Tudo começou quando pedi pra minha parceira Cata que adoraria vê-la sendo penetrada por outros. Pra ela, essa opção nunca pareceu legal, talvez porque não via graça naquilo naquele momento. Já tinham se passado meses desde isso, e eu fantasiava com ela e outras pessoas, mas essa possibilidade era nula. Comprei ingressos pra um resort com várias coisas: trilha, piscina, quarto — era bem completo. Pela compra do casal, vinha um brinde de entrada. Só que o quarto era de casal, já incluso. Só te davam um inflável pra esse terceiro. Então convidei meu primo Efraim, de infância, pra quem eu contava tudo sobre minha vida. Chegamos numa sexta à tarde no lugar, arrumamos tudo com Efra no quarto, só pra dormir aquela noite. Tava rolando uma festa num salão com amigos, todo mundo bebendo. Quando saí pra fumar um cigarro com Efra, ele falou: "Mano, que vontade mortal de comer alguém". E eu: "Idem". Mas automaticamente falei: "Adoraria ver a Cata sendo penetrada". Ele: "Uff, mano, fala com ela, talvez ela tope". E eu: "Nah, já conheço ela". Continuamos bebendo, e a Cata, já meio alterada, queria ir relaxar no quarto. Falei pra ela ir na frente, que eu ia fumar um cigarro. Fui com Efra, estávamos conversando, e me veio uma ideia louca. Falei pra Efra se passar por mim e comer a Cata. Ele topou na hora, e fomos pro quarto. Entramos e tava tudo absolutamente escuro — sério, não dava pra ver nem as mãos, de tão escuro. Deitei do lado da Cata e comecei a acariciá-la, e ela bem cooperativa, se deixou. Consegui tirar o conjunto de lycra dela, fiquei na posição de missionário e, no escuro, comecei a meter, super excitado — com certeza a bebida ajudou. Depois de um tempo, virei ela de bruços, saí de cima e tentei fazer sinais pro Efra, mas não sabia nem onde ele tava. Quando toquei na mão dele, fiz gestos pra ele ir. Ouvi ele subindo nela pelo barulho do colchão e dos lençóis, e só escutava aquele som de chupeta e aquele gemido leve dela. Cata e começou o assunto. Efra meteu sem misericórdia nenhuma. Catalina gritava de prazer. Senti que meu coração ia sair pela boca de tanto êxtase. Dava pra ouvir que o Efra ficou trocando ela de posição e tudo, até que ele gozou. Abri a porta pro Efra sair, e depois entrei eu e a Cata. Não falei nada, deitei do lado dela. Meu pau tinha gozado dentro da cueca. Abracei ela e sentia a respiração dela ofegante, ela só falava que aquilo sim foi gostoso. Fiquei até dormir.
Acordei assustado, a escuridão tomava o quarto e a cama tava vazia. Passei a mão por tudo e nada de Cata. Peguei o celular, acendi a lanterna e nada, até que iluminei o inflável do Efra. Lá estava a Cata, toda pelada e cabeluda. Uff, aquele corpo gostoso, e do lado o Efra com aquele pedaço enorme. Não conseguia entender o que tinha rolado ali. Morrendo de sede, fui pro banheiro. Quando ia saindo, entra o Efra e fala: "Mano, mano. Cheguei um tempo depois e a Catalina entrou e falou que queria mais." E eu: "Mais?" "Sim", ele disse. "Ela percebeu, parece que não funcionou, e você falou sério?" "Sim, sério", ele falou. "Ela sentiu a diferença e a gente transou. Tentei evitar, mas não deu." Eu, tranquilo: "Deita, ainda faltam umas horas pro café." Deitei do lado da Cata e do Efra na cama. Senti medo pelo que podia rolar com a Cata, por ter tentado fazer aquilo sem o consentimento dela. Até que consegui dormir.
Tinha uma coisa me incomodando no sono. Quando consegui abrir os olhos de novo, a Catalina não tava do meu lado, e aquele barulho eram gemidos. Dava pra ouvir na cama. Peguei o celular e, com a luz da tela, vi como o Efra tava comendo ela. Dava pra ver os pezinhos dela de brinco de novo, e meu pau a mil. Não entendia como a Catalina tava fazendo aquilo, se era porque o Efra chamava a atenção dela. Escutei ela perguntar se faltava muito pra terminar, e ele disse que sim, aí pararam. Ela se vestiu e saiu. Chamei o Efra: "E agora, o que foi? Haha." "Primo, só sei que me acordaram com... um boquete foda. A gente deixou isso pra lá, levantou e foi pra sala tomar café. A Cata já tava lá, eu dei um beijo nela e ela me devolveu. Pelo menos me sentia relaxado por esse lado. Catalina terminou e disse que ia tomar banho. Ela levantou e falou: "Sinto como se meio mundo de espermatozoides tivesse percorrendo minha entreperna." Eu e o Efra só nos olhamos de novo. Terminei meu café, fui pro quarto e entrei no chuveiro com a Cata. Nessa hora ela falou: "Olha, a gente vai conversar e sem brincadeira." Aí senti o medo, mas beleza, ela só disse que nesse fim de semana ia me dar o gosto que sempre quis. E que eu não podia reclamar se por algum motivo ela engravidasse ou pegasse alguma dst. Ela saiu do chuveiro e eu fiquei tipo: uau. Essa vai ser a minha hora. Fica pra segunda parte o que rolou nos próximos dias.
Acordei assustado, a escuridão tomava o quarto e a cama tava vazia. Passei a mão por tudo e nada de Cata. Peguei o celular, acendi a lanterna e nada, até que iluminei o inflável do Efra. Lá estava a Cata, toda pelada e cabeluda. Uff, aquele corpo gostoso, e do lado o Efra com aquele pedaço enorme. Não conseguia entender o que tinha rolado ali. Morrendo de sede, fui pro banheiro. Quando ia saindo, entra o Efra e fala: "Mano, mano. Cheguei um tempo depois e a Catalina entrou e falou que queria mais." E eu: "Mais?" "Sim", ele disse. "Ela percebeu, parece que não funcionou, e você falou sério?" "Sim, sério", ele falou. "Ela sentiu a diferença e a gente transou. Tentei evitar, mas não deu." Eu, tranquilo: "Deita, ainda faltam umas horas pro café." Deitei do lado da Cata e do Efra na cama. Senti medo pelo que podia rolar com a Cata, por ter tentado fazer aquilo sem o consentimento dela. Até que consegui dormir.
Tinha uma coisa me incomodando no sono. Quando consegui abrir os olhos de novo, a Catalina não tava do meu lado, e aquele barulho eram gemidos. Dava pra ouvir na cama. Peguei o celular e, com a luz da tela, vi como o Efra tava comendo ela. Dava pra ver os pezinhos dela de brinco de novo, e meu pau a mil. Não entendia como a Catalina tava fazendo aquilo, se era porque o Efra chamava a atenção dela. Escutei ela perguntar se faltava muito pra terminar, e ele disse que sim, aí pararam. Ela se vestiu e saiu. Chamei o Efra: "E agora, o que foi? Haha." "Primo, só sei que me acordaram com... um boquete foda. A gente deixou isso pra lá, levantou e foi pra sala tomar café. A Cata já tava lá, eu dei um beijo nela e ela me devolveu. Pelo menos me sentia relaxado por esse lado. Catalina terminou e disse que ia tomar banho. Ela levantou e falou: "Sinto como se meio mundo de espermatozoides tivesse percorrendo minha entreperna." Eu e o Efra só nos olhamos de novo. Terminei meu café, fui pro quarto e entrei no chuveiro com a Cata. Nessa hora ela falou: "Olha, a gente vai conversar e sem brincadeira." Aí senti o medo, mas beleza, ela só disse que nesse fim de semana ia me dar o gosto que sempre quis. E que eu não podia reclamar se por algum motivo ela engravidasse ou pegasse alguma dst. Ela saiu do chuveiro e eu fiquei tipo: uau. Essa vai ser a minha hora. Fica pra segunda parte o que rolou nos próximos dias.
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