Isso aconteceu comigo por acaso.Trabalhava num depósito perto do porto e, como sempre, ao meio-dia saía pra comprar alguma coisa pra comer, porque tinha uma hora pra isso. Ia num mercadinho que ficava a umas quadras de lá, era atendido por uma mulher de uns 40 anos acompanhada por um homem de mais de 60 (no começo achei que era o pai). Comprava sanduíches ou algum frios, sei lá, besteiras pra enganar o estômago. A gente se cumprimentava e eu só comprava aquilo, nunca imaginei que o que ia acontecer mudaria tanto o rumo da minha vida...
Um dia, voltando pro depósito, vejo esse casal discutindo numa praça perto do trampo e o homem numa atitude de ataque contra a mulher. Eu só olhava enquanto passava, até que ele me encarou e esculachou: "Qual é, seu otário, tá olhando o quê? Nunca viu um marido discutindo com a mulher?" Aquilo que ele disse foi o estopim pra eu me aproximar do casal. Antes de chegar até eles, ela interveio, me pediu desculpas, disse que não era nada, se eu podia seguir meu caminho. Perguntei se ela tinha certeza e ela confirmou, enquanto o cara tinha virado as costas, resmungando e falando baixo. Ao ouvir aquilo, não tive escolha a não ser ir embora, mas fiquei de olho pra ver se acontecia mais alguma coisa.
Pra ser sincero, a atitude daquela vaca me encheu o saco, por isso fiquei um tempão sem ir no mercadinho. Foi aí que um dia, na parada de ônibus esperando, ela apareceu e pediu pra conversar.
Ela: "Oi, tudo bem? Tem uns minutos pra conversar? Sei lá, tomar um café?"
Eu: "Olha, tô indo pra casa, podemos falar outro dia?"
Ela: "Sim, mas onde você está?"
Eu: "Trabalho no depósito Gran... ali na avenida perto do rio."
Ela: "Ah! Conheço."
E entrei no ônibus, indo pra casa. Na viagem de volta, fiquei pensando em milhares de razões, mas nenhuma que essa mulher pudesse vir me apresentar. Os dias passaram e eu continuei sem ir no mercadinho. Certo... Hoje me chamaram na entrada do depósito avisando que uma mulher estava me procurando. Quando vi, era ela.
Eu: — Oi, o que você faz por aqui?
Ela: — Posso entrar ou vou te comprometer?
Eu: — Não, pode entrar, tranquilo.
Ela entrou e aí a gente começou a conversar. Ela me contou da vida dela e disse que o nome dela era Sônia, que estava com o homem que eu vi há mais de 20 anos, que ela tinha 38 e ele 65, que tinha uma filha de 21 que já estava amigada e tinha um netinho de 4. Olhei pra ela e falei que ela tinha 17 quando engravidou, e ela disse que começou a namorar com 15. Eu falei que me chamava Fábio e comentei que tinha três filhos, que era casado há mais de 10 anos e que trabalhava naquele lugar há 4. Vou descrever essa mulher: 1,60m, cabelo preto, 100-80-100, acho? Quando a gente já estava no meu escritório, veio uma pergunta que depois disso nada seria igual.
Sônia: — Posso te fazer uma pergunta, mas quero que seja sincero comigo?
Eu: — Pode perguntar sem medo...
Sônia: — Se ele tivesse tentado me machucar, você teria se metido?
Eu: — Pode esquecer! Eu teria enchido ele de porrada por sua causa...
Sônia: — Foi o que pensei, sabia? Desde aquele momento, não parei de pensar em você e em tudo que poderia rolar entre a gente...
Eu: — Olha, Sônia, acho que você...
Ela não me deixou terminar e me beijou na boca, meteu a língua desesperadamente. Eu não pensei em nada, só segui o ritmo e enfiei minha língua até o fundo. Daí pra frente foi só mão pra cá, mão pra lá. Ela estava com uma legging bem apertada no rabo, que jeito de amassar aquela bunda. Ela começou a passar a mão na minha pica, que subiu na hora. Ela abaixou meu zíper, tirou ela da prisão, se ajoelhou e enfiou na boca. Começou a chupar minha pica que nem uma louca, e eu, com a tesão que me deu, ainda mais vendo a cara de puta que ela fazia chupando e engolindo tudo inteiro, incluindo as bolas. Não aguentei dois minutos e descarreguei todo meu leite na boca dela. Ela não deixou escapar uma gota, me olhou, abriu a boca e mostrou todo o leite na língua. boca dela e engoliu... ufff isso explodiu minha cabeça, levantei ela da posição que tava, fiz ela se apoiar na escrivaninha, abri as pernas dela, fiquei atrás, me ajoelhei e fui descendo aquela leggings devagar, via aquele rabo redondo, pomposo e lindo aparecendo... mmmmmm que rabo lindo (pensava comigo) sem esperar ela falar nada, meti a língua sem parar naquele asterisco de carne, enquanto com a mão fazia massagem no clitóris pra deixar ela bem quente e deu certo... em minutos ela tava pedindo cock aos gritos e eu fiz isso, já que tava duro de novo. Assim que tava bem molhada, encaixei meu cock na pussy dela e penetrei devagar (pra ela sentir meu cock centímetro por centímetro)
Ela:.- Mmmmmmmmmmm...!!! que yummy cock papy!!! adoro quando entra devagarinho...-.
Eu:.- Que pussy tão yummy você tem Sweetie!!!!-.
Ela:.- Agora Fabio, faz eu gozar como a slut que sou!!!-.
Eu:.- Que yummy slut você acabou sendo Sonia!!!-.
E aí começamos a nos mover os dois como possessos
Ela:.- SIM, sim, sim, sim!! assim Fabio, assim...-.
Eu:.- Mmmmmm como adoro como você se mexe ufff assim não vou aguentar muito!!!-.
Ela:.- Que yummy cock você tem, lindo, me enche toda!!!-.
Eu:.- Ai Sweetie, você tá molhando toda minha cock.... assim, assim, assim se mexe Sweetie!!-.
Ela:.- Sim, sim, sim, sim, parte minha pussy...... adoro!!!-.
Eu:.-Uy Sweetie não aguento mais, não aguento mais, não aguento maaaaaaaaaaaaisssssssss!!!!!-.
Ela:.- Mmmmmmmmmm Sweetie você tá me enchendo toda .... que gostosoooooooooo!!!!-.
Que transa que a gente deu ufff!!! minhas pernas tremiam, tirei e me joguei na cadeira morto, ela nem lerda nem preguiçosa se virou e grudou na cock como se fosse mamadeira, claro, limpou tudo quando terminou, se levantou, vestiu calcinha e leggings me dizendo.- Lindo!!! vou embora com toda a cum dentro..... adoro!!-. me deu um beijinho na boca e foi embora, combinamos de nos ver de novo e que não me perde, que ela continue indo no armazém............
Continua...
Um dia, voltando pro depósito, vejo esse casal discutindo numa praça perto do trampo e o homem numa atitude de ataque contra a mulher. Eu só olhava enquanto passava, até que ele me encarou e esculachou: "Qual é, seu otário, tá olhando o quê? Nunca viu um marido discutindo com a mulher?" Aquilo que ele disse foi o estopim pra eu me aproximar do casal. Antes de chegar até eles, ela interveio, me pediu desculpas, disse que não era nada, se eu podia seguir meu caminho. Perguntei se ela tinha certeza e ela confirmou, enquanto o cara tinha virado as costas, resmungando e falando baixo. Ao ouvir aquilo, não tive escolha a não ser ir embora, mas fiquei de olho pra ver se acontecia mais alguma coisa.
Pra ser sincero, a atitude daquela vaca me encheu o saco, por isso fiquei um tempão sem ir no mercadinho. Foi aí que um dia, na parada de ônibus esperando, ela apareceu e pediu pra conversar.
Ela: "Oi, tudo bem? Tem uns minutos pra conversar? Sei lá, tomar um café?"
Eu: "Olha, tô indo pra casa, podemos falar outro dia?"
Ela: "Sim, mas onde você está?"
Eu: "Trabalho no depósito Gran... ali na avenida perto do rio."
Ela: "Ah! Conheço."
E entrei no ônibus, indo pra casa. Na viagem de volta, fiquei pensando em milhares de razões, mas nenhuma que essa mulher pudesse vir me apresentar. Os dias passaram e eu continuei sem ir no mercadinho. Certo... Hoje me chamaram na entrada do depósito avisando que uma mulher estava me procurando. Quando vi, era ela.
Eu: — Oi, o que você faz por aqui?
Ela: — Posso entrar ou vou te comprometer?
Eu: — Não, pode entrar, tranquilo.
Ela entrou e aí a gente começou a conversar. Ela me contou da vida dela e disse que o nome dela era Sônia, que estava com o homem que eu vi há mais de 20 anos, que ela tinha 38 e ele 65, que tinha uma filha de 21 que já estava amigada e tinha um netinho de 4. Olhei pra ela e falei que ela tinha 17 quando engravidou, e ela disse que começou a namorar com 15. Eu falei que me chamava Fábio e comentei que tinha três filhos, que era casado há mais de 10 anos e que trabalhava naquele lugar há 4. Vou descrever essa mulher: 1,60m, cabelo preto, 100-80-100, acho? Quando a gente já estava no meu escritório, veio uma pergunta que depois disso nada seria igual.
Sônia: — Posso te fazer uma pergunta, mas quero que seja sincero comigo?
Eu: — Pode perguntar sem medo...
Sônia: — Se ele tivesse tentado me machucar, você teria se metido?
Eu: — Pode esquecer! Eu teria enchido ele de porrada por sua causa...
Sônia: — Foi o que pensei, sabia? Desde aquele momento, não parei de pensar em você e em tudo que poderia rolar entre a gente...
Eu: — Olha, Sônia, acho que você...
Ela não me deixou terminar e me beijou na boca, meteu a língua desesperadamente. Eu não pensei em nada, só segui o ritmo e enfiei minha língua até o fundo. Daí pra frente foi só mão pra cá, mão pra lá. Ela estava com uma legging bem apertada no rabo, que jeito de amassar aquela bunda. Ela começou a passar a mão na minha pica, que subiu na hora. Ela abaixou meu zíper, tirou ela da prisão, se ajoelhou e enfiou na boca. Começou a chupar minha pica que nem uma louca, e eu, com a tesão que me deu, ainda mais vendo a cara de puta que ela fazia chupando e engolindo tudo inteiro, incluindo as bolas. Não aguentei dois minutos e descarreguei todo meu leite na boca dela. Ela não deixou escapar uma gota, me olhou, abriu a boca e mostrou todo o leite na língua. boca dela e engoliu... ufff isso explodiu minha cabeça, levantei ela da posição que tava, fiz ela se apoiar na escrivaninha, abri as pernas dela, fiquei atrás, me ajoelhei e fui descendo aquela leggings devagar, via aquele rabo redondo, pomposo e lindo aparecendo... mmmmmm que rabo lindo (pensava comigo) sem esperar ela falar nada, meti a língua sem parar naquele asterisco de carne, enquanto com a mão fazia massagem no clitóris pra deixar ela bem quente e deu certo... em minutos ela tava pedindo cock aos gritos e eu fiz isso, já que tava duro de novo. Assim que tava bem molhada, encaixei meu cock na pussy dela e penetrei devagar (pra ela sentir meu cock centímetro por centímetro)
Ela:.- Mmmmmmmmmmm...!!! que yummy cock papy!!! adoro quando entra devagarinho...-.
Eu:.- Que pussy tão yummy você tem Sweetie!!!!-.
Ela:.- Agora Fabio, faz eu gozar como a slut que sou!!!-.
Eu:.- Que yummy slut você acabou sendo Sonia!!!-.
E aí começamos a nos mover os dois como possessos
Ela:.- SIM, sim, sim, sim!! assim Fabio, assim...-.
Eu:.- Mmmmmm como adoro como você se mexe ufff assim não vou aguentar muito!!!-.
Ela:.- Que yummy cock você tem, lindo, me enche toda!!!-.
Eu:.- Ai Sweetie, você tá molhando toda minha cock.... assim, assim, assim se mexe Sweetie!!-.
Ela:.- Sim, sim, sim, sim, parte minha pussy...... adoro!!!-.
Eu:.-Uy Sweetie não aguento mais, não aguento mais, não aguento maaaaaaaaaaaaisssssssss!!!!!-.
Ela:.- Mmmmmmmmmm Sweetie você tá me enchendo toda .... que gostosoooooooooo!!!!-.
Que transa que a gente deu ufff!!! minhas pernas tremiam, tirei e me joguei na cadeira morto, ela nem lerda nem preguiçosa se virou e grudou na cock como se fosse mamadeira, claro, limpou tudo quando terminou, se levantou, vestiu calcinha e leggings me dizendo.- Lindo!!! vou embora com toda a cum dentro..... adoro!!-. me deu um beijinho na boca e foi embora, combinamos de nos ver de novo e que não me perde, que ela continue indo no armazém............
Continua...
4 comentários - Sou um babaca!!!