A chuva batia no telhado quando ela chegou. Chamava-se Julieta, tinha 22 anos e um corpo que parecia esculpido à mão: curvas generosas, cintura de vespa, pele dourada, lábios carnudos e um olhar que não pedia permissão. Era a sobrinha de Laura, a esposa de Ernesto, e vinha passar algumas semanas enquanto encontrava onde morar na cidade. Desde o primeiro momento, Ernesto sentiu o golpe do desejo como uma martelada no peito. Julieta usava um jeans rasgado que parecia pintado no corpo, uma regata curta que deixava ver parte dos seios sem sutiã e um cheiro de shampoo doce que o perseguia pela casa toda. — Obrigada por me receber — disse com um sorriso. — Prometo não dar trabalho… a menos que vocês queiram trabalho — e piscou o olho para Ernesto.
Naquela primeira noite, Ernesto não dormiu. Imaginou-a de mil maneiras. De toalha. Na sua cama. Nua. Em cima dele. A esposa dormia ao lado, mas ele não pensava em ninguém além da sobrinha gostosa.
Os dias passaram e Julieta se mostrava cada vez mais desinibida. Cruzava a casa de calcinha e top, se agachava na frente dele para pegar coisas, deixando à vista suas nádegas redondas, e sem pudor algum dizia:
— Te incomoda como me visto? É que em casa estou acostumada a andar solta…
Uma tarde de calor sufocante, Ernesto voltou cedo do trabalho. Laura não estava. E Julieta saÃa do banho envolta apenas numa toalha pequena, molhada, com gotas escorrendo entre seus seios firmes.
— Opa… não sabia que você estava em casa — disse com um sorriso malicioso.
— Cheguei agora — respondeu ele, com o olhar fixo nas suas coxas úmidas.
— Então… — aproximou-se — por que não me ajuda a me secar?
Sem esperar resposta, pegou sua mão e a guiou até seu quadril. A toalha caiu no chão como uma folha. Ela estava completamente nua. Sua pele ardia, sua buceta depilada, brilhante, e os cabelos da nuca úmidos pelo vapor do banho.
— Há dias percebo como você me olha, Ernesto… não me diga que não pensou nisso — sussurrou, pegando sua Mano, levando ela entre as pernas. Ele se rendeu. Não havia mais espaço para culpa. Beijou-a com desespero, ergueu-a com força e apoiou-a contra a parede quente do corredor. Julieta envolveu-o com as pernas e começou a esfregar-se contra seu pau duro por cima da calça.
—Tira isso, quero senti-lo já —gemeu, mordendo-lhe o pescoço—. Quero ver se minha tia escolheu bem.
Ernesto baixou o zÃper, libertando seu pau latejante. Julieta agarrou-o com as duas mãos e o devorou, ajoelhando-se sem pausa, como se precisasse dele para respirar. Lambeu-o por inteiro, cuspiu na ponta, envolveu-o com os lábios e o chupou com a ânsia de uma vadia treinada. Depois se levantou, virou-se e apoiou as mãos contra a parede.
—Me pega assim, como um animal —disse—. Como se eu fosse só sua…
Ele enfiou o pau na sua buceta de uma estocada só, afundando até o fundo, fazendo-a gemer alto. As investidas foram selvagens, molhadas, sem pausa. Julieta gozava uma e outra vez, enquanto ele agarrava seu cabelo, seus peitos, batendo em suas nádegas. Mudaram de posição: ele a colocou sobre a mesa da sala, a pegou de quatro, encheu seu rosto de chupadas e a fez gritar como nunca antes.
Quando acabou, ela ofegava como uma loba satisfeita. —Me conta a verdade, tio… —sussurrou com um sorriso safado— quem chupa melhor, eu ou minha tia?
Ernesto apenas sorriu, exausto, enquanto ela arrumava o cabelo e voltava pro quarto como se nada tivesse acontecido.
O domingo amanheceu lento, quente, pegajoso. Ernesto sentou-se à mesa, com o café na mão e os olhos ainda pesados de culpa... e desejo. Laura preparava o café da manhã de costas, alheia ao que acontecia logo atrás dela. Julieta apareceu na cozinha com um shortinho cinza, tão apertado que parecia pintado, e uma regata sem sutiã. Espreguiçou-se na frente dele, fingindo bocejar. O umbigo à mostra. Os peitos balançando levemente sob o tecido fino. Seu sorriso travesso, como uma bomba silenciosa. Laura, de costas, não a via. Julieta apoiou-se no batente da porta e abaixou lentamente o short, como se estivesse ajustando a roupa. Mas fez devagar, bem devagar, até que suas nádegas ficaram completamente à mostra. Sem calcinha. Ernesto quase deixou a xÃcara cair.— Ai, o short entrou — disse ela, mordendo o lábio e balançando a bunda na frente dele. — Dá pra acreditar?
Ernesto não respondeu. O olhar fixo naquelas duas nádegas firmes, redondas, perfeitas, brancas e provocantes como um pecado prestes a explodir.
— Tudo bem, amor? — perguntou Laura, sem se virar.
— Sim… sim… só estava olhando… o açúcar — balbuciou ele, engolindo em seco.
Julieta saiu da sala de jantar com uma risadinha baixa. Antes de subir as escadas, virou-se e mandou um beijo com os dedos. Ele já estava suando, excitado, lutando para manter o controle.
Mais tarde, enquanto Laura se arrumava para ir à igreja, Ernesto tomou sua decisão. Fingiu dor de barriga, cara de doente e um suspiro longo de homem derrotado.
— Amor, melhor você ir. Eu fico na cama. Deve ser algo que comi ontem à noite…
— Quer que eu fique?
— Não, não… vou dormir um pouco.
Mal Laura fechou a porta, Ernesto levantou de um salto. Caminhou até o corredor e lá estava Julieta, sentada no sofá com as pernas cruzadas.
— Já foi a santinha? — perguntou ela, divertida.
— Sim… — disse ele, olhando-a com fome.
— Então vem… que hoje eu quero te confessar meus pecados. Se despindo na frente dele.
Ernesto não aguentou mais. Se lançou sobre ela com uma força brutal. Beijou-a como se precisasse dela para respirar, e ela respondeu com uma paixão selvagem. Arrancou-lhe a roupa com desespero, tirou tudo e ajoelhou-se diante dele, devorando seu pau com a boca quente e úmida. —Mmm… isso é o que eu mereço todo domingo —disse, chupando com intensidade—. Não sermões, não orações… só isso.
Depois o fez deitar. Subiu por cima dele como uma deusa pagã. Enfiou-o na sua buceta e cavalgou devagar, fundo, girando o quadril, apertando os seios contra o peito dele, ofegando no ouvido:
—Diz que sou melhor que sua esposa. Diz.
—Você… é uma deusa maldita —ele gemeu.
—E sabe o quê? Eu quero mais. Quero que você me dê tudo.
Ela o fez levantar, inclinou-se sobre o sofá, abriu a bunda com as mãos e sussurrou:
—Agora me pega por trás… como um homem de verdade.
Ele obedeceu. Penetrou-a pelo cu, com força, fazendo-a gemer como uma puta no cio. Julieta agarrava-se ao sofá enquanto ele a fodia sem piedade, até que os dois chegaram ao clÃmax com gritos abafados, com medo de serem ouvidos.
Depois do clÃmax, Julieta se deitou sobre ele e disse, rindo:—Tá vendo o que você tava perdendo todo domingo?
O vapor saÃa do banheiro como uma promessa úmida. Ernesto passou pelo corredor e ouviu o som da água batendo no azulejo, os gemidos suaves, o chuveiro correndo... e soube que era ela: Julieta, a que tinha se enfiado entre as pernas e na cabeça dele.
Lá embaixo, Laura cozinhava. O cheiro do ensopado enchia a casa. Música gospel tocava de fundo.
Ernesto não pensou duas vezes.
Empurrou suavemente a porta do banheiro. O vapor embaçou sua visão. Julieta estava de costas, sob a água quente, com o cabelo encharcado escorrendo pelas costas. Tinha o corpo molhado, brilhante, a pele arrepiada pelo contraste do calor. Passava as mãos pelos peitos, ensaboando-os com lentidão, de olhos fechados.
Ele fechou a porta atrás de si. Sem palavras.
Ela se virou, surpresa, mas não assustada.
—Se perdeu, Tio? —sussurrou, mordendo o lábio.
Ernesto já estava pelado. Tinha o pau duro, latejando, apontando pra ela. A necessidade o consumia.
—Não dava mais pra esperar, preciso enfiar meu pau em você —disse ele, entrando debaixo da água.
Beijou-a contra a parede, com fúria. Suas lÃnguas se misturaram com o gosto do sabão. Suas mãos a percorreram toda, desde os peitos, até a buceta, enquanto ela o acariciava por baixo, pedindo sem falar.
—E se minha tia subir? —perguntou Julieta com a voz ofegante.
—Então é melhor você gemer baixinho —disse ele, levantando-a num movimento só.
Apoiou-a contra a cerâmica fria e a penetrou com força na buceta. Ela enroscou as pernas na sua cintura e mordeu seu ombro pra não gritar. Cada enfiada era molhada, brutal, arriscada. A água escorria por seus corpos como óleo quente.
—Era isso que você queria, sua putinha safada? —dizia ele no ouvido dela— Me deixar louco? Me fazer te esmagar contra a parede?
—Sim… sim, isso que eu quero, tio. Me usa… Faz de mim sua.
Eles se viraram. Ela apoiou as mãos na parede, arqueando as costas. Ele a pegou por trás, apertando seus quadris, dominando-a enquanto o vapor os envolvia como uma nuvem de pecado. Depois, ele se ajoelhou, a fez girar e começou a lamber sua buceta com fome. Julieta se apoiou com uma mão no registro e a outra na cabeça dele, gemendo baixinho, tremendo de prazer. —Meu Deus, tio… não para, não para… —suplicava.
Ele a penetrou de novo, desta vez pelo cu. Julieta abriu mais as nádegas e o recebeu como uma experiente, ofegante, encharcada de água e desejo. Quando ele estava prestes a explodir, ela se ajoelhou na frente dele, pegou o pau com as duas mãos e o chupou com força, engolindo cada gota.
Depois, ficaram alguns segundos abraçados sob a água.
—Você percebe que isso não vai parar? —disse ela, beijando seu peito.
—Não quero que pare —respondeu ele, acariciando seu cabelo.
Da cozinha, a voz de Laura chamou:
—Amor! Você está no banheiro?
Ernesto cerrou os dentes, se secou rápido e saiu pela porta. Julieta ficou no chuveiro, sorrindo, sabendo que já o tinha na palma da mão.
A mala estava junto à porta. Julieta a fechou com suavidade e parou um segundo para olhar a casa. Aquela casa que a acolheu durante semanas e que agora ela ia deixar para trás, mas não sem deixar uma marca… e não só nos lençóis.
Laura se aproximou, a abraçou com sinceridade.
—Obrigada por vir, sobrinha. Esta sempre será sua casa.
—Obrigada a você, tia, por me receber. Você me fez sentir em famÃlia.
Ernesto, a alguns metros, fingia ler o jornal. Não dizia nada, mas o corpo tenso o traÃa. Julieta se aproximou dele, sorriu com malÃcia.
—E você, tio… obrigada por me tratar tão bem. Você foi um excelente… anfitrião.
Laura saiu pouco depois para fazer algumas compras para o jantar de despedida. Queria cozinhar algo especial. Nunca imaginou que o verdadeiro prato principal seria servido em sua ausência.
Passaram-se alguns minutos.
Ernesto estava em seu quarto, olhando pela janela, distraÃdo. A porta se abriu sem aviso. Julieta entrou devagar, descalça, com uma blusa leve e sem sutiã. Apoiou-se no batente e o encarou.
—Esperava que eu fosse embora sem me despedir de verdade?
Ernesto não disse nada. Mas seu corpo sim.
Ela se aproximou, fechou a porta e sentou na cama, cruzando as pernas com lentidão deliberada. Depois inclinou-se sobre ele, beijando seu pescoço, descendo até seu peito. Ele a segurou pela cintura, com força contida.
—Espero que tenha curtido minha companhia —sussurrou no ouvido dele—. Porque eu curti cada noite, cada manhã, cada banho, cada momento... cada canto desta casa.
Levantou-se, desabotoou a blusa e a deixou cair.
—Vou embora, tio. Mas quero que você tenha algo para se lembrar de mim.
Sentou-se sobre ele, sem calcinha, pegando seu pau com uma mão, guiando-o para dentro de sua buceta. Cavalgou-o devagar, com gemidos baixos, com paixão silenciosa. Cada movimento era uma carÃcia, uma despedida sensual, um encerramento ardente.
— Gostou do meu presente de despedida, tio? — perguntou, enquanto se movia mais rápido e ele chupava seus peitos —. Você vai sonhar com isso todas as noites...Ele a abraçou forte, enterrando o rosto em seu pescoço, ofegante. Quando chegaram ao clÃmax, se agarraram como se o mundo fosse desmoronar.
Julieta se levantou, se vestiu com calma, e se aproximou da porta. Antes de sair, se virou:
— Prometo visitar vocês de vez em quando… mas da próxima vez, quero que fiquemos sozinhos.
Piscou para ele e foi embora.
Ernesto se deixou cair na cama, suado, em silêncio.
Ela iria embora. Mas o fogo que ela deixou nunca se apagaria.

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