146/1📑O Amigo do Meu Filho - Parte 1

146/1📑O Amigo do Meu Filho - Parte 1A casa dos RamĂ­rez tinha aquele cheiro de famĂ­lia, de mĂłveis de madeira bem cuidados e perfumes caros. Diego, de 19 anos, nĂŁo acreditava que seu melhor amigo, Leo, tivesse uma mĂŁe daquelas. Desde que se entendia por gente, a dona Carolina o deixava desconcertado. Alta, com curvas que desafiavam a lĂłgica, sempre bem arrumada, unhas perfeitas, lĂĄbios delineados, decotes generosos e um olhar que parecia enxergar alĂ©m do que a gente dizia.

Naquela noite, Leo o convidou pra dormir na casa dele. Pijamada de sexta, filmes, videogame e pizza. Nada de novo.

— Lembra de Invocação do Mal? Naquela vez vocĂȘ quase mijou — disse Leo rindo enquanto arrumavam os sofĂĄs.

— Mentira, foi vocĂȘ que gritou que nem mocinha — respondeu Diego, disfarçando o nervosismo. NĂŁo pelo filme, mas pelo simples fato de estar ali... perto dela.

Carolina desceu as escadas com um robe de cetim azul justo, cabelo solto e låbios vermelhos. Vinha descalça, como quem não quer atrapalhar, mas cada passo era uma declaração de presença.

— Vão ver filme de terror de novo? — perguntou, se apoiando no batente da porta.

— Sim, mãe — respondeu Leo sem dar muita atenção.

Diego, por outro lado, nĂŁo conseguia tirar os olhos dela. O robe deixava entrever demais. O decote parecia um convite pro pecado.

— Quer beber alguma coisa? — ela perguntou diretamente pra Diego.

— Eu...? Ah... não, obrigado, senhora.

— Carolina, me chama de Carolina. Me faz sentir velha esse negócio de "senhora".

Ele concordou, engolindo seco. Se sentia observado, medido... caçado.

Horas depois, quando Leo apagou no sofĂĄ com o controle na mĂŁo, Diego foi ao banheiro. Passou pelo corredor em silĂȘncio, mas na volta, ouviu um clique suave. Era a porta do quarto principal.

E uma voz baixa, insinuante:

— Diego... vem aqui um segundo, por favor.

Ele congelou.

— Carolina?

— Sim... não faz barulho. É só um segundo.

A porta se abriu de leve. LĂĄ dentro, luzes fracas, o perfume dela, e a figura deitada na cama. Ainda com o jaleco azul, mas com uma abertura que deixava ver parte da coxa dela. — SĂł queria te agradecer por ser tĂŁo bom amigo do Leo — falou com voz lenta. — Mas tambĂ©m queria te perguntar uma coisa
 Ele se aproximou, sem saber se estava sonhando. — Tem alguma coisa comigo? Ou tĂŽ imaginando? Diego nĂŁo conseguia mentir. — Sim
 tem coisa. Desde sempre. Ela sorriu, saboreando a confissĂŁo. — Desconfiava. E sabe o quĂȘ? Eu tambĂ©m sinto algo por vocĂȘ. Mas isso Ă© segredo. Um jogo perigoso
 sĂł pra corajosos. Ela se levantou devagar, deixou o jaleco cair no chĂŁo, e ficou completamente nua na frente dele. — Topa, Diego? Ele assentiu, com o coração quase explodindo. Ela se aproximou, passou a mĂŁo por cima da calça dele, e sentiu a ereção pulsando. — Hummm
 jĂĄ tĂĄ pronto — murmurou, abaixando a calça dele sem pressa. Ajoelhou na frente dele, pegou o pau dele com as duas mĂŁos e começou a beijar, lamber, adorar como se fosse um tesouro proibido. Diego tremia. Nunca tinha sentido nada igual. Nem nos sonhos. Carolina colocou na boca com cuidado no começo, e depois com uma paixĂŁo avassaladora, como se estivesse imaginando aquele momento hĂĄ meses. — NĂŁo aguento mais — ele disse, com voz abafada. — Ainda nĂŁo — ordenou ela, levantando e subindo na cama. — Quero que termine dentro de mim. Ela abriu as pernas. Guiou ele com o olhar, e quando Diego ficou por cima, ela ajudou ele a entrar na buceta devagar. O calor dela envolveu ele, fez ele gemer, levou ele ao limite. Se moveram devagar no começo, com os corpos colados, suados, se desejando como se fosse a Ășnica coisa no mundo. E quando ela sentiu ele gozar, apertou ele com força. — Me dĂĄ tudo, Diego. Tudo. É nosso segredo. E ele deu. Inteiro. Como um presente. Como uma porra de uma condenação.vadiaO sol entrava pelas cortinas do quarto onde Diego e Leo tinham dormido. O corpo de Diego ainda tremia com os ecos do que tinha vivido. Sua respiração era diferente. Seu olhar, tambĂ©m. Nada seria igual depois do que aconteceu com Carolina. Leo roncava, profundamente dormido, largado no sofĂĄ como se nĂŁo desconfiasse de nada. Diego se levantou devagar, foi ao banheiro, lavou o rosto, se olhou no espelho. NĂŁo conseguia apagar a imagem: Carolina de joelhos, beijando ele, montando nele, gemendo. EntĂŁo ouviu a voz dela vindo da cozinha: — Diego, jĂĄ acordou? Ele vestiu o mĂ­nimo para nĂŁo parecer nervoso e foi atĂ© lĂĄ. Ela estava de costas, com um roupĂŁo novo — branco, acetinado, ainda mais curto — e o cabelo preso num coque solto. Preparava cafĂ© com movimentos lentos, sensuais, como se cada passo fizesse parte de um plano. — Leo saiu pra comprar umas coisas pro cafĂ© da manhĂŁ — disse ela, virando-se com duas xĂ­caras na mĂŁo —. Vai demorar um pouco. Queria aproveitar pra conversar com vocĂȘ... a sĂłs. Diego engoliu seco. Sentou. Pegou a xĂ­cara que ela oferecia. Olhou pra ela. O roupĂŁo estava entreaberto, sem sutiĂŁ. SĂł alguns centĂ­metros de pano separavam os peitos dela do mundo. — Noite passada nĂŁo consegui dormir — disse ela sem rodeios — nĂŁo paro de pensar em vocĂȘ. Em como vocĂȘ me beijou, em como vocĂȘ se sentia dentro de mim... No seu corpo tĂŁo jovem. Naquilo tĂŁo firme que vocĂȘ tem... Ele olhava pra ela de boca aberta, sem saber o que dizer. — NĂŁo se assusta, Diego — continuou ela, sentando devagar na cadeira da frente —. NĂŁo sou louca. SĂł... nĂŁo consigo evitar. VocĂȘ me atrai demais. TĂŽ obcecada pela sua pica. NĂŁo dĂĄ pra negar. Pegou a mĂŁo dele. Levou atĂ© o peito esquerdo, que batia forte. — Sente isso... Ă© culpa sua. Sua juventude... seu cheiro... esse pau duro que me enlouquece... Diego jĂĄ nĂŁo conseguia esconder a ereção. Ela viu. Desejou ele ainda mais. — Falei pro Leo demorar. Quero te usar — murmurou, levantando-se e deixando o roupĂŁo cair por completo. Caiu ao chĂŁo como uma flor rendida. Ela se ajoelhou na frente dele, igual na noite anterior, e puxou a calça dele pra baixo. O sorriso dela cresceu quando viu ele do mesmo jeito, duro, cheio de vontade. —Isso agora Ă© meu
 sabia disso? Começou a lamber a rola dele, devagar, olhando pra cima, como se adorasse cada centĂ­metro. Os lĂĄbios dela envolveram ele, a lĂ­ngua brincando como se fosse a Ășltima vez. Diego gemia baixinho, mordendo os lĂĄbios, se sentindo o cara mais sortudo do universo. —Ainda tĂŽ com fome de vocĂȘ — ela disse, se levantando e montando nele, sem roupa, sem demora. Sentou na ereção dele, guiando pra dentro da buceta dela com um suspiro fundo, quase animal. —Era disso que eu precisava
 — ela ofegou, rebolando em cima dele —. É isso que me vicia. Ele segurou a cintura dela, marcando o ritmo. Via ela quicando em cima dele, os peitos balançando a cada investida, ele chupava eles. Ela gemia como se nĂŁo tivesse freio. Suavam, se devoravam com o olhar, sabendo que a qualquer momento Leo podia voltar. Mas isso sĂł deixava tudo mais intenso. —Goza dentro de mim — ela sussurrou, cravando as unhas nas costas dele —. Quero sentir vocĂȘ me enchendo
 de novo. E ele deu. Fundo. Violento. IncontrolĂĄvel. Ela abraçou ele, ofegante, ainda montada. —Isso nĂŁo vai parar, Diego. TĂŽ te avisando. Eu quero vocĂȘ cada vez mais. E vou te ter
 sempre que puder.vadiaDesde aquela manhĂŁ na cozinha, Diego nĂŁo parava de pensar na Carolina. E Carolina nĂŁo dava sossego pra ele. NĂŁo passavam nem duas horas sem que ela mandasse mensagem, sem deixar um ĂĄudio cheio de tesĂŁo
 ou uma foto.

Primeiro foram selfies provocantes: de roupĂŁo, de lingerie, mordendo o lĂĄbio na frente do espelho. Depois subiu o nĂ­vel: mandou uma pelada, deitada na cama, pernas abertas, os dedos entre as coxas molhadas. Outra na frente do espelho do banheiro, onde dava pra ver que tinha acabado de sair do chuveiro: cabelo molhado, bicos duros, corpo brilhando.

— TĂĄ pensando em mim? — escreveu embaixo — Porque eu tĂŽ pensando em vocĂȘ
 o tempo todo.

Uma tarde, sem rodeios, pediu:

— Manda uma foto do seu. Quero ver ele duro. Quero que ele fique de pĂ© pra mim.

Diego hesitou uns segundos, mas o corpo falou mais alto. Se trancou no banheiro, baixou a calça, se excitou lembrando dos gemidos dela, e quando o pau ficou firme e duro igual pedra, mandou a foto.

Ela respondeu na hora:

— Nossa
 tî me molhando toda olhando isso. Quero ele na minha boca. Agora.

Naquela mesma semana, num sĂĄbado de manhĂŁ, Diego recebeu uma mensagem inesperada:

Carolina: Diego, cĂȘ pode vir aqui em casa? O LĂ©o falou que precisa falar com vocĂȘ um minuto. TĂĄ no quarto dele.

Diego não pensou duas vezes. Se vestiu råpido, atravessou a rua e apertou a campainha. Ela abriu com um sorriso safado e um roupão vermelho que não deixava muita coisa pra imaginação.

— CadĂȘ o LĂ©o? — perguntou, meio confuso.

— Não tá — disse ela, fechando a porta atrás dele — Viajou com o pai. Só volta amanhã à noite.

— E entĂŁo por que vocĂȘ disse que ele queria me ver?

Carolina encarou ele. Deu um passo pra frente, colando o corpo quente no dele.

— Porque sabia que se eu falasse a verdade, vocĂȘ nĂŁo vinha. E hoje
 eu quero o dia inteiro sĂł pra mim.

Beijou ele antes que ele pudesse falar qualquer coisa. Um beijo profundo, cheio de língua, tesão, fome. Empurrou ele contra a parede da sala, enfiou a mão dentro da calça dele e sorriu ao sentir que jå tava duro. endurecido.
—Mmm, sentia falta disso —murmurou baixinho—. Hoje nĂŁo precisamos ter pressa, bebĂȘ. Hoje posso te saborear sem ninguĂ©m nos atrapalhar.

Ele a levou pela mão até o quarto. Livrou-se do roupão e sentou na cama, completamente nua, abrindo as pernas como um convite irresistível.

—Quero que vocĂȘ me olhe enquanto eu me toco —disse, e começou a se acariciar devagar na frente dele—. Quero que saiba que sou sua, completamente. E que nĂŁo passa um dia sem eu me masturbar pensando em vocĂȘ.

Diego tirou a roupa enquanto a observava. O pau dele pulsava ao ver aquela cena: Carolina gemendo, se tocando nos peitos e na buceta molhada, com o olhar fixo nele.

—Vem —ordenou, quase ofegante—. Quero sua língua. Agora.

Ele se ajoelhou na frente da cama e afundou o rosto entre as coxas dela. Ela gemeu alto, enlouquecida. Agarrou o cabelo dele, se movia contra a boca dele, tremia.

—Isso
 assim! Assim que eu adoro! Sua lĂ­ngua Ă© viciante, Diego
!

Quando nĂŁo aguentou mais, empurrou ele na cama e montou nele como uma fera. Cavalgou com força, com luxĂșria. Arranhou, mordeu, beijou com fĂșria.

—VocĂȘ nĂŁo faz ideia do que faz comigo —sussurrou entre ofegos—. TĂŽ doida por vocĂȘ. VocĂȘ Ă© meu vĂ­cio. Meu garoto. Meu pecado.

Beijou ele, virou e ficou de quatro na cama.

—VocĂȘ aguenta mais? —disse, com um sorriso atrevido.

Diego nĂŁo respondeu. Se posicionou atrĂĄs, segurou a cintura dela e a penetrou de novo. Mais fundo. Mais selvagem. Ela gritava, o corpo tremia, e ele sentia que podia enlouquecer de prazer.

—Isso, Diego! Me dá tudo! Goza dentro, me enche
!

E foi o que ele fez. Sem pensar. Sem parar. Agarrado nos quadris dela, derramando-se dentro enquanto os dois se derretiam de prazer.

Quando tudo acabou, ela se deitou ao lado dele, beijando o peito dele, acariciando o pau agora mole, ainda molhado.

—Isso nĂŁo tem volta —disse no ouvido dele—. E nĂŁo tĂŽ nem aĂ­. Quero vocĂȘ sĂł pra mim. E vou te ter sempre que eu quiser.milfDomingo ao meio-dia, Carolina preparou um almoço em famĂ­lia. Nada fora do comum: frango assado com batatas, arroz com queijo e limonada gelada. Leo tinha voltado da viagem com o pai e convidado Diego para comer com eles, como sempre.

Diego chegou meio nervoso. Era a primeira vez que via Carolina de novo com o filho presente desde aquele såbado quente em que se rolaram que nem bichos na cama. Mas ela se mostrou serena, natural, até provocante dentro do que era permitido: vestia uma blusa justa que deixava as curvas à mostra, sem exagerar, mas com aquela malícia que ele jå conhecia bem.

Durante o almoço, a conversa fluĂ­a sem grandes sustos. Risadas, histĂłrias da viagem, fofocas do bairro
 atĂ© que Leo, sem perceber o estrago que ia causar, soltou:

— Ah, ia esquecendo, Diego
 a caixa nova do mercado mandou lembranças — disse enquanto mastigava. — Me perguntou se vocĂȘ era meu amigo, falei que sim, e me deu o nĂșmero dela. Disse pra passar pra vocĂȘ se quisesse falar com ela.

SilĂȘncio.

Diego sentiu o garfo congelar no ar. Levantou o olhar e deu de cara com os olhos de Carolina. Ela tinha sorrido
 mas não com os olhos. Era um sorriso seco. Frio. Falso.

— A caixa do mercado? — disse ela em voz baixa, enquanto bebia a limonada devagar. — E desde quando vocĂȘ Ă© tĂŁo popular assim, Diego?

— Sei lá — respondeu ele, nervoso. — Mal cumprimentei ela uma vez


Leo deu de ombros.

— A mina Ă© gostosa — completou com toda inocĂȘncia. — Muito bonita. Com certeza vocĂȘ interessou ela.

Diego quis sumir debaixo da mesa.

Carolina se levantou com a desculpa de pegar mais gelo, mas o olhar dela jĂĄ tinha dito tudo. Ele tentou nĂŁo olhar demais pelo resto do almoço, mas a tensĂŁo tava no ar. Aquela mulher que horas antes tinha dito “vocĂȘ Ă© sĂł meu” agora ardia por dentro, e nĂŁo de tesĂŁo, nĂŁo.

Quando Leo subiu pro quarto, Carolina aproveitou pra se aproximar enquanto Diego lavava a louça.

— EntĂŁo a caixa do mercado, hein? — sussurrou. No ouvido dele, apertando-se contra as costas dele—. TĂĄ afim de experimentar algo diferente? —NĂŁo Ă© o que vocĂȘ tĂĄ pensando
 —NĂŁo me importa o que vocĂȘ pensa —ela o interrompeu—. Me incomoda o que eu sinto. CiĂșmes. Raiva. CĂȘ acha que alguma dessas menininhas vai te dar o que eu fuck you? Enfiou a mĂŁo na calça dele, sem cerimĂŽnia, tocando ele com firmeza. —Nenhuma vai te chupar a cock igual eu faço. Nenhuma vai abrir as pernas pra vocĂȘ como eu. E se quiser conferir
 vai em frente. Mas te aviso uma coisa, bebĂȘ: nĂŁo gosto de dividir meus brinquedos. Diego se virou e beijou ela. Com fome. Com urgĂȘncia. Na cozinha. À vista de qualquer um, se alguĂ©m descesse. Mas nĂŁo ligaram. Carolina pegou ele pela mĂŁo e levou pro lavanderia. LĂĄ, abaixou a calça dele e se ajoelhou sem perder tempo. —Vou te lembrar por que sou sua obsessĂŁo —disse com um sorriso safado antes de enfiar ele inteiro na boca. A tesĂŁo do risco, de serem pegos, daquele ato tĂŁo desesperado e possessivo, fez Diego nĂŁo aguentar muito. Gozou na boca dela enquanto ela olhava ele com olhos brilhantes, devorando ele como se fosse a Ășnica coisa que importasse. —E agora —sussurrou, se lambendo—, que a caixinha do mercado tente superar isso. Carolina empurrou o carrinho de compras com uma mĂŁo, enquanto com a outra tentava olhar a lista no celular. Era domingo Ă  tarde, o supermercado nĂŁo tava tĂŁo cheio, mas o que desconcentrou ela nĂŁo foi a quantidade de gente nem os produtos em promoção
 mas uma gargalhada. A risada dela. Levantou a vista. E lĂĄ estava ele. Diego, encostado no balcĂŁo dos caixas rĂĄpidos, rindo com a jovem caixa de sorriso fĂĄcil e decote generoso. A mina roçava o braço dele com falsa timidez. Ele parecia encantado. Carolina parou a poucos metros. Observou a cena como se tivessem jogado ĂĄcido nas veias dela. NĂŁo ouviu o que diziam, mas viu como ela piscou um olho pra ele e passou um bilhetinho dobrado. Diego aceitou, sem saber que tinha fogo a poucos metros. Carolina virou De repente, ela parou o carro e terminou as compras em silĂȘncio, mas por dentro fervia. No caminho todo de volta pra casa, a cabeça dela repetia: entĂŁo uma qualquer quer brincar com o que jĂĄ Ă© meu? Naquela noite, Leo ainda nĂŁo tinha voltado do aniversĂĄrio de um primo. A casa estava calma, mas Diego nĂŁo imaginava o que o esperava. Ele tinha acabado de sair do banho, enrolado na toalha, quando uma porta se abriu com firmeza. Carolina apareceu com o rosto sereno, mas os olhos dela contavam outra histĂłria. Fechou a porta atrĂĄs de si e o examinou de cima a baixo.

—VocĂȘ se divertiu hoje? — perguntou num tom neutro.

—Hã? Sim, normal — respondeu ele, meio confuso.

Ela se aproximou sem dizer mais nada, andando devagar, como um felino Ă  espreita. Com uma mĂŁo, tirou a toalha dele. O pau de Diego jĂĄ começava a endurecer sĂł de vĂȘ-la.

—E a caixa
 era simpática? — perguntou agora em voz baixa, ajoelhando-se na frente dele.

—Carolina
 — murmurou ele, mas ela não queria respostas.

—NĂŁo gosto de menininhas baratas que sorriem pro que Ă© meu — disse com veneno doce na voz.

E sem mais, enfiou o pau dele na boca, fundo, furiosa, molhada de raiva e desejo. Mamava com força, com fome, como se quisesse marcå-lo desde a garganta. Diego segurou a cabeça dela, sem fÎlego, ofegante. Ela olhava pra ele de baixo com os olhos brilhando.

Pegou a mão dele e o empurrou pra cama. Subiu em cima dele, sem tirar nem a calcinha. Só puxou a tanga pro lado e encaixou o pau dele dentro da buceta dela de uma só vez. Diego arqueou as costas. Ela tava quente, molhada, apertada como o céu. Se mexia råpido, ritmada, enquanto dava tapinhas nele com as palavras:

—Isso que a sua caixinha te dĂĄ? Isso tambĂ©m? Hein?

Diego gemia. Não conseguia resistir. Sentia que Carolina cavalgava como se odiasse ele, mas na verdade tava reivindicando ele. Era dela. Mais ninguém.

Montou ele por trĂĄs, com as costas arqueadas como uma gostosa selvagem. Finalmente, olhou pra ele de lado e Ela ordenou:
—Goza na minha boca. Tudo. Quero que vocĂȘ limpe minha alma.
E ele obedeceu. Enfiou o pau entre os lĂĄbios dela, ela chupou com fĂșria atĂ© ele explodir na garganta dela. Engoliu tudo. E sĂł aĂ­ respirou fundo.
Carolina se deitou ao lado dele, exausta.
—Não gosto de dividir o que eu curto — sussurrou.
Diego olhou pra ela, fascinado. Nunca uma mulher tinha possuĂ­do ele com tanta loucura.
E ele... tava começando a viciar.incestoOs dias depois daquele encontro feroz na cama não foram mais os mesmos. Carolina não parava de pensar nele. Olhava o celular a toda hora, esperava as mensagens dele com ansiedade, se tocava à noite imaginando a pele dele, o cheiro, o pau, a juventude... mas, acima de tudo, naquele jeito tão inocente de olhar pra ela, de obedecer, de se entregar. Era dela. E ponto final.

Naquela tarde, ela o esperou na cozinha com o cabelo solto, um vestido leve sem sutiĂŁ e uma taça de vinho. Leo tinha saĂ­do de novo com os amigos, e ela jĂĄ tinha deixado claro que nĂŁo aguentava vĂȘ-lo perto da caixinha.

Quando Diego entrou, sorrindo, ela foi direto ao assunto.
— A gente precisa conversar.

Ele sentou em silĂȘncio. Viu ela respirar fundo. Os bicos dos peitos marcavam sob o vestido, mas o olhar dela era sĂ©rio.
— Isso não pode continuar assim — disse ela.

Diego sentiu um frio no peito.
— VocĂȘ cansou? — perguntou com a voz fraca.

Carolina se aproximou e segurou o rosto dele com as duas mĂŁos.
— NĂŁo, bobinho
 tĂŽ me apaixonando por vocĂȘ. Quero que vocĂȘ seja meu. NĂŁo sĂł de vez em quando. NĂŁo escondido. Quero que vocĂȘ me escolha. Que o nosso lance seja de verdade.

Ele ficou calado.
— Vou falar com seus pais — completou ela —. Quero dizer que tĂŽ apaixonada pelo filho deles, que vocĂȘ me faz sentir viva, que quero vocĂȘ sĂł pra mim.

Diego se levantou, nervoso. Andou pela cozinha.
— Carolina... nĂŁo Ă© tĂŁo fĂĄcil assim. VocĂȘ Ă© a mĂŁe do meu amigo. Meus pais
 seu filho
 Isso Ă© uma loucura.

Ela franziu a testa. Cruzou os braços.
— VocĂȘ tem vergonha de gostar de uma mulher como eu? Uma mulher que te dĂĄ tudo, que te deseja mais que ninguĂ©m?

— NĂŁo! NĂŁo Ă© isso — respondeu ele rĂĄpido —. É que
 eu tenho medo. Medo de que tudo desmorone.

Ela se aproximou, abraçou ele com força, apertando o corpo contra o dele. A voz agora era suave, quase doce:
— NĂŁo quero dividir vocĂȘ. NĂŁo quero me esconder. NĂŁo quero que vocĂȘ me veja como uma aventura. Se vocĂȘ me quer, vai me ter. Mas inteira.

Diego engoliu seco. O desejo consumia ele, mas pela primeira vez ele se sentia encurralado pelo amor.

SerĂĄ que ele conseguia? retribuir do mesmo jeito? Ele estava disposto a enfrentar o mundo por ela? Carolina beijou ele e sussurrou:
—Pensa nisso. Mas nĂŁo demora. Porque eu jĂĄ nĂŁo consigo viver sem vocĂȘ

E aquele cheiro na pele dela, aquela promessa de loucura e prazer, deixou ele tremendo.

O silĂȘncio na cozinha ficou pesado. Carolina olhava pra ele com os olhos brilhando, esperando uma resposta, uma promessa, uma loucura. Mas Diego tinha um nĂł no peito.

Ele envolveu ela com cuidado, como se nĂŁo quisesse quebrar algo frĂĄgil, e segurou as mĂŁos dela com suavidade.
—Carolina
 eu te desejo como nunca desejei ninguĂ©m —disse ele, olhando nos olhos dela—. VocĂȘ me enlouquece, me excita, me faz sentir coisas que eu nem sabia que existiam. Mas


Ela franziu a testa, percebendo a mudança no tom dele.
—Mas o quĂȘ?

Diego engoliu em seco.
—Eu não te amo. Não ainda. Não sei se consigo. Não quero prometer algo que não sinto.

O rosto de Carolina endureceu. Ela quis soltar as mĂŁos, mas ele nĂŁo deixou.
—NĂŁo quero te machucar —continuou—. Mas tambĂ©m tem o LĂ©o
 Ele Ă© meu melhor amigo. E meus pais
 eles nunca aceitariam que eu ficasse com a vizinha deles, a mĂŁe do meu amigo.

Ela desviou o olhar, respirando fundo, segurando aquela mistura de raiva, decepção e orgulho ferido.
—EntĂŁo era sĂł sexo pra vocĂȘ?

—NĂŁo foi sĂł sexo —respondeu ele rĂĄpido—. Foi paixĂŁo. Intensa, selvagem, viciante. NĂŁo me arrependo de nada. Mas tambĂ©m nĂŁo quero perder tudo que tenho. NĂŁo quero deixar de ver o LĂ©o, nem que meus pais achem que eu tirei vantagem de vocĂȘ. Porque nĂŁo foi assim.

Carolina ficou em silĂȘncio, andou atĂ© a bancada e serviu mais um pouco de vinho. Tomou um gole longo.
—VocĂȘ tem razĂŁo —disse ela, sem olhar pra ele—. Eu devia saber. Sempre fui eu que me entreguei mais. Sempre fui eu que me obcequei primeiro.

Diego se aproximou por trĂĄs e acariciou a cintura dela.
—Não se arrependa. Tudo que aconteceu
 foi real.

Ela virou devagar. Os olhos estavam Ășmidos, mas sem lĂĄgrimas.
—EntĂŁo, o que a gente Ă© agora?

Ele baixou o olhar.
—Duas pessoas que se desejaram loucamente. Que viveram algo Ășnico. Mas que nĂŁo podem ser mais do que isso. Carolina concordou com a cabeça e, antes que ele fosse embora, deu-lhe um Ășltimo beijo. Devagar. Fundo. Como quem se despede de um amante que nĂŁo vai voltar.
— Se um dia vocĂȘ se apaixonar por mim
 mesmo que seja tarde
 volta. Eu vou estar te esperando — sussurrou ela.
E Diego foi embora, com o coração acelerado, o desejo ainda queimando na pele
 e a amarga sensação de ter deixado para trás algo irreparável.putona



Relatos eroticos

1 comentários - 146/1📑O Amigo do Meu Filho - Parte 1

Excelentes relatos. Pero este, me parece tiene un error de continuidad.
Si Diego se levantĂł y Leo roncaba, no puede ir a desayunar y Carolina decirle que Leo saliĂł a hacer unas compras.

Leo roncaba, profundamente dormido, tirado en el sillón como si no sospechara nada. Diego se levantó despacio, fue al baño, se lavó la cara, se miró al espejo. No podía borrar la imagen: Carolina de rodillas, besåndolo, cabalgåndolo, gimiendo.
Entonces escuchĂł su voz desde la cocina:
—Diego, ¿te despertaste ya?
Se vistiĂł lo justo para no parecer nervioso y fue hacia allĂĄ. Ella estaba de espaldas, con una bata nueva —blanca, satinada, mĂĄs corta aĂșn— y el cabello recogido en un moño suelto. Preparaba cafĂ© con movimientos pausados, sensuales, como si cada paso fuera parte de un plan.
—Leo salió a comprar unas cosas para el desayuno —dijo ella, dándose vuelta con dos tazas en la mano—. Va a tardar un rato. Quería aprovechar para charlar con vos... a solas.