Minha tara continuava, e mesmo sabendo que coisas tinham rolado entre ela e ele, comecei a puxar o assunto no calor do momento, dizendo que me arrependia de ter chamado ele, que queria que ele voltasse. Vendo como ela ficava, fui aumentando e começamos a fantasiar pesado com ele. No calor, quando comecei a perguntar se ela queria dar pra ele, ela falava: "cê tá brincando com fogo com ele". Mesmo ela me avisando de certo jeito, continuei insistindo, e ela repetia: "se rolar algo com ele, foi você quem quis" e coisas assim. Eu, só de ver ela excitada, falava e perguntava se ela queria pegar ele, e ela dizia que sim. Com o tempo, sempre que dava, no calor, eu fazia ela admitir que queria transar com ele. O sexo era maravilhoso porque ela ficava toda molhada. Depois, no frio, ou quando terminávamos, ela dizia que era só fantasia, e ela confirmava.
A pandemia estava acabando e começaram a liberar mais saídas pra baladas. O contato por mensagem e WhatsApp entre eles aumentou, mas nem se comparava ao de antes, e eles não se procuravam nem se falavam tanto. Eu perguntava, e ela dizia: "ele é só meu amigo, nada mais, não viaja". Chegou um dia em que ela ia sair com uma amiga e um "amigo" dessa amiga. Enquanto ela se arrumava, ele mandou mensagem, e ela me mostrou, dizendo: "pra depois você não achar que é uma coisa e é outra. Eu tinha chamado ele pra ir, ele não podia, e agora mandou isso". Ele perguntou como ela estava e no final, pra onde iam. Ela respondeu e me perguntou: "te incomoda?". Eu disse que não, desde que ela me contasse e mostrasse, tudo bem. No final, ela chegou umas 2 e pouco da manhã, eu esperava acordado, ansioso e excitado. Quando ela chegou, a primeira coisa que fiz foi perguntar se ele tinha ido. Ela respondeu: "hm, sei lá". Falei: "fala logo". Ela disse: "cê se tocou muito pensando nisso, né?". Falei: "um pouco, mas me conta, foi?". Ela respondeu: "se ele tivesse ido, eu não estaria aqui agora". E aí minha tara ganhou de novo. Comecei a perguntar se ela teria ido com ele, se queria dar pra ele, e obviamente ela disse sim pra tudo. Gozamos como nunca. De manhã, olhei o celular dela e, por volta das... 1 mandou mensagem perguntando onde ele tava e ele nunca respondeu. Quando eu vi aquilo, perguntei pra ela e ela disse que tava entediada e por isso mandou mensagem, que não era nada. E aí tivemos uma conversa onde ela me disse que não queria mais fantasiar com aquilo, que era horrível. Eu reclamei que ela me dizia isso e mandava mensagem pra ele, dando sinais errados. Ela disse: "Não sou hipócrita, me excita fantasiar e por isso eu tava te seguindo o jogo, mas não quero mais. Desculpa, mas não consigo realizar sua fantasia. Não sei separar sexo de amor." Aí foi praticamente a última vez que a gente fantasiou tão diretamente com ele. E eu percebi que ela tinha decidido cortar a fantasia. Percebi que foi porque ela se tocou que, se ele tivesse ido, teria acabado tudo, porque tinha sentimentos entre eles e não ia ser só sexo, ia rolar amor com ele. Por sorte, a sensatez falou mais alto nela, mas de tanto insistir, tinha pegado o bichinho de saber como seria estar com outra pessoa. Mesmo que com esse cara não tenha rolado nada, ele foi em parte a razão pra rolar algo com outro. Depois disso, passou um tempo, e eu não insisti mais com ele, porque por mais que ela dissesse que não, eu sabia que tinha algo. Mas na hora H, eu percebia que ela às vezes tentava puxar o assunto de fantasiar, não com ninguém específico, mas pedia pra eu falar alguma coisa. E aí eu meio que comecei de novo com a ideia e vi que tinha um colega do setor onde ela trabalhava que era muito brincalhão. Um dia em casa, vi que eles tavam conversando no WhatsApp porque ele tinha um filho pequeno e ela ia passar umas roupas dos nossos que já estavam grandes, e notei que ele meio que tava dando em cima. E eu falei: "Opa, e esse aí tá te cantando?" Ela disse: "Não é nada, ele é brincalhão comigo e também com o grupo, porque a gente tem intimidade. A Lúcia, a veterana, também brinca assim." Passou umas semanas e de novo ele fez alguma piada, e eu falei de novo: "Esse aí tá te cantando, deve brincar com todas, mas contigo é diferente." Aí acho que ela abriu mais os olhos e começou a perceber, e na hora H... Uma vez eu perguntei se ela gostava de mim e ela disse não, mas eu curto essa zoeira. Falei: "Ué, não era que você não queria mais fantasiar?" Aí ela respondeu: "Pois é, depois de tantos anos insistindo, vendo e lendo que você queria ser cuck, me deu uma curiosidade danada." Aí a gente transou e se divertiu pra caralho. Até que chegou a festa do trabalho, ela foi super gostosa com um vestido curto. Normalmente nas festas ela dança muito bem, então acaba sendo o centro das atenções. Ela foi e eu fiquei esperando, excitado e ansioso, porque mesmo imaginando que não ia rolar nada, a atitude dela tava diferente. Ela tava mais segura, ou sei lá como descrever, mas algo tava diferente. Ela chegou perto das 4 da manhã, meio bêbada e com muito tesão. Eu perguntei: "Por que você veio tão excitada?" Ela disse: "Tava morrendo de vontade de chegar pra transar com você." Perguntei: "Você dançou com alguém?" Ela respondeu: "Simmm!" E eu: "Com quem?" Ela disse: "Dancei um 2 e 1 com o Marcos" (que era um colega novo, e 2 e 1 é uma dança daqui que é bem colada). Aí eu falei: "E você gostou de dançar? Ele te falou alguma coisa?" Ela disse: "Sabe que eu adoro dançar, mas ele não falou nada. O que ele ia me dizer?" E eu: "E o que mais aconteceu?" Ela respondeu: "Enlouqueci um cara que tava jurando que eu ia embora com ele." Perguntei: "E por que você não foi? Me conta o que rolou." Ela disse: "Não, era um moleque." E contou que a festa tava terminando, só tinha um grupinho onde o cara tava dançando. Ele olhava pra ela, olhava. Aí num momento apagaram a música e todo mundo sentou no palco, ele foi e sentou do lado. Tavam todos zoando pra continuar a farra na casa de alguém, e ele olhava pra ela e falava: "Vamos, bora." Ela perguntou: "Quantos anos você tem?" Ele falou a idade. E ela disse: "Não, você é um moleque." Ele respondeu: "O que isso tem a ver? Vamos dançar e continuar em outro lugar." E ela falou: "Eu vou, mas pra minha casa." Depois de me contar isso, eu tava de pau duro pra caralho e falei: "Com certeza ele tá batendo uma pensando em você." Ela disse: "Não, esse aí foi com outra." Aquela noite foi incrível e a gente gozou muito, ela também. Tava muito tesuda, a tanga dela tava encharcada, disse que foi porque jogaram cerveja nela. Eu sabia que não era só isso, mas no dia seguinte a gente teve uma conversa pesada porque eu percebi de novo que ela tinha trocado mensagem com o ex e apagou tudo. E a partir dessa conversa, a gente esclareceu as coisas.
A pandemia estava acabando e começaram a liberar mais saídas pra baladas. O contato por mensagem e WhatsApp entre eles aumentou, mas nem se comparava ao de antes, e eles não se procuravam nem se falavam tanto. Eu perguntava, e ela dizia: "ele é só meu amigo, nada mais, não viaja". Chegou um dia em que ela ia sair com uma amiga e um "amigo" dessa amiga. Enquanto ela se arrumava, ele mandou mensagem, e ela me mostrou, dizendo: "pra depois você não achar que é uma coisa e é outra. Eu tinha chamado ele pra ir, ele não podia, e agora mandou isso". Ele perguntou como ela estava e no final, pra onde iam. Ela respondeu e me perguntou: "te incomoda?". Eu disse que não, desde que ela me contasse e mostrasse, tudo bem. No final, ela chegou umas 2 e pouco da manhã, eu esperava acordado, ansioso e excitado. Quando ela chegou, a primeira coisa que fiz foi perguntar se ele tinha ido. Ela respondeu: "hm, sei lá". Falei: "fala logo". Ela disse: "cê se tocou muito pensando nisso, né?". Falei: "um pouco, mas me conta, foi?". Ela respondeu: "se ele tivesse ido, eu não estaria aqui agora". E aí minha tara ganhou de novo. Comecei a perguntar se ela teria ido com ele, se queria dar pra ele, e obviamente ela disse sim pra tudo. Gozamos como nunca. De manhã, olhei o celular dela e, por volta das... 1 mandou mensagem perguntando onde ele tava e ele nunca respondeu. Quando eu vi aquilo, perguntei pra ela e ela disse que tava entediada e por isso mandou mensagem, que não era nada. E aí tivemos uma conversa onde ela me disse que não queria mais fantasiar com aquilo, que era horrível. Eu reclamei que ela me dizia isso e mandava mensagem pra ele, dando sinais errados. Ela disse: "Não sou hipócrita, me excita fantasiar e por isso eu tava te seguindo o jogo, mas não quero mais. Desculpa, mas não consigo realizar sua fantasia. Não sei separar sexo de amor." Aí foi praticamente a última vez que a gente fantasiou tão diretamente com ele. E eu percebi que ela tinha decidido cortar a fantasia. Percebi que foi porque ela se tocou que, se ele tivesse ido, teria acabado tudo, porque tinha sentimentos entre eles e não ia ser só sexo, ia rolar amor com ele. Por sorte, a sensatez falou mais alto nela, mas de tanto insistir, tinha pegado o bichinho de saber como seria estar com outra pessoa. Mesmo que com esse cara não tenha rolado nada, ele foi em parte a razão pra rolar algo com outro. Depois disso, passou um tempo, e eu não insisti mais com ele, porque por mais que ela dissesse que não, eu sabia que tinha algo. Mas na hora H, eu percebia que ela às vezes tentava puxar o assunto de fantasiar, não com ninguém específico, mas pedia pra eu falar alguma coisa. E aí eu meio que comecei de novo com a ideia e vi que tinha um colega do setor onde ela trabalhava que era muito brincalhão. Um dia em casa, vi que eles tavam conversando no WhatsApp porque ele tinha um filho pequeno e ela ia passar umas roupas dos nossos que já estavam grandes, e notei que ele meio que tava dando em cima. E eu falei: "Opa, e esse aí tá te cantando?" Ela disse: "Não é nada, ele é brincalhão comigo e também com o grupo, porque a gente tem intimidade. A Lúcia, a veterana, também brinca assim." Passou umas semanas e de novo ele fez alguma piada, e eu falei de novo: "Esse aí tá te cantando, deve brincar com todas, mas contigo é diferente." Aí acho que ela abriu mais os olhos e começou a perceber, e na hora H... Uma vez eu perguntei se ela gostava de mim e ela disse não, mas eu curto essa zoeira. Falei: "Ué, não era que você não queria mais fantasiar?" Aí ela respondeu: "Pois é, depois de tantos anos insistindo, vendo e lendo que você queria ser cuck, me deu uma curiosidade danada." Aí a gente transou e se divertiu pra caralho. Até que chegou a festa do trabalho, ela foi super gostosa com um vestido curto. Normalmente nas festas ela dança muito bem, então acaba sendo o centro das atenções. Ela foi e eu fiquei esperando, excitado e ansioso, porque mesmo imaginando que não ia rolar nada, a atitude dela tava diferente. Ela tava mais segura, ou sei lá como descrever, mas algo tava diferente. Ela chegou perto das 4 da manhã, meio bêbada e com muito tesão. Eu perguntei: "Por que você veio tão excitada?" Ela disse: "Tava morrendo de vontade de chegar pra transar com você." Perguntei: "Você dançou com alguém?" Ela respondeu: "Simmm!" E eu: "Com quem?" Ela disse: "Dancei um 2 e 1 com o Marcos" (que era um colega novo, e 2 e 1 é uma dança daqui que é bem colada). Aí eu falei: "E você gostou de dançar? Ele te falou alguma coisa?" Ela disse: "Sabe que eu adoro dançar, mas ele não falou nada. O que ele ia me dizer?" E eu: "E o que mais aconteceu?" Ela respondeu: "Enlouqueci um cara que tava jurando que eu ia embora com ele." Perguntei: "E por que você não foi? Me conta o que rolou." Ela disse: "Não, era um moleque." E contou que a festa tava terminando, só tinha um grupinho onde o cara tava dançando. Ele olhava pra ela, olhava. Aí num momento apagaram a música e todo mundo sentou no palco, ele foi e sentou do lado. Tavam todos zoando pra continuar a farra na casa de alguém, e ele olhava pra ela e falava: "Vamos, bora." Ela perguntou: "Quantos anos você tem?" Ele falou a idade. E ela disse: "Não, você é um moleque." Ele respondeu: "O que isso tem a ver? Vamos dançar e continuar em outro lugar." E ela falou: "Eu vou, mas pra minha casa." Depois de me contar isso, eu tava de pau duro pra caralho e falei: "Com certeza ele tá batendo uma pensando em você." Ela disse: "Não, esse aí foi com outra." Aquela noite foi incrível e a gente gozou muito, ela também. Tava muito tesuda, a tanga dela tava encharcada, disse que foi porque jogaram cerveja nela. Eu sabia que não era só isso, mas no dia seguinte a gente teve uma conversa pesada porque eu percebi de novo que ela tinha trocado mensagem com o ex e apagou tudo. E a partir dessa conversa, a gente esclareceu as coisas.
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