Numa das visitas à minha médica, ela me perguntou se eu já tinha pensado em tirar o pomo-de-adão pra ter um pescoço mais feminino e operar as cordas vocais pra feminizar ainda mais minha voz, que já era bem feminina por si só, ou em fazer um aumento de peito. Eu não tinha pensado nisso e, depois de refletir e conversar com meu marido, decidimos que eu tiraria o pomo-de-adão e daria um retoque nas cordas vocais. Sobre o aumento de peito, nós dois gostávamos do jeito que eu estava; ele preferia uns peitos pequenos, mas naturais, e eu também gostava do meu peito do jeito que era, e ele ainda ia crescer um pouco mais, não muito, mas um pouco. Dois meses depois, eu operei e fiquei uns dias sem poder falar. Nesses dias de recuperação, o Ramiro não me deixou fazer nada, e me surpreendeu ele ter se dedicado às tarefas de casa. Assim que comecei a falar aos poucos, minha voz foi se feminizando completamente até ficar uma voz de mulher bem fina e feminina. Meu peito já exibia umas tetinhas redondas e lindas, e eu usava um sutiã tamanho B. Minha médica disse que não cresceriam muito mais, e eu já gostava deles assim.
O verão chegou de novo, e com ele o calor. Em casa, o Ramiro costumava andar de cueca ou pelado, e eu usava um roupão pra fazer as tarefas. Um dia, num calorão, enquanto arrumava o quarto, lembrei de quando morava com a Vanessa: nos dias quentes, ela andava de calcinha e sutiã pela casa, e eu, igual o Ramiro, de cueca, nunca pelado. Eu estava toda suada, tirei o roupão e terminei de arrumar o quarto só de calcinha vermelha de renda e sutiã. Saí pra sala com a vassoura, onde o Ramiro estava pelado no sofá, e comecei a varrer assim na frente dele. O fato de ter vindo à mente que agora era eu quem andava de calcinha pela casa, igual a Vanessa, me excitou e molhou a calcinha. Enquanto varria, fui virando as costas pra ele o tempo todo e via de canto de olho ele me olhando em silêncio. Fui me aproximando dele e, quando cheguei perto, ele me deu um tapa na bunda que me fez dar um grito. Fiquei parada, com a bunda empinada, oferecendo pra ele. Ele começou a apalpar sem se levantar. Me deu a Virei e fiquei de pé na frente dele, me abaixei, o pau dele já tinha crescido, dei um beijo na boca dele. — Você gosta? — Sim, muito, minha baixinha. Beijei ele de novo com paixão, agarrando a piroca que pedia pra entrar entre meus lábios, e me ajoelhei entre as pernas dele e comecei a chupar até ele gozar na minha boca. Ficou meio mole, mas continuei até deixar duro de novo. Levantei, abri as pernas e montei em cima dele, afastei a calcinha pro lado e sentei, enfiando até o fundo, e comecei a cavalgar. — Ahhh, me enlouquece sentir você dentro. — Eu sei, putinha. — Mmmmm, ahhh, quero ser sua puta pra sempre, nunca me deixe. — Não vou te deixar. Cavalguei até ele me encher de porra e, depois de ficar sentada um tempinho beijando ele com o pau dentro de mim, levantei e falei que tinha que terminar a limpeza. Ajeitei a calcinha e terminei o serviço com a gozada dele escorrendo entre minhas pernas.
Uns 6 meses depois de casados, Ramiro foi mudando o jeito aos poucos, ficou mais possessivo, mais controlador, embora ainda fosse carinhoso comigo, até que um dia, num feriado, a gente tinha viajado pra passar uma noite num hotel numa cidade de montanha, depois de jantar, sair pra passear e tomar algo ao sair do hotel. — O que que tá rolando? Ultimamente te sinto diferente. — O que rola é que com você tô muito bem, me sinto feliz, vejo que você também, e faz uns dois meses que comecei a me sentir desconfortável nos espetáculos, não gosto nada que outros homens te vejam nua, e tô pensando há um tempo que quero parar de atuar, mas não sabia como te falar, não sei o que você acha. Fiquei um tempão pensando no que dizer. — O que você quiser, tô com você na sua decisão, também me sinto feliz contigo. — Sim, eu sei, mas quero que você me diga se também quer parar. — Sim, quero parar. — Tem certeza? — Sim. — E tem mais alguma coisa? — O quê? — Tô com vontade de voltar pro meu país, ganhei muito dinheiro aqui e queria montar um restaurante lá. Minha cidade e eu gostaria que você viesse comigo, só pediria uma condição. Se não aceitar, vou sofrer muito em te deixar, mas em alguns meses eu vou embora. Você viria comigo? Depois de um longo e nervoso silêncio. — Não quero que você me deixe, mas é uma decisão que preciso pensar, e você não me disse qual condição pediria. — Fica tranquila, toma seu tempo pra pensar. A condição é que, se você vier comigo, quero que seja totalmente mulher, que faça a cirurgia lá embaixo. — Fazer mudança de sexo? Não sei se quero, é uma decisão difícil. — Pensa bem, se não quiser, vou entender. — Tá bom, me dá um tempo. Toda a conversa aconteceu enquanto a gente andava de mãos dadas procurando um lugar pra comer alguma coisa. Depois da minha última resposta, houve um longo silêncio. Eu pensando em tudo que ele tinha dito e ele, sei lá no que. Chegamos na porta de um lugar e, antes de entrar, Ramiro puxou minha mão pra trás. — Não tô a fim de entrar, é melhor a gente voltar pro hotel. — Tá bem, como quiser. Acho que, vendo o silêncio entre a gente, ele pensou que, se continuasse assim lá dentro, ia ser estranho. Foi o que pensei enquanto voltávamos, porque eu tava imersa pensando em tudo e ele também não falava nada, e a verdade é que era desconfortável ficar daquele jeito. Subimos pro quarto, ele sentou na cama enquanto eu fui pro banheiro. Quando saí, ele já tava de cueca, deitado na cama. Pra aquela noite, eu tinha trazido uma camisola rosa de renda, curtinha e transparente, com meia-calça e liga que combinavam com a calcinha fio dental e o sutiã que eu tava usando, mas a situação, o silêncio tenso, me fez desistir. Comecei a me despir, fiquei só de roupa íntima e vesti só a camisola, e me deitei na cama. Nós dois em silêncio, com a luz acesa, olhando pro teto por uns minutos. Ele virou um pouco a cabeça na minha direção. — Acho melhor a gente dormir logo. — É. Falei, virando o rosto, e ficamos a centímetros de distância, nos olhando por um momento. Ele aproximou os lábios pra me beijar, me beijou e se afastou. E aí ficamos nos olhando por um momento, até que fui eu quem se aproximou e beijou ele várias vezes nos lábios, passando a mão no peito dele e acariciando. Ele passou a mão por baixo do meu pescoço e apertou minha cabeça contra a dele pra me beijar, começando a fazer isso com paixão enquanto uma mão procurava meus peitos e os acariciava. O beijo foi longo, terno, cheio de tesão. Minha mão foi descendo pela barriga dele até chegar no pau dele, que já tava durasso. Toquei por cima por um instante e meti a mão por dentro, masturbando ele devagar e com suavidade. Levantei um pouco e ele subiu minha camisola até passar meus peitos, tirou minha mão do pau dele e arrancou a camisola. Depois, desabotoou o sutiã, tirou ele e levou a mão direto pra baixo, enfiando por baixo da calcinha. Acariciou meu clitóris já molhado e melado. Só durou um segundo e ele tirou minha calcinha. Começou a chupar meus peitos e morder meus bicos, o que me deixa louca, e como uma mola, minhas pernas se abriram, enquanto uma mão esfregava minha buceta. Procurei o pau dele de novo e agarrei. Ele parou de me tocar e tirou a cueca. Tava os dois pelados e muito excitados. Ele largou meus peitos pra beijar minha boca. Desci meus lábios até o pescoço dele, beijando, chegando no peito pra seguir descendo, mas ele me pegou pelo queixo e me puxou pra cima pra me beijar de novo, um beijo curto. — Hoje não quero isso, tem que ser especial. Fica quieta, deixa eu fazer do meu jeito. Me beijou de novo por um instante, pegou o lubrificante, passou na mão e levou até a buceta. Começou a enfiar um dedo devagar, com suavidade, enquanto a boca dele procurava meus peitos pra chupar, morder meus bicos. Não demorou pra eu começar a gemer. Minhas pernas tavam totalmente abertas. Ele me comeu um pouco com dois dedos, se posicionou entre minhas pernas e me penetrou, começando a me foder com delicadeza, bem devagar, olhando nos meus olhos. Tava me fazendo sentir um prazer que eu nunca tinha sentido antes. Ele tava me fazendo amor, era a primeira vez — até então era sempre só foda. — Tá gostando? menina. - sim, ahhhh adoro. - sim, só aproveita. - ohhh deus ahhhh que gostoso. Continuou assim, suave e romântico, enquanto me fazia amor, nossos olhares não se desviavam, ele me olhava sorrindo, esquecendo o próprio prazer, só me dando prazer, eu gemia sem parar e ele curtia me vendo. - assim, aproveita, putinha. - sim ahhhh porra, que gostoso, sim ahhhh aceito, vou com você. - o que você disse, repete. - que aceito, vou com você. - tem certeza? - sim, quero ser sempre sua mulher, sua putinha, sua baixinha, o que você quiser. Ele se jogou em cima de mim sem parar de me foder e me beijou na boca, enquanto fazia isso, encheu minha buceta de porra quentinha. - te amo. - e eu também, minha linda esposa. Aquela noite foi incrível, no dia seguinte de manhã cedo saímos do hotel e passamos o dia visitando uns povoados, e depois do almoço entramos no carro pra voltar pra casa. Ramiro, enquanto dirigia, ligou pra Priscila e disse que precisava falar com ela sobre algo muito importante o quanto antes. Ela estava no apartamento dela, sem nada pra fazer, disse que se a gente quisesse ir na hora, e fomos direto. Chegando lá, tomando umas cervejas geladas, Ramiro contou tudo. Ela levou a notícia numa boa, embora com um pouco de tristeza, pediu pra ele ficar mais duas semanas e fazer os últimos quatro espetáculos antes de largar o trampo, e ele aceitou. E sobre mim, eu continuaria trabalhando lá, cuidando da limpeza e ajudando no local, e por decisão do Ramiro, ele pagaria o aluguel do apartamento da Priscila. No dia seguinte, marquei uma consulta com minha endocrinologista pra segunda-feira seguinte, expliquei tudo e pedi pra ela me explicar exatamente como era a vaginoplastia. Ela explicou, me deu um pouco de medo de ouvir, mas já estava decidido, e ela mesma falaria com o cirurgião, que era amigo dela, pra marcar uma consulta com ele. A consulta foi duas semanas depois, e ela foi comigo. Combinamos que ela me ligaria pra marcar hora pra fazer exames e testes. Então Ramiro já tinha parei de trabalhar e estava procurando emprego como garçom. Na semana seguinte, comecei em um restaurante. Eu, entre o trabalho e as tarefas de casa, estava meio sobrecarregada. Trabalhava até as 6 da tarde, chegava em casa, fazia minhas tarefas e preparava o jantar só pra mim. Ramiro já vinha jantado do trabalho, chegava, tomava banho, a gente via um pouco de TV e íamos pra cama, transávamos e dormíamos. Tinha passado um mês e meio da consulta com o cirurgião quando minha médica me ligou pra marcar os exames na clínica dela em 5 dias. Fiz os exames e, 6 dias depois, tive consulta com o cirurgião. Ele disse que estava tudo bem e que, até a cirurgia, eu teria que parar de tomar hormônios. E que, se o teste de anestesia que fariam um mês depois desse certo, 2 semanas depois eu entraria no centro cirúrgico. Quando expliquei isso pro Ramiro, ele ficou muito feliz. No dia seguinte, avisei a Priscila pra ela saber que eu ficaria um tempo de licença. Faltava só um mês e meio. Naquela semana no trabalho, me sentia muito sufocada e, depois de pensar muito, falei pro Ramiro que queria pedir demissão. Ele me apoiou e, no dia seguinte, conversei com a Priscila. Ela entendeu minha situação. Falei que cumpriria os 15 dias de aviso, mas ela disse que não precisava, que eu tinha 6 dias de férias pendentes, que eu voltasse pra casa naquela mesma manhã e relaxasse, e que ela arrumaria os papéis pro seguro-desemprego. Aceitei, mas falei que, como já estava lá, trabalharia aquele dia. Quando me dei conta, estava deitada numa maca a caminho do centro cirúrgico. Além do meu marido, minha médica e a Priscila me acompanharam. Eu estava muito nervosa. Acordei umas 8 horas depois numa cama sozinha, mas logo veio uma enfermeira me ver e perguntar como eu estava. No começo, estava desorientada, mas aos poucos fui me conscientizando e me vi com um soro no braço e minha virilha coberta de gazes. Quando a enfermeira viu que eu estava bem acordada, disse que me levariam pro quarto. Me surpreendi por não... Não senti nenhuma dor, só cansaço e desconforto por causa das ataduras que eu usava, mas as dores chegaram no dia seguinte. Um maqueiro me levou até o quarto onde meu marido e a Priscila estavam me esperando. Depois de me dar um beijo carinhoso, ele perguntou como eu estava, contei como me sentia e me deixaram descansar enquanto a Priscila se despedia e ficávamos só nós dois. Ele sentou na beira da cama, segurou minha mão e ficou ali em silêncio me olhando. Umas meia hora depois, o cirurgião e minha médica vieram ver como eu estava e explicar que tudo tinha corrido muito bem e que em uns 10 dias eu poderia voltar pra casa. No dia seguinte, acordei com dor. Nos dois primeiros dias, o Ramiro ficou dia e noite sem sair de lá. No terceiro, ele teve que voltar ao trabalho; vinha de manhã até a hora de ir embora. Toda manhã, uma enfermeira vinha fazer os curativos e me lavar, e ia me explicando como eu deveria fazer sozinha. Os primeiros 4 dias eu tinha que passar na cama. No quinto, a enfermeira me acompanhou ao banheiro, fiz meu primeiro xixi e pude ver minha buceta ainda um pouco inchada e roxa. Meu marido vinha toda manhã me ver antes de ir trabalhar. A Priscila veio um par de vezes e a Inma uma manhã, mas o que eu não esperava era ver a Vanessa entrar pela porta no sétimo dia. Não a via desde que me deixaram com a Priscila. — Oi, Pili, como você está? — Oi, bem, não esperava sua visita. E você, como está? Ela se aproximou da cama e me deu dois beijos. — Estou bem, grávida de 3 meses. — Que bom. — Obrigada. Eu também não esperava vir te ver num hospital por uma operação assim, mas o Ricardo viu a Priscila outro dia e ela explicou que você tinha operado 2 dias antes para mudar de sexo, e ele quis saber como você está. — Obrigada. — Há 2 anos, quando a gente era casal, eu não imaginaria te ver assim. Vou ser sincera: quando descobri seu travestismo, me senti tão humilhada que só pensei em me vingar te humilhando. Mas não foi assim o que a gente te fazia fazer e passar. você gostava, e cada dia eu fui percebendo que você gostava de ser mulher, e olha agora, você tem peitos, buceta e é casada com um homem, e te vejo feliz. Eu queria vingança, mas agora me sinto feliz por ter te ajudado sem querer a ser quem você é. Fiquei calada, sem saber o que dizer, ele se aproximou do meu ouvido — bom, fico feliz de ter te visto e que você está bem, e espero que aproveite muito sua nova buceta. Me deu um beijo e foi embora. O tempo passava muito devagar na clínica, me ensinaram como me lavar nas primeiras semanas, como usar os dilatadores. Oito dias depois, tive alta. Nos primeiros dias, não devia fazer esforços e voltei para casa. Ramiro, o tempo que passava em casa antes de ir trabalhar, cuidou de mim e assumiu toda a lida da casa, e me levou nas duas primeiras revisões, uma por semana. Na segunda, já me disseram que eu podia começar a fazer um pouco de vida normal, e dia após dia comecei a fazer tarefas de casa com a ajuda dele. Depois de um mês e meio, já cuidava de tudo sozinha. O pós-operatório ia muito bem, a vagina já tinha um tom rosado normal há algumas semanas, já usava qualquer calcinha sem problemas, embora quando me tocava ou fazia xixi ainda me achasse estranha ao ver a racha entre as pernas, e olha que tinha usado a prótese por muito tempo, mas agora não precisava mais tirar para tomar banho nem para fazer cocô, agora era real. Na revisão que fizeram aos três meses, numa quinta-feira acompanhada pelo meu marido, o médico disse que eu já podia fazer vida normal e ter relações sexuais, e se fossem muito seguidas, não precisava usar os dilatadores. Olhei pro meu homem e sorri, porque sabia que não ia precisar mais deles. Saí muito feliz da consulta, ele me levou para casa e foi trabalhar. Quando ele chegou do trabalho, eu esperava ansiosa e, depois de conversar um pouco na sala de jantar: — Estou muito cansado e com vontade de ir dormir. — Sim, sim, claro. Fomos para a cama, deitamos e eu esperava ter minha primeira vez, ser desvirginada, mas depois de me dar o beijo, ela se virou e dormiu. me senti decepcionada. acordei cedo pra fazer as tarefas e a comida pra nós dois. era sábado e ele só trabalhava à tarde e à noite naquele dia. — Bom dia, minha chaparrita. — Bom dia, amor. Preparei um café pra ele enquanto pensava na noite anterior. Quase perguntei, mas não tive coragem e continuei com as tarefas. Quando voltei pra cozinha, pronta pra fazer a comida: — Não faz comida, vamos comer fora. — Tá bom. Ao meio-dia, nos vestimos pra sair pra comer. Já no carro, ele saiu da cidade em direção ao interior. — Aonde a gente vai? — Comer por aí, já te falei. É uma surpresa. Já estávamos quase uma hora na estrada. — Nossa, é longe pra caralho. Você vai chegar atrasado no trabalho. — Não se preocupa com isso. Uns 20 minutos depois, ele parou numa fazenda rodeada de árvores. — Vamos comer aqui. Gostou? — Sim, muito bonito. Depois de comer e dar um passeio, voltamos pro carro, mas ele não seguiu em direção à cidade, foi pro lado oposto. Depois de uma estrada cheia de curvas, chegamos a uma rodovia que eu já conhecia — era a que levava ao hotel onde eu disse sim. Mas não quis falar nada. E, depois de um bom tempo, ele parou no estacionamento daquele hotel. — Aqui está minha surpresa. O que achou? — Bem... não sei o que dizer. — Então não diz nada. Você vai ter tempo pra falar. Temos duas noites de hotel aqui pra comemorar onde você aceitou meu pedido. E que lugar melhor do que este? — Não esperava por isso, mas não trouxe roupa nem nada. — Já cuidei disso. Ele abriu o porta-malas, pegou minha mala e a dele, e entramos. Nos deram a chave e subimos pro mesmo quarto daquele dia. — Agora um banho, a gente se veste e sai pra jantar. Abri a mala e ele não tinha esquecido nada. Tinha um vestido vermelho, uma minissaia preta, uma camiseta, um top, várias calcinhas, sutiã, uns saltos vermelhos e maquiagem. Depois do banho, coloquei uma calcinha e sutiã vermelhos, o vestido e os saltos, e descemos pra jantar. Depois, saímos pra passear e tomar algo num bar com música ao vivo. Até umas 12 horas e voltamos pro hotel. — Vai no banheiro, tira toda a roupa e espera eu ir. Entrei no banheiro e me despi. Já pelada, fiquei me olhando no espelho. Meus peitos, mesmo não sendo grandes, já eram de uma garota desenvolvida. Baixei o olhar e, entre as pernas, vi minha buceta depilada e a rachinha que se perdia ali. — Neném, já tá pelada? — Tô. Ele abriu a porta, entrou e ficou me encarando. Não sei por quê, senti vergonha, fiquei vermelha e tapei os peitos e a buceta. — Kkkk, o que foi, tá com vergonha? Com a quantidade de vezes que já te vi pelada. — É, um pouco. Sei lá, é diferente. — Diferente como? Você é minha mulher. — Sim, mas é a primeira vez que você me vê assim. — É verdade. Bom, em cima da cama deixei o que você vai vestir pra mim hoje à noite. Quando estiver pronta, me avisa. Ele abriu a porta do banheiro. Saí e, em cima da cama, tinha um babydoll transparente, uma tanga de renda, meias, ligas e saltos de mais de 10 cm de altura, tudo preto. Comecei pela liga, as meias, a tanga, o babydoll que ficava justo nos meus peitos e bem na altura da parte de baixo da bunda, transparentando meu corpo todo, e por último os saltos. Me olhei num espelho que tinha na frente da cama e me vi muito gostosa e bonita. — Já tô pronta. Falei em pé na frente da cama, olhando pro banheiro. A porta se abriu e ele saiu de cueca boxer, parando na minha frente me encarando. — Você tá linda, gostou do presente? — Amei, é lindo. Ele chegou perto de mim, me segurou pela cintura com uma mão, me puxou pra perto dele e me beijou na boca com suavidade, entrelaçando nossas línguas enquanto me deitava na cama sem me soltar. Já na cama, continuou sem separar os lábios dos meus enquanto uma mão subiu até meus peitos, acariciando-os com delicadeza. Começou a brincar com meus bicos, e aí foi algo imediato: um primeiro gemido abafado pela boca dele grudada na minha, seguido de outro. Ele parou de me beijar e cravou os olhos nos meus enquanto continuava tocando e apertando meus bicos, provocando. Mais gemidos e que minhas pernas se abrissem. - Você gosta disso, né, baixinha. - Hummm siiiim, ahh, adoro. - Eu sei, e adoro ver você aproveitando. Continuou por um bom tempo assim, me olhando e me dando uns beijos, até colar os lábios dele nos meus de novo, enquanto a mão dele deslizava pela minha barriga até se enfiar por baixo da calcinha fio dental, tocando minha buceta por cima, por trás, enfiando um dedo na fenda. - Já tá bem molhadinha, neném. - Siiim. Por conta própria, minha vagina ainda lubrificava pouco e eu tinha que usar um lubrificante vaginal que o médico receitou. Já tinha notado que estava mais molhada; acho que a excitação do momento fez eu lubrificar mais. Ele continuou esfregando a buceta entre os lábios até que senti um dedo abrindo caminho lá dentro, devagar, entrando inteiro, começando a meter e tirar, e aí meter outro dedo. Eu estava de barriga pra cima e ele de lado, colado em mim, e senti no meu quadril o pau dele crescendo. Procurei com a mão, agarrei e comecei a bater uma pra ele. Nós dois em silêncio. Eu sentia uma sensação estranha, entre um leve prazer e um formigamento. Ele parou, tirou minha calcinha, levou a boca pros meus peitos, chupando e mordendo meus mamilos por cima do baby doll. Continuou descendo, beijando minha barriga, até que senti os lábios dele chupando minha buceta e a língua se metendo entre meus lábios vaginais. A primeira de muitas vezes que meu macho ia comer minha buceta. Minha excitação estava no máximo. Eu continuava masturbando ele, aí ele se virou e ficou de frente pro meu rosto. Não hesitei em levar ele à boca. Fazia 3 meses que não sentia ele entre meus lábios, e dessa vez era especial: o primeiro 69. Enquanto eu tirava a cueca dele, ele também estava muito excitado e não demorou a gozar. Recebi gostoso na boca. Ele se virou, a gente se olhou nos olhos, sorrindo. Passou um dedo no contorno dos meus lábios, recolhendo o leite, e levou até minha boca. - Isso escapou da sua boca. - Hummm, que gostoso. Adoro quando você me dá e eu chupo seu dedo. - Gulosa. - Muito. Depois que engoli todo o leite. Começamos a nos beijar, ele se colocou entre minhas pernas, levantou a cabeça me olhando nos olhos, colocou a ponta da rola na entrada da buceta, ficou esfregando. Eu levantei a cabeça pra olhar, tava nervosa e meio tensa. — Quer ver como eu vou meter? — Sim, mas cuidado, não me machuca. — Calma, relaxa. Vi ele esfregando na fenda, parou, colocou a ponta no meu buraco e começou a meter devagar, recuava um pouco e metia mais um pouco, enquanto eu olhava como desaparecia dentro da buceta. — Tá gostando, sente ela? — Sim, sinto entrando. Ele deu o último empurrão e entrou toda. — Já tá toda dentro. — Siiim, eu vi. Começou a me foder devagar, olhei uns segundos como entrava e saía e fixei o olhar nos olhos dele. — Tá gostando, já é toda uma mulher. — Sim, tô gostando, é uma sensação estranha mas é gostoso, gosto de ser mulher. Continuou me fodendo com suavidade enquanto nos olhávamos e acelerou um pouco os movimentos e da minha boca saiu um gemido diferente. — Te machuquei? — Não, continua, tô gostando. — Se te machucar, me fala que eu paro. — Não para, continua, tô gostando. Ele foi aumentando o ritmo e cada vez eu sentia mais aquela sensação estranha mas prazerosa que me fazia gemer cada vez mais, a respiração dele cada vez mais acelerada e dava pra ver que ele tava curtindo. — Bufff, porra, vou gozar. — Sim, mmmmm aaaaahh, então não para, continua. — Aaargg, tô gozando. De repente senti o calor do gozo dele encher minha buceta, continuou uns segundos até esvaziar os ovos dentro de mim e sem tirar a rola, aproximou a cabeça e me beijou. — Foi muito bom, baixinha. — Sim, muito, tô me sentindo cansada. — Então vamos parar e descansa, gata. — É, melhor. Ele levantou e foi pro banheiro, eu deitada na cama olhei minha fenda, nela tinham restos de gozo, ele voltou e fui eu, sentei pra mijar e depois limpei por cima a buceta dos restos dele sem aprofundar, voltei pra cama, ele tava deitado pelado, coloquei a calcinha fio dental e deitei do lado dele dando um beijo e dormi na hora, acordei ao Sentindo um barulho de água vindo do banheiro, o Ramiro estava tomando banho. Uns minutos depois, saiu seco e pelado. — Bom dia, como passou a noite minha mulherzinha. — Bom dia, bem, dormi superbem. — Eu acordei faz tempo e aproveitei pra tomar banho. — Eu também tô afim de um banho. Levantei da cama, demos um beijo na boca e fui pro banheiro. Primeiro sentei pra mijar e, quando abaixei a calcinha fio dental, esperava encontrar ela bem manchada de porra, mas só tinha uma manchinha pequena. Minha buceta não tinha expulsado. Tomei banho e saí pelada. Ele tava deitado na cama de barriga pra cima com a pica dura na mão. Fiquei olhando pra ela e desviei o olhar pro rosto dele enquanto me aproximava da cama, mas meus olhos voltavam pra pica gostosa dele. Sentei na cama e olhei pra ele, acariciando o peito dele e descendo a mão rápido pra pegar a pica dele por baixo da mão dele, que ele tirou na hora. E dirigi meu olhar pra ela, enrolei a mão nela, minhas unhas longas e vermelhas se destacando no tom escuro dela. — Não acha que minha mão fica melhor aí do que a sua, não acha, marido meu? — Sim, não tenho dúvida. — Quando saí do banho e vi ela assim tão dura, tão linda, me deixou bem puta. — Ahhh sim, e vai fazer o quê? — Mmmm, não sei, me diz você o que quer que eu faça, sua puta. — Sabe muito bem o que eu quero. — Sim, mas quero que você me ordene e eu obedeço suas ordens como uma puta obediente e submissa. — Chupa minha pica, puta. — Sim, amo. Subi na cama, fiquei de quatro com a bunda virada pra cabeça dele. Sem soltar a pica da mão, fui direto chupar os ovos. Chupei, coloquei eles na boca. — Mmmm, que gostosos e saborosos estão os ovos do meu macho. Cê gosta de como sua puta chupa eles? — Sim, adoro, baixinha. — Gosto quando você me chama assim, mas antes, quando eu chupava sua pica e você me comia, você me chamava de puta e outras coisas, e ontem à noite você não fez isso, e agora também não. Gosto quando você fala essas coisas, me deixa muito tesuda. — Para de falar e chupa. Com a boca cheia não se fala, puta. Percorri o pau com a língua até a ponta, escondendo ele entre os lábios, fiquei um tempinho ali brincando. Ele levou uma mão pros meus peitos e começou a acariciar e apertar os biquinhos, e a outra foi pra minha buceta, enfiando os dedos. Já tava chupando fazia um bom tempo e ele não gozava. Ele me pegou pelo ombro, me puxou pra cima, me deitou de barriga pra cima, subiu em cima de mim entre minhas pernas, que eu abri automaticamente, e enfiou o pau devagar, mas sem parar, até o fundo. Começou a me foder com mais força que na noite anterior. Não demorei pra começar a gemer. — Cê gosta, sua puta. — Siiiiim, ahhhhh, pelo amor de Deus, porra, que gostoso. — Vou gozar agora. Senti o calor do leite dele dentro de mim. — Mmmmm, siiiim, que gostoso sentir o calor do leite dentro de mim. Ele me deu um beijo, tirou o pau e deitou do meu lado, um tempão em silêncio. — Acho que a gente devia se vestir e descer pra tomar café, né, baixinha. — Sim. A gente levantou. Primeiro fui no banheiro, depois de mijar limpei os restos de leite que tinham na vulva, mas deixei umas gotinhas que apareciam na fresta. Queria sentir o tesão de sair assim, recém-comida, com a calcinha molhada de leite. Coloquei uma calcinha preta, uma minissaia preta e um top, com os saltos pretos que eu tinha usado, e descemos pra tomar café. Enquanto andava, sentia a calcinha grudando em mim, e isso me excitou. A gente tomou café tranquilo e depois saiu pra passear até a hora do almoço, num bar da cidade. Depois de comer, ele me levou de volta pro hotel, mas quando chegou, foi direto pro carro e mandou eu entrar. — Onde a gente vai? — Já vai ver, última surpresa. Depois de quase meia hora de carro, entramos numa cidade, atravessamos ela e, na saída, ele estacionou o carro e pegou duas mochilas no porta-malas. — Essa é pra você. — O que é? — Já vai ver. Entramos num beco, chegamos num prédio que na entrada tinha "spa". Entramos, ele falou com a moça da recepção, dizendo que tinha uma reserva pra dois. Veio uma moça que nos acompanhou até um vestiário individual pra cada um. Ela explicou que a gente devia fazer e entramos cada um pro seu, abri a mochila tinha uma toalha, umas chinelas e um biquíni rosa de duas peças, me despi, a calcinha tava melada de porra, dessa vez me limpei bem e coloquei o biquíni e o roupão que tava pendurado ali, Ramiro bateu na minha porta. - falta muito? - não, já tô saindo. Saí e nos levaram pra uma sala, mandaram a gente tirar o roupão, coisa que me deu um pouco de vergonha ficar de biquíni na frente de outra pessoa, e deitar em duas macas uma do lado da outra, e colocaram umas toalhas em cima da gente. - relaxem, agora vão vir as moças dar uma massagem relaxante. As moças chegaram e durante uma hora nos deram uma massagem relaxante e gostosa, daí descemos pras piscinas termais onde tinha muita gente e aí sim eu tive dificuldade de tirar o roupão por vergonha de me exibir de biquíni pela primeira vez na frente de mulheres que estavam como eu, mas principalmente de homens, fiquei um bom tempo nervosa já dentro da piscina, fui me acalmando aos poucos e nadei um pouco até que Ramiro falou de trocar de piscina e a gente entrou numa com água quente e com bolhas, trocamos mais duas vezes até que Ramiro disse que era hora de ir embora, nos trocamos no vestiário e chegamos no hotel na hora do jantar e já fomos direto pro quarto, assim que entrei fui direto tomar um banho, ainda não tinha me ensaboado quando ele entrou pelado, abriu o box e entrou junto comigo, nos ensaboamos um ao outro, quando eu tava passando sabão com a mão no pau dele já tava meio duro e isso acabou de deixar ele durasso, isso já terminou de me deixar com tesão e comecei a masturbar ele. - deixa bem limpinho. - tô nisso. Ele me pegou pela cintura, me virou e eu fiquei colada de costas pra ele, minha mão ainda segurava o pau agora colado na minha bunda sentindo a ereção dele, ele tirou minha mão, segurou com uma mão na minha cintura, jogou minha bunda pra trás, me apoiei na parede, abri as pernas, ele esfregou na fresta e sem esperar meteu de uma vez e começou a Foder sem parar. - Cê gosta, putinha. - Sim, adoro. Fodo gostoso um bom tempo em pé, depois terminamos de tomar banho e, depois de nos secar, fomos pelados pra cama e transamos gostoso. Dormimos nus, de manhã acordamos tarde, saímos do hotel depois do almoço e voltamos pra casa. O tempo passava rápido, ele ia pro trabalho ao meio-dia e só voltava à noite, eu em casa com minhas obrigações de mulher. A gente tinha conversado sobre a responsabilidade de cada um: ele cuidaria de trabalhar e trazer o dinheiro pra casa, embora eu ainda contribuísse com o que recebia do seguro-desemprego, e eu me dedicaria só de dona de casa — e adorava fazer isso. Por conta própria, decidi nunca mais usar calça, nem de mulher; me sentia mais confortável de saia e vestido. Minha roupa íntima eu comprava toda de renda, gosto de me ver bonita por dentro e que ele me veja sempre sexy e desejada. Nas primeiras semanas, ele chegava do trabalho, a gente conversava um pouco sobre como tinha sido o dia, depois ele tomava banho e eu esperava ele na cama de calcinha, coberta por uma camisola curta e bonita. Ele saía do banho sempre pelado, direto pra gente se satisfazer sexualmente. Com o passar dos dias, ele começou a chegar cansado e a gente passou a transar de manhã.
Meu corpo, depois da mudança de sexo, começou a mudar mais rápido por causa dos hormônios e porque agora não produzia testosterona. Eu tinha um corpo pequeno e frágil. Meus peitos cresceram um pouco mais e eu usava 32C, os quadris tinham alargado um pouco e minha voz já estava totalmente definida — era um tom fino, suave e delicado, ideal pra uma garota submissa como eu, e eu estava muito feliz com isso. Faltava um mês pro Natal e já fazia 7 meses da operação. No dia de folga que o Ramiro tinha, ele pegou uma noite de hotel num povoado da costa. Depois de deixar as coisas no hotel, saímos pra passear até a hora do jantar. Durante o jantar: — O Natal tá chegando e quero passar com minha família no México. , e já nos mudarmos pra lá, o que você acha. - bem, o que você quiser tá bom pra mim. - bem, vou falar no trabalho que vou sair e comprar as passagens de avião. Em uma semana paro de trabalhar e 15 dias depois a gente partia pra Cidade do México, 14 horas de voo, ao chegar fomos de táxi direto pro apartamento do Ramiro, tava com cheiro de fechado depois de tanto tempo, tinha uma sala de jantar ampla, uma cozinha também ampla, ideal pra mim, 2 quartos e uma varanda, arejamos a casa e como estávamos cansados e não tinha nada pra comer, pedimos comida e depois fomos descansar, tive muita dificuldade pra dormir. No dia seguinte de manhã, fiz espaço no armário pra colocar minhas roupas, Ramiro quis me ajudar e eu disse que não, que isso era serviço de mulher, enquanto isso ele foi comprar café e algo pra tomar café da manhã, quando ele chegou já tava tudo em ordem, café da manhã, tomamos um banho e saímos pra casa dos pais dele. - Você vai se dar bem com eles e com minha irmã, vai ver, principalmente que eles não descubram que você é transexual, são muito religiosos e isso eles não entendem nem acham certo. - Fica tranquilo. Chegamos na casa da mãe dele, ele bateu na porta e abriu uma garota morena e um pouco mais alta que eu. - Oi, Isabela, irmãzinha. - Oi, irmão, quanta saudade de te ver. Deram dois beijos e um abraço. - Te apresento minha esposa Pili, ela é Isabela, minha irmã. Demos dois beijos e entramos, na sala de jantar tinha uma mulher vestida de preto, mais baixa que eu, e um homem tão alto e grande quanto o Ramiro, os pais dele. Ele fez as apresentações e sentamos, e começaram a conversar, eu escutava calada, ainda com um pouco de vergonha. Ficamos mais ou menos uma hora lá quando a mãe dele disse que iam preparar a comida e se levantaram ela e a Isabela, que me olhou. - Vem com a gente e deixa os homens falarem das coisas deles. Fui com elas pra cozinha, primeiro fiquei olhando como começavam a tirar comida da geladeira e dos armários e começavam a preparar, um pouco envergonhada, Ofereci ajuda e fiquei junto com elas. Isabela começou a me perguntar como tinha sido a viagem, se eu tinha gostado da cidade, minha idade — ela era um ano mais velha que eu. Nós três preparamos a comida e eu arrumei a mesa com a Isabela. Passamos a tarde lá e me dei muito bem com a irmã dela. Ficamos até depois do jantar. Quando voltei pro apartamento do Ramiro, eu estava muito cansada e só queria dormir, mas como é minha obrigação como esposa, tive que satisfazer as necessidades sexuais do meu macho. Comecei sem vontade, mas uma vez de pernas abertas, não quero que pare.
De manhã, acordamos cedo e depois de um café, comecei a faxina geral da casa toda. Ramiro saiu pra fazer alguns recados e passou a manhã toda fora. Mandei uma mensagem pra ele dizendo que não tínhamos ido às compras e não tinha nada pra comer. Ele disse pra eu me arrumar que a gente comeria fora. Depois de comer, ele me mostrou um pouco da cidade e fomos fazer as compras. Na primeira semana, enquanto eu cuidava da casa, ele saía e voltava pra almoçar, e de tarde me mostrava a cidade ou íamos visitar os pais dele, onde eu ficava junto com a irmã dele. No domingo, acordamos cedo e fomos pra casa dos pais dele. Ele e o pai foram pro futebol e eu fiquei com elas preparando a comida. Faltavam 20 minutos pro meio-dia. — Meninas, hora de ir, vamos chegar atrasadas na missa. Eu olhei pra Isabela surpresa, não esperava por isso. Sou ateia, não acredito em deus e não gosto de ir à missa. Não pude recusar e o pior é que virou obrigação todo domingo. Ramiro sabe que eu também gosto de futebol e esperava que um dia ele me convidasse pra ir, mas com o passar das semanas ficou claro que aquele era o momento dele aproveitar o futebol na companhia do pai, e minha obrigação era ir à missa com a mãe e a irmã dele, e depois preparar a comida pra quando eles chegassem. Na semana seguinte, no meio dela, Ramiro chegou em casa com uma boa notícia: tinha encontrado um bar pra pegar. Levei ele... Em uma semana já tinha tudo arrumado e abriu o bar. Começou sozinho, saía cedo e chegava umas 10 da noite cansado, mas mesmo assim me dava uma boa foda. Eu passava os dias trancada em casa, uma tarde a Isabela veio e a gente saiu pra passear. Na semana seguinte, ele contratou dois caras pra ajudar, pra poder descansar e passar mais tempo em casa.
No sábado, a Isabela perguntou se eu queria ir fazer compras com ela e umas amigas no shopping. Pedi permissão pro meu marido e ele deixou. Passaram pra me buscar umas 4 horas: Isabela e três amigas. Passamos a tarde experimentando e comprando roupa. A partir desse dia, comecei a ter mais contato com elas e ter uma vida mais divertida, saindo junto. Elas me convenceram a me matricular na academia com elas, porque até então era só eu e ele, no meu país a gente não socializava com ninguém, só nós dois.
Pedi permissão pro Ramiro pra me matricular. Sempre pedia permissão pra tudo: se a Isabela vinha e me chamava pra sair, ligava pra ele pra ter o ok. No shopping, elas me ajudaram a comprar umas leggings, shorts, tops e roupas adequadas pra academia. A academia era só pra mulheres. Nos primeiros dias, foi difícil e vergonhoso me trocar na frente das outras garotas no vestiário, e depois tomar banho pelada igual elas, que faziam tudo naturalmente e não ligavam pra quem tava perto. Em uns dias, me acostumei. Nos primeiros dias, por curiosidade, eu reparava nas bucetas delas e não eram diferentes da minha: tinha uma simples racha que sumia entre as pernas, igual a delas.
Já tinham se passado uns 3 meses, e num domingo, enquanto a gente almoçava na casa dos pais dele, a mãe dele falou:
— Ramiro, vocês já pensaram em casar na igreja? Pra mim, você sabe, ia ser uma alegria danada.
— Não, mãe, a gente tá bem assim.
— Sei, mas pensa no futuro, quando vocês tiverem filhos. Pili, porque um dia você vai querer ter, né?
Fiquei travada por um momento e olhei pro Ramiro, que também não esperava essa pergunta. Lembrei de uma tia minha que foi operada por... Problemas no útero e não podia ter filhos. — Claro que eu gostaria de ter, mas tive problemas no útero, fiz cirurgia e não posso ter. Ramiro me olhou, deu um suspiro de alívio e sorriu pra mim. — Ah, coitada, sinto muito, mas me faria feliz casar na igreja. — Bom, mãe, deixa esse assunto pra lá. Todo domingo ela falava isso durante o almoço e na missa soltava toda vez como seria lindo eu casar naquela igreja. Ela ficava tão chata que um dia Ramiro disse pra ela calar a boca que a gente pensaria. No domingo seguinte, depois da missa, ele me levou pra falar com o padre e perguntou o que precisava pra casar. — A certidão de batismo. — Não sou batizada. — Então a certidão de nascimento, e o batismo é obrigatório, pode ser feito antes ou no mesmo dia do casamento. Saímos da igreja, eu não podia pedir a certidão de nascimento porque iam descobrir que nasci homem. — É melhor deixar pra lá, dona Dolores, teria que viajar pro meu país pra pedir a certidão e é uma viagem muito longa. Falei pensando que ela aceitaria e não ia mais encher o saco. — Não precisa, dá pra pedir online. — Isabela falou, me deixando de boca aberta. — Não sei se isso é possível. — Claro, se quiser eu ajudo. — Não, melhor eu falar com meu marido. Naquela noite, contei tudo pro Ramiro. — Porra, minha mãe não vai parar, vou falar com ela pra não insistir mais. Mesmo depois de conversar, umas semanas depois ela começou de novo. Uns dois meses depois, Ramiro chegou do bar e disse que tinha falado com o melhor amigo dele, José, e contado tudo. José disse que tinha um amigo advogado que já tinha feito uns trambiques falsificando documentos, que dava pra conversar e ver se ele podia fazer algo, mas não ia ser barato. Marcamos com ele amanhã às 10. — Mas isso não pode ser perigoso pra gente se formos pegos? — Sim, mas não vamos fazer se eu achar muito arriscado. No dia seguinte, ele saiu de manhã pro bar às 7 e perto das 12... Ouvi a porta de casa, eu ainda tava limpando o quarto com aquele body preto transparente que deixava à mostra a calcinha fio dental preta e minha bunda nua. — Oi, baixinha, já falei com aquele advogado. — E o que ele te disse? — Que nunca falsificou uma certidão de nascimento, mas pode tentar, que com um PC bom dá pra conseguir qualquer coisa, mas não garante nada. Precisa de todos os seus dados: nome, hospital onde nasceu, data de nascimento e nome atual, e ele cuida de pedir online, que geralmente é rápido e em poucas horas mandam pra ele. Passei os dados e na hora ele mandou por mensagem. — Tá de dar vontade de comer com essa roupa. Me aproximei dele, passando meus braços pelo pescoço dele. — Então me come. Ele começou a me beijar e eu não hesitei nem um segundo em levar a mão no pau dele, toquei por cima da calça, desabotoei e ela caiu no chão, meti a mão dentro da cueca, agarrei e puxei pra fora. Ele começou a apalpar meus peitos e apertar meus bicos, o que fez eu gemer na hora e minhas pernas se abrirem. Debaixo da mão dele, ele afastou a fio dental e enfiou um dedo, depois outro. O pau já tava bem duro e no ponto certo pra levar na boca. Parei de beijar ele e, sem tirar os olhos dos olhos dele, me ajoelhei e levei ele pra boca. Ele colocou uma mão na minha cabeça e começou a acariciar meu cabelo enquanto eu chupava com paixão. — Mmmm, que gostoso você chupa, sua puta gulosa. — Churrup, sim, sua puta gulosa, adoro esse cheiro e gosto do seu pau. — Cala a boca e continua, puta. Depois de um bom tempo chupando, não conseguia fazer ele gozar, embora ouvisse ele respirar forte e gemer, e sentia que ele tava excitado. Já tava uns 30 minutos de joelhos, dedicada no meu serviço, mas comecei a sentir cansaço e, sem pensar, parei de chupar e me levantei. — Quero que você me foda agora. — O que minha puta quiser. Subi na cama, fiquei de quatro na beirada. — Tou bem putinha. — Mmmm, já vi, toda de quatro feita uma putinha. Ele se posicionou atrás de mim, me agarrou. do cu e me deu uma palmada forte. - ahhhh dói. - tem que doer, vadia, assim você não esquece quem manda. Outra palmada e outro grito. - você foi uma menina má, por isso merece uns tapas, sabe por quê? - não. - você deixou o boquete sem gozar e se levantou sem minha permissão. - desculpa, não vou fazer de novo. Mais uma e eu grito. - não tenho tanta certeza disso, te excita, né? E que eu te dê palmadas por se comportar mal. - sim, eu gosto. Desde que morávamos no México, ele não tinha sido tão dominante nas relações como antes, de vez em quando, porque sabe que eu gosto que ele me domine. - quer mais? - siiiim. Ele me deu três seguidas e, sem esperar, afastou minha calcinha fio dental para o lado, colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a me foder e dar umas palmadas de vez em quando. Minha excitação estava no máximo e eu não parava de gemer. - como você gosta que te fodam forte e que você aproveite como uma vadia. - sim, eu ahhhh adoro, você me deixa louca. - é mesmo, vadia? Você gosta que te fodam de quatro como as cachorrinhas? - ahhhhh sim, pelo amor de deus, não para. Ele parou de falar e, bem agarrado na minha cintura, me comeu sem parar até gozar. Me deu uma última palmada quando tirou. Eu fiquei apoiada com a cabeça na cama, recuperando o fôlego. - fazia tempo que eu não curtia tanto transar. - uffff nem eu, você me deixou louca de prazer. - vamos ter que repetir. - claro, quando você quiser. - bom, é hora de voltar ao bar pra ver como estão os caras. - sim. Ele saiu do quarto e foi embora. Fiquei deitada na cama, virei de barriga pra cima e, quando fui ajeitar a calcinha, toquei na minha buceta molhada. Passei a mão e recolhi o sêmen que estava lá e levei à boca. Levei a mão de novo entre minhas pernas, acariciei a vagina, enfiei os dedos na fenda, abri mais as pernas e meti um dedo. O interior estava totalmente molhado, viscoso do gozo do meu macho. Meti um segundo dedo e, pela primeira vez, comecei a me masturbar como mulher. Acabei enfiando três dedos. Não sentia quase nada, mas me dava muito tesão. fazer isso. Só fiz por uns minutinhos, tirei os dedos e levei à boca pra limpar, depois tomei banho e preparei minha comida. No dia seguinte de manhã, o Ramiro me ligou pra dizer que o advogado já tinha a certidão de nascimento e que, depois de olhar, não seria tão difícil falsificar. Ele ia cobrar 7 mil pesos, um pouco mais de 300 euros, mas ia demorar uns dias. Cada um seguiu sua rotina: ele no bar e eu com meus afazeres e meus rolês com a irmã dele e as amigas na academia, e no sábado, compras. Já tinham passado duas semanas. Eu tava tranquila, dobrando roupa no meio da tarde, quando o Ramiro chegou, me deu um beijo e me entregou um envelope sem falar nada. Abri e vi a certidão de nascimento no nome de María Pilar, nascida com sexo feminino. — Já temos a certidão falsificada. Ele me garantiu que não tem por que dar problema. — Cê tem certeza? — Sei lá, mas confio nele. — Se cê confia, eu também. No domingo, depois de voltar da missa, durante o almoço, ele contou pros pais e pra irmã que a gente ia casar na igreja. Eles ficaram super felizes, e a mãe já queria ir falar com o padre, mas a gente convenceu ela de que a gente mesmo cuidava disso. No dia seguinte, segunda-feira, que é o dia que o bar não abre, fomos de manhã na igreja falar com o padre. Ele explicou a mesma coisa da outra vez, só faltava a certidão de batismo do Ramiro, que tava naquela mesma paróquia, e o padre ia cuidar de achar. Saímos de lá com a data do casamento marcada pra três meses depois. Contamos pra família, falamos que queríamos um casamento simples, só com os mais próximos da família dele, algum amigo e as amigas da irmã dele — que agora também são minhas. Da minha parte, não viria ninguém, já que não tenho família. No dia seguinte, as meninas vieram me buscar pra ir na academia, e na saída já insistiram pra ir olhar vestido de noiva. A gente deu uma olhada em duas lojas, e eu já fiquei com uma ideia do que gostaria. Naquela mesma tarde, já combinamos que no sábado a gente ia. Dedicaríamos a isso. Ficamos pela manhã, passamos em 2 lojas e depois do almoço visitamos mais 3. Depois de muito olhar, voltamos na segunda loja da manhã, que tinha um que gostei muito, entre tantos outros que também eram lindos. Era de corte reto e com um pouco de booty. Falamos com a vendedora, ela tirou minhas medidas e disse pra voltarmos no sábado seguinte pra provar. A semana passou rápido entre as tarefas de casa, a academia e minha cunhada e amigas que insistiram em ver mais vestidos. Provei alguns. No sábado, fomos na loja onde fiz a prova do vestido e, sem hesitar, quis ele. Ali mesmo escolhi a lingerie: calcinhas, sutiã, liga, tudo de renda branca, meias e uns saltos de 12 cm. As semanas passaram rápido, sempre a mesma rotina: tarefas, academia, saídas com as meninas pra olhar lojas, domingo missa (que era o que eu menos gostava) e abrir as pernas toda noite pra cumprir com meu marido. Até que chegou o dia antes do casamento. Ramiro ficou na casa da mãe dele aquela noite pra dormir, e eu no nosso apartamento com a irmã dele e as 3 amigas que seriam minhas damas de honra, junto com outras 3 damas que mantinham tudo em segredo. Elas me ajudariam a me vestir e também se vestiriam ali mesmo. A cabeleireira e a maquiadora chegaram às 8 da manhã. O casamento era à 1 da tarde. Todas me vestiram. Minha cunhada foi pra casa da mãe dela se vestir pra ir com eles. Enquanto elas se vestiam, me pentearam e maquiaram, e depois elas. Faltava uma hora quando chegou o padrinho José, o melhor amigo do Ramiro. Então elas foram pra igreja. Faltando 20 minutos pra hora, saímos de casa. O carro me esperava na porta. José abriu a porta do lado direito e me ajudou a entrar, e depois sentou do outro lado. Chegamos 5 minutos atrasada. Entrei segurando o braço do José. Ramiro me esperava no final do corredor. Os poucos convidados e alguns curiosos que estavam ali me olhavam. Do lado esquerdo do No corredor, tinham 6 damas de honra, mas eu não conseguia distinguir quem era cada uma. Quando cheguei a poucos metros do Ramiro, vi o rosto delas bem e minha surpresa foi enorme: uma era Vanessa, minha ex-namorada, Priscila e Inma, que tinham vindo pra assistir ao casamento. Mais tarde, durante a comida, elas me explicaram que o Ramiro as convidou e pagou a viagem pra estarem no casamento e serem damas de honra. A ideia foi da Isabela, porque, já que as três amigas dela e minhas iam ser, minhas únicas amigas do meu país estariam bem como damas. Depois do convite, fomos dançar numa balada, mas eu tava morrendo de vontade de ir descansar, tava exausta de passar o dia todo com o vestido de noiva e, principalmente, os saltos. Lá pelas 2 da madrugada: — Amor, se quiser a gente vai, tô te vendo cansada. — Tô exausta, sim, vamos, love. O José nos levou pra última surpresa: uma noite num hotel 5 estrelas. Subimos pro quarto e eu me joguei de costas na cama, tava morrendo de sono e esperava que meu marido estivesse igual a mim e não quisesse sexo, mas como eu tava enganada. Ele se deitou do meu lado e foi direto me beijar e apalpar os peitos. — Você tá muito gostosa vestida de noiva. — Obrigada, você também tá muito lindo. Ele continuou o beijo por um momento, se levantou da cama, pegou minha mão e me pôs de pé. Me agarrou pela cintura, me colando nele. Quase falei que não tava a fim, que tava muito cansada, mas como esposa, meu dever é abrir as pernas pro meu marido sempre que ele quiser. Ele começou a me beijar de novo, enquanto uma mão procurou o zíper do vestido e abaixou. Tirou uma manga, depois a outra, e o vestido caiu no chão, ficando só na minha linda lingerie de renda branca. Ele se afastou e me olhou de cima a baixo, me fez girar, com um tapa na bunda incluído. — Mmmmm, eu tinha certeza que por baixo desse vestido de noiva, tão fina e recatada, você ia estar bem putinha. — Claro, me visto assim pra você, pra quando me despir, ver minha lingerie bonita. Quando me levanta a saia, vê que tu é uma putinha, uma calcinha bonitinha esperando eu baixar ou puxar pro lado pra levar uma boa foda. - mmmm adoro que você pense assim e seja tão putinha. - já sabe meus ideais, como esposa tenho que ser obediente, submissa e abrir as pernas sempre que meu marido quiser aliviar as necessidades sexuais dele e me entregar completamente como uma boa putinha. - assim que tem que ser, já chega de conversa e minha putinha obediente sabe muito bem como calar essa boquinha. olhei nos olhos dele e me ajoelhei, ele não falou como uma ordem direta, mas a gente sabe como fechar a boca, ou melhor, como abrir ela toda. desabotoei a calça e puxei pra baixo junto com a cueca, peguei a piroca já dura com uma mão e fui direto chupar os ovos dele, coloquei eles na boca, saboreando, e fui subindo pela piroca toda até a ponta, lambendo e enfiando ela inteira na boca. enquanto eu chupava, ele tirou a camisa, eu ouvia ele gemer cada vez mais forte, tava bem excitado, deu um grunhido e gozou uma porrada na minha boca, não consegui engolir tudo e saiu pelos cantos dos lábios que rodeavam a piroca dele. continuei no serviço até ele perder a ereção, tirei a boca e olhei pra ele sorrindo, comecei a me levantar, ele me pegou pelo cabelo puxando pra cima e, já de pé, me empurrou na cama, fiquei deitada com os joelhos na borda da cama dobrados e meus pés de salto apoiados no chão, a gente se olhou. - quieta assim, não se mexe. concordei só com o olhar, ele se abaixou, tirou os sapatos, a calça e a cueca caídos, ficando completamente nu, se meteu de pé entre minhas pernas, acariciando elas com as duas mãos, subindo pros meus quadris, minha barriga até chegar nos peitos, tocando eles por cima do sutiã, levantou ele, deixando meu peito nu, apertou com força, apertou os bicos, isso me deixa louca, solto um gemido e molho a calcinha, minhas pernas fraquejam e abrem um pouco mais, ele ficou uns dois minutos brincando. com eles e me encarando. — Você gosta disso, né, piranha. — Sim, muito, me deixa louca. — Eu sei, piranha, adoro a cara de safada que você faz, o brilho nos seus olhos refletindo prazer. Uma mão deslizou para baixo, enfiou entre as pernas, esfregando minha buceta por cima da calcinha com força, afundando ela na racha. Subiu a mão até minha barriga e deslizou para baixo, enfiou por baixo da calcinha, metendo os dedos na racha e esfregando, enquanto a outra mão continuava nos meus peitos e eu continuava calada entre gemidos, olhando na cara dele. Enfiou dois dedos de leve, brincando na entrada da buceta por um momento, e meteu até o fundo, continuou me masturbando. Baixou a mão do peito até minha cintura, tirou a outra de entre as pernas, e com as duas mãos deslizou a calcinha pelas minhas pernas e me tirou. Passou as mãos pelas minhas pernas para cima, uma foi direto na buceta e, sem hesitar, enfiou dois dedos. A outra agarrou o pau dele e começou a se masturbar sem tirar os olhos da minha cara de prazer. Eu mantinha o olhar fixo nele e, em algum momento, desviava para minhas pernas abertas, vendo como ele me comia com os dedos e o via de pé entre minhas pernas, com o pau já bem duro na mão. Ele parou de me tocar, baixou a mão e enfiou debaixo do joelho de uma perna, levantando ela para cima, e eu levantei a outra. Ele se aproximou com o pau na mão, senti o contato, esfregou para cima e para baixo entre os lábios da vagina, parou na entrada e foi enfiando devagar, soltando e passando a outra mão por baixo da outra perna. Começou a me foder com suavidade, acelerando aos poucos. Minhas pernas descansavam nos ombros dele com meus pés de salto. Era a primeira vez que me fodiam com as pernas no ombro e não demorou nada para eu sentir prazer. — Ahhhh, meu Deus, que gostoso, ahhhhh. — Bem gostoso, né, piranha minha. — Ahhhh, sim, adoro. — Eu vejo, e vou fazer você aproveitar ainda mais gostoso sua noite de núpcias. Já me fodiam rápido e duro, os ovos dele batendo contra Meu cu soltando um plof a cada golpe enquanto eu gemia e soltava gritos abafados, olhava nos olhos dele que brilhavam, sentia a respiração dele cansada entre gemidos e grunhidos que ele dava, e isso me excitava mais ao ver ele curtindo. Ele diminuiu a intensidade e me deu 2 porradas fortes, e eu senti o calor do leite dentro de mim, seguidas de mais 5 ou 6. Ele parou, deixando dentro, baixou minhas pernas e tirou as mãos delas, se deitou em cima de mim pra me beijar na boca. — Te quero, slut. — E eu você, love. Ele sentou na cama, passou uma mão debaixo das minhas pernas e outra nas costas, me levantou um pouco e me deitou na cama, se esticou do meu lado e começou a me beijar de novo, metendo a língua na minha boca. Levou uma mão nos peitos, passando de um pro outro, brincando e apertando os bicos. Não deixou minha excitação baixar quase nada, sentir os dedos apertando os bicos me deixou a mil de novo. Não conseguia gemer nem gritar com a boca dele colada na minha e a língua dentro, e isso me excitava mais. Minhas pernas, quase juntas, se abriram de novo. O outro braço dele tava esticado ao longo do meu corpo e a mão grudada na minha perna. Quando abri as pernas, ele colocou a mão em cima, acariciando meu púbis e o contorno da minha buceta. Ele tirou a boca e aí pude me soltar com vários gemidos. — Como eu gosto de ver você gozar. — Mmmm ahhhhh, adoro quando você aperta os bicos, me deixa louca, e mais ainda quando você morde eles. Ele levou a boca direto pro peito, chupou os dois peitos, sugando os bicos com os lábios com força. Senti os dentes mordendo, apertando com a excitação. Me deixei ir, já não conseguia segurar os gemidos nem os gritos. — Siiiiim ahhhhh, porra, que gostoso, não para, morde um pouco mais forte, mmmm ahhhh. — Assim você gosta ou mais forte, slut? — Assim eu adoro, ahhhhh, sim, continua. Enquanto ele mordia, baixou a mão direto na buceta, esfregou com força, vários dedos se abriram caminho nela, toda molhada do meu mel e do leite dele, enquanto eu me contorcia de prazer. — Ahhhhh, não aguento mais. ahhh simmm preciso sentir seu pau dentro da minha buceta me fode. - Como você quer que eu te foda escolhe uma posição. - Tanto faz pra mim, o que eu gosto é que me foda de qualquer jeito. - Qual você gosta mais? Enquanto a gente conversava, eu continuava enfiando os dedos. - Gosto de todas. - Eu sei, vadia, mas sempre tem uma favorita. - Tenho três: a tradicional, papai e mamãe, simples mas me excita olhar na sua cara; de quatro, putinha, eu adoro; e de pé, me pegando por trás. A que você quiser. - Acho que quero adestrar uma putinha. Vamos lá, de quatro, putinha. Eu me coloquei de quatro na cama, no chão, de pé. Ele acariciou minhas costas descendo até a bunda e me deu um tapa. - Aiiii. Ele enfiou a mão por trás entre minhas pernas, metendo os dedos na minha racha. - Parece que a putinha está no cio. Ele tirou a mão e, ao passar de novo pela minha bunda, me deu outro tapa. Passou a mão pelas minhas costas até a cabeça, acariciou enfiando os dedos no meu cabelo, virou minha cabeça e a levou até o pau dele, que segurava com a outra mão. Me deu umas batidas de pau na cara, colocou a ponta tocando meus lábios e, segurando meu cabelo, pressionou contra eles, que se abriram deixando ele passar, enfiando tudo até as bolas baterem no meu queixo. - Toda sua, putinha. Deixa ele duro. Subi até a ponta, chupei apertando os lábios, virei com a língua e enfiei e tirei inteiro várias vezes enquanto sentia ele crescer na minha boca. Parei na ponta por um momento para enfiar inteiro de novo. Ele acariciava meu cabelo. - Isso, boa putinha, que gostoso você faz. Eu ouvi sem dizer nada, focada no meu trabalho. Enfiei inteiro várias vezes com movimentos rápidos. Sem esperar, ele soltou minha cabeça e tirou o pau da minha boca. - Hora de dar pra putinha o que ela quer. Rapidamente, ele subiu na cama, se meteu entre minhas pernas, que se abriram um pouco na posição de putinha que eu estava. Me deu um tapa forte na bunda e enfiou de uma vez, seguido de pancadas fortes que me fizeram gritar e gemer logo de cara, acompanhadas de mais uns tapas. - Ahhhh ahhhh pelo amor de Deus. ahhhh continua assim que delícia. - você não queria que eu te fodesse vagabunda, vai ficar bem claro como se fode as putas, vou destruir sua buceta. - ahhhh siiii porra ahhh sim destroça minha buceta de puta sua puta e orgulhosa de ser. Ele me puxou pelo cabelo e jogou com força pra trás enquanto continuava me fodendo com violência e me chamava de puta, raposa, vagabunda, porca e mais coisas, e eu entre suspiros, gritos e gemidos respondia sim seu raposo e repetia o que ele dizia, ele sabia que eu gostava que me chamasse assim e de responder que era aquilo, senti ele tenso, deu um puxão mais forte no meu cabelo e senti o calor da porra enchendo minha buceta, ele deu mais duas estocadas, tirou e se jogou exausto na cama, eu me deixei cair de bruços com as pernas abertas sem forças pra fechar, minha buceta pulsava, sentia ela quente, ardendo, ficamos uns minutos em silêncio. - tô morto, que foda que te dei puta. - sim, não aguento nem minha alma mas amei e você puta espera que isso se repita mais vezes. - claro que sim. - sabe quando eu morava com a Vanesa e observava ela tirando a roupa, como deslizava a saia pra baixo e ficava de calcinha e se deitava do meu lado, começávamos a nos tocar, nos beijávamos, eu tirava a cueca, ela tirava a calcinha, imaginava ser ela, ocupar o lugar dela, nunca pensei que meus sonhos e fantasias se realizariam. - a vida dá muitas voltas e no final coloca cada um no seu lugar. - é o que dizem, desculpa, preciso ir ao banheiro. - eu também. Levantamos da cama ao mesmo tempo pra ir, entramos juntos, falei pra ele ir primeiro mas ele disse não, vai você, sentei pra mijar na frente do olhar dele, me limpei com papel que ficou melado da porra dele, enquanto eu me olhava no espelho ele fez o mesmo, voltamos pra cama, era quase 5 da manhã, eu estava tão cansada que me joguei sem tirar nem os saltos e dormi na hora, acordamos com o celular do Ramiro tocando, era a irmã dele que Liguei pra ver se a gente ia demorar muito pra ir na casa da mãe dele almoçar, já era meio-dia passado e a gente tinha dormido. Levantamos correndo pra tomar um banho e ir. Aí o Ramiro falou: — Merda, esqueci de trazer roupa pra trocar. Vou ligar pra minha irmã passar no apartamento e trazer alguma coisa. — Beleza. Tomei banho e saí enrolada na toalha enquanto ele tomava. Bateram na porta, perguntei quem era e a Isabela respondeu. Abri, ela me deu uma sacola com roupa e disse que esperava a gente na porta no carro. Coloquei a roupa dos dois na cama e me vesti. Enquanto o Ramiro se vestia, dobrei o terno dele e coloquei na sacola junto com minha calcinha. O vestido de noiva não cabia, então tive que levar na mão. Saímos do hotel até o carro, o Ramiro pediu as chaves pra Isabela e dirigiu até a casa dos pais dele, onde estavam esperando junto com todas as minhas madrinhas. Comemos e passamos a tarde toda lá até depois do jantar. De volta pra casa e depois de relaxar um pouco no sofá, fomos pra cama, onde ele cumpriu com minhas obrigações de casada antes de dormir. Acordei antes dele e preparei o café da manhã pra nós dois. Depois comecei com as tarefas de casa. O Ramiro sentou no sofá e ficou lá a manhã inteira. Enquanto preparava o almoço, recebi uma mensagem da Vanessa. Continua...
O verão chegou de novo, e com ele o calor. Em casa, o Ramiro costumava andar de cueca ou pelado, e eu usava um roupão pra fazer as tarefas. Um dia, num calorão, enquanto arrumava o quarto, lembrei de quando morava com a Vanessa: nos dias quentes, ela andava de calcinha e sutiã pela casa, e eu, igual o Ramiro, de cueca, nunca pelado. Eu estava toda suada, tirei o roupão e terminei de arrumar o quarto só de calcinha vermelha de renda e sutiã. Saí pra sala com a vassoura, onde o Ramiro estava pelado no sofá, e comecei a varrer assim na frente dele. O fato de ter vindo à mente que agora era eu quem andava de calcinha pela casa, igual a Vanessa, me excitou e molhou a calcinha. Enquanto varria, fui virando as costas pra ele o tempo todo e via de canto de olho ele me olhando em silêncio. Fui me aproximando dele e, quando cheguei perto, ele me deu um tapa na bunda que me fez dar um grito. Fiquei parada, com a bunda empinada, oferecendo pra ele. Ele começou a apalpar sem se levantar. Me deu a Virei e fiquei de pé na frente dele, me abaixei, o pau dele já tinha crescido, dei um beijo na boca dele. — Você gosta? — Sim, muito, minha baixinha. Beijei ele de novo com paixão, agarrando a piroca que pedia pra entrar entre meus lábios, e me ajoelhei entre as pernas dele e comecei a chupar até ele gozar na minha boca. Ficou meio mole, mas continuei até deixar duro de novo. Levantei, abri as pernas e montei em cima dele, afastei a calcinha pro lado e sentei, enfiando até o fundo, e comecei a cavalgar. — Ahhh, me enlouquece sentir você dentro. — Eu sei, putinha. — Mmmmm, ahhh, quero ser sua puta pra sempre, nunca me deixe. — Não vou te deixar. Cavalguei até ele me encher de porra e, depois de ficar sentada um tempinho beijando ele com o pau dentro de mim, levantei e falei que tinha que terminar a limpeza. Ajeitei a calcinha e terminei o serviço com a gozada dele escorrendo entre minhas pernas.
Uns 6 meses depois de casados, Ramiro foi mudando o jeito aos poucos, ficou mais possessivo, mais controlador, embora ainda fosse carinhoso comigo, até que um dia, num feriado, a gente tinha viajado pra passar uma noite num hotel numa cidade de montanha, depois de jantar, sair pra passear e tomar algo ao sair do hotel. — O que que tá rolando? Ultimamente te sinto diferente. — O que rola é que com você tô muito bem, me sinto feliz, vejo que você também, e faz uns dois meses que comecei a me sentir desconfortável nos espetáculos, não gosto nada que outros homens te vejam nua, e tô pensando há um tempo que quero parar de atuar, mas não sabia como te falar, não sei o que você acha. Fiquei um tempão pensando no que dizer. — O que você quiser, tô com você na sua decisão, também me sinto feliz contigo. — Sim, eu sei, mas quero que você me diga se também quer parar. — Sim, quero parar. — Tem certeza? — Sim. — E tem mais alguma coisa? — O quê? — Tô com vontade de voltar pro meu país, ganhei muito dinheiro aqui e queria montar um restaurante lá. Minha cidade e eu gostaria que você viesse comigo, só pediria uma condição. Se não aceitar, vou sofrer muito em te deixar, mas em alguns meses eu vou embora. Você viria comigo? Depois de um longo e nervoso silêncio. — Não quero que você me deixe, mas é uma decisão que preciso pensar, e você não me disse qual condição pediria. — Fica tranquila, toma seu tempo pra pensar. A condição é que, se você vier comigo, quero que seja totalmente mulher, que faça a cirurgia lá embaixo. — Fazer mudança de sexo? Não sei se quero, é uma decisão difícil. — Pensa bem, se não quiser, vou entender. — Tá bom, me dá um tempo. Toda a conversa aconteceu enquanto a gente andava de mãos dadas procurando um lugar pra comer alguma coisa. Depois da minha última resposta, houve um longo silêncio. Eu pensando em tudo que ele tinha dito e ele, sei lá no que. Chegamos na porta de um lugar e, antes de entrar, Ramiro puxou minha mão pra trás. — Não tô a fim de entrar, é melhor a gente voltar pro hotel. — Tá bem, como quiser. Acho que, vendo o silêncio entre a gente, ele pensou que, se continuasse assim lá dentro, ia ser estranho. Foi o que pensei enquanto voltávamos, porque eu tava imersa pensando em tudo e ele também não falava nada, e a verdade é que era desconfortável ficar daquele jeito. Subimos pro quarto, ele sentou na cama enquanto eu fui pro banheiro. Quando saí, ele já tava de cueca, deitado na cama. Pra aquela noite, eu tinha trazido uma camisola rosa de renda, curtinha e transparente, com meia-calça e liga que combinavam com a calcinha fio dental e o sutiã que eu tava usando, mas a situação, o silêncio tenso, me fez desistir. Comecei a me despir, fiquei só de roupa íntima e vesti só a camisola, e me deitei na cama. Nós dois em silêncio, com a luz acesa, olhando pro teto por uns minutos. Ele virou um pouco a cabeça na minha direção. — Acho melhor a gente dormir logo. — É. Falei, virando o rosto, e ficamos a centímetros de distância, nos olhando por um momento. Ele aproximou os lábios pra me beijar, me beijou e se afastou. E aí ficamos nos olhando por um momento, até que fui eu quem se aproximou e beijou ele várias vezes nos lábios, passando a mão no peito dele e acariciando. Ele passou a mão por baixo do meu pescoço e apertou minha cabeça contra a dele pra me beijar, começando a fazer isso com paixão enquanto uma mão procurava meus peitos e os acariciava. O beijo foi longo, terno, cheio de tesão. Minha mão foi descendo pela barriga dele até chegar no pau dele, que já tava durasso. Toquei por cima por um instante e meti a mão por dentro, masturbando ele devagar e com suavidade. Levantei um pouco e ele subiu minha camisola até passar meus peitos, tirou minha mão do pau dele e arrancou a camisola. Depois, desabotoou o sutiã, tirou ele e levou a mão direto pra baixo, enfiando por baixo da calcinha. Acariciou meu clitóris já molhado e melado. Só durou um segundo e ele tirou minha calcinha. Começou a chupar meus peitos e morder meus bicos, o que me deixa louca, e como uma mola, minhas pernas se abriram, enquanto uma mão esfregava minha buceta. Procurei o pau dele de novo e agarrei. Ele parou de me tocar e tirou a cueca. Tava os dois pelados e muito excitados. Ele largou meus peitos pra beijar minha boca. Desci meus lábios até o pescoço dele, beijando, chegando no peito pra seguir descendo, mas ele me pegou pelo queixo e me puxou pra cima pra me beijar de novo, um beijo curto. — Hoje não quero isso, tem que ser especial. Fica quieta, deixa eu fazer do meu jeito. Me beijou de novo por um instante, pegou o lubrificante, passou na mão e levou até a buceta. Começou a enfiar um dedo devagar, com suavidade, enquanto a boca dele procurava meus peitos pra chupar, morder meus bicos. Não demorou pra eu começar a gemer. Minhas pernas tavam totalmente abertas. Ele me comeu um pouco com dois dedos, se posicionou entre minhas pernas e me penetrou, começando a me foder com delicadeza, bem devagar, olhando nos meus olhos. Tava me fazendo sentir um prazer que eu nunca tinha sentido antes. Ele tava me fazendo amor, era a primeira vez — até então era sempre só foda. — Tá gostando? menina. - sim, ahhhh adoro. - sim, só aproveita. - ohhh deus ahhhh que gostoso. Continuou assim, suave e romântico, enquanto me fazia amor, nossos olhares não se desviavam, ele me olhava sorrindo, esquecendo o próprio prazer, só me dando prazer, eu gemia sem parar e ele curtia me vendo. - assim, aproveita, putinha. - sim ahhhh porra, que gostoso, sim ahhhh aceito, vou com você. - o que você disse, repete. - que aceito, vou com você. - tem certeza? - sim, quero ser sempre sua mulher, sua putinha, sua baixinha, o que você quiser. Ele se jogou em cima de mim sem parar de me foder e me beijou na boca, enquanto fazia isso, encheu minha buceta de porra quentinha. - te amo. - e eu também, minha linda esposa. Aquela noite foi incrível, no dia seguinte de manhã cedo saímos do hotel e passamos o dia visitando uns povoados, e depois do almoço entramos no carro pra voltar pra casa. Ramiro, enquanto dirigia, ligou pra Priscila e disse que precisava falar com ela sobre algo muito importante o quanto antes. Ela estava no apartamento dela, sem nada pra fazer, disse que se a gente quisesse ir na hora, e fomos direto. Chegando lá, tomando umas cervejas geladas, Ramiro contou tudo. Ela levou a notícia numa boa, embora com um pouco de tristeza, pediu pra ele ficar mais duas semanas e fazer os últimos quatro espetáculos antes de largar o trampo, e ele aceitou. E sobre mim, eu continuaria trabalhando lá, cuidando da limpeza e ajudando no local, e por decisão do Ramiro, ele pagaria o aluguel do apartamento da Priscila. No dia seguinte, marquei uma consulta com minha endocrinologista pra segunda-feira seguinte, expliquei tudo e pedi pra ela me explicar exatamente como era a vaginoplastia. Ela explicou, me deu um pouco de medo de ouvir, mas já estava decidido, e ela mesma falaria com o cirurgião, que era amigo dela, pra marcar uma consulta com ele. A consulta foi duas semanas depois, e ela foi comigo. Combinamos que ela me ligaria pra marcar hora pra fazer exames e testes. Então Ramiro já tinha parei de trabalhar e estava procurando emprego como garçom. Na semana seguinte, comecei em um restaurante. Eu, entre o trabalho e as tarefas de casa, estava meio sobrecarregada. Trabalhava até as 6 da tarde, chegava em casa, fazia minhas tarefas e preparava o jantar só pra mim. Ramiro já vinha jantado do trabalho, chegava, tomava banho, a gente via um pouco de TV e íamos pra cama, transávamos e dormíamos. Tinha passado um mês e meio da consulta com o cirurgião quando minha médica me ligou pra marcar os exames na clínica dela em 5 dias. Fiz os exames e, 6 dias depois, tive consulta com o cirurgião. Ele disse que estava tudo bem e que, até a cirurgia, eu teria que parar de tomar hormônios. E que, se o teste de anestesia que fariam um mês depois desse certo, 2 semanas depois eu entraria no centro cirúrgico. Quando expliquei isso pro Ramiro, ele ficou muito feliz. No dia seguinte, avisei a Priscila pra ela saber que eu ficaria um tempo de licença. Faltava só um mês e meio. Naquela semana no trabalho, me sentia muito sufocada e, depois de pensar muito, falei pro Ramiro que queria pedir demissão. Ele me apoiou e, no dia seguinte, conversei com a Priscila. Ela entendeu minha situação. Falei que cumpriria os 15 dias de aviso, mas ela disse que não precisava, que eu tinha 6 dias de férias pendentes, que eu voltasse pra casa naquela mesma manhã e relaxasse, e que ela arrumaria os papéis pro seguro-desemprego. Aceitei, mas falei que, como já estava lá, trabalharia aquele dia. Quando me dei conta, estava deitada numa maca a caminho do centro cirúrgico. Além do meu marido, minha médica e a Priscila me acompanharam. Eu estava muito nervosa. Acordei umas 8 horas depois numa cama sozinha, mas logo veio uma enfermeira me ver e perguntar como eu estava. No começo, estava desorientada, mas aos poucos fui me conscientizando e me vi com um soro no braço e minha virilha coberta de gazes. Quando a enfermeira viu que eu estava bem acordada, disse que me levariam pro quarto. Me surpreendi por não... Não senti nenhuma dor, só cansaço e desconforto por causa das ataduras que eu usava, mas as dores chegaram no dia seguinte. Um maqueiro me levou até o quarto onde meu marido e a Priscila estavam me esperando. Depois de me dar um beijo carinhoso, ele perguntou como eu estava, contei como me sentia e me deixaram descansar enquanto a Priscila se despedia e ficávamos só nós dois. Ele sentou na beira da cama, segurou minha mão e ficou ali em silêncio me olhando. Umas meia hora depois, o cirurgião e minha médica vieram ver como eu estava e explicar que tudo tinha corrido muito bem e que em uns 10 dias eu poderia voltar pra casa. No dia seguinte, acordei com dor. Nos dois primeiros dias, o Ramiro ficou dia e noite sem sair de lá. No terceiro, ele teve que voltar ao trabalho; vinha de manhã até a hora de ir embora. Toda manhã, uma enfermeira vinha fazer os curativos e me lavar, e ia me explicando como eu deveria fazer sozinha. Os primeiros 4 dias eu tinha que passar na cama. No quinto, a enfermeira me acompanhou ao banheiro, fiz meu primeiro xixi e pude ver minha buceta ainda um pouco inchada e roxa. Meu marido vinha toda manhã me ver antes de ir trabalhar. A Priscila veio um par de vezes e a Inma uma manhã, mas o que eu não esperava era ver a Vanessa entrar pela porta no sétimo dia. Não a via desde que me deixaram com a Priscila. — Oi, Pili, como você está? — Oi, bem, não esperava sua visita. E você, como está? Ela se aproximou da cama e me deu dois beijos. — Estou bem, grávida de 3 meses. — Que bom. — Obrigada. Eu também não esperava vir te ver num hospital por uma operação assim, mas o Ricardo viu a Priscila outro dia e ela explicou que você tinha operado 2 dias antes para mudar de sexo, e ele quis saber como você está. — Obrigada. — Há 2 anos, quando a gente era casal, eu não imaginaria te ver assim. Vou ser sincera: quando descobri seu travestismo, me senti tão humilhada que só pensei em me vingar te humilhando. Mas não foi assim o que a gente te fazia fazer e passar. você gostava, e cada dia eu fui percebendo que você gostava de ser mulher, e olha agora, você tem peitos, buceta e é casada com um homem, e te vejo feliz. Eu queria vingança, mas agora me sinto feliz por ter te ajudado sem querer a ser quem você é. Fiquei calada, sem saber o que dizer, ele se aproximou do meu ouvido — bom, fico feliz de ter te visto e que você está bem, e espero que aproveite muito sua nova buceta. Me deu um beijo e foi embora. O tempo passava muito devagar na clínica, me ensinaram como me lavar nas primeiras semanas, como usar os dilatadores. Oito dias depois, tive alta. Nos primeiros dias, não devia fazer esforços e voltei para casa. Ramiro, o tempo que passava em casa antes de ir trabalhar, cuidou de mim e assumiu toda a lida da casa, e me levou nas duas primeiras revisões, uma por semana. Na segunda, já me disseram que eu podia começar a fazer um pouco de vida normal, e dia após dia comecei a fazer tarefas de casa com a ajuda dele. Depois de um mês e meio, já cuidava de tudo sozinha. O pós-operatório ia muito bem, a vagina já tinha um tom rosado normal há algumas semanas, já usava qualquer calcinha sem problemas, embora quando me tocava ou fazia xixi ainda me achasse estranha ao ver a racha entre as pernas, e olha que tinha usado a prótese por muito tempo, mas agora não precisava mais tirar para tomar banho nem para fazer cocô, agora era real. Na revisão que fizeram aos três meses, numa quinta-feira acompanhada pelo meu marido, o médico disse que eu já podia fazer vida normal e ter relações sexuais, e se fossem muito seguidas, não precisava usar os dilatadores. Olhei pro meu homem e sorri, porque sabia que não ia precisar mais deles. Saí muito feliz da consulta, ele me levou para casa e foi trabalhar. Quando ele chegou do trabalho, eu esperava ansiosa e, depois de conversar um pouco na sala de jantar: — Estou muito cansado e com vontade de ir dormir. — Sim, sim, claro. Fomos para a cama, deitamos e eu esperava ter minha primeira vez, ser desvirginada, mas depois de me dar o beijo, ela se virou e dormiu. me senti decepcionada. acordei cedo pra fazer as tarefas e a comida pra nós dois. era sábado e ele só trabalhava à tarde e à noite naquele dia. — Bom dia, minha chaparrita. — Bom dia, amor. Preparei um café pra ele enquanto pensava na noite anterior. Quase perguntei, mas não tive coragem e continuei com as tarefas. Quando voltei pra cozinha, pronta pra fazer a comida: — Não faz comida, vamos comer fora. — Tá bom. Ao meio-dia, nos vestimos pra sair pra comer. Já no carro, ele saiu da cidade em direção ao interior. — Aonde a gente vai? — Comer por aí, já te falei. É uma surpresa. Já estávamos quase uma hora na estrada. — Nossa, é longe pra caralho. Você vai chegar atrasado no trabalho. — Não se preocupa com isso. Uns 20 minutos depois, ele parou numa fazenda rodeada de árvores. — Vamos comer aqui. Gostou? — Sim, muito bonito. Depois de comer e dar um passeio, voltamos pro carro, mas ele não seguiu em direção à cidade, foi pro lado oposto. Depois de uma estrada cheia de curvas, chegamos a uma rodovia que eu já conhecia — era a que levava ao hotel onde eu disse sim. Mas não quis falar nada. E, depois de um bom tempo, ele parou no estacionamento daquele hotel. — Aqui está minha surpresa. O que achou? — Bem... não sei o que dizer. — Então não diz nada. Você vai ter tempo pra falar. Temos duas noites de hotel aqui pra comemorar onde você aceitou meu pedido. E que lugar melhor do que este? — Não esperava por isso, mas não trouxe roupa nem nada. — Já cuidei disso. Ele abriu o porta-malas, pegou minha mala e a dele, e entramos. Nos deram a chave e subimos pro mesmo quarto daquele dia. — Agora um banho, a gente se veste e sai pra jantar. Abri a mala e ele não tinha esquecido nada. Tinha um vestido vermelho, uma minissaia preta, uma camiseta, um top, várias calcinhas, sutiã, uns saltos vermelhos e maquiagem. Depois do banho, coloquei uma calcinha e sutiã vermelhos, o vestido e os saltos, e descemos pra jantar. Depois, saímos pra passear e tomar algo num bar com música ao vivo. Até umas 12 horas e voltamos pro hotel. — Vai no banheiro, tira toda a roupa e espera eu ir. Entrei no banheiro e me despi. Já pelada, fiquei me olhando no espelho. Meus peitos, mesmo não sendo grandes, já eram de uma garota desenvolvida. Baixei o olhar e, entre as pernas, vi minha buceta depilada e a rachinha que se perdia ali. — Neném, já tá pelada? — Tô. Ele abriu a porta, entrou e ficou me encarando. Não sei por quê, senti vergonha, fiquei vermelha e tapei os peitos e a buceta. — Kkkk, o que foi, tá com vergonha? Com a quantidade de vezes que já te vi pelada. — É, um pouco. Sei lá, é diferente. — Diferente como? Você é minha mulher. — Sim, mas é a primeira vez que você me vê assim. — É verdade. Bom, em cima da cama deixei o que você vai vestir pra mim hoje à noite. Quando estiver pronta, me avisa. Ele abriu a porta do banheiro. Saí e, em cima da cama, tinha um babydoll transparente, uma tanga de renda, meias, ligas e saltos de mais de 10 cm de altura, tudo preto. Comecei pela liga, as meias, a tanga, o babydoll que ficava justo nos meus peitos e bem na altura da parte de baixo da bunda, transparentando meu corpo todo, e por último os saltos. Me olhei num espelho que tinha na frente da cama e me vi muito gostosa e bonita. — Já tô pronta. Falei em pé na frente da cama, olhando pro banheiro. A porta se abriu e ele saiu de cueca boxer, parando na minha frente me encarando. — Você tá linda, gostou do presente? — Amei, é lindo. Ele chegou perto de mim, me segurou pela cintura com uma mão, me puxou pra perto dele e me beijou na boca com suavidade, entrelaçando nossas línguas enquanto me deitava na cama sem me soltar. Já na cama, continuou sem separar os lábios dos meus enquanto uma mão subiu até meus peitos, acariciando-os com delicadeza. Começou a brincar com meus bicos, e aí foi algo imediato: um primeiro gemido abafado pela boca dele grudada na minha, seguido de outro. Ele parou de me beijar e cravou os olhos nos meus enquanto continuava tocando e apertando meus bicos, provocando. Mais gemidos e que minhas pernas se abrissem. - Você gosta disso, né, baixinha. - Hummm siiiim, ahh, adoro. - Eu sei, e adoro ver você aproveitando. Continuou por um bom tempo assim, me olhando e me dando uns beijos, até colar os lábios dele nos meus de novo, enquanto a mão dele deslizava pela minha barriga até se enfiar por baixo da calcinha fio dental, tocando minha buceta por cima, por trás, enfiando um dedo na fenda. - Já tá bem molhadinha, neném. - Siiim. Por conta própria, minha vagina ainda lubrificava pouco e eu tinha que usar um lubrificante vaginal que o médico receitou. Já tinha notado que estava mais molhada; acho que a excitação do momento fez eu lubrificar mais. Ele continuou esfregando a buceta entre os lábios até que senti um dedo abrindo caminho lá dentro, devagar, entrando inteiro, começando a meter e tirar, e aí meter outro dedo. Eu estava de barriga pra cima e ele de lado, colado em mim, e senti no meu quadril o pau dele crescendo. Procurei com a mão, agarrei e comecei a bater uma pra ele. Nós dois em silêncio. Eu sentia uma sensação estranha, entre um leve prazer e um formigamento. Ele parou, tirou minha calcinha, levou a boca pros meus peitos, chupando e mordendo meus mamilos por cima do baby doll. Continuou descendo, beijando minha barriga, até que senti os lábios dele chupando minha buceta e a língua se metendo entre meus lábios vaginais. A primeira de muitas vezes que meu macho ia comer minha buceta. Minha excitação estava no máximo. Eu continuava masturbando ele, aí ele se virou e ficou de frente pro meu rosto. Não hesitei em levar ele à boca. Fazia 3 meses que não sentia ele entre meus lábios, e dessa vez era especial: o primeiro 69. Enquanto eu tirava a cueca dele, ele também estava muito excitado e não demorou a gozar. Recebi gostoso na boca. Ele se virou, a gente se olhou nos olhos, sorrindo. Passou um dedo no contorno dos meus lábios, recolhendo o leite, e levou até minha boca. - Isso escapou da sua boca. - Hummm, que gostoso. Adoro quando você me dá e eu chupo seu dedo. - Gulosa. - Muito. Depois que engoli todo o leite. Começamos a nos beijar, ele se colocou entre minhas pernas, levantou a cabeça me olhando nos olhos, colocou a ponta da rola na entrada da buceta, ficou esfregando. Eu levantei a cabeça pra olhar, tava nervosa e meio tensa. — Quer ver como eu vou meter? — Sim, mas cuidado, não me machuca. — Calma, relaxa. Vi ele esfregando na fenda, parou, colocou a ponta no meu buraco e começou a meter devagar, recuava um pouco e metia mais um pouco, enquanto eu olhava como desaparecia dentro da buceta. — Tá gostando, sente ela? — Sim, sinto entrando. Ele deu o último empurrão e entrou toda. — Já tá toda dentro. — Siiim, eu vi. Começou a me foder devagar, olhei uns segundos como entrava e saía e fixei o olhar nos olhos dele. — Tá gostando, já é toda uma mulher. — Sim, tô gostando, é uma sensação estranha mas é gostoso, gosto de ser mulher. Continuou me fodendo com suavidade enquanto nos olhávamos e acelerou um pouco os movimentos e da minha boca saiu um gemido diferente. — Te machuquei? — Não, continua, tô gostando. — Se te machucar, me fala que eu paro. — Não para, continua, tô gostando. Ele foi aumentando o ritmo e cada vez eu sentia mais aquela sensação estranha mas prazerosa que me fazia gemer cada vez mais, a respiração dele cada vez mais acelerada e dava pra ver que ele tava curtindo. — Bufff, porra, vou gozar. — Sim, mmmmm aaaaahh, então não para, continua. — Aaargg, tô gozando. De repente senti o calor do gozo dele encher minha buceta, continuou uns segundos até esvaziar os ovos dentro de mim e sem tirar a rola, aproximou a cabeça e me beijou. — Foi muito bom, baixinha. — Sim, muito, tô me sentindo cansada. — Então vamos parar e descansa, gata. — É, melhor. Ele levantou e foi pro banheiro, eu deitada na cama olhei minha fenda, nela tinham restos de gozo, ele voltou e fui eu, sentei pra mijar e depois limpei por cima a buceta dos restos dele sem aprofundar, voltei pra cama, ele tava deitado pelado, coloquei a calcinha fio dental e deitei do lado dele dando um beijo e dormi na hora, acordei ao Sentindo um barulho de água vindo do banheiro, o Ramiro estava tomando banho. Uns minutos depois, saiu seco e pelado. — Bom dia, como passou a noite minha mulherzinha. — Bom dia, bem, dormi superbem. — Eu acordei faz tempo e aproveitei pra tomar banho. — Eu também tô afim de um banho. Levantei da cama, demos um beijo na boca e fui pro banheiro. Primeiro sentei pra mijar e, quando abaixei a calcinha fio dental, esperava encontrar ela bem manchada de porra, mas só tinha uma manchinha pequena. Minha buceta não tinha expulsado. Tomei banho e saí pelada. Ele tava deitado na cama de barriga pra cima com a pica dura na mão. Fiquei olhando pra ela e desviei o olhar pro rosto dele enquanto me aproximava da cama, mas meus olhos voltavam pra pica gostosa dele. Sentei na cama e olhei pra ele, acariciando o peito dele e descendo a mão rápido pra pegar a pica dele por baixo da mão dele, que ele tirou na hora. E dirigi meu olhar pra ela, enrolei a mão nela, minhas unhas longas e vermelhas se destacando no tom escuro dela. — Não acha que minha mão fica melhor aí do que a sua, não acha, marido meu? — Sim, não tenho dúvida. — Quando saí do banho e vi ela assim tão dura, tão linda, me deixou bem puta. — Ahhh sim, e vai fazer o quê? — Mmmm, não sei, me diz você o que quer que eu faça, sua puta. — Sabe muito bem o que eu quero. — Sim, mas quero que você me ordene e eu obedeço suas ordens como uma puta obediente e submissa. — Chupa minha pica, puta. — Sim, amo. Subi na cama, fiquei de quatro com a bunda virada pra cabeça dele. Sem soltar a pica da mão, fui direto chupar os ovos. Chupei, coloquei eles na boca. — Mmmm, que gostosos e saborosos estão os ovos do meu macho. Cê gosta de como sua puta chupa eles? — Sim, adoro, baixinha. — Gosto quando você me chama assim, mas antes, quando eu chupava sua pica e você me comia, você me chamava de puta e outras coisas, e ontem à noite você não fez isso, e agora também não. Gosto quando você fala essas coisas, me deixa muito tesuda. — Para de falar e chupa. Com a boca cheia não se fala, puta. Percorri o pau com a língua até a ponta, escondendo ele entre os lábios, fiquei um tempinho ali brincando. Ele levou uma mão pros meus peitos e começou a acariciar e apertar os biquinhos, e a outra foi pra minha buceta, enfiando os dedos. Já tava chupando fazia um bom tempo e ele não gozava. Ele me pegou pelo ombro, me puxou pra cima, me deitou de barriga pra cima, subiu em cima de mim entre minhas pernas, que eu abri automaticamente, e enfiou o pau devagar, mas sem parar, até o fundo. Começou a me foder com mais força que na noite anterior. Não demorei pra começar a gemer. — Cê gosta, sua puta. — Siiiiim, ahhhhh, pelo amor de Deus, porra, que gostoso. — Vou gozar agora. Senti o calor do leite dele dentro de mim. — Mmmmm, siiiim, que gostoso sentir o calor do leite dentro de mim. Ele me deu um beijo, tirou o pau e deitou do meu lado, um tempão em silêncio. — Acho que a gente devia se vestir e descer pra tomar café, né, baixinha. — Sim. A gente levantou. Primeiro fui no banheiro, depois de mijar limpei os restos de leite que tinham na vulva, mas deixei umas gotinhas que apareciam na fresta. Queria sentir o tesão de sair assim, recém-comida, com a calcinha molhada de leite. Coloquei uma calcinha preta, uma minissaia preta e um top, com os saltos pretos que eu tinha usado, e descemos pra tomar café. Enquanto andava, sentia a calcinha grudando em mim, e isso me excitou. A gente tomou café tranquilo e depois saiu pra passear até a hora do almoço, num bar da cidade. Depois de comer, ele me levou de volta pro hotel, mas quando chegou, foi direto pro carro e mandou eu entrar. — Onde a gente vai? — Já vai ver, última surpresa. Depois de quase meia hora de carro, entramos numa cidade, atravessamos ela e, na saída, ele estacionou o carro e pegou duas mochilas no porta-malas. — Essa é pra você. — O que é? — Já vai ver. Entramos num beco, chegamos num prédio que na entrada tinha "spa". Entramos, ele falou com a moça da recepção, dizendo que tinha uma reserva pra dois. Veio uma moça que nos acompanhou até um vestiário individual pra cada um. Ela explicou que a gente devia fazer e entramos cada um pro seu, abri a mochila tinha uma toalha, umas chinelas e um biquíni rosa de duas peças, me despi, a calcinha tava melada de porra, dessa vez me limpei bem e coloquei o biquíni e o roupão que tava pendurado ali, Ramiro bateu na minha porta. - falta muito? - não, já tô saindo. Saí e nos levaram pra uma sala, mandaram a gente tirar o roupão, coisa que me deu um pouco de vergonha ficar de biquíni na frente de outra pessoa, e deitar em duas macas uma do lado da outra, e colocaram umas toalhas em cima da gente. - relaxem, agora vão vir as moças dar uma massagem relaxante. As moças chegaram e durante uma hora nos deram uma massagem relaxante e gostosa, daí descemos pras piscinas termais onde tinha muita gente e aí sim eu tive dificuldade de tirar o roupão por vergonha de me exibir de biquíni pela primeira vez na frente de mulheres que estavam como eu, mas principalmente de homens, fiquei um bom tempo nervosa já dentro da piscina, fui me acalmando aos poucos e nadei um pouco até que Ramiro falou de trocar de piscina e a gente entrou numa com água quente e com bolhas, trocamos mais duas vezes até que Ramiro disse que era hora de ir embora, nos trocamos no vestiário e chegamos no hotel na hora do jantar e já fomos direto pro quarto, assim que entrei fui direto tomar um banho, ainda não tinha me ensaboado quando ele entrou pelado, abriu o box e entrou junto comigo, nos ensaboamos um ao outro, quando eu tava passando sabão com a mão no pau dele já tava meio duro e isso acabou de deixar ele durasso, isso já terminou de me deixar com tesão e comecei a masturbar ele. - deixa bem limpinho. - tô nisso. Ele me pegou pela cintura, me virou e eu fiquei colada de costas pra ele, minha mão ainda segurava o pau agora colado na minha bunda sentindo a ereção dele, ele tirou minha mão, segurou com uma mão na minha cintura, jogou minha bunda pra trás, me apoiei na parede, abri as pernas, ele esfregou na fresta e sem esperar meteu de uma vez e começou a Foder sem parar. - Cê gosta, putinha. - Sim, adoro. Fodo gostoso um bom tempo em pé, depois terminamos de tomar banho e, depois de nos secar, fomos pelados pra cama e transamos gostoso. Dormimos nus, de manhã acordamos tarde, saímos do hotel depois do almoço e voltamos pra casa. O tempo passava rápido, ele ia pro trabalho ao meio-dia e só voltava à noite, eu em casa com minhas obrigações de mulher. A gente tinha conversado sobre a responsabilidade de cada um: ele cuidaria de trabalhar e trazer o dinheiro pra casa, embora eu ainda contribuísse com o que recebia do seguro-desemprego, e eu me dedicaria só de dona de casa — e adorava fazer isso. Por conta própria, decidi nunca mais usar calça, nem de mulher; me sentia mais confortável de saia e vestido. Minha roupa íntima eu comprava toda de renda, gosto de me ver bonita por dentro e que ele me veja sempre sexy e desejada. Nas primeiras semanas, ele chegava do trabalho, a gente conversava um pouco sobre como tinha sido o dia, depois ele tomava banho e eu esperava ele na cama de calcinha, coberta por uma camisola curta e bonita. Ele saía do banho sempre pelado, direto pra gente se satisfazer sexualmente. Com o passar dos dias, ele começou a chegar cansado e a gente passou a transar de manhã.
Meu corpo, depois da mudança de sexo, começou a mudar mais rápido por causa dos hormônios e porque agora não produzia testosterona. Eu tinha um corpo pequeno e frágil. Meus peitos cresceram um pouco mais e eu usava 32C, os quadris tinham alargado um pouco e minha voz já estava totalmente definida — era um tom fino, suave e delicado, ideal pra uma garota submissa como eu, e eu estava muito feliz com isso. Faltava um mês pro Natal e já fazia 7 meses da operação. No dia de folga que o Ramiro tinha, ele pegou uma noite de hotel num povoado da costa. Depois de deixar as coisas no hotel, saímos pra passear até a hora do jantar. Durante o jantar: — O Natal tá chegando e quero passar com minha família no México. , e já nos mudarmos pra lá, o que você acha. - bem, o que você quiser tá bom pra mim. - bem, vou falar no trabalho que vou sair e comprar as passagens de avião. Em uma semana paro de trabalhar e 15 dias depois a gente partia pra Cidade do México, 14 horas de voo, ao chegar fomos de táxi direto pro apartamento do Ramiro, tava com cheiro de fechado depois de tanto tempo, tinha uma sala de jantar ampla, uma cozinha também ampla, ideal pra mim, 2 quartos e uma varanda, arejamos a casa e como estávamos cansados e não tinha nada pra comer, pedimos comida e depois fomos descansar, tive muita dificuldade pra dormir. No dia seguinte de manhã, fiz espaço no armário pra colocar minhas roupas, Ramiro quis me ajudar e eu disse que não, que isso era serviço de mulher, enquanto isso ele foi comprar café e algo pra tomar café da manhã, quando ele chegou já tava tudo em ordem, café da manhã, tomamos um banho e saímos pra casa dos pais dele. - Você vai se dar bem com eles e com minha irmã, vai ver, principalmente que eles não descubram que você é transexual, são muito religiosos e isso eles não entendem nem acham certo. - Fica tranquilo. Chegamos na casa da mãe dele, ele bateu na porta e abriu uma garota morena e um pouco mais alta que eu. - Oi, Isabela, irmãzinha. - Oi, irmão, quanta saudade de te ver. Deram dois beijos e um abraço. - Te apresento minha esposa Pili, ela é Isabela, minha irmã. Demos dois beijos e entramos, na sala de jantar tinha uma mulher vestida de preto, mais baixa que eu, e um homem tão alto e grande quanto o Ramiro, os pais dele. Ele fez as apresentações e sentamos, e começaram a conversar, eu escutava calada, ainda com um pouco de vergonha. Ficamos mais ou menos uma hora lá quando a mãe dele disse que iam preparar a comida e se levantaram ela e a Isabela, que me olhou. - Vem com a gente e deixa os homens falarem das coisas deles. Fui com elas pra cozinha, primeiro fiquei olhando como começavam a tirar comida da geladeira e dos armários e começavam a preparar, um pouco envergonhada, Ofereci ajuda e fiquei junto com elas. Isabela começou a me perguntar como tinha sido a viagem, se eu tinha gostado da cidade, minha idade — ela era um ano mais velha que eu. Nós três preparamos a comida e eu arrumei a mesa com a Isabela. Passamos a tarde lá e me dei muito bem com a irmã dela. Ficamos até depois do jantar. Quando voltei pro apartamento do Ramiro, eu estava muito cansada e só queria dormir, mas como é minha obrigação como esposa, tive que satisfazer as necessidades sexuais do meu macho. Comecei sem vontade, mas uma vez de pernas abertas, não quero que pare.
De manhã, acordamos cedo e depois de um café, comecei a faxina geral da casa toda. Ramiro saiu pra fazer alguns recados e passou a manhã toda fora. Mandei uma mensagem pra ele dizendo que não tínhamos ido às compras e não tinha nada pra comer. Ele disse pra eu me arrumar que a gente comeria fora. Depois de comer, ele me mostrou um pouco da cidade e fomos fazer as compras. Na primeira semana, enquanto eu cuidava da casa, ele saía e voltava pra almoçar, e de tarde me mostrava a cidade ou íamos visitar os pais dele, onde eu ficava junto com a irmã dele. No domingo, acordamos cedo e fomos pra casa dos pais dele. Ele e o pai foram pro futebol e eu fiquei com elas preparando a comida. Faltavam 20 minutos pro meio-dia. — Meninas, hora de ir, vamos chegar atrasadas na missa. Eu olhei pra Isabela surpresa, não esperava por isso. Sou ateia, não acredito em deus e não gosto de ir à missa. Não pude recusar e o pior é que virou obrigação todo domingo. Ramiro sabe que eu também gosto de futebol e esperava que um dia ele me convidasse pra ir, mas com o passar das semanas ficou claro que aquele era o momento dele aproveitar o futebol na companhia do pai, e minha obrigação era ir à missa com a mãe e a irmã dele, e depois preparar a comida pra quando eles chegassem. Na semana seguinte, no meio dela, Ramiro chegou em casa com uma boa notícia: tinha encontrado um bar pra pegar. Levei ele... Em uma semana já tinha tudo arrumado e abriu o bar. Começou sozinho, saía cedo e chegava umas 10 da noite cansado, mas mesmo assim me dava uma boa foda. Eu passava os dias trancada em casa, uma tarde a Isabela veio e a gente saiu pra passear. Na semana seguinte, ele contratou dois caras pra ajudar, pra poder descansar e passar mais tempo em casa.
No sábado, a Isabela perguntou se eu queria ir fazer compras com ela e umas amigas no shopping. Pedi permissão pro meu marido e ele deixou. Passaram pra me buscar umas 4 horas: Isabela e três amigas. Passamos a tarde experimentando e comprando roupa. A partir desse dia, comecei a ter mais contato com elas e ter uma vida mais divertida, saindo junto. Elas me convenceram a me matricular na academia com elas, porque até então era só eu e ele, no meu país a gente não socializava com ninguém, só nós dois.
Pedi permissão pro Ramiro pra me matricular. Sempre pedia permissão pra tudo: se a Isabela vinha e me chamava pra sair, ligava pra ele pra ter o ok. No shopping, elas me ajudaram a comprar umas leggings, shorts, tops e roupas adequadas pra academia. A academia era só pra mulheres. Nos primeiros dias, foi difícil e vergonhoso me trocar na frente das outras garotas no vestiário, e depois tomar banho pelada igual elas, que faziam tudo naturalmente e não ligavam pra quem tava perto. Em uns dias, me acostumei. Nos primeiros dias, por curiosidade, eu reparava nas bucetas delas e não eram diferentes da minha: tinha uma simples racha que sumia entre as pernas, igual a delas.
Já tinham se passado uns 3 meses, e num domingo, enquanto a gente almoçava na casa dos pais dele, a mãe dele falou:
— Ramiro, vocês já pensaram em casar na igreja? Pra mim, você sabe, ia ser uma alegria danada.
— Não, mãe, a gente tá bem assim.
— Sei, mas pensa no futuro, quando vocês tiverem filhos. Pili, porque um dia você vai querer ter, né?
Fiquei travada por um momento e olhei pro Ramiro, que também não esperava essa pergunta. Lembrei de uma tia minha que foi operada por... Problemas no útero e não podia ter filhos. — Claro que eu gostaria de ter, mas tive problemas no útero, fiz cirurgia e não posso ter. Ramiro me olhou, deu um suspiro de alívio e sorriu pra mim. — Ah, coitada, sinto muito, mas me faria feliz casar na igreja. — Bom, mãe, deixa esse assunto pra lá. Todo domingo ela falava isso durante o almoço e na missa soltava toda vez como seria lindo eu casar naquela igreja. Ela ficava tão chata que um dia Ramiro disse pra ela calar a boca que a gente pensaria. No domingo seguinte, depois da missa, ele me levou pra falar com o padre e perguntou o que precisava pra casar. — A certidão de batismo. — Não sou batizada. — Então a certidão de nascimento, e o batismo é obrigatório, pode ser feito antes ou no mesmo dia do casamento. Saímos da igreja, eu não podia pedir a certidão de nascimento porque iam descobrir que nasci homem. — É melhor deixar pra lá, dona Dolores, teria que viajar pro meu país pra pedir a certidão e é uma viagem muito longa. Falei pensando que ela aceitaria e não ia mais encher o saco. — Não precisa, dá pra pedir online. — Isabela falou, me deixando de boca aberta. — Não sei se isso é possível. — Claro, se quiser eu ajudo. — Não, melhor eu falar com meu marido. Naquela noite, contei tudo pro Ramiro. — Porra, minha mãe não vai parar, vou falar com ela pra não insistir mais. Mesmo depois de conversar, umas semanas depois ela começou de novo. Uns dois meses depois, Ramiro chegou do bar e disse que tinha falado com o melhor amigo dele, José, e contado tudo. José disse que tinha um amigo advogado que já tinha feito uns trambiques falsificando documentos, que dava pra conversar e ver se ele podia fazer algo, mas não ia ser barato. Marcamos com ele amanhã às 10. — Mas isso não pode ser perigoso pra gente se formos pegos? — Sim, mas não vamos fazer se eu achar muito arriscado. No dia seguinte, ele saiu de manhã pro bar às 7 e perto das 12... Ouvi a porta de casa, eu ainda tava limpando o quarto com aquele body preto transparente que deixava à mostra a calcinha fio dental preta e minha bunda nua. — Oi, baixinha, já falei com aquele advogado. — E o que ele te disse? — Que nunca falsificou uma certidão de nascimento, mas pode tentar, que com um PC bom dá pra conseguir qualquer coisa, mas não garante nada. Precisa de todos os seus dados: nome, hospital onde nasceu, data de nascimento e nome atual, e ele cuida de pedir online, que geralmente é rápido e em poucas horas mandam pra ele. Passei os dados e na hora ele mandou por mensagem. — Tá de dar vontade de comer com essa roupa. Me aproximei dele, passando meus braços pelo pescoço dele. — Então me come. Ele começou a me beijar e eu não hesitei nem um segundo em levar a mão no pau dele, toquei por cima da calça, desabotoei e ela caiu no chão, meti a mão dentro da cueca, agarrei e puxei pra fora. Ele começou a apalpar meus peitos e apertar meus bicos, o que fez eu gemer na hora e minhas pernas se abrirem. Debaixo da mão dele, ele afastou a fio dental e enfiou um dedo, depois outro. O pau já tava bem duro e no ponto certo pra levar na boca. Parei de beijar ele e, sem tirar os olhos dos olhos dele, me ajoelhei e levei ele pra boca. Ele colocou uma mão na minha cabeça e começou a acariciar meu cabelo enquanto eu chupava com paixão. — Mmmm, que gostoso você chupa, sua puta gulosa. — Churrup, sim, sua puta gulosa, adoro esse cheiro e gosto do seu pau. — Cala a boca e continua, puta. Depois de um bom tempo chupando, não conseguia fazer ele gozar, embora ouvisse ele respirar forte e gemer, e sentia que ele tava excitado. Já tava uns 30 minutos de joelhos, dedicada no meu serviço, mas comecei a sentir cansaço e, sem pensar, parei de chupar e me levantei. — Quero que você me foda agora. — O que minha puta quiser. Subi na cama, fiquei de quatro na beirada. — Tou bem putinha. — Mmmm, já vi, toda de quatro feita uma putinha. Ele se posicionou atrás de mim, me agarrou. do cu e me deu uma palmada forte. - ahhhh dói. - tem que doer, vadia, assim você não esquece quem manda. Outra palmada e outro grito. - você foi uma menina má, por isso merece uns tapas, sabe por quê? - não. - você deixou o boquete sem gozar e se levantou sem minha permissão. - desculpa, não vou fazer de novo. Mais uma e eu grito. - não tenho tanta certeza disso, te excita, né? E que eu te dê palmadas por se comportar mal. - sim, eu gosto. Desde que morávamos no México, ele não tinha sido tão dominante nas relações como antes, de vez em quando, porque sabe que eu gosto que ele me domine. - quer mais? - siiiim. Ele me deu três seguidas e, sem esperar, afastou minha calcinha fio dental para o lado, colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a me foder e dar umas palmadas de vez em quando. Minha excitação estava no máximo e eu não parava de gemer. - como você gosta que te fodam forte e que você aproveite como uma vadia. - sim, eu ahhhh adoro, você me deixa louca. - é mesmo, vadia? Você gosta que te fodam de quatro como as cachorrinhas? - ahhhhh sim, pelo amor de deus, não para. Ele parou de falar e, bem agarrado na minha cintura, me comeu sem parar até gozar. Me deu uma última palmada quando tirou. Eu fiquei apoiada com a cabeça na cama, recuperando o fôlego. - fazia tempo que eu não curtia tanto transar. - uffff nem eu, você me deixou louca de prazer. - vamos ter que repetir. - claro, quando você quiser. - bom, é hora de voltar ao bar pra ver como estão os caras. - sim. Ele saiu do quarto e foi embora. Fiquei deitada na cama, virei de barriga pra cima e, quando fui ajeitar a calcinha, toquei na minha buceta molhada. Passei a mão e recolhi o sêmen que estava lá e levei à boca. Levei a mão de novo entre minhas pernas, acariciei a vagina, enfiei os dedos na fenda, abri mais as pernas e meti um dedo. O interior estava totalmente molhado, viscoso do gozo do meu macho. Meti um segundo dedo e, pela primeira vez, comecei a me masturbar como mulher. Acabei enfiando três dedos. Não sentia quase nada, mas me dava muito tesão. fazer isso. Só fiz por uns minutinhos, tirei os dedos e levei à boca pra limpar, depois tomei banho e preparei minha comida. No dia seguinte de manhã, o Ramiro me ligou pra dizer que o advogado já tinha a certidão de nascimento e que, depois de olhar, não seria tão difícil falsificar. Ele ia cobrar 7 mil pesos, um pouco mais de 300 euros, mas ia demorar uns dias. Cada um seguiu sua rotina: ele no bar e eu com meus afazeres e meus rolês com a irmã dele e as amigas na academia, e no sábado, compras. Já tinham passado duas semanas. Eu tava tranquila, dobrando roupa no meio da tarde, quando o Ramiro chegou, me deu um beijo e me entregou um envelope sem falar nada. Abri e vi a certidão de nascimento no nome de María Pilar, nascida com sexo feminino. — Já temos a certidão falsificada. Ele me garantiu que não tem por que dar problema. — Cê tem certeza? — Sei lá, mas confio nele. — Se cê confia, eu também. No domingo, depois de voltar da missa, durante o almoço, ele contou pros pais e pra irmã que a gente ia casar na igreja. Eles ficaram super felizes, e a mãe já queria ir falar com o padre, mas a gente convenceu ela de que a gente mesmo cuidava disso. No dia seguinte, segunda-feira, que é o dia que o bar não abre, fomos de manhã na igreja falar com o padre. Ele explicou a mesma coisa da outra vez, só faltava a certidão de batismo do Ramiro, que tava naquela mesma paróquia, e o padre ia cuidar de achar. Saímos de lá com a data do casamento marcada pra três meses depois. Contamos pra família, falamos que queríamos um casamento simples, só com os mais próximos da família dele, algum amigo e as amigas da irmã dele — que agora também são minhas. Da minha parte, não viria ninguém, já que não tenho família. No dia seguinte, as meninas vieram me buscar pra ir na academia, e na saída já insistiram pra ir olhar vestido de noiva. A gente deu uma olhada em duas lojas, e eu já fiquei com uma ideia do que gostaria. Naquela mesma tarde, já combinamos que no sábado a gente ia. Dedicaríamos a isso. Ficamos pela manhã, passamos em 2 lojas e depois do almoço visitamos mais 3. Depois de muito olhar, voltamos na segunda loja da manhã, que tinha um que gostei muito, entre tantos outros que também eram lindos. Era de corte reto e com um pouco de booty. Falamos com a vendedora, ela tirou minhas medidas e disse pra voltarmos no sábado seguinte pra provar. A semana passou rápido entre as tarefas de casa, a academia e minha cunhada e amigas que insistiram em ver mais vestidos. Provei alguns. No sábado, fomos na loja onde fiz a prova do vestido e, sem hesitar, quis ele. Ali mesmo escolhi a lingerie: calcinhas, sutiã, liga, tudo de renda branca, meias e uns saltos de 12 cm. As semanas passaram rápido, sempre a mesma rotina: tarefas, academia, saídas com as meninas pra olhar lojas, domingo missa (que era o que eu menos gostava) e abrir as pernas toda noite pra cumprir com meu marido. Até que chegou o dia antes do casamento. Ramiro ficou na casa da mãe dele aquela noite pra dormir, e eu no nosso apartamento com a irmã dele e as 3 amigas que seriam minhas damas de honra, junto com outras 3 damas que mantinham tudo em segredo. Elas me ajudariam a me vestir e também se vestiriam ali mesmo. A cabeleireira e a maquiadora chegaram às 8 da manhã. O casamento era à 1 da tarde. Todas me vestiram. Minha cunhada foi pra casa da mãe dela se vestir pra ir com eles. Enquanto elas se vestiam, me pentearam e maquiaram, e depois elas. Faltava uma hora quando chegou o padrinho José, o melhor amigo do Ramiro. Então elas foram pra igreja. Faltando 20 minutos pra hora, saímos de casa. O carro me esperava na porta. José abriu a porta do lado direito e me ajudou a entrar, e depois sentou do outro lado. Chegamos 5 minutos atrasada. Entrei segurando o braço do José. Ramiro me esperava no final do corredor. Os poucos convidados e alguns curiosos que estavam ali me olhavam. Do lado esquerdo do No corredor, tinham 6 damas de honra, mas eu não conseguia distinguir quem era cada uma. Quando cheguei a poucos metros do Ramiro, vi o rosto delas bem e minha surpresa foi enorme: uma era Vanessa, minha ex-namorada, Priscila e Inma, que tinham vindo pra assistir ao casamento. Mais tarde, durante a comida, elas me explicaram que o Ramiro as convidou e pagou a viagem pra estarem no casamento e serem damas de honra. A ideia foi da Isabela, porque, já que as três amigas dela e minhas iam ser, minhas únicas amigas do meu país estariam bem como damas. Depois do convite, fomos dançar numa balada, mas eu tava morrendo de vontade de ir descansar, tava exausta de passar o dia todo com o vestido de noiva e, principalmente, os saltos. Lá pelas 2 da madrugada: — Amor, se quiser a gente vai, tô te vendo cansada. — Tô exausta, sim, vamos, love. O José nos levou pra última surpresa: uma noite num hotel 5 estrelas. Subimos pro quarto e eu me joguei de costas na cama, tava morrendo de sono e esperava que meu marido estivesse igual a mim e não quisesse sexo, mas como eu tava enganada. Ele se deitou do meu lado e foi direto me beijar e apalpar os peitos. — Você tá muito gostosa vestida de noiva. — Obrigada, você também tá muito lindo. Ele continuou o beijo por um momento, se levantou da cama, pegou minha mão e me pôs de pé. Me agarrou pela cintura, me colando nele. Quase falei que não tava a fim, que tava muito cansada, mas como esposa, meu dever é abrir as pernas pro meu marido sempre que ele quiser. Ele começou a me beijar de novo, enquanto uma mão procurou o zíper do vestido e abaixou. Tirou uma manga, depois a outra, e o vestido caiu no chão, ficando só na minha linda lingerie de renda branca. Ele se afastou e me olhou de cima a baixo, me fez girar, com um tapa na bunda incluído. — Mmmmm, eu tinha certeza que por baixo desse vestido de noiva, tão fina e recatada, você ia estar bem putinha. — Claro, me visto assim pra você, pra quando me despir, ver minha lingerie bonita. Quando me levanta a saia, vê que tu é uma putinha, uma calcinha bonitinha esperando eu baixar ou puxar pro lado pra levar uma boa foda. - mmmm adoro que você pense assim e seja tão putinha. - já sabe meus ideais, como esposa tenho que ser obediente, submissa e abrir as pernas sempre que meu marido quiser aliviar as necessidades sexuais dele e me entregar completamente como uma boa putinha. - assim que tem que ser, já chega de conversa e minha putinha obediente sabe muito bem como calar essa boquinha. olhei nos olhos dele e me ajoelhei, ele não falou como uma ordem direta, mas a gente sabe como fechar a boca, ou melhor, como abrir ela toda. desabotoei a calça e puxei pra baixo junto com a cueca, peguei a piroca já dura com uma mão e fui direto chupar os ovos dele, coloquei eles na boca, saboreando, e fui subindo pela piroca toda até a ponta, lambendo e enfiando ela inteira na boca. enquanto eu chupava, ele tirou a camisa, eu ouvia ele gemer cada vez mais forte, tava bem excitado, deu um grunhido e gozou uma porrada na minha boca, não consegui engolir tudo e saiu pelos cantos dos lábios que rodeavam a piroca dele. continuei no serviço até ele perder a ereção, tirei a boca e olhei pra ele sorrindo, comecei a me levantar, ele me pegou pelo cabelo puxando pra cima e, já de pé, me empurrou na cama, fiquei deitada com os joelhos na borda da cama dobrados e meus pés de salto apoiados no chão, a gente se olhou. - quieta assim, não se mexe. concordei só com o olhar, ele se abaixou, tirou os sapatos, a calça e a cueca caídos, ficando completamente nu, se meteu de pé entre minhas pernas, acariciando elas com as duas mãos, subindo pros meus quadris, minha barriga até chegar nos peitos, tocando eles por cima do sutiã, levantou ele, deixando meu peito nu, apertou com força, apertou os bicos, isso me deixa louca, solto um gemido e molho a calcinha, minhas pernas fraquejam e abrem um pouco mais, ele ficou uns dois minutos brincando. com eles e me encarando. — Você gosta disso, né, piranha. — Sim, muito, me deixa louca. — Eu sei, piranha, adoro a cara de safada que você faz, o brilho nos seus olhos refletindo prazer. Uma mão deslizou para baixo, enfiou entre as pernas, esfregando minha buceta por cima da calcinha com força, afundando ela na racha. Subiu a mão até minha barriga e deslizou para baixo, enfiou por baixo da calcinha, metendo os dedos na racha e esfregando, enquanto a outra mão continuava nos meus peitos e eu continuava calada entre gemidos, olhando na cara dele. Enfiou dois dedos de leve, brincando na entrada da buceta por um momento, e meteu até o fundo, continuou me masturbando. Baixou a mão do peito até minha cintura, tirou a outra de entre as pernas, e com as duas mãos deslizou a calcinha pelas minhas pernas e me tirou. Passou as mãos pelas minhas pernas para cima, uma foi direto na buceta e, sem hesitar, enfiou dois dedos. A outra agarrou o pau dele e começou a se masturbar sem tirar os olhos da minha cara de prazer. Eu mantinha o olhar fixo nele e, em algum momento, desviava para minhas pernas abertas, vendo como ele me comia com os dedos e o via de pé entre minhas pernas, com o pau já bem duro na mão. Ele parou de me tocar, baixou a mão e enfiou debaixo do joelho de uma perna, levantando ela para cima, e eu levantei a outra. Ele se aproximou com o pau na mão, senti o contato, esfregou para cima e para baixo entre os lábios da vagina, parou na entrada e foi enfiando devagar, soltando e passando a outra mão por baixo da outra perna. Começou a me foder com suavidade, acelerando aos poucos. Minhas pernas descansavam nos ombros dele com meus pés de salto. Era a primeira vez que me fodiam com as pernas no ombro e não demorou nada para eu sentir prazer. — Ahhhh, meu Deus, que gostoso, ahhhhh. — Bem gostoso, né, piranha minha. — Ahhhh, sim, adoro. — Eu vejo, e vou fazer você aproveitar ainda mais gostoso sua noite de núpcias. Já me fodiam rápido e duro, os ovos dele batendo contra Meu cu soltando um plof a cada golpe enquanto eu gemia e soltava gritos abafados, olhava nos olhos dele que brilhavam, sentia a respiração dele cansada entre gemidos e grunhidos que ele dava, e isso me excitava mais ao ver ele curtindo. Ele diminuiu a intensidade e me deu 2 porradas fortes, e eu senti o calor do leite dentro de mim, seguidas de mais 5 ou 6. Ele parou, deixando dentro, baixou minhas pernas e tirou as mãos delas, se deitou em cima de mim pra me beijar na boca. — Te quero, slut. — E eu você, love. Ele sentou na cama, passou uma mão debaixo das minhas pernas e outra nas costas, me levantou um pouco e me deitou na cama, se esticou do meu lado e começou a me beijar de novo, metendo a língua na minha boca. Levou uma mão nos peitos, passando de um pro outro, brincando e apertando os bicos. Não deixou minha excitação baixar quase nada, sentir os dedos apertando os bicos me deixou a mil de novo. Não conseguia gemer nem gritar com a boca dele colada na minha e a língua dentro, e isso me excitava mais. Minhas pernas, quase juntas, se abriram de novo. O outro braço dele tava esticado ao longo do meu corpo e a mão grudada na minha perna. Quando abri as pernas, ele colocou a mão em cima, acariciando meu púbis e o contorno da minha buceta. Ele tirou a boca e aí pude me soltar com vários gemidos. — Como eu gosto de ver você gozar. — Mmmm ahhhhh, adoro quando você aperta os bicos, me deixa louca, e mais ainda quando você morde eles. Ele levou a boca direto pro peito, chupou os dois peitos, sugando os bicos com os lábios com força. Senti os dentes mordendo, apertando com a excitação. Me deixei ir, já não conseguia segurar os gemidos nem os gritos. — Siiiiim ahhhhh, porra, que gostoso, não para, morde um pouco mais forte, mmmm ahhhh. — Assim você gosta ou mais forte, slut? — Assim eu adoro, ahhhhh, sim, continua. Enquanto ele mordia, baixou a mão direto na buceta, esfregou com força, vários dedos se abriram caminho nela, toda molhada do meu mel e do leite dele, enquanto eu me contorcia de prazer. — Ahhhhh, não aguento mais. ahhh simmm preciso sentir seu pau dentro da minha buceta me fode. - Como você quer que eu te foda escolhe uma posição. - Tanto faz pra mim, o que eu gosto é que me foda de qualquer jeito. - Qual você gosta mais? Enquanto a gente conversava, eu continuava enfiando os dedos. - Gosto de todas. - Eu sei, vadia, mas sempre tem uma favorita. - Tenho três: a tradicional, papai e mamãe, simples mas me excita olhar na sua cara; de quatro, putinha, eu adoro; e de pé, me pegando por trás. A que você quiser. - Acho que quero adestrar uma putinha. Vamos lá, de quatro, putinha. Eu me coloquei de quatro na cama, no chão, de pé. Ele acariciou minhas costas descendo até a bunda e me deu um tapa. - Aiiii. Ele enfiou a mão por trás entre minhas pernas, metendo os dedos na minha racha. - Parece que a putinha está no cio. Ele tirou a mão e, ao passar de novo pela minha bunda, me deu outro tapa. Passou a mão pelas minhas costas até a cabeça, acariciou enfiando os dedos no meu cabelo, virou minha cabeça e a levou até o pau dele, que segurava com a outra mão. Me deu umas batidas de pau na cara, colocou a ponta tocando meus lábios e, segurando meu cabelo, pressionou contra eles, que se abriram deixando ele passar, enfiando tudo até as bolas baterem no meu queixo. - Toda sua, putinha. Deixa ele duro. Subi até a ponta, chupei apertando os lábios, virei com a língua e enfiei e tirei inteiro várias vezes enquanto sentia ele crescer na minha boca. Parei na ponta por um momento para enfiar inteiro de novo. Ele acariciava meu cabelo. - Isso, boa putinha, que gostoso você faz. Eu ouvi sem dizer nada, focada no meu trabalho. Enfiei inteiro várias vezes com movimentos rápidos. Sem esperar, ele soltou minha cabeça e tirou o pau da minha boca. - Hora de dar pra putinha o que ela quer. Rapidamente, ele subiu na cama, se meteu entre minhas pernas, que se abriram um pouco na posição de putinha que eu estava. Me deu um tapa forte na bunda e enfiou de uma vez, seguido de pancadas fortes que me fizeram gritar e gemer logo de cara, acompanhadas de mais uns tapas. - Ahhhh ahhhh pelo amor de Deus. ahhhh continua assim que delícia. - você não queria que eu te fodesse vagabunda, vai ficar bem claro como se fode as putas, vou destruir sua buceta. - ahhhh siiii porra ahhh sim destroça minha buceta de puta sua puta e orgulhosa de ser. Ele me puxou pelo cabelo e jogou com força pra trás enquanto continuava me fodendo com violência e me chamava de puta, raposa, vagabunda, porca e mais coisas, e eu entre suspiros, gritos e gemidos respondia sim seu raposo e repetia o que ele dizia, ele sabia que eu gostava que me chamasse assim e de responder que era aquilo, senti ele tenso, deu um puxão mais forte no meu cabelo e senti o calor da porra enchendo minha buceta, ele deu mais duas estocadas, tirou e se jogou exausto na cama, eu me deixei cair de bruços com as pernas abertas sem forças pra fechar, minha buceta pulsava, sentia ela quente, ardendo, ficamos uns minutos em silêncio. - tô morto, que foda que te dei puta. - sim, não aguento nem minha alma mas amei e você puta espera que isso se repita mais vezes. - claro que sim. - sabe quando eu morava com a Vanesa e observava ela tirando a roupa, como deslizava a saia pra baixo e ficava de calcinha e se deitava do meu lado, começávamos a nos tocar, nos beijávamos, eu tirava a cueca, ela tirava a calcinha, imaginava ser ela, ocupar o lugar dela, nunca pensei que meus sonhos e fantasias se realizariam. - a vida dá muitas voltas e no final coloca cada um no seu lugar. - é o que dizem, desculpa, preciso ir ao banheiro. - eu também. Levantamos da cama ao mesmo tempo pra ir, entramos juntos, falei pra ele ir primeiro mas ele disse não, vai você, sentei pra mijar na frente do olhar dele, me limpei com papel que ficou melado da porra dele, enquanto eu me olhava no espelho ele fez o mesmo, voltamos pra cama, era quase 5 da manhã, eu estava tão cansada que me joguei sem tirar nem os saltos e dormi na hora, acordamos com o celular do Ramiro tocando, era a irmã dele que Liguei pra ver se a gente ia demorar muito pra ir na casa da mãe dele almoçar, já era meio-dia passado e a gente tinha dormido. Levantamos correndo pra tomar um banho e ir. Aí o Ramiro falou: — Merda, esqueci de trazer roupa pra trocar. Vou ligar pra minha irmã passar no apartamento e trazer alguma coisa. — Beleza. Tomei banho e saí enrolada na toalha enquanto ele tomava. Bateram na porta, perguntei quem era e a Isabela respondeu. Abri, ela me deu uma sacola com roupa e disse que esperava a gente na porta no carro. Coloquei a roupa dos dois na cama e me vesti. Enquanto o Ramiro se vestia, dobrei o terno dele e coloquei na sacola junto com minha calcinha. O vestido de noiva não cabia, então tive que levar na mão. Saímos do hotel até o carro, o Ramiro pediu as chaves pra Isabela e dirigiu até a casa dos pais dele, onde estavam esperando junto com todas as minhas madrinhas. Comemos e passamos a tarde toda lá até depois do jantar. De volta pra casa e depois de relaxar um pouco no sofá, fomos pra cama, onde ele cumpriu com minhas obrigações de casada antes de dormir. Acordei antes dele e preparei o café da manhã pra nós dois. Depois comecei com as tarefas de casa. O Ramiro sentou no sofá e ficou lá a manhã inteira. Enquanto preparava o almoço, recebi uma mensagem da Vanessa. Continua...
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