Nós paramos um momento pra descansar, não respondi na hora, não por medo, pelo contrário, queria ver se depois daquela quentura ainda queria falar sobre o assunto. Ela ficou me encarando, esperando uma resposta. Eu virei o rosto pra evitar, mas ela não desistiu, tava mesmo interessada em saber quem era o Dom José, então contei sobre ele.
Dom José era irmão de uma tia, sim, mas tia política. Ela tinha casado com um irmão do meu pai quando eram jovens. Todo mundo na rua era muito próximo, as famílias tinham chegado ali desde que o bairro começou a ser habitado, então entre as poucas famílias que existiam, sempre acabavam se aparentando com alguém próximo. Assim também, na época em que eles casaram, Dom José tava saindo com outra irmã do meu pai, chamada Carmela. O relacionamento deles não durou muito, ainda mais porque essas famílias já tinham se misturado, sendo meio estranho que outros irmãos também quisessem casar.
Isso não era impedimento pra amizades e muito menos pra sexo sem compromisso. Sei muito bem que Dom José e minha tia Carmela tinham se pegado naquela época sem maiores consequências, mas o problema cresceu quando ele quis competir com meu pai pelo amor da minha mãe. Meu pai já tinha cortejado ela antes, foram namorados por um tempo e terminaram, mas claro que nunca deixaram de se ver por causa da vizinhança. Quando José se aproximou dela com intenções mais sérias, meu pai não deixou barato e botou as cartas na mesa. Mesmo sem serem namorados, um dia meu pai praticamente deu um ultimato: "Quero que você case comigo, vou hoje à noite pedir sua mão". E à noite cumpriu a palavra. Meu pai entrou na casa do meu avô e pediu pra falar com ele. Do jeito antigo, pediu a mão da minha mãe, e ela acabou aceitando.
A do meu pai é a versão oficial, a que contam em casa pra nós, os filhos, mas ele nunca menciona que minha mãe naquela época tinha um relacionamento e nem com quem era. A pessoa de quem ouvi a outra versão é justamente minha tia Lupe, ela conta que o irmão dela chegou a sair com minha mãe, também não era o melhor partido, mas já tava começando a ficar sério. Claro que pegou ela de surpresa no dia em que minha mãe disse que não podiam mais ter nada porque ela ia casar com meu pai. Dom José reagiu indo na casa dos meus avós paternos fazer um escândalo, o que acabou em briga entre as famílias com conclusões bem desagradáveis.
Dom José não era exatamente um docinho, a família dele era bem grande, conto aí perto de 12 irmãos e irmãs, todos sempre foram encrenqueiros (aliás, minha tia Lupe me contou a versão dela só pra causar problema), bêbados daqueles que bebem na rua e enchem o saco de quem passa, até bandidos, sim, era gente que vivia de roubar transporte público. Então, embora meu pai e os irmãos dele não fossem ingênuos, se viram enrascados com a laia dessa família.
Não sei muito mais, porque não é algo que se comente na família do meu pai, mas desde criança sou testemunha de que essas famílias não se falam. Mais ainda, lembro que desde pequeno sempre senti aquela má vibe deles quando passava na casa deles e não vou mentir, conforme fui crescendo, tinha zoeira dos adultos e os filhos procuravam briga com a gente. Conforme a gente foi ficando adulto, isso ficou menos frequente, mas ainda acontecia. Na real, me zuavam toda vez que eu levava alguém nova na rua, gritavam coisas tipo "cadê a outra?", esse tipo de comentário que podia causar mal-entendido. A primeira vez que a Yes passou na rua, bem na hora gritaram umas coisas que não entendi direito quando já tínhamos passado por onde eles estavam bebendo.
O relato parecia explicar muito por que não era um assunto que tinha surgido antes, então considerei que, com ele, as perguntas E, principalmente, a brincadeira com o Dom José tinha chegado ao fim, inacreditavelmente. Sim, fiquei me perguntando.
E: e Dom José, como foi contigo?
Por um momento fiquei incrédulo, será que ela realmente queria saber como era o tratamento do Dom José comigo? Pensei nisso, mas ela estava com o olhar fixo esperando minha resposta, com uns olhos expectantes que quase brilhavam de um jeito especial, me convenceram a dar uma resposta.
K: também não é que ele fosse especialmente ruim comigo, diria que foi mais indiferente. Quando os outros vinham me zoar, ele nem sempre participava, na maioria das vezes só ria um pouco, mas ele mesmo mandava eles pararem com as piadas, impunha respeito nos outros, porque era o mais velho da família que ainda morava no bairro. Uma vez briguei com um dos filhos dele e ele veio nos separar, eu me ferrei feio, claro, te lembro que eles são o que chamamos de "chacais", então não tínhamos contato nem relação nenhuma. Se cruzo com ele na rua, cumprimento e ele responde, de forma fria, mas educada. O que pode ser é que...
Sim, ela já tinha começado de novo com os roçados, acariciava meu pau, enquanto ela mesma já tinha começado a brincar com o clitóris dela. Fiquei um momento com a palavra na boca, procurando as palavras certas, mas ela continuava expectante e não me deu tempo de pensar mais.
E: o quê? Não pensa, só fala.
K: a vibe que os outros sentem, eu também sinto.
E: que vibe?
K: uma vibe de respeito.
E: de respeito ou dominação?
K: quando ele dá uma ordem pros outros, eles obedecem.
E: como se fosse o líder deles?
K: é, algo assim.
Naquele momento ela tomou a iniciativa de novo, subiu em cima de mim e enfiou meu pau pra dentro, sozinha fazia movimentos bruscos pra frente e pra trás. Depois que se ajeitou, voltou à conversa.
E: na verdade, eu entendo.
K: entende o quê?
E: isso que você falou, bom, na real, eu sinto isso dentro de mim.
K: o que você quer dizer, sobre ele? presença?
Y: não só isso, sinto essa dominação
K: você também se sente dominada pela presença dele?
Y: sim, quando ele fala comigo é como se só existisse ele, não consigo pensar em outra coisa, de manhã vou com a ideia de recusar subir na caminhonete dele, mas quando ele me manda subir, sinto um frio na barriga e meu corpo age sozinho
K: quando ele pediu pra vocês irem pra outro lugar, o que você sentia?
Y: senti que ele não estava perguntando, mas sim dando uma ordem, como se eu não pudesse desobedecer
K: então, por que você não acabou indo pro motel?
Y: já te falei, pensei que poderia te incomodar, mas foi muito difícil dizer não pra ele
K: e agora que você sabe como ele é de verdade, você iria com ele?
Y: verdade, sim, na hora eu não entendia por quê, só sentia, mas agora que você me contou sobre a pessoa dele, entendi
K: do que você tá falando?
Y: a presença dele me fazia sentir respeito, dominação e submissão
K: como se fosse um macho alfa?
Y: siiiim, isssooo, senti como um macho alfa, senti aquela necessidade de ficar com ele
K: mas você não tem medo, depois do que eu te contei?
Y: tenho medo sim, mas a atração é muito forte
K: mesmo sabendo que ele comia minha tia?
Y: siiiim, porque sei que ele comia sua tia e ainda mais porque como mulher também posso te garantir… que ele comia sua mãe
Isso me fez explodir com esse comentário, mas ainda tinha que perguntar
K: e por isso, você quer transar com ele?
Y: não, com um homem assim a gente não transa nem faz amor, meu corpo pede pra… que eu acasale com ele
K: então?...
Y: então, só fala, quero ouvir de você
K: você quer me chifrar com seu José?
Y: siiiim, quero te chifrar com seu José, quero que você me entregue pra ele pra eu poder acasalar com esse macho
K: sim meu amor, vou te entregar pra ele te comer como uma putinha
K: obrigado amor, te amo
Y: eu também te amo
A segunda vez que gozamos naquela noite foi mais intensa que a primeira, nós dois acabamos juntos Exaustos, nossa respiração tava muito ofegante, deitamos e ficamos de frente um pro outro, nos olhando nos olhos com muita intensidade, demos um beijo muito forte. Depois de um beijo longo, nos recostamos olhando pro teto, passamos um tempão nessa posição e sem trocar uma palavra, entre meus pensamentos passava a ideia de sempre, a fantasia era um ingrediente que deixava o sexo a dois algo muito intenso, mas depois que acabava, o calor do momento se apagava e a mente esfriava, deixando só como aquilo, fantasia.
Fiz um esforço pra me levantar, mas a Yes me segurou pelo braço, me deitou de novo e me abraçou, colocou minha cabeça no peito dela e me acariciou de um jeito muito doce.
Y: eu te amo, tô feliz de estar com você
K: eu também te amo, você é a melhor coisa que me aconteceu
Y: e eu adoro que você tenha uma mente tão perversa
K: eu amo que você entre na brincadeira
Y: só espero que você esteja preparado
K: preparado pra quê?
Y: pra passar da fantasia pra realidade
K: então, você realmente quer fazer isso?
Y: sim… deixa eu fazer, quero dar pro Dom José
K: ok amor, se é isso que você quer, vai ser do seu jeito
Dom José era irmão de uma tia, sim, mas tia política. Ela tinha casado com um irmão do meu pai quando eram jovens. Todo mundo na rua era muito próximo, as famílias tinham chegado ali desde que o bairro começou a ser habitado, então entre as poucas famílias que existiam, sempre acabavam se aparentando com alguém próximo. Assim também, na época em que eles casaram, Dom José tava saindo com outra irmã do meu pai, chamada Carmela. O relacionamento deles não durou muito, ainda mais porque essas famílias já tinham se misturado, sendo meio estranho que outros irmãos também quisessem casar.
Isso não era impedimento pra amizades e muito menos pra sexo sem compromisso. Sei muito bem que Dom José e minha tia Carmela tinham se pegado naquela época sem maiores consequências, mas o problema cresceu quando ele quis competir com meu pai pelo amor da minha mãe. Meu pai já tinha cortejado ela antes, foram namorados por um tempo e terminaram, mas claro que nunca deixaram de se ver por causa da vizinhança. Quando José se aproximou dela com intenções mais sérias, meu pai não deixou barato e botou as cartas na mesa. Mesmo sem serem namorados, um dia meu pai praticamente deu um ultimato: "Quero que você case comigo, vou hoje à noite pedir sua mão". E à noite cumpriu a palavra. Meu pai entrou na casa do meu avô e pediu pra falar com ele. Do jeito antigo, pediu a mão da minha mãe, e ela acabou aceitando.
A do meu pai é a versão oficial, a que contam em casa pra nós, os filhos, mas ele nunca menciona que minha mãe naquela época tinha um relacionamento e nem com quem era. A pessoa de quem ouvi a outra versão é justamente minha tia Lupe, ela conta que o irmão dela chegou a sair com minha mãe, também não era o melhor partido, mas já tava começando a ficar sério. Claro que pegou ela de surpresa no dia em que minha mãe disse que não podiam mais ter nada porque ela ia casar com meu pai. Dom José reagiu indo na casa dos meus avós paternos fazer um escândalo, o que acabou em briga entre as famílias com conclusões bem desagradáveis.
Dom José não era exatamente um docinho, a família dele era bem grande, conto aí perto de 12 irmãos e irmãs, todos sempre foram encrenqueiros (aliás, minha tia Lupe me contou a versão dela só pra causar problema), bêbados daqueles que bebem na rua e enchem o saco de quem passa, até bandidos, sim, era gente que vivia de roubar transporte público. Então, embora meu pai e os irmãos dele não fossem ingênuos, se viram enrascados com a laia dessa família.
Não sei muito mais, porque não é algo que se comente na família do meu pai, mas desde criança sou testemunha de que essas famílias não se falam. Mais ainda, lembro que desde pequeno sempre senti aquela má vibe deles quando passava na casa deles e não vou mentir, conforme fui crescendo, tinha zoeira dos adultos e os filhos procuravam briga com a gente. Conforme a gente foi ficando adulto, isso ficou menos frequente, mas ainda acontecia. Na real, me zuavam toda vez que eu levava alguém nova na rua, gritavam coisas tipo "cadê a outra?", esse tipo de comentário que podia causar mal-entendido. A primeira vez que a Yes passou na rua, bem na hora gritaram umas coisas que não entendi direito quando já tínhamos passado por onde eles estavam bebendo.
O relato parecia explicar muito por que não era um assunto que tinha surgido antes, então considerei que, com ele, as perguntas E, principalmente, a brincadeira com o Dom José tinha chegado ao fim, inacreditavelmente. Sim, fiquei me perguntando.
E: e Dom José, como foi contigo?
Por um momento fiquei incrédulo, será que ela realmente queria saber como era o tratamento do Dom José comigo? Pensei nisso, mas ela estava com o olhar fixo esperando minha resposta, com uns olhos expectantes que quase brilhavam de um jeito especial, me convenceram a dar uma resposta.
K: também não é que ele fosse especialmente ruim comigo, diria que foi mais indiferente. Quando os outros vinham me zoar, ele nem sempre participava, na maioria das vezes só ria um pouco, mas ele mesmo mandava eles pararem com as piadas, impunha respeito nos outros, porque era o mais velho da família que ainda morava no bairro. Uma vez briguei com um dos filhos dele e ele veio nos separar, eu me ferrei feio, claro, te lembro que eles são o que chamamos de "chacais", então não tínhamos contato nem relação nenhuma. Se cruzo com ele na rua, cumprimento e ele responde, de forma fria, mas educada. O que pode ser é que...
Sim, ela já tinha começado de novo com os roçados, acariciava meu pau, enquanto ela mesma já tinha começado a brincar com o clitóris dela. Fiquei um momento com a palavra na boca, procurando as palavras certas, mas ela continuava expectante e não me deu tempo de pensar mais.
E: o quê? Não pensa, só fala.
K: a vibe que os outros sentem, eu também sinto.
E: que vibe?
K: uma vibe de respeito.
E: de respeito ou dominação?
K: quando ele dá uma ordem pros outros, eles obedecem.
E: como se fosse o líder deles?
K: é, algo assim.
Naquele momento ela tomou a iniciativa de novo, subiu em cima de mim e enfiou meu pau pra dentro, sozinha fazia movimentos bruscos pra frente e pra trás. Depois que se ajeitou, voltou à conversa.
E: na verdade, eu entendo.
K: entende o quê?
E: isso que você falou, bom, na real, eu sinto isso dentro de mim.
K: o que você quer dizer, sobre ele? presença?
Y: não só isso, sinto essa dominação
K: você também se sente dominada pela presença dele?
Y: sim, quando ele fala comigo é como se só existisse ele, não consigo pensar em outra coisa, de manhã vou com a ideia de recusar subir na caminhonete dele, mas quando ele me manda subir, sinto um frio na barriga e meu corpo age sozinho
K: quando ele pediu pra vocês irem pra outro lugar, o que você sentia?
Y: senti que ele não estava perguntando, mas sim dando uma ordem, como se eu não pudesse desobedecer
K: então, por que você não acabou indo pro motel?
Y: já te falei, pensei que poderia te incomodar, mas foi muito difícil dizer não pra ele
K: e agora que você sabe como ele é de verdade, você iria com ele?
Y: verdade, sim, na hora eu não entendia por quê, só sentia, mas agora que você me contou sobre a pessoa dele, entendi
K: do que você tá falando?
Y: a presença dele me fazia sentir respeito, dominação e submissão
K: como se fosse um macho alfa?
Y: siiiim, isssooo, senti como um macho alfa, senti aquela necessidade de ficar com ele
K: mas você não tem medo, depois do que eu te contei?
Y: tenho medo sim, mas a atração é muito forte
K: mesmo sabendo que ele comia minha tia?
Y: siiiim, porque sei que ele comia sua tia e ainda mais porque como mulher também posso te garantir… que ele comia sua mãe
Isso me fez explodir com esse comentário, mas ainda tinha que perguntar
K: e por isso, você quer transar com ele?
Y: não, com um homem assim a gente não transa nem faz amor, meu corpo pede pra… que eu acasale com ele
K: então?...
Y: então, só fala, quero ouvir de você
K: você quer me chifrar com seu José?
Y: siiiim, quero te chifrar com seu José, quero que você me entregue pra ele pra eu poder acasalar com esse macho
K: sim meu amor, vou te entregar pra ele te comer como uma putinha
K: obrigado amor, te amo
Y: eu também te amo
A segunda vez que gozamos naquela noite foi mais intensa que a primeira, nós dois acabamos juntos Exaustos, nossa respiração tava muito ofegante, deitamos e ficamos de frente um pro outro, nos olhando nos olhos com muita intensidade, demos um beijo muito forte. Depois de um beijo longo, nos recostamos olhando pro teto, passamos um tempão nessa posição e sem trocar uma palavra, entre meus pensamentos passava a ideia de sempre, a fantasia era um ingrediente que deixava o sexo a dois algo muito intenso, mas depois que acabava, o calor do momento se apagava e a mente esfriava, deixando só como aquilo, fantasia.
Fiz um esforço pra me levantar, mas a Yes me segurou pelo braço, me deitou de novo e me abraçou, colocou minha cabeça no peito dela e me acariciou de um jeito muito doce.
Y: eu te amo, tô feliz de estar com você
K: eu também te amo, você é a melhor coisa que me aconteceu
Y: e eu adoro que você tenha uma mente tão perversa
K: eu amo que você entre na brincadeira
Y: só espero que você esteja preparado
K: preparado pra quê?
Y: pra passar da fantasia pra realidade
K: então, você realmente quer fazer isso?
Y: sim… deixa eu fazer, quero dar pro Dom José
K: ok amor, se é isso que você quer, vai ser do seu jeito
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