Meu nome é Ezequiel, hoje tenho 30 anos, mas na época tinha só 19 e tava fazendo um curso técnico em CABA. Quando as aulas começaram, a gente foi se apresentando um por um, até que chegou a vez dela: uma companheira linda que, depois de uns dias, descobri ser paraguaia, mas já morava em Buenos Aires há uns anos. A verdade é que desde o primeiro momento a gente se deu super bem, e ela me falou que precisava de ajuda com algumas matérias do curso. Então começamos a marcar encontros nos fins de semana pra estudar e reforçar essas disciplinas mais difíceis.
No primeiro fim de semana, a gente se juntou com mais colegas e tudo rolou normal, mas no segundo encontro veio só ela, que vou chamar de Judith. Ela me disse que uns colegas estavam atrasados e outros tinham cancelado, então ficamos só nós dois. Nunca tinha reparado até aquele dia na figura gostosa que ela escondia debaixo daquele jaleco branco que a gente era obrigado a usar no curso. No meio do estudo, ela me perguntou se eu tava namorando e contou que já morava com o parceiro há uns anos, mas que a relação tava desgastada, que já não era mais a mesma coisa. Eu escutei ela, até que, sem querer, num movimento mais próximo, a gente se pegou. Foi um daqueles beijos que literalmente te deixam sem fôlego.
No fim de semana seguinte, a gente se encontrou de novo, mas dessa vez mais à vontade. Sentamos e automaticamente juntamos nossos lábios, mas eu sabia que não ia parar por ali. Num dos beijos, sinto ela deslizar a mão pela minha perna até pegar no meu pacote, que já tava bem duro naquela altura. Na hora que ela agarra, sinto ela morder meu lábio e parar de me beijar pra falar: "Não aguento mais de tesão, que piroca linda você tem, meu bem." Continuo beijando ela e me arrisco um pouco mais: meto a mão por baixo da blusa dela e descubro que ela não tava de sutiã. Então comecei a tocar suavemente os biquinhos dos peitos dela, que estavam bem durinhos. Não dava pra fazer muita coisa porque a gente tava num daqueles cubículos que o Burguer King tem lá em cima. Ela continuava me beijando e me mordendo, mostrando que tava realmente muito tesuda. Parei os beijos e falei: "Por favor, vamos sair daqui". Aí a gente pegou nossos livros e saímos rumo a um hotel que eu conhecia na área (quem é daqui deve conhecer um hotel na Avenida Monroe chamado ETC). Chegamos e entramos no primeiro quarto disponível, onde, entre beijos, consegui tirar a roupa dela e fiquei realmente pasmo vendo a beleza do corpo da minha paraguaia pelada. Uma cintura desenhada, uns peitos lindos, normais mas lindos, uma bunda muito muito gostosa, mas o mais bonito que ela tinha era a buceta dela, totalmente depilada e pedindo pra ser comida. Comecei a tocar ela e ela me pediu: "Por favor, me come". Nunca na minha vida provei uma pussy tão mas tão gostosa, super suculenta e quente. Depois disso, ela me despiu e me empurrou na cama, onde pegou e enfiou todo o meu pau na boca pra chupar. Aí começa a parte mais linda: ela chupava e quando tirava da boca falava: "Viu o que acontece com meu namorado por não me foder direito?" Ela era realmente muito puta e queria fazer tudo que o namorado dela não fazia. Depois de chupar um pouco, ela subiu em cima de mim e pediu: "Por favor, me fode sem camisinha, quero sentir você na pele". Foi glorioso o momento em que aquela buceta super apertada, mas escorrendo os sucos dela, devorou literalmente toda a minha pica. Ela gritava descontrolada e me arranhava o peito todo enquanto dizia que o pau do namorado dela era metade do meu, que a partir de hoje eu ia foder ela em todo lugar porque ela era minha puta. A gente ficou um tempão assim, transando como loucos, até que eu gozei tudo dentro dela no momento em que ela começou a gozar e tremia inteira sentindo os jatos de porra quente dentro dela. Gostaria que vocês comentassem o que acharam. Até agora, meu relato é 100% real e, se vocês gostaram, me incentivem a começar a segunda parte. Muito obrigado a todos que chegaram até aqui e espero seus comentários.
No primeiro fim de semana, a gente se juntou com mais colegas e tudo rolou normal, mas no segundo encontro veio só ela, que vou chamar de Judith. Ela me disse que uns colegas estavam atrasados e outros tinham cancelado, então ficamos só nós dois. Nunca tinha reparado até aquele dia na figura gostosa que ela escondia debaixo daquele jaleco branco que a gente era obrigado a usar no curso. No meio do estudo, ela me perguntou se eu tava namorando e contou que já morava com o parceiro há uns anos, mas que a relação tava desgastada, que já não era mais a mesma coisa. Eu escutei ela, até que, sem querer, num movimento mais próximo, a gente se pegou. Foi um daqueles beijos que literalmente te deixam sem fôlego.
No fim de semana seguinte, a gente se encontrou de novo, mas dessa vez mais à vontade. Sentamos e automaticamente juntamos nossos lábios, mas eu sabia que não ia parar por ali. Num dos beijos, sinto ela deslizar a mão pela minha perna até pegar no meu pacote, que já tava bem duro naquela altura. Na hora que ela agarra, sinto ela morder meu lábio e parar de me beijar pra falar: "Não aguento mais de tesão, que piroca linda você tem, meu bem." Continuo beijando ela e me arrisco um pouco mais: meto a mão por baixo da blusa dela e descubro que ela não tava de sutiã. Então comecei a tocar suavemente os biquinhos dos peitos dela, que estavam bem durinhos. Não dava pra fazer muita coisa porque a gente tava num daqueles cubículos que o Burguer King tem lá em cima. Ela continuava me beijando e me mordendo, mostrando que tava realmente muito tesuda. Parei os beijos e falei: "Por favor, vamos sair daqui". Aí a gente pegou nossos livros e saímos rumo a um hotel que eu conhecia na área (quem é daqui deve conhecer um hotel na Avenida Monroe chamado ETC). Chegamos e entramos no primeiro quarto disponível, onde, entre beijos, consegui tirar a roupa dela e fiquei realmente pasmo vendo a beleza do corpo da minha paraguaia pelada. Uma cintura desenhada, uns peitos lindos, normais mas lindos, uma bunda muito muito gostosa, mas o mais bonito que ela tinha era a buceta dela, totalmente depilada e pedindo pra ser comida. Comecei a tocar ela e ela me pediu: "Por favor, me come". Nunca na minha vida provei uma pussy tão mas tão gostosa, super suculenta e quente. Depois disso, ela me despiu e me empurrou na cama, onde pegou e enfiou todo o meu pau na boca pra chupar. Aí começa a parte mais linda: ela chupava e quando tirava da boca falava: "Viu o que acontece com meu namorado por não me foder direito?" Ela era realmente muito puta e queria fazer tudo que o namorado dela não fazia. Depois de chupar um pouco, ela subiu em cima de mim e pediu: "Por favor, me fode sem camisinha, quero sentir você na pele". Foi glorioso o momento em que aquela buceta super apertada, mas escorrendo os sucos dela, devorou literalmente toda a minha pica. Ela gritava descontrolada e me arranhava o peito todo enquanto dizia que o pau do namorado dela era metade do meu, que a partir de hoje eu ia foder ela em todo lugar porque ela era minha puta. A gente ficou um tempão assim, transando como loucos, até que eu gozei tudo dentro dela no momento em que ela começou a gozar e tremia inteira sentindo os jatos de porra quente dentro dela. Gostaria que vocês comentassem o que acharam. Até agora, meu relato é 100% real e, se vocês gostaram, me incentivem a começar a segunda parte. Muito obrigado a todos que chegaram até aqui e espero seus comentários.
6 comentários - Minha parceira paraguaia gostosa 🇵🇾