Dessa vez vou contar como me comeram no cu num puteiro.
Durante a semana, a gente combinou de sair pra balada no sábado (na época eu tinha 20 anos) e já tínhamos fechado o rolê.
Chegou o dia de sair. Ia passar na casa de uma amiga umas 7 da noite e depois em outra às 8 pra gente ir, porque tinha promoção de 3 por 2 na entrada da balada. No total, íamos umas 15 pessoas.
Já chegamos na balada e o clima tá bom, porque a gente reservou uma MESA VIP, e já dentro da balada pedimos umas cervejas e 2 garrafas de tequila pra fechar com chave de ouro.
A música tava boa (naquela época o que tava na moda era o reggaeton), e já de noite o lugar começou a encher. Conforme foi lotando, a gente já tava entornada e, numa ida ao banheiro com uma amiga, dois caras cruzaram com a gente — não eram tão bonitos, mas eram atraentes. Fomos ao banheiro e, na saída, os dois caras estavam lá, meio que nos esperando. Eles chegaram e perguntaram nossos nomes, a gente falou, e perguntaram se a gente tava sozinha ou acompanhada. A gente disse que tava num grupo, e eles tavam sozinhos. Aí chamamos eles pra se juntar a nós. E já lá, um dos caras não largou de mim de jeito nenhum, e o outro ficou com a amiga.
(AA, NAQUELA OCASIÃO EU TAVA VESTIDA COM UM VESTIDO AZUL NÃO MUITO CURTO, MAS MEIO DECOTADO, UM CACHETERO QUE EU SENTIA QUE TAVA ENTRANDO NA MINHA RABINHA, UM TÊNIS BRANCO, O CABELO MEIO PRESO)
CONTINUEI: Já mais pra madrugada, a gente foi se esquentando entre beijo e beijo; nós dois alterados pelo álcool, de repente senti uma coisa dura entre minhas nádegas e ele fala
Cara: ei, vamos transar aqui no rolê
Gatinha: cê tem camisinha?
Cara: nãoo
Gatinha: então, mete no meu cu, eu sento e você fica atrás.
Antes de sentar, tirei o cachetero e guardei na minha bolsa. Já sentada, ele levantou a parte de trás do vestido, desabotoou a calça e de repente senti uma coisa dura entrando no meu cu — pensei que era grande e não — hooo surpresa, era pequenininha — me ajeitei na cadeira, empinei a bunda e ele ficou atrás e meteu. No começo senti dor, depois veio o prazer, embora eu não achasse que ia durar muito, porque durou pouco, uns 5 minutos, e eu tipo "já acabou?" e ele fala "sim".
Levantei, ajeitei o vestido e fui até minha amiga, vi ela igualzinha eu, dando o cu, mas o cara tinha uma ferramenta boa. Fiquei olhando uns minutos até o cara gozar, e minha amiga, toda gostosa, fala "vamos pro banheiro".
Já no banheiro, falei:
Gatinha: te vi transando
Amiga: sim, amiga, e que pica que ele tinha
Gatinha: vi sim, o que me comeu nem fez cócegas
Amiga: então fala pro cara te comer
Gatinha: cê me deixaria ele me comer?
Amiga: se ele quiser, deixo
Gatinha: ok amiga, já vamos falar com ele
Voltamos pra mesa e me aproximei do outro cara e falei:
Gatinha: ei, queria que você me comesse no cu
Cara 2: me dá uns minutos pra me recuperar
Gatinha: ok, amigo
Passaram 30 minutos e ele chegou por trás e falou:
Cara 2: já tá pronta?
Gatinha: desde antes
Cara 2: então, como você quer fazer?
Gatinha: sentada na cadeira e você atrás
Cara 2: beleza, vamos pro canto
Gatinha: ok, se quiser ir me esquentando, já que não Tô de calcinha nova.
A gente já foi andando e ele metendo a mão entre a bunda e a buceta (que gostoso, mexia os dedos). Chegamos no cantinho e ele levantou meu vestido, se encaixou atrás de mim e, sem pensar, meteu tudo de uma vez. Que delícia que eu senti, sem dor, só o prazer de ter aquela pica dentro. Ficou assim uns 10 minutos e ele falou:
Cara 2: Vou gozar
Gatinha: Goza dentro
Cara 2: Toma tudo aí
Só senti uns jatos de porra enchendo tudo lá dentro, mas ele também me fez gozar gostoso, tanto que meu orgasmo foi até o chão. Ele tirou a pica toda mole e falou: "Você tem mais apertado que sua amiga".
Aí a gente continuou até quase fecharem a balada, e os caras foram embora antes da gente. Nós três amigas fomos pra casa da terceira amiga.
Já na casa dela, começamos a conversar sobre o que rolou, e a amiga só se tocou e ficou com ciúme, porque ela também queria. Uma por uma, fomos tomar banho pra limpar e, depois de um tempo, dormimos na casa dela.FOI ASSIM QUE ME PEGARAM NA BALADA
Durante a semana, a gente combinou de sair pra balada no sábado (na época eu tinha 20 anos) e já tínhamos fechado o rolê.
Chegou o dia de sair. Ia passar na casa de uma amiga umas 7 da noite e depois em outra às 8 pra gente ir, porque tinha promoção de 3 por 2 na entrada da balada. No total, íamos umas 15 pessoas.
Já chegamos na balada e o clima tá bom, porque a gente reservou uma MESA VIP, e já dentro da balada pedimos umas cervejas e 2 garrafas de tequila pra fechar com chave de ouro.
A música tava boa (naquela época o que tava na moda era o reggaeton), e já de noite o lugar começou a encher. Conforme foi lotando, a gente já tava entornada e, numa ida ao banheiro com uma amiga, dois caras cruzaram com a gente — não eram tão bonitos, mas eram atraentes. Fomos ao banheiro e, na saída, os dois caras estavam lá, meio que nos esperando. Eles chegaram e perguntaram nossos nomes, a gente falou, e perguntaram se a gente tava sozinha ou acompanhada. A gente disse que tava num grupo, e eles tavam sozinhos. Aí chamamos eles pra se juntar a nós. E já lá, um dos caras não largou de mim de jeito nenhum, e o outro ficou com a amiga.
(AA, NAQUELA OCASIÃO EU TAVA VESTIDA COM UM VESTIDO AZUL NÃO MUITO CURTO, MAS MEIO DECOTADO, UM CACHETERO QUE EU SENTIA QUE TAVA ENTRANDO NA MINHA RABINHA, UM TÊNIS BRANCO, O CABELO MEIO PRESO)
CONTINUEI: Já mais pra madrugada, a gente foi se esquentando entre beijo e beijo; nós dois alterados pelo álcool, de repente senti uma coisa dura entre minhas nádegas e ele fala
Cara: ei, vamos transar aqui no rolê
Gatinha: cê tem camisinha?
Cara: nãoo
Gatinha: então, mete no meu cu, eu sento e você fica atrás.
Antes de sentar, tirei o cachetero e guardei na minha bolsa. Já sentada, ele levantou a parte de trás do vestido, desabotoou a calça e de repente senti uma coisa dura entrando no meu cu — pensei que era grande e não — hooo surpresa, era pequenininha — me ajeitei na cadeira, empinei a bunda e ele ficou atrás e meteu. No começo senti dor, depois veio o prazer, embora eu não achasse que ia durar muito, porque durou pouco, uns 5 minutos, e eu tipo "já acabou?" e ele fala "sim".
Levantei, ajeitei o vestido e fui até minha amiga, vi ela igualzinha eu, dando o cu, mas o cara tinha uma ferramenta boa. Fiquei olhando uns minutos até o cara gozar, e minha amiga, toda gostosa, fala "vamos pro banheiro".
Já no banheiro, falei:
Gatinha: te vi transando
Amiga: sim, amiga, e que pica que ele tinha
Gatinha: vi sim, o que me comeu nem fez cócegas
Amiga: então fala pro cara te comer
Gatinha: cê me deixaria ele me comer?
Amiga: se ele quiser, deixo
Gatinha: ok amiga, já vamos falar com ele
Voltamos pra mesa e me aproximei do outro cara e falei:
Gatinha: ei, queria que você me comesse no cu
Cara 2: me dá uns minutos pra me recuperar
Gatinha: ok, amigo
Passaram 30 minutos e ele chegou por trás e falou:
Cara 2: já tá pronta?
Gatinha: desde antes
Cara 2: então, como você quer fazer?
Gatinha: sentada na cadeira e você atrás
Cara 2: beleza, vamos pro canto
Gatinha: ok, se quiser ir me esquentando, já que não Tô de calcinha nova.
A gente já foi andando e ele metendo a mão entre a bunda e a buceta (que gostoso, mexia os dedos). Chegamos no cantinho e ele levantou meu vestido, se encaixou atrás de mim e, sem pensar, meteu tudo de uma vez. Que delícia que eu senti, sem dor, só o prazer de ter aquela pica dentro. Ficou assim uns 10 minutos e ele falou:
Cara 2: Vou gozar
Gatinha: Goza dentro
Cara 2: Toma tudo aí
Só senti uns jatos de porra enchendo tudo lá dentro, mas ele também me fez gozar gostoso, tanto que meu orgasmo foi até o chão. Ele tirou a pica toda mole e falou: "Você tem mais apertado que sua amiga".
Aí a gente continuou até quase fecharem a balada, e os caras foram embora antes da gente. Nós três amigas fomos pra casa da terceira amiga.
Já na casa dela, começamos a conversar sobre o que rolou, e a amiga só se tocou e ficou com ciúme, porque ela também queria. Uma por uma, fomos tomar banho pra limpar e, depois de um tempo, dormimos na casa dela.FOI ASSIM QUE ME PEGARAM NA BALADA
1 comentários - Mi 1er anal en un antro