É a história de como eu espiei minha cunhada (irmã da minha esposa) quando ela ficou um tempo em casa. A mesma história eu publiquei em outro blog, mas perdi a senha e não consigo responder nem acessar minhas mensagens.
A história acontece alguns meses antes da pandemia. Por volta de setembro de 2019, o contrato de alquiler da minha cunhada (irmã da minha mulher) venceu e não renovaram onde ela estava. Ela é muito exigente com apartamento – se não fosse do jeito que ela queria, não podia se mudar.
Minha cunhada é muito gata: cabelo liso castanho, estilo *girl*, peitos normais, bunda bonita.
Fazia vários meses que ela estava procurando apartamento e em setembro o contrato dela terminaria. Minha esposa vinha me dizendo que, se não me incomodasse, ela poderia ficar em casa se não encontrasse apartamento a tempo, e eu dizia que não tinha problema.
Até aquele momento, nunca tinha pensado na minha cunhada como mais do que a irmã da minha esposa. Mas um dia, antes de setembro, por algo do trabalho, tive que abrir o notebook da minha mulher. Ela não estava e tinha um vídeo delas conversando por Skype que me despertou curiosidade, então continuei assistindo.
Minha cunhada estava com uma regata preta sem sutiã, e essa foi a primeira vez que comecei a pensar nela não mais como minha cunhada, mas com olhares sexuais.
Fiquei vendo o vídeo esperando que em algum momento ela mostrasse um peito ou a bunda pra minha esposa, tipo "olha, me saiu uma espinha nova" ou algo assim. Obviamente, isso não aconteceu. Então comecei a pensar seriamente em como vê-la nua uma vez que ela se mudasse pra cá.
Considerando as opções, comecei a ver que uma das melhores seria comprar uma câmera espiã Wi-Fi, escondê-la no banheiro de alguma forma e gravá-la. Então comecei a buscar opções, me aprofundei no mundo das câmeras IP Wi-Fi. Comprei uma e instalei dentro de uma latinha de desodorante.
Ela se mudou em setembro, e aí começou a parte mais interessante dessa história.
No primeiro dia que a espiei, coloquei a câmera – ainda me lembro quando ela disse: "Vou tomar banho, aproveitei pra ir primeiro". Eu disse: "Me segura aí que vou ao banjo", "Sim, óbvio", ela respondeu. Coloquei a câmera dentro do armário, deixei aberto e saí. É um armário de duas... portas: quando você abre uma, a outra fecha e vice-versa.
Fui para o quarto, naquele dia minha esposa estava dormindo com minha cunhada, e me joguei na cama no modo wi-fi, assistindo pelo celular. Ela entra no banheiro—quase tive um ataque do coração de tão rápido que ele batia—tira o top, fica só de sutiã e, nesse momento, abre o armário do outro lado de onde a câmera estava e fecha a porta. Queria morrer, não consegui ver mais nada.
No segundo dia, de manhã, levantei, coloquei a câmera em cima da pia. Minha esposa tinha ido trabalhar, eu entraria mais tarde.
Minha cunhada se levanta, desce para tomar café, tomamos juntos e, quando termina, ela diz: “cunhado, vou tomar banho”. Eu já tinha colocado a câmera, dessa vez em cima da pia, e assim foi que, pela primeira vez, vi minha cunhada entrar no banheiro, deixar a toalha pendurada ao lado da banheira, abrir o box, deixar a água correr e começar a tirar a roupa.
O coração voltou a bater a mil. Ela tira primeiro o moletom, depois a calça de moletom que estava usando, depois o top, fica só de sutiã—até aí tinha chegado na noite anterior. Mas naquela manhã, ela tirou o sutiã e eu vi aqueles mamilos vermelhos e pontudos, mais lindos do que eu poderia ter imaginado, e por último o fio dental.
Enquanto assistia ao vídeo ao vivo, me masturbava, e quando ela ficou completamente pelada, não pude evitar gozar—não conseguia acreditar que estava vendo minha cunhada nua. Foi uma experiência única que se estendeu por 3 meses.
Nesses 3 meses, consegui gravá-la um monte de vezes. Nunca consegui vê-la se masturbando, mas sim completamente nua—bunda, peitos e use the word: buceta—se olhando no espelho, posando, olhando a própria bunda, tocando os peitos. Com isso, me satisfiz e ainda sobrou.
Até hoje não consigo parar de bater punheta com esses vídeos. O tesão que dá saber que aquela que estou vendo pelada é minha cunhada, não tenho como explicar o quanto isso me deixa excitado.
Algum dos leitores já passou por algo parecido, de espiar uma… familiar e ficar excitado? Eu confesso que não tenho vontade de me deitar com ela nem de ter relações sexuais, só de vê-la nua, e isso me deixa muito excitado, bom, essa é a primeira vez que confesso isso, espero ter deixado vocês de pau duro.
A história acontece alguns meses antes da pandemia. Por volta de setembro de 2019, o contrato de alquiler da minha cunhada (irmã da minha mulher) venceu e não renovaram onde ela estava. Ela é muito exigente com apartamento – se não fosse do jeito que ela queria, não podia se mudar.
Minha cunhada é muito gata: cabelo liso castanho, estilo *girl*, peitos normais, bunda bonita.
Fazia vários meses que ela estava procurando apartamento e em setembro o contrato dela terminaria. Minha esposa vinha me dizendo que, se não me incomodasse, ela poderia ficar em casa se não encontrasse apartamento a tempo, e eu dizia que não tinha problema.
Até aquele momento, nunca tinha pensado na minha cunhada como mais do que a irmã da minha esposa. Mas um dia, antes de setembro, por algo do trabalho, tive que abrir o notebook da minha mulher. Ela não estava e tinha um vídeo delas conversando por Skype que me despertou curiosidade, então continuei assistindo.
Minha cunhada estava com uma regata preta sem sutiã, e essa foi a primeira vez que comecei a pensar nela não mais como minha cunhada, mas com olhares sexuais.
Fiquei vendo o vídeo esperando que em algum momento ela mostrasse um peito ou a bunda pra minha esposa, tipo "olha, me saiu uma espinha nova" ou algo assim. Obviamente, isso não aconteceu. Então comecei a pensar seriamente em como vê-la nua uma vez que ela se mudasse pra cá.
Considerando as opções, comecei a ver que uma das melhores seria comprar uma câmera espiã Wi-Fi, escondê-la no banheiro de alguma forma e gravá-la. Então comecei a buscar opções, me aprofundei no mundo das câmeras IP Wi-Fi. Comprei uma e instalei dentro de uma latinha de desodorante.
Ela se mudou em setembro, e aí começou a parte mais interessante dessa história.
No primeiro dia que a espiei, coloquei a câmera – ainda me lembro quando ela disse: "Vou tomar banho, aproveitei pra ir primeiro". Eu disse: "Me segura aí que vou ao banjo", "Sim, óbvio", ela respondeu. Coloquei a câmera dentro do armário, deixei aberto e saí. É um armário de duas... portas: quando você abre uma, a outra fecha e vice-versa.
Fui para o quarto, naquele dia minha esposa estava dormindo com minha cunhada, e me joguei na cama no modo wi-fi, assistindo pelo celular. Ela entra no banheiro—quase tive um ataque do coração de tão rápido que ele batia—tira o top, fica só de sutiã e, nesse momento, abre o armário do outro lado de onde a câmera estava e fecha a porta. Queria morrer, não consegui ver mais nada.
No segundo dia, de manhã, levantei, coloquei a câmera em cima da pia. Minha esposa tinha ido trabalhar, eu entraria mais tarde.
Minha cunhada se levanta, desce para tomar café, tomamos juntos e, quando termina, ela diz: “cunhado, vou tomar banho”. Eu já tinha colocado a câmera, dessa vez em cima da pia, e assim foi que, pela primeira vez, vi minha cunhada entrar no banheiro, deixar a toalha pendurada ao lado da banheira, abrir o box, deixar a água correr e começar a tirar a roupa.
O coração voltou a bater a mil. Ela tira primeiro o moletom, depois a calça de moletom que estava usando, depois o top, fica só de sutiã—até aí tinha chegado na noite anterior. Mas naquela manhã, ela tirou o sutiã e eu vi aqueles mamilos vermelhos e pontudos, mais lindos do que eu poderia ter imaginado, e por último o fio dental.
Enquanto assistia ao vídeo ao vivo, me masturbava, e quando ela ficou completamente pelada, não pude evitar gozar—não conseguia acreditar que estava vendo minha cunhada nua. Foi uma experiência única que se estendeu por 3 meses.
Nesses 3 meses, consegui gravá-la um monte de vezes. Nunca consegui vê-la se masturbando, mas sim completamente nua—bunda, peitos e use the word: buceta—se olhando no espelho, posando, olhando a própria bunda, tocando os peitos. Com isso, me satisfiz e ainda sobrou.
Até hoje não consigo parar de bater punheta com esses vídeos. O tesão que dá saber que aquela que estou vendo pelada é minha cunhada, não tenho como explicar o quanto isso me deixa excitado.
Algum dos leitores já passou por algo parecido, de espiar uma… familiar e ficar excitado? Eu confesso que não tenho vontade de me deitar com ela nem de ter relações sexuais, só de vê-la nua, e isso me deixa muito excitado, bom, essa é a primeira vez que confesso isso, espero ter deixado vocês de pau duro.
18 comentários - Espio a mi cuñada en la ducha (relato 100% real)
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