A pandemia bateu forte na sociedade, muita gente morreu, infelizmente, e as vacinas mal conseguiram fazer a diferença. Ainda tinham várias alergias e efeitos colaterais. Por isso, quando começaram a aplicar as vacinas, rolou uma incerteza, porque diziam que elas eram tão letais quanto o vírus, e os efeitos colaterais eram diferentes. Mas, quando vários indivíduos começaram a ter sintomas estranhos depois da vacina, o povo se assustou, já que esses caras apresentavam mudanças morfológicas e hormonais bem específicas.
Quais eram essas mudanças? Pois nos homens, os peitos cresciam e seus órgãos reprodutores atrofiavam e ficavam menores, fazendo com que uma abertura se formasse entre as pernas. Os médicos mais experimentais pegaram o caso, e a resposta deles foi a mudança de gênero total ou parcial, dependendo do indivíduo. Eram efeitos colaterais muito raros, que poucas pessoas tinham, mas aquele pequeno grupo que passava por isso já passava de 200 no mundo todo. Depois que eu tomei a vacina, adivinhem só? Eu fui um dos afetados, eu fui um desses 200. Tudo começou numa manhã de sábado. Naquela manhã, ao acordar como de costume, fui ao banheiro fazer minhas necessidades. No entanto, levei um susto quando meu amigão não estava lá e, ao me inclinar, percebi que do meu peito pendia um par de tetas, não muito grandes, mas possivelmente do mesmo tamanho que as da minha irmã. Comecei a tocá-las, era muito estranho, eram duas massas de pura carne e gordura, mas o que mais me aterrorizava era que eu não tinha mais meu amigo lá embaixo, e sim uma buceta de verdade e funcional. Comecei a gritar, obviamente assustado, porque não sabia o que estava acontecendo. Enquanto isso, meus pais já tinham acordado cedo, e nos noticiários tava tocando que vários indivíduos tinham mudado.
Enquanto isso, eu não sabia o que fazer no meu quarto. Meus pais, ao me ouvirem gritar, vieram correndo até mim, e quando me viram, se assustaram. Olhando as notícias, entenderam o que estava acontecendo e tentaram chamar um médico, mas a linha telefônica estava ocupada, e na rua era um caos. Entrei num estado de depressão e ansiedade, mas minha mãe e minha irmã me ajudaram a controlar minhas emoções e me deram roupas femininas para eu ficar mais confortável — e pode acreditar, era muito confortável mesmo. A calcinha que minha irmã me deu se encaixou direitinho na minha bunda e eu me senti muito bem. A calça jeans que ela me deu ficou perfeita em mim, só que era algo novo pra mim, umas calças tão apertadas, tão coladas na minha pele. Minha bunda se empinou quando coloquei a calça. Ela me deu uma blusa que deixava pouco pra imaginação, decotada nos peitos e que chegava até minha cinturinha. Enquanto isso, a gente via as notícias, e o governo decretou toque de recolher pra botar ordem e proteger o povo. A partir desse momento, as coisas mudaram. O governo deu uma nova identidade pra gente que foi afetado e deixou a gente escolher nosso nome. Quando minha família ficou sabendo, começaram a me ver com outros olhos. Minhas tias foram compreensivas comigo, mas o olhar dos meus primos pro meu corpo era mais do que evidente. Nunca imaginei que meus tios também fossem me olhar com desejo.
Dias depois, o governo me entregou meus documentos e o nome que escolhi foi Sandra. E desde aquele dia, me tornei outra pessoa pra recomeçar. Foi difícil me acostumar a ser chamada por esse nome. No decorrer das semanas, já comecei a me adaptar a esse novo corpo. Minha mãe me levou pra comprar roupas novas, fiquei meio desconfortável, porque ela me comprou uma porrada de sutiãs, além de blusas e vestidos. Meus peitos eram enormes e difíceis de esconder, mesmo usando suéter, dava pra ver minha peituda. Minha irmã é muito gostosa e popular, então as amigas dela convenceram ela a participar de um concurso de beleza pra rainha da festa da cidade. Apoiamos a decisão dela, e estávamos todos lá no dia do evento. E acredita? Ela acabou ganhando. Adorei o vestido que ela usava, porque o corpo da minha irmã é muito ardente, as curvas dela eram mais que evidentes, os quadris enormes contrastavam demais com os peitos, e o vestido justo caía muito bem, principalmente a bunda em formato de coração que se destacava. Dias depois, ela começou a sair com um cara que buscava ela num Mustang quase todo dia. E quando não apresentou, já era namorado dela. Supostamente era filho de um empresário, por isso tinha muita grana, mas o jeito de vestir e falar denunciava tudo. O mais provável é que era um sicário, porque o jeito de falar, agir e as roupas eram de um alucinado ou buchón, como a gente fala no México, e esse tipo de gente sempre tá metido em encrenca. Enfim, o tempo passou e tudo ia relativamente bem. Até que minha irmã engravidou dele e foi morar com ele, embora sempre viesse nos visitar. O que notei é que aquele homem, apesar de já ter a mulher dele, ou seja, minha irmã, me olhava com desejo. E sempre que vinha nos visitar, nunca chegava sozinho, os homens dele sempre ficavam me encarando. Pra eles, eu era um peru assado servido numa bandeja de prata. Milagrosamente, isso não passou disso, mas as coisas iam piorar. raras

Quando, um dia que meu pai chegou bêbado, eu estava fazendo um sanduíche na cozinha e só usava uma pijama daquelas que só têm um short e uma blusinha decotada. Não sei o que aconteceu naquele momento, mas acho que ele pensou que era minha mãe, porque quando chegou perto de mim me deu um tapão na bunda que deixou doendo. Eu só gemi e, quando me virei, ele percebeu quem era e pediu desculpas, ainda segurando a cerveja na mão. E nos dias seguintes foi meio estranho, ele não dirigiu uma palavra pra mim, nem me olhava, mas eu nunca falei nada.
Semanas depois, teve uma reunião de família num sítio que era do meu avô. Eu tava meio nervoso porque ia ser a primeira vez que ia interagir com a maior parte da minha família nessa forma feminina. Minha família já sabia do que tinha acontecido comigo, então foram respeitosos com a minha situação. Quem tava meio desconfortável era meu avô. A mentalidade antiquada dele não entendia o que tava rolando, nem compreendia o que tinha causado minha situação. A única coisa que ele sabia era que o neto dele agora era uma mulher. O tempo todo ele me olhava com cara feia, e eu passei o tempo todo com minhas primas e minha irmã. Era estranho, porque antes eu passava o tempo todo com meus primos. Agora eles estavam longe, jogando bola ou montando a cavalo.
Enquanto eu, agora como mulher, meu papel era só ficar com as mulherzinhas conversando besteira e, principalmente, na hora de cozinhar pra toda a família, eu, minha irmã e minhas primas éramos chamadas pela minha mãe e minhas tias pra ajudar a cortar os legumes e cozinhar, enquanto os homens ficavam sentados na mesa, conversando. Minha mãe mandou eu começar a servir umas cervejas pros meus tios que estavam na mesa, então fui até a geladeira, peguei várias e, uma por uma, fui deixando a cerveja bem gelada pra eles. Vale destacar que toda vez que eu colocava a cerveja, eu me inclinava, deixando meu decote bem à mostra rapidinho, e notei os olhares de todos os homens nas minhas tetonas enormes.
E olha, não culpo eles, elas quicam demais. Uma coisa que me deu muita curiosidade quando eu tava explorando meu corpo é que cada peito pesa quase dois quilos, e às vezes minhas costas doem de tanto carregar essas coisas o tempo todo.
Por isso, a maioria dos homens me admirava, me devorava de longe, via como eu andava, como meus quadris se mexiam, como meus peitos quicavam, e os vestidos, blusas, jeans e saias que eu usava sempre.
Naquela mesma noite, eu dormia no meu quarto só de calcinha e sutiã. Ouvi alguém entrar e não liguei, pensei que fosse minha mãe ou alguma prima, mas tava enganada. Quando percebi, alguém tapou minha boca e, quando vi, era meu Avô. Ele tava pelado e, apesar da idade, tava muito bem, malha pra caralho, então tava bem musculoso, parecia mais novo do que era. O homem me pegou à força, ficou por cima de mim e foi direto pros meus peitos, começou a chupar eles. Eu resisti, mas não consegui.
Enquanto isso, ele murmurava coisas tipo: "cê é uma puta gostosa de peitão", "delícia", "tá uma gata", "como eu amo essas tetonas enormes que você carrega o dia todo", "cê me provocou, que falta de respeito você carregar tudo isso o dia inteiro". Andando por aí mostrando tudo, uma fodida é o que você quer, né, putinha? Então, o homem tirou a pica e enfiou de uma vez, eu gritei, mas como ele tava tampando minha boca, ninguém ouviu, o filho da puta tinha tirado minha virgindade. E começou a bombar, eu não podia acreditar. Tinha uma pica enorme dentro de mim, e eu sentia cada ângulo, cada veia, cada movimento, dava até pra sentir a pele do pau dele, é difícil de descrever. Minhas entranhas saboreavam cada ângulo, enquanto ele me forçava aos poucos e eu virei uma mulher completamente à mercê dele. Ele continuou me comendo por um bom tempo, e eu adorava, meus peitões enormes balançavam.

O velho começou a me dizer que eu parecia com minha avó quando jovem, na verdade, minha buceta era idêntica e encaixava perfeitamente no pau dele, enfim, ele gozou dentro de mim, enchendo meu útero com a semente dele. E depois só ficou brincando com meus peitos, chupando e lambendo até se cansar e ir embora.
No dia seguinte, à tarde, fui com minhas primas nadar no rio. A gente se divertiu pra caralho, tomamos banho juntas, nadamos e conversamos. Todas estávamos de biquíni, eu usei um que minha irmã tinha me dado e que ficava perfeito em mim. Até que minhas primas encheram o saco e voltaram pro rancho, eu fiquei mais um tempo porque o calor tava insuportável e eu adorava nadar.
Não sei quanto tempo passou, mas fiquei um tempão até que, do nada, meu tio Antonio chegou num cavalo me mandando ir com ele pra casa porque minha mãe tava me chamando, queria minha ajuda na cozinha. Então saí do rio e a primeira coisa que vi foram os olhos do meu tio grudados nas minhas tetas. Vocês podem imaginar que quando saí do rio, meus peitos balançavam. Eu estava me secando com a toalha, mas nisso meu tio me pegou pela mão e me colocou de quatro num tronco. Ele já tinha baixado a calça e me disse: "Que rabo gostoso você tem, putinha. Sei o que você fez com o Vô ontem à noite. Eu também quero provar um pedaço desse bolo, suas putas tetonas." Nisso, ele enfiou o pau em mim, e eu gritei de dor. Mas essa dor foi passando e se transformou em prazer. De longe, dava pra ver a árvore balançando, a mesma árvore onde eu estava apoiada, de quatro. Meu cu engolia o pau dele, eu nem sabia como tinha acabado sendo comida de novo por outro homem da minha família, e o mais estranho é que eu tava gostando. Comecei a pensar que era uma puta mesmo. Depois, meu tio me virou pra chupar meus peitos.
Depois de um tempo, vesti minha roupa, e ele mandou eu subir no cavalo pra voltar pra casa. Eu fui na frente dele, meus peitos balançando conforme o cavalo avançava. Quando Chegamos, e eu tava toda acabada de ser comida. Fui ajudar minha mãe na cozinha. Enquanto isso, os homens admiravam minha beleza.
Perspectiva do Avô:
Avô — Essa puta é bem gostosa, os peitões dela balançam demais.
Tio Felipe — Eu gosto mais é da bunda dela, é uma bunda de comer pica.
Tio Antonio — Sem dúvida, uma puta, ha ha ha.
Tio Gerardo — Antonio, fala a verdade, você comeu ela, né?
Tio Antonino — Sim, mas o pai comeu primeiro. Fiz ela gemer igual uma puta, e ela adorou.
Avô — Sem dúvida, uma das melhores bucetas que já provei. Essa puta vai ser minha mulher, vou meter um filho nela, então nenhum de vocês pode encostar nela.
De longe, eles me viam, com meus peitões enormes quicando e meus quadris se contorcendo enquanto eu me mexia e andava de um lado pro outro.
Mais tarde, antes de dormir, minha mãe chegou perto de mim e disse que eu tinha que trocar de quarto, que era uma emergência. Obedeci, e como não tinha tirado nada das minhas malas, só peguei elas e fui pro quarto que ela indicou.
Mas quando entrei, já tava ocupado. Meu avô estava lá. Quando me viu, ele trancou a porta e disse pra eu colocar minhas coisas num canto. Eu tava meio confusa, mas a trepada que eu tinha levado não me deixava pensar direito. Toda vez que eu via ele, pensava na pica enorme dele.
Meu avô disse pra eu sentar com ele na beira da cama e falou que eu parecia muito com minha avó e que tinha herdado os genes dela. Eu sabia o que ele queria dizer. Então ele fez um trato com meus pais, um trato com muito dinheiro, e me explicou detalhadamente que agora eu seria mulher dele. Não escutei muito bem tudo o que ele disse, porque me perdi quando ele falou que eu seria mulher dele.
Vale lembrar que ele só tava vestindo um roupão. Depois de me explicar, ele se levantou e tirou o roupão, deixando cair no chão. Fiquei estupefata e meus olhos se arregalaram quando aquela pica enorme e ereta ficou na minha frente. Nunca tinha visto ela de frente assim, só tinha sentido. Quando ele enfiou tudo de uma vez. E sim, naquela noite ele meteu fundo, me comeu, me fez sentir sua mulher, me fez gritar, me deu prazer. E meus gritos, com certeza, minha família inteira ouviu. Na manhã seguinte, eu não acordaria mais como neta dele, mas sim como sua mulher. Cada estocada daquele pau dentro de mim era uma bomba de emoções e sensações. Cada tapa, cada beijo e cada chupão nos peitos que ele me dava me excitava ainda mais. Não sei quanto tempo durou, mas ele deixou claro que era um homem de verdade e ainda estava bem viril. Quando ele jorrou todo o leite dele dentro de mim, eu me contorci de prazer, meus olhos viraram e eu só ouvia ele rindo enquanto tirava o pau, e minha buceta escorria todo o gozo.

Um mês depois, descobri que estava grávida. Não parava de vomitar, tinha tontura e meus peitos estavam crescendo — essa última parte deixou meu macho animado. Aos quatro meses, minha mãe me acompanhou pra fazer uma ressonância, e eu vi que tinha um lindo bebê dentro de mim. Na casa do meu avô, agora meu macho me colocou no posto de mulher: a cozinha era minha, eu me dedicava a limpar, varrer e passar pano, lavar a louça e chupar a rola do meu homem. Ele tinha muito dinheiro, então não precisava me preocupar. Eu era a cara da minha avó, e isso excitava ele demais. Às vezes ele dizia que minha buceta engolia a rola dele por completo, porque era do tamanho certo — ou seja, as mesmas medidas da buceta da minha avó. Então não herdei só os peitos dela e o rosto, mas também a buceta dela. Foi por isso que naquela noite, quando ele entrou no meu quarto pra me comer, ele quis confirmar, e ali tomou a decisão de me fazer dele. Agora que eu ia torná-lo pai, ele estava tão feliz. Eu me sentia muito mulher, e dos meus peitos começou a jorrar muito leite, que meu homem adorava tomar. Nunca nos casamos, mas eu dei três filhos a ele. Agora que ele morreu, herdei as terras dele e estou casada com outro homem. O sexo com meu novo marido era bom, mas nunca vou esquecer aquela rola enorme que me fazia sentir muito mulher, aquela rola enorme que encaixava perfeitamente na minha buceta, aquela rola enorme que me fez mãe, mulher e feliz. E vocês vão ver: o homem com quem sou casada é o pai do marido da minha irmã. Quando meu marido morreu, ele se aproximou de mim e disse que era muito amigo dele desde jovens. O curioso é que, mesmo com o passar dos meses, ele sempre cuidava de mim, me visitava, me trazia flores, até trazia a despensa. Eu não sabia como agradecer, até que um dia, bêbados, acabei transando com ele. Depois descobri que ele era muito possessivo, e imediatamente virei mulher dele e me casei com ele. Meus filhos, ele mandou pra uma escola particular — um internato, na verdade. Enquanto isso, eu fiquei morando com ele, e ele sempre me comia toda vez. que podia, já que por ser traficante às vezes vinha muito estressado, mas pra isso tava a mulher dele pra fazer o love basicamente um narcotraficante me comia me fazia gritar como uma puta gostosa
Minha irmã, meu homem e eu. Um dia, ele me levou pra visitar o filho dele e minha irmã. Organizaram um churrasco, a noite inteira foi perfeita: música de banda, vaqueiros bêbados e, claro, corrida de cavalo. No final, a gente ficou só na casa da minha irmã e do marido dela, nós quatro tomando tequila. Minha irmã tinha mudado muito, os peitos dela estavam enormes, parecia uma buchona, mas mais refinada. Aquela noite acabou numa suruba ali mesmo na sala. Nossos homens comeram eu e minha irmã de quatro, na posição de cachorrinho. Do nada, meu marido começou a comer minha irmã, e o marido dela me comeu. Eu ouvia meu homem fazendo minha irmã gemer, enquanto o marido dela me fazia gemer. A gente era umas putas. Assim é minha vida. Me sinto muito mulher com um homem cheio de testosterona do meu lado.
Quais eram essas mudanças? Pois nos homens, os peitos cresciam e seus órgãos reprodutores atrofiavam e ficavam menores, fazendo com que uma abertura se formasse entre as pernas. Os médicos mais experimentais pegaram o caso, e a resposta deles foi a mudança de gênero total ou parcial, dependendo do indivíduo. Eram efeitos colaterais muito raros, que poucas pessoas tinham, mas aquele pequeno grupo que passava por isso já passava de 200 no mundo todo. Depois que eu tomei a vacina, adivinhem só? Eu fui um dos afetados, eu fui um desses 200. Tudo começou numa manhã de sábado. Naquela manhã, ao acordar como de costume, fui ao banheiro fazer minhas necessidades. No entanto, levei um susto quando meu amigão não estava lá e, ao me inclinar, percebi que do meu peito pendia um par de tetas, não muito grandes, mas possivelmente do mesmo tamanho que as da minha irmã. Comecei a tocá-las, era muito estranho, eram duas massas de pura carne e gordura, mas o que mais me aterrorizava era que eu não tinha mais meu amigo lá embaixo, e sim uma buceta de verdade e funcional. Comecei a gritar, obviamente assustado, porque não sabia o que estava acontecendo. Enquanto isso, meus pais já tinham acordado cedo, e nos noticiários tava tocando que vários indivíduos tinham mudado.
Enquanto isso, eu não sabia o que fazer no meu quarto. Meus pais, ao me ouvirem gritar, vieram correndo até mim, e quando me viram, se assustaram. Olhando as notícias, entenderam o que estava acontecendo e tentaram chamar um médico, mas a linha telefônica estava ocupada, e na rua era um caos. Entrei num estado de depressão e ansiedade, mas minha mãe e minha irmã me ajudaram a controlar minhas emoções e me deram roupas femininas para eu ficar mais confortável — e pode acreditar, era muito confortável mesmo. A calcinha que minha irmã me deu se encaixou direitinho na minha bunda e eu me senti muito bem. A calça jeans que ela me deu ficou perfeita em mim, só que era algo novo pra mim, umas calças tão apertadas, tão coladas na minha pele. Minha bunda se empinou quando coloquei a calça. Ela me deu uma blusa que deixava pouco pra imaginação, decotada nos peitos e que chegava até minha cinturinha. Enquanto isso, a gente via as notícias, e o governo decretou toque de recolher pra botar ordem e proteger o povo. A partir desse momento, as coisas mudaram. O governo deu uma nova identidade pra gente que foi afetado e deixou a gente escolher nosso nome. Quando minha família ficou sabendo, começaram a me ver com outros olhos. Minhas tias foram compreensivas comigo, mas o olhar dos meus primos pro meu corpo era mais do que evidente. Nunca imaginei que meus tios também fossem me olhar com desejo.
Dias depois, o governo me entregou meus documentos e o nome que escolhi foi Sandra. E desde aquele dia, me tornei outra pessoa pra recomeçar. Foi difícil me acostumar a ser chamada por esse nome. No decorrer das semanas, já comecei a me adaptar a esse novo corpo. Minha mãe me levou pra comprar roupas novas, fiquei meio desconfortável, porque ela me comprou uma porrada de sutiãs, além de blusas e vestidos. Meus peitos eram enormes e difíceis de esconder, mesmo usando suéter, dava pra ver minha peituda. Minha irmã é muito gostosa e popular, então as amigas dela convenceram ela a participar de um concurso de beleza pra rainha da festa da cidade. Apoiamos a decisão dela, e estávamos todos lá no dia do evento. E acredita? Ela acabou ganhando. Adorei o vestido que ela usava, porque o corpo da minha irmã é muito ardente, as curvas dela eram mais que evidentes, os quadris enormes contrastavam demais com os peitos, e o vestido justo caía muito bem, principalmente a bunda em formato de coração que se destacava. Dias depois, ela começou a sair com um cara que buscava ela num Mustang quase todo dia. E quando não apresentou, já era namorado dela. Supostamente era filho de um empresário, por isso tinha muita grana, mas o jeito de vestir e falar denunciava tudo. O mais provável é que era um sicário, porque o jeito de falar, agir e as roupas eram de um alucinado ou buchón, como a gente fala no México, e esse tipo de gente sempre tá metido em encrenca. Enfim, o tempo passou e tudo ia relativamente bem. Até que minha irmã engravidou dele e foi morar com ele, embora sempre viesse nos visitar. O que notei é que aquele homem, apesar de já ter a mulher dele, ou seja, minha irmã, me olhava com desejo. E sempre que vinha nos visitar, nunca chegava sozinho, os homens dele sempre ficavam me encarando. Pra eles, eu era um peru assado servido numa bandeja de prata. Milagrosamente, isso não passou disso, mas as coisas iam piorar. raras

Quando, um dia que meu pai chegou bêbado, eu estava fazendo um sanduíche na cozinha e só usava uma pijama daquelas que só têm um short e uma blusinha decotada. Não sei o que aconteceu naquele momento, mas acho que ele pensou que era minha mãe, porque quando chegou perto de mim me deu um tapão na bunda que deixou doendo. Eu só gemi e, quando me virei, ele percebeu quem era e pediu desculpas, ainda segurando a cerveja na mão. E nos dias seguintes foi meio estranho, ele não dirigiu uma palavra pra mim, nem me olhava, mas eu nunca falei nada.Semanas depois, teve uma reunião de família num sítio que era do meu avô. Eu tava meio nervoso porque ia ser a primeira vez que ia interagir com a maior parte da minha família nessa forma feminina. Minha família já sabia do que tinha acontecido comigo, então foram respeitosos com a minha situação. Quem tava meio desconfortável era meu avô. A mentalidade antiquada dele não entendia o que tava rolando, nem compreendia o que tinha causado minha situação. A única coisa que ele sabia era que o neto dele agora era uma mulher. O tempo todo ele me olhava com cara feia, e eu passei o tempo todo com minhas primas e minha irmã. Era estranho, porque antes eu passava o tempo todo com meus primos. Agora eles estavam longe, jogando bola ou montando a cavalo.

Enquanto eu, agora como mulher, meu papel era só ficar com as mulherzinhas conversando besteira e, principalmente, na hora de cozinhar pra toda a família, eu, minha irmã e minhas primas éramos chamadas pela minha mãe e minhas tias pra ajudar a cortar os legumes e cozinhar, enquanto os homens ficavam sentados na mesa, conversando. Minha mãe mandou eu começar a servir umas cervejas pros meus tios que estavam na mesa, então fui até a geladeira, peguei várias e, uma por uma, fui deixando a cerveja bem gelada pra eles. Vale destacar que toda vez que eu colocava a cerveja, eu me inclinava, deixando meu decote bem à mostra rapidinho, e notei os olhares de todos os homens nas minhas tetonas enormes.E olha, não culpo eles, elas quicam demais. Uma coisa que me deu muita curiosidade quando eu tava explorando meu corpo é que cada peito pesa quase dois quilos, e às vezes minhas costas doem de tanto carregar essas coisas o tempo todo.
Por isso, a maioria dos homens me admirava, me devorava de longe, via como eu andava, como meus quadris se mexiam, como meus peitos quicavam, e os vestidos, blusas, jeans e saias que eu usava sempre.
Naquela mesma noite, eu dormia no meu quarto só de calcinha e sutiã. Ouvi alguém entrar e não liguei, pensei que fosse minha mãe ou alguma prima, mas tava enganada. Quando percebi, alguém tapou minha boca e, quando vi, era meu Avô. Ele tava pelado e, apesar da idade, tava muito bem, malha pra caralho, então tava bem musculoso, parecia mais novo do que era. O homem me pegou à força, ficou por cima de mim e foi direto pros meus peitos, começou a chupar eles. Eu resisti, mas não consegui.
Enquanto isso, ele murmurava coisas tipo: "cê é uma puta gostosa de peitão", "delícia", "tá uma gata", "como eu amo essas tetonas enormes que você carrega o dia todo", "cê me provocou, que falta de respeito você carregar tudo isso o dia inteiro". Andando por aí mostrando tudo, uma fodida é o que você quer, né, putinha? Então, o homem tirou a pica e enfiou de uma vez, eu gritei, mas como ele tava tampando minha boca, ninguém ouviu, o filho da puta tinha tirado minha virgindade. E começou a bombar, eu não podia acreditar. Tinha uma pica enorme dentro de mim, e eu sentia cada ângulo, cada veia, cada movimento, dava até pra sentir a pele do pau dele, é difícil de descrever. Minhas entranhas saboreavam cada ângulo, enquanto ele me forçava aos poucos e eu virei uma mulher completamente à mercê dele. Ele continuou me comendo por um bom tempo, e eu adorava, meus peitões enormes balançavam.


O velho começou a me dizer que eu parecia com minha avó quando jovem, na verdade, minha buceta era idêntica e encaixava perfeitamente no pau dele, enfim, ele gozou dentro de mim, enchendo meu útero com a semente dele. E depois só ficou brincando com meus peitos, chupando e lambendo até se cansar e ir embora.No dia seguinte, à tarde, fui com minhas primas nadar no rio. A gente se divertiu pra caralho, tomamos banho juntas, nadamos e conversamos. Todas estávamos de biquíni, eu usei um que minha irmã tinha me dado e que ficava perfeito em mim. Até que minhas primas encheram o saco e voltaram pro rancho, eu fiquei mais um tempo porque o calor tava insuportável e eu adorava nadar.
Não sei quanto tempo passou, mas fiquei um tempão até que, do nada, meu tio Antonio chegou num cavalo me mandando ir com ele pra casa porque minha mãe tava me chamando, queria minha ajuda na cozinha. Então saí do rio e a primeira coisa que vi foram os olhos do meu tio grudados nas minhas tetas. Vocês podem imaginar que quando saí do rio, meus peitos balançavam. Eu estava me secando com a toalha, mas nisso meu tio me pegou pela mão e me colocou de quatro num tronco. Ele já tinha baixado a calça e me disse: "Que rabo gostoso você tem, putinha. Sei o que você fez com o Vô ontem à noite. Eu também quero provar um pedaço desse bolo, suas putas tetonas." Nisso, ele enfiou o pau em mim, e eu gritei de dor. Mas essa dor foi passando e se transformou em prazer. De longe, dava pra ver a árvore balançando, a mesma árvore onde eu estava apoiada, de quatro. Meu cu engolia o pau dele, eu nem sabia como tinha acabado sendo comida de novo por outro homem da minha família, e o mais estranho é que eu tava gostando. Comecei a pensar que era uma puta mesmo. Depois, meu tio me virou pra chupar meus peitos.
Depois de um tempo, vesti minha roupa, e ele mandou eu subir no cavalo pra voltar pra casa. Eu fui na frente dele, meus peitos balançando conforme o cavalo avançava. Quando Chegamos, e eu tava toda acabada de ser comida. Fui ajudar minha mãe na cozinha. Enquanto isso, os homens admiravam minha beleza.
Perspectiva do Avô:
Avô — Essa puta é bem gostosa, os peitões dela balançam demais.
Tio Felipe — Eu gosto mais é da bunda dela, é uma bunda de comer pica.
Tio Antonio — Sem dúvida, uma puta, ha ha ha.
Tio Gerardo — Antonio, fala a verdade, você comeu ela, né?
Tio Antonino — Sim, mas o pai comeu primeiro. Fiz ela gemer igual uma puta, e ela adorou.
Avô — Sem dúvida, uma das melhores bucetas que já provei. Essa puta vai ser minha mulher, vou meter um filho nela, então nenhum de vocês pode encostar nela.
De longe, eles me viam, com meus peitões enormes quicando e meus quadris se contorcendo enquanto eu me mexia e andava de um lado pro outro.
Mais tarde, antes de dormir, minha mãe chegou perto de mim e disse que eu tinha que trocar de quarto, que era uma emergência. Obedeci, e como não tinha tirado nada das minhas malas, só peguei elas e fui pro quarto que ela indicou.
Mas quando entrei, já tava ocupado. Meu avô estava lá. Quando me viu, ele trancou a porta e disse pra eu colocar minhas coisas num canto. Eu tava meio confusa, mas a trepada que eu tinha levado não me deixava pensar direito. Toda vez que eu via ele, pensava na pica enorme dele.
Meu avô disse pra eu sentar com ele na beira da cama e falou que eu parecia muito com minha avó e que tinha herdado os genes dela. Eu sabia o que ele queria dizer. Então ele fez um trato com meus pais, um trato com muito dinheiro, e me explicou detalhadamente que agora eu seria mulher dele. Não escutei muito bem tudo o que ele disse, porque me perdi quando ele falou que eu seria mulher dele.
Vale lembrar que ele só tava vestindo um roupão. Depois de me explicar, ele se levantou e tirou o roupão, deixando cair no chão. Fiquei estupefata e meus olhos se arregalaram quando aquela pica enorme e ereta ficou na minha frente. Nunca tinha visto ela de frente assim, só tinha sentido. Quando ele enfiou tudo de uma vez. E sim, naquela noite ele meteu fundo, me comeu, me fez sentir sua mulher, me fez gritar, me deu prazer. E meus gritos, com certeza, minha família inteira ouviu. Na manhã seguinte, eu não acordaria mais como neta dele, mas sim como sua mulher. Cada estocada daquele pau dentro de mim era uma bomba de emoções e sensações. Cada tapa, cada beijo e cada chupão nos peitos que ele me dava me excitava ainda mais. Não sei quanto tempo durou, mas ele deixou claro que era um homem de verdade e ainda estava bem viril. Quando ele jorrou todo o leite dele dentro de mim, eu me contorci de prazer, meus olhos viraram e eu só ouvia ele rindo enquanto tirava o pau, e minha buceta escorria todo o gozo.


Um mês depois, descobri que estava grávida. Não parava de vomitar, tinha tontura e meus peitos estavam crescendo — essa última parte deixou meu macho animado. Aos quatro meses, minha mãe me acompanhou pra fazer uma ressonância, e eu vi que tinha um lindo bebê dentro de mim. Na casa do meu avô, agora meu macho me colocou no posto de mulher: a cozinha era minha, eu me dedicava a limpar, varrer e passar pano, lavar a louça e chupar a rola do meu homem. Ele tinha muito dinheiro, então não precisava me preocupar. Eu era a cara da minha avó, e isso excitava ele demais. Às vezes ele dizia que minha buceta engolia a rola dele por completo, porque era do tamanho certo — ou seja, as mesmas medidas da buceta da minha avó. Então não herdei só os peitos dela e o rosto, mas também a buceta dela. Foi por isso que naquela noite, quando ele entrou no meu quarto pra me comer, ele quis confirmar, e ali tomou a decisão de me fazer dele. Agora que eu ia torná-lo pai, ele estava tão feliz. Eu me sentia muito mulher, e dos meus peitos começou a jorrar muito leite, que meu homem adorava tomar. Nunca nos casamos, mas eu dei três filhos a ele. Agora que ele morreu, herdei as terras dele e estou casada com outro homem. O sexo com meu novo marido era bom, mas nunca vou esquecer aquela rola enorme que me fazia sentir muito mulher, aquela rola enorme que encaixava perfeitamente na minha buceta, aquela rola enorme que me fez mãe, mulher e feliz. E vocês vão ver: o homem com quem sou casada é o pai do marido da minha irmã. Quando meu marido morreu, ele se aproximou de mim e disse que era muito amigo dele desde jovens. O curioso é que, mesmo com o passar dos meses, ele sempre cuidava de mim, me visitava, me trazia flores, até trazia a despensa. Eu não sabia como agradecer, até que um dia, bêbados, acabei transando com ele. Depois descobri que ele era muito possessivo, e imediatamente virei mulher dele e me casei com ele. Meus filhos, ele mandou pra uma escola particular — um internato, na verdade. Enquanto isso, eu fiquei morando com ele, e ele sempre me comia toda vez. que podia, já que por ser traficante às vezes vinha muito estressado, mas pra isso tava a mulher dele pra fazer o love basicamente um narcotraficante me comia me fazia gritar como uma puta gostosa
Minha irmã, meu homem e eu. Um dia, ele me levou pra visitar o filho dele e minha irmã. Organizaram um churrasco, a noite inteira foi perfeita: música de banda, vaqueiros bêbados e, claro, corrida de cavalo. No final, a gente ficou só na casa da minha irmã e do marido dela, nós quatro tomando tequila. Minha irmã tinha mudado muito, os peitos dela estavam enormes, parecia uma buchona, mas mais refinada. Aquela noite acabou numa suruba ali mesmo na sala. Nossos homens comeram eu e minha irmã de quatro, na posição de cachorrinho. Do nada, meu marido começou a comer minha irmã, e o marido dela me comeu. Eu ouvia meu homem fazendo minha irmã gemer, enquanto o marido dela me fazia gemer. A gente era umas putas. Assim é minha vida. Me sinto muito mulher com um homem cheio de testosterona do meu lado.
2 comentários - Por un virus me convertí en una mujer chichona 🍒🍑