O que vou contar aconteceu no verão do ano passado em Bariloche. Ainda não sei bem por que resolvi fazer isso, porque às vezes penso que seria melhor guardar na memória, guardar só pra mim. Além disso, me dá muita vergonha pensar que um dia alguém vai saber que a protagonista dessa história fui eu e minha sobrinha Candela. Mas desde pequena eu gostava de escrever, ou pelo menos na escola falavam que eu era boa nisso. E então, essa é a primeira vez que me decido a fazer isso contando uma história que aconteceu comigo. Meu nome é Florencia – embora todo mundo me chame de Piki, e tenho 38 anos. Se tivesse que me descrever, diria que sou uma pessoa tranquila e meio tímida. Fisicamente, posso dizer que não me falta nem me sobra nada, talvez eu tenha um pouco mais de bunda do que gostaria, mas pros caras parece que isso é muito bom. Estudei turismo – não importa onde – porque não quero dar muitos detalhes. Em janeiro do ano passado, tive que coordenar a viagem a Bariloche do quinto ano de um colégio religioso da cidade, onde minha sobrinha Candela estudava. Eram todas meninas, então a empresa escolheu eu e outra garota como coordenadoras. Minha sobrinha Candela, ela sim é uma garota muito gostosa. É loira e, embora tenha 16 anos, tem um corpo de mulher de dar água na boca. Se veste com roupas muito provocantes, e, apesar de ser mais baixinha, tem muito de tudo, e é realmente linda de rosto. Sempre foi a rebelde da família, a ovelha negra, digamos assim. Andava com caras mais velhos que ela, fumava escondido desde os 14, voltava a qualquer hora quando saía pra balada. Meus tios ficavam loucos com ela e não tinham jeito de controlá-la. Resumindo, uma garota terrível e sem vergonha na cara; pelo menos, pelas coisas que ela mesma me contava. Mas como eu estava longe, naquele momento, de saber a verdade do que minha prima era capaz! No entanto, ela e eu tínhamos uma relação excelente desde pequenas, embora ela tenha três irmãs mais velhas. É como se Sempre houve uma boa sintonia entre a gente, e a gente ria pra caralho junto. Os dias antes da viagem foram um inferno. No fim, acabei pensando que teria sido mais fácil coordenar um grupo de moleques do que essas minas. Elas tavam muito empolgadas com a viagem, que sem dúvida era a culminação de todo um ciclo do mesmo grupo de amigas que vinham junto desde o primeiro ano. E por outro lado, no colégio as freiras são muito exigentes com as meninas, então tava tudo pronto pra elas darem vazão à empolgação e se divertirem. A viagem foi um caos, o tempo todo as minas cantando e gritando. Não cansaram em nenhum momento. Eu de vez em quando olhava pra Cande, e era óbvio que ela era a líder do grupo. Quando chegamos no hotel, deu problema com os quartos e faltou lugar pra duas das meninas. Minha colega da empresa tinha uma tia em Bariloche, então ia ficar na casa dela. Aí colocamos esses dois lugares no meu quarto, que tinha uma cama de casal e uma de solteiro. Eu perguntei pra Candela se ela não queria vir dormir comigo no quarto, e de quebra eu podia observar ela um pouco mais de perto, já que tive mil recomendações pra ficar de olho nela. Ela topou na hora, e veio com a amiga Romina. Romina e Cande eram uma cara e uma coroa. Uma mais folgada que a outra. Eram amigas desde pequenas e parceiras de rolês e aventuras. Ver elas juntas era bonito, porque são bem diferentes. Romina tem o cabelo preto e uns olhos azuis que destacam as feições delicadas dela. Tem um corpo muito gostoso, e é bem alta. Os dois primeiros dias foram de boa, com as excursões de sempre na cidade, pro Cerro Catedral. O básico. À noite as minas saíam pra balada, e como a outra coordenadora adorava sair, eu preferia ficar dormindo e acordar bem cedo no dia seguinte pra organizar as atividades e garantir que tudo tivesse nos conformes. Candela e Romina zoavam muito comigo, me chamavam de "tia cuida" e insistiam pra eu sair com elas. Elas. Mas eu aproveitava pra falar no telefone com o cara que eu tava saindo naquela época, que chamava Alejandro; e ficar dormida pra quando as minas chegassem, porque elas faziam um barulho do caralho. No terceiro dia, foi tudo a mesma rotina. Eu fiquei no hotel e o grupo foi dançar. Capotei de sono. Num momento da noite, alguma coisa me acordou. Senti uns barulhos no banheiro e vi o feixe de luz por baixo da porta. Abri os olhos e fiquei escutando. Sentia o cochicho de vozes e um som estranho, tipo suspiros cortados. E logo um barulhinho de algo metálico. Não liguei, e tentei dormir de novo. Mas depois vieram risadas e mais barulhos, e aí acordei de vez. Levantei e fui no banheiro. "Minas, o que vocês tão fazendo aí?", perguntei ainda meio sonolenta. Os barulhos pararam. Escutei um cochicho e a Cande falou: - "Nada Piki, tudo bem, a gente tá se arrumando." "Tá bom, mas não façam tanta bagunça, que eu acordo às seis!" "Sim, sim", disse a Cande, segurando uma risadinha. Voltei pra cama. Mas assim que me deitei e me cobri, ouvi um grito que reconheci claramente da Romina: - "Mas o que cê tá fazendo, sua burra, caiu metade!!?" Aí levantei puta da vida e fui pro banheiro. Além disso, olhei o relógio e eram quatro da manhã, então não era hora de ficar se arrumando pra sair. Abri a porta e o que vi me deixou sem palavras. A Candela tava de calcinha e sutiã sentada no bidê com um prato na mão, um prato de cozinha. E a Romina tava só com uma camisetinha, mas completamente pelada da cintura pra baixo, ajoelhada no chão e apoiada nos cotovelos. Ela tinha um canudo de refrigerante no nariz e tava cheirando do chão. A buceta dela tava nua na minha frente, e não deu a mínima pra eu ter aparecido. Continuou na dela e deixou eu ver o corpo dela arqueado assim, com tudo exposto. No prato que a Candela segurava, tinha longas fileiras de cocaína. Ela ficou parada me olhando, e como quem implora, disse: - "Piki, por favor, Não me entrega, não!!" Eu não sabia o que fazer. — "Mas o que você tá fazendo, Candela, você é louca, porra!!??", consegui falar. Nisso, a Romina se levantou e ficou na minha frente, bem perto, me encarando nos olhos. Ela me pegou pela cintura e me puxou pra perto dela. O nariz dela tava todo cheio de pó branco. Assim, sem dizer nada, me beijou na boca. Senti a língua dela forçando pra entrar na minha boca. Instintivamente, me afastei pra trás. Ela tentava abrir minha boca com vontade, e não sei o que aconteceu comigo. Confesso. Não sei se foi porque eu tava com sono ou porque vi o corpo da Romina, ali embaixo, tão aberto pra mim que naquela fração de segundo me deu um calor. Não consegui reagir e cedi. Olha!, nunca tive inclinações estranhas, nem nunca gostei de mulher nenhuma. Nem tinha passado pela minha cabeça. Mas alguma coisa me deu naquele momento. Então me deixei levar, e quase sem saber o que tava fazendo, respondi o beijo da Romi. Vi que a Candela sorriu, como que aliviada, e voltou a atenção pro prato. Com o canudinho que tinha na mão, ela cheirou uma linha comprida de pó, como as meninas chamam. A Romina continuava me beijando cada vez mais forte e com gosto; e eu, encurralada contra a porta do banheiro, tava besta. Deixei ela fazer e nossas línguas se encontraram num beijo longo, que pareceu eterno. Nisso, a Romina se afastou de mim e disse: "Vem, prova isso, você vai amar!". — "Mas cê tá doida, porra?, o que que há com você?", consegui falar. Sentia minhas defesas indo embora. Minhas bochechas queimavam e meu coração batia a mil por hora. Nunca tinha pensado em experimentar nenhuma dessas coisas. Aliás, eu nem fumava. "Sim, vem e prova", insistiu a Romina, quase me mandando. Nesse momento, a Candela se levantou e ficou na minha frente; e me olhando nos olhos com um sorriso safado, disse: — tia, não te imaginei assim!. Vai, vem provar. Não seja besta, cheira uma linha". Eu tava como se estivesse em outro mundo, entre sonolenta e alucinada com o espetáculo sem vergonha que as meninas tavam me dando. Não conseguia acreditar que a Cande usava pó. cocaína. Até dava pra imaginar que ela fumava um baseado de vez em quando, mas isso nunca. Ela aproximou o prato do meu rosto e me deu o canudo cortado no meio. — "Cê sabe como faz, né?" Me senti uma idiota, sem saber o que fazer ou como agir. A situação tinha me dominado completamente. "Olha, você pega o canudinho, coloca no nariz, mas sem soprar, hein! Escolhe uma e aspira assim, viu?", disse Candela enquanto puxava outra linha grossa. "Toma, agora vai você, mas manda essas duas de uma vez, pra bater mais forte!" E eu aspirei duas linhas longas e fininhas. No começo não senti nada, só uma coceira no nariz. Depois me mandaram sentar no vaso e pediram pra eu continuar cheirando pra entrar no clima. No prato tinha umas quinze linhas que a Candela tinha armado direitinho com um cartãozinho de plástico, enquanto eu me beijava com a Romina. Nessa hora, a Romi se levantou na frente da pia. Abriu as pernas e arqueou as costas, se inclinando um pouco e mostrando a raba. As pernas dela eram longas e muito bem torneadas. Ela jogava vôlei no time do colégio e fazia ginástica desde pequena. A pele dela era bem branquinha. Eu não conseguia parar de olhar porque ela tava muito gostosa naquela pose. — "Vai, Peti, vem cá. Vamos mostrar pra Piki o que a gente faz", ela falou pra Candela. Ela obedeceu na hora e se ajoelhou atrás. Apoiou as duas mãos na raba e a Romi se arqueou ainda mais. Dava pra ver o buraquinho e a buceta dela, totalmente sem pelo. A Candela começou a passar a língua devagar. Depois encostou os lábios e começou a chupar com gosto. Dava pra ver a cara de prazer da Romina refletida no espelho do armário. Ela gemia baixinho. Eu continuava cheirando cocaína e comecei a acelerar. A visão das minhas me excitou pra caralho. "Vai, passa a língua no meu cu", a Romina falou. "Cê gosta disso, gata, hein! Beleza, ajoelha no chão que eu alcanço melhor", respondeu a Candela. A Romina ficou de quatro no chão e a Candela se posicionou atrás na mesma posição. Com as duas mãos ela abriu as nádegas da bunda e começou a passar a língua de cima pra baixo no cu dela. Agora a Romi gemia mais forte. O espetáculo era impressionante. Eu nunca pensei que duas minas fazendo isso me excitariam. Mas era verdade, eu tava me molhando igual uma louca. Elas continuaram assim por um tempo, enquanto eu seguia aspirando, linha atrás de linha. Sinceramente, adorei a sensação. Meu coração batia forte e eu me sentia muito acelerada. Sentia que podia fazer qualquer coisa. Via a bunda da Candela com a calcinha bem enfiada, toda marcada como dizem; e eu gostei. Não acreditava que tava olhando com outros olhos pra minha própria prima. Ela tinha um corpo lindo. Eram sensações novas que vinham no meu corpo, todas de uma vez. Romina olhou pro prato, que já tava quase limpo, e disse: "Olha só a piranha da Piki, tomou tudo! Peti, tira mais!". E a Candela abriu a mochila e tirou um monte de saquinhos. — "Tem muito mais?", perguntei ansiosa naquela altura. Queria continuar aspirando. — "Não se preocupa que a gente tem uma porrada, pro dia inteiro e da boa. Nem precisa esmagar", disse Romina. Candela pegou o prato, abriu cinco saquinhos e espalhou tudo. Era um monte. — "Deixa que eu preparo", disse ela. Romina pegou minha mão e me fez levantar. Tirou minha camiseta e fiquei só de peitos e calcinha. — "Deixa eu te ver". Eu tava impressionada com como ela dava ordens e a gente obedecia. Já tava entregue. Ela pegou meus peitos com as duas mãos e começou a passar a língua e chupar meus bicos. Acariciava minha bunda e me tocava por cima da calcinha. Me sentia estranha, mas a sensação me encantava. Depois tirou minha calcinha e se deitou no chão. — "Vem, quero te provar. Senta aqui", disse ela mostrando a língua. Eu fiquei de pé com as pernas de cada lado da cabeça dela e fui me sentando de cócoras na cara dela. Foi impressionante. Sentia a língua dela enfiada dentro de mim com tudo. Sem perceber, gozei e coloquei minha bunda na boca dela. Ela me lambeu com ainda mais vontade. Eu passava a língua na minha bunda, abrindo as nádegas com as mãos e enfiando com força. — "Mmm, essa é das minhas. Ela adora que chupem o cu dela", disse ela lá de baixo. Continuamos assim por um tempo, enquanto revezávamos o prato com a Candela e cheirávamos mais carreiras. Bem grossas dessa vez. Já não me importava mais. A sensação da droga na cabeça e a boca da Romina lá embaixo me enlouqueciam. Bebíamos quantidades absurdas de água porque a cocaína dá uma sede do caralho. — "Já tá na hora de você provar sua prima e passar esse prato, senão vocês vão tomar tudo sozinhas!" — disse a Romina. A Candela ficou de quatro na tampa do vaso, me oferecendo a bunda. Eu olhei pra ela e gostei ainda mais da visão. Passei a mão nas costas dela e na bunda com as duas mãos, e o toque da pele dela me excitou ainda mais. De repente, me vi puxando a calcinha dela pra baixo e aproximando minha boca da buceta dela. Passei a língua e o gosto era delicioso. A Candela gemia igual uma louca. — "Isso, isso, assim, vai fundo." — "Viu que buceta gostosa que sua sobrinha tem?" — disse a Romina. Era a primeira vez na minha vida que eu fazia algo assim com uma garota, e nada menos que com minha própria prima! Mas não me importava com nada. Eu tava super doida e excitada. A Romina olhava sentada no bidê enquanto cheirava direto do monte porque as carreiras que a Candela tinha feito já tinham acabado. — "Chupa o cu dela, que isso deixa ela louca!" — disse a Romina. Obedeci e comecei a beijar a bunda dela. O buraquinho era rosado e muito macio. Adorei a sensação. Fiquei ali um tempão. Continuamos por um tempo que hoje eu lembro e parece uma eternidade. Nos revezávamos pra nos beijar, nos acariciar e continuar cheirando. As minhas tiraram mais e mais saquinhos de cocaína que a gente nem fazia mais carreiras. Não dava pra esperar nem um segundo pra continuar cheirando. Assim que o pó caía no prato, uma de nós, ou às vezes duas, se jogava igual desesperada com os canudos pra aspirar. As horas passaram e já era de Dia. Eu tinha que trabalhar e a ideia de sair assim, toda molhada, me atormentava. "Meninas, tenho que ir." "Quê? Cê tá louca, é?", disse a Romina. "Vai embora agora, justo no melhor momento? Além disso, não seja otária, não vai sair assim, toda molhada. Cê acha que ninguém vai perceber? Para de encher o saco, inventa alguma coisa, sei lá, diz que tá se sentindo mal ou algo assim." Ela tinha razão. Não dava pra aparecer naquele estado. Liguei pra minha colega e falei que tava passando mal, que tinha comido algo que me caiu mal; e que ia ficar no quarto até a tarde. Também falei que as meninas iam visitar um primo da Romina que mora em Villa La Angostura e que eu me responsabilizava. O cara ia passar pra buscar elas no hotel, porque trabalha em Bariloche. Ela acreditou na história e me senti feliz e aliviada por saber que a gente podia continuar na nossa tranquilamente, sem ninguém pra encher o saco. "Bom, cê tá com sede?", perguntou a Romina pra Candela. "Sim, já é hora do mata-sede, né?", respondeu ela. Eu não entendia do que elas estavam falando. Romina se levantou com as pernas abertas de cada lado do vaso e Candela se ajoelhou na frente dela. Abriu a boca bem grande e Romina começou a fazer xixi. Eu não podia acreditar! Caía direto dentro da boca dela e saía um jorro grosso. Candela engolia como podia. Com os olhos fechados, ela gemia de prazer enquanto tomava o mijo da melhor amiga. Era uma loucura o que tava rolando. Quando o jorro diminuiu um pouco, Candela pegou o copo que tava no banheiro e encostou na buceta da Romina. Continuou saindo e encheu o copo num segundo. O mijo era quase transparente por causa da quantidade de água que a gente tinha bebido. A Cande bebeu tudo de uma vez. E fez isso três vezes. — "E você, não se anima?", me perguntou a Romina. — "É que não sei se vai sair", respondi com timidez. Eu já era um brinquedo dessas duas degeneradas; mas tava gostando. — "Vem, senta aqui, eu te ajudo." Sentei no vaso e a Romina enfiou a mão bem debaixo de mim e colocou o copo. —Concentra e faz força que você vai ver como sai —disse ela. E foi assim, primeiro saiu só um jato e depois começou a fluir. Eu sentia o barulho do copo enchendo. —Para, para que você vai derramar, segura um pouquinho! —falou Romina. Ela tirou o copo de baixo de mim, que já estava bem cheio, e na mesma hora começou a beber meu mijo enquanto me olhava fixo nos olhos. Eu estava extasiada. Nunca pensei que alguém pudesse fazer uma coisa dessas. Me sentia meio idiota por não ter imaginado essas coisas antes e agora elas me pareciam alucinantes. Repetimos isso umas quatro vezes. Ela colocava o copo, eu enchia, depois segurava enquanto ela bebia rápido, e colocava de novo bem debaixo de mim. Quando enchi pela última vez, Romina deu pra Candela. —Toma, o prêmio é seu. Candela bebeu o copo com meu mijo sem hesitar. Eu estava no céu com o que fazia e via. Naquela altura, não me importava mais com nada. As três estávamos loucas, piradas. —Eu quero provar, mas não do copo —falei. Eu estava fora de mim. —Vai você, Peti, eu preciso tomar mais líquido —ordenou Romina de novo. Ela comandava a situação como queria e a gente adorava que fosse assim. Deitei no chão e Candela se agachou sobre minha cara. —Abre a boca bem grande e encosta os lábios na minha buceta, pra não escapar nada —disse ela. Assim que fiz, Candela começou a mijar na minha boca. Saía em jatos fortes, e eu ia engolindo. Num momento quase me afoguei porque era muito. Mas amei sentir aquilo entrando no meu estômago, bem quente. Praticamente não tinha gosto e tomei tudo, não escapou uma gota. E enquanto Candela despejava uma quantidade impressionante de mijo dentro de mim, senti a boca da Romina na minha buceta e tive um orgasmo fortíssimo. Foi inesquecível. Depois dessa sessão alucinante de beber nossos mijos, continuamos cheirando mais cocaína. Já tinha perdido a conta de quantas vezes as meninas metiam a mão no... mochila e tiravam mais um punhado de saquinhos. A essa altura, já devíamos ter pego mais de trinta saquinhos. Era quase meio-dia e nós três estávamos incrivelmente excitadas e doidona. Tudo que existia naquele momento era aquele banheiro pequeno e nós três. Não tinha nada mais importante no mundo. Mas ainda faltava o melhor, o mais incrível estava por vir. "Ei, Peti, cê tá com fome?" — disse a Romina com um sorriso safado. "E o que cê acha? Tava esperando a hora do prato principal" — falou minha prima. Eu já imaginei na hora do que elas estavam falando, e parecia inacreditável do que essas minas eram capazes. "Agora cê vai ver sua priminha comer" — disse a Romina. Eu não podia acreditar que elas estavam pensando numa parada dessas, mas naquele momento nada me parecia estranho ou nojento. Sentia meu corpo fervendo e queria mais, mais cocaína e mais coisas, queria ver e fazer mais. Não conseguia parar. A Candela deitou no chão de barriga pra cima. A Romina se agachou com a bunda perto da cara da minha sobrinha e se segurou na pia pra manter o equilíbrio. A Romina ficou de costas pra mim, ou seja, eu tinha uma visão perfeita do que ia rolar. Ficou tudo assim, em silêncio por um momento. "E aí?" — disse a Candela. "Espera, vaca, já vai, já vai comer! Cê tá com fome, vagabunda? Quer comer o que eu te der, como sempre?" — "Sim, por favor, não aguento mais, caga logo de uma vez! Quero comer sua merda" — falava a Candelita como se tivesse desesperada. Depois as minas me contaram que faziam essas coisas há muito tempo. No primeiro ano, quando tinham treze anos, fizeram com uma professora de inglês, que iniciou elas nessas paradas de beber o mijo e comer a bosta. Depois virou tipo um vício, queriam provar mais e mais coisas novas e aí apareceu a irmã mais velha da Romina, que também é um caso à parte; e começaram com a cocaína. Era uma loucura tudo que essas minas faziam e tudo escondido. Se os pais delas soubessem o que as filhinhas fazem! E meu tio Fernando!; só de pensar nisso... Me arrepio toda. E agora eu, a prima responsável, metida nessa merda toda!. "Lá vai, lá sai" disse finalmente Romina com um gemido de esforço. Eu não conseguia tirar os olhos da bunda da Romi e da boca da Candela, que estava aberta, esperando ansiosa o que a amiga ia dar pra ela. "Sim, quero agora, me dá esse tolete de uma vez!, faz um tempão que você não me dá", dizia Candela. Começaram a cair jatos de xixi da Romina e eu vi o cu dela se abrindo, e a ponta do cocô começando a sair devagar. "Lá vai, Peti, sabe que é seu, aproveita", disse Romina. E eu vi o cocô saindo do cu da Romina, agora bem aberto. O bagulho era marronzinho, tipo doce de leite, bem grosso e sólido, mas bem lisinho. Quando já tinha saído quase metade, Candela esticou o pescoço e pegou na boca com um gemido profundo de prazer. E continuou saindo, parecia não ter fim. Devia ter uns trinta centímetros no mínimo. Quando terminou de sair, encheu a boca toda da Candela. Vi ela morder e tirar com a mão o pedaço que ficou pra fora da boca; e começou a mastigar devagar e engolir. Depois pegou o outro pedaço e começou a chupar igual uma banana, sem morder. "Hum, que gostoso, filha da puta, não pode cagar assim não!". Era um momento mágico, impossível de descrever agora em palavras. Eu tava tipo em êxtase vendo o show da minha prima comendo com tanto prazer o cocô da Romina. Pensei que ia sentir nojo, mas não foi o que senti. Até achei bonito e tentador o que saiu da bunda da Romina; mas ainda assim não sabia se teria coragem de fazer uma parada dessas. Romina se aproximou da Candela, mordeu um pedaço do que ainda tava na mão dela e começou a comer. As duas estavam comendo o cocô com verdadeiro prazer. Quando Romina terminou de comer, falou pra mim: - "Agora você, vem provar!. Limpa meu cu com a língua. Quero que você lamba bem". "-É que não sei, não tenho coragem, não sei se vou gostar" "Vai, burra, vem que eu te ensino". Vai adorar. Não tô pedindo pra você comer, só pra chupar um pouco minha bunda e provar o gosto só de leve. "Vai lá, prova, Piki, você vai gostar. Além disso, essa mina caga nota dez", disse a Candela. "Tá bom". Eu já tava completamente nas mãos delas. Não conseguia resistir a nada. "Toma umas carreiras pra criar coragem", me disse a Romina. Aí enfiei meu nariz na cocaína e aspirei em um minuto tudo o que tinha, que era pra caralho. Depois de acabar, continuei passando o canudo pelo prato que nem uma louca, procurando mais. "Olha só a Piki, parecia tão santinha! Tá cheirando pó que nem uma gostosa", disse a Romina, e as duas caíram na risada. "Beleza, então vem provar", falou a Romina, enquanto se ajeitava em cima da tampa do vaso e me oferecia a raba. Sinceramente, a Romina tem uma raba linda, grande, mas bem definida e durinha. É perfeita. Nunca tinha reparado nisso antes, mas agora um mundo de sensações e prazeres novos se abria pra mim. Me aproximei dela e olhei de perto. Ela tava com as costas bem arqueadas, e puta que pariu, que visão nessa posição. Sem hesitar, coloquei minha língua na bunda dela e comecei a passar de cima pra baixo, até que ficou toda molhada de cuspe e limpinha, como ela tinha mandado. "E aí, o que achou?", perguntaram as duas. Não era eu quem tava falando essas coisas. Não acreditava que tava falando assim. Não sei se era toda a droga que tinha cheirado ou a situação com essas duas minas, vários anos mais novas que eu, que, sem nenhuma vergonha e com suas putarias, tavam me deixando doida. "Cande, pega mais pó, preciso de mais", falei de novo, irreconhecível pra mim mesma. Na hora, a Candela colocou uma quantidade absurda de cocaína naquele prato. Acho que foram dez papelotes. Era uma montanha branca, que ela espalhou de qualquer jeito com o cartão de crédito que meu tio tinha me dado. Que loucura! Dessa vez, as três se jogaram, cada uma com seu canudinho, aspirando que nem desesperadas. Já começávamos a sentir que a qualquer momento ia gozar, e nenhuma queria parar. parar de cheirar o máximo que conseguia. A gente tava completamente louca, fora de si; mais do que qualquer um que ler isso friamente possa imaginar. "Beleza Peti, é tua vez." falou Romina entre suspiros da respiração acelerada. Naquele momento pensei pela primeira vez que toda a cocaína que a gente tava tomando podia nos fazer mal. Candela tremia e respirava ofegante. Eram quatro da tarde e fazia doze horas que a gente tava nessa orgia de loucura. — "Não, ainda não, deixa eu tomar mais um pouco de pó." — "Beleza, então vem você, Piki, eu ainda acho que tenho algo aqui dentro. Não vou te deixar na mão." falou Romina, como sempre mandando na parada. "E o que eu faço?" perguntei. — "Mete o dedo bem fundo no cu e mexe, revolve bem." Meti com força meu dedo e tirei, mexendo até sentir as paredes duras da bunda dela. — "Vadia, essa é a melhor parte! Cê acha que vai aproveitar sozinha?" Claro, idiota, putinha filha da puta! Eu sabia, eu falava pra Cande que você era uma puta de marca maior, eu sabia que isso ia te encantar, viu como você tava guardando isso? Ou será que não tava pensando, hein?! Não me engana, eu sabia. Eu via como você olhava pra bunda da sua sobrinha, ou cê acha que sou cega?! Você queria comer, queria, ou não, sua puta de merda?! Essa era a Romina naquele ponto. Tava totalmente pirada. Tinha colocado mais cocaína no prato, dessa vez a quantidade foi infernal, acho que as últimas dez trouxinhas. Era uma montanha, e de novo as três se jogaram no prato pra cheirar sem parar. Aquilo era um descontrole absoluto. A gente tava desesperada, tomando e tomando. A mão da Candela que segurava o prato tremia igual uma louca, mas não importava. Já nada importava às nove da noite… A gente ficou se beijando na boca as três, isso foi definitivamente inesquecível. Eram meia-noite da noite… Se vocês gostaram do meu relato, que por sinal é totalmente verdadeiro,
4 comentários - Lésbica com minha sobrinha e a amiga dela