183/1📑El Padrastro Pervertido - Parte 1

183/1📑El Padrastro Pervertido - Parte 1Claudia, 42 anos, morava numa casa espaçosa com a filha Camila, de 18, magrinha, cabelo escuro, sorriso tímido e um corpo que chamava atenção mesmo que ela parecesse não notar.

A virada veio quando Claudia conheceu Martín, um cara de 41, bonitão e cheio de confiança. Em pouco tempo o relacionamento ficou sério, e Claudia decidiu trazer ele pra morar com ela.

No começo foi tudo na maior educação: cumprimentos educados, convivência sem atritos, jantares juntos na mesa. Mas logo Martín começou a olhar demais pra filha. Ele reparava como Camila andava pela casa de shorts minúsculos, cabelo molhado acabando de sair do banho, ou aquelas camisetas largas que deixavam a silhueta aparecer.

Martín começou a ficar obcecado. Sonhava com ela de noite enquanto tinha Claudia do lado. Imaginava ela ofegante na cama dele, gemendo a cada estocada. Cada gesto inocente da garota era uma provocação pra ele.

Uma tarde, enquanto Claudia ainda não tinha voltado do trabalho, Martín cruzou com Camila na cozinha. Ela tava debruçada na mesa, revisando uns cadernos, com um short curto demais. Ele ficou olhando, e quando ela levantou a vista, percebeu a intensidade do olhar dele.

— Precisando de ajuda? — perguntou Camila, meio nervosa.

— Sim… — respondeu Martín, se aproximando sem vergonha—. Deixa eu te ajudar a se distrair um pouco.

Camila engoliu seco. Sabia que era perigoso, que era errado. Mas também sentia as bochechas queimando com aquela atenção proibida.

Martín se inclinou, roçou o pescoço dela com os lábios e sussurrou:

— Faz um tempo que não consigo parar de pensar em você…

Ela fechou os olhos, tremendo, e quando ele deslizou a mão na coxa dela, não o impediu. A tensão de semanas explodia naquele instante.

Camila respirava ofegante. Sabia que o que tava rolando era loucura, mas o calor do corpo de Martín tão perto a paralisava.

Ele a pegou pela cintura e a girou contra a mesa da cozinha. A boca dele buscou a dela num beijo intenso, faminto, que arrancou um Gemido abafado escapou dos lábios dela. Camila quis se afastar, mas a mão firme de Martín subiu pela coxa dela até descobrir que por baixo daquele short não tinha nada. —Caralho… —murmurou ele, excitado—. Sabia, você tava me provocando. —Não… eu… —tentou gaguejar, mas o corpo dela a traía, se acendendo a cada toque. Martín baixou a boca até os peitos dela, chupando com força por cima da camiseta, até que Camila levantou ela sozinha, deixando os bicos duros à mostra. Ela gemia, com as anotações caindo no chão, sem importância nenhuma.vadiaDe repente, ele desabotoou a calça e mostrou a ereção descomunal, pulsando. Camila arregalou os olhos, impressionada, mas não recuou. Martín guiou a cabeça dela para baixo, e ela, tremendo, abriu a boca. O pau encheu ela toda, fazendo-a engasgar no começo, mas depois ela chupou com jeito atrapalhado e tesão, enquanto ele puxava suavemente o cabelo dela.
—Assim, minha putinha… —grunhiu Martín, olhando pra ela de cima—. Engole a pica do papai…
Camila tremeu ao ouvir aquelas palavras proibidas. Se afastou ofegante, com a saliva escorrendo pelo queixo, e ele a levantou de repente, inclinando ela sobre a mesa.garotaA primeira estocada fez ela gemer alto, preenchendo-a de um jeito que nunca tinha sentido antes. Ela se agarrou na madeira, de cabeça baixa e olhos fechados, enquanto Martin metia na buceta dela com fúria contida, segurando-a pela cintura. —Você é minha, mesmo que não queira admitir… —ele rosnou no ouvido dela. —Ah… Martin… —foi tudo que ela conseguiu responder, perdida entre prazer e culpa. Ele não parou até que ela, num grito, se arqueou inteira, tremendo sob as estocadas dele. Então ele a virou, sentou ela no pau dele e fez ela cavalgá-lo, vendo ela quicar na dureza dele, com os peitos pulando na cara dele. A cena terminou com Camila abraçando ele forte, ofegante, enquanto ele gozava derramando na barriga dela, os dois sabendo que tinham cruzado um limite do qual não havia mais volta.vadiaCamila passava dias tentando evitá-lo. Toda vez que se encontravam na cozinha, no corredor ou na sala, sentia o olhar de Martin cravado no corpo dela. Ela tentava se convencer: não é certo, ele é o homem da minha mãe, isso é um erro… Mas naquela tarde, ao voltar da faculdade, o encontrou esperando por ela no sofá. O olhar de Martin estava aceso.

— Vem cá — ordenou com voz rouca, batendo na almofada ao lado dele.

— Não, Martin… — disse ela com uma firmeza fraca —. Não é certo, você tem a minha mãe… sua mulher…

Ele se inclinou para frente, os olhos queimando.

— Shhh, não fala dela agora. — Agarrou o pulso dela e a puxou com força para o colo dele. Camila tentou se levantar, mas o corpo tremia de desejo.

Martin deslizou a mão por baixo da saia dela e riu com um sussurro sujo:

— Olha só… molhada de novo. Quer que eu acredite que isso não é pra mim?

— Não… — ela ofegou, mordendo o lábio.

— Sim, você é uma putinha. — Ele puxou a calcinha fio dental dela e abriu as pernas dela sem permissão, esfregando a ereção contra a buceta úmida dela.

Camila fechou os olhos, resistindo, até que as palavras escaparam num suspiro trêmulo:

— O que sua mulher diria se te visse assim…?

Martin nem piscou. Mordeu o pescoço dela com força e respondeu no ouvido, sujo e seguro:

— Diria que meu pau aguenta duas putas ao mesmo tempo.

A frase quebrou ela. Camila gemeu e o beijou com fúria, se entregando. Martin a levantou, sentou ela no sofá e abaixou a calça. O pau dele, duro, descomunal, pulou livre e roçou nela.

— Beija ele — ordenou, segurando o cabelo dela.

Camila baixou a cabeça, pegou ele na boca e chupou desesperada, enquanto ele a incentivava com palavras sujas, chamando ela de brinquedinho, de putinha gostosa.

Depois a levantou, enfiou o pau na buceta dela e montou ela em cima dele. Cada estocada fazia o sofá tremer, e ela cavalgava ele com gemidos roucos, já sem nenhum traço de resistência.

Martin virou ela e comeu de quatro, segurando ela pela cintura e metendo Palmadas que ecoavam pela sala. Ela mordia a mão pra não gritar muito alto, sentindo ele preencher ela toda. O final chegou quando ele, ofegante, virou ela de barriga pra cima e gozou espalhando por cima dos peitos dela, marcando ela com o leite quente dele. Camila, exausta, olhou pra ele com os olhos marejados e a respiração pesada. Sabia que tinha caído de vez… e que já não tinha mais como escapar.padrastoA noite já tinha caído sobre a casa e tudo parecia tranquilo. Depois do jantar, Camila se recolheu no quarto dela, enquanto Martín voltou pro dele com a mulher, Cláudia. Os dois fingiam normalidade, mas a tensão no ar era quase palpável.

No meio da madrugada, Camila sentiu alguém se aproximando da porta dela. Na hora entendeu que não tinha como fugir: era o Martín. Fingiu que tava dormindo, apoiou a cabeça no travesseiro e prendeu a respiração.

Martín abriu a porta com cuidado, descalço e completamente pelado. Chegou perto da cama dela e, sem hesitar, puxou pra baixo a calcinha fio-dental e o shortinho da Camila.

Antes que ela pudesse reagir, meteu na buceta dela por trás. Camila sentiu o pau dele preenchendo ela por completo, o corpo dela tremendo a cada estocada. Tentou se mexer, mas ele segurou ela firme, apertando a cintura dela.

— O que cê tá fazendo? — ela sussurrou, ofegante.

— Shhh... quietinha... — ele respondeu, com a voz rouca. — Ninguém pode saber... só aproveita.

O quarto tava em silêncio, só se ouvia os gemidos e o roçar dos corpos. Martín aumentava o ritmo devagar, curtindo cada gemido que conseguia arrancar dela. Camila mal conseguia segurar os dela, enquanto ele possuía ela com um desejo selvagem mas controlado, cada estocada mais funda que a anterior.

— Mais... — ela gemeu, se entregando. — Não aguento... mais...

— Isso, putinha... — ele sussurrou, chegando perto do ouvido dela. — Assim... assim você é minha.

O orgasmo bateu nos dois quase ao mesmo tempo, e Camila desabou na cama, respirando pesado. Martín ficou atrás dela, acariciando as costas dela e sussurrando palavras proibidas enquanto os dois recuperavam o fôlego.

Ela, tremendo e excitada, só conseguiu pensar: isso é um jogo perigoso... e eu não quero parar.Relatos eroticosCamila tava andando pelo corredor procurando água, ainda com a emoção da madrugada recente na pele. Ao virar a esquina, deu de cara com uma cena que tirou o fôlego dela: o padrasto dela tava montando a mãe dela, a Claudia, na cama com tudo. Os corpos se moviam com pressa, e os gemidos enchiam o quarto. O Martin viu ela, mas em vez de parar, fez um shh com o dedo, mandando ela passar reto. O coração da Camila batia forte, misturando desejo e culpa enquanto ela tentava ficar quieta e não olhar. Ela recuou devagar, tentando segurar a excitação que subia pelo corpo todo. A respiração dela tava ofegante, e um calorão tinha se instalado entre as pernas dela. Mais tarde, quando encontrou o Martin sozinho na sala, ele olhou pra ela com aquela intensidade que fazia ela tremer: —Não fica com ciúme, putinha… —falou, chegando perto com a voz rouca—. De vez em quando eu tenho que dar uma satisfeita pra ela também… mas agora… é a sua vez. Antes que a Camila pudesse reagir, ele pegou ela pela cintura e puxou contra o corpo dele. A ereção dele pressionava a barriga dela, e o hálito quente roçava a orelha dela. A Camila mal teve tempo de reagir antes do Martin empurrar ela de leve contra a parede da sala. O corpo dela tava pegando fogo, a excitação acumulada de ver a cena com a mãe explodindo de repente. —Você vai ver, putinha… —sussurrou ele com a voz rouca—. Isso é só pra você. Ele deslizou as mãos pela cintura da Camila, roçando os quadris dela, enquanto os lábios se encontravam num beijo quente, cheio de pressa e desejo. Ela gemeu, perdendo toda a resistência, enquanto ele levantava ela e sentava na mesa perto. O Martin meteu nela com força, guiando os quadris dela com precisão, cada estocada mais funda que a anterior. A Camila ofegava, se agarrando no ombro dele enquanto cavalgava com tudo, sentindo o contato da pica dentro dela a cada movimento. Quando ela parecia estar prestes a gozar clímax, ele a girou com suavidade e a apoiou de quatro na mesa. Deu umas palmadas firmes que fizeram os gemidos dela escaparem sem controle e meteu na pussy dela por trás, segurando ela pelas tetas, levando-a a um êxtase selvagem. O clímax chegou com os dois tremendo, e Martín gozou dentro dela, enquanto Camila se agarrava na mesa, ofegante e exausta. Depois de um momento, ele abraçou ela, deixando a respiração se acalmar enquanto acariciava o cabelo dela.entoadaCamila, entre gemidos e lágrimas de emoção, sentiu a culpa começando a se instalar:
—Você não tem vergonha… como pode ser tão infiel? —sussurrou, com a voz trêmula.
Martín a segurou perto, com um sorriso safado e confiante:
—Claro que não… —respondeu, beijando a cabeça dela—. Se tenho uma cúmplice como você, isso é só nosso segredo.
Camila suspirou, um tremor percorrendo seu corpo, enquanto entendia que a paixão que compartilhavam era mais forte que qualquer limite moral, e que sua relação com Martín mal começava a explorar horizontes proibidos.

Camila estava no quarto dela, ainda com a lembrança fresca do que aconteceu na noite anterior. Seu corpo o desejava, mas sua mente lutava com a culpa. Não sabia por quanto tempo mais conseguiria esconder o que rolava.

Martín apareceu na porta com aquele sorriso confiante que a desarmava. Se aproximou devagar, trancou a porta e a encurralou contra a parede.
—Noite passada não consegui te tirar da cabeça —disse, roçando o pescoço dela com os lábios—. E hoje quero mais… mas não do jeito de sempre.
—Que mais? —sussurrou Camila, tremendo.
Martín mordeu de leve a orelha dela e falou com aquele tom dominante que a fazia tremer.
—Quero que dessa vez seja você que venha pro meu quarto… enquanto ela dorme. Você vai entrar quietinha, feito uma ladra. E vai me deixar te usar na minha própria cama.
Camila olhou pra ele de olhos arregalados, entre excitação e medo.
—Você é louco?… e se ela acordar?
Ele sorriu, roçando os lábios nos dela.
—É isso que torna mais gostoso, vagabunda. O risco. Quero você montada em mim a centímetros dela… quero ver se consegue aguentar sem gemer muito alto.
Camila engoliu seco, o coração batendo forte no peito. Sabia que era errado, que cruzar aquele limite a faria se sentir pior depois. Mas o desejo a dominava, e a ideia proibida a molhava mais do que queria admitir.
Martín deslizou a mão por baixo do short dela, encontrando-a molhada.
—Já tá pronta —riu com voz baixa e suja—. Essa noite, depois das duas… vem. Se não, vou eu te buscar. Beijou ela com fúria, levantou ela contra a parede e meteu rápido, como pra selar o pacto. Camila abraçou ele, perdida no êxtase, sabendo que naquela mesma madrugada, o plano do Martin ia testar todos os limites dela.relatos quentes


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2 comentários - 183/1📑El Padrastro Pervertido - Parte 1

En su mayoría lindo, pero; que nececidad de llamarle "putita" todo el tiempo? Mera fantasia masculina y muy equivocada. Cualquier mujer que se quiera un poco, aun llevada por el deseo se sentiria incomoda de ser llamada "putita" en todo momento 🙄
Asi de rica es mi hijastra flaquita rica que ganas q le tengo