Vou relatar por cima alguns muitos fatos reais que realizei com uma namorada que jamais imaginei ter, e atualmente ela é casada com um padeiro chamado Jorge P. Como eu sei? Bom, a que foi minha namorada antes de casar me procurou para transar comigo, o que era para ser só uma vez, até repetimos. Mas antes vou contar outras vivências totalmente reais com as quais comecei a experimentar, pois tudo deu tão certo, fiz minhas maldades perfeitamente e se o melhor segredo é o que não se conta, por isso não tive problemas com nenhuma garota, mas não queria guardar isso sem que ninguém soubesse da minha façanha, e embora não direi meu nome, sim o nome real das garotas. Aqui vou eu: isso aconteceu quando recém entrei na universidade, convidava as colegas para sair, aquelas que se mudavam para morar sozinhas no seu apê por motivos da universidade ou amizades próximas de onde eu morava, mas não cediam. Cheguei a ter uma amiga, uma mãe batalhadora novinha chamada Diana O. Moreninha gostosa com peitos enormes, o ruim dela é que dava mole pra vários caras, mas demorou pra cair nas minhas redes, mas caiu e quando chegou minha vez de estar com o corpinho dela, fui com tudo. Até dormia na casa dela, bom, nem dormíamos, transávamos a noite toda, até na frente dos filhos dela, um no carrinho e a menina de 3 anos com ela, era mais disfarçado já que ela usava uma saia folgada e ali ela sentava em cima ou montava em mim na frente dos filhos. Tínhamos sexo na frente dos filhos pequenos dela porque foi ela que quis, eu dava bem forte, foi com ela que pude gozar sem me cuidar, todo o sêmen dentro dela, era um depósito de porra, já estava operada, não podia engravidar, embora se fizesse de santa comigo kkkk, dava pra ver que tinha ficado com um monte de homens, já que uma vez encontrei chupões nas bundinhas dela e numa saída pra beber que ela deixou os filhos com o pai, já que eles eram separados, tive ela disponível um fim de semana inteiro, não saímos do quarto de um hotel, foi transar sem parar. Por isso, quando chegou o dia em que não queria foder a força se essa mulher já tinha litros de porra minha, que eu ia estar negando uma foda e que eu ia penetrando a força. O engraçado é que ela até gostou que eu forçasse, mas o motivo pelo qual ela não queria foder a foxy é porque tinha os peitos cheios de chupões, porra da Diana O. transamos com a luz apagada, mas ela achou que eu não ia perceber, só deixei passar, como disse, só era a minha vez com aquele corpinho. A santinha da Diana kkkk a partir daí só quando eu tava com muita vontade eu procurava ela e voltava a abrir as pernas dela, a última foda dela foi na casa que o pai das crianças alugava, no segundo andar, já que o pai morava separado e cuidava das crianças no fim de semana. Pois bem, lá eu comi ela de madrugada na varanda, ela pelada, os peitões dela pulando ao ar livre, na escada como ninguém alugava embaixo, lá atrás do carro no estacionamento a gente transava, era umas 2 da madrugada, nada passava por ali. Lembro que eu coloquei ela contra o portão da entrada, era de ferro, tudo dava pra rua e pra gozar a gente transou do lado de fora da casa, isso mesmo, transamos do lado de fora da casa em plena rua totalmente pelados, isso foi muito intenso, me enchi de tanta luxúria, ninguém passava naquela hora, até que me deu vontade de gozar dentro dela ali fora da casa dela, ela pensou que eu ia ter vergonha de ficar pelado na rua, ela me excitava com o simples fato de vê-la pelada em plena rua com os peitões balançando com tanta liberdade. Entramos na casa pra poder gozar bem na cama dela, naquela noite ela gritou como a puta que era. A partir daí a senhorita Diana O. se mudou pouco tempo depois, não continuei procurando ela, pois eu queria uma namorada sem filhos e parei de comer ela e de procurar. A outra chamada Ivonne C. essa era uma mulher que era muito independente, estudava e trabalhava, mas gostava de sair e beber e gostava de transar forte e selvagem, ela era muito bruta, montava em mim tão forte que os ossos da pelve dela me machucavam e me dava tapas na cara, mas em troca me deixava enforcar ela, dar tapas forte e fodê-la com força de alguma forma ali o sexo me saciava. Mas para tudo isso eu tinha um truque com essa e outras garotas para que não falhasse comigo. Eu usava yumbina de uso veterinário. Você deve estar se perguntando o que é yumbina? A yumbina para uso veterinário serve para estimular sexualmente as vacas e o curioso é que funciona em mulheres, só que em doses baixas, porque se você colocar doses muito carregadas de yumbina, a agonia que a pobre mulher vai passar, com o ritmo cardíaco acelerado, vômito e não vai parar o corrimento vaginal, com possível sangramento, nem fodendo ela vai perder a vontade. A primeira vez que quis ver os efeitos e descobrir que dose usar para não me meter em problemas. E usei em alguém que não bebe muito, coisas que eu não tinha pensado, e descobri no aniversário da minha prima Yesi R. Minha prima comemorou seus 17 anos, festejou com vários amigos e amigas, eu aproveitei para usar a yumbina pela primeira vez com uma amiga da minha prima, bonita de rosto, peituda, branquinha, mas muito convencida, se chamava Cristel. Cristel estava acompanhada de outro cara que estava querendo dar em cima dela e como esse outro me caía mal, igual por ser convencido, então nem pensei. Coloquei umas 10 gotas de yumbina no refrigerante da Cristel, quando ela levantou para dançar com esse cara, aí aproveitei, porque se algo desse errado, iam culpar quem a acompanhava. De qualquer forma, ele já estava insistente em dar cervejas para ela e ela não queria, por isso supus que eles relacionariam as coisas se algo desse errado, até porque o cara já tinha uma fama e curiosamente era ele que levava minha prima e as amigas dela para dar rolê e beber no carro. A amiga da minha prima não demorou nem uma hora, até cronometrei, começou a ir ao banheiro repetidas vezes até que chamou as amigas no banheiro e todas estavam de fofoca no banheiro, quando sai do banheiro essa menina Cristel, a convencida em quem eu coloquei as 10 gotas de yumbina no refrigerante, saiu toda vermelha e irritada a atacar aquele O cara que eu não curtia, ela deu uma bofetada nele, reclamando que ele tinha drogado ela, expondo ele na frente de todo mundo, falando que a menina era uma vadia e arrogante. O cara não soube responder, a amiga da minha prima, de pele branca e peitos grandes, chamada Cristel, estava com a calça jeans com uma mancha enorme de sangue na bunda, foi com as amigas pro hospital de emergência porque segundo ela não conseguia respirar de tão acelerada, no hospital deram soro e deram comprimidos pra baixar a pressão. Minha prima me contou depois que ela vomitou e que quando vomitou começou a melhorar, e sim se controlou, os pais dela confrontaram a família do cara kkkkk deu maior confusão. Tudo isso minha prima me contou e obviamente pensaram que foi aquele cara com quem elas saíam pra dar rolê. Elas assumiram na hora que foi o cara que eu não curtia que drogou ela porque ele já tava há um tempo insistindo com ela, mas ao mesmo tempo com minha prima e as amigas dela, claro que todas não tiveram dúvida que ele queria comer ela por isso drogou. Saí sem culpa, sem suspeita, o cara que acompanhava a menina do Cristel, a patricinha de peitos grandes, saiu tipo marcado como o que drogava as minas pra bem ou pra mal, essa peituda do Cristel era tão cuidada que parou de sair segundo elas por culpa desse cara. Minha prima e as amigas dela pararam de se juntar e sair pra dar rolê com esse cara que eu não curtia. Agora era eu que elas procuravam pra sair pra dar rolê de carro, ir pra balada e ir em festa, porque eu tinha o carro e parecia inofensivo, acho que se eu tivesse planejado assim não daria certo kkkkk mas foi assim que aconteceu. A partir daí moderei a dose de yumbina, já sabia que faz efeito em 40 minutos no máximo, comecei a usar com minha própria prima Jessi R. porque ela tava mais disponível e bebia muito agora que a gente saía, e porque tava gostosa demais. Saía pra beber com ela e dava 5 gotas de yumbina na bebida dela, nas primeiras duas vezes não rolou nada sexual, mas flagrei ela várias vezes olhando pro volume na minha calça e mesmo estando camisinha não me ultrapasse, ganhei a confiança dela. Mas na terceira vez, coloquei as 5 gotas de boa noite cinderela na bebida dela na balada e agora sim, ela sozinha dançando na balada, esfregava a bunda na minha ereção, aquilo nem parecia dança, literalmente só se esfregava em mim, era evidente e eu não quis disfarçar nada, segurava pela cintura e apertava contra minha pelve e esfregava forte minha ereção na saia dela. Até que saímos da balada todo excitados e ela sozinha no estacionamento, pegou no volume do meu pau, eu aproveitei e tirei pra fora pra ela ver, ela se fez de santa mas ficava pegando, apertou e me deu uma chupada, minha prima jessi, inacreditável, e acabou montando em mim dentro do carro. O que eu digo, aguentei aquela montada e minha prima jessi gemia melhor do que imaginei, conseguimos gozar os dois, ela primeiro e eu depois, e gozei dentro dela, porque ela não descia do meu pau, estava empalada, com toda a minha porra dentro, o ruim é que ela estava com os braços na altura da minha cabeça, caramba, já não aguentava o cheiro da axila dela e ela ainda me dizendo "mas o que a gente fez, somos primos" e que me deixou de pau duro de novo e eu apertava a bunda dela. Eu ainda tinha o pau bem duro dentro dela, peguei os braços dela e puxei pra trás kkkk, fingindo dominar, mas era pra tirar aquele cheiro do sovaco, quando minha prima começou a gemer e gemer, dizendo "continua, continua, não para, vou gozar de novo, não para, primo", muito preocupada por sermos primos, nada, ela estava se deliciando com o próprio primo. Ela, que se dizia tão dominante, começou a me dizer que agora meu pau era dela e que eu dissesse isso ali transando e eu disse "prima jessi, meu pau é seu". Não terminei de dizer isso e senti as contrações da vagina dela e aquele tremor que deu, sinal de que gozou de novo. Lembro que no caminho pra casa dela, ela apagou, dormiu, colocou a cabeça no meu colo enquanto eu dirigia e tirei uma foto, eu ainda estava com o pau pra fora e ele apareceu junto com a cabeça dela e os cabelos loiros. Já que nunca se Não deixei gravar nem tirar fotos, essa é a única evidência que tenho e que consegui tirar dela. No dia seguinte, já à tarde, mandei mensagem perguntando como ela acordou, como estava, achei que ela ia me xingar ou se arrepender do que aconteceu na noite anterior, essas coisas. Mas foi o contrário, ela me disse que dormiu incrivelmente bem, super relaxada, e ainda me elogiou porque eu tinha um penisão bem tasty, e foi aí que entendi que tudo estava bem. Só lembrei minha prima que gozei dentro dela e não usei nada, ela mesma me disse que não tinha problema porque a menstruação dela estava pra descer, a partir daí ela me dizia que "eu" era dela, pra quando ela tivesse vontade de transar. No começo eu fingia estar apaixonado, mas me apaixonei mesmo mais pra frente, já que essas transas eram sem yumbina, sem álcool, era direto pro motel e aquela adrenalina do proibido deixava a gente quente. Eu arrebentava a buceta da minha prima Yessi bem forte, ela aguentava tudo. Sim, eu me envolvi com ela. Embora soubesse que não fazia sentido uma relação séria, como fazem em Monterrey, que casam com as primas, de plano engravidar ela não era opção. A partir daí, eu a visitava na casa dela com meus tios lá, penetrava rapidinho, às vezes no quarto dela, outras na sala quando todos estavam nos quartos, até na cozinha quando ela estava de shortinho sem calcinha, ficava nervosa mas gostava do perigo. Mas as visitas pararam por um tempo, assim como as transas no motel, porque ela começou a ter um namorado super ciumento, com quem tive muitos problemas, já que todo mundo sabia que eu saía muito com minha prima, quase todos sabiam, intuíam que a gente transava, mas ninguém tinha provas. Então parei de incomodá-la quando ela arrumou o namorado, mas a muito safada da minha prima, pra não estragar o relacionamento dela ou se livrar de mim, organizou um rolê com as outras amigas dela, as 3 melhores amigas dela de balada, e me apresentou, e uma loirinha me conectou e aconteceu o que tinha que acontecer, e apliquei o mesmo com as 3, usei a yumbina uma por uma, elas fui dando cock no devido tempo. A primeira se chamava Karen R., a gente chamava ela de magrela, tinha um corpo bom, olhinhos puxados, mas de rosto parecia meio estranha, tipo mais velha, apesar de ser mais nova que eu, e o nariz muito largo, mas o corpo era de luxo, então a verdade é que eu a fiz minha namorada. Ela gostava de chupar meu cock e as bolas enquanto eu dormia às vezes na cama, achei que ela falava isso de brincadeira até que várias vezes fingi que dormia e ela sim chupava minhas bolas, embora muito agressiva, engolia meu cock; no começo ela deixava eu meter bem forte no cu e na buceta. O ruim é que com o tempo ela começou a não sair mais das mamadas, que não aguentava o pitão, cansava rápido na transa, transava com preguiça e depois a coluna doía, e a verdade é que eu cheguei a ficar puto várias vezes, achei que eram desculpas pra não transar. A verdade é que mal a gente brigou e eu terminei o relacionamento. Dava pra ver que o mais provável era que outro já estava comendo ela e que, ao transar comigo, ela ficava incomodada. Então eu me afastei o quanto antes dali. Não sem antes tirar fotos dela nua e gravar ela bem de quatro. E me despedi dali. A segunda, a amiga Maria C., era gordinha, mas muito quente; onde você metia a mão, você transava com ela: no banheiro, no carro, em algum canto escuro, tinha bons peitos, pena que era gordinha mesmo, mas pelo menos era bonita. Por isso ela se esforçava mais na transa; ela sim chupava as bolas tão suave que acabava relaxando o cock, igual de alguma forma com a língua dela ela sabia fazer coisas, mas era óbvio que tinha que se esforçar mais porque não era magra. Dela, no meu carro, tirei fotos nua e mostrando os peitos em plena rodovia, ela segurando os próprios peitos; existem vídeos e fotos, pena que ela era só pra sexo casual, como último recurso, a verdade é que você tinha pneuzinhos. Com a terceira, amiga da minha prima, a famosa Cristel, é a mesma que passou mal por causa da dose de yumbina no aniversário da minha prima Jessi. Ela tinha o corpo entre nem magra nem gorda, meio cheinha do torso, mas como era alta Não dava pra notar e é que ela tinha umas peitchonas descomunais e de pele branca, a menina parecia fina, o problema, não saía tão tarde quanto as outras amigas, os pais a criavam curta. Ela falava comigo mas eu não a convidava pra sair porque era meio esnobe e metida, mas naquela tarde ela sozinha me escreveu perguntando: que você tá fazendo, vamos tomar uma michelada porque ela tava entediada, queria sair e se distrair. Aí pensei, te levo a rola e melhor ainda a metida me dando ordens, ela me disse: mas passa aí pra pegar as micheladas e traz, não gosto que me vejam comprando, hahaha melhor impossível, assim eu misturei melhor a yumbina na bebida dela, coloquei bastante gotas sabendo que ela ia beber com álcool, aí poderia culpar isso, caso vomitasse ou passasse mal. Esses peitões eu morria de vontade de tocar, eu não ia fingir me comportar bem no primeiro encontro com ela, se desse a oportunidade eu ia fazer, já que quase não saía a Cristel, não aguentei, a toda hora olhava a blusa dela mostrando os peitos brancos com aquelas veias verdes bem marcadas. A menina fresca queria ir a um banheiro mas essa menina não queria ir em nenhum banheiro de posto ou banheiro público. Então levei ela a uma casa que minha família aluga e tava desabitada. Aí quando finalmente ela entrou no banheiro e saiu meio balbuciando porque o álcool bateu rápido. Não pensei, coloquei ela num quarto e comecei a beijar, ela me correspondeu. Comecei a acariciar por cima da blusa os peitões dela e ela já começou a gemer. Aí falei é agora, enfiei minha mão no sutiã dela tirando o peitão carnudo que mal cabia na minha mão, ainda posso lembrar daquela pele branca e da consistência das tetas e da aréola muito especial, vermelhinha e grande, aquela sensação meio áspera ao chupar as aréolas grandes. Parei de beijar as aréolas pra olhar os peitões, bem grandes, de imediato colei minha boca na aréola e comecei a chupar como um doente o peitão, quando a Cristel fala: e a outra também, chupa ela. Aaaaah me empolguei Lembro demais dessas tetas brancas, apertá-las e juntar as aréolas pra chupar os dois mamilos ao mesmo tempo e sugar. Ela gemia, ela, a sonsa da Cristel, estava tirando meu cinto, tirei minha calça, tirei a calça dela e enfiei até o fundo, ela estava molhada feito um mar por dentro da buceta. Não demorou pra subir e montar em mim, que tetas lindas penduradas ali, eu sabia que queria ela pra mim, então decidi gozar dentro dela duas vezes e sem avisar. A primeira quando ela montou em mim e a segunda quando coloquei ela de quatro e aquele rabo branco lindo me apaixonou, mesmo ela sendo meio gordinha. Mesmo com esses dois jatos, curiosamente não consegui engravidar ela, parece que a menina estava pra descer e estava hormonal. Não engravidei. Nem imaginam o que aconteceu depois, eu querendo no dia seguinte continuar o assunto e conversar pra aprofundar nossa comunicação, querendo formalizar algo com ela. Aparece a menina convencida da Cristel me dizendo que abusei da confiança dela, que abusei porque ela já estava meio bêbada e essas merdas.. com razão nem as amigas dela aguentam, parei de falar com você, só tenho uma foto da bunda branca dela quando estava na frente da cama, daria tudo pra ter das tetas brancas dela, a última coisa que soube dela é que agora quer amarrar qualquer um que se deixe, mas tem um gênio que acabam deixando ela. Pra piorar, ela é babaca por ser rancorosa e querer chamar atenção da minha prima Yessi, contou tudo e se fez de vítima, minha prima colocou ela no lugar dela, mas reclamou comigo em segredo por que com ela e não com a amiga que ela me apresentou, já que ela era uma chata que sempre quer deixar os outros mal e ela quer sair como a santa, não vê que nem toleramos ela, me dá nojo essa murcha, me dizia, e é porque já não se falavam com ela. Minha prima Yessi já estava brava com ela, eu mais terminei de foder tudo, já que ela se fez de santa me deixando mal porque segundo ela disse pra minha prima que abusei dela. Termino esfregando na cara dela coisas minhas que minha prima não gostou e ela acabou ficando brava ou com ciúmes, na verdade ficou com ciúmes, a piada é que depois de tudo que ele disse, eu e minha prima acabamos nos afastando mais, porra de Cristel, se as moscas mortas como ela são as piores. Fiquei sem sexo uns meses por causa do último acontecimento e não tinha problemas, pelo menos estava em calma e paz. E tudo isso me aconteceu antes de conhecer minha futura namorada que seria minha nova vizinha. Que é a história longa e intensa que vou contar pra vocês, mas é tudo isso é real. Minha namorada, minha vizinha. Depois de tudo o que aconteceu com minha prima e as amigas dela, eu voltei pra academia, recuperei o condicionamento, já tinha 21 anos completos. Quando eu ia pra academia, ao virar na rua da minha casa, notei que estavam mudando móveis, supus que teria novos vizinhos. Ao voltar da academia, ainda estavam mudando coisas e notei uma branquinha muito bonita e a mãe dela querendo subir sacolas muito grandes. E sem hesitar eu disse: boa tarde, senhora, eu moro aqui na esquina, vejo que tem mudança, posso ajudar? E recebi um claro "por favor". Aí foi que conheci a... Minha nova vizinha se chama Karina R., eu já tinha 21 anos quando conheci minha nova vizinha que se mudou por questões do trabalho do pai. A verdade é que muito bonita, meio encorpada sem ser gordinha, meio baixinha de apenas 1,65, não era magra, mas também não era gordinha (acho que vocês vão ver uma foto que vou mostrar pra vocês no início dela de quando a conheci). Mas que bundão ela carregava e o melhor, ela é branquinha de pele, que se vocês lembram me deixavam mal, dessas que ficam avermelhadinhas na pele quando se aquecem ou você aperta, eu amo mulheres branquinhas ou clarinhas. O que eu digo, cheguei chegando pra conhecer ela no dia que estavam se mudando e me ofereci pra ajudar, não tive vergonha de me jogar e me apresentar como vizinho dela. Ao querer puxar conversa com a Kari, minha vizinha, e dizer oi, perguntei em que universidade ela estudava pra puxar conversa, digo, plano com malícia pra ir visitar ela na universidade depois, mas até pra trás eu fui, quando ela me disse que não estudava na universidade, mal estava no ensino médio com 16 anos. Mas bem desenvolvida, Deus pai. Quando eu disse minha idade, que tinha 21 anos e ela 16, pensei que ela não ia mais me dar bola, dei meu número de celular, pensando que ia ficar por isso mesmo e foi quando ela sozinha começou a me escrever. Então no final das contas ela era minha vizinha e acabou gostando de mim, cara, eu já ia buscá-la na escola, era um colégio onde usam saias cinza e polos brancos brancos. Tudo fluiu em poucos meses, apesar de não deixarem ela sair, eu sempre a frequentava ao sair da escola dela e em algum refrigerante eu colocava em segredo apenas 2 a 3 gotas de yumbina. Pra começar a estimulá-la. Só pra que aos poucos ela tivesse desejos sexuais, e a verdade é que ajudou, porque logo já nos beijávamos, já tínhamos beijos longos, uns amassos bem gostosos, conversas sexosas, brincávamos com a ideia do sexo, ela já me mandava fotos dos peitos dela e eu do meu pau. Até que um dia beijando ela não aguentei e desci minha mão até a zona vaginal dela e por cima da roupa esfreguei, ufff a coitadinha estava que queria que eu já metesse o dedo lá dentro, mas não podíamos, estávamos em plena praça do shopping e embora ela cobrisse com a mochila, era muita gente que passava por ali. Até que ela sozinha me disse que era virgem e eu com vontade de conquistá-la, mais ainda a tratava maravilhosamente bem, pois queria ser o primeiro a romper a bucetinha dela. Então assim que a mãe dela deu permissão pra sair pro cinema, fomos escondidos pro motel. Comprei uma bebida tipo soro pra ela beber porque ia dar sede, óbvio que coloquei ali apenas 5 gotas de yumbina. Tudo pra que ela ficasse estimulada. Embora minha vizinha já estivesse super mega disposta. Chegando no motel nem tempo dei pra ela ficar nervosa, abaixei a calça de tecido dela, palazzo acho que chamam assim, e notei algo estranho nas pernas dela, acontece que ela quando criança por acidente se queimou com água fervendo e ficou marca disso no entrepernas e parte das coxas, isso lhe dava vergonha. As pernas eu olhei fixamente dizendo que isso não a define, que ela é gostosa, beijei as pernas nas cicatrizes e ela começou a ter mais confiança. a verdade não se viam mal só tinha a mancha na perna mas o importante dela eram aquelas bundonas e eu já não aguentava a vontade de agarrá-las e foi o que fiz assim que abaixei a calcinha separei bem forte, tipo abri as bundonas é que na verdade estava bem carnuda. Tirei a blusa e o sutiã dela, os peitos não eram tão importantes estavam pequenos e o mamilo era pequenininho a verdade não gostei tanto quanto os da Cristel a amiga da minha prima Yessi. bom então joguei ela na cama a Karina estava nua lembro ainda se cobria com as mãos, enquanto eu me despia. Chupava aquela buceta rosadinha como louco ela tinha a buceta meio peludinha, o fluxo dela estava muito tasty e não parava de chupar o coitadinho, ao colocar meu pau na buceta já molhada custou trabalho entrar, doía pra caralho e ela gritava: para, para, para, não aguentava pobrezinha me empurrava, para não meter, mas tive que segurá-la forte para penetrar e fiz. uma vez todo o pau dentro deixei ali sem mexer, até que ela sozinha me disse que já podia dar, homem claro estava tão apertada fiquei louco dando apesar que a todo momento ela me dizia para para tá doendo, estava eu cheio de sangue no pau e senti tanto prazer que a verdade era impossível parar e gozei umas 3 vezes, as primeiras 2 vezes joguei toda a porra no abdômen e a última já nada só era o estímulo. a menina teve sua primeira vez aos 16 anos, não usamos nada de camisinha e só transamos de papai e mamãe, não usamos nenhuma outra posição sexual além que não duramos muito no hotel tínhamos o tempo medido para voltar. Mas assim se foram seus primeiros 18 cm. Até o fundo dei tão forte, que a menina terminou toda rouca de tantos gritos entre dor e gemidos porque gemeu alto pra caralho além de ainda doer ser penetrada. Tudo Isso foi num domingo, no dia seguinte, segunda-feira, ela saiu cedo das aulas do ensino médio, me mandou mensagens de texto avisando se podia me ver e eu disse sim, estarei aqui em casa. Eu estava preocupado: aconteceu alguma coisa ou eu a machuquei sendo selvagem ao penetrá-la? Para que ela queria vir à minha casa se ontem transamos e ela perdeu a virgindade? Então ela chegou na minha casa, eu a coloquei escondida no meu quarto e ela me confessou que ficou o dia todo com a sensação do meu pau entrando nela. Que ficou o dia todo muito excitada. Uuffff, eu estava preocupado, mas a menina veio porque queria mais pau, veio muito excitada sem usar yumbina ou talvez não tenha saído toda a excitação daquele dia. Ela nem pensou, tirou a calcinha, levantou a saia do uniforme e fez, montou em mim no sofá do meu quarto como uma vaqueira e eu senti incrível a vagina dela engolindo meu pau, essa foi a primeira montada dela, na hora os jatos começaram a sair da vagina dela, através do meu pau até chegar nas minhas bolas. Minha namorada estava excitada, a buceta apertada e toda cremosa, até se ouvia o chasquido do fluxo vaginal dela e as nádegas carnudas rebatendo, dando sentadas profundas muito boas, não, cara, ela me tirou o gozo em menos de um minuto, até me perguntou se eu era precoce, hahaha. Limpei o sêmen de novo enquanto recuperava a ereção, comia aquela vulva peludinha, que cheirava forte já que ela ficou o dia todo na escola e assim toda excitada chegou na minha casa, mas aqueles jatos leitosos saíam dela e era tão excitante ver a vagina dela, tanto que ignorei o cheiro forte da vagina dela e não parava de chupá-la e ela toda se contorcia de tão sensível que estava. Recuperando minha ereção, fizemos de novo, pensei que ia ser melhor, ela montou em mim de novo, caramba, a enfiada, o rebote das nádegas dela e a sincronia que estávamos era perfeita, agora sim, tarde, só durou 2 minutos, a boba da minha vizinha não percebia que estava hormonal e ainda tinha o efeito da yumbina, por isso tinha o tuchinho quente e os gemidos dela entre dor e prazer me enchiam de Tesão. E como eu tinha tirado a virgindade dela no dia anterior, ela ainda estava apertada na buceta, ela estava com mais vontade de transar e queria ser bem arrombada na raba, mas ia fazer muito barulho no meu quarto, por isso paramos. Não podia me soltar pra transar forte com ela e dar as palmadas que ela merecia, então tive que aguentar mais alguns dias pra poder arrombar o cu dela. Depois daquele dia, tive a semana toda pra planejar como transar com ela, então esperei até domingo, quando a mãe dela me dava permissão pra sair com ela pro cinema escondido do pai. Já que naqueles dias ele se perdia bebendo, e nós íamos direto pro motel. Chegou o dia, então comprei a bebida dela tipo soro com a dose secreta de yumbina pra que ela ficasse bem excitada. Agora sim vou contar pra vocês, arrebentei minha namorada vizinha, como uma puta, coloquei ela de quatro com o rabo bem empinado e com aquelas bundonas definitivamente me deu muito prazer. Agora sim coloquei ela em tantas posições sexuais que não tinha conseguido fazer antes, a coitadinha estava tão disposta a ser fodida por causa da yumbina, o desejo sexual e a lubrificação dela eram maiores e ela gemia com todas as forças. Tive que pedir mais bebidas pro quarto do hotel porque a coitadinha ficava afônica, curti demais que ela ainda estava apertada. Ela me dizia entre os momentos em que eu a fodida que parasse, no começo achei que tinha doído, depois ela me confirmou que era porque ela ia fazer xixi, eu expliquei que isso é parte do orgasmo dela, que deve soltar, que não sentisse vergonha de me molhar com o xixi dela ou de molhar a cama, que pra isso serve o quarto, é mais, eu disse pra ela que queria que ela me enchesse de xixi. Então ela foi me obedecendo, ganhou mais confiança. Arrebentei ela de novo forte, uma fodona tremenda que eu dava até que ela começa a gozar se mijando toda na cama, dois bons jatos fortes saíram dela e o terceiro eu tirei esfregando o pau na buceta dela, a coitadinha estava toda tremendo com os olhos brancos revirados de prazer. Suas Primeiros 3 squirt na terceira foda dela, uma buceta sem tanta quilometragem dá muito prazer, nunca vou esquecer, ela demorou pra se recuperar, se contorcia de tão sensível que estava, até dava tapa na bunda e ficava excitada. A terceira vez dela na cama e eu digo, comi tão forte e castiguei tanto, devorei ela toda aos 16 anos, que bundão ela tinha, bem carnudo, claro, eu gostava de arregaçar. O ruim é que quando levei ela de volta pra casa, a mãe da minha namorada percebeu que ela chegou com os joelhos vermelhos, direto pro banho, comer e dormir, claro, se entregou sozinha, minha namorada e a mãe dela dava pra ver que era uma velha loba, sacou na hora, ela já sabia o que aquilo significava. Que a filha tinha dado... Lembro que a mãe me chamou uma semana depois, queria falar comigo, nem minha namorada, vizinha, sabia pra quê? Mas quando fui ver a mãe da minha namorada, sentou a gente dois na sala. E sem papas na língua soltou: nos dar o sermão e saber se a filha ainda era virgem, minha namorada ficou com vergonha, estava vermelha, só dizia "ai, mãe" e se trancou no quarto, me deixou com ela. Aí foi direto pra mim, dizendo que a filha mal tinha 16 anos, que eu já tinha 21, me dando na cara que se eu sou um bom garoto de família boa, que não me ocorresse engravidar a filha dela, que ela é muito nova, que por mais que proibisse a gente de se ver, sabe que vamos nos ver escondido. Então é melhor, se de agora em diante eu quisesse ver a filha dela ou visitar a filha dela, seria na casa dela, acabaram os passeios ao cinema. No fim, aquele momento vergonhoso só foi o consentimento da minha sogra, não do meu sogro, porque ele nunca estava. Mas nós, a partir daí, já sabíamos, não tinha passeio ao cinema, então mal tínhamos oportunidade de ficar sozinhos, ela queria ser comida, porque eu deixei ela tão tarada na última vez que ela até me dizia que começou a enfiar os dedos por falta de se ver e fazer. Então cada oportunidade que a mãe dela saía, mesmo que fosse pra comprar tortilha, eu comia ela, mesmo que fosse por um minuto, ali em pé atrás da porta ou pela cozinha eu pegava ela, ficamos loucos transando em todos os cantos das nossas casas fazendo rapidinho, até na cama dos pais dela eu dava, como não me deixavam levar ela pra sair, agora toda vez que eles saíam pra fazer compras eu comia ela lá na casa dela e na minha quando ela chegava da escola passava um tempinho no meu quarto. Até que planejamos bem como transar e começamos a faltar uma vez por mês na escola desde cedo, pra poder ir num hotel barato do centro. Foi assim que a gente matava aula das 8 da manhã até as 4 da tarde, essa namorada vizinha era minha pra fazer de tudo com ela aos 16 anos, ela chegava tarde com a desculpa de ir fazer tarefa na casa da melhor amiga e a melhor amiga cobria ela, agora sim comprava comida e dormíamos entre as transas. Mas esses churrascos uma vez por mês eram especiais porque a gente agendava os dias antes de descer a menstruação dela e eu podia gozar dentro dela, jorrar montes de porra e o melhor, usava meu segredo, a yumbina nela, isso eu fazia escondido, mas na verdade isso deixava ela muito excitada. Eu percebia isso porque antes da yumbina fazer efeito a lubrificação dela era bem fininha, mas depois a buceta ficava toda encharcada e o fluxo vaginal grosso, tanto que até parecia que tinha um creme branco em volta da buceta. E o melhor, ela e eu transávamos bastante horas só assim extravasava minha luxúria total contra minha namorada, eu dominava ela e me saciava de todas as coisas taradas que ela se deixou fazer, nesses dias ela começou a raspar a buceta pelada, a buceta dela ficava tão tarada que eu passava horas chupando até esfregava minha cara nos fluidos vaginais dela. Me acostumei a comer ela como um selvagem e tudo porque a yumbina deixava ela com muita viscosidade e muito excitada, sempre notei como o clitóris dela ficava duro. Muitas vezes eu tomava os jatos dela quando ela gozava, era inevitável não beber os jatos quentes e todos salgados, minha namorada já estava acostumada e soltava com muito mais confiança os squirt, literalmente a gente se soltou sexualmente. Aqueles dias eram gloriosos, aquela menina aguentava o castigo, se deixava submeter como uma escrava, se deixava manipular a buceta ao meu bel-prazer, eu enfiava até 4 dedos, era o limite dela naqueles dias. Eu falava sacanagem tipo: slut, pede pra eu te comer e umas coisas pesadas, taradas, até que ela mesma dizia que era minha slut. Eu morria de vontade de penetrar ela pelo cu bem rosadinho e não preto como outro que conheci de outras ex, até passava a língua, as primeiras vezes que tentei penetrar foi difícil, cheguei a machucar ela, sangrou pelo cu as primeiras vezes um pouco. Comecei a usar lubrificantes dos bons e caros da farmácia e funcionavam porque insensibilizavam, embora doesse depois, mas com o tempo e com tantas repetidas ocasiões de comer ela forte pelo cu naquele hotel barato, uns rapidinhos na minha casa ou na dela, esse cu acabou afrouxando, já não precisava tanto de lubrificante, com um pouco de saliva e pronto. Já entrava mais fácil e sem tanto incômodo como antes, às vezes meu tesão era tanto que eu enfiava meus dedos na buceta dela enquanto dava pelo cu, ela gemia como louca, a coitadinha, enquanto eu pressionava com meus dedos meu pau desde a buceta dela. Um fetiche estranho que criei foi tentar enfiar minha mão na buceta dela e consegui, usando aqueles lubrificantes que comprei pro ânus dela, enfiei minha mão inteira na buceta da minha namorada, foi tão tarado ver a bucetona expandida, obviamente não foi na primeira tentativa que consegui isso, foi de vários meses e tentativas, até que consegui enfiar minha mão, ela não gostava, mas pra mim enchia de tesão. Em outras ocasiões me deu na telha masturbar ela com potes de vidro transparente, aí eu podia ver perfeitamente todo o buraco da minha namorada, o interior dela. Eu ficava muito perverso e ela entrava no jogo, masturbei ela com um pepino grosso como se fosse um pau, queria enfiar, se entrou, mas estava roçando por causa da grossura do pepino, ampliava toda a buceta dela. Então me veio a ideia de reduzir, descascar o pepino pra afinando com um canivete que eu tinha no carro, do nada me veio a ideia de dar forma de pau bem cabeçudo e minha namorada, só de ver o formato que eu dei, tirou da minha mão, minha namorada amou aquele pepino descascado em forma de pau cabeçudo, além de escorregadio deixava um gostinho bom na buceta, minha namorada amou a sensação de frescor que o pepino deixava, dessa vez ela sentou no meu pau enfiando no ânus, enquanto ela enfiava o pepino na buceta. Eu sentia aquela batida do meu pau com o pepino, minha namorada gozou tantas vezes que deixou a cama molhada por todos os lados. Essas escapadas eram incríveis, ainda guardo vídeos desses momentos. Minha namorada já tinha 17 anos e eu 22, nunca fomos pegos nessas escapadas. Minha namorada terminou os semestres com notas muito boas e eu me fiz de bom moço com os pais dela e agora sim já pedi permissão, agora o pai dela, sendo homem, já sabia que a gente tava tendo algo, como todo homem ou pai é difícil ver a filha acompanhada de alguém mais velho, mas ele gostou do fato de eu pedir permissão formalmente a ele em pessoa. E assim ele conheceu meus pais e viraram bons amigos. Agora com a permissão do pai minha namorada estava mais tranquila na hora de sair comigo. Andando por todos os lados, o ruim era que eu tinha uma mão tão boa que aquele rabo agarrava cintura e as bundonas cresceram, tipo que se desenvolveu, karina. Claro que cada vez que a gente saía no parque pra caminhar ou algo assim, os homens olhavam muito a bunda dela, outros nem disfarçavam e tentavam tirar foto. Depois aconteceu algo que eu não esperava, eu passei por uma fase que não buscava ter sexo, não tinha mais a mesma vontade de fazer como antes e já tinha me saciado tanto dela, que nem usava a yumbina. Até aí eu já não precisava da yumbina, joguei fora antes de ser pego por alguém, melhor deixei essa tentação até aí, nunca nenhuma das garotas com quem eu transei chegou a imaginar até hoje que transaram por causa da yumbina, nunca me Me pegaram com a yumbina, então me livrei dela. Além disso, se eu queria transar com minha namorada, a gente já só fazia isso, não era mais difícil ter sexo, e por isso, curiosamente, passamos pra fase de sair sem sexo, cinema, comidas, coisas que nos distraíam, até chegamos a ir à academia juntos. Não pensávamos em sexo, pelo menos eu não, por um tempo, pois de alguma forma já tínhamos satisfeito nossa luxúria, agora sim nos curtíamos como casal, festas, praia e agora sim muito cinema, mas de tanto que saíamos pro cinema chegou o momento em que já tínhamos visto todos e entramos pra ver um muito chato, não era de se esperar pouca gente na sala do cinema, mesmo assim nos sentamos lá atrás pra ver. Já imaginam o que aconteceu!!! Isso mesmo, no cinema ela começou a me beijar gostoso e percebi que ela ofegava entre beijos e começou a me tocar o pau por cima da calça, já fazia um tempo que eu não ficava excitado assim, então ela sentiu minha ereção, começou a me tocar até que me tirou pra fora da calça e começou a me chupar no cinema. Ela é assim, se atreveu a fazer num lugar público, embora eu ache que ela já tinha pensado em fazer isso há um tempo. Senti tanta adrenalina que não me importei que desse pra ver o movimento da minha namorada engolindo o pau, afinal das 20 pessoas no cinema todas estavam olhando pra frente e estavam mais abaixo da minha fileira e o nível das poltronas altas também não é como se pudessem nos ver. Pra minha sorte ela estava com um vestido daqueles fáceis de tirar, esses vestidos são incrivelmente bons pra transar, são fáceis de levantar e tirar, em qualquer lugar eu não aguentei, abaixei o decote do vestido dela, comecei a chupar os peitinhos dela e enfiar a mão por baixo da saia, afastei a calcinha dela e comecei a dedar com 3 dedos pra que ela sentisse pressão na bucetona, o que me encheu de excitação é que ela literalmente tinha os peitinhos de fora em pleno cinema, a boquinha aberta tomando bocadas de ar pelo prazer que meus dedos davam e eu, luxurioso por estar ali em público ou naquela sala de cinema. A É verdade, já fazia um tempão que eu não tocava nela desse jeito. Quando saímos do cinema, não parávamos de falar do quanto foi excitante e emocionante aquele momento. Ela me disse que curtiu o perigo de serem pegos, tanto que ficava mais quente ainda, e eu ficava excitado pra caralho, já que fazia tempo que eu não tinha uma ereção assim, por isso parei de buscar intimidade com ela. E suspeito que ela já tinha notado, porque em várias tentativas de querer transar, eu perdia a ereção ou dizia "tô cansado, bebê". A verdade é que eu não me excitava mais. Então nem pensamos duas vezes e prometemos que mais pra frente a gente ia fazer de novo. Exatamente 2 semanas depois, voltamos ao mesmo cinema. Escolhemos naquela vez o filme menos visto, um mexicano, que já tava até saindo de cartaz, ninguém via. Minha namorada com um vestido parecido com o da última vez, um vestido muito gostoso. Escolhi a sessão a partir das 2 da tarde, quase ninguém usa esse horário. Ao entrar na sala, acertei em cheio: contei 6 pessoas e ninguém lá em cima, todos sentados em volta dos lugares centrais. Eu já queria que apagassem as luzes pra começar a passar a mão na minha namorada. Tava fervendo por dentro, eu sussurrava tudo o que ia fazer no ouvido dela, me sugestionei tanto que já tava com o pau bem duro, e isso era um bom sinal. E ela me pedindo pra ir devagarzinho só, hahaha, com isso ela praticamente me dava permissão pra fazer de tudo com ela, pfff... Quando vejo chegam 3 caras mais ou menos da idade da minha namorada, eu só via eles subindo e subindo as fileiras até onde a gente tava. Eu tava quase indo correr com eles, sério, se sentassem na nossa fileira ou uma na frente, tendo tanto espaço. O bom é que foram só 5 fileiras abaixo da gente, o suficiente pra ter um pouco de perigo e não parar meus planos safados com minha namorada. Apagaram as luzes e comecei a agarrar ela, beijar o pescoço dela, esperamos passar mais um tempinho pra ninguém chegar de última hora, até que depois de uns 20 min, mais ou menos, começamos a nos apalpar, já era hora, eu Tirei o calça e o cueca, fiquei da cintura pra baixo pelado de meia e minha namorada abaixou a parte de cima do vestido deixando os peitinhos dela expostos, tirou a calcinha e subiu toda a saia. Ela realizou a fantasia que queria e era estar totalmente exposta na poltrona do cinema, o vestido só cobria o torso dela caso precisasse se cobrir rápido, só subiria ele caso alguém nos visse. Lembro que minha namorada abriu as pernonas e segurou elas deixando a buceta exposta no escuro da sala do cinema, não aguentei minha ereção, doía de tão dura que ficou, desci pra chupar a buceta dela com tanta luxúria como se fosse a primeira vez que chupava. Não sei como me ajeitei, mas assim ela sentada na poltrona de pernas abertas eu comecei a comer ela,.... A continuação relatando minhas safadezas 2
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