ALANA 5 NARRAÇÃO
A taverna se chama "Final Feliz". É um prédio de três andares, com telhado de telhas, uma entrada larga e várias janelas. Antes mesmo de entrar, já dá pra ouvir o som de música, conversas, gritos, festa e até uns gemidos. Perto da entrada, tem um mural grande cheio de pergaminhos e cartazes colados, oferecendo vários serviços e trabalhos. Lá dentro, o chão é de madeira, tem um balcão enorme onde um anão e uma anã atendem, servindo canecas de cerveja. Tem mesas de todos os tamanhos, desde individuais até umas mesonas onde grupos de gente come, bebe e até transa. As mesas são atendidas por várias pessoas que levam comida, bebida e mais coisas. Dá pra notar que em mais de uma mesa tem gente trepando. Seja inclinada ou deitada numa mesa, de quatro debaixo da mesa enquanto chupa alguém, ou montando em alguém sentado na cadeira. Dá pra ver que o sexo rola sem chamar a atenção de ninguém, e a farra continua como se nada fosse.
ALANA *Ao chegar na entrada da taverna, vi o quadro de avisos, mas os barulhos lá de dentro me impressionaram e me deram uma baita curiosidade. Sorrindo, me aproximei da porta e abri, espiando com a cabeça, onde rapidamente fiquei toda vermelha de tesão e surpresa com aquele paraíso. Fechei a porta e me concentrei, embora minha buceta já estivesse molhada, engoli seco e, dando uns passinhos de lado, me aproximei do quadro e comecei a olhar os cartazes, pergaminhos e letreiros pra ver o que tinha a ver comigo* NARRAÇÃO Você encontra várias ofertas de trabalho. Alguém pede ajuda pra testar poções e seus efeitos. Alguém pede ajuda com um grupo de goblins que atacam gente na estrada. Alguém pede ajuda com uma matilha de lobos que comeram o gado deles. Na entrada da taverna, também tem um letreiro que oferece vaga de "depósito de sêmen" ALANA -Hmm... Vamos ver... Testar poções... Fácil, mas paga pouco... Goblins, interessante... Pode ser bom... Lobos!? Nah... Não tô preparada, eles iam me devorar... Bom, acho que vou- *Fico em silêncio de repente ao ver o cartaz da taverna que oferece vaga pra depósito de sêmen, fico totalmente em choque e meio confusa, embora alucinada, arranco os papéis de testar poções e os goblins da estrada pra depois, e entro na taverna pra perguntar sobre a vaga de "depósito". Entro na taverna e começo a andar em direção ao balcão, tentando olhar pra frente e não pras pessoas que estavam lá. Ao chegar, subo num banco alto pra alcançar o balcão e chamo algum garçom pra perguntar* NARRAÇÃO *Uma anã bem musculosa se aproxima de você e pergunta.* -O que vou te servir, gata?- ALANA -Ah, nada! Só queria perguntar sobre... A vaga de... Depósito de sêmen? Como funciona, o que é? *Olho pra ela confusa, mas meio interessada na oferta ou em saber mais sobre ela* ANÃ - Ah, claro, gata. Muita gente gosta de foder aqui, mas às vezes não querem paquerar ou tentar Conhecer alguém. Eles só querem um buraco quente pra despejar a porra ou uma língua que chupe a buceta ou o cu deles. Pra isso que serve o balcão dos depósitos de sêmen. — *Fala pra você, apontando pra um canto afastado da taverna onde você vê duas minas com cara de puta, de mãos amarradas e de joelhos em cima de uma almofadinha* — As garotas fazem um bom trabalho, mas às vezes os clientes querem carne nova. Então sempre tem vaga pra quem quiser se juntar a elas. Você pode colocar sua própria plaquinha pros clientes saberem o que podem fazer com você, mas os preços são fixos, gostosa. No fim do dia, você dá 10% do que ganhou pro bar e a gente garante que ninguém vai te judiar demais.
ALANA *Olhei pra anã, animada e esperançosa com a ideia. Era um trabalho que me fascinava e que eu adoraria, mas tinha acabado de chegar na cidade, não queria ganhar fama de puta... Ou pelo menos não tão rápido. Com um sorrisão, olhei de volta pra anã* — Ohhh! Que massa! Hmm, acho que vou pensar! Quem sabe até volto mais tarde, que se dane... Valeu pela info! *Sorrindo bem feliz, desci do banco e saí da taverna. Lá fora, olhei os papéis que arranquei do cartaz* — Ahhg... Que vontade de virar um depósito de porra... Hmm... Vamos ver, grana primeiro, foco, Alana... Vejamos, goblins... Poções... Hmmmm... Vou perguntar das poções primeiro... Vamos ver... *Olhei o cartaz das poções e comecei a andar na direção que indicava, guardando os dois papéis no meu top, bem entre os peitos*
NARRAÇÃO A loja é tocada por uma gnomazinha de pele escura e cabelo branco preso atrás das orelhas compridas. O lugar tem várias prateleiras cheias de poções diferentes, todas etiquetadas. No balcão, tem uma caixinha com 5 frascos de líquidos coloridos.
GNOMA -Bem-vinda. Tá procurando algo especial ou veio pelo trampo?
ALANA *Entro na loja sorrindo, olhando em volta e pras poções nas prateleiras* -Oi! Vim pelo trampo de... Testar poções! *Sorrindo no balcão, tirei o cartaz de entre meus peitos e coloquei na frente dela*
GNOMA -O trampo é bem simples. Meu tio me deixou essa loja faz pouco tempo e tô fazendo um inventário de tudo que tinha, só que tem 3 poções que não faço ideia do que são. Vou te dar 5 moedas de ouro por cada poção que você beber na minha frente pra eu saber que efeito elas têm.
ALANA -Ha! Moleza! *Com um sorriso corajoso, me aproximei da caixinha com as poções, dei uma olhada rápida e peguei a primeira, mostrei pra ela ver qual era e, sem hesitar, abri e tomei de um gole só. Quando terminei, larguei o vidro no balcão e olhei pra ela* -Ahhh...! Pronto, e agora?
NARRAÇÃO No começo, a poção parece não fazer efeito. Até que, sem motivo aparente, Alana começa a falar em voz alta o que está pensando.
ALANA *Suspiro esperando a poção fazer algo ou a mina falar alguma coisa* -Hmmm... Isso não faz nada, se as outras forem iguais, melhor, dinheiro fácil. Além disso, se a mina disse que herdou a loja, provavelmente também não manja nada de poções, talvez nem saiba nada sobre elas, vai ser fácil tirar dinheiro dela assim...
GNOMA *Olha pra você meio estranha e surpresa com o que acabou de falar* -Mmmm... Qual é sua maior fantasia sexual?
ALANA *Caio na risada de repente, surpresa com a pergunta estranha e direta da mulher, não ia contar nada tão pessoal pra uma desconhecida, mas mesmo assim falei* -Não tenho uma fantasia específica, mas uma coisa que eu adoraria era ser completamente usada, um puta bukkake só pra mim, ser coberta e preenchida de porra por todos os lados, enfiarem qualquer coisa no meu cu ou na minha buceta, e gozar sendo a escrava de qualquer um ou quaisquer um, à vontade, e ser sua mascote e... *Continuava falando e dizendo coisas completamente humilhantes sobre mim, tudo relacionado a ser usada e uma escrava para todo tipo de desejos ou vontades* GNOMA *Dá uma risadinha e volta a te encarar fixamente* -Ah é? E qual é a coisa mais humilhante ou degradante que você já fez por sexo ou durante o sexo?- Alana *Voltei a fazer uma cara estranha de confusão ao ouvir outra pergunta nova sem perceber que estava respondendo* -De tudo, além de que faria qualquer coisa, mês passado chupei a pica de um anão em troca de um anel e umas joias, e apareceu um bandido que acabou me fodendo e me usando na lama em troca de nos deixar vivos... Além disso, bem antes já cheguei a fazer coisas com animais, além de com outros humanos e raças, qualquer coisa como... *Continuava falando sem parar, chegava a ser meio chata de tanto que falava sem descanso e parecendo nunca parar* GNOMA -....sério? Acho que a pica de um cavalo é maior que você, provavelmente te mataria. Mas mentiria se dissesse que não estaria interessada em ver você tentar hahaha. Certo, obviamente é uma poção da verdade. É bom saber disso. Pronta pra testar mais outras?- ALANA -Você não tem ideia de como é gostoso ser completamente atravessada por uma... *Confusa, acabei de falar te respondendo* -Hmm... Tá bem? *Sem perceber o que tinha acontecido ou o que a poção fez em mim, me aproximei de novo da caixa pegando a próxima, mostrei pra gnoma, e novamente tomei de um gole só* -Ahh... Muito bem... NARRAÇÃO Parece um arrepio que percorre todo o seu corpo, te enche de energia e você sente uma sensação de calor que parece se concentrar nas suas zonas eróticas. Cada um decide quais são as suas. ALANA *Tremedeira rápida, dou um grande arrepio pelo corpo que vai embora de repente, esquentando cada vez mais tanto meus peitos e mamilos quanto minha buceta e meu cu* -Hmm... Ahh C-acho que não tá fazendo efeito nenhum...? *Falei enquanto gotas de suor começavam a escorrer pela minha testa, ao mesmo tempo que meu rosto ficava vermelho de tesão ao sentir o calor forte nas minhas partes* NARRAÇÃO. Suas pupilas estão dilatadas e todas as luzes e cores ao redor parecem mais brilhantes, os cheiros da loja e até o cheiro da pele da gnoma ficam óbvios pra você, você pode sentir o aroma da pele dela, o suor e a saliva da boca dela. Seu coração bate rápido, você sente suor descendo pelos seus peitos e costas, como a umidade da sua buceta começa a molhar suas coxas e como elas também escorrem, e até sua saliva escorrendo pelos cantos da boca GNOMA -Você tá bem...? ALANA *Olho fixamente pra gnoma, vidrada nela e nos cheiros dela, extremamente excitada, não conseguia pensar direito enquanto tentava segurar meus impulsos* -S-sim... Só... Tô muito... Muito... C-com tesão... *Em seguida, levo minhas mãos aos meus peitos, começando a massageá-los por cima da roupa* GNOMA -Uau, dá pra ver que é verdade. Essa poção vai vender bem pra caralho!- ALANA -S-sim... Gahhg... *A baba começava a escorrer pela quantidade de saliva que eu produzia na boca. Minha buceta ficava encharcada de fluidos que escorriam pelas minhas coxas, formando uma poça debaixo de mim. Eu tremia um pouco e soltava meus peitos, tentando me segurar, e olhei pra gnoma* -Bom... Ahh... Ahg... P-próxima...? *Olhava pra ela entre gemidos, incapaz de controlá-los enquanto me derretia de tesão* GNOMA -Pera um segundo, amiga, não quero que você tenha um infarto na minha loja. Além disso, qual a pressa?- *Ela fala enquanto você percebe que ela tá tirando a calça atrás do balcão e subindo nele. Sentada de pernas abertas na sua frente* ALANA *Engulo saliva como dava, enquanto ela escapava pelos meus lábios, balançando a cabeça rapidamente e me aproximando do balcão de novo. Eu tava na altura perfeita pra não...* por ter que me abaixar por causa do meu tamanho, e segurando as coxas dela, enfiei minha cabeça entre as pernas dela, pressionando meu rosto contra a buceta dela e me esfregando nela enquanto colocava a língua pra fora* GNOMA -Ah não não não. Minha buceta é boa demais pra uma putinha suja como você!- *Ela te diz enquanto puxa teu cabelo, te afastando da buceta dela e apertando teu rosto com as pernas dela. Ainda te segurando firme assim, ela se aproxima um pouco mais da borda, levanta ainda mais as pernas até quase colocá-las atrás da cabeça e com uma das mãos abre as próprias nádegas, deixando o cu exposto.* - Uma putinha suja como você tem que lamber coisas sujas como meu cu, não acha, puta?- *E com isso, leva teu rosto e boca pro cu dela* ALANA *Separo meu rosto da buceta dela quando ela puxa meu cabelo pra me afastar. Olho pra cara dela enquanto ainda olho pra buceta dela, incapaz de me controlar, entre gemidos e babando como se fosse uma puta, passo a língua nos lábios ouvindo ela enquanto balanço a cabeça* -S-sim... S-sim... *Quando ela leva minha cara entre as nádegas dela, enterro o rosto apertando meu nariz contra o cu dela, esfregando enquanto gemo e mexo minha cara entre elas, molhando com a baba que escorre da minha boca* GNOMA *Ela ri ao ver tua reação e te diz entre risadas e gemidos* -Nossa! Você não passa mesmo de uma putinha estúpida e suja, não é? Achei que talvez você estivesse exagerando, mas você não passa de uma puta desesperada pra ser usada! ALANA *Separo levemente meu rosto de entre as nádegas dela, ainda mantendo minha boca e queixo nelas. Coloco a língua pra fora, passando pelo cu molhado da minha própria saliva, aumentando a pressão aos poucos, enfiando cada vez mais minha língua pra dentro enquanto ainda seguro as coxas dela com minhas mãos, fazendo um pouco de força com elas* -Ahh... ahh...! *Gemia pelo esforço, ficando meio vermelha e começando a suar ainda mais, minha buceta ficava completamente molhada, manchando o chão com meus fluidos. Ao te ouvir, uns pequenos corações se formam nas minhas pupilas, o que pode *notando a gnoma, sendo assim a reação com que ela me adora e me domina com seus comentários* GNOMA -O que eu ouço é a sua buceta suja escorrendo e molhando o chão da minha loja? Você é só uma putinha patética mesmo, não é? É melhor depois de limpar meu cu com sua boca suja, você usar ela pra limpar o chão da minha loja também. ALANA -S-shihh...! *Respondi como pude entre gemidos e ainda com minha língua dentro do cu dela, que eu movia e usava lá dentro, enfiando e tirando enquanto massageava as coxas dela com minhas mãos. Ao responder, olhei fixamente nos olhos dela por alguns segundos, deixando ela ver os corações rosas nas minhas pupilas crescerem com os comentários dela, que eu ia obedecer* GNOMA *Assim que você responde, ela te dá um tapa forte na cara* -Cadelas não falam! Essa sua boca foi feita pra lamber, latir e gemer, só isso.- ALANA *Solta um gemido forte e viro o rosto com a força do tapa, olhando pra ela e balançando a cabeça* -Au-au au! *Com a língua pra fora, colo minha boca de novo entre as nádegas dela, selando meus lábios em volta do cu dela e chupando enquanto enfiava e tirava minha língua* GNOMA -Mmmmm... muito bem, putinha! Parece que afinal você não é completamente idiota e ainda pode ser treinada pra servir como uma boa vadia- ALANA -Auhh-ahgauhg! *Latro como posso entre gemidos e chupadas, mantendo meus lábios bem colados no cu dela. Dava pra sentir minha buceta pulsando, não via ela, mas estava toda vermelha e carente, encharcada e escorrendo, molhando tudo debaixo de mim* GNOMA -Mas que putinha linda eu encontrei. Parece que essa vadiazinha suja adora o gosto do meu cu- ALANA -Ahgg-ahgaag... *Gemia e latia baixinho enquanto balançava a cabeça, esfregando meu nariz na buceta molhada dela, sentindo minhas pernas tremerem cada vez mais molhadas e como meus pés se sujavam na poça de fluidos que saía das minhas partes* GNOMA *Ao ouvir o som dos seus fluidos caindo no chão, te puxa com força pelo cabelo* e te separa do corpo dela* —O que foi que eu acabei de ouvir? Por acaso essa puta suja tá molhando o chão da minha loja?! ALANA *Quando ele me separou, eu ainda fazia força pra me jogar de novo entre as pernas dela, ofegando com a língua pra fora e babando, ansiosa e necessitada, tava vermelha e banhada em suor, além do resto do meu corpo molhado dos meus fluidos que saíam sem controle da minha buceta vermelha e pulsante. Dava pra ver nos meus olhos os corações rosa bem grandes, sendo esse o sinal de como eu tava encantada pelas palavras dela* GNOMA *Ela segura firme seu cabelo sem deixar você se aproximar de novo. Quanto mais você tenta, ela te puxa com mais força e te esbofeteia com a outra mão.* —Acabei de te perguntar se você sujou meu chão, sua puta nojenta?— ALANA *O tapa me fez voltar um pouco a mim, ouvindo ela, comecei a balançar a cabeça rapidamente enquanto mais babas caíam da minha língua. Eu ofegava olhando pro cu e pra buceta dela, obcecada, perdida pela poção que me mantinha num êxtase infinito, querendo mais e mais* GNOMA *Ela desce do balcão, com as pernas e a bunda encharcadas da sua saliva ainda escorrendo e sem soltar seu cabelo nem um momento, fica de pé ao lado da poça que você fez no chão. Com força, puxa seu cabelo e faz você encostar a cara no chão molhado, esfregando seu rosto na poça que você fez como se estivesse repreendendo um cachorro que mijou em casa* —Tá vendo isso, sua puta suja! Não acredito que você é tão porca e estúpida. Agora é melhor você limpar isso como a vadia que você é.— ALANA *Ofeguei dolorida quando ela me bateu com força no chão, ainda latindo pras ordens dela agindo como uma puta. Jogada no chão na poça de fluidos que eu fiz, me molho inteira, além de sujar ainda mais minha roupa velha e imunda com os fluidos. Com meu olhar perdido e os corações rosa nas pupilas, estiquei a língua e comecei a passar ela no chão sujo da loja, me ajeitando aos poucos sem parar de lamber e mexer minha língua, me colocava de quatro, mesmo já estando toda suja e* molhada, lambia e limpava tudo enquanto continuava sujando mais com os fluidos que minha buceta expelia sob os efeitos da poção* GNOMA -Você não passa de uma puta, não é mesmo? Não tem nada nessa sua cabeça estúpida além da vontade de agir como um animal no cio.- *Ela diz enquanto levanta um pouco seu rosto pra olhar sua cara de puta antes de bater sua cara no chão de novo pra você continuar limpando com a língua.* ALANA -Au! Au! *Ela latia entre ofegos, quando você levantou meu rosto todo sujo dos fluidos do chão, eu ainda tava com a língua pra fora e mexendo ela procurando mais fluidos pra engolir e limpar o chão, parando por uns instantes quando você bateu minha cara no chão de novo, ofegando de dor e continuando na hora* GNOMA *Ela fica atrás de você enquanto você continua de quatro lambendo o chão, levanta sua saia suja com a ponta do sapato e olha como você continua escorrendo* -Você é uma puta nojenta mesmo! É tão patética que não consegue parar de escorrer enquanto te tratam como o animal estúpido que é?- *Ela diz enquanto passa a ponta do sapato na sua entreperna. Depois te dá um tapa forte na bunda* ALANA *Eu ofegava forte enquanto lambia o chão, ignorando que ela tinha ido pra trás de mim e levantado minha saia. Eu balançava a cabeça negando enquanto te ouvia, sem parar de lamber o chão, tremendo quando ela passou o sapato na minha entreperna sentindo minha buceta prestes a explodir vermelha e sensível, pulsando necessitada enquanto não parava de escorrer pra depois soltar um gemido forte com o tapa na bunda* GNOMA. -Por acaso eu te vejo balançando a cabeça negando? Não é assim, sua putinha suja?- *A cada pergunta ela dá outro tapa forte na sua bunda.* -Por acaso essa puta suja acha que o que eu digo dela não é verdade? *Ela diz enquanto coloca um dos pés nas suas nádegas e costas, ajustando o salto dos sapatos bem em cima do seu cu pressionando levemente* ALANA *Eu ofeguei forte, balançando a cabeça rapidamente concordando de novo ao te ouvir, voltando a* gemer por palmada* -G-guau guau! *Começando a tremer ao sentir os pés dela nas minhas costas, sem muita força, me distraio com o salto cravado no meu cu entrando devagar além de pressionar lá dentro* -Grrr-grrahg! GNOMA. -Quem disse que você podia parar de limpar meu chão, sua puta estúpida? Sua buceta suja de animal no cio continua escorrendo aqui atrás, então é melhor você começar a empurrar seu corpo pra trás e limpar essa bagunça daqui- *Você sente ela fazer um pouco de força mas não enfia o salto no seu cu, ela quer que você mesma se empurre pra trás e meta ele sozinha* ALANA -Gu-gu-guau! *Ofego forte ao ouvi-la, além de latir e apertar os dentes, me movimento pra trás como ela manda e começo a enfiar o salto no meu cu, rosnando aguentando a dor e o prazer de como entrava dentro de mim* -Grrhh-ahgh! *Com ele já bem dentro do meu rabo, coloco a língua pra fora de novo e começo a lamber o chão, que nunca parava de se sujar porque eu não parava de escorrer* GNOMA -Nossa! Você é realmente uma puta vadia e patética!- *Ela diz enquanto empurra com a perna enfiando seu salto por completo.* -Uma puta suja e patética que limpa meu chão como a vadia que é. Não é mesmo, putinha? ALANA -S-sihg...gagh-hgrr guau! *Latia entre ofegos, apertando forte meus dentes cada vez que sentia seu pé e o salto enfiado no meu cu. Ofegava dolorida e me contorcendo de prazer, apesar de sentir minha buceta prestes a explodir vermelha e pulsando, precisava de estímulo e só escorria fluidos que não dava tempo de pegar com a língua* GNOMA *Ela empurra com força o sapato no seu cu pra baixo até te deixar caída numa poça dos seus fluidos e saliva no chão. Enquanto você está aí caída, ela desabotoa o salto pra deixar ele dentro de você enquanto se mexe.* -Tem mais alguma coisa a dizer, putinha? ALANA -Grrr... Grr n-não! G-guau guau! Grr-hagg... P-posição!? *Continuava agindo como uma puta, às ordens dela e encantada com os comentários dela se vendo* Corações nas minhas pupilas, ainda continuava com o objetivo de vir provar as poções e levar o dinheiro, mas agora não era meu foco principal depois de tudo que aconteceu. Eu ofegava jogada no chão, exausta, mas ainda movendo meu rosto e língua pelo chão, continuava seguindo as ordens dela de limpar o piso, mesmo com minha buceta ainda escorrendo. Quando ela se afasta de mim, ergue levemente minha bunda deixando ela empinada e com o salto cravado no meu cu, tremendo e ofegando* GNOMA - Ah, é verdade, as poções. Então essa puta ainda quer provar mais? *Você ouve o outro sapato cair no chão e ela andar na sua direção. Sente ela parar com cada pé dos lados da sua cabeça* -Por que não prova isso, porca patética....- *Ela diz instantes antes de você sentir um líquido morno começar a cair na sua cabeça* ALANA *Ofegando, levanto a cabeça ao ouvi-la, pensando que traria mais poções. Ainda de quatro com o salto enfiado no meu cu, ofegava forte e com a língua pra fora, estava cansada mesmo me mantendo nas ordens dela. Quando começo a sentir o líquido morno na minha cabeça, levanto a cabeça pensando que era uma poção, sujando todo meu rosto com ele e abrindo bem minha boca, mexo a língua tentando pegar o máximo possível entre ofegos, e engolindo sem saber o que era, mantinha meus olhos fechados enquanto sujava toda minha cara* NARRAÇÃO O cheiro, a temperatura e o gosto denunciam o líquido que cai na sua cabeça e que você bebe como uma puta do chão. A gnoma está mijando em você GNOMA. -Mas que porca estúpida e patética você é! Na verdade, você não passa de uma puta suja e nojenta, então bebe meu mijo do chão- ALANA *Entre ofegos e ânsias, engolia todo o mijo dela saindo direto da buceta dela. Recebia com vontade apesar de ofegar enojada e ao mesmo tempo mais excitada* -S-sim... Sou porca! puta... Nojenta... *Quando ela termina de mijar e me deixa agora suja com o líquido amarelo dela, me jogo de novo no chão, ainda mantendo meus quadris empinados* alto, continuo lambendo o chão agora, meus fluidos misturados com a urina dela. Enquanto mexia minha bunda de um lado pro outro, junto com minhas pernas, desconfortável e louca, sentindo minha buceta prestes a explodir por não ter nenhum estímulo, mesmo estando escorrendo, ela estava vermelha e pulsando, muito sensível* GNOMA *Ela pisa na sua cabeça com o pé descalço e te pressiona contra o chão* -Porcas não falam!- *Com a mão, bate no sapato pra cravar mais no seu cu* ALANA *Gemo de dor enquanto me contorço no chão, mexendo minhas pernas* -B-buceta... M-minha... go-za meu... ahg ahga! *Rosnava com força enquanto me arrastava pelo chão sujo* GNOMA -Sua buceta? Tá falando daquele buraco nojento de puta que você tem entre as suas pernas de porca? Acha que vou chegar perto daquele buraco sujo e patético que você tem aí? Você é uma puta estúpida mesmo!- *Diz rindo enquanto bate o salto de novo no seu cu* ALANA *Me contorço no chão sujo e cheio de fluidos, gemendo de dor e louca de prazer, as lágrimas escapando enquanto eu baixava minhas mãos no chão, procurando minha buceta pra me masturbar* -Grrh... Ahga... ahgg GNOMA -Sério? Você é tão patética que vai se masturbar deitada na minha urina e nos seus fluidos? Você não é nem uma puta, na real você é só uma porca, puta e patética - *Batendo o salto várias vezes seguidas no seu cu pra te fazer gemer e gritar* ALANA *Levanto meus braços, mexendo eles por todo o chão, afastando eles de novo da minha buceta, apertava minhas mãos e pés na sua frente enquanto me mexia como uma barata suja no meio da imundície, toda fedida e molhada de lágrimas, mostrando pra você, de pernas abertas, minha buceta necessitada, vermelha e pulsando, sem parar de expelir fluidos por causa da poção que tomei* GNOMA -Muito bem, assim que eu gosto, sua puta suja - ALANA *Eu não conseguia fazer muito mais, fiquei largada no chão sujo da loja, toda imunda e fedida, com cãibras que faziam meu corpo todo se contorcer enquanto eu gemia e babava, olhando pra você* nada ainda com o salto no fundo do meu cu* -gahag...gaghh GNOMA *Você ouve ela deixar cair várias moedas de ouro no chão ao seu lado, de cara* -Termina de limpar meu chão, pega seu dinheiro e sai da minha loja, porquinha. Foi um prazer ter você aqui, volte quando quiser.- *Ela começa a se afastar de você e, antes de sair do cômodo em direção à parte privada da loja, diz* -ah, e deixa meu sapato perto da porta- ALANA *Suspiro abafado entre meus próprios fluidos e os do chão, depois de alguns minutos começo a me mexer e, gemendo de dor, tiro o salto do meu cu. Toco ele, meio dilatado, além de olhar minha buceta totalmente necessitada, comecei a considerar seriamente ir pra taverna trabalhar como depósito de porra, não tinha tirado todo o ouro que devia, e estava muito precisada de sexo e porra.* Me levantei e vi o chão todo sujo, além do meu corpo e roupa, peguei o ouro que ela me deu, que não era tudo o que eu precisava e que ela me devia, já que não peguei todas as poções. Meus olhos voltaram ao normal, mas meu corpo ainda precisava de mais, e eu não sabia se era por causa da poção ou de mim mesma. Olhei o chão sujo e, meio puta por não ter tirado todo o ouro que queria, deixei tudo como estava, todo imundo, e saí da loja deixando o sapato do lado de fora. Ajeitei minha roupa toda suja, além do meu corpo todo fedido, não dava pra disfarçar minha sujeira e excitação. Ofegante, comecei a andar apressada pelo meio da rua em direção à taverna, com minha roupa toda imunda, e as moedas de ouro e os papéis dos encargos na mão.
A taverna se chama "Final Feliz". É um prédio de três andares, com telhado de telhas, uma entrada larga e várias janelas. Antes mesmo de entrar, já dá pra ouvir o som de música, conversas, gritos, festa e até uns gemidos. Perto da entrada, tem um mural grande cheio de pergaminhos e cartazes colados, oferecendo vários serviços e trabalhos. Lá dentro, o chão é de madeira, tem um balcão enorme onde um anão e uma anã atendem, servindo canecas de cerveja. Tem mesas de todos os tamanhos, desde individuais até umas mesonas onde grupos de gente come, bebe e até transa. As mesas são atendidas por várias pessoas que levam comida, bebida e mais coisas. Dá pra notar que em mais de uma mesa tem gente trepando. Seja inclinada ou deitada numa mesa, de quatro debaixo da mesa enquanto chupa alguém, ou montando em alguém sentado na cadeira. Dá pra ver que o sexo rola sem chamar a atenção de ninguém, e a farra continua como se nada fosse.
ALANA *Ao chegar na entrada da taverna, vi o quadro de avisos, mas os barulhos lá de dentro me impressionaram e me deram uma baita curiosidade. Sorrindo, me aproximei da porta e abri, espiando com a cabeça, onde rapidamente fiquei toda vermelha de tesão e surpresa com aquele paraíso. Fechei a porta e me concentrei, embora minha buceta já estivesse molhada, engoli seco e, dando uns passinhos de lado, me aproximei do quadro e comecei a olhar os cartazes, pergaminhos e letreiros pra ver o que tinha a ver comigo* NARRAÇÃO Você encontra várias ofertas de trabalho. Alguém pede ajuda pra testar poções e seus efeitos. Alguém pede ajuda com um grupo de goblins que atacam gente na estrada. Alguém pede ajuda com uma matilha de lobos que comeram o gado deles. Na entrada da taverna, também tem um letreiro que oferece vaga de "depósito de sêmen" ALANA -Hmm... Vamos ver... Testar poções... Fácil, mas paga pouco... Goblins, interessante... Pode ser bom... Lobos!? Nah... Não tô preparada, eles iam me devorar... Bom, acho que vou- *Fico em silêncio de repente ao ver o cartaz da taverna que oferece vaga pra depósito de sêmen, fico totalmente em choque e meio confusa, embora alucinada, arranco os papéis de testar poções e os goblins da estrada pra depois, e entro na taverna pra perguntar sobre a vaga de "depósito". Entro na taverna e começo a andar em direção ao balcão, tentando olhar pra frente e não pras pessoas que estavam lá. Ao chegar, subo num banco alto pra alcançar o balcão e chamo algum garçom pra perguntar* NARRAÇÃO *Uma anã bem musculosa se aproxima de você e pergunta.* -O que vou te servir, gata?- ALANA -Ah, nada! Só queria perguntar sobre... A vaga de... Depósito de sêmen? Como funciona, o que é? *Olho pra ela confusa, mas meio interessada na oferta ou em saber mais sobre ela* ANÃ - Ah, claro, gata. Muita gente gosta de foder aqui, mas às vezes não querem paquerar ou tentar Conhecer alguém. Eles só querem um buraco quente pra despejar a porra ou uma língua que chupe a buceta ou o cu deles. Pra isso que serve o balcão dos depósitos de sêmen. — *Fala pra você, apontando pra um canto afastado da taverna onde você vê duas minas com cara de puta, de mãos amarradas e de joelhos em cima de uma almofadinha* — As garotas fazem um bom trabalho, mas às vezes os clientes querem carne nova. Então sempre tem vaga pra quem quiser se juntar a elas. Você pode colocar sua própria plaquinha pros clientes saberem o que podem fazer com você, mas os preços são fixos, gostosa. No fim do dia, você dá 10% do que ganhou pro bar e a gente garante que ninguém vai te judiar demais.
ALANA *Olhei pra anã, animada e esperançosa com a ideia. Era um trabalho que me fascinava e que eu adoraria, mas tinha acabado de chegar na cidade, não queria ganhar fama de puta... Ou pelo menos não tão rápido. Com um sorrisão, olhei de volta pra anã* — Ohhh! Que massa! Hmm, acho que vou pensar! Quem sabe até volto mais tarde, que se dane... Valeu pela info! *Sorrindo bem feliz, desci do banco e saí da taverna. Lá fora, olhei os papéis que arranquei do cartaz* — Ahhg... Que vontade de virar um depósito de porra... Hmm... Vamos ver, grana primeiro, foco, Alana... Vejamos, goblins... Poções... Hmmmm... Vou perguntar das poções primeiro... Vamos ver... *Olhei o cartaz das poções e comecei a andar na direção que indicava, guardando os dois papéis no meu top, bem entre os peitos* NARRAÇÃO A loja é tocada por uma gnomazinha de pele escura e cabelo branco preso atrás das orelhas compridas. O lugar tem várias prateleiras cheias de poções diferentes, todas etiquetadas. No balcão, tem uma caixinha com 5 frascos de líquidos coloridos.
GNOMA -Bem-vinda. Tá procurando algo especial ou veio pelo trampo? ALANA *Entro na loja sorrindo, olhando em volta e pras poções nas prateleiras* -Oi! Vim pelo trampo de... Testar poções! *Sorrindo no balcão, tirei o cartaz de entre meus peitos e coloquei na frente dela*
GNOMA -O trampo é bem simples. Meu tio me deixou essa loja faz pouco tempo e tô fazendo um inventário de tudo que tinha, só que tem 3 poções que não faço ideia do que são. Vou te dar 5 moedas de ouro por cada poção que você beber na minha frente pra eu saber que efeito elas têm.
ALANA -Ha! Moleza! *Com um sorriso corajoso, me aproximei da caixinha com as poções, dei uma olhada rápida e peguei a primeira, mostrei pra ela ver qual era e, sem hesitar, abri e tomei de um gole só. Quando terminei, larguei o vidro no balcão e olhei pra ela* -Ahhh...! Pronto, e agora?
NARRAÇÃO No começo, a poção parece não fazer efeito. Até que, sem motivo aparente, Alana começa a falar em voz alta o que está pensando.
ALANA *Suspiro esperando a poção fazer algo ou a mina falar alguma coisa* -Hmmm... Isso não faz nada, se as outras forem iguais, melhor, dinheiro fácil. Além disso, se a mina disse que herdou a loja, provavelmente também não manja nada de poções, talvez nem saiba nada sobre elas, vai ser fácil tirar dinheiro dela assim...
GNOMA *Olha pra você meio estranha e surpresa com o que acabou de falar* -Mmmm... Qual é sua maior fantasia sexual?
ALANA *Caio na risada de repente, surpresa com a pergunta estranha e direta da mulher, não ia contar nada tão pessoal pra uma desconhecida, mas mesmo assim falei* -Não tenho uma fantasia específica, mas uma coisa que eu adoraria era ser completamente usada, um puta bukkake só pra mim, ser coberta e preenchida de porra por todos os lados, enfiarem qualquer coisa no meu cu ou na minha buceta, e gozar sendo a escrava de qualquer um ou quaisquer um, à vontade, e ser sua mascote e... *Continuava falando e dizendo coisas completamente humilhantes sobre mim, tudo relacionado a ser usada e uma escrava para todo tipo de desejos ou vontades* GNOMA *Dá uma risadinha e volta a te encarar fixamente* -Ah é? E qual é a coisa mais humilhante ou degradante que você já fez por sexo ou durante o sexo?- Alana *Voltei a fazer uma cara estranha de confusão ao ouvir outra pergunta nova sem perceber que estava respondendo* -De tudo, além de que faria qualquer coisa, mês passado chupei a pica de um anão em troca de um anel e umas joias, e apareceu um bandido que acabou me fodendo e me usando na lama em troca de nos deixar vivos... Além disso, bem antes já cheguei a fazer coisas com animais, além de com outros humanos e raças, qualquer coisa como... *Continuava falando sem parar, chegava a ser meio chata de tanto que falava sem descanso e parecendo nunca parar* GNOMA -....sério? Acho que a pica de um cavalo é maior que você, provavelmente te mataria. Mas mentiria se dissesse que não estaria interessada em ver você tentar hahaha. Certo, obviamente é uma poção da verdade. É bom saber disso. Pronta pra testar mais outras?- ALANA -Você não tem ideia de como é gostoso ser completamente atravessada por uma... *Confusa, acabei de falar te respondendo* -Hmm... Tá bem? *Sem perceber o que tinha acontecido ou o que a poção fez em mim, me aproximei de novo da caixa pegando a próxima, mostrei pra gnoma, e novamente tomei de um gole só* -Ahh... Muito bem... NARRAÇÃO Parece um arrepio que percorre todo o seu corpo, te enche de energia e você sente uma sensação de calor que parece se concentrar nas suas zonas eróticas. Cada um decide quais são as suas. ALANA *Tremedeira rápida, dou um grande arrepio pelo corpo que vai embora de repente, esquentando cada vez mais tanto meus peitos e mamilos quanto minha buceta e meu cu* -Hmm... Ahh C-acho que não tá fazendo efeito nenhum...? *Falei enquanto gotas de suor começavam a escorrer pela minha testa, ao mesmo tempo que meu rosto ficava vermelho de tesão ao sentir o calor forte nas minhas partes* NARRAÇÃO. Suas pupilas estão dilatadas e todas as luzes e cores ao redor parecem mais brilhantes, os cheiros da loja e até o cheiro da pele da gnoma ficam óbvios pra você, você pode sentir o aroma da pele dela, o suor e a saliva da boca dela. Seu coração bate rápido, você sente suor descendo pelos seus peitos e costas, como a umidade da sua buceta começa a molhar suas coxas e como elas também escorrem, e até sua saliva escorrendo pelos cantos da boca GNOMA -Você tá bem...? ALANA *Olho fixamente pra gnoma, vidrada nela e nos cheiros dela, extremamente excitada, não conseguia pensar direito enquanto tentava segurar meus impulsos* -S-sim... Só... Tô muito... Muito... C-com tesão... *Em seguida, levo minhas mãos aos meus peitos, começando a massageá-los por cima da roupa* GNOMA -Uau, dá pra ver que é verdade. Essa poção vai vender bem pra caralho!- ALANA -S-sim... Gahhg... *A baba começava a escorrer pela quantidade de saliva que eu produzia na boca. Minha buceta ficava encharcada de fluidos que escorriam pelas minhas coxas, formando uma poça debaixo de mim. Eu tremia um pouco e soltava meus peitos, tentando me segurar, e olhei pra gnoma* -Bom... Ahh... Ahg... P-próxima...? *Olhava pra ela entre gemidos, incapaz de controlá-los enquanto me derretia de tesão* GNOMA -Pera um segundo, amiga, não quero que você tenha um infarto na minha loja. Além disso, qual a pressa?- *Ela fala enquanto você percebe que ela tá tirando a calça atrás do balcão e subindo nele. Sentada de pernas abertas na sua frente* ALANA *Engulo saliva como dava, enquanto ela escapava pelos meus lábios, balançando a cabeça rapidamente e me aproximando do balcão de novo. Eu tava na altura perfeita pra não...* por ter que me abaixar por causa do meu tamanho, e segurando as coxas dela, enfiei minha cabeça entre as pernas dela, pressionando meu rosto contra a buceta dela e me esfregando nela enquanto colocava a língua pra fora* GNOMA -Ah não não não. Minha buceta é boa demais pra uma putinha suja como você!- *Ela te diz enquanto puxa teu cabelo, te afastando da buceta dela e apertando teu rosto com as pernas dela. Ainda te segurando firme assim, ela se aproxima um pouco mais da borda, levanta ainda mais as pernas até quase colocá-las atrás da cabeça e com uma das mãos abre as próprias nádegas, deixando o cu exposto.* - Uma putinha suja como você tem que lamber coisas sujas como meu cu, não acha, puta?- *E com isso, leva teu rosto e boca pro cu dela* ALANA *Separo meu rosto da buceta dela quando ela puxa meu cabelo pra me afastar. Olho pra cara dela enquanto ainda olho pra buceta dela, incapaz de me controlar, entre gemidos e babando como se fosse uma puta, passo a língua nos lábios ouvindo ela enquanto balanço a cabeça* -S-sim... S-sim... *Quando ela leva minha cara entre as nádegas dela, enterro o rosto apertando meu nariz contra o cu dela, esfregando enquanto gemo e mexo minha cara entre elas, molhando com a baba que escorre da minha boca* GNOMA *Ela ri ao ver tua reação e te diz entre risadas e gemidos* -Nossa! Você não passa mesmo de uma putinha estúpida e suja, não é? Achei que talvez você estivesse exagerando, mas você não passa de uma puta desesperada pra ser usada! ALANA *Separo levemente meu rosto de entre as nádegas dela, ainda mantendo minha boca e queixo nelas. Coloco a língua pra fora, passando pelo cu molhado da minha própria saliva, aumentando a pressão aos poucos, enfiando cada vez mais minha língua pra dentro enquanto ainda seguro as coxas dela com minhas mãos, fazendo um pouco de força com elas* -Ahh... ahh...! *Gemia pelo esforço, ficando meio vermelha e começando a suar ainda mais, minha buceta ficava completamente molhada, manchando o chão com meus fluidos. Ao te ouvir, uns pequenos corações se formam nas minhas pupilas, o que pode *notando a gnoma, sendo assim a reação com que ela me adora e me domina com seus comentários* GNOMA -O que eu ouço é a sua buceta suja escorrendo e molhando o chão da minha loja? Você é só uma putinha patética mesmo, não é? É melhor depois de limpar meu cu com sua boca suja, você usar ela pra limpar o chão da minha loja também. ALANA -S-shihh...! *Respondi como pude entre gemidos e ainda com minha língua dentro do cu dela, que eu movia e usava lá dentro, enfiando e tirando enquanto massageava as coxas dela com minhas mãos. Ao responder, olhei fixamente nos olhos dela por alguns segundos, deixando ela ver os corações rosas nas minhas pupilas crescerem com os comentários dela, que eu ia obedecer* GNOMA *Assim que você responde, ela te dá um tapa forte na cara* -Cadelas não falam! Essa sua boca foi feita pra lamber, latir e gemer, só isso.- ALANA *Solta um gemido forte e viro o rosto com a força do tapa, olhando pra ela e balançando a cabeça* -Au-au au! *Com a língua pra fora, colo minha boca de novo entre as nádegas dela, selando meus lábios em volta do cu dela e chupando enquanto enfiava e tirava minha língua* GNOMA -Mmmmm... muito bem, putinha! Parece que afinal você não é completamente idiota e ainda pode ser treinada pra servir como uma boa vadia- ALANA -Auhh-ahgauhg! *Latro como posso entre gemidos e chupadas, mantendo meus lábios bem colados no cu dela. Dava pra sentir minha buceta pulsando, não via ela, mas estava toda vermelha e carente, encharcada e escorrendo, molhando tudo debaixo de mim* GNOMA -Mas que putinha linda eu encontrei. Parece que essa vadiazinha suja adora o gosto do meu cu- ALANA -Ahgg-ahgaag... *Gemia e latia baixinho enquanto balançava a cabeça, esfregando meu nariz na buceta molhada dela, sentindo minhas pernas tremerem cada vez mais molhadas e como meus pés se sujavam na poça de fluidos que saía das minhas partes* GNOMA *Ao ouvir o som dos seus fluidos caindo no chão, te puxa com força pelo cabelo* e te separa do corpo dela* —O que foi que eu acabei de ouvir? Por acaso essa puta suja tá molhando o chão da minha loja?! ALANA *Quando ele me separou, eu ainda fazia força pra me jogar de novo entre as pernas dela, ofegando com a língua pra fora e babando, ansiosa e necessitada, tava vermelha e banhada em suor, além do resto do meu corpo molhado dos meus fluidos que saíam sem controle da minha buceta vermelha e pulsante. Dava pra ver nos meus olhos os corações rosa bem grandes, sendo esse o sinal de como eu tava encantada pelas palavras dela* GNOMA *Ela segura firme seu cabelo sem deixar você se aproximar de novo. Quanto mais você tenta, ela te puxa com mais força e te esbofeteia com a outra mão.* —Acabei de te perguntar se você sujou meu chão, sua puta nojenta?— ALANA *O tapa me fez voltar um pouco a mim, ouvindo ela, comecei a balançar a cabeça rapidamente enquanto mais babas caíam da minha língua. Eu ofegava olhando pro cu e pra buceta dela, obcecada, perdida pela poção que me mantinha num êxtase infinito, querendo mais e mais* GNOMA *Ela desce do balcão, com as pernas e a bunda encharcadas da sua saliva ainda escorrendo e sem soltar seu cabelo nem um momento, fica de pé ao lado da poça que você fez no chão. Com força, puxa seu cabelo e faz você encostar a cara no chão molhado, esfregando seu rosto na poça que você fez como se estivesse repreendendo um cachorro que mijou em casa* —Tá vendo isso, sua puta suja! Não acredito que você é tão porca e estúpida. Agora é melhor você limpar isso como a vadia que você é.— ALANA *Ofeguei dolorida quando ela me bateu com força no chão, ainda latindo pras ordens dela agindo como uma puta. Jogada no chão na poça de fluidos que eu fiz, me molho inteira, além de sujar ainda mais minha roupa velha e imunda com os fluidos. Com meu olhar perdido e os corações rosa nas pupilas, estiquei a língua e comecei a passar ela no chão sujo da loja, me ajeitando aos poucos sem parar de lamber e mexer minha língua, me colocava de quatro, mesmo já estando toda suja e* molhada, lambia e limpava tudo enquanto continuava sujando mais com os fluidos que minha buceta expelia sob os efeitos da poção* GNOMA -Você não passa de uma puta, não é mesmo? Não tem nada nessa sua cabeça estúpida além da vontade de agir como um animal no cio.- *Ela diz enquanto levanta um pouco seu rosto pra olhar sua cara de puta antes de bater sua cara no chão de novo pra você continuar limpando com a língua.* ALANA -Au! Au! *Ela latia entre ofegos, quando você levantou meu rosto todo sujo dos fluidos do chão, eu ainda tava com a língua pra fora e mexendo ela procurando mais fluidos pra engolir e limpar o chão, parando por uns instantes quando você bateu minha cara no chão de novo, ofegando de dor e continuando na hora* GNOMA *Ela fica atrás de você enquanto você continua de quatro lambendo o chão, levanta sua saia suja com a ponta do sapato e olha como você continua escorrendo* -Você é uma puta nojenta mesmo! É tão patética que não consegue parar de escorrer enquanto te tratam como o animal estúpido que é?- *Ela diz enquanto passa a ponta do sapato na sua entreperna. Depois te dá um tapa forte na bunda* ALANA *Eu ofegava forte enquanto lambia o chão, ignorando que ela tinha ido pra trás de mim e levantado minha saia. Eu balançava a cabeça negando enquanto te ouvia, sem parar de lamber o chão, tremendo quando ela passou o sapato na minha entreperna sentindo minha buceta prestes a explodir vermelha e sensível, pulsando necessitada enquanto não parava de escorrer pra depois soltar um gemido forte com o tapa na bunda* GNOMA. -Por acaso eu te vejo balançando a cabeça negando? Não é assim, sua putinha suja?- *A cada pergunta ela dá outro tapa forte na sua bunda.* -Por acaso essa puta suja acha que o que eu digo dela não é verdade? *Ela diz enquanto coloca um dos pés nas suas nádegas e costas, ajustando o salto dos sapatos bem em cima do seu cu pressionando levemente* ALANA *Eu ofeguei forte, balançando a cabeça rapidamente concordando de novo ao te ouvir, voltando a* gemer por palmada* -G-guau guau! *Começando a tremer ao sentir os pés dela nas minhas costas, sem muita força, me distraio com o salto cravado no meu cu entrando devagar além de pressionar lá dentro* -Grrr-grrahg! GNOMA. -Quem disse que você podia parar de limpar meu chão, sua puta estúpida? Sua buceta suja de animal no cio continua escorrendo aqui atrás, então é melhor você começar a empurrar seu corpo pra trás e limpar essa bagunça daqui- *Você sente ela fazer um pouco de força mas não enfia o salto no seu cu, ela quer que você mesma se empurre pra trás e meta ele sozinha* ALANA -Gu-gu-guau! *Ofego forte ao ouvi-la, além de latir e apertar os dentes, me movimento pra trás como ela manda e começo a enfiar o salto no meu cu, rosnando aguentando a dor e o prazer de como entrava dentro de mim* -Grrhh-ahgh! *Com ele já bem dentro do meu rabo, coloco a língua pra fora de novo e começo a lamber o chão, que nunca parava de se sujar porque eu não parava de escorrer* GNOMA -Nossa! Você é realmente uma puta vadia e patética!- *Ela diz enquanto empurra com a perna enfiando seu salto por completo.* -Uma puta suja e patética que limpa meu chão como a vadia que é. Não é mesmo, putinha? ALANA -S-sihg...gagh-hgrr guau! *Latia entre ofegos, apertando forte meus dentes cada vez que sentia seu pé e o salto enfiado no meu cu. Ofegava dolorida e me contorcendo de prazer, apesar de sentir minha buceta prestes a explodir vermelha e pulsando, precisava de estímulo e só escorria fluidos que não dava tempo de pegar com a língua* GNOMA *Ela empurra com força o sapato no seu cu pra baixo até te deixar caída numa poça dos seus fluidos e saliva no chão. Enquanto você está aí caída, ela desabotoa o salto pra deixar ele dentro de você enquanto se mexe.* -Tem mais alguma coisa a dizer, putinha? ALANA -Grrr... Grr n-não! G-guau guau! Grr-hagg... P-posição!? *Continuava agindo como uma puta, às ordens dela e encantada com os comentários dela se vendo* Corações nas minhas pupilas, ainda continuava com o objetivo de vir provar as poções e levar o dinheiro, mas agora não era meu foco principal depois de tudo que aconteceu. Eu ofegava jogada no chão, exausta, mas ainda movendo meu rosto e língua pelo chão, continuava seguindo as ordens dela de limpar o piso, mesmo com minha buceta ainda escorrendo. Quando ela se afasta de mim, ergue levemente minha bunda deixando ela empinada e com o salto cravado no meu cu, tremendo e ofegando* GNOMA - Ah, é verdade, as poções. Então essa puta ainda quer provar mais? *Você ouve o outro sapato cair no chão e ela andar na sua direção. Sente ela parar com cada pé dos lados da sua cabeça* -Por que não prova isso, porca patética....- *Ela diz instantes antes de você sentir um líquido morno começar a cair na sua cabeça* ALANA *Ofegando, levanto a cabeça ao ouvi-la, pensando que traria mais poções. Ainda de quatro com o salto enfiado no meu cu, ofegava forte e com a língua pra fora, estava cansada mesmo me mantendo nas ordens dela. Quando começo a sentir o líquido morno na minha cabeça, levanto a cabeça pensando que era uma poção, sujando todo meu rosto com ele e abrindo bem minha boca, mexo a língua tentando pegar o máximo possível entre ofegos, e engolindo sem saber o que era, mantinha meus olhos fechados enquanto sujava toda minha cara* NARRAÇÃO O cheiro, a temperatura e o gosto denunciam o líquido que cai na sua cabeça e que você bebe como uma puta do chão. A gnoma está mijando em você GNOMA. -Mas que porca estúpida e patética você é! Na verdade, você não passa de uma puta suja e nojenta, então bebe meu mijo do chão- ALANA *Entre ofegos e ânsias, engolia todo o mijo dela saindo direto da buceta dela. Recebia com vontade apesar de ofegar enojada e ao mesmo tempo mais excitada* -S-sim... Sou porca! puta... Nojenta... *Quando ela termina de mijar e me deixa agora suja com o líquido amarelo dela, me jogo de novo no chão, ainda mantendo meus quadris empinados* alto, continuo lambendo o chão agora, meus fluidos misturados com a urina dela. Enquanto mexia minha bunda de um lado pro outro, junto com minhas pernas, desconfortável e louca, sentindo minha buceta prestes a explodir por não ter nenhum estímulo, mesmo estando escorrendo, ela estava vermelha e pulsando, muito sensível* GNOMA *Ela pisa na sua cabeça com o pé descalço e te pressiona contra o chão* -Porcas não falam!- *Com a mão, bate no sapato pra cravar mais no seu cu* ALANA *Gemo de dor enquanto me contorço no chão, mexendo minhas pernas* -B-buceta... M-minha... go-za meu... ahg ahga! *Rosnava com força enquanto me arrastava pelo chão sujo* GNOMA -Sua buceta? Tá falando daquele buraco nojento de puta que você tem entre as suas pernas de porca? Acha que vou chegar perto daquele buraco sujo e patético que você tem aí? Você é uma puta estúpida mesmo!- *Diz rindo enquanto bate o salto de novo no seu cu* ALANA *Me contorço no chão sujo e cheio de fluidos, gemendo de dor e louca de prazer, as lágrimas escapando enquanto eu baixava minhas mãos no chão, procurando minha buceta pra me masturbar* -Grrh... Ahga... ahgg GNOMA -Sério? Você é tão patética que vai se masturbar deitada na minha urina e nos seus fluidos? Você não é nem uma puta, na real você é só uma porca, puta e patética - *Batendo o salto várias vezes seguidas no seu cu pra te fazer gemer e gritar* ALANA *Levanto meus braços, mexendo eles por todo o chão, afastando eles de novo da minha buceta, apertava minhas mãos e pés na sua frente enquanto me mexia como uma barata suja no meio da imundície, toda fedida e molhada de lágrimas, mostrando pra você, de pernas abertas, minha buceta necessitada, vermelha e pulsando, sem parar de expelir fluidos por causa da poção que tomei* GNOMA -Muito bem, assim que eu gosto, sua puta suja - ALANA *Eu não conseguia fazer muito mais, fiquei largada no chão sujo da loja, toda imunda e fedida, com cãibras que faziam meu corpo todo se contorcer enquanto eu gemia e babava, olhando pra você* nada ainda com o salto no fundo do meu cu* -gahag...gaghh GNOMA *Você ouve ela deixar cair várias moedas de ouro no chão ao seu lado, de cara* -Termina de limpar meu chão, pega seu dinheiro e sai da minha loja, porquinha. Foi um prazer ter você aqui, volte quando quiser.- *Ela começa a se afastar de você e, antes de sair do cômodo em direção à parte privada da loja, diz* -ah, e deixa meu sapato perto da porta- ALANA *Suspiro abafado entre meus próprios fluidos e os do chão, depois de alguns minutos começo a me mexer e, gemendo de dor, tiro o salto do meu cu. Toco ele, meio dilatado, além de olhar minha buceta totalmente necessitada, comecei a considerar seriamente ir pra taverna trabalhar como depósito de porra, não tinha tirado todo o ouro que devia, e estava muito precisada de sexo e porra.* Me levantei e vi o chão todo sujo, além do meu corpo e roupa, peguei o ouro que ela me deu, que não era tudo o que eu precisava e que ela me devia, já que não peguei todas as poções. Meus olhos voltaram ao normal, mas meu corpo ainda precisava de mais, e eu não sabia se era por causa da poção ou de mim mesma. Olhei o chão sujo e, meio puta por não ter tirado todo o ouro que queria, deixei tudo como estava, todo imundo, e saí da loja deixando o sapato do lado de fora. Ajeitei minha roupa toda suja, além do meu corpo todo fedido, não dava pra disfarçar minha sujeira e excitação. Ofegante, comecei a andar apressada pelo meio da rua em direção à taverna, com minha roupa toda imunda, e as moedas de ouro e os papéis dos encargos na mão.
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