Este é o capítulo 5 dessa história. Continuo agradecendo pelos pontos, comentários e mensagens no privado que vocês me mandam. Passou mais de um mês desde aquela última manhã em que ele me tocou. Eu continuava na mesma, trabalhava, ia na casa da minha mãe, conversava, saía com as amigas e voltava pra casa, cozinhava pro Luqui e via TV, não mudei minha vida. Até que um dia aceitei um encontro com um homem mais velho, de 45... Não deu certo, nem nos beijamos. Os dias passavam e não tinha nada, nem notícia, nem mensagem, nada. Tava chegando os dias de prova do Luqui, então ele passava o tempo todo estudando. Precisava ficar muito concentrado, por isso eu não pedia nada nem incomodava ele. Tinha dias que ele saía cedo e voltava tarde, quase não conversávamos. Os fins de semana eram bem rotineiros. Eu arrumava minha casa, cozinhava e via TV, nada fora do comum. Às vezes tinha aniversário de alguma amiga, mas só. Era sexta, último dia da semana. Saí do trabalho, normal, sem sustos no serviço, e quando saí, vi o Marcos no carro dele. Ele tava na frente do meu trabalho. Um fogo percorre meu corpo, da cabeça aos pés. Ele não fala nada, só me olha de longe e vai embora. Sentei no carro, me acalmei e fui pra casa. Fiz o trajeto inteiro pensando nele, na presença dele, em como isso ia continuar. Quando chego na porta de casa, desço e ele chega atrás de mim, mas dessa vez não sai do carro, só me olha do banco. Entro em casa olhando pra ele. A mensagem foi curta, mas clara... — Pega 5 calcinhas e sai agora, sobe no meu carro, vamos embora. Hoje você não dorme aqui... Fiquei congelada olhando o celular. Só respondi: — Sim, papai... Peguei 5 calcinhas novas que tinha, e uma sexta, aquela que ele me deu naquele dia, a que dizia "do Marcos"... Saí correndo, com a roupa do trabalho, deixei minhas coisas em casa e fui. Só peguei o que ele pediu. Entro no carro e ele arranca sem dizer nada. Depois de alguns minutos, ele fala: — Sentiu minha falta? — Sim, papai, meu corpo inteiro sentiu. Estranha, fico pensando em você o tempo todo..." — foi minha resposta.
"Gosto quando você se veste assim... de escriturária." — ele responde.
"É assim que vou trabalhar..."
"Avisou meu amigo sobre hoje?" — ele me pergunta.
"Ainda não."
Chegamos na casa dele, descemos e não tinha ninguém. Subimos pro quarto dos pais dele. Ele senta na cama e abre as pernas, me faz sinal pra sentar naquele pedaço da cama entre as pernas dele. Começa a apalpar meus peitos, desabotoa minha calça e enfia a mão na minha calcinha fio-dental.
"Manda mensagem pra ele agora."
Comecei a ficar molhada na hora, não conseguia me concentrar... Só consegui escrever: "Oi meu amor, não vou estar pra almoçar, volto tarde, tarde."
"Oi mãe, então, vou estudar até tarde, não sei que horas volto pra casa."
Ele continuou me tocando até eu ficar toda molhada. Saio das mãos dele e me levanto, minha calcinha tava encharcada e a calça também. Quando vou tirar a calça, ele me segura e diz:
— Nem pense nisso.
Paro e me aproximo dele. Ele me dá um dos dedos molhados, chupo, depois o outro, chupo de novo. Ele me vira de costas e abaixa minha calça, deixando minha bunda de fora. Eu tava usando uma calcinha fio-dental vinho, ele abaixa também e empurra minhas costas pra eu me curvar com as pernas esticadas, pra ele poder ver tudo. Ali estava o plug na bunda, tinha usado ele o tempo todo desde a última vez que ele foi na minha casa. Ele tira devagar, sem pressa... tem um close de como minha bunda se estica quando passa pela parte mais grossa.
Ele me solta e eu termino de tirar toda a roupa, ele faz o mesmo e me manda ficar de quatro.
— Hoje você vai ser minha por completo, sua putinha. Como se diz? — ele fala.
— Sim, papai, por favor, arrebenta toda minha bunda, faz ela sua... — foi minha resposta.
Ele abaixa bem minhas costas e sinto um frio percorrer entre as nádegas, senti ele passando um gel lubrificante. Espalha com os dedos, até esfrega nos lábios da minha buceta, mas o objetivo da noite era outro e ele tinha deixado claro. Devagar, ele começa a enfiar o pau no meu cu. Uma mistura de prazer e... A dor tomou conta do meu corpo inteiro, a única coisa que eu fazia era gemer. Ele pega meus quadris e se firma pra empurrar e enfiar tudo, mas não faz, no meio do caminho tira e enfia de novo. Esses movimentos eram bem lentos, diferente de como ele tratava minha buceta normalmente. -Tá gostando, sua puta?- foi a pergunta dele. Eu não conseguia responder de tanto prazer que sentia... Ele me dá um tapa e pergunta de novo. -Tá gostando como eu arrebento teu rabo, sua puta?- -Siiiiiim papaiiiii mmmmm.- respondi. -Como se fala? -Obrigada, papai, por arrebentar bem minha buceta, por me deixar ser sua puta, por me treinar, obrigada por cuidar da mãe do seu amigo.- Foi o que eu respondi. Ele começou a acelerar o ritmo aos poucos, o pau dele penetrava toda minha buceta, e levava a níveis novos. Era só prazer, eu não conseguia pensar em outra coisa naquele momento e ele aproveitava. Acelerou mais o ritmo e começou a me perfurar, até conseguir o que queria, minha buceta explodiu de excitação, meu primeiro orgasmo anal. -Muito bem, sua puta!!! Vem. Ele senta na ponta da cama e eu montei, mas era só pra tirar uma foto minha no espelho. Ele se ajeita atrás, deita de barriga pra cima e me manda montar, aos poucos vou descendo e quando tô enfiando, ele fala -puta, você errou o buraco, enfia no cu... Eu saio e coloco onde ele manda e começo a montar. O prazer é difícil de explicar, sentir como ele me tratava e como arrebentava minha buceta à mercê dele, me deixava louca, ele enquanto me olhava fixo, pegava minhas nádegas com as mãos e apertava, separava pra poder entrar bem com o pau dele. Ele controlava o ritmo e eu só curtia ser usada por ele, acompanhando meu movimento, ele subia o quadril pra enterrar mais fundo, nada fazia ele parar. Pra manter o domínio, ele me manda sair e chupar o pau dele, algo que eu queria há meses. O gosto continuava delicioso, eu desejava muito aquela iguaria na minha boca. Ele enterra o pau dele pra chegar no fundo da minha garganta, consegue me fazer engasgar e eu Caem lágrimas. A submissão que ele conseguia em mim não se comparava a nada, tudo parecia perfeitamente orquestrado pra eu só fazer o que ele mandava. Passamos pro único buraco que não usei a tarde toda, ele se coloca por cima de mim e começa a me comer a buceta, não precisou fazer muito esforço, eu tava completamente excitada e em bem pouco tempo ele fez eu gozar. Consegui jorrar um esguicho enorme, a explosão que senti não se compara com nada, foi uma delícia. Ele pega meus tornozelos e leva pro lado da minha cabeça, começaram as marteladas na minha buceta, pouco podia fazer pra parar ele, sendo honesta, pouco QUERIA fazer pra parar. Era muito excitante ver ele me penetrar com aquela agressividade. Perdi a conta, mas ele conseguiu mais uma vez que eu gozasse, aí ele sai e descansa... mas a única coisa que faz é respirar, senta no sofá e manda eu sentar por cima, começou a me comer a buceta segurando minha bunda, ele controla o ritmo, ele controlava tudo. Chegou num ponto que ele gozou, encheu minha buceta de porra quente. Uma sensação gostosa mas perigosa ao mesmo tempo. Paramos e eu falo: — Você não tem medo de me engravidar? — Você vai fazer de tudo pra isso não acontecer, não te convém. Fui no banheiro me limpar, saio e volto pra cama... — Coloca uma das calcinhas que você trouxe. — Sim, papai, gosta dessa? Coloco uma fio dental vermelha. — Olha pra mim. — E ele tira uma foto minha.
Até que ele se recuperou, me fez modelar as tangas, tirava fotos e isso me excitava muito, me deixava com tesão. Quando termina, ele me faz voltar a chupar a rola dele, as bolas. Eu passava a língua por toda a rola, da base até a ponta, ficava ali, sugando só a cabeça e depois enfiava na minha boca. Soltava e chupava as bolas dele enquanto só batia uma punheta, bem de leve, tudo era muito gostoso. A gente trepou muito, em vários lugares do quarto dos pais dele. Num sofá, na ponta da cama, no meio da cama, contra a parede, deitados, sentados, em pé, de quatro, papai e mamãe, com os joelhos na minha cabeça, eu por cima, deitada e sentada, na buceta e no cu. Foi uma sessão longa, me deixou muito exausta, gozei várias vezes... Ele gozou na minha boca e eu engoli tudo. Quando me dei conta, eram 10 da noite e eu não aguentava mais. — Cansada, putinha? — ele pergunta. — Sim, pai, não aguento mais, não sei como você consegue... — respondo. — Descansa, sem problema, vou sair um pouco, você dorme, troca os lençóis porque você molhou muito, e coloca pra lavar. — Mas pai, eu vou pra casa... — Não, putinha, você não dorme na sua casa hoje, repito, descansa, troca os lençóis e coloca pra lavar, amanhã você volta pra sua casa. — Tá bom, pai. — Ah, fica aí... — Ele passa gel de novo em mim e coloca o plug no meu cu e diz: — Não tira até eu voltar. — Mas já tá treinado, já me arrebentou... — Deixa ele aí. — Ele foi embora e eu fiquei lá, não sabia o que fazer... tava cansada, mas não sabia como reagir. Passou um tempinho e eu dormi. Acordei e era 1h30 da manhã, vesti uma das tangas que levei e coloquei minha roupa de trabalho, a única que tinha, e troquei os lençóis como ele mandou. Coloquei pra lavar e fui ver o que tinha pra comer. O Luqui não tinha me escrito, e eu não ia escrever pra ele. Depois de comer, dormi de novo. De repente, acordo e escuto, eram 5h da manhã, e peguei o celular. Tinha uma mensagem: — Putinha, quando acordar, veste a tanga branca e o sutiã e calma, tô com uns amigos. Tô ouvindo uns barulhos, umas vozes, o Marcos não tava sozinho... não sabia o que fazer, mas me convenci rápido, ia dar bola pra ele. Olho e tinha outra mensagem, do Luqui: - Mãe, como cê tá? Tô estudando ainda na casa do Fran, acho que volto daqui a pouco, só queria avisar. Ele tinha me mandado fazia uma hora... não respondi. Visto a calcinha fio-dental branca e o sutiã, e os sapatos, desço a escada e ele me ouve descendo - Descansou, meu amor? Conseguiu se recuperar do "exercício" da tarde? - Sim, pai, tô recuperada. - Olha, vou te apresentar, ele é o José e ele é o Cristian, são amigos de infância, vem, senta aqui... conta pra eles e mostra quem você é.
— Eu... eu sou... a puta do Marcos... — e mostro a tanga pra eles. — Rapazes, vocês vão ter que ir, tenho coisas pra fazer... Vai abrir a porta pra eles, meu amor, e se despede do seu jeito... Levanto, pego na mão dos dois, a gente vai até a porta e eu abro, convido o primeiro a sair, fico de frente pra ele e beijo, ele pega na minha bunda e quando a gente termina de se beijar, ele dá um tapa. Depois, com o outro, foi a mesma sequência: beijos mais longos e tapa mais forte. Eles vão embora e eu fecho a porta. O Marcos me esperava no sofá. Eu me abaixei e fui de quatro até as pernas dele e o pau dele, mas ele me faz parar, mete a mão dentro da tanga e eu tava molhada, me dá os dedos pra chupar enquanto fala: — O que foi? Ficou com tesão de beijar os caras? Por que você tá encharcada? — Ai ahhh ai ai ai aaaaahhhh — Você vai me implorar pra parar hoje... não vai aguentar mais... Sobe em cima dele, começa uma maratona de sexo pela casa toda. Nada me fazia sentir mais prazer do que aquilo que tava rolando. O prazer era infinito e cada vez eu gozava mais rápido, com mais intensidade, e ele ficava cada vez mais agressivo nas investidas... Perdi a noção do tempo... a gente não parou de transar, parecíamos animais... O sol nasceu e eu me toquei da hora que era. Também não sei quantas vezes eu gozei, foram muitas. Ele, por outro lado, encheu minha pussy de porra duas vezes. Nessa segunda parte, ele também comeu minha bunda, por um tempão. Tava chegando a terceira vez que ele queria gozar, mas queria encher minha boca. Sentou no sofá e me fez ajoelhar. Não parei de chupar ele, tava uma delícia, gostosa pra caralho, com uma mistura de sabores... Ele tava quase gozando, e toca meu celular. Ele pega e me mostra, era o Luqui... — Deve estar ligando porque são 8 da manhã e você não voltou pra casa, tá aqui feita uma puta. Atende com o pau na boca. Atendo: — Oi, bebê? Que foi? — Mãe? Você tá bem?? O que houve que você não chegou ainda?? São 8 da manhã — Nãooo, meu amor... cof cof... mamãe tá muito bem... só que... você chegou e eu tava dormindo... não quis te acordar... mmmmmm... mas já saí, tinha que vir cedo pro trabalho... aaaa... - Como assim, se você tinha que trabalhar, voltou tão tarde?? Mãe, cê tá bem? Sua voz tá estranha... Mãe, não mente pra mim - Não, bebê, mamãe não mente pra você, você sabe disso... nunca... aaaaahhhh... mentiria, somos só nós dois nessa vida... mmmm... mamãe tá muito bem, mas... cof cof... tenho que ir, desculpa, amanhã domingo fico o dia inteiro com você... - Desculpa, mãe, ouvi errado, valeu, mas tenho que estudar pra caramba, hoje vou ficar o dia todo fora e amanhã também, beijo... fiquei preocupada - Não se preocupa, mamãe tá bem, te amo, beijinho... - Beijo, mãe Desligo o telefone - Que puta gostosa que você é... e é toda minha... é o que eu mais gosto... Continua chupando ele... Não conseguia parar aquele prazer que tinha na boca... Ele enche minha boca de porra e eu engulo... pego uma gota que tava escorrendo... tava uma delícia. - Troca de roupa, puta, que vou te levar pra casa, já deu pro fim de semana... - Coloco o plug? - O plug não abriu sua buceta, era só pra ver o quanto você é submisso, você tá num nível 10 de submissão... as melhores... deixa ele aí Sorri ao ouvir isso, ele me valorizava como a puta dele. Visto minha roupa de trabalho, sem calcinha porque deixei todas com ele. Ele me deixa em casa e vai embora. Tava muito cansada, precisava dormir urgente, mas pego o carro, passo numa padaria e compro uns salgados. Ligo no telefone - Oi, meu amor?? Sai que tô aqui fora, vou te deixar uns salgados e seguir viagem. - Valeu, mãe!!! Você é foda, demais, muito obrigado. Cê tá com cara de cansada!!! Vai dormir!! Não vou te encher o saco. - Brigada, bebê, estuda bastante, vou dormir. Cheguei em casa e fui direto pro chuveiro, fiquei meia hora me lavando. Fui e me deitei, dormi na hora. Até aí o capítulo 5, vem mais beijos, Flor
"Gosto quando você se veste assim... de escriturária." — ele responde.
"É assim que vou trabalhar..."
"Avisou meu amigo sobre hoje?" — ele me pergunta.
"Ainda não."
Chegamos na casa dele, descemos e não tinha ninguém. Subimos pro quarto dos pais dele. Ele senta na cama e abre as pernas, me faz sinal pra sentar naquele pedaço da cama entre as pernas dele. Começa a apalpar meus peitos, desabotoa minha calça e enfia a mão na minha calcinha fio-dental.
"Manda mensagem pra ele agora."
Comecei a ficar molhada na hora, não conseguia me concentrar... Só consegui escrever: "Oi meu amor, não vou estar pra almoçar, volto tarde, tarde."
"Oi mãe, então, vou estudar até tarde, não sei que horas volto pra casa."
Ele continuou me tocando até eu ficar toda molhada. Saio das mãos dele e me levanto, minha calcinha tava encharcada e a calça também. Quando vou tirar a calça, ele me segura e diz:
— Nem pense nisso.
Paro e me aproximo dele. Ele me dá um dos dedos molhados, chupo, depois o outro, chupo de novo. Ele me vira de costas e abaixa minha calça, deixando minha bunda de fora. Eu tava usando uma calcinha fio-dental vinho, ele abaixa também e empurra minhas costas pra eu me curvar com as pernas esticadas, pra ele poder ver tudo. Ali estava o plug na bunda, tinha usado ele o tempo todo desde a última vez que ele foi na minha casa. Ele tira devagar, sem pressa... tem um close de como minha bunda se estica quando passa pela parte mais grossa.
Ele me solta e eu termino de tirar toda a roupa, ele faz o mesmo e me manda ficar de quatro.
— Hoje você vai ser minha por completo, sua putinha. Como se diz? — ele fala.
— Sim, papai, por favor, arrebenta toda minha bunda, faz ela sua... — foi minha resposta.
Ele abaixa bem minhas costas e sinto um frio percorrer entre as nádegas, senti ele passando um gel lubrificante. Espalha com os dedos, até esfrega nos lábios da minha buceta, mas o objetivo da noite era outro e ele tinha deixado claro. Devagar, ele começa a enfiar o pau no meu cu. Uma mistura de prazer e... A dor tomou conta do meu corpo inteiro, a única coisa que eu fazia era gemer. Ele pega meus quadris e se firma pra empurrar e enfiar tudo, mas não faz, no meio do caminho tira e enfia de novo. Esses movimentos eram bem lentos, diferente de como ele tratava minha buceta normalmente. -Tá gostando, sua puta?- foi a pergunta dele. Eu não conseguia responder de tanto prazer que sentia... Ele me dá um tapa e pergunta de novo. -Tá gostando como eu arrebento teu rabo, sua puta?- -Siiiiiim papaiiiii mmmmm.- respondi. -Como se fala? -Obrigada, papai, por arrebentar bem minha buceta, por me deixar ser sua puta, por me treinar, obrigada por cuidar da mãe do seu amigo.- Foi o que eu respondi. Ele começou a acelerar o ritmo aos poucos, o pau dele penetrava toda minha buceta, e levava a níveis novos. Era só prazer, eu não conseguia pensar em outra coisa naquele momento e ele aproveitava. Acelerou mais o ritmo e começou a me perfurar, até conseguir o que queria, minha buceta explodiu de excitação, meu primeiro orgasmo anal. -Muito bem, sua puta!!! Vem. Ele senta na ponta da cama e eu montei, mas era só pra tirar uma foto minha no espelho. Ele se ajeita atrás, deita de barriga pra cima e me manda montar, aos poucos vou descendo e quando tô enfiando, ele fala -puta, você errou o buraco, enfia no cu... Eu saio e coloco onde ele manda e começo a montar. O prazer é difícil de explicar, sentir como ele me tratava e como arrebentava minha buceta à mercê dele, me deixava louca, ele enquanto me olhava fixo, pegava minhas nádegas com as mãos e apertava, separava pra poder entrar bem com o pau dele. Ele controlava o ritmo e eu só curtia ser usada por ele, acompanhando meu movimento, ele subia o quadril pra enterrar mais fundo, nada fazia ele parar. Pra manter o domínio, ele me manda sair e chupar o pau dele, algo que eu queria há meses. O gosto continuava delicioso, eu desejava muito aquela iguaria na minha boca. Ele enterra o pau dele pra chegar no fundo da minha garganta, consegue me fazer engasgar e eu Caem lágrimas. A submissão que ele conseguia em mim não se comparava a nada, tudo parecia perfeitamente orquestrado pra eu só fazer o que ele mandava. Passamos pro único buraco que não usei a tarde toda, ele se coloca por cima de mim e começa a me comer a buceta, não precisou fazer muito esforço, eu tava completamente excitada e em bem pouco tempo ele fez eu gozar. Consegui jorrar um esguicho enorme, a explosão que senti não se compara com nada, foi uma delícia. Ele pega meus tornozelos e leva pro lado da minha cabeça, começaram as marteladas na minha buceta, pouco podia fazer pra parar ele, sendo honesta, pouco QUERIA fazer pra parar. Era muito excitante ver ele me penetrar com aquela agressividade. Perdi a conta, mas ele conseguiu mais uma vez que eu gozasse, aí ele sai e descansa... mas a única coisa que faz é respirar, senta no sofá e manda eu sentar por cima, começou a me comer a buceta segurando minha bunda, ele controla o ritmo, ele controlava tudo. Chegou num ponto que ele gozou, encheu minha buceta de porra quente. Uma sensação gostosa mas perigosa ao mesmo tempo. Paramos e eu falo: — Você não tem medo de me engravidar? — Você vai fazer de tudo pra isso não acontecer, não te convém. Fui no banheiro me limpar, saio e volto pra cama... — Coloca uma das calcinhas que você trouxe. — Sim, papai, gosta dessa? Coloco uma fio dental vermelha. — Olha pra mim. — E ele tira uma foto minha.
Até que ele se recuperou, me fez modelar as tangas, tirava fotos e isso me excitava muito, me deixava com tesão. Quando termina, ele me faz voltar a chupar a rola dele, as bolas. Eu passava a língua por toda a rola, da base até a ponta, ficava ali, sugando só a cabeça e depois enfiava na minha boca. Soltava e chupava as bolas dele enquanto só batia uma punheta, bem de leve, tudo era muito gostoso. A gente trepou muito, em vários lugares do quarto dos pais dele. Num sofá, na ponta da cama, no meio da cama, contra a parede, deitados, sentados, em pé, de quatro, papai e mamãe, com os joelhos na minha cabeça, eu por cima, deitada e sentada, na buceta e no cu. Foi uma sessão longa, me deixou muito exausta, gozei várias vezes... Ele gozou na minha boca e eu engoli tudo. Quando me dei conta, eram 10 da noite e eu não aguentava mais. — Cansada, putinha? — ele pergunta. — Sim, pai, não aguento mais, não sei como você consegue... — respondo. — Descansa, sem problema, vou sair um pouco, você dorme, troca os lençóis porque você molhou muito, e coloca pra lavar. — Mas pai, eu vou pra casa... — Não, putinha, você não dorme na sua casa hoje, repito, descansa, troca os lençóis e coloca pra lavar, amanhã você volta pra sua casa. — Tá bom, pai. — Ah, fica aí... — Ele passa gel de novo em mim e coloca o plug no meu cu e diz: — Não tira até eu voltar. — Mas já tá treinado, já me arrebentou... — Deixa ele aí. — Ele foi embora e eu fiquei lá, não sabia o que fazer... tava cansada, mas não sabia como reagir. Passou um tempinho e eu dormi. Acordei e era 1h30 da manhã, vesti uma das tangas que levei e coloquei minha roupa de trabalho, a única que tinha, e troquei os lençóis como ele mandou. Coloquei pra lavar e fui ver o que tinha pra comer. O Luqui não tinha me escrito, e eu não ia escrever pra ele. Depois de comer, dormi de novo. De repente, acordo e escuto, eram 5h da manhã, e peguei o celular. Tinha uma mensagem: — Putinha, quando acordar, veste a tanga branca e o sutiã e calma, tô com uns amigos. Tô ouvindo uns barulhos, umas vozes, o Marcos não tava sozinho... não sabia o que fazer, mas me convenci rápido, ia dar bola pra ele. Olho e tinha outra mensagem, do Luqui: - Mãe, como cê tá? Tô estudando ainda na casa do Fran, acho que volto daqui a pouco, só queria avisar. Ele tinha me mandado fazia uma hora... não respondi. Visto a calcinha fio-dental branca e o sutiã, e os sapatos, desço a escada e ele me ouve descendo - Descansou, meu amor? Conseguiu se recuperar do "exercício" da tarde? - Sim, pai, tô recuperada. - Olha, vou te apresentar, ele é o José e ele é o Cristian, são amigos de infância, vem, senta aqui... conta pra eles e mostra quem você é.
— Eu... eu sou... a puta do Marcos... — e mostro a tanga pra eles. — Rapazes, vocês vão ter que ir, tenho coisas pra fazer... Vai abrir a porta pra eles, meu amor, e se despede do seu jeito... Levanto, pego na mão dos dois, a gente vai até a porta e eu abro, convido o primeiro a sair, fico de frente pra ele e beijo, ele pega na minha bunda e quando a gente termina de se beijar, ele dá um tapa. Depois, com o outro, foi a mesma sequência: beijos mais longos e tapa mais forte. Eles vão embora e eu fecho a porta. O Marcos me esperava no sofá. Eu me abaixei e fui de quatro até as pernas dele e o pau dele, mas ele me faz parar, mete a mão dentro da tanga e eu tava molhada, me dá os dedos pra chupar enquanto fala: — O que foi? Ficou com tesão de beijar os caras? Por que você tá encharcada? — Ai ahhh ai ai ai aaaaahhhh — Você vai me implorar pra parar hoje... não vai aguentar mais... Sobe em cima dele, começa uma maratona de sexo pela casa toda. Nada me fazia sentir mais prazer do que aquilo que tava rolando. O prazer era infinito e cada vez eu gozava mais rápido, com mais intensidade, e ele ficava cada vez mais agressivo nas investidas... Perdi a noção do tempo... a gente não parou de transar, parecíamos animais... O sol nasceu e eu me toquei da hora que era. Também não sei quantas vezes eu gozei, foram muitas. Ele, por outro lado, encheu minha pussy de porra duas vezes. Nessa segunda parte, ele também comeu minha bunda, por um tempão. Tava chegando a terceira vez que ele queria gozar, mas queria encher minha boca. Sentou no sofá e me fez ajoelhar. Não parei de chupar ele, tava uma delícia, gostosa pra caralho, com uma mistura de sabores... Ele tava quase gozando, e toca meu celular. Ele pega e me mostra, era o Luqui... — Deve estar ligando porque são 8 da manhã e você não voltou pra casa, tá aqui feita uma puta. Atende com o pau na boca. Atendo: — Oi, bebê? Que foi? — Mãe? Você tá bem?? O que houve que você não chegou ainda?? São 8 da manhã — Nãooo, meu amor... cof cof... mamãe tá muito bem... só que... você chegou e eu tava dormindo... não quis te acordar... mmmmmm... mas já saí, tinha que vir cedo pro trabalho... aaaa... - Como assim, se você tinha que trabalhar, voltou tão tarde?? Mãe, cê tá bem? Sua voz tá estranha... Mãe, não mente pra mim - Não, bebê, mamãe não mente pra você, você sabe disso... nunca... aaaaahhhh... mentiria, somos só nós dois nessa vida... mmmm... mamãe tá muito bem, mas... cof cof... tenho que ir, desculpa, amanhã domingo fico o dia inteiro com você... - Desculpa, mãe, ouvi errado, valeu, mas tenho que estudar pra caramba, hoje vou ficar o dia todo fora e amanhã também, beijo... fiquei preocupada - Não se preocupa, mamãe tá bem, te amo, beijinho... - Beijo, mãe Desligo o telefone - Que puta gostosa que você é... e é toda minha... é o que eu mais gosto... Continua chupando ele... Não conseguia parar aquele prazer que tinha na boca... Ele enche minha boca de porra e eu engulo... pego uma gota que tava escorrendo... tava uma delícia. - Troca de roupa, puta, que vou te levar pra casa, já deu pro fim de semana... - Coloco o plug? - O plug não abriu sua buceta, era só pra ver o quanto você é submisso, você tá num nível 10 de submissão... as melhores... deixa ele aí Sorri ao ouvir isso, ele me valorizava como a puta dele. Visto minha roupa de trabalho, sem calcinha porque deixei todas com ele. Ele me deixa em casa e vai embora. Tava muito cansada, precisava dormir urgente, mas pego o carro, passo numa padaria e compro uns salgados. Ligo no telefone - Oi, meu amor?? Sai que tô aqui fora, vou te deixar uns salgados e seguir viagem. - Valeu, mãe!!! Você é foda, demais, muito obrigado. Cê tá com cara de cansada!!! Vai dormir!! Não vou te encher o saco. - Brigada, bebê, estuda bastante, vou dormir. Cheguei em casa e fui direto pro chuveiro, fiquei meia hora me lavando. Fui e me deitei, dormi na hora. Até aí o capítulo 5, vem mais beijos, Flor
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