E aí, porra, boys. Esse relato foi baseado numa parada que minha mina me contou sobre como ela me fez de corno, e eu adicionei umas coisas que me fiz imaginar pra deixar mais erótico. Espero que vocês curtam. As imagens são só pra dar uma ideia melhor, já que óbvio que não tem foto daquele dia ou das coisas que eles faziam. Pra contextualizar: isso aconteceu quando minha mina era uma recém-saída da adolescência, na faculdade. A aparência dela é de uma garota morena clara, 1,60m, peitos pequenos com umas auréolas lindas, e o maior tesão dela são as pernas grandes e bem definidas, além de um rabão redondo e bem empinado. Mais ou menos assim:
Isso foi o que minha namorada me confessou numa viagem. Eu já desconfiava, mas sempre negava quando tocava no assunto, até que encontrei umas fotos no celular dela com o amante, um colega da faculdade. No começo, quando ela me contou, foi um choque. Depois da surpresa e da raiva, vieram outras perguntas, mas a que mais me excitou foi quando tinha sido a última vez que eles transaram — e tinha sido só uns dias antes da viagem. Pensar que eu comi ela um dia depois que ele meteu nela me deixou de pau duro. Comecei a lembrar de contos e talks que já tinha lido e pedi pra ela me contar a primeira vez que rolou algo entre eles. E ela me contou essa história.
Naquela época, eu trabalhava até tarde e no meu serviço não podia usar o celular na maior parte do dia, então a gente não se via e ficava incomunicável (duas coisas quase essenciais pra sua namorada te fazer de corno). Um dia, o amigo dela convidou ela pra acompanhá-lo a comprar roupas pra irmã dele, de aniversário, num shopping com poucas lojas e alguns lugares de comida, mas que tinha um estacionamento bem grande e, por causa do horário, bem vazio, já que não era um lugar muito movimentado. Depois de dar várias voltas nas lojas, foram parar numa que vendia roupa feminina, mas principalmente cintas, sutiãs e lingerie. E, obviamente, tendo química entre eles, foi tipo um encontro de namorados, com muita risada, brincadeira e intimidade. Chegaram na parte de lingerie, e ele pegou uma tanga e, com um pouco de sacanagem e malícia, disse:
— Ei, posso te fazer uma pergunta?
— Claro, fala.
— Bom, não sei... acho que você não vai saber responder.
Ela, com cara de dúvida, mas entrando na brincadeira, respondeu:
— Fala logo o que tem que dizer, deve ser besteira.
— Era sobre as tangas. Elas são muito sexys, mas dá pra usar no dia a dia mesmo? Não é desconfortável ficar com o pano enfiado o dia todo?
— Haha, por que você pergunta isso?
— Haha, só fiquei na dúvida. Mas acho que você não usa.
Meio séria, ela perguntou:
— Então você acha que não ficaria bom em mim? Bem, algo assim? E entre nervoso e excitado, ele responde:
— Não foi isso que quis dizer, acho que ficaria incrível em você, e com seu corpo seria algo bem sexy. Você tem uma bunda bem bonita.
— Sério? Você ficou olhando pra ela?
— Bom... seria difícil não olhar, você é muito gostosa.
Ao ouvir isso, os dois ficaram bem excitados e decidiram ir para o carro dele. Mas antes de sair da loja, ela dá um pequeno presente pra ele e, ao se virar para sair, derruba uma peça de roupa da loja de propósito, se abaixa pra pegar e mostra uma pequena surpresa.
A calcinha vermelha que ela tava usando naquele dia (eu tinha dado de presente e ela nem usava comigo) ele só olhou com muito tesão e sentiu o pau começando a endurecer quando ela se levantou de novo. Trocaram um olhar safado e foram pro carro. Já sentados, os dois se viram e ele disse:
— Eu sei que você tem namorado, mas sério, queria ficar contigo, poder te beijar, te tocar e estar com você.
*Não fala isso, você sabe que não é certo.
— Do mesmo jeito que não é certo você estar aqui, mas eu sei que você também gosta do que não é certo.
Isso fez ela ficar com muito tesão e se aproximou um pouco dele, esperando que acontecesse o que já tinham imaginado várias vezes. Vendo ela tão disposta, ele não hesitou em beijá-la. Primeiro um beijo longo que disparou a excitação e a adrenalina dos dois. Sabia que o que faziam era errado. Depois vieram beijos mais intensos.
Até que ele foi o primeiro a se animar. Entre os beijos, disse:
— Você não sabe a vontade que eu tô disso.
Enquanto começava a apertar os peitos dela por cima do sutiã com uma mão, a outra acariciava a buceta dela por cima da calça. Ela começou a ficar molhada e soltar uns gemidinhos baixos, enquanto sentia o pau duro dele, aquele pau grosso que ela tinha conquistado sendo uma putinha.
depois de um tempo ela já não aguentou mais e tirou a pica dele da calça, olhou por uns segundos porque era maior e mais grossa que a minha —você gostou? *eu amei, já queria ter ela nas minhas mãos* depois de falar isso, ele tira os peitos dela do sutiã e diz —eu tava morrendo de vontade de te ver assim
Enquanto ela me contava isso, eu sabia que aquelas mãos não iam mais segurar só a minha rola, e pensar em outra pessoa vendo os peitos dela, que eu tanto amo, me deixava louco. Era uma mistura de sentimentos, mas acima de tudo, luxúria e tesão. Ela disse que duraram pouco porque ficaram com muito medo de serem descobertos e de chamarem a polícia. Guardaram tudo e foram embora, mas enquanto dirigiam, continuavam trocando putarias sobre os corpos um do outro, e minha namorada entendeu que ainda não tinha acabado. *Você me deu uma tarde incrível e me deixou muito molhada. Fazia tempo que não me sentia assim. Você merece uma recompensa.* — Isso eu gosto. O que você tem em mente? *Procura um lugar onde não passe ninguém e eu te conto, mas enquanto isso, vou fazer algo para manter essa rola bem dura.*
Foi chupando a pica dele sem se importar com nada até chegarem nuns terrenos baldios onde continuava chupando e pôs as tetas pra fora de novo
— Essa minha pica te deixou doida, né?
*Adorei, ela tá bem dura e grande*
— Hahaha, é maior que a do corno do teu namorado?
*Não fala isso, não quero falar dele*
— Não vem com essa agora, já descobri que tipo de puta você é. Só finge que é uma boa aluna e namorada, mas morre de vontade de ter uma pica enfiada nessas bundonas.
Depois disso, com uma mão empurra a cabeça da minha mina pra ela engolir a pica toda, e com a outra abaixa a calcinha fio dental dela até uma altura que dava pra tocar a buceta dela e perceber que tava bem molhada e louca por pica.
Gemia e chupava com mais força, se entregando completamente ao prazer de me fazer de cuck. – Sua putinha, você não sabe o quanto eu desejei te ter assim. Sabia que ia te comer toda, já quero abrir essas nádegas e enfiar meu pau aí. * – Já sou toda sua, papai. Vai ter muito tempo pra você me curtir. Depois de alguns minutos, ela só sentiu os grandes jatos de porra escorrendo e vazando da boca dela. Estava completamente molhada e pronta pra ser comida, mas o celular dela tocou com uma ligação do pai, lembrando que ela tinha que voltar pra casa, já que a filha da putinha ainda finge ser uma menina de família. Os dois ficaram na vontade, mas com uma boa amostra do tesão que sentiam um pelo outro e o quanto minha namorada é uma putinha. O trajeto até a casa dela foi normal. Ao chegar, os dois descem pra se despedir. Minha namorada olha pra todos os lados e se certifica de que ninguém está vendo. Eles se abraçam e se despedem com um beijo na boca, mas ele aproveita pra agarrar a bunda dela e sussurrar no ouvido: – Não esquece, putinha, que você me deve uma foda.
Um arrepio percorreu o corpo dela ao sentir aquela tesão de repente e a buceta dela ficou formigando, ela só se afastou um pouco e disse: *"jááá, não quero que meus vizinhos ou meus pais vejam que a filhinha deles é uma puta"*. Fim dessa anedota por enquanto, espero que tenham gostado e que deixem seus pontos e comentários.
Isso foi o que minha namorada me confessou numa viagem. Eu já desconfiava, mas sempre negava quando tocava no assunto, até que encontrei umas fotos no celular dela com o amante, um colega da faculdade. No começo, quando ela me contou, foi um choque. Depois da surpresa e da raiva, vieram outras perguntas, mas a que mais me excitou foi quando tinha sido a última vez que eles transaram — e tinha sido só uns dias antes da viagem. Pensar que eu comi ela um dia depois que ele meteu nela me deixou de pau duro. Comecei a lembrar de contos e talks que já tinha lido e pedi pra ela me contar a primeira vez que rolou algo entre eles. E ela me contou essa história.Naquela época, eu trabalhava até tarde e no meu serviço não podia usar o celular na maior parte do dia, então a gente não se via e ficava incomunicável (duas coisas quase essenciais pra sua namorada te fazer de corno). Um dia, o amigo dela convidou ela pra acompanhá-lo a comprar roupas pra irmã dele, de aniversário, num shopping com poucas lojas e alguns lugares de comida, mas que tinha um estacionamento bem grande e, por causa do horário, bem vazio, já que não era um lugar muito movimentado. Depois de dar várias voltas nas lojas, foram parar numa que vendia roupa feminina, mas principalmente cintas, sutiãs e lingerie. E, obviamente, tendo química entre eles, foi tipo um encontro de namorados, com muita risada, brincadeira e intimidade. Chegaram na parte de lingerie, e ele pegou uma tanga e, com um pouco de sacanagem e malícia, disse:
— Ei, posso te fazer uma pergunta?
— Claro, fala.
— Bom, não sei... acho que você não vai saber responder.
Ela, com cara de dúvida, mas entrando na brincadeira, respondeu:
— Fala logo o que tem que dizer, deve ser besteira.
— Era sobre as tangas. Elas são muito sexys, mas dá pra usar no dia a dia mesmo? Não é desconfortável ficar com o pano enfiado o dia todo?
— Haha, por que você pergunta isso?
— Haha, só fiquei na dúvida. Mas acho que você não usa.
Meio séria, ela perguntou:
— Então você acha que não ficaria bom em mim? Bem, algo assim? E entre nervoso e excitado, ele responde:
— Não foi isso que quis dizer, acho que ficaria incrível em você, e com seu corpo seria algo bem sexy. Você tem uma bunda bem bonita.
— Sério? Você ficou olhando pra ela?
— Bom... seria difícil não olhar, você é muito gostosa.
Ao ouvir isso, os dois ficaram bem excitados e decidiram ir para o carro dele. Mas antes de sair da loja, ela dá um pequeno presente pra ele e, ao se virar para sair, derruba uma peça de roupa da loja de propósito, se abaixa pra pegar e mostra uma pequena surpresa.
A calcinha vermelha que ela tava usando naquele dia (eu tinha dado de presente e ela nem usava comigo) ele só olhou com muito tesão e sentiu o pau começando a endurecer quando ela se levantou de novo. Trocaram um olhar safado e foram pro carro. Já sentados, os dois se viram e ele disse:— Eu sei que você tem namorado, mas sério, queria ficar contigo, poder te beijar, te tocar e estar com você.
*Não fala isso, você sabe que não é certo.
— Do mesmo jeito que não é certo você estar aqui, mas eu sei que você também gosta do que não é certo.
Isso fez ela ficar com muito tesão e se aproximou um pouco dele, esperando que acontecesse o que já tinham imaginado várias vezes. Vendo ela tão disposta, ele não hesitou em beijá-la. Primeiro um beijo longo que disparou a excitação e a adrenalina dos dois. Sabia que o que faziam era errado. Depois vieram beijos mais intensos.
Até que ele foi o primeiro a se animar. Entre os beijos, disse:
— Você não sabe a vontade que eu tô disso.
Enquanto começava a apertar os peitos dela por cima do sutiã com uma mão, a outra acariciava a buceta dela por cima da calça. Ela começou a ficar molhada e soltar uns gemidinhos baixos, enquanto sentia o pau duro dele, aquele pau grosso que ela tinha conquistado sendo uma putinha.
depois de um tempo ela já não aguentou mais e tirou a pica dele da calça, olhou por uns segundos porque era maior e mais grossa que a minha —você gostou? *eu amei, já queria ter ela nas minhas mãos* depois de falar isso, ele tira os peitos dela do sutiã e diz —eu tava morrendo de vontade de te ver assim
Enquanto ela me contava isso, eu sabia que aquelas mãos não iam mais segurar só a minha rola, e pensar em outra pessoa vendo os peitos dela, que eu tanto amo, me deixava louco. Era uma mistura de sentimentos, mas acima de tudo, luxúria e tesão. Ela disse que duraram pouco porque ficaram com muito medo de serem descobertos e de chamarem a polícia. Guardaram tudo e foram embora, mas enquanto dirigiam, continuavam trocando putarias sobre os corpos um do outro, e minha namorada entendeu que ainda não tinha acabado. *Você me deu uma tarde incrível e me deixou muito molhada. Fazia tempo que não me sentia assim. Você merece uma recompensa.* — Isso eu gosto. O que você tem em mente? *Procura um lugar onde não passe ninguém e eu te conto, mas enquanto isso, vou fazer algo para manter essa rola bem dura.*
Foi chupando a pica dele sem se importar com nada até chegarem nuns terrenos baldios onde continuava chupando e pôs as tetas pra fora de novo — Essa minha pica te deixou doida, né?
*Adorei, ela tá bem dura e grande*
— Hahaha, é maior que a do corno do teu namorado?
*Não fala isso, não quero falar dele*
— Não vem com essa agora, já descobri que tipo de puta você é. Só finge que é uma boa aluna e namorada, mas morre de vontade de ter uma pica enfiada nessas bundonas.
Depois disso, com uma mão empurra a cabeça da minha mina pra ela engolir a pica toda, e com a outra abaixa a calcinha fio dental dela até uma altura que dava pra tocar a buceta dela e perceber que tava bem molhada e louca por pica.
Gemia e chupava com mais força, se entregando completamente ao prazer de me fazer de cuck. – Sua putinha, você não sabe o quanto eu desejei te ter assim. Sabia que ia te comer toda, já quero abrir essas nádegas e enfiar meu pau aí. * – Já sou toda sua, papai. Vai ter muito tempo pra você me curtir. Depois de alguns minutos, ela só sentiu os grandes jatos de porra escorrendo e vazando da boca dela. Estava completamente molhada e pronta pra ser comida, mas o celular dela tocou com uma ligação do pai, lembrando que ela tinha que voltar pra casa, já que a filha da putinha ainda finge ser uma menina de família. Os dois ficaram na vontade, mas com uma boa amostra do tesão que sentiam um pelo outro e o quanto minha namorada é uma putinha. O trajeto até a casa dela foi normal. Ao chegar, os dois descem pra se despedir. Minha namorada olha pra todos os lados e se certifica de que ninguém está vendo. Eles se abraçam e se despedem com um beijo na boca, mas ele aproveita pra agarrar a bunda dela e sussurrar no ouvido: – Não esquece, putinha, que você me deve uma foda.
Um arrepio percorreu o corpo dela ao sentir aquela tesão de repente e a buceta dela ficou formigando, ela só se afastou um pouco e disse: *"jááá, não quero que meus vizinhos ou meus pais vejam que a filhinha deles é uma puta"*. Fim dessa anedota por enquanto, espero que tenham gostado e que deixem seus pontos e comentários.
2 comentários - Como me fizeram de corno