A seguir vou relatar uns 3 capítulos, minha história com a minha mãe até hoje, eu já tinha postado esse relato numa página de relatos, mas acho que aqui vai ter mais valor. Como tudo começou. Vou começar dizendo que essa história é 100% real, só vou alterar os nomes pra não ser tão óbvio, vou relatar desde o momento em que se desenvolveu esse gosto pela minha mãe. Agora vou me apresentar e falar um pouco sobre nós dois. Meu nome vai ser Mario, tenho 22 anos, sou da Colômbia, do departamento de Quindío pra ser exato, sou atlético pois gosto muito de treinar, minha mãe se chama Estefany, tem 38 anos, sim, me teve jovem, é branca e loira, mede uns 162 cm, nunca foi magra mas também não é gorda, podemos dizer que é corpulenta, sempre foi uma curvy puxando mais pra gostosa do que pra gorda, a verdade é que é um corpo muito harmônico levando em conta que ela quase nunca pisou numa academia, só nos últimos 3 ou 4 anos tem ido de forma intermitente, é muito linda, de verdade que é. Quanto ao jeito dela, é uma mulher irrepreensível, profissional, sempre teve mão dura, muito séria, um completo exemplo a seguir, se eu disser que a vi bêbada duas vezes na minha vida seria mentiroso e nem falar de escândalos de infidelidade com meu pai, não digo que não tenha sido, só não que eu saiba. Minha história do gosto que tenho pela minha mãe, já nem lembro com exatidão com que idade se desenvolveu, mas lembro que quando estava na 7ª série já me masturbava com as calcinhas dela (ela sempre usou calcinha fio-dental). Lembro que antes de começar a ver minha mãe como mulher eu tinha ciúmes do meu pai, e me incomodava quando ele ia nos visitar, ele trabalhava em outra cidade, porque eu sabia o que ele ia fazer, transar até cansar com a minha mãe, naquele momento eu não sabia mas hoje pensando melhor me dou conta que eram ciúmes porque sentia raiva e me dava vontade de chorar quando os ouvia transar. Hoje sei que eu também queria provar essa bucetinha, mas como mencionei, naquele momento eu não sabia. Isso aconteceu mais ou menos no ano de 2011 ou 2012. O tempo foi passando, minha mãe sempre foi muito tranquila, lembro que quando eu era bem pequeno ela se vestia sem problema nenhum na minha frente, e até hoje sempre usou pijamas muito provocantes, demais até, uns shorts bem curtos que deixavam aparecer metade da bunda e apertavam aquela bucetinha de um jeito que me deixava a mil, e uns roupões que quando ela se abaixava um pouco fazendo limpeza deixavam ver todo aquele bundão, coberto só pelo fiozinho da tanga, isso alimentava ainda mais meus pensamentos de puberdade. Ela, claro, nunca pensou mal porque, que mulher em sã consciência acreditaria que o filho de 12 ou 13 anos quer encher a buceta dela de porra e ver a cara da própria mãe chupando o pau dele até fazê-lo gozar? Quando eu estava na 7ª série já morávamos juntos, minha mãe, meu pai e eu, eles sempre estavam trabalhando quando eu chegava da escola, o que quer dizer que eu tinha tempo livre e ficava sozinho. Minhas tardes eram assim: chegava da escola, almoçava e ia direto na gaveta da minha mãe pegar a sacolinha onde ela guardava as calcinhas, não vou dar detalhes mas era em forma de um animal marinho em extinção, minha mãe tinha uma quantidade considerável de calcinhas, todas eram tangas, só tinha umas 3 ou 4 calcinhas comuns e o resto eram umas 20 ou 25 tangas de vários modelos e tinha 2 baby dolls bem básicos, uma tanga bem pequenininha, uns sutiãs transparentes e um roupão transparente, um era azul e o outro era preto com todas as bordas rosas, lembro que me imaginar ela com aquelas roupas me excitava muito. Poderia dizer que consegui me masturbar e gozar em absolutamente todas e cada uma das tangas da minha mãe, me imaginando como ela ficava com cada uma delas, hoje me pergunto se em algum momento ela chegou a notar a meleca de porra na calcinha dela e não dizia nada ou se simplesmente nunca soube, assim passei todo o ensino médio, vendo ela todos os dias usar esses pijamas que deixavam ver demais, às vezes usava uns leggings que ficavam transparentes e eu amava ver aquele cuzão de fio dental quando isso acontecia, mas nada além disso, nunca a vi pelada pra minha infelicidade, até aquele momento...
1 comentários - PARTE 1: AS CALCINHAS DA MINHA MÃE