Tia e tio gostosos

Tia e Tio
Sou o afilhado da tia Mabel, irmã da minha mãe, como diz minha avó: quando eles não estão por perto, sou o filho que ainda não podem ter. Convivi com eles desde pequeno, até nas férias, todo ano. Minha tia é aquela mulher que veste um número a mais, às vezes cigana, outras hipponga. Não usa maquiagem, mas eu, que fico de olho nela (ou ela me mostra), desde os 12 anos, tenho visto que ela tem um corpo do caralho que motivou minhas punhetas mais brutais. Meu tio, se fazendo de meu cúmplice, incentiva minhas sacanagens com comentários tipo "a tia tá gostosa", "que corpinho lindo" e o clássico "ela te ama tanto que até me dá ciúmes". Nesse contexto, vamos ao assunto. No meu aniversário (não vou revelar minha idade), meus tios me convidaram pra comemorar no condomínio. Com permissão dos meus pais, fui passar o fim de semana com tia e tio. Chegamos, o tio não saiu do carro e me disse: "A tia te espera, eu tenho coisas pendentes" e foi embora. Com minha mochila no ombro, fui pra casa. A porta estava trancada, então chamei uma vez, outra vez, e outra vez. Como não tive resposta, fui pelo jardim, onde a tia Mabel estava de topless. Fiquei uns instantes olhando pra ela, recuei e, quando perdi ela de vista, fiz um barulho pra avisar que estava chegando. Ela só se cobriu com as mãos e veio me encontrar pra me abraçar e beijar. Voltou a se cobrir e, conversando, me levou até onde estava a toalha dela, com a qual se cobriu. Levei minhas coisas pro quarto onde sempre ficava, ela preparou um refresco sem álcool e disse: "Vamos ficar sozinhos, o tio tem que trabalhar. Toma um banho e dá um mergulho na piscina, eu vou dar uma arrumada na casa e ver o que cozinhar pro meu homenzinho." Logo o sol se escondeu atrás de uns eucaliptos, já passava das 19h. A tia estava na sala com uma camisa azul clara do tio, com os pés no sofá, pintando as unhas. Não sei se com minha descrição dá pra imaginar, mas é uma posição que me excita pra caralho numa mulher. As pernas lindas, uma dobrada no sofá, a outra no chão, e a calcinha fio dental que se deixa eu ver na virilha. A gente vai jantar cedo, e foi o que fizemos, ajudei ela na cozinha, um beijinho de prêmio por ajudar a levantar a mesa, toma um banho e vamos ver TV na caminha, ela mandou. Fechamos as portas, apagamos as luzes e eu fui tomar banho. Depois de uns minutos fui pro quarto, a porta entreaberta, bati de leve pra me anunciar e a tia apareceu, de camisola preta transparente, com aquele sorriso safado, disse: "essa é a última vez que você bate pra entrar na minha cama." E se pendurou no meu pescoço, me apertando contra a porta. Eu tremia, ela docemente falava: "como você é lindo, que homenzinho você se tornou. Você me deixou apaixonada." Eu sentia uns pequenos espasmos de nervoso, meus braços pendurados ao lado do corpo, ela encostou a pussy dela no meu cock que tava crescendo. Os lábios dela já roçavam suavemente nos meus. Enquanto conto, revivo tudo e o cock explode. Ela comeu minha boca, me pegou pela mão e me levou pra cama. Me despiu me olhando com aquela carinha de tia madrinha, abriu a cama e, como se pedisse pra eu deitar com ela, disse: "faz tempo que espero esse momento, quero ficar com você!" Tirou a calcinha preta, deitou e abriu os braços pra me abraçar. Eu não sabia pra onde ir, se pra cima ou pros lados, ela percebeu minhas dúvidas e me guiou com as pernas pra eu ficar por cima. Ela comeu minha boca, eu não queria ser um peso morto em cima dela, procurei meu cock que não achava o lugar certo e ela guiou. Então ela disse: "enfia em mim", e eu empurrei, empurrei até que o suspiro da minha tia mudou minha vida de menino pra homem. Umas três metidinhas e eu explodi, ela me abraçou e disse: "fica aqui", acho que eu morri por uns instantes. E de repente tive a tia cara a cara, que com um beijo me deu felicidade, me virei pro lado, ela se olhou, passou o dedo indicador na pussy, molhou e chupou. Se levantou na cama, dava pra ver meu gozo, ela foi pro banheiro, o silêncio me consumia, a alegria na solidão me fez celebrar minha estreia. Ela voltou e se meteu na cama, toda. Nua, ela me beijou e perguntou: "Já fez isso antes?" Balancei a cabeça negando. "Sei que você é um cavalheiro, então não vou falar mais nada." E ela devorou minha boca enquanto subia em cima de mim, roçando o corpo todo. Me beijava enquanto acariciava meu pau, que endureceu na hora. Ela montou devagar, enfiou ele e, com movimentos circulares, colocou as mãos no meu peito, intensificando o ritmo. Eu não tirava os olhos das tetas dela, que balançavam no compasso da cavalgada. Ela começou a gemer e ofegar até gozar, suspirou e depois sorriu. Virou-se, meu pau saiu, e ela colocou as pernas nos meus ombros. Tentei imitar os movimentos dela e enchi ela de novo. Caí exausto nos braços dela. Dormimos juntos.

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