Fala galera, vou voltar a postar porque aconteceram várias coisas comigo e eu gosto de desabafar assim e ouvir a opinião de vocês.. Desde sempre fomos muito próximos eu e minha sobrinha, vou chamar ela de "Agustina" só por precaução, sempre fui tipo um segundo pai pra ela e sempre cuidei dela como tal. Nos últimos anos a gente se afastou um pouco, mas agora o carinho tá voltando aos poucos. Faz uns meses que ela fez 18 anos e desde uns 2 anos ela tá muito carinhosa comigo, me abraça, me dava beijo na bochecha, às vezes dava uns selinhos, ou sentava no meu colo igual quando era pequena. Ela tá desenvolvendo um corpão, tem uns peitos bonitos e uma bunda muito gostosa, mesmo eu tentando não olhar, a vontade fala mais alto. Quase sempre ela usa calça apertada que marca bem as pernas e a bunda dela. No dia do aniversário dela, comemorando com a família, ela não largava de mim, me abraçava igual antes mas agora eu sentia os peitos dela, ou me dava vários beijos na bochecha, alguns perto do canto da boca. Eu tinha chegado do trampo, então fiquei sentado quase o dia todo, ela me viu ali e sentou no meu colo igual antes. A mãe dela (minha irmã) falava pra ela me deixar em paz porque eu tava cansado, mas ela não tava nem aí.
Irmã: larga o teu tio, ele tá cansado, Agustina
Agustina: tô te incomodando, tio?
Eu: não, coração, de jeito nenhum
Agustina: viu, cala a boca e deixa eu ficar com meu tio
A gente tava todo mundo animado naquele dia pela maioridade da menina da família, depois de várias cervejas eu já tava meio alegre e ela continuava sentada em cima de mim e se mexia muito porque o irmão dela vinha encher o saco, até que ela acabou sentada em cima do meu pau e enquanto isso a situação já tava me excitando, além de eu conseguir ver os peitos dela por trás enquanto ela se mexia, e isso fez eu começar a ficar duro. Tentei fazer ela descer com uma desculpa.
Eu: Agus, o tio tá com dor nas pernas, quer dar uma descansada?
Agustina: não tio, tô confortável aqui, além disso não tem mais cadeira e faz tempo que não te vejo
E me deu um beijo na bochecha e outro no meio da boca, até que ela se sentou ainda mais pra trás, fazendo eu sentir a bunda dela em cima da minha pika quase dura e mostrando mais os peitos e o sutiã dela. Tudo foi rolando assim até que minha pika ficou bem dura, e eu tinha certeza de que ela sentia, porque eu sentia minha pika se enterrando na bunda dela ainda mais, já que ela não parava de se mexer e pular em cima de mim. O irmão dela voltou a perturbar ela, e ela se mexia pra frente e pra trás sem levantar a bunda de cima do meu pau, e eu podia sentir como meu pau roçava a bunda dela, só a lycra da legging preta dela e minha calça impediam a gente de ir mais longe. Esse movimento fazia meu pau roçar sem parar na bunda dela e até roçar um pouco na buceta dela, parecia que ela tava gostando porque não parava de se mexer enquanto brincava com o irmão. Eu olhava a bunda dela da minha posição, e com tantos movimentos a legging descia um pouco, deixando ver uma calcinha fio dental branca com bolinhas amarelas. Já super excitado com a situação, peguei na borda daquela calcinha e estiquei um pouco, ela nem ligou, continuou na brincadeira. Até me serviu outro copo de cerveja, o que fez ela levantar um pouco e sentar de novo, e tenho certeza de que ela sentiu meu pau se enterrando na bunda dela, porque eu senti. Até mexi um pouco meu pau e podia sentir como roçava a bunda dela ainda mais. Olhei pra baixo e estiquei de novo o elástico daquela calcinha fio dental, mas agora enfiando um pouco mais o dedo pra ver a reação dela, e senti um pouco do começo da racha da bunda dela. Ela só ria.
Eu: "Tá aparecendo tudo, gata."
Agustina: "Ai, tio, cê tá me fazendo cócegas, hahaha."
Eu: "Mas tá aparecendo a calcinha, gata."
Agustina: "Não importa, se eu tô em cima de você, ninguém vai ver nada, e eu tô muito confortável assim, haja."
Ela disse me olhando com uma carinha de putinha, sorriu e me deu outro beijinho no meio da boca, se mexendo um pouco pra frente e depois pra trás, roçando mais a bunda dela no meu pau. Eu não podia acreditar que tudo aquilo tava acontecendo com a minha sobrinha, e que... Minha sobrinha fosse tão putinha, estiquei de novo o elástico da calcinha dela e enfiei o dedo até tocar a racha da bunda dela, mas dessa vez deu pra ver a racha da bunda dela e isso fez meu pau dar um pulinho, e com certeza ela também sentiu isso. Nisso, a família já tava meio bêbada e dançando, eu já sentia a cabeça do meu pau molhada. Peguei ela pela cintura pedindo pra ela levantar um pouco porque meu pau tava doendo.
Eu: Levanta um segundo, amor, que minha perna tá doendo.
Agustina: Pronto, já passou um segundo.
Ela falou sentando de novo, mas dessa vez sentou na minha mão enquanto eu tentava ajeitar meu pau um pouco, e pude sentir a buceta dela um pouco, e me pareceu que também tava meio molhada. Ela levantou um pouco e eu tirei a mão, e ela olhou pra minhas pernas e dava pra ver meu pau marcado na minha calça, e ela sentou de novo, podendo ver mais um pouco daquela calcinha fio-dental.
Ficamos assim por mais um tempo, até que eu levantei pra ir ao banheiro falando que já voltava, aproveitei pra ajeitar um pouco meu pau e quando saí do banheiro ela tava me esperando na porta e me fala:
Agustina: Oi, eu também quero ir.
Eu: Beleza, amor, vai.
Agustina: Você vai deixar eu sentar no seu colo de novo? São muito confortáveis, eu gosto.
Eu: Tá bom, mas não fica se mexendo tanto.
Agustina: Sim, tio, te amo.
Ela falou me abraçando, me dando um beijão na boca e eu senti que ela quis enfiar a língua na minha boca. Eu falei pra ela parar e ir ao banheiro. Quando ela virou, dei um tapinha na bunda dela. Meu pau já tava endurecendo de novo, então sentei de novo, dessa vez mais perto da mesa. Quando ela voltou, demorou um pouco, me serviu mais cerveja e sentou de novo em cima de mim. Quando olhei pra cintura dela, só via a racha da bunda dela. Enfiei um dedo pra brincar com a calcinha fio-dental e não tinha nada, ela tinha tirado a tanga e dava pra ver a racha da bunda dela. Ela virou, me olhou e falou:
Agustina: Te amo, tio.
Eu: Eu também, amor.
Agustina: Eu sei, tio, dá pra perceber.
Ela pegou minha mão e ficou acariciando. Devagar, vou levando ela até minha perna, guiando lentamente em direção à buceta dela. Por sorte, a mesa tava tampando e ninguém viu nada. Senti a buceta dela por cima da legging e uns pelinhos, e isso fez o meu pau ficar durasso... Continua? Foi meio longo, tô há um tempão sem escrever assim, mas se quiserem a segunda parte e uma fotinha, escrevam nos comentários e dão muitos pontinhos 👍
Irmã: larga o teu tio, ele tá cansado, Agustina
Agustina: tô te incomodando, tio?
Eu: não, coração, de jeito nenhum
Agustina: viu, cala a boca e deixa eu ficar com meu tio
A gente tava todo mundo animado naquele dia pela maioridade da menina da família, depois de várias cervejas eu já tava meio alegre e ela continuava sentada em cima de mim e se mexia muito porque o irmão dela vinha encher o saco, até que ela acabou sentada em cima do meu pau e enquanto isso a situação já tava me excitando, além de eu conseguir ver os peitos dela por trás enquanto ela se mexia, e isso fez eu começar a ficar duro. Tentei fazer ela descer com uma desculpa.
Eu: Agus, o tio tá com dor nas pernas, quer dar uma descansada?
Agustina: não tio, tô confortável aqui, além disso não tem mais cadeira e faz tempo que não te vejo
E me deu um beijo na bochecha e outro no meio da boca, até que ela se sentou ainda mais pra trás, fazendo eu sentir a bunda dela em cima da minha pika quase dura e mostrando mais os peitos e o sutiã dela. Tudo foi rolando assim até que minha pika ficou bem dura, e eu tinha certeza de que ela sentia, porque eu sentia minha pika se enterrando na bunda dela ainda mais, já que ela não parava de se mexer e pular em cima de mim. O irmão dela voltou a perturbar ela, e ela se mexia pra frente e pra trás sem levantar a bunda de cima do meu pau, e eu podia sentir como meu pau roçava a bunda dela, só a lycra da legging preta dela e minha calça impediam a gente de ir mais longe. Esse movimento fazia meu pau roçar sem parar na bunda dela e até roçar um pouco na buceta dela, parecia que ela tava gostando porque não parava de se mexer enquanto brincava com o irmão. Eu olhava a bunda dela da minha posição, e com tantos movimentos a legging descia um pouco, deixando ver uma calcinha fio dental branca com bolinhas amarelas. Já super excitado com a situação, peguei na borda daquela calcinha e estiquei um pouco, ela nem ligou, continuou na brincadeira. Até me serviu outro copo de cerveja, o que fez ela levantar um pouco e sentar de novo, e tenho certeza de que ela sentiu meu pau se enterrando na bunda dela, porque eu senti. Até mexi um pouco meu pau e podia sentir como roçava a bunda dela ainda mais. Olhei pra baixo e estiquei de novo o elástico daquela calcinha fio dental, mas agora enfiando um pouco mais o dedo pra ver a reação dela, e senti um pouco do começo da racha da bunda dela. Ela só ria.
Eu: "Tá aparecendo tudo, gata."
Agustina: "Ai, tio, cê tá me fazendo cócegas, hahaha."
Eu: "Mas tá aparecendo a calcinha, gata."
Agustina: "Não importa, se eu tô em cima de você, ninguém vai ver nada, e eu tô muito confortável assim, haja."
Ela disse me olhando com uma carinha de putinha, sorriu e me deu outro beijinho no meio da boca, se mexendo um pouco pra frente e depois pra trás, roçando mais a bunda dela no meu pau. Eu não podia acreditar que tudo aquilo tava acontecendo com a minha sobrinha, e que... Minha sobrinha fosse tão putinha, estiquei de novo o elástico da calcinha dela e enfiei o dedo até tocar a racha da bunda dela, mas dessa vez deu pra ver a racha da bunda dela e isso fez meu pau dar um pulinho, e com certeza ela também sentiu isso. Nisso, a família já tava meio bêbada e dançando, eu já sentia a cabeça do meu pau molhada. Peguei ela pela cintura pedindo pra ela levantar um pouco porque meu pau tava doendo.
Eu: Levanta um segundo, amor, que minha perna tá doendo.
Agustina: Pronto, já passou um segundo.
Ela falou sentando de novo, mas dessa vez sentou na minha mão enquanto eu tentava ajeitar meu pau um pouco, e pude sentir a buceta dela um pouco, e me pareceu que também tava meio molhada. Ela levantou um pouco e eu tirei a mão, e ela olhou pra minhas pernas e dava pra ver meu pau marcado na minha calça, e ela sentou de novo, podendo ver mais um pouco daquela calcinha fio-dental.
Ficamos assim por mais um tempo, até que eu levantei pra ir ao banheiro falando que já voltava, aproveitei pra ajeitar um pouco meu pau e quando saí do banheiro ela tava me esperando na porta e me fala:
Agustina: Oi, eu também quero ir.
Eu: Beleza, amor, vai.
Agustina: Você vai deixar eu sentar no seu colo de novo? São muito confortáveis, eu gosto.
Eu: Tá bom, mas não fica se mexendo tanto.
Agustina: Sim, tio, te amo.
Ela falou me abraçando, me dando um beijão na boca e eu senti que ela quis enfiar a língua na minha boca. Eu falei pra ela parar e ir ao banheiro. Quando ela virou, dei um tapinha na bunda dela. Meu pau já tava endurecendo de novo, então sentei de novo, dessa vez mais perto da mesa. Quando ela voltou, demorou um pouco, me serviu mais cerveja e sentou de novo em cima de mim. Quando olhei pra cintura dela, só via a racha da bunda dela. Enfiei um dedo pra brincar com a calcinha fio-dental e não tinha nada, ela tinha tirado a tanga e dava pra ver a racha da bunda dela. Ela virou, me olhou e falou:
Agustina: Te amo, tio.
Eu: Eu também, amor.
Agustina: Eu sei, tio, dá pra perceber.
Ela pegou minha mão e ficou acariciando. Devagar, vou levando ela até minha perna, guiando lentamente em direção à buceta dela. Por sorte, a mesa tava tampando e ninguém viu nada. Senti a buceta dela por cima da legging e uns pelinhos, e isso fez o meu pau ficar durasso... Continua? Foi meio longo, tô há um tempão sem escrever assim, mas se quiserem a segunda parte e uma fotinha, escrevam nos comentários e dão muitos pontinhos 👍
8 comentários - Minha sobrinha sem controle
Vamos con la 2da parte tioooo!! Van 10 xq no deja 100..