A viagem em família pt1

Faz um ano que tô num relacionamento com a Cláudia, uma mina que conheci na escola há um tempão. Desde que vi ela, já fiquei afim — ela tem 1,70m, um rostinho de anjo, um olhar sedutor, é um pouco cheinha, mas tem um par de peitos que faz qualquer um virar a cabeça. Ela quase não se misturava com ninguém porque não era de falar muito, então passei um bom tempo batalhando até que finalmente ela me deu bola.

Ela é meio excêntrica (coisa que me pegou de jeito), tem um estilo meio gótica, e conforme fui conhecendo ela, percebi que curtia umas paradas diferentes. A tal ponto que um dia ela me mostrou que tinha comprado um dildo em formato de tentáculo pela internet. Esse tipo de coisa me fez ver que tava com alguém fora do comum, e entendi ainda mais por que ela não se juntava com ninguém.A viagem em família pt1Tudo isso era quase o oposto da família dela, que era muito conservadora e, na real, quando estávamos com eles, a Cláudia era muito quietinha e se vestia de um jeito totalmente diferente. Por isso, foi difícil pra mim ser aceito, já que o pai dela não queria ninguém chegando perto da filha dele.

Quando a gente tava junto há 5 meses, minha mãe falou que a gente ia pra casa da vó (um sítio que ela deixou de herança pra família e agora todo mundo pode ir). O legal é que tem piscina, então dava pra chamar a Cláudia pra passar um tempo e quem sabe rolar algo a mais.

Tive que ir na casa dela pedir permissão, e depois os pais dela conversaram com minha mãe pra garantir que ia ficar tudo bem.

O dia chegou e finalmente a gente ia passar o fim de semana juntos. Passamos pra pegar a Cláudia na casa dela e fomos pro sítio, que ficava a 2 horas da cidade. Tava tudo certo até que minha mãe me deu a surpresa de que a irmã dela também ia, com o marido e meu primo de 8 anos.

Não tinha problema em dividir o lugar, mas com um moleque e 3 adultos em casa, a convivência com a Cláudia ia ser mais complicada. E minha esperança de dormir no mesmo quarto foi pro saco quando minha mãe disse que ela ia dormir com a Cláudia e eu com meu priminho.

Quando chegamos, vimos que meus tios já estavam lá, então cumprimentamos e apresentei a Cláudia. Meu tio deu mais atenção pra ela — um coroa de 40 caçando uma de 18 não é novidade, mas sabia que com minha tia em casa não tinha o que temer.

Comemos juntos e lá pelas 4:30 a gente entrou na piscina. A Cláudia tava meio com medo de usar o biquíni, então só saiu pra pegar um sol de short e com uma blusinha de alças.

Enquanto ela tava pegando sol, minha tia me pediu pra ensinar o filho dela a nadar, já que eu era bom nisso, então não tive escolha. Enquanto tava com o menino, vi de longe que meu tio se aproximou da minha namorada. Eles estavam conversando — sobre o quê? Não sei — mas ela sorriu e resolveu entrar na piscina. Tirou o short e a blusa, ficando só de biquíni. Minha tia e minha mãe comemoraram, e eu só conseguia pensar no que elas tinham conversado enquanto eu via aquele par de peitos quase de fora.

Ficamos um tempo até o sol se pôr. Ao sair, notei que a Claudia estava vermelha, não fazia muito calor, mas como ela é muito branca, a pele dela é mais sensível. Minha tia comentou que tinha um creme especial porque meu primo passa por isso direto, então ela levou a Claudia pro quarto pra passar.

Minha tia e a Claudia foram pro quarto, e enquanto isso, minha mãe me pediu pra acompanhá-la até a loja comprar umas coisas que estavam faltando pro jantar.

Voltamos em uns 10 minutos, mais ou menos. Quando cheguei, subi pros quartos pra ver a Claudia, enquanto minha mãe ficou na cozinha. Ao chegar no quarto da minha tia, notei que a porta estava entreaberta, então espiei sem fazer muito barulho pra dar uma olhada e, com sorte, ver algo interessante. Vi minha namorada sentada na beira da cama, já com creme nas costas, braços e peito. Ela tava tão gostosa, bronzeada e de biquíni, que eu já tava ficando duro. O problema foi quando vi que era meu tio quem tava passando o creme nela. Ele se abaixou e começou a massagear as pernas dela, mas notei que ele tava tentando abrir mais as pernas dela pra conseguir ver. Nisso, ouvi minha tia saindo do banheiro junto com meu primo, então corri pro meu quarto e, assim que ouvi que ela entrou no quarto dela, saí e fui direto falar com eles.

"Sua namorada já tá pronta", disse minha tia. "Você tem que cuidar mais dela, devia aproveitar amanhã e comprar um protetor solar mais forte." Saí com a Claudia e tentei perguntar se tinha sido tudo de boa, e ela disse que sim, que o creme tinha aliviado a ardência. Perguntei se meu tio tinha ficado lá enquanto passavam o creme, e ela disse que sim, e que ele tinha sido muito gentil com ela.

Como ela não escondeu nada de mim, fiquei mais tranquilo. Levei ela pro quarto dela e ficamos juntos um tempo. Depois, minha mãe chamou pra jantar, e ela só vestiu um short e uma blusa pra descer.

Foi tudo de boa. Relativamente tranquilo, jantamos, conversaram um pouco e cada um foi pro seu quarto. Me despedi da Cláudia e fui pro meu quarto, minha tia tava se despedindo do meu primo e me disse que se acontecesse qualquer coisa, não hesitasse em ir no quarto dela avisar.

A noite tinha sido tranquila e entre a viagem, o tempo que a gente passou nadando e o calor, o sono começou a me pegar. Em questão de 30 minutos, apaguei.

A gente foi dormir mais ou menos às 11 da noite, e às 2:15 meu primo começou a ter um pesadelo ou algo assim. Ele se mexia muito e reclamava. Levantei e tentei acalmá-lo. Ele acordou e me pediu pra chamar minha tia. Falei pra ele relaxar um pouco e tentar dormir (em parte porque não queria acordar minha tia). Conversei uns minutos com ele e ele começou a pegar no sono de novo. Finalmente ficou mais calmo, mas mesmo assim decidi sair porque comecei a sentir sede.

Os quartos eram separados por corredores compridos, e o dos meus tios ficava bem perto das escadas. Quando tentei descer, ouvi uns barulhos estranhos vindo do quarto deles. Sinceramente, fiquei um pouco excitado e a calentura e o morbo me venceram. Me aproximei devagar da porta pra ouvir melhor, e claro, eram gemidos. Dava pra perceber só de leve.

Fiquei colado na porta por um minuto, quando ouvi um barulho na cozinha. Olhei pra ver o que era e o sangue gelou. Era minha tia com um vestido de lingerie que transparentava tudo. Sinceramente, não consegui aproveitar pra ver ela com a bunda e os peitos de fora (porque ela tem um corpo do caralho), só pensava: "então quem tava com meu tio?"

Minha tia subiu e eu fiquei escondido atrás de uma estante, esperando que ela não me visse. Ela entrou no quarto e fechou de novo. Precisava dar um jeito de tentar ver o que tava rolando, e não me veio nada melhor do que simplesmente abrir a porta devagar. Se percebessem, eu diria que era por causa dos pesadelos do meu primo. De qualquer forma, não seria culpa minha.

Meu coração tava batendo a mil por hora, minhas mãos tremiam e eu tentei segurar a respiração pra abrir a porta o mais silencioso possível. Girei a maçaneta, e tava trancada. Fiquei escutando na porta e tinha certeza que tinha duas mulheres lá dentro, então, pra tirar qualquer dúvida, fui pro quarto da minha mãe e da Cláudia. Bati na porta, mas ninguém abriu, então tentei abrir e tava com o trinco.

Lembrei que tinha um jogo de chaves na cozinha, então desci e comecei a procurar sem fazer barulho, quando, depois de um tempinho, ouvi alguém descendo as escadas. "O que cê tá fazendo, sobrinho?" Era minha tia, no vestido dela que não deixava nada pra imaginação: os peitos pequenos mas firmes, com os bicos castanhos claros, a barriga com uma gordurinha e as estrias da gravidez dela, um quadril magnífico, uma calcinha fio dental que escondia a buceta dela, que dava pra ver que era gorda porque marcava tudo, a raba dela gostosa e gorda, as pernas brancas, grossas e compridas, até com um pouco de celulite.

"Tudo bem?" Ela perguntou de novo. Só consegui falar que sim. "O que cê tá fazendo acordado a essa hora?" Respondi que tinha descido pra pegar água. Ela pegou uma garrafa e ia subir de volta, então aproveitei pra segui-la, porque não tive coragem de perguntar e, de quebra, curtia a raba dela na calcinha. Quando chegou lá em cima, ela virou e disse "descansa" e andou rápido pro quarto dela, então eu segui. Ela virou, e nós dois percebemos os gemidos. Antes que eu pudesse perguntar alguma coisa, ela virou e falou "boa noite" e se trancou no quarto.

Não consegui dormir. Fiquei esperando a madrugada toda pra ver se alguém saía daquele quarto, mas o calor e o cansaço me venceram e eu capotei.

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