Conheci ela uma noite numa festa, uma morena gostosa, não muito alta, com uns peitões lindos óbvios, uma raba maravilhosa, entre risadas, danças e bebidas. Comecei a dar em cima dela, no começo da noite ela se fazia de difícil, mas tava gostando. Fiquei a noite toda com ela e umas amigas que tínhamos em comum. Quando a festa acabou, eu tava indo embora e uma amiga fala: "Me leva?" Falei: "Vamos". Ela diz: "Ela também pode ir". Aí eu olhei e era a peituda, óbvio que falei: "Vamos". Fomos no carro ouvindo música, rindo e ainda com um pouco de bebida. Cheguei na casa da minha amiga, ela desce e fala: "Olha lá". A peituda desce do carro, dá tchau pra minha amiga e senta na frente. Arranquei e ela fala: "Você fica me olhando tanto assim?" Respondi: "Não tô olhando pra você, tô olhando pro peito que tá pra fora, sua bêbada". Um peito tinha escapado do sutiã. Ela fala: "Nunca viu um peito?" Respondi: "Lindos e grandes como o seu, nunca". Ela riu e falou: "Quer ver os dois?" Falei: "Sim". Ela mostrou os peitos no carro, ficou se apalpando. Imagina o tamanho daqueles peitos que ela conseguia chupar os próprios mamilos sozinha. Até que eu falei: "Também quero peito". Ela se aproximou num semáforo e me deu aquele peito delicioso, falou: "Toma, mama". Agarrou minha cabeça e enfiou o peito na minha boca, eu chupava, lambia o mamilo, mordia de leve. Minha mão foi entre as pernas dela, tocando a buceta. Ela falou: "Quer chupar o que tá tocando?" Respondi: "Óbvio". Ela levantou a saia e puxou a calcinha fio-dental preta que tava usando. Pra minha surpresa, mostrou uma buceta carnuda, depilada nas laterais e com um pouquinho de pelo em cima, onde começa a buceta, que eu amei. E ela começou a se tocar. Nisso, a gente ainda tava no carro e eu já nem sabia onde a gente tava. Peguei e falei: "Vamos pra minha casa". Ela respondeu: "Não. Acha um lugar onde a gente possa transar ao ar livre". Quando ela falou assim, na hora. Peguei a estrada que sai da cidade, andei uns quilômetros, entrei numa estrada de terra e fui procurar um lugar por ali nos campos até chegar num lugar que era mato. Tinha onde esconder o carro atrás de uns matos altos e, ao mesmo tempo, poder andar pelado. Olhei pra ela e ela automaticamente tira a roupa. Tira a saia e fica pelada com os peitos de fora. E me diz: "Adoro andar pelada em lugares assim, me dá um tesão danado." Aí na hora tirei a calça e a cueca. Fiquei com o pau duro e desci do carro. Ela desceu também. E saiu correndo pelada pelo campo. Me excitava pra caralho ver aqueles peitos balançando. E ela me fala: "Vem, vamos entrar mais no mato." Entramos uns 10 metros. E ela começa a chupar meu pau... Mordia a cabeça, chupava, se engasgava, lambia minhas bolas e eu acariciava os peitos deliciosos que ela tinha. Aí ela diz: "Vamos pro carro." Caminhamos os dois pelados até o carro. Ela sobe no capô do carro e fica de quatro em cima dele e me diz: "Você não queria comer essa buceta?" Aí na hora. Como ela tava de quatro, comecei a chupar a buceta e o cu... Enfiava a linguinha no cu e acariciava a buceta... Virei ela e comecei a chupar os lábios da buceta. Os pelinhos que eu amo... Passava a língua e brincava com o clitóris até que ela gozou um baita jato. Fui pegar as camisinhas e ela diz: "Deixa que eu coloco." Desce do carro e fala: "Sobe." Sentei e ela pegou meu pau. E começou a chupar, colocava o pau entre os peitos. Mexia e dizia: "Goza nos meus peitos." Colocou a camisinha com a boca. E continuou chupando. Peguei ela, subi de novo e comecei a meter. Metia forte. Ela gritava, gemia, eu chupava os peitos dela. Fodi um bom tempo, trocamos de posição várias vezes até que numa troca ela entra no carro, fica de quatro com a bunda pra fora e eu começo a meter, enfiar um dedinho no cu. Cuspi no cu dela, ele foi se abrindo mais e mais. Entraram dois dedinhos. ela gritava. me pedia cock, tirei os dedinhos do cu e aquela maravilha ficou aberta, ali mesmo enfiei a cock. Devagar, ela sozinha começou a se mexer. Até que entrou completamente. Eu comia ela devagar até sentir que ela relaxou. Ela me diz: me come forte. Dei um tapa bom na bunda dela, comecei a comer como ela pedia, ela gritava, adorava, pedia mais, mais forte, eu arrombava aquele cu, ela se acariciava o clitóris até gozar de novo em jatos, as perninhas tremiam. Dei mais um pouco. Ela pediu pra parar. Tirei a cock do cu aberto dela e ela diz: filho de uma puta. Tá arrebentando meu cu, goza em mim, tira a camisinha e começa a chupar de novo... pega outra camisinha, coloca de novo com a boca e diz: arromba minha pussy. Ali mesmo. Comecei a comer ela de novo. De missionário, metia. Ela gritava. Eu enlouquecido porque aqueles peitos balançavam pra todo lado, lambia os mamilos, chupava eles, até que ela agarra e goza na cock, senti aquele jorro quente todo. Na minha cock dura, sentia ela apertando a cock com a pussy. Eu mexia até que ela agarra e tira. Tira a camisinha, começa a chupar minha cock... me punhetava. Passava a língua até que não aguentei mais e enchi a boca dela de porra, a carinha, e um pouco nos peitos... Ela cuspiu tudo que tinha na boca, cuspiu nos próprios peitos e passava as mãos, enfiei a cock de novo na boca dela e ela chupava até engolir um pouquinho de porra que ainda tinha. Aí, cansado, sentei no capô. Acendi um cigarro e ela tinha ficado largada no banco da frente, se levanta e me pede um cigarro. Calados os dois, curtimos o cigarro pelados no campo, ao ar livre. Terminamos o cigarro, ela me olha e diz: você é um filho de uma puta. Me arrebentou e eu ria. Começamos a nos vestir e voltamos pra cidade, levei ela até a casa dela. Ela me beija. Disse: adorei. Desceu e entrou na casa dela... olhei pela última vez pros peitos dela. Olha só aquela bunda. E fui embora. Tava quase saindo do carro e ela tinha deixado a calcinha fio dental no bolso da minha calça. Isso significa que uma hora vou comer ela de novo...
0 comentários - Comi uma gostosa peituda