Festa de orgia com a patroa 10

Ao chegar na nossa cidade, deixei a Susana na mansão dela. Durante toda a viagem, a gente conversou, mas nada pessoal — sobre a vida, temas profundos. Quando ela desceu da caminhonete, me deu um beijo gostoso na boca, ficou parada por um segundo. Acho que queria me chamar pra entrar e passar a noite juntos, mas mudou de ideia de novo.Susana:Até logo, Senhor Rodríguez, foi um fim de semana gostoso. — de novo ela colocou uma barreira, mesmo não sendo tão rígida, marcava a distância.

Fui pro meu apartamento, já era tarde pra caralho, tomei banho e olhei meu corpo todo: tava roxo por todos os lados, arranhões, mordidas e hematomas, até meus nós dos dedos estavam inchados e ralados. Doía o corpo inteiro, mas tinha sido um sexo estranho; se me perguntam, eu gostava da novidade, mesmo doendo. Dormi que nem uma pedra de tão cansado, e custou um pouco pra levantar, tava doendo tudo.

A manhã começou bem agitada, com um monte de mensagens no grupo do WhatsApp; basicamente tinham reenviado uma mensagem do Javier, marido do Hernán, dando instruções legais, e de mim queriam que eu passasse o mais despercebido possível, que ficasse quietinho por uns dias. Quando cheguei na empresa, um segurança me chamou de lado e me levou pro escritório do chefe dele. O velho pediu a mesma coisa que a mensagem e disse que sempre ia ter um dos caras dele por perto. Percebi que tinha uns seguranças novos; o velho raposa confirmou que na verdade eram policiais se passando por funcionários da empresa, e não são os únicos, ele me avisou.

Já no café da manhã, recebi uma mensagem pra encontrar a gente no escritório do Hernán. No elevador, encontrei meus amigos que vinham da área de informática, e eles me avisaram que dois colegas de azul tinham assumido os lugares deles. Não precisava ser gênio pra entender que a polícia tinha tomado áreas específicas na investigação.

Vou explicar de novo como é a empresa. Além de ter vários ramos menores, o principal, onde a gente tava, cuida de um lado da administração de portos, tendo no país dois portos próprios e seis concedidos, e na região, ou seja, nos cinco países vizinhos, tem mais sete portos. A isso se somam os parques que rodeiam o porto, onde foi construída uma... Infraestrutura ferroviária e de galpões que é alugada pra outras empresas, e junto com isso vem a área terrestre, aérea e naval. Além disso, tem bases ou filiais em vinte e cinco países, geralmente os que a região mais negocia. Nosso ramo é meio sensível, então as autoridades tão sempre de olho, pra não entrar ou sair nada ilegal do país.

Quando a gente chegou, a secretária do Hernán mandou a gente entrar na sala de reunião. Cada gerência tinha seu andar e sua sala de reunião, do lado do escritório do gerente. A Gerência de Operações era a maior da empresa, tanto em funcionários quanto em tamanho. Quando entramos, tava lá o Hernán, a Clara, a Vale, o chefe de Segurança Enríquez, e um cara com toda cara de ser policial.Hernán:Rapaziada, podem entrar, sentem-se, já vão trazer o café de vocês. - Ela se levantou e acenou pra nós três, tava bem mais à vontade com a galera depois de ter trabalhado junto no programa de computador. - Olha, esse aqui é o Comissário Ordoñez. - Ela falou pra mim. - É o chefe da operação.Ordoñez:Então foram vocês que viram a ponta do iceberg. Olha, roubo e fraude contra a empresa é um dos crimes que essa organização cometia, mas o que nos importa e o motivo de estarmos aqui é o tráfico. Essa gente alugava contêineres para empresas e colocava mercadoria ilegal no país. No começo, pensamos em drogas, mas não, é tecnologia vinda da China: celulares, tablets, computadores, tudo sem pagar nenhum imposto. Milhões e milhões de dólares entram por mês desse jeito.

O comissário continuou explicando e disse que a investigação estava numa fase de conclusão, que naquela semana iam finalizar tudo, e que enquanto isso a gente mantivesse um perfil baixo, todo mundo. E ele olhou pra mim, como se soubesse de algo. Num dado momento, o comissário e o Enríquez saíram pra organizar as coisas deles, enquanto a gente continuava tomando nosso café. Minha namorada levantou, me deu um beijo na frente de todo mundo e depois foi até os caras e deu um beijo na bochecha de cada um. Eles ficaram vermelhos, não estavam acostumados a serem tratados assim pelos patrões. O Hernán, pra incluí-los, começou a perguntar sobre as modificações no software que ele tinha pedido. Os caras responderam na hora, comentando tudo o que tinham feito.Hernán:Genial, isso eu gosto, gente com iniciativa e que resolve. Minha irmã tá por dentro de tudo e apoia vocês, não pôde vir porque ficou meio dolorida do exercício que fez no fim de semana. — isso ela disse olhando fixo pra mim. — e ficou pra se recuperar, já que a tarde dela tá cheia de reuniões no banco.

Os caras depois do café foram pros lugares deles, ou pra área deles pra ser mais exata, porque os lugares tavam ocupados pela polícia, iam aproveitar pra melhorar o software da nossa empresa. Eu fiquei sozinho, as minas me olhavam e riam, e o Hernán me olhava como se fosse contar uma piada ou algo assim.Clara:Já sei, sempre te falei que você é um selvagem, acho que pra ser mais exato você é um Leão, e cruzou com uma Leoa guerreira, sabe que no acasalamento deles é normal as mordidas e as garras se cravarem. — Vale ria do outro lado. — agora ela entende por que minha pélvis doía depois de ficar com você. — Clara ria, e os outros também. — você é um animal haha.Hernán:Até agora são só coisas positivas. Quando perguntei pra ela hoje de manhã, não falou nada de você. Em casos anteriores, ela xinga ou insulta os amantes, mas com você disse um simples "foi bom". Pra ela, isso é um puta gesto.Vale:Você passou no teste, meu bem. Agora tenho uma má notícia: preciso viajar pro interior hoje ao meio-dia, mas volto na quinta à noite. Vou com a Clara.

Bom, a gente conversou mais um pouco, tudo numa boa, entre risadas, e depois fui pro meu trampo. Quando cheguei, meu chefe me deu uma bronca pelo atraso — eu tinha demorado demais no café da manhã. Só aceitei a bronca e segui em frente, não podia contar de onde eu vinha e ser descoberto. Voltei pro meu trabalho tedioso e chato. Segundo um colega, o Martin, Diretor de Compras, tinha voltado e tava meio maquiado, não saía da sala dele nem falava com ninguém. Achei que era pra disfarçar os hematomas, mas depois fiquei sabendo que ele não falava porque eu tinha quebrado a mandíbula dele.

Já tava me preparando pra uma semana sem sexo: Clara e a Vale viajando, a Juli cheia de trampo no banco e louca da vida, e a Susana — segundo as minas — tinha uns períodos de sexo explosivo de um ou dois dias e depois semanas sem nada, então não dava pra contar com ela. Então ia ser meu descanso. Desci pra almoçar no refeitório e o Kevin e o Lautaro já estavam lá. Me encheram de perguntas sobre meu rolo com a Vale, se tava tudo bem. Eu só ria deles.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Que gol que tu fez nela, deixou ela toda encantada." — disse rindo. — "Não sabia que ela tinha problema de vista, porque é a única opção, tendo dois gostosos como a gente.Lautaro:Não tem umas amigas pra gente? Olha que a gente é um baita partidão.

Lá do outro lado do salão, a Maria tava batendo papo com as colegas do RH, e ficava olhando pra gente. Toda vez que me via, dava um sorriso. Os caras perceberam na hora e começaram a zoar com a minha cara. Mas era a primeira vez que isso acontecia comigo, nunca uma mulher tinha me olhado daquele jeito. E, pensando bem, a Maria sempre agiu estranho comigo, e eu comentei isso com meus amigos.Lautaro:Você é burro, hein? Não sei como uma gostosa igual a Valentina se apaixonou por você. Essa mina quer algo contigo e já faz tempo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É que tu é outro homem, se ergue com confiança, teu andar e semblante mudaram, se vestiu de puta mãe, que eu imagino que a Valentina tem algo a ver com isso. Não é tão bonito quanto a gente, mas tem uma cara de macho raiz, daqueles alfas com pelo no peito. — fez tudo isso fazendo a mímica, a gente não parava de rir.Lautaro:Você se tornou um cara enigmático, e ainda por cima tão rolando uns boatos sobre você. - Eu olhei pra ele rindo. - Vamos, tem o boato de que você bateu no ex da Valentina, e a gente sabe umas coisinhas pra confirmar isso.

Os caras cortaram a conversa porque a Maria se juntou a gente, cumprimentou todo mundo e ficou batendo papo com a gente. Como não tínhamos muitos assuntos em comum, ela perguntou se a gente sabia algo sobre a investigação que a gente tinha feito, a gente negou com a cabeça. Depois ela contou o que tinha feito com o bônus dela, e começou a falar, parecia que não calava a boca, não dava nem chance da gente falar nada. Quando deu a hora de voltar, a gente se despediu e cada um foi pra sua área, mas ela me alcançou no caminho do elevador. Ela me olhava direto nos olhos ou na boca, e disse que no fim de semana ela e as amigas iam sair pra tomar umas, e que se eu quisesse, podia ir com meus amigos. Agradeci, mas tinha que voltar pra minha cidade no aniversário da minha mãe, então fica pra próxima. Ela pareceu meio decepcionada, mas fazer o quê, não era meu problema.

O resto do dia foi mais chato que o normal, terminei indo pra academia treinar um pouco e depois pro apartamento. Terça e quarta foram a mesma coisa, e nesses dois dias a Maria também veio conversar com a gente, até convidou os caras pra sair no fim de semana com ela. Os caras zoaram de novo comigo, e falaram que eu tava enrascado, que eles iam fazer a honra. Nesses dias eu tava bem ativo no grupo do WhatsApp, sempre escreviam e perguntavam um monte de coisa, a única que não era ativa e respondia pouco era a Susana. Também mantinha contato direto com minha namorada, ou fazíamos chamadas de vídeo, e ela até teve a cara de pau de desligar na minha cara pra ir transar com a Clara. Mas fazer o quê, transar todo dia e de repente dar uma pausa, eu encarei como um descanso merecido.

Na quinta de manhã, antes de entrar no trabalho, recebi uma mensagem da Chefa, a dona Susana me pedindo pra subir urgente pro escritório dela assim que chegasse. à empresa, e assim o fiz, a secretária dela me deixou passar na hora.Susana:Alberto, por favor, escreve os cinco diretores que, na sua opinião, devem ocupar os cargos na Gerência Financeira. – Ela me passou uma caneta e papel.

Aquilo me deu um soco no estômago, porque eu achava que estava mais do que capacitado pra ocupar uma dessas diretorias, conhecia tudo nos mínimos detalhes. Escrevi meu nome como Diretor de Compras. Dava pra ver que ela tava nervosa, mexia os pés e batucava com as unhas na mesa de vez em quando.Susana:Você não pode ficar aqui, embora eu saiba que é capacitado, preciso de você em outro lugar. Escolhe alguém capaz e que seja parecido com você.

De má vontade que escrevi isso, na real coloquei as pessoas mais capacitadas e que estivessem limpas, não coloquei ninguém parecido comigo.Susana:Vem aqui, preciso que você me acalme os nervos. — disse ela, se afastando um pouco da mesa.

Ela estava usando um terno com saia até os joelhos, abriu bem as pernas, eu não me cansava de olhar para aquelas pernas perfeitas, dava pra ver que ela estava precisando, porque arregaçou a saia e me puxou pelos cabelos em direção à sua caverna mágica. Ela estava de calcinha fio-dental branca de algodão, eu afastei e comecei o trabalho com minha língua. A senhora estava tão necessitada que me espremia contra a buceta dela, ela se mexia na cadeira. Como vi que ela queria rápido, enfiei dois dedos na buceta dela e comecei a mexer, ela apertava os próprios peitos e bufava. Em menos de três minutos, a senhora estava tendo um orgasmo, enquanto espremia as tetas. Eu me levantei e pensei: agora é minha vez, com uma barraca evidente na minha calça. Ela, depois de se recompor, me pegou pelo cinto e me puxou para perto, me olhando nos olhos como uma loba, mas o interfone tocou.Secretária:Senhora, o chefe de Segurança está te procurando, é urgente.

Ele me fez um sinal e eu sentei no meu lugar, colocando minha pasta sobre as pernas pra esconder minha ereção. O Sr. Enríquez entrou e Susana, com um movimento da mão, começou a falar. Basicamente, veio informar que a operação estava prestes a começar, só estavam esperando a chegada do promotor com as ordens assinadas pelo juiz.Susana:Vai pro teu posto, Alberto, e aproveita o show.

Ela me olhou e sorriu ao ver como eu me cobria com minha pasta, andando meio sem jeito. Com certeza fez de propósito, meus sentimentos tavam confusos naquele momento. Por um lado, me sentia bem porque isso tudo ia acabar; por outro, me sentia mal, porque me senti usado, não só no sexo mal resolvido agora, mas principalmente porque não iam me dar uma promoção. Como eu disse, eu era mais do que capacitado pra ocupar qualquer uma das Diretorias. Antes, eu não teria dito nada, mas meu novo eu tava puto e pensava em falar na primeira oportunidade.

Quando cheguei no meu posto, o Diretor de Recursos Humanos tava me esperando pra me dar uma bronca por chegar atrasado. Respondi de má vontade pra ele falar com a Presidência, que eu tava numa reunião com a Sra. Susana. Falei tão mal e com uma cara tão feia que ele nem respondeu e saiu da minha área na hora. Não tava com paciência.

O show começou quase uma hora depois. Me avisaram por mensagem, foi o Hernán. Olhei e tinha um Memorando detalhando os cinco novos Diretores da Gerência de Finanças. Era um Memo geral que todo funcionário da empresa recebia. Muita gente não via na hora, aliás, eu vi porque me avisaram. Dos cinco novos, quatro eram nomes que eu tinha indicado; o quinto era alguém que trabalhava em outra empresa do grupo, que eu conhecia só de nome. Todos bons funcionários, mas eu achava que era melhor.

Um dos caras que tava num cubículo na frente do meu viu o Memo e começou a espalhar pra todo mundo. Em poucos segundos, as vinte e cinco pessoas da nossa área já sabiam, até a secretária do diretor percebeu e foi no computador confirmar. O cochicho e a fala baixa era o que rolava entre todo mundo, e ninguém entendia. Quase ao mesmo tempo, umas dez pessoas entraram na área, todas identificadas com jaquetas e gorras da polícia, alguém que ia exibir uma folha no alto falou, e pediu pra gente se afastar dos computadores, na sequência levaram dois dos meus colegas, a secretária e o diretor, a mesma coisa tava rolando em cada Diretoria da Gerência de Finanças.

Foi praticamente um assalto da polícia na Gerência de Finanças, tava tudo perfeitamente coordenado, levaram todo mundo algemado e tavam tirando caixas com computadores, celulares e arquivos. Alguns tiveram que sair como testemunhas de toda a batida, a gente foi liberado pro meio-dia, na real não dava pra trabalhar.

O refeitório tava um zum-zum total, cada um tinha um plano mais louco que o outro, bem na hora que a gente tava comendo com meus amigos chegou a Maria e as companheiras dela, ela quis se intrometer perguntando na minha cara se era por causa da nossa investigação na frente delas, eu só respondi que tava tudo nas mãos da justiça, eu não sabia de nada do que ela tava falando. Ela viu a cagada que fez e pra mudar de assunto quis ser boazinha comigo falando que eu merecia alguma das Diretorias, nem respondi. Aí chegou um novo Memorando, basicamente dizendo que depois de uma investigação interna, descobriram que pessoal da empresa tava cometendo vários crimes, e depois de uma denúncia na justiça, a mesma conduziu por meses uma investigação que confirmou os fatos, era só isso.

Depois de tudo isso, deram o resto do dia de folga pra toda a nossa área. Eu fui pra casa, não tava com humor pra nada, como continuei assim saí pra correr, cheguei, tomei banho e me troquei, uma mensagem carinhosa da minha mina me tirou dos pensamentos, basicamente ela perguntava que horas eu chegava no aeroporto e pra eu vestir algo bonito, o bom é que ela falou com carinho, por isso pesou menos, mas mesmo assim fiz de má vontade.

Elas já tavam me esperando, e eu notava os olhares masculinos nelas, a verdade é que eram duas mulheres que se destacavam da média, eram Lindas de verdade, e o jeito delas se vestir destacava ainda mais a beleza, eram muito elegantes.Vale:Oi, gostosa. - disse se jogando em mim e me dando um beijão. - Senti sua falta.Clara:Oi, Selvagem. — e me deu um beijo na boca. Alguns dos homens que estavam olhando me encararam com inveja e outros com orgulho.

Já dentro da caminhonete, me pediram pra ir pra Mansão da Susana.Vale:É que o novo Gerente Financeiro foi convidado, você vai amar, e temos que celebrar em grande estilo. - Eu, cada vez, tava gostando menos de tudo.

Chegamos na mansão e todo mundo tava de bom humor, e a coisa tava mais que animada, não tinha ninguém estranho, o único que não era do grupo era o Javier, marido do Hernán. Pensei que o novo gerente ia chegar, eu continuava na minha, falava pouco e tava com cara de poucos amigos. O pessoal começou a servir a comida e não esperamos mais ninguém, num dado momento a Susana pediu pra encher as taças de vinho pra todo mundo.Susana:Pelo novo Gerente Financeiro da empresa e futuro marido da Valentina. – todos brindamos em uníssono.

Foi aí que percebi que estavam falando de mim, eu era o novo gerente da empresa. Não conseguia acreditar, todo mundo me cercou e me abraçou, Susana me olhava com um sorriso e aplaudia, igual o Hernán e o marido dela aplaudiam. Todo mundo estava eufórico, e eu em estado de choque, não conseguia acreditar, ainda não reagia. Continuamos brindando e comendo, eu tinha certeza de que estava preparado pra ser Diretor, agora Gerente era outra parada, tudo isso passava pela minha cabeça. Já tínhamos terminado de comer e o pessoal tinha ido embora, fomos pra outro lugar, uma sala com sofás por todo lado, eu já tinha estado lá, nem percebi porque continuava afundado nos meus pensamentos.Susana:Eu sei o que você tá pensando. — Ela sussurrou no meu ouvido. — Não precisa se preocupar, vou te ajudar e vou ficar bem pertinho.

Ela me puxou pela gravata e me trouxe pra perto dela, enfiou a língua até a garganta, aí sim eu consegui reagir e responder ao beijo dela. Era possessivo, parecia que queria me devorar, me pegou de surpresa. Hernán e o marido dele trouxeram uma bandeja com drinks pra gente, e as Clara e Juli também começaram a se beijar. Quando ela me soltou, minha namorada tava esperando e ocupou o lugar da Susana pra me beijar, enquanto, acho que era a Susana, esfregava meu pau por cima da calça. Rapidamente todo mundo se despiu, acho que a pressão e o estresse desses dias precisavam ser liberados de algum jeito, e o sexo era bom pra isso.

Susana me empurrou contra um sofá, já era a dominante de sempre, dava pra ver no olhar dela. Ela apoiou um pé no braço do sofá e a buceta dela ficou na altura do meu rosto, enquanto minha namorada se ajoelhava entre minhas pernas e começava a chupar meu pau. Susana tentou me empurrar pra dentro da buceta dela, mas eu tomei a iniciativa, agarrei com força as nádegas dela, cravando meus dedos, e trouxe a buceta dela até minha boca e comecei a devorar como se fosse uma fruta madura. Ela teve que se apoiar com as duas mãos no encosto do sofá pra não cair. Enquanto isso, Juli e Clara faziam um 69, e Javier tava em cima do Hernán se beijando no outro lado da sala. Eu não queria gozar tão rápido, e a Vale tava fazendo um trabalho delicioso no meu pau.Alberto:Querido, preciso de você aqui. — falei, abrindo bem as nádegas da chefe.

Minha namorada entendeu na hora e começou a lamber o cu da chefe, e segundos depois enfiou um dedo na buceta dela e outro no cu, era um ataque múltiplo, tanto que Susana começou a gemer igual uma louca, e os outros pararam o que estavam fazendo e viram o orgasmo impressionante que a chefe teve, tanto que ela desmaiou semi-inconsciente no sofá.

Quando se recuperou, deram um gole pra ela, enquanto eu me dedicava à minha namorada, trocando beijos e carícias. Nos deixaram um momento de intimidade pra nós dois, enquanto todo mundo fazia o seu. Coloquei a Vale num sofá alto, peguei as pernas dela e coloquei sobre meus ombros, sabia que minha namorada adorava ser penetrada assim, eu por cima e nos olhando. As penetrações eram profundas e rápidas, enquanto eu acariciava os peitos dela, Vale teve um orgasmo. Eu queria continuar e gozar dentro da minha namorada, mas ela me parou.Vale:Amor, guarda sua semente pra fecundar as meninas.

Olha, a Clara e a Susana estavam nos olhando como se esperassem a vez delas. Mais adiante, uma cena que não me agradou tanto, mas já via como algo quase normal: o Hernán tava numa poltrona, o marido dele tava chupando ele de joelhos, e a Juli tava dando um beijo grego enquanto puxava o pau do Javier. Não quis olhar mais, então peguei a Clara e deitei ela na mesma poltrona, na mesma posição que a minha namorada.

Alberto:Não vai te incomodar comer a Susana, né? — chamei a Susana e ela subiu em cima da cara dela.

Então a Clara tava comendo a chefa, enquanto eu metia nela. Num certo momento, a gente se aproximou da Susana e começou a se beijar. Era um comportamento nada normal nela, mas a posição difícil e a gente praticamente dobrando a pobre da Clara fizeram a gente se separar. A Vale chegou e começou a me beijar, e quando me soltava, fazia o mesmo com a Susana. No quarto só tinha gritos e gemidos. A Clara gozou, e junto com ela eu também gozei dentro. A Susana ficou no meio do caminho, então quando desceu de cima da Clara, foi pra cima da minha namorada e começaram a esfregar as bucetas uma na outra. Do outro lado, o Javier continuava de quatro, mas agora o Hernán tava detonando o cu dele, metendo com tudo enquanto dava tapas na bunda, e o Juli tava recebendo um tratamento oral do Javier.

Eu me recuperei na hora, o descanso fez bem. Peguei a chefa por trás e meti nela, que sensação gostosa, ia ficar ali até gozar. A orgia se estendeu até de madrugada.

2 comentários - Festa de orgia com a patroa 10

Bro exelente como siempre solo que colocalos en la principal porque no lo había encontrado