Olá, queridos leitores do Poringa.netComo sempre, quero agradecer a todos pela boa vibração de sempre.
Bem-vindos a todos os meus novos seguidores.
Este é o último relato das minhas leitoras, espero que vocês gostem tanto quanto eu.
Depois continuo com mais relatos.
Como sempre, peço a vocês.
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Sem mais delongas, deixo vocês com a protagonista.Olá a todos.
Desde já quero agradecer ao meu amigo e mentor Maury-solo-yo.
Por me ajudar a contar minha história, com muitos nervos e com muitos gifs e fotos como eu queria.
Meu nome é Flor. Tenho 32 anos.
Cabelo castanho longo e olhos marrons. Desde muito nova fui magra, mas de bunda boa.
Por sorte, herdei a carinha de puta da minha mãe e seus peitões lindos.
Aqui deixo algumas fotos para me conhecerem um pouquinho.
Espero que gostem do meu relato e, se ler bons comentários, contarei mais.
Talvez eu me anime a escrever sozinha.
Minha história se chamaria:Mamãe me ensinou a ser puta.
Tudo começou quando meus pais se separaram.
Minha mãe era muito puta e desde pequena, vi suas qualidades para se aproveitar de cada cara que teve por perto.
Com seu corpo lindo e dotado. Ela gostava de foder e se divertir. Sem esforço algum.
Não só era uma mulher linda como também muito inteligente.
Que sempre explorou para seu benefício.
Não se deitava com ninguém que não soubesse que lhe daria ou conseguiria algo que ela queria.
Nunca misturava seu coração com seu benefício.
Quando achou que era melhor assentar a cabeça, conheceu meu pai.
Um cara trabalhador e bom que a tiraria da vida ruim.
Paliando com sua essência, fez tudo o possível para assentar a cabeça, mas como ela dizia:
Nem todas as mulheres podiam ser dona de casa, fiel ao marido e se acostumar a uma vida simples.
Ela queria mais, sentia falta de ser livre, andar de lá pra cá com suas amigas e ter tudo o que quisesse a seus pés.
Começou a traí-lo e fazer a puta de sempre.
Meu pai descobriu e tentou fazer tudo o possível para consertar as coisas. Ao ver que ela não mudava, um dia ele foi embora e não o vi mais.
Quando ele foi embora, eu tinha 12 anos.
Para ela foi um alívio voltar a viver essa vida que gostava.
Deixou bem claro que ela aproveitaria a vida e que eu nunca a julgasse.
Quando eu fosse grande, que fizesse o que quisesse.
Muitas vezes a surpreendi em casa com caras se beijando e sendo tocada por todos os lados.
Até a vi como um cara chupava seus peitos como se nada na sala.
Ao ser surpreendida, ela ficava brava e me mandava para o meu quarto até que ela me chamasse.
Óbvio que eu sabia o que ela fazia.
Me acostumei a ver caras pelados andando pela casa.
A escutar seus gemidos e não poder dizer nada.
Enquanto ela se aproveitava de cada homem que tinha por perto,
pouco a pouco fui conhecendo cada amante da minha mãe.
Tito, o mecânico, era uma visita frequente, era seu amigo com benefícios, estava deixando o... Carro como novo.
Ela estava satisfeita com o sexo e com um macho que fazia o que ela precisava.
O chefe dela, Carlos, também, um advogado muito prestigioso e casado. Não só pagava um bom salário e a buscava dia sim, dia não no trabalho.
Onde ele dava prazer e um extra por ela ser uma funcionária tão boa e se deixar foder sem problemas.
Como eu disse, ela era muito inteligente. Era amiga e confidente dele.
Ela sabia que ele precisava, que gostava do que a mulher dele não dava.
Não se interessava pelo cara nem pela família dele.
Só cuidar do emprego, tirar uma grana dele e aproveitar.
Não acreditava como minha mãe era tão puta.Até o José, o pedreiro, caiu na armadilha dela.
Ficou de namorico com ela por um tempo e deixava ela dar.
Ele trabalhava com um amigo de graça em casa, ela explorava e deixou a casa nova e linda.
Ela adorava que um macho comesse ela e quase trabalhasse de graça.
Quando terminou, inventou uma briga e largou ele.
Quando eu terminei com ele, ele justificou que era muito ciumento e possessivo. Kkkk que filha da puta. Ela era especialista em procurar homens que fizessem tudo o que ela pedia e pagar com o corpo. Muitos tinham a fantasia do amor dela, mas ela os via como descartáveis. Até o encanador pagava com sexo. Ela não ligava pra nada, só foder e ter caras que fizessem tudo por prazer.
Eu era testigo de tudo que ela fazia. Desobediente e curiosa, muitas vezes a espiei.
Aprendendo mais do que vendo um pornô.
Mami era muito descuidada e tinha uma coleção de brinquedos.
Ao alcance das minhas mãos, numa bolsa.
Enquanto ela transava, eu me tocava e, ao descobrir seus paus de látex,
comecei a imitá-la.
Aprendi a chupar.
Com uma mãe professora, sem saber, soube como fazer e brincar de ser como ela. Essas brincadeiras me excitavam muito e só me tocar não bastava.
Descobri o prazer por curiosidade, me desvirguei sozinha com os dedos e um dos brinquedos dela.
Isso me fez pensar como ela. Meu primeiro pau foi o de um professor para passar de ano.
Não foi difícil convencê-lo a ficar depois da aula para me ajudar a melhorar minhas notas com um bom oral.
Ele ficou maravilhado com meu conhecimento. Mas faltava um pouco mais para me aprovar completamente.Como minha mãe me deixou levar pensando nas minhas metas.
Beijei ele com paixão e deixei que ele pegasse.
Não demorou muito e assim passei em todas as matérias sem esforço e sem perder tempo lendo livros chatos.Não foi grande coisa pra mim. O velho foi rápido e o pau dele era pequeno.
Mas eu gostei. Como minha mãe, percebi que podia ter o que quisesse.
Usava meus amigos para sacar minha vontade de foder por dinheiro ou algo que eu queria.
Com o tempo, fiquei com vergonha e parei de fazer isso.
Decidi não ser como minha mãe e conheci o Marcelo.
Logo ele virou meu namorado e eu era fiel a ele.
Ele era dois anos mais velho que eu e trabalhava.
Minha mãe me disse para não ser boba. Que eu devia aproveitar a vida.
Que eu era nova demais para ter namorado.
Mas a verdade é que ela não gostava dele porque ele era trabalhador e pobre.
Mamãe continuava com sua vida descontrolada.
De vez em quando, organizava alguma festa.
Onde comiam e dançavam, se divertiam com seus amigos e amigas.
Que depois de beber e dançar faziam uns orgias terríveis.
Todos contra todas.
As orgias eram algo que compartilhavam com felicidade.
Claro que me mandava pra casa da minha tia. Mas só quando ela não tava.
Mandava eu me trancar no quarto.
As festas dela sempre eram uma bagunça.
Quando os vizinhos reclamavam do barulho,
Mamãe e as amigas recebiam os policiais e não tinham problema nenhum em explicar ou atender muito bem as reclamações deles.
Elas não respeitavam nada nem ninguém no frenesi sexual.
Em uma das orgias, enquanto todos estavam ocupados. German, de 49 anos, o melhor amigo da minha mãe.
Entrou no meu quarto onde eu dormia.
Sem fazer barulho, descobriu-me e ficou me olhando enquanto eu dormia de pijama.
Não resistiu à tentação e me acariciou, e eu não senti nada.
Bêbado e excitado, ficou me observando dormir, como sempre durmo de boca aberta, e ele viu sua chance.
Puxou o pau dele e passou nos meus lábios.
Não se contentou com isso.
Semiadormecida, ele me fazia chupar o pau dele.
Ele agarrou minha cabeça e ao sentir o pau dele na boca, acordei surpresa. Eu tentando pedir explicações enquanto o pau dele entrava e saía da minha boca.
Assustada e confusa, empurrei ele e quis sair do quarto, mas ele trancou a porta.
Pedi que fosse embora, enquanto ele se despia na minha frente.
O pau dele duro apontava para mim de forma ameaçadora.
Não conseguia parar de olhar.
Era um pau grande e grosso com as veias bem inchadas, nunca tinha visto um assim.
Não queria que aquilo entrasse em mim.
Assustada, tentei evitar.
Enquanto observava ele se masturbando e vindo na minha direção.
E ele disse assim:
Germán: Vamos, não seja má comigo.
Te vi muitas vezes espiando enquanto eu fodia sua mãe. E como você se tocava gostoso.
Sei que sempre quis que eu fizesse isso com você.
Flor: Não quero... Não sou como minha mãe.
Vista-se e vá embora antes que alguém chegue.
Não quero problemas com a mamãe.
Ele me agarrou pelo braço enquanto eu gritava que não queria e para me soltar.
Esperando que alguém ouvisse e me ajudasse.
Ele me colocou na cama e para que eu não me levantasse, deitou em cima de mim, me deixando imóvel.
Cobriu meus gritos com beijos.
Resisti o máximo que pude.
Começou a levantar meu pijama e enquanto tapava minha boca, chupou meus peitinhos.
Depois me colocou de quatro e chupou minha buceta e o cu como um louco.
Meus gritos para escapar estavam cheios de gemidos que não conseguia evitar.
Não queria, mas ao mesmo tempo gostava daquela chupada.
Quando minha buceta estava bem molhada.
Ele se posicionou atrás de mim e sem hesitar enfiou.
Doí e gritei com todas as minhas forças.
Chorando, pedi que parasse.
O pau dele era enorme e doía como nunca antes.
Mas ele não me ouvia e me comia sem parar.
Esperneava e gritava.
Flor: Filho da puta, chega... Ai, tá doendo, tira... Ai... Vou contar pra minha mãe.
Ai... para... Não quero... Ai...
Germán: Cala a boca, sua putinha... Ha... Ha...
Olha como você geme... Mmm...
Você gosta, é tão puta quanto sua mãe, Mmm... Mas mais gostosa...
Quer que eu conte pra sua mãe porque você não é mais virgem?...
Como meu amigo professor te aprovou em todas as matérias, putinha...
Para de fazer de sonsa...
Flor: Não, não conta nada... Ai...
Por favor, que seja nosso segredo, tá?
Velho de merda contou pro amigo dele.
Não tive outra opção a não ser aguentar e deixar ele me foder.
Quando relaxei, ficou mais fácil.
Até que do nada, um orgasmo ecoou no meu quarto.
Óbvio que não foi dele, foi meu.
Não esperava por isso, mas foi assim.
A sensação foi tão gostosa que busquei mais um.
Em outra posição, consegui.
Aproveitei até ele gozar.
Fiquei encharcada no gozo dele, exausta e com a buceta bem aberta. Com uma toalha úmida, ele me secou e deitou ao meu lado.
Não ouvi quando ele foi embora.
No dia seguinte, tomei banho e segui com a minha vida.
Minha mãe o viu saindo do meu quarto.
Ele contou a ela que esteve comigo e como eu era uma putinha.
Mas ela não me disse nada.
Eu nem sabia que minha mãe sabia tudo sobre mim.
Com meu namorado, a gente transava de vez em quando,
quando ele não estava trabalhando.
Eu me conformava com isso.
Até que um dia tudo mudou para mim.
Um dia, ao chegar da escola, ouvi os gemidos dela.
Me espreitei para ver quem seria a nova vítima dele e, de quebra, me masturbar um pouco.
A putinha estava de pernas abertas, enquanto meu namorado a comia.
Não acreditei. Comecei a gritar que nem uma louca. Fiz um escândalo terrível.
Marcelo tentou me explicar, o idiota, não entendia nada e levei uns tapas.
Ele se perguntava o que eu fazia naquela casa.
Expliquei que era minha casa e que a puta que ele estava comendo era minha mãe.
Ele se vestiu como pôde enquanto eu xingava ele.
Minha mãe contratou ele para pintar o quintal.
Que ele aceitou cobrar com sexo e me pediu desculpas.
Fechei a porta na cara dele e o expulsei da minha casa.
Sem entender nada, pedi explicações.
Estava furiosa. Mas ela chegou falando:
Mãe: Ai, minha filha... Não sabia que ele era seu namorado.
Além do mais, um cara gostoso se ofereceu, pintar todo o quintal por sexo.
Flor: Você não pode ser tão puta, mãe.
Você sabia que ele era.
Me dá nojo você ser assim.
Ela me deu um tapa que deixou minha cara ardendo.
Mãe: Olha o que fala, sua pirralha...
Eu não disse nada quando você passou de ano por transar com seu professor.
Nem falei nada quando meu melhor amigo dormiu com você.
Agora se acalma, porque você é tão puta quanto eu.
Não te julgo, já que você tem tudo o que quer do jeito que eu consigo.
Ela tinha razão e era uma hipocrisia da minha parte.
Já que eu era como ela.
Ela estava brava por eu ter transado com o amigo dela.
Germán não era só o melhor amigo dela.
Ela amava ele, mas por ser puta, eram só amigos com benefícios.
Mas isso ela me deixou sem namorado, só por raiva.
Pensei em pagar na mesma moeda.
Copiei a agenda dela com os amigos dela.
Quando estava na escola, mandava mensagem.
Germán não quis porque minha mãe não queria que ele chegasse perto de mim.
Seguir com o próximo.
Minha primeira vítima foi o chefe dela, Carlos.
Que ao mandar mensagens, logo me convidou para sair depois da escola.
Disse que sim, mas que obviamente queria dinheiro.
Ele perguntou quanto e na hora pedi mil pesos,
Era muito dinheiro na época.
Ele aceitou sem hesitar.
Claro, convidei ele para casa para ficarmos à vontade.
Como era horário de trabalho, minha mãe não estaria. Passei pelo meu colégio e no carro acertamos o preço e como seria.
Eu aproveitei para seduzi-lo um pouquinho.
Ao chegar, ele não quis perder tempo.
Ele me comia com os olhos enquanto eu o deixava entrar.
Ao fechar a porta, ele me beijou e me apalpou toda.
Eu o empurrei e disse: primeiro o dinheiro.
Ele tirou um maço do bolso, contou os mil e me entregou.
Segurando ele pelo braço, chegamos até a sala.
Ele me deitou no sofá e nem me deixou perguntar se queria ir pro quarto.
Ele tirou minha calcinha e, depois de abrir bem minhas pernas, me chupou com desespero.
A boca e a língua dele eram uma maravilha, me faziam gemer com força. Quanto mais eu gemia e gritava, mais ele me chupava.
Ele me manteve assim por um bom tempo e me roubou dois orgasmos deliciosos que encheram a boca dele dos meus fluidos.
"Quero te comer, gata", ele disse, e como eu estava, ele enfiou.
O pau dele era normal e agradável, um bom pau maduro que se movia com experiência e muita vontade.
Tive um orgasmo intenso enquanto ele me comia com força.
Ele me comeu por um bom tempo. Enquanto eu lhe dava meus melhores orgasmos.
De repente, o telefone tocou.
Carlos: Que coincidência, sua mãe.
Sempre tão oportuna, te incomoda? Tenho que atender.
Chupa enquanto eu falo, se tirar a pica, fode mais.
Isso me deu muito tesão.
Eu estava chupando o pau do meu chefe enquanto ele falava.
Ele ficava falando de arquivos e papéis enquanto eu me afogava no pau dele. Acho que ela ouvia meus engasgos de viciada.
Mas o melhor foi quando ele falou entrecortado enquanto enchia minha boca de porra.
Consegui engolir um pouco, mas não tudo, fazendo uma bagunça no sofá.
Por fazer ele gozar assim, ele me deu mais 500.
Ele saiu rapidinho pra voltar ao trabalho.
Enquanto eu contava minha grana, pensando no que ia gastar.
Assim fui transando com todos os amigos dele.
Um por um me dando presentes caros, os amigos dele não hesitavam em me dar o que eu pedia por sexo.
Eu me sentia incrível enquanto eles me comiam, e quando eu gemia, eles ficavam ainda mais brutos e me colocavam em várias posições. Minha mãe achava camisinhas usadas no banheiro e no lixo.
Mas ela não podia falar nada, porque fazia a mesma coisa.
Até que um dia ela me pegou.
Nua, me despedindo de um dos amigos dela.
Ela não ficou surpresa, só muito puta da vida.
Flor: Desculpa, mami, não te escuchamos chegar. Como foi...
Mamãe: Filha, quer que eu não perceba o que você faz?
Que meus amigos não me contam?
Pelo menos você está se cuidando, boba.
Flor: Óbvio, mami, mas não me importo, não tenho namorado, lembra por quê?
Além do mais, seus amigos são muito generosos.
Mamãe: Foi o melhor que te aconteceu não ter aquele namorado.
Pelo menos você tem tudo o que quer.
Mas se é o que você quer, tudo bem.
Depois de uma passada pela ginecologista.
Começamos a compartilhar mais que a casa.
Viramos comparsas e livres para fazer o que queríamos.
Entrou na gente um tesão que virou fantasia e depois realidade.
Óbvio, por bons presentes ou grana.
Adorávamos brincar entre nós para os convidados da nossa cama.
Amávamos ver os caras desesperados esperando a vez deles.
Unidas como boas mamãe e filha. Sem pudor, compartilhamos tudo. Desde uma boa pica.
até de gemir de prazer enquanto éramos comidas de qualquer jeito.
Os homens ficavam loucos por nós e a cada dia a gente ficava mais puta. Por como revezávamos.
Por sermos mãe e filha e nosso gosto por porra.
passar a porra pra gente e engolir era uma delícia. os amigos deles adoravam a gente enquanto a gente se divertia.
fazer troca de casal era uma coisa que a gente amava.
mas sempre juntas e inseparáveis. Aproveitando aquele amor que a gente se dava e que nos davam.
Fui tão puta quanto minha mãe.
Agradeço por tudo que vivi com ela.
Me formei médica, não tenho necessidades, mas às vezes peço coisas pra me sentir puta como antes.
Sou casada e meu marido é tão corno quanto foi meu pai.
----------FIM----------
Pd: Bom galera, esse é o último dos relatos das minhas leitoras. Obrigado a todos que curtiram e vamos ver se continuamos com mais.
Tudo depende de vocês...
Para continuar melhorando, não esqueçam de comentar...
Desde já, muito obrigado.
Até a próxima.
Maury-solo-yo.

5 comentários - Confesiones de mis lectoras 11. Flor
lo que pasa poco comentarios pero gracias por comentar.
gracias por comentar.