Conheci o Migue há dois anos, quando tava fazendo um curso. Fiquei com o contato dele, mas na época só trocamos ideia, ajudei ele umas vezes com os trabalhos do curso. Naquele tempo ele tinha namorado, mas outro dia vi que ele começou a postar fotos e stories que me deram a impressão de que já não tava mais junto.
Mandei mensagem, e ele foi super gente boa. Uns dias depois, a gente se encontrou numa cafeteria e saímos pra caminhar. Acompanhei ele até a casa dele e ele me chamou pra entrar. Assim que entramos, meti um beijo nele, sem hesitar. Os lábios carnudos dele me atraíam pra caralho, e quando soltei a boca, ele disse que queria algo, mas sem pressa, e que não tinha certeza se queria tudo, tudo naquele dia. Ele tava bem nervoso, não sei se por causa da diferença de idade (ele 20 e eu 29) ou porque seria o primeiro cara que ele via desde que terminou com o ex.
Então fui perguntando devagar: — Quer que a gente continue se beijando? Ou paramos por aqui e ficamos só conversando?
Ele disse que queria mais e me levou pela mão até o quarto.
Ele sentou e eu fiquei de pé. Aí perguntei se ele queria que eu sentasse do lado dele ou que me ajoelhasse na frente dele (sim, verdade, eu desço fácil quando acho alguém bonito ou bonita). Mesmo assim, ele hesitou, então primeiro sentei do lado e comecei a beijar ele de novo, enquanto enfiava as mãos por baixo da camiseta dele.
A coisa foi esquentando aos poucos. Tive que respirar fundo umas vezes pra não acelerar, até que consegui tirar a camiseta dele e ele tirou a minha. Perguntei se ele queria deitar na cama, porque até então a gente tava sentado lado a lado na beirada.
Aí sim ele se deitou, e comecei a beijar a barriga dele. O Migue é magrinho, meio baixinho. Da barriga dele, finalmente consegui descer e descobrir o pau dele. Era exatamente como eu imaginava: meio pequeno, com bastante prepúcio e meio pontudo. Quando descobri, já tava durasso e bem molhadinho, a glande brilhando de tanto líquido pré-seminal.
Depois de descobrir, perguntei a ele... Se eu podia dar beijinhos e ele disse que sim, então comecei com uns suaves, limpando com meus lábios a glande molhada dele, enquanto batia uma punheta pra ele. Quando olhei de volta pra ele, ele estava cobrindo o rosto com as mãos.
Isso me deu mais coragem e aí sim puxei todo o prepúcio dele pra trás e enfiei inteiro na boca. Era pequeno, uns dez centímetros ou menos, então foi fácil pra mim. Usei todos os meus truques de língua na glande e de lábios no tronco dele, enquanto pressionava suavemente o furinho dele com dois dedos.
Depois de um tempo lá embaixo, subi de novo beijando ele e elogiando o corpo e o sexo dele, a suavidade. Ele descobriu o rosto e me puxou até a boca dele. Acabamos deitando um do lado do outro, enquanto nos beijávamos, e aí ele sentiu meu pau duro por baixo da minha calça. Ele enfiou a mão animado e tirou ele pra fora, começou a me tocar sem parar de me beijar. Ele beijava muito gostoso e, com a mão dele ali, eu tava ficando meio impaciente.
Pedi pra gente tirar tudo e ele aceitou com a voz entrecortada de suspiros. Depois de nus, ajoelhamos na cama um de frente pro outro, continuamos nos beijando, já não tão ternamente, mas com mais paixão, sentindo nossos membros se roçando um no outro.
Peguei o membro dele e o meu juntos numa mão e bati uma punheta pros dois ao mesmo tempo. Ele ficava dizendo o quanto gostava daquilo. Ele enfiou os dedos na minha boca e comecei a chupá-los. Ficamos assim por um bom tempo até ele gozar na minha mão, no meu pau e na barriga dele.
Perguntei se ele queria que eu limpasse, e ele disse que não, que queria descer ele. Peguei ele pelo cabelo e puxei pra baixo sem responder uma palavra. Foi muito gostoso sentir ele limpando o próprio sêmen do meu pau com a boca. E ele realmente fazia muito bem, não enfiava muito fundo, mas os lábios carnudos e a língua brincalhona dele faziam um trabalho muito bom.
Ele ficou um bom tempo até eu dizer que ia gozar. Ele me deitou, sentou nas minhas pernas, deixando as bolas dele bem perto da minha ereção, e pegou ela com as duas mãos pra bater uma punheta pra mim. Forte e rápido, e me fez gozar na buceta dela. Depois ela deitou em cima de mim, nos abraçamos e beijamos, até que os dois concordamos que era hora de eu ir pra casa.
Fiquei com vontade de mais, mas obviamente ia respeitar o tempo dela. Quem sabe na próxima.
Mandei mensagem, e ele foi super gente boa. Uns dias depois, a gente se encontrou numa cafeteria e saímos pra caminhar. Acompanhei ele até a casa dele e ele me chamou pra entrar. Assim que entramos, meti um beijo nele, sem hesitar. Os lábios carnudos dele me atraíam pra caralho, e quando soltei a boca, ele disse que queria algo, mas sem pressa, e que não tinha certeza se queria tudo, tudo naquele dia. Ele tava bem nervoso, não sei se por causa da diferença de idade (ele 20 e eu 29) ou porque seria o primeiro cara que ele via desde que terminou com o ex.
Então fui perguntando devagar: — Quer que a gente continue se beijando? Ou paramos por aqui e ficamos só conversando?
Ele disse que queria mais e me levou pela mão até o quarto.
Ele sentou e eu fiquei de pé. Aí perguntei se ele queria que eu sentasse do lado dele ou que me ajoelhasse na frente dele (sim, verdade, eu desço fácil quando acho alguém bonito ou bonita). Mesmo assim, ele hesitou, então primeiro sentei do lado e comecei a beijar ele de novo, enquanto enfiava as mãos por baixo da camiseta dele.
A coisa foi esquentando aos poucos. Tive que respirar fundo umas vezes pra não acelerar, até que consegui tirar a camiseta dele e ele tirou a minha. Perguntei se ele queria deitar na cama, porque até então a gente tava sentado lado a lado na beirada.
Aí sim ele se deitou, e comecei a beijar a barriga dele. O Migue é magrinho, meio baixinho. Da barriga dele, finalmente consegui descer e descobrir o pau dele. Era exatamente como eu imaginava: meio pequeno, com bastante prepúcio e meio pontudo. Quando descobri, já tava durasso e bem molhadinho, a glande brilhando de tanto líquido pré-seminal.
Depois de descobrir, perguntei a ele... Se eu podia dar beijinhos e ele disse que sim, então comecei com uns suaves, limpando com meus lábios a glande molhada dele, enquanto batia uma punheta pra ele. Quando olhei de volta pra ele, ele estava cobrindo o rosto com as mãos.
Isso me deu mais coragem e aí sim puxei todo o prepúcio dele pra trás e enfiei inteiro na boca. Era pequeno, uns dez centímetros ou menos, então foi fácil pra mim. Usei todos os meus truques de língua na glande e de lábios no tronco dele, enquanto pressionava suavemente o furinho dele com dois dedos.
Depois de um tempo lá embaixo, subi de novo beijando ele e elogiando o corpo e o sexo dele, a suavidade. Ele descobriu o rosto e me puxou até a boca dele. Acabamos deitando um do lado do outro, enquanto nos beijávamos, e aí ele sentiu meu pau duro por baixo da minha calça. Ele enfiou a mão animado e tirou ele pra fora, começou a me tocar sem parar de me beijar. Ele beijava muito gostoso e, com a mão dele ali, eu tava ficando meio impaciente.
Pedi pra gente tirar tudo e ele aceitou com a voz entrecortada de suspiros. Depois de nus, ajoelhamos na cama um de frente pro outro, continuamos nos beijando, já não tão ternamente, mas com mais paixão, sentindo nossos membros se roçando um no outro.
Peguei o membro dele e o meu juntos numa mão e bati uma punheta pros dois ao mesmo tempo. Ele ficava dizendo o quanto gostava daquilo. Ele enfiou os dedos na minha boca e comecei a chupá-los. Ficamos assim por um bom tempo até ele gozar na minha mão, no meu pau e na barriga dele.
Perguntei se ele queria que eu limpasse, e ele disse que não, que queria descer ele. Peguei ele pelo cabelo e puxei pra baixo sem responder uma palavra. Foi muito gostoso sentir ele limpando o próprio sêmen do meu pau com a boca. E ele realmente fazia muito bem, não enfiava muito fundo, mas os lábios carnudos e a língua brincalhona dele faziam um trabalho muito bom.
Ele ficou um bom tempo até eu dizer que ia gozar. Ele me deitou, sentou nas minhas pernas, deixando as bolas dele bem perto da minha ereção, e pegou ela com as duas mãos pra bater uma punheta pra mim. Forte e rápido, e me fez gozar na buceta dela. Depois ela deitou em cima de mim, nos abraçamos e beijamos, até que os dois concordamos que era hora de eu ir pra casa.
Fiquei com vontade de mais, mas obviamente ia respeitar o tempo dela. Quem sabe na próxima.
1 comentários - Garoto tímido