16: Treinamento Corporativo




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Compêndio IIIA JUNTA 16: TREINAMENTO CORPORATIVO

Na quarta-feira seguinte àquela reunião complicada, chovia desde o amanhecer, e as gotas batiam na janela do meu escritório como um metrônomo. Meus olhos ardiam de tanto olhar para os relatórios de manutenção: prazos, entregas e orçamentos das instalações de Calgary, perto de Sydney, dispostos em colunas ordenadas e estéreis. O zumbido do ar-condicionado preenchia o silêncio, aquele murmúrio abafado e corporativo que fazia o lugar parecer ainda mais vazio naquelas horas.

Então, a porta se abriu rangendo.
16: Treinamento CorporativoLeticia entrou, sem parecer em nada a chefe de relações públicas intocável que dominava tanto as coletivas de imprensa quanto as salas de reunião. Seu cabelo castanho-avermelhado estava grudado úmido na testa, e a chuva ainda brilhava em seu grande casaco, daqueles que se veem em filmes de detetive. Por uma vez, ela não parecia prestes a conquistar o mundo, mas sim que tinha lutado contra ele e acabou pega na tempestade.

— Oi, Letty! Tudo bem? Em que posso te ajudar? — perguntei, surpreso com sua visita inesperada.

Ela me deu aquele sorriso malicioso e felino que eu a tinha visto usar com os jornalistas.

• Oi, Marco! Você estava perguntando sobre minha rotina de exercícios, então decidi vir aqui te mostrar. — disse como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Fiquei atônito. Eu tinha perguntado, mas era mais um papo de elevador para passar o tempo. E embora a bunda dela me pareça intrigante, nunca imaginei que ela tomaria uma atitude tão drástica.

• Nossa! Seu escritório é menor que o meu! — disse ela, maravilhada, enquanto observava o ambiente divertida.

Suas palavras doeram mais do que eu esperava. Sei que meu escritório não é grande coisa: só tem uma janela decente com vista para o centro, uma estante modesta, minha mesa e computador, duas cadeiras para visitas e uma planta solitária num vaso perto da porta, que rego todos os dias para me lembrar que tudo isso é meu. Mas eu gosto assim. Pedi um espaço pequeno de propósito. É tranquilo, à prova de som, minha pequena ilha num mar de barulho. Aqui eu posso pensar. Trabalhar. Respirar.

Mesmo assim, ouvir a Letty apontar isso com tanta naturalidade... Não sei. Talvez tenha doído um pouco. Como se ela tivesse me lembrado que não me encaixo totalmente nesse mundo de escritórios envidraçados e placas com nomes.

— Bom, pra ser sincero, não preciso de muito. — Sorri mesmo assim.

Ela percebeu que suas palavras tinham me machucado, mas rapidamente deixou pra lá.

• De de qualquer forma, estou aqui porque você me perguntou sobre minha rotina de exercícios. Pensei em te dar aquela... aula particular que você me pediu. – disse ela, sondando o ambiente.

- Aula? – Pisquei, confuso.

• Minha rotina de exercícios. - ela esclareceu. - Você me perguntou uma vez. Disse que sua mulher queria, como você falou mesmo?,
tonificar sua bundaEle estava colocando palavras na minha boca. Eu nunca tinha dito aquilo. Só perguntei o que a Marisol deveria fazer se quisesse melhorar o corpo.

Antes que eu pudesse responder, ela respirou fundo e desabotoou o cinto do casaco. Por uma fração de segundo, hesitou, com um lampejo de incerteza nos olhos. Então, o casaco deslizou pelos ombros e caiu aos seus pés.

Por baixo, ela usava uma regata cinza escuro e leggings, ambos justos mas discretos, feitos para deixar pouco à imaginação. Mesmo assim, o clima mudou. O escritório, normalmente tão frio e estéril, de repente pareceu menor.
sexo no escritorio• Muito bem! – comentou com um sorriso radiante, ao ver que eu estava atônito com sua beleza. – Vamos começar!

Seu primeiro agachamento foi elegante, mas um pouco desviado. O movimento era tecnicamente correto, mas o peso dela se deslocava demais para frente. Ela tentou de novo, desta vez com mais determinação, e percebi que estava doendo. Não demorei para entender que ela estava tentando me impressionar, ao mesmo tempo que se sentia desconfortável por baixo da superfície, consciente de que eu a estava observando.
bunda grande gostosaNo entanto, eu não a observava como ela esperava. Não estava deslumbrado, mas sim observando. Estudando sua mecânica.

- Calma! - sugeri após algumas repetições. - Não precisa se esforçar tanto.

• O quê? Como assim? - perguntou enquanto mantinha sua farsa.

- Vejo que você se encolhe de dor, além disso seu joelho direito está levantado demais. - apontei.

• O quê? - perguntou paralisada no meio do movimento.

- Seu joelho. - repeti, levantando-me. - Está se desviando além do seu alcance normal. Você está compensando demais com o quadril. É fácil de corrigir: jogue o peso para trás e ative o core.

Ela era gostosa, sim, mas o que mais me chamou atenção foi a tensão nos seus ombros. Não era confiança. Era rebeldia, dirigida tanto a mim quanto a ela mesma.

• Você... percebeu? - Ela se virou para mim, surpresa. A mudança no seu tom foi sutil, mas marcante.
infidelidade consentida- É difícil não notar. - Encolhi os ombros. - Faço exercício todo dia.

• Sério que você treina? - Ela levantou as sobrancelhas, quebrando a postura habitual.

- Todo dia. Dez quilômetros à tarde, cem flexões, cem agachamentos e cem abdominais à noite. - respondi naturalmente. - Minhas filhas querem que eu seja o homem mais forte do mundo e minha mulher acha que sou o Superman dela.

• Tô vendo! - Ela zombou com uma risadinha provocante, mas parou quando olhou nos meus olhos. - Mas você fala... sério.

- Sempre. - respondi calmo. - Mas não se preocupa, seu jeito de fazer ainda é muito melhor que o meu. Na verdade, isso reforça minha crença de que você treina há anos.

• Então você também analisa os treinos? - perguntou ela, meio divertida.

- Analiso tudo. - respondi com orgulho. - É costume de engenheiro.

Ficou um silêncio. Não era desconfortável.

• Você não para de me surpreender. Não é o que eu esperava, Marco. - A voz dela agora estava mais calma, sem traço de ironia.

- Me falam muito isso. - disse, sentando de novo. - Principalmente gente que acha que sou fácil de ler.

Ela me estudou por mais um segundo, talvez procurando algum vestígio do homem que ela veio impressionar e encontrando alguém completamente diferente. Depois, com um pequeno gesto de concordância, sorriu, um sorriso que escondia tanto admiração quanto confusão.
companheira de trabalho- Acho que vou ter que repensar minhas suposições também. - disse baixinho.

O silêncio se estendeu entre nós por um momento. Depois ela se recompôs e esboçou um sorriso forçado.

- Então os rumores são verdadeiros. Você realmente é o
príncipe do conselho de administração– comentou num tom mais festivo.

Suas palavras me doeram no fundo das costelas, e ela sorriu, encantada.

– Por favor, não comece! – implorei. – Aqui eu sou só um cara normal respondendo e-mails.
16: Treinamento CorporativoIsso a fez rir de verdade dessa vez, não com aquela risada polida de relações públicas, mas com algo mais caloroso.

• Agora não me surpreende tanto que você agrade a Edith. - Balançou a cabeça sensualmente e murmurou entre os dentes, com um toque de malícia e provocação na voz.

Seus olhos brilharam com travessura enquanto se aproximava de mim, deixando um rastro de gotas no tapete com seu cabelo molhado.

• Mas o que você realmente precisa... - disse, baixando a voz até virar um sussurro. - ...é levantar dessa cadeira e vestir uma roupa de treino.

Ela pegou minha mão e me fez levantar. Claro, ternos executivos não foram feitos para exercícios.

• Vamos! Você não vai aprender se não treinar comigo! - disse com um sorriso cúmplice e brincalhão enquanto começava a desabotoar minha camisa, cinto e calça sem nenhum constrangimento.

• Pode deixar a cueca! - sugeriu piscando para mim, ao perceber minha excitação crescente.
sexo no escritorioAo ver meu peito nu e meus ombros largos, ela mordeu o lábio, claramente encantada com o que via.

• Nunca imaginei que você pudesse ser... tão musculoso. – murmurou.

Eu fiquei corado, sem saber muito bem como responder.

– Acho que tudo se resume a fazer os exercícios certos. – consegui dizer com a voz um pouco rouca. – Como te falei, corro 10 km todo dia. Além disso, faço 100 abdominais, 100 flexões e 100 agachamentos. Não é muito.

• Bom... dá pra ver. – suspirou, me olhando com desejo.

Leticia se virou e começou a me mostrar sua rotina, flexionando a bunda enquanto se inclinava para alongar a parte de trás das coxas. Cada movimento era calculado, mostrando sua força e elegância. Não pude evitar olhar, hipnotizado por sua confiança. Ela começou a me explicar os diferentes exercícios que fazia para manter o corpo tão tonificado, mas meus olhos não paravam de desviar para sua bunda, com o tecido da legging esticando sobre suas nádegas a cada movimento.
bunda grande gostosaNão dava pra evitar. Tentei seguir a rotina de exercícios dela, mas minha ereção crescendo dentro da cueca tornava tudo doloroso e difícil.

• Você não tá se concentrando, Marco. — Sentenciou Leticia com um sorriso provocador, virando-se para mim.

Ela se inclinou, com os seios pressionando contra o top esportivo, e esticou a mão para ajustar minha postura. A mão dela parou na minha lombar, enviando ondas de calor pelo meu corpo.

• Você precisa manter o core firme. — disse num sussurro ardente.

Ela apertou minhas nádegas enquanto me forçava a manter a postura.

• Você também tem uma bunda bonita e firme! — sussurrou com uma voz quente e aveludada.

O toque dela era eletrizante, e não pude evitar gemer baixinho enquanto ela continuava massageando meus músculos, com os dedos dançando perigosamente perto da cintura da minha cueca. O olhar de Leticia desviou para baixo, percebendo minha excitação, e ela sorriu com ar de provocação, os olhos escuros de desejo.

• Parece que você é mais do que apenas curioso, Marco. — murmurou, aproximando-se até seus seios roçarem no meu peito.
infidelidade consentida- Não consigo evitar! - engoli em seco. - Você é uma mulher atraente... e eu fiquei olhando sua bunda, mas nunca pensei que veria tão de perto.

• Bom, você não é o primeiro. - disse com uma piscadela, sem me soltar daquela posição, sua mão brincando perigosamente em torno das minhas partes baixas. - Mas posso dizer que você quer ver mais do que eu fazendo exercício.

Sua mão deslizou casualmente sobre meu volume, me provocando com as pontas dos dedos.
companheira de trabalho• Parece que essa parte é grande e dura. - disse em um tom provocante e meloso.

- Desculpa, eu não quis dizer... - gaguejei, com as bochechas ardendo de vergonha, mas curtindo a pressão dos dedos dela.

• Ah, cala a boca! - ordenou-me num tom brincalhão que fez meu coração disparar, enquanto me apertava cada vez com mais vontade. - Não tem nada pra ter vergonha... na verdade, acho que é algo do qual você devia ficar muito, muito orgulhoso.

Com um movimento rápido, ela se ajoelhou e puxou minha cueca até o chão, me deixando completamente exposto. O ar fresco do escritório roçou minha ereção, fazendo-a pulsar. Ela olhou com uma mistura de surpresa e admiração, olhos arregalados e boca levemente aberta.

• É muito grosso e grande! - exclamou surpresa com o que via.
16: Treinamento CorporativoEla estendeu a mão e o envolveu com ela, com um toque leve como uma pena que me provocou um arrepio. Me acariciou suavemente, me olhando atentamente, e senti meu pau responder com entusiasmo ao seu toque. O olhar da Leticia era intenso, com uma pergunta silenciosa em seus olhos, e eu anuí, dando a permissão que ela buscava. Ela enfiou meu membro na boca, seu calor me envolveu e soltei um gemido abafado.

• Você tem um gosto bom. — disse, passando a língua e provocando minha uretra, quase me fazendo gritar.
sexo no escritorioSuas ações foram tão inesperadas que me foi impossível resistir. A tensão no quarto aumentou, o ar ficou carregado de desejo quando ela começou a me chupar. Cada movimento de sua cabeça enviava ondas de prazer pelo meu corpo, e não pude evitar me segurar na borda da mesa para manter o equilíbrio.

Enquanto ela fazia sua mágica, não consegui deixar de observá-la fixamente, os músculos do pescoço flexionando enquanto ela me engolia mais fundo. Seus olhos se fecharam, com uma expressão de pura concentração estampada no rosto, e percebi que ela estava gostando tanto quanto eu. Era como se ambos tivéssemos esperado por esse momento, a tensão entre nós crescendo até não poder mais ser ignorada.

Senti que ela literalmente estava me ordenhando. Não sei se era por seu estilo de vida saudável ou seu talento natural, mas ela continuou a comer meu pau e chupar como uma campeã. Embora minha mulher chupe como um buraco negro, Leticia era como um furacão.

Meus olhos reviraram quando ela me levou mais fundo, com seus dentes roçando a parte sensível embaixo do meu membro. Cerrei os dentes, tentando conter um gemido que ameaçava escapar dos meus lábios. Sua mão brincava com minhas bolas, e a pressão suave aumentava a intensidade do momento.

Mas eu não estava disposto a deixá-la ter todo o prazer. Com uma rapidez que me surpreendeu até a mim mesmo, a levantei, com suas pernas envolvendo minha cintura, e a deitei no mesmo chão onde ela estava chupando meu pau. Suas leggings estavam encharcadas e eu podia sentir seu calor através do tecido. Beijei-a, saboreando a chuva em seus lábios, e ela retribuiu o beijo com uma urgência que igualava a minha.

Nossas mãos percorreram os corpos um do outro, explorando e reivindicando como se estivéssemos famintos por contato físico. Puxei o tecido molhado de sua regata, expondo seus seios túrgidos e rosados, e levei um à minha boca, provocando o mamilo com minha língua. Leticia gemeu em nosso beijo, seus quadris esfregando-se contra mim, buscando mais fricção.

Deslizei minha mão até sua calça legging, sentindo a umidade entre suas pernas, e ela suspirou quando afastei o tecido. Meus dedos encontraram seu clitóris, já inchado e pedindo atenção. Comecei a esfregá-lo com círculos lentos, sentindo seu corpo se tensionar ao meu redor. Suas pernas se envolveram mais forte ao meu redor, me puxando mais perto dela enquanto eu continuava a beijá-la, nossas línguas dançando juntas em um ritmo apaixonado.
bunda grande gostosaA respiração dela ficou ofegante e eu soube que ela estava quase lá. Acelerei o ritmo, passando o polegar no clitóris dela enquanto meus dedos deslizavam para dentro. Ela estava tão molhada, tão quente, e já tremia com os primeiros sinais do orgasmo. Eu conseguia sentir as paredes dela se apertando em volta dos meus dedos, e ela soltou um gemido abafado contra minha boca enquanto gozava. O corpo dela arqueou no chão e ela se agarrou em mim como se eu fosse uma tábua de salvação.

- Não tenho camisinha aqui. – avisei, deixando as implicações ficarem no ar.

Meu pau estava duro e latejante. Ela estava molhada e suplicante. E o casaco dela, que por algum milagre estranho pudesse conter uma caixa de preservativos do meu tamanho (L), estava tão longe de nós quanto a lua.

• Não se preocupa. – Leticia ofegou, com o peito subindo e descendo a cada respiração entrecortada. Ela enfiou a mão no bolso e tirou uma camisinha, com os olhos brilhando de excitação. – Eu sempre venho preparada pra essas...
encontrosApesar disso, ela não fez nada em particular. Pensei que talvez ela estivesse tomando a pílula ou algo assim, mas em vez de diminuir o ritmo para me deixar colocar, sua intensidade multiplicou por dez.

Chegou um momento em que ela começou a me provocar com sua buceta molhada. Até eu tenho meus limites e, durante um daqueles "toques rápidos", enfiei a ponta, reivindicando-a como minha.

• Ahhh! É tão grande! – ela reclamou num tom como se estivesse mergulhando em água quente.

A sensação de sua buceta apertada e molhada em volta da minha ponta era deliciosa, e tive que usar toda minha força de vontade para não empurrar mais. Mas ela tinha outros planos. Leticia se inclinou e agarrou meu pau, guiando-o para dentro dela com uma urgência palpável. Observei enquanto ela me recebia centímetro por centímetro, com os olhos semicerrados enquanto se adaptava ao meu tamanho.

• Você está me esticando! – ela reclamou com uma voz que misturava dor e amor.
infidelidade consentidaMas ela não parou. Ela se empurrou para baixo até que meu pau ficou enterrado profundamente dentro dela. Eu conseguia sentir os músculos dela se apertando ao meu redor, e tive que cerrar os dentes para me segurar.

— E você está bem apertadinha — consegui dizer, enquanto empurrava apenas até a metade.

Leticia abriu os olhos de repente e me olhou com um olhar selvagem e faminto que eu nunca tinha visto antes. Ela envolveu as pernas na minha cintura e me puxou mais para dentro, esticando a buceta para acomodar minha grossura.
companheira de trabalho• Ai, meu Deus! Você está me arrebentando! - exclamou enquanto lutava para me engolir por completo. Eu, por outro lado, prendi a respiração, já que também não estava fácil para mim.

Mas ela era profissional e ia aguentar tudo.

• Mhm! Você está me enchendo! Está me enchendo tão gostoso! - comentou num sussurro desesperado, prazeroso e romântico.
16: Treinamento CorporativoNão podia acreditar que isso estava acontecendo. Lá estava eu, comendo a chefe de relações públicas no meu escritório durante o horário de trabalho. Mas era tão intenso, tão real, que todos os meus pensamentos de culpa e decoro se desvaneceram na tempestade de paixão que caía sobre nós.

No fim, não aguentei mais e virei ela de costas. Ela gemeu surpresa, mas quando finalmente comecei a meter, ela gemeu, sentindo-me dentro.
sexo no escritorio- Você gosta, né? - sussurrei no ouvido dela, com o som da chuva lá fora como única trilha sonora.

• Sim! Sim! - Leticia gemeu, cravando as unhas no tapete que estava embaixo dela. Os olhos estavam bem fechados de prazer, e o corpo se contorcia sob meu ritmo implacável. - Isso é incrível! Você está me enchendo todinha!

A cada investida, os peitos dela balançavam e a bunda redonda batia nas minhas coxas. Vê-la tão vulnerável e desesperada por mais me levou ao limite. Inclinei-me para beijar seu pescoço, saboreando o sal do suor. A pele estava corada e a respiração ofegante, no ritmo do nosso sexo frenético.

E então, o útero dela relaxou. Comecei a empurrar. A apertar. E ela se esticou como se estivesse no paraíso.
bunda grande gostosa• Ai, caralho, Marco! - ela gritou, e a voz ecoou no meu escritório silencioso. - Você está tão fundo!

Nesse momento, ela estava encharcada de suor. A pele brilhava como se tivesse feito um treino pesado, enquanto eu só sentia a parte de trás dos meus quadris levemente úmida. Mesmo assim, ela me abraçou pelas costas, querendo mais e mais.

• Mais forte! Isso, mais forte! – suplicou aos gritos, a voz se misturando com a chuva lá fora.

Eu estava metendo sem parar e ela começou a gozar. Continuei comendo ela de novo e de novo. Eu nem perto estava de gozar. Ainda não. Mas ela começou a ter um orgasmo atrás do outro.

• Ai, Deus! Marco! - ela gritou, cravando as unhas nas minhas costas enquanto atingia um clímax intenso.

A buceta dela apertava em volta do meu pau, os músculos se contraindo numa sinfonia de prazer que me deixava à beira, mas eu ainda não tinha acabado. Queria mais dela.

Até então, eu tinha mordido o pescoço dela, apertado os peitos. Até consegui enfiar um dedo só no cuzinho apertado e virgem dela. E ela deixou. Estava perdida na névoa do prazer enquanto meu corpo a sacudia como uma força imparável.

A chuva lá fora aumentava, batendo na janela como um tambor, marcando o ritmo do nosso encontro apaixonado. A respiração dela ficou ofegante quando enfiei com força, meus quadris se movendo como pistões, cada socada enviando ondas de choque pelo corpo dela.

Os gemidos ficaram mais altos e ela começou a rebolar no meu colo, respondendo a cada uma das minhas investidas com movimentos ansiosos. As mãos dela percorriam meu corpo, as unhas deixando rastros de fogo nas minhas costas, os peitos balançando a cada impacto.

• Porra, vou gozar de novo! - ela gritou, como se fosse arrastada por uma enchente.

A buceta dela se contraiu e senti a onda quente do orgasmo em volta do meu pau. Foi demais pra mim. Com uma última e poderosa enfiada, eu gozei, enchendo o útero dela com um rugido que pareceu sacudir os alicerces do escritório.
infidelidade consentidaEnquanto eu gozava dentro dela repetidas vezes, sua respiração ficou ofegante e ela arqueou as costas, sentindo as cinco jorradas potentes no fundo do seu ventre. E enquanto eu pulsava dentro dela, nossos fluidos mantiveram meu pau quente e confortável dentro de sua buceta.

Ficamos deitados ali por um momento, ofegantes e entrelaçados, colados como animais, com a chuva lá fora como pano de fundo abafado para nossos gemidos compartilhados. Leticia estava de olhos fechados e um sorriso sereno se desenhava em seus lábios.
companheira de trabalho• Foi... um treino e tanto. – disse com a voz ofegante, numa mistura de satisfação e surpresa.

– É, acho que você encontrou um jeito novo de queimar calorias. – respondi com um sorriso, o coração ainda acelerado pela emoção. – Minha mulher e eu, por outro lado, já estamos bem acostumados com isso.

Leticia abriu os olhos e encontrou os meus, com uma centelha maliciosa no olhar.

• Talvez eu devesse treinar com você mais vezes. – sugeriu com a voz rouca.

Nos beijamos mais um pouco e ela sentiu minha virilidade se agitando dentro dela, soltando um gemido doce e cheio de felicidade.

• Sabe? Sempre soube que você tinha um lado selvagem, Marco. – murmurou excitada, os olhos brilhando de emoção ao me sentir ainda inchado dentro dela. – Mas nunca imaginei que fosse tão selvagem.

Não pude evitar rir, com a adrenalina da nossa trepada improvisada no escritório ainda correndo nas minhas veias.

– E você só está começando a explorar, Letty. – disse, afastando uma mecha de cabelo do rosto dela.

• Ah, é? – Suas bochechas coraram e ela me olhou com uma expressão entre tímida e desafiante.

– Mm-hmm – Concordei com a cabeça, ainda bem enfiado nela.

Ficamos deitados ali mais alguns momentos, recuperando aos poucos a respiração normal. A chuva virara um barulho reconfortante lá fora, um contraste estranho com a cacofonia apaixonada dos nossos corpos há poucos instantes.

Como era de se esperar, quando finalmente consegui me retirar, ela ficou encarando. Eu ainda estava excitado e claramente pronto pra mais. Mas, por outro lado, aquelas planilhas de Calgary não iam se resolver sozinhas.

• É melhor eu ir. – sussurrou, sentando-se e arrumando a leggings. – Mas tenho certeza que a gente pode, sabe, treinar junto de novo.
16: Treinamento Corporativo- Eu também adoraria. - admiti com um sorriso caloroso. - Mas me preocupa que alguém possa notar seu cheiro de sexo.

Leticia riu, um som ao mesmo tempo travesso e doce.

• Não se preocupe! - ela disse, levantando-se e alisando a camiseta. - Nem todo mundo consegue recusar um escritório com chuveiro incluso.
sexo no escritorioSuas palavras me deixaram atônito: então Letty acordou, veio trabalhar, me visitou, transou comigo, se vestiu e tomou banho no escritório dela, para seguir com seu alegre dia. Ela percebeu que eu a olhava de forma diferente e me sorriu, satisfeita.

Quando terminamos de nos vestir, nos beijamos mais uma vez. Para o mundo fora do meu escritório, éramos rivais ferozes de departamento. Dentro, éramos amantes secretos.

• Vou te mandar um e-mail. — disse Letty enquanto pegava o casaco do chão. — Podemos... coordenar melhor os horários de treinamento.

Não pude evitar rir, me sentindo um pouco culpado, mas também animado com a perspectiva.

— Parece ótimo! — respondi, colocando a camisa para dentro e abotoando a calça.

E com isso, ambos retomamos nossas rotinas diárias normais.
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