A história (Reeditada)
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Meu nome é Jéssica, tenho 42 anos, sou divorciada há 4 anos e moro com meus filhos.
Marlen de 21 anos
E o Alex, de 18 anos.
Vivemos num bairro tranquilo. Tenho um salão de beleza que abri com uma amiga há 4 anos, logo depois que me divorciei. Fico só de manhã, então depois do meio-dia estou livre. Chego em casa, preparo comida pros meus filhos e depois vou pra academia. Sou uma mulher muito gostosa, sempre tive homens atrás de mim. Tenho 1,60m, pele branca, magra, peitos pequenos, cinturinha fina, mas o que mais gosto em mim — e já me falaram — são minhas pernas torneadas e minha bunda redonda e empinada. Cuido muito do meu corpo, vou 5 dias por semana na academia.
Minha filha Marlen faz faculdade de contabilidade. Ela é igual a mim, apesar da minha idade, falam que parecemos irmãs. Ela também se mata na academia. Tem 1,64m, cabelo liso preto, rostinho lindo, magra, peitos pequenos e empinados, cinturinha, pernas tonificadas e um rabo redondo e cheio. Às vezes vamos juntas pra academia quando dá. Meu filho, por outro lado, puxou mais ao pai: é baixinho, 1,67m, gordinho, porque a atividade principal dele é jogar videogame. Ele estuda engenharia, quase não sai de casa, e quando sai é pra ir na casa de um amigo jogar videogame. Ele é o que chamam de nerd ou frikie.
Como falei, sou dona de um salão de beleza. Minha rotina é ficar de manhã no salão, voltar pra casa, preparar comida pros meus filhos, ir pra academia e esperar eles. Minha filha sai de casa às 7h, meu filho às 8h, e voltam perto das 15h. Aí sentamos pra almoçar juntos. Essa é nossa rotina diária.
Os dias foram passando normal, até que notei que na casa da frente estavam se mudando. Vi descendo umas coisas de uma caminhonete, depois vi dois homens saindo de casa. Eram dois negros, quase 1,90m, pareciam muito fortes. Fiquei meio surpresa, porque não é normal ver gente de cor por aqui. Não dei muita importância e segui com minhas coisas. Os dias passaram normal. Notei que os Os novos vizinhos estavam sempre em casa, eu me perguntava o que será que eles fazem? Um dia, minha filha chegou mais cedo porque só apresentou um projeto e voltou pra casa. Nós duas tínhamos combinado de ir pra academia juntas. Cheguei da sala, a comida a gente ia preparar quando voltasse, então nos arrumamos pra treinar. Eu adoro treinar com roupa meio provocante, naquele dia vesti um macacão de yoga preto sem costura, e minha filha colocou uma legging esportiva rosa sem costura e um top preto. A gente se olhava e se sentia muito gostosa.
Quando chegamos na academia, nossa coach Valéria já estava nos esperando. Ela é uma mina de 27 anos, mãe de uma menina de 3 anos e casada. É uma jovem muito atraente, porque com o treino dela tem um corpo de dar inveja. Ela tem 1,70m, cabelo liso castanho, um rostinho bonito, é magra, com abdômen e costas definidos e pernas tonificadas. O que mais me encanta nela é a bunda gostosa, porque tem um rabo bem redondo e cheio, e parece que o parto da filha também ajudou, porque a cintura dela alargou um pouquinho, deixando a bunda com formato de coração. Ela é psicóloga de formação, mas como o marido ganha muito bem, ela cuida da família e de si mesma. Com o tempo, conseguiu um trampo de coach na academia, fica só 4 horas à tarde, depois precisa buscar a filha na casa da avó. Começamos a treinar, e claro que os olhares não faltaram.
Antes de sair da academia, vestimos uns pants oversized porque precisávamos comprar umas coisas no supermercado e não queríamos chamar muita atenção, haha. Na saída do super, encontramos um vizinho e começamos a conversar. Ele falou uma coisa que me deixou preocupada: disse que os novos vizinhos negros são na verdade colombianos, estavam em Chiapas, eram bandidos e viviam de roubo e venda de drogas, mas fugiram porque os rivais ameaçaram matar eles. E ele disse que não duvida que eles continuem fazendo a mesma coisa. Fiquei assustada, principalmente pela segurança dos meus filhos. Meu vizinho me falou pra tomar cuidado, porque vivem na minha frente, a gente se despede e volta, toma banho e começa a preparar a comida. Duas horas depois, meu filho chegou e aí sentamos pra comer. Óbvio que eu falei pra termos cuidado com eles, o melhor era evitar. No dia seguinte, quando voltei do salão e desci da minha caminhonete, um dos colombianos tava do lado de fora da casa dele. Quando me viu, ele deu um assobio seguido de um elogio. Eu tava usando um vestido branco meio justo, que batia um pouco acima do joelho, e um tênis da mesma cor. Me senti desconfortável, então só ignorei e entrei em casa. No fundo, eu adoro me vestir com roupas bem atraentes — curto usar jeans justos, mini shorts, blusas, tops e vestidos — mas agora me sentia incomodada com eles me olhando. Só ignorei. Preparei a comida e depois me arrumei pra academia. O negão já não tava mais lá, então consegui sair tranquila. Os dias foram passando normal. Às vezes a Valéria vinha aqui em casa tomar café e a gente colocava a conversa em dia sobre nossas vidas. Numa dessas visitas, ela me disse que o marido dela tava passando mais tempo no trabalho e fazendo viagens de trabalho que duravam semanas, então ela se sentia sozinha com a filha dela. Eu entendi. Depois ela falou que, quando chegou na minha casa, um vizinho da frente ficou olhando pra ela com muito tesão. Eu me surpreendi. Ela disse que era um negão de uns dois metros, um cara nojento pelo jeito que ele olhou pra ela. Contei pra ela o que se comentava sobre eles. Valéria se surpreendeu e disse: "Não é de se espantar que a polícia proteja esses bandidos. Então só se cuida e cuida dos seus filhos, eles podem ser perigosos." Na semana seguinte, meu filho tinha ido pra casa de um colega terminar um projeto e minha filha foi pra academia, então comecei a lavar roupa. Minha filha lava a roupa dela, então só entrei no quarto do meu filho, procurei roupa suja e comecei a juntar. Mas no chão tinha uma coisa que chamou minha atenção: eram manchas de um líquido branco. A única coisa que veio na minha cabeça foi que meu filho tinha... Masturba? Eu só ri, hahaha. Não duvido que ela também veja pornô, haha. Pois dois anos atrás encontrei vários filmes e calcinhas minhas, óbvio que nunca falei nada, só ri de lembrar, hahaha. No dia seguinte, decidi não ir à academia, precisava descansar, e nessa hora a Valéria chegou com a filha dela pra visitar. Eu, toda feliz, recebi elas e já preparei um café. Enquanto tomávamos, ela me contou que o marido não ia estar em casa a semana toda, então ela ia ficar em casa com a filha e queria descansar essa semana da academia e retomar os exercícios de ioga. Eu falei que iria na casa dela fazer exercícios com ela. As duas gostamos da ideia de fazer ioga juntas. Depois, ela me perguntou algo bem pessoal: me perguntou como eu me satisfazia sexualmente sozinha, já que ela passava mais tempo só. Eu só ri e falei que às vezes brinco com meus dedos. A gente só riu. Ela estava pensando em comprar um brinquedo, mas não tinha certeza, e eu não sabia o que responder. Ela também disse que seria um brinquedo do tamanho do pau do marido dela. Eu recomendei um vibrador, e ela disse que ia pensar, hahaha. No sábado, meu filho estava em casa e minha filha tinha saído com umas amigas. Sábado e domingo não vou à academia, então saí pra correr. Coloquei um shorts de treino curto e um top, tudo preto. No caminho, cheguei na casa da Valéria, então decidi passar pra visitar. Quando entrei na casa dela, vi que ela estava usando um vestido de alças justo que se moldava ao corpo dela, junto com um tênis preto. Ela estava muito gostosa. Eu só pensava: que sortudo é o marido dela. Ela me disse que estava só ela e a filha, porque o marido estava no trabalho. A última parte ela falou meio irritada. Começamos a conversar, e ela me contou uma coisa que me deixou preocupada: ela disse que estava rolando um boato de que os colombianos estavam se aliando ao crime organizado. Fiquei assustada. Além disso, ela disse que estava meio preocupada porque um dos colombianos estava numa caminhonete e viu onde ela mora, e ela temia que fizessem algo com ela. Eu falei pra ela... Que não aconteceu nada com eles, pelo menos aqui na nossa área, mas é isso, a polícia não faz nada, parece até que protege eles. Além disso, eles não passam dos seus idiotas elogios e assobios. Ela só disse que eram uns vagabundos inúteis. Voltei pra casa meio preocupada com o que a Valéria me contou, preparei a comida e, depois de duas horas, minha filha chegou muito irritada. Perguntei o que tinha acontecido, e o que ela me disse me assustou, mas ao mesmo tempo me deixou furiosa. Ela me contou que um daqueles negros deu um tapa na bunda dela. Não conseguia acreditar no que estava ouvindo, queria sair pra reclamar, mas minha filha me segurou porque ela viu que um deles estava armado. Me senti impotente, então liguei pra polícia, mas eles nunca apareceram. Meu filho chegou depois e eu avisei sobre eles, mas ele me disse que às vezes gritam "viado" pra ele. Não conseguia acreditar. Perguntei por que ele não tinha me contado antes, e ele só disse que não queria me preocupar. No dia seguinte, contei pra Valéria, e ela disse que eu deveria denunciar, mas sabendo que a polícia não veio quando liguei, ia ser inútil denunciar. Tentamos esquecer fazendo nossos exercícios. Naquele mesmo dia, à tarde, antes dos meus filhos chegarem, fiz uma limpeza, especialmente no quarto do meu filho. Quando entrei no quarto dele, estava uma bagunça: roupa amontoada, cama desfeita, escrivaninha bagunçada, um caos total. Arrumei tudo. Ao organizar a escrivaninha, o tablet dele ligou. Notei que não tinha senha, então decidi entrar. Primeiro, revisei a galeria. O que encontrei foram fotos das colegas de classe dele, que por sinal são muito gostosas. Pensei: "Com certeza ele bate uma pra essas" hahaha. Depois, entrei no navegador e o que vi me deixou em choque. Tinha umas dez abas abertas. A primeira que carreguei era um site chamado "Blacked.com", e na outra aba dizia "Meu valentão negro fode minha mãe". As outras páginas eram sobre gifs de homens negros comendo garotas brancas. O que me surpreendeu foi o tamanho daqueles paus. Só fechei o tablet. Fui embora, só me perguntando: por que meu filho fica vendo isso? Será que ele gosta de homem? Tentei esquecer. No dia seguinte, na academia, a Valéria tava meio sem energia por causa do marido, já que ele só chega em casa pra jantar e dormir, não dá atenção pra ela. Ela me contou que ia voltar a ser coach e focar nela mesma e na filha. Também disse que um dos colombianos que a gente conhece, chamado Ismael, começou a seguir ela no Instagram, mas não comenta nem manda nada. Falei pra ela bloquear ele e deixar a conta no privado. Ela respondeu que usa a conta pras minas que treina, posta treinos e roupas, e que queria descobrir mais sobre eles. Eu, por outro lado, coloquei minha conta pessoal no privado. Depois da academia, fui visitar minha mãe e voltei pra casa. Quando entrei, vi meu filho chorando na sala. Perguntei o que tinha acontecido. Ele disse que um dos negros tinha roubado o celular dele e dado uns tapas. Eu tava puta da vida, queria sair, mas lembrei que eles podiam estar armados. Chamei a polícia, mas quando chegaram, só conversaram com eles por 15 minutos e foram embora. Só pensei: "Esses malditos compraram a polícia". Falei pro meu filho não se preocupar, que no dia seguinte compraria um celular novo. Minha filha chegou depois, contei o que rolou. Ela obviamente ficou brava e quis enfrentar eles, mas eu segurei, porque era perigoso. Ela só disse que isso não ia ficar assim. Na mesma tarde, enquanto meu filho tava no quarto e minha filha na academia, subi pro quartinho de lavar pra lavar umas roupas. Lá tem uma janela que dá pra rua, com vista pras casas da frente. Quase terminando de lavar, parei perto da janela e notei que os negros estavam levantando peso no quintal deles. Fiquei olhando como eles levantavam pesos pesados sem muito esforço. Também me surpreendi com os músculos enormes deles, totalmente carecas e tatuados. Fiquei uns 10 Minutos olhando e depois terminei de lavar. No dia seguinte, meu filho, ao voltar da faculdade, me disse que um dos negros estava enchendo o saco dele, zoando o conteúdo do celular. Eu pensei: "talvez tenham visto o conteúdo pornográfico dele" kkkk. Eles gritavam coisas como "viadinho" e "sissy". Ele estava meio deprimido por causa disso. Os dias seguintes foram iguais para meu filho, minha filha e eu começamos a nos preocupar, porque o Alex só saía pra ir pra faculdade e só saía quando os valentões não estavam por perto. Minha filha disse que ia denunciar, mas isso era inútil. No dia seguinte, na academia, a Valéria estava treinando e, quando terminou, meio brincalhona, me disse que tinha comprado um brinquedo, um vibrador, e também me convidou pra ir na casa dela comer alguma coisa, o que eu aceitei. Entrei na casa dela e notei mudanças: por exemplo, o quarto da filhinha dela tinha sido pintado de um rosa muito lindo, e a cozinha tinha sido reformada. Ela também aproveitou pra me mostrar o novo parceiro dela: era um vibrador roxo. A gente riu, brincando com ele. A Valéria me disse que ele satisfazia ela mais que o marido e que eu deveria comprar um também. Eu só falei que estava considerando kkkk. Valéria, como boa amiga, disse que eu podia ir na casa dela quando quisesse, porque o marido só chegava à noite. Quando cheguei em casa, meu filho já tinha chegado. Perguntei o que os valentões tinham dito pra ele agora, e ele respondeu que não tinham atacado ele, só ignoraram. Fiquei confusa: por que deixaram ele em paz do nada? Bom, se deixaram ele em paz, pra mim tá de boa. Marlen chegou meio tarde e também não foi pra academia. Perguntei por que tão tarde, e ela só disse que ficou pra terminar um projeto. Os dias passaram, meu filho não era mais intimidado. Eu conversava muito com a Valéria e, quase sempre depois da academia, ia na casa dela tomar um café. Um dia à tarde, lavando roupa, passei pelo quarto da minha filha e decidi lavar algumas peças dela. Juntei algumas, abri a primeira gaveta onde ela guardava a calcinha. Entre as tangas dela, vi uma coisa que me Me surpreendi no fundo da gaveta, tinha um brinquedo sexual, mas não era qualquer um, não. Era um pau preto bem grande, tipo uns 30 cm, bem grosso na base. Na ponta tinha uma ventosa pra grudar em algum lugar. Junto, um potinho de lubrificante. Pensei: "Isso a Marlen enfia?". Guardei de volta no lugar, saí do quarto e terminei de lavar a louça.
No dia seguinte, saindo da academia, sem avisar, entrei na casa da minha amiga. Ela se assustou, mas disse que não tinha problema. Ela tava fazendo yoga, então terminou e a gente sentou pra bater um papo. Ela parecia mais feliz e cheia de energia. Eu só pensava: "Preciso comprar um vibrador, haha". Fui no banheiro dela e, quando lavei as mãos, notei que tinha uma embalagem de camisinha aberta no lixo do banheiro, e dentro dela, a camisinha usada. Falei comigo mesma: "O marido dela não sai bem cedo?". Bom, talvez tenham transado antes dele ir embora, porque ela é incapaz de trair. Voltei pra sala onde ela estava, não comentei nada, só deixei pra lá.
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Meu nome é Jéssica, tenho 42 anos, sou divorciada há 4 anos e moro com meus filhos.
Marlen de 21 anos
E o Alex, de 18 anos.
Vivemos num bairro tranquilo. Tenho um salão de beleza que abri com uma amiga há 4 anos, logo depois que me divorciei. Fico só de manhã, então depois do meio-dia estou livre. Chego em casa, preparo comida pros meus filhos e depois vou pra academia. Sou uma mulher muito gostosa, sempre tive homens atrás de mim. Tenho 1,60m, pele branca, magra, peitos pequenos, cinturinha fina, mas o que mais gosto em mim — e já me falaram — são minhas pernas torneadas e minha bunda redonda e empinada. Cuido muito do meu corpo, vou 5 dias por semana na academia.Minha filha Marlen faz faculdade de contabilidade. Ela é igual a mim, apesar da minha idade, falam que parecemos irmãs. Ela também se mata na academia. Tem 1,64m, cabelo liso preto, rostinho lindo, magra, peitos pequenos e empinados, cinturinha, pernas tonificadas e um rabo redondo e cheio. Às vezes vamos juntas pra academia quando dá. Meu filho, por outro lado, puxou mais ao pai: é baixinho, 1,67m, gordinho, porque a atividade principal dele é jogar videogame. Ele estuda engenharia, quase não sai de casa, e quando sai é pra ir na casa de um amigo jogar videogame. Ele é o que chamam de nerd ou frikie.
Como falei, sou dona de um salão de beleza. Minha rotina é ficar de manhã no salão, voltar pra casa, preparar comida pros meus filhos, ir pra academia e esperar eles. Minha filha sai de casa às 7h, meu filho às 8h, e voltam perto das 15h. Aí sentamos pra almoçar juntos. Essa é nossa rotina diária.
Os dias foram passando normal, até que notei que na casa da frente estavam se mudando. Vi descendo umas coisas de uma caminhonete, depois vi dois homens saindo de casa. Eram dois negros, quase 1,90m, pareciam muito fortes. Fiquei meio surpresa, porque não é normal ver gente de cor por aqui. Não dei muita importância e segui com minhas coisas. Os dias passaram normal. Notei que os Os novos vizinhos estavam sempre em casa, eu me perguntava o que será que eles fazem? Um dia, minha filha chegou mais cedo porque só apresentou um projeto e voltou pra casa. Nós duas tínhamos combinado de ir pra academia juntas. Cheguei da sala, a comida a gente ia preparar quando voltasse, então nos arrumamos pra treinar. Eu adoro treinar com roupa meio provocante, naquele dia vesti um macacão de yoga preto sem costura, e minha filha colocou uma legging esportiva rosa sem costura e um top preto. A gente se olhava e se sentia muito gostosa.
Quando chegamos na academia, nossa coach Valéria já estava nos esperando. Ela é uma mina de 27 anos, mãe de uma menina de 3 anos e casada. É uma jovem muito atraente, porque com o treino dela tem um corpo de dar inveja. Ela tem 1,70m, cabelo liso castanho, um rostinho bonito, é magra, com abdômen e costas definidos e pernas tonificadas. O que mais me encanta nela é a bunda gostosa, porque tem um rabo bem redondo e cheio, e parece que o parto da filha também ajudou, porque a cintura dela alargou um pouquinho, deixando a bunda com formato de coração. Ela é psicóloga de formação, mas como o marido ganha muito bem, ela cuida da família e de si mesma. Com o tempo, conseguiu um trampo de coach na academia, fica só 4 horas à tarde, depois precisa buscar a filha na casa da avó. Começamos a treinar, e claro que os olhares não faltaram.
Antes de sair da academia, vestimos uns pants oversized porque precisávamos comprar umas coisas no supermercado e não queríamos chamar muita atenção, haha. Na saída do super, encontramos um vizinho e começamos a conversar. Ele falou uma coisa que me deixou preocupada: disse que os novos vizinhos negros são na verdade colombianos, estavam em Chiapas, eram bandidos e viviam de roubo e venda de drogas, mas fugiram porque os rivais ameaçaram matar eles. E ele disse que não duvida que eles continuem fazendo a mesma coisa. Fiquei assustada, principalmente pela segurança dos meus filhos. Meu vizinho me falou pra tomar cuidado, porque vivem na minha frente, a gente se despede e volta, toma banho e começa a preparar a comida. Duas horas depois, meu filho chegou e aí sentamos pra comer. Óbvio que eu falei pra termos cuidado com eles, o melhor era evitar. No dia seguinte, quando voltei do salão e desci da minha caminhonete, um dos colombianos tava do lado de fora da casa dele. Quando me viu, ele deu um assobio seguido de um elogio. Eu tava usando um vestido branco meio justo, que batia um pouco acima do joelho, e um tênis da mesma cor. Me senti desconfortável, então só ignorei e entrei em casa. No fundo, eu adoro me vestir com roupas bem atraentes — curto usar jeans justos, mini shorts, blusas, tops e vestidos — mas agora me sentia incomodada com eles me olhando. Só ignorei. Preparei a comida e depois me arrumei pra academia. O negão já não tava mais lá, então consegui sair tranquila. Os dias foram passando normal. Às vezes a Valéria vinha aqui em casa tomar café e a gente colocava a conversa em dia sobre nossas vidas. Numa dessas visitas, ela me disse que o marido dela tava passando mais tempo no trabalho e fazendo viagens de trabalho que duravam semanas, então ela se sentia sozinha com a filha dela. Eu entendi. Depois ela falou que, quando chegou na minha casa, um vizinho da frente ficou olhando pra ela com muito tesão. Eu me surpreendi. Ela disse que era um negão de uns dois metros, um cara nojento pelo jeito que ele olhou pra ela. Contei pra ela o que se comentava sobre eles. Valéria se surpreendeu e disse: "Não é de se espantar que a polícia proteja esses bandidos. Então só se cuida e cuida dos seus filhos, eles podem ser perigosos." Na semana seguinte, meu filho tinha ido pra casa de um colega terminar um projeto e minha filha foi pra academia, então comecei a lavar roupa. Minha filha lava a roupa dela, então só entrei no quarto do meu filho, procurei roupa suja e comecei a juntar. Mas no chão tinha uma coisa que chamou minha atenção: eram manchas de um líquido branco. A única coisa que veio na minha cabeça foi que meu filho tinha... Masturba? Eu só ri, hahaha. Não duvido que ela também veja pornô, haha. Pois dois anos atrás encontrei vários filmes e calcinhas minhas, óbvio que nunca falei nada, só ri de lembrar, hahaha. No dia seguinte, decidi não ir à academia, precisava descansar, e nessa hora a Valéria chegou com a filha dela pra visitar. Eu, toda feliz, recebi elas e já preparei um café. Enquanto tomávamos, ela me contou que o marido não ia estar em casa a semana toda, então ela ia ficar em casa com a filha e queria descansar essa semana da academia e retomar os exercícios de ioga. Eu falei que iria na casa dela fazer exercícios com ela. As duas gostamos da ideia de fazer ioga juntas. Depois, ela me perguntou algo bem pessoal: me perguntou como eu me satisfazia sexualmente sozinha, já que ela passava mais tempo só. Eu só ri e falei que às vezes brinco com meus dedos. A gente só riu. Ela estava pensando em comprar um brinquedo, mas não tinha certeza, e eu não sabia o que responder. Ela também disse que seria um brinquedo do tamanho do pau do marido dela. Eu recomendei um vibrador, e ela disse que ia pensar, hahaha. No sábado, meu filho estava em casa e minha filha tinha saído com umas amigas. Sábado e domingo não vou à academia, então saí pra correr. Coloquei um shorts de treino curto e um top, tudo preto. No caminho, cheguei na casa da Valéria, então decidi passar pra visitar. Quando entrei na casa dela, vi que ela estava usando um vestido de alças justo que se moldava ao corpo dela, junto com um tênis preto. Ela estava muito gostosa. Eu só pensava: que sortudo é o marido dela. Ela me disse que estava só ela e a filha, porque o marido estava no trabalho. A última parte ela falou meio irritada. Começamos a conversar, e ela me contou uma coisa que me deixou preocupada: ela disse que estava rolando um boato de que os colombianos estavam se aliando ao crime organizado. Fiquei assustada. Além disso, ela disse que estava meio preocupada porque um dos colombianos estava numa caminhonete e viu onde ela mora, e ela temia que fizessem algo com ela. Eu falei pra ela... Que não aconteceu nada com eles, pelo menos aqui na nossa área, mas é isso, a polícia não faz nada, parece até que protege eles. Além disso, eles não passam dos seus idiotas elogios e assobios. Ela só disse que eram uns vagabundos inúteis. Voltei pra casa meio preocupada com o que a Valéria me contou, preparei a comida e, depois de duas horas, minha filha chegou muito irritada. Perguntei o que tinha acontecido, e o que ela me disse me assustou, mas ao mesmo tempo me deixou furiosa. Ela me contou que um daqueles negros deu um tapa na bunda dela. Não conseguia acreditar no que estava ouvindo, queria sair pra reclamar, mas minha filha me segurou porque ela viu que um deles estava armado. Me senti impotente, então liguei pra polícia, mas eles nunca apareceram. Meu filho chegou depois e eu avisei sobre eles, mas ele me disse que às vezes gritam "viado" pra ele. Não conseguia acreditar. Perguntei por que ele não tinha me contado antes, e ele só disse que não queria me preocupar. No dia seguinte, contei pra Valéria, e ela disse que eu deveria denunciar, mas sabendo que a polícia não veio quando liguei, ia ser inútil denunciar. Tentamos esquecer fazendo nossos exercícios. Naquele mesmo dia, à tarde, antes dos meus filhos chegarem, fiz uma limpeza, especialmente no quarto do meu filho. Quando entrei no quarto dele, estava uma bagunça: roupa amontoada, cama desfeita, escrivaninha bagunçada, um caos total. Arrumei tudo. Ao organizar a escrivaninha, o tablet dele ligou. Notei que não tinha senha, então decidi entrar. Primeiro, revisei a galeria. O que encontrei foram fotos das colegas de classe dele, que por sinal são muito gostosas. Pensei: "Com certeza ele bate uma pra essas" hahaha. Depois, entrei no navegador e o que vi me deixou em choque. Tinha umas dez abas abertas. A primeira que carreguei era um site chamado "Blacked.com", e na outra aba dizia "Meu valentão negro fode minha mãe". As outras páginas eram sobre gifs de homens negros comendo garotas brancas. O que me surpreendeu foi o tamanho daqueles paus. Só fechei o tablet. Fui embora, só me perguntando: por que meu filho fica vendo isso? Será que ele gosta de homem? Tentei esquecer. No dia seguinte, na academia, a Valéria tava meio sem energia por causa do marido, já que ele só chega em casa pra jantar e dormir, não dá atenção pra ela. Ela me contou que ia voltar a ser coach e focar nela mesma e na filha. Também disse que um dos colombianos que a gente conhece, chamado Ismael, começou a seguir ela no Instagram, mas não comenta nem manda nada. Falei pra ela bloquear ele e deixar a conta no privado. Ela respondeu que usa a conta pras minas que treina, posta treinos e roupas, e que queria descobrir mais sobre eles. Eu, por outro lado, coloquei minha conta pessoal no privado. Depois da academia, fui visitar minha mãe e voltei pra casa. Quando entrei, vi meu filho chorando na sala. Perguntei o que tinha acontecido. Ele disse que um dos negros tinha roubado o celular dele e dado uns tapas. Eu tava puta da vida, queria sair, mas lembrei que eles podiam estar armados. Chamei a polícia, mas quando chegaram, só conversaram com eles por 15 minutos e foram embora. Só pensei: "Esses malditos compraram a polícia". Falei pro meu filho não se preocupar, que no dia seguinte compraria um celular novo. Minha filha chegou depois, contei o que rolou. Ela obviamente ficou brava e quis enfrentar eles, mas eu segurei, porque era perigoso. Ela só disse que isso não ia ficar assim. Na mesma tarde, enquanto meu filho tava no quarto e minha filha na academia, subi pro quartinho de lavar pra lavar umas roupas. Lá tem uma janela que dá pra rua, com vista pras casas da frente. Quase terminando de lavar, parei perto da janela e notei que os negros estavam levantando peso no quintal deles. Fiquei olhando como eles levantavam pesos pesados sem muito esforço. Também me surpreendi com os músculos enormes deles, totalmente carecas e tatuados. Fiquei uns 10 Minutos olhando e depois terminei de lavar. No dia seguinte, meu filho, ao voltar da faculdade, me disse que um dos negros estava enchendo o saco dele, zoando o conteúdo do celular. Eu pensei: "talvez tenham visto o conteúdo pornográfico dele" kkkk. Eles gritavam coisas como "viadinho" e "sissy". Ele estava meio deprimido por causa disso. Os dias seguintes foram iguais para meu filho, minha filha e eu começamos a nos preocupar, porque o Alex só saía pra ir pra faculdade e só saía quando os valentões não estavam por perto. Minha filha disse que ia denunciar, mas isso era inútil. No dia seguinte, na academia, a Valéria estava treinando e, quando terminou, meio brincalhona, me disse que tinha comprado um brinquedo, um vibrador, e também me convidou pra ir na casa dela comer alguma coisa, o que eu aceitei. Entrei na casa dela e notei mudanças: por exemplo, o quarto da filhinha dela tinha sido pintado de um rosa muito lindo, e a cozinha tinha sido reformada. Ela também aproveitou pra me mostrar o novo parceiro dela: era um vibrador roxo. A gente riu, brincando com ele. A Valéria me disse que ele satisfazia ela mais que o marido e que eu deveria comprar um também. Eu só falei que estava considerando kkkk. Valéria, como boa amiga, disse que eu podia ir na casa dela quando quisesse, porque o marido só chegava à noite. Quando cheguei em casa, meu filho já tinha chegado. Perguntei o que os valentões tinham dito pra ele agora, e ele respondeu que não tinham atacado ele, só ignoraram. Fiquei confusa: por que deixaram ele em paz do nada? Bom, se deixaram ele em paz, pra mim tá de boa. Marlen chegou meio tarde e também não foi pra academia. Perguntei por que tão tarde, e ela só disse que ficou pra terminar um projeto. Os dias passaram, meu filho não era mais intimidado. Eu conversava muito com a Valéria e, quase sempre depois da academia, ia na casa dela tomar um café. Um dia à tarde, lavando roupa, passei pelo quarto da minha filha e decidi lavar algumas peças dela. Juntei algumas, abri a primeira gaveta onde ela guardava a calcinha. Entre as tangas dela, vi uma coisa que me Me surpreendi no fundo da gaveta, tinha um brinquedo sexual, mas não era qualquer um, não. Era um pau preto bem grande, tipo uns 30 cm, bem grosso na base. Na ponta tinha uma ventosa pra grudar em algum lugar. Junto, um potinho de lubrificante. Pensei: "Isso a Marlen enfia?". Guardei de volta no lugar, saí do quarto e terminei de lavar a louça.
No dia seguinte, saindo da academia, sem avisar, entrei na casa da minha amiga. Ela se assustou, mas disse que não tinha problema. Ela tava fazendo yoga, então terminou e a gente sentou pra bater um papo. Ela parecia mais feliz e cheia de energia. Eu só pensava: "Preciso comprar um vibrador, haha". Fui no banheiro dela e, quando lavei as mãos, notei que tinha uma embalagem de camisinha aberta no lixo do banheiro, e dentro dela, a camisinha usada. Falei comigo mesma: "O marido dela não sai bem cedo?". Bom, talvez tenham transado antes dele ir embora, porque ela é incapaz de trair. Voltei pra sala onde ela estava, não comentei nada, só deixei pra lá.
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