saía e entrava quase inteiro, e ela respondia empurrando a bunda grande contra ele. As carnes dela tremiam a cada impacto. Passaram uns 30 segundos, quando ele segurou firme lá dentro e gozou. Ela continuava pedindo mais, com os gemidos e rebolados, mas meu pai já tinha acabado. Soltou ela, tirando o pau já murchando, e deitou de costas do lado dela. - Desculpa, véia, não aguentei mais, vou dormir. Minha mãe, com a decepção estampada na cara, levantou, vestiu a camisola de alças e deitou do lado dela na cama, resignada. Foi tudo tão rápido que não consegui gozar na punheta escondida que eu tava tirando, curtindo o show do corpo da minha mãe sendo macetado. Em silêncio, voltei pro meu quarto. Deitado, vendo o que consegui gravar do sexo dos meus pais. Batendo uma devagar, focado em como os peitos da minha mãe balançavam no vídeo. De repente, senti minha porta abrindo devagar. - Preciso falar com você - ouvi minha mãe falar baixinho. Depois sumiu na escuridão do corredor. Fiquei preocupado, então saí rápido pro corredor. Tava escuro e ela não tava lá, só via um fio de luz escapando da porta entreaberta do banheiro. Em silêncio, cheguei perto da porta e abri devagar. - Entra rápido e fecha a porta - ela falou quase sussurrando. Ela tava lá, com o cabelo solto e só a camisola clara de alças, que com a luz direta do banheiro, pareciam quase transparentes, mostrando que era só aquela peça que cobria sua deliciosa anatomia.
- O que aconteceu? - perguntei intrigado, enquanto a percorria com os olhos.
- Preciso que me ajude - disse ela, soltando as alças sobre os ombros - seu pai não está me satisfazendo.
Eu a ouvia sem perder um detalhe da queda do tecido, percorrendo suas curvas, até terminar cobrindo seus pés.
Me aproximei, segurando-a pela cintura e aproximando nossos rostos.
- Termina o que seu pai não conseguiu terminar.
Nos beijamos apaixonadamente, ela envolveu meu pescoço com os braços, minhas mãos se apossaram de... suas generosas nádegas e senti seus peitos se apertando contra o meu peito. Levei-a contra a parede do banheiro e levei minha mão direita ao seio esquerdo dela para aproveitar sua maciez suprema. Seu mamilo duro passeava entre meus dedos junto com o amassar da minha mão. Ela levantou uma das pernas para aproximar mais a buceta da minha.
- Mete logo, antes que ele acorde - disse entre beijos.
Nos soltamos. Ela se apoiou na pia, inclinando-se para frente e levantando a bunda. Abaixei as calças e me posicionei atrás dela. Minhas mãos seguraram firme seus quadris e a pica ereta e ansiosa buscou a entrada da sua buceta gostosa. Que, sem frescura nem receio, aceitou numa penetração imediata e completa. "Mmmmm..." foi a expressão dela ao me sentir invadindo.
Segurando-a pelos quadris, eu a comia num ritmo frenético, impulsionado pela vontade acumulada desde que a tinha visto transando com o pai, um tempo antes. A bunda dela se encostava na minha, batendo com aquela carne macia cada vez que minha pica insistia lá dentro, e a gente se ajeitava na nossa arte de amar.
"Uhhh"... "ISSO..."... "Vai, Jorginho"... Dizia entre gemidos e suspiros, tentando não fazer muito barulho.
Nosso ritmo era constante e a gente controlava, então comecei a subir pela pele dela com as mãos, até chegar naqueles peitos pendurados. Me agarrei neles com força, exigindo o direito de aproveitar a maciez dela. Sentia que tinha o direito absoluto de gozar daquele corpo de mulher no cio. Com minhas mãos apertando forte os peitos dela, prendendo os bicos duros entre meus dedos, puxava eles cada vez que precisava entrar de novo no corpo dela, na nossa mecânica sexual.
Ela, com a cara virada pro teto, se entregava ao meu tesão de macho. De repente, ela baixou a cara, as mãos dela foram segurar as minhas e as pernas dela fraquejaram.
— Ai! Gozei... — falou murmurando enquanto eu continuava com meu vai e vem.
Entrei firme e fundo, pra ficar naquela toca quente. Ela endireitou a postura, numa atitude melosa. A mão direita dela pegou minha cabeça por cima dela, eu beijava o lado esquerdo do pescoço dela, a mão esquerda dela apertava minha bunda esquerda. E minhas mãos amassavam os peitos dela.
Meu pau duro dentro dela pulsava de tesão.
— Isso sim que é prazer. Nunca tinham me fodido assim.
— Ainda não terminei — falei no ouvido dela.
— Uii, sim, meu amor... Acaba... Me enche... — voltando a se inclinar sobre a pia e levantando a bunda.
Continuei com metidas fortes e fundas naquela buceta suculenta. Foram várias, umas 10 ou 15, lentas e fortes. Ela respondia com gemidos suaves e mantendo a xota pra cima, toda disponível.
Quase acabando, senti aquele formigamento gostoso, pra depois, na próxima investida, sentir meu pau prestes a explodir. Continuei aproveitando a cavidade macia dela por mais umas duas penetradas. Até não aguentar mais e me esvaziar... ... por fim, lá no fundo dela, liberando minha virilidade numa gozada enorme, em vários jatos, como se bombasse leita direto nas entranhas dela.
Fiquei segurando ela com meus dedos quase cravados na pele das cadeiras generosas dela, uns segundos aproveitando uma das sensações mais gostosas da vida.
Depois de um tempo, soltei ela e tirei meu pau molhado da buceta encharcada dela. Ela se virou pra mim, a gente se olhou nos olhos e se beijou apaixonadamente, se abraçando.
Cada um voltou pro seu canto. quarto sem meu pai desconfiar. A atitude dela comigo melhorou bastante, aparentava normalidade. Mas a verdade é que ela buscava qualquer oportunidade pra me excitar. Começou a usar roupas mais ousadas. Os decotes e/ou saias curtas começaram a aparecer mais no dia a dia. Ela parecia mais alegre do que antes.
Nossos encontros começaram a ficar mais frequentes, não só nos fins de semana. Não importava se meu pai tava ou não, a gente procurava o momento pra saciar nossa fome. Fizemos em todos os cômodos da casa. Com o tempo, o cu dela se acostumou com meu pau, de um jeito que encaixava perfeitamente toda vez que ela pedia pra eu meter no cu. Claro, toda vez que a gente transava, minha mãe transava depois com meu pai, à noite. Pra compensar a traição, ela dizia. E talvez, pra aliviar a consciência dela.
4 comentários - Surpresa Anal da Mamãe
.... cuenta como te seducía......cuenta más detalles ....cosas que te pasaron dentro y fuera de la casa con ella ❤️😍👌🏻......cuenta más amigo 😍👌🏻