

Na igreja de Santa Maria da Esperança, uma jovem de 23 anos chamada Luísa se aproximava do confessionário, com o coração acelerado e um corpo que ardia de desejo. Luísa, uma mulher gostosa de cabelo castanho e lábios carnudos, estava prestes a se casar e queria se purgar antes de chegar ao altar.

Sabia que tinha um pecado pra confessar ao padre João, um homem de meia-idade com uma presença imponente e um olhar penetrante. "Boa tarde, padre", sussurrou Luísa ao entrar no confessionário, a voz tremendo um pouco. "Quero me confessar e purificar minha alma antes do meu casamento." O padre João, com uma voz profunda e serena, respondeu: "Estou aqui pra te ouvir, filha. Qual é o seu pecado?" Luísa, com as bochechas coradas, respirou fundo e começou: "Padre, fui infiel ao meu noivo, sou viciada em sexo. Amo paus, de todos os tamanhos e cores. Curto muito sexo pesado e chupar paus. É uma paixão que não consigo controlar." O padre João, cujos olhos escureceram enquanto ouvia, perguntou curioso: "Me conta mais, Luísa. Como é essa sua paixão?" Ela, excitada pela atenção do sacerdote, continuou: "Padre, adoro sentir um pau duro na minha boca, saborear ele, chupar, brincar com ele. Amo quando me penetram com força, gosto de ser comida gostoso, quando sinto que enchem minha buceta por completo. É uma sensação que não dá pra descrever." O padre João, já todo excitado e tesudo, respondeu com voz rouca: "Isso é muito grave, ainda mais pra uma jovem que vai fazer o voto do casamento. Sexo fora do casamento é um pecado grave." Luísa, com os olhos brilhando de desejo e arrependimento, perguntou: "Padre, qual é a penitência que eu devo fazer?" O padre João, com um sorriso malicioso, respondeu: "O sexo se limpa com sexo, e tem que ser com um sacerdote pra te abençoar o corpo. Eu tô disponível se você quiser, filha." Luísa, emocionada, respondeu: "Sim, padre. Quero me purificar, por favor." O padre João a guiou até o escritório dele, um quarto pequeno e iluminado. "Tira a roupa, Luísa", ordenou, a voz cheia de autoridade. Luísa, tremendo de antecipação, obedeceu, deixando a roupa cair no chão. O padre João, excitado ao ver o corpo nu dela, os peitos com mamilos rosados e a buceta depilada, começou O ritual dele. Salpicou água benta na Luísa, murmurando palavras em latim. Depois, levantou a batina, tirando um pau duro e ereto. "Chupa ele, Luísa", ordenou. A Luísa, toda excitada, se ajoelhou e começou a chupar e lamber o pau do padre, da ponta até a base, babando tudo, fazendo ele gemer.

Depois, colocou ela numa cadeira e começou a chupar os peitos dela e a buceta, fazendo ela gemer de prazer. "Ai, padre, que gostoso", sussurrou Luísa, arqueando o corpo em direção a ele. O padre João, com as mãos trêmulas, abriu as pernas de Luísa e apontou o pau pra buceta dela. "Não esquece de abençoar, padre", implorou Luísa. "Oh, pai celestial, abençoa a buceta dessa puta", murmurou o padre João enquanto metia fundo, enfiando o pau na buceta dela, comendo ela com força, batendo as cadeiras contra ela.

Depois, ele se sentou na cadeira e colocou ela de costas sobre ele. Luísa deslizou a buceta sobre a ereção dele e, em êxtase, quicou no pau dele, os peitos dela pulando, sentindo cada centímetro dele. "Sente o pau salvador", gemeu o padre João, fazendo ela gemer. Depois, colocou ela de quatro e enfiou o pau na buceta dela até o fundo, comeu ela com força, os colhões dele batendo na bunda dela, os gemidos dela enchendo o escritório.

Finalmente, sentindo que estava quase acabando, o padre João se afastou e gozou nos peitos dela, marcando-a com sua bênção branca. "Você está absolvida do pecado, Luísa", declarou o padre João, a voz cheia de satisfação. "E pode voltar para outra confissão quando quiser." "Obrigada, padre, prometo que vou me confessar mais vezes.



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