Bom, aqui é a Carla, a super puta de San Juan. Vou retomar a história anterior, onde cuidei de um amigo do meu avô que tava com depressão e, graças às minhas danças sensuais seguidas de uma porrada de foda, o velho renasceu e recuperou a vontade de viver. Uns dias depois do ocorrido, recebo uma ligação da minha avó... tinha uma nova proposta de trabalho. Conhecendo os trampos que os meus avós arrumavam, com certeza era pra dar pra algum velhinho carente de carinho. Mas não... Era pra limpar e cuidar por uma noite do apartamento na cidade de um cliente do meu avô... Seu Rogélio... Ele vendia fertilizantes e produtos pro sítio. Se conheciam há mil anos. O cara viajava de Buenos Aires pro apê dele e pediu pros meus avós se tinham alguém de confiança pra deixar o apartamento em ordem, já que ia passar uns dias lá. O trampo não me agradou, mas também não era tão pesado e eu tava muito perto de me independizar... Só faltava uma grana, então aceitei o serviço. Só precisava limpar e deixar tudo em ordem... Os meus avós falaram que se eu terminasse muito tarde, não tinha problema ficar por lá pra não voltar sozinha pra casa. Então fui. Me deram as chaves e entrei pra trabalhar. A real é que o apê tava bem limpo, então não levei muito tempo pra arrumar. Na verdade, terminei antes do esperado... Entediada porque o trampo foi rápido, fiquei umas horas lá... Mandei mensagem pra ver se alguém queria vir me comer, mas meus poucos contatinhos já tavam namorando. Era sexta-feira e eu tava com vontade de dar *como todo dia, haha*. De repente, encontro um armário com bebidas e, entediada, comecei a beber... sem perceber que, depois de um tempo, fiquei muito bêbada... Enchi a cara com uísque e fiquei toda tonta... Sem pensar, fui pra cama descansar um pouco. Seu Rogélio ia chegar no dia seguinte. Deitei e dormi. De repente, acordo com um barulho de porta abrindo... Rogélio tinha chegado antes do esperado... mas eu não tava em condições de recebê-lo assim. que me fiz de dormida... De repente ouvi ele se aproximar, então empinei minha buceta e me fiz de dormida. Rogelio entrou no quarto e me encontrou deitada.

Ele ficava me olhando enquanto eu dormia, até que se aproximou e começou a me apalpar... Passou a mão na minha bunda... o baita punheteiro.
Eu me fazendo de desentendida, decidi acordar e perguntei pro Rogério o que ele tava fazendo... enquanto observava ele se tocando na pica com a minha figura.
O todo envergonhado pede desculpas e fala pra eu continuar dormindo... sabia que eu era a neta do vô, mas nunca imaginei me encontrar de fio dental na cama dele... Rogelio foi pra sala de jantar... Tentei dormir, mas tava muito tonta, então fui cumprimentar ele e tomar alguma coisa. Tava meio bêbada. Claro que fui de calcinha mesmo cumprimentar ele...
O muito gentil me pede desculpas e me pede pra acompanhá-lo no sofá... já estava tomando um uísque...
Me acomodo e falo pra ele não se desculpar, que não tinha problema... Ele me diz: "Então você é a neta do seu Francisco... Como você cresceu. Eu te conheço desde pequenininha..." Eu sorria pra ele e respondia. Ele fala: "Notei que você tava bebendo minhas bebidas..." "Ah, sim, desculpa", falei. "Tava entediada..." "Não tem problema", ele diz, "eu gosto de mulher que bebe uísque, gosto muito." "É", falei, "pena que me deixou muito tonta..." Um sorriso se desenhou no rosto dele. Em 30 segundos, ele tomou 2 copos de uísque... Me pediu pra dar um beijo nele de saudação, porque eu não tinha feito, e eu aceitei.

Batemos um papo por um bom tempo e eu tomei uns uísques também, piorando meu estado e me desinibindo... já estava entrando no clima. A conversa começou a ficar intensa e até tinha carícias das mãos dele no meu corpo. Eu fingia ser tímida e tirava a mão dele, mas na verdade estava brincando com ele. Eu já estava com tesão antes e, com o álcool, ativei meu modo puta. Claramente comecei a ver o Rogélio com vontade de comer ele... A conversa continua e o velho começa a passar a mão nos meus peitos...

Eu me fazia de sonsa, mas pra provocar ele mais
Só oferecia uma resistênciazinha pros amassos dele...
De repente ele solta: "Então foi você que tirou o Cosme da depressão?"
"Ah, como é que você sabe, Rogélio, que eu trabalhei com ele?" — pergunto.
"Ele e eu somos velhos amigos... me contou tudo o que você fez por ele. Falou super bem de você. Tá feliz, é um homem novo..."
"Que bom", respondo.
Enquanto isso, Rogélio já começava a apertar meus bicos.
"E como você fez pra deixar ele assim?" — exclama Rogélio... e começou a se encantar pelas mesmas tetas que ele tá apalpando.
"É com essas mesmas tetas que o senhor tá mexendo", falo.
Aí Rogélio se acendeu.
"Quer ver elas?" — pergunto.
Rogélio puxou meus peitos pra fora da regata e começou a amassar tudo.

De repente começou a chupar elas e eu já tava me entregando. Rapidamente levo a mão dela até minha buceta e ela começou a tocar. Me deixando toda molhada...
Primeiro era por cima da calcinha até que enfiou os dedos e começou a me punhetar... Eu já tava pegando fogo... Falava pra ele parar, mas ele sabia que eu queria mais e mais... Nem lerda nem preguiçosa, comecei a tocar na piroca dele, que tava dura que nem um ferro.
O possesso pelo tesão meteu a mão e mais mão em mim enquanto chupava meus peitos. Do nada eu paro ele e ele para. Me pergunta: o que foi? Quer que eu pare? E eu pego e tiro a tanga... Não para nada... só fico mais à vontade mesmo.

Rogelio passava a mão e a língua em mim e me diz: "Me mostra, por favor, o que você fez com o Cosme pra deixar ele desse jeito." "Tá bom", falei com cara de safada. Tirei a pica da calça dele e comecei a chupar.


Já tava tudo no fogo, nós dois tiramos a roupa e o show começou..

Chupei a pica dele por um bom tempo e ele mandou eu tirar a porra. Eu falei pra ele esperar que queria sentar naquela pica... Aí montei nele por um bom tempo e o véio aguentou firme.

Falei pra ela me dar de quatro e ela obedeceu.
Comemos um bom tempo e quando senti um pouco de líquido na buceta, perguntei se ela queria gozar e ela pede pra jogar dentro... Eu digo que não, que não tinha tomado a pílula... Então na boca... obedeci..


Acabou tudo na minha boquinha e eu tomei o gozo dele... O velho ficou destruído. Fomos deitar... e dormimos... Ele pediu pra eu ficar o fim de semana, falei que por grana eu ficava... o filho da puta nem duvidou e me deu dólares. Eu, feliz pela grana, fiquei com ele e comi ele de novo. No outro dia fomos jantar, tomamos champanhe e voltamos pro apê pra foder até de madrugada... A gente deu duas gozadas e o Rogélio desmaiou... tava muito bêbado e eu um pouco também... Umas 6 da manhã, a campainha toca, eu acordo e falo com o Rogélio, mas ele nem atendia... o celular dele tocava até que ele atendeu. Era o sócio dele, que tava muito bêbado e tinha vindo pra cidade... tinham tomado o carro dele e ele veio dormir no apê... Eu perguntava pro Rogélio o que a gente fazia, e ele pediu pra eu abrir, que a gente ia fazer ele dormir na sala. Recusei, mas o filho da puta não reagia e a campainha tocava e tocava... Bom, decidi deixar ele entrar. Entrou o velho e era o senhor Garcia. O outro fornecedor do meu avô. Eu cumprimentei ele e deitei ele no sofá. O cara tava muito bêbado e gritava... tava bem pesado. Pedi pro Rogélio fazer alguma coisa, mas esse filho da puta tava mais que bêbado. Então tomei a iniciativa... Mas conto isso na parte 3... Continua.


Ele ficava me olhando enquanto eu dormia, até que se aproximou e começou a me apalpar... Passou a mão na minha bunda... o baita punheteiro.
Eu me fazendo de desentendida, decidi acordar e perguntei pro Rogério o que ele tava fazendo... enquanto observava ele se tocando na pica com a minha figura.
O todo envergonhado pede desculpas e fala pra eu continuar dormindo... sabia que eu era a neta do vô, mas nunca imaginei me encontrar de fio dental na cama dele... Rogelio foi pra sala de jantar... Tentei dormir, mas tava muito tonta, então fui cumprimentar ele e tomar alguma coisa. Tava meio bêbada. Claro que fui de calcinha mesmo cumprimentar ele...
O muito gentil me pede desculpas e me pede pra acompanhá-lo no sofá... já estava tomando um uísque...
Me acomodo e falo pra ele não se desculpar, que não tinha problema... Ele me diz: "Então você é a neta do seu Francisco... Como você cresceu. Eu te conheço desde pequenininha..." Eu sorria pra ele e respondia. Ele fala: "Notei que você tava bebendo minhas bebidas..." "Ah, sim, desculpa", falei. "Tava entediada..." "Não tem problema", ele diz, "eu gosto de mulher que bebe uísque, gosto muito." "É", falei, "pena que me deixou muito tonta..." Um sorriso se desenhou no rosto dele. Em 30 segundos, ele tomou 2 copos de uísque... Me pediu pra dar um beijo nele de saudação, porque eu não tinha feito, e eu aceitei.

Batemos um papo por um bom tempo e eu tomei uns uísques também, piorando meu estado e me desinibindo... já estava entrando no clima. A conversa começou a ficar intensa e até tinha carícias das mãos dele no meu corpo. Eu fingia ser tímida e tirava a mão dele, mas na verdade estava brincando com ele. Eu já estava com tesão antes e, com o álcool, ativei meu modo puta. Claramente comecei a ver o Rogélio com vontade de comer ele... A conversa continua e o velho começa a passar a mão nos meus peitos...

Eu me fazia de sonsa, mas pra provocar ele mais Só oferecia uma resistênciazinha pros amassos dele...
De repente ele solta: "Então foi você que tirou o Cosme da depressão?"
"Ah, como é que você sabe, Rogélio, que eu trabalhei com ele?" — pergunto.
"Ele e eu somos velhos amigos... me contou tudo o que você fez por ele. Falou super bem de você. Tá feliz, é um homem novo..."
"Que bom", respondo.
Enquanto isso, Rogélio já começava a apertar meus bicos.
"E como você fez pra deixar ele assim?" — exclama Rogélio... e começou a se encantar pelas mesmas tetas que ele tá apalpando.
"É com essas mesmas tetas que o senhor tá mexendo", falo.
Aí Rogélio se acendeu.
"Quer ver elas?" — pergunto.
Rogélio puxou meus peitos pra fora da regata e começou a amassar tudo.


De repente começou a chupar elas e eu já tava me entregando. Rapidamente levo a mão dela até minha buceta e ela começou a tocar. Me deixando toda molhada...
Primeiro era por cima da calcinha até que enfiou os dedos e começou a me punhetar... Eu já tava pegando fogo... Falava pra ele parar, mas ele sabia que eu queria mais e mais... Nem lerda nem preguiçosa, comecei a tocar na piroca dele, que tava dura que nem um ferro.
O possesso pelo tesão meteu a mão e mais mão em mim enquanto chupava meus peitos. Do nada eu paro ele e ele para. Me pergunta: o que foi? Quer que eu pare? E eu pego e tiro a tanga... Não para nada... só fico mais à vontade mesmo.

Rogelio passava a mão e a língua em mim e me diz: "Me mostra, por favor, o que você fez com o Cosme pra deixar ele desse jeito." "Tá bom", falei com cara de safada. Tirei a pica da calça dele e comecei a chupar.


Já tava tudo no fogo, nós dois tiramos a roupa e o show começou..

Chupei a pica dele por um bom tempo e ele mandou eu tirar a porra. Eu falei pra ele esperar que queria sentar naquela pica... Aí montei nele por um bom tempo e o véio aguentou firme.

Falei pra ela me dar de quatro e ela obedeceu.
Comemos um bom tempo e quando senti um pouco de líquido na buceta, perguntei se ela queria gozar e ela pede pra jogar dentro... Eu digo que não, que não tinha tomado a pílula... Então na boca... obedeci..


Acabou tudo na minha boquinha e eu tomei o gozo dele... O velho ficou destruído. Fomos deitar... e dormimos... Ele pediu pra eu ficar o fim de semana, falei que por grana eu ficava... o filho da puta nem duvidou e me deu dólares. Eu, feliz pela grana, fiquei com ele e comi ele de novo. No outro dia fomos jantar, tomamos champanhe e voltamos pro apê pra foder até de madrugada... A gente deu duas gozadas e o Rogélio desmaiou... tava muito bêbado e eu um pouco também... Umas 6 da manhã, a campainha toca, eu acordo e falo com o Rogélio, mas ele nem atendia... o celular dele tocava até que ele atendeu. Era o sócio dele, que tava muito bêbado e tinha vindo pra cidade... tinham tomado o carro dele e ele veio dormir no apê... Eu perguntava pro Rogélio o que a gente fazia, e ele pediu pra eu abrir, que a gente ia fazer ele dormir na sala. Recusei, mas o filho da puta não reagia e a campainha tocava e tocava... Bom, decidi deixar ele entrar. Entrou o velho e era o senhor Garcia. O outro fornecedor do meu avô. Eu cumprimentei ele e deitei ele no sofá. O cara tava muito bêbado e gritava... tava bem pesado. Pedi pro Rogélio fazer alguma coisa, mas esse filho da puta tava mais que bêbado. Então tomei a iniciativa... Mas conto isso na parte 3... Continua.
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