Martín, com o coração batendo de ansiedade, preparava tudo para o grande dia. Tinha escolhido um motel discreto nos arredores da cidade, que tivesse um armário ou um lugar para se esconder para o seu plano, um lugar onde pudessem ter toda a privacidade que precisavam. O quarto estava decorado com velas e luzes baixas, jacuzzi, cama e sofá, criando um clima íntimo e sensual. Martín garantiu que tudo estivesse perfeito, desde as toalhas macias até a música de fundo que ele tinha selecionado com cuidado.
Depois de reservar o quarto, Martín liga para Carlos e também combina com a Bety.
-Carlos, salve! E aí, esmartín, como cê tá?!-.
Fala, Martín, salve irmão. Muito obrigado, e você, como é que tá? Alguma novidade sobre aquele assunto?
—É isso aí, maninho. Já achei o lugar que encaixa direitinho no que tô pensando.
Pra esse momento, Carlos já tinha sido avisado do local, data e horário do presente que o Martín tinha preparado pra esposa dele, a Bety.
Por outro lado, o Martín foi falar com a Bety. Como era dia de semana e a Bety tava no trampo, ele mandou uma mensagem:
- Oi, meu amor, como cê tá? Como tá indo teu dia?
- Oi, gordo, tudo bem e você? Como é que tão as coisas? -.
- Pois é, meu amor, tô te escrevendo porque quero que você organize sua agenda, pois quero te dar um presente -.
Bety já sabendo do lugar e do horário para se encontrar com seu presente inesperado. Passam uns dias e chega o grande momento. Martín desce do quarto pra receber o Carlos, eles se cumprimentam numa boa, com aquele clima de cúmplices e amigos. Quando entram no quarto, o Carlos solta:- Beleza beleza Martín, que lugar maneiro que você conseguiu, tá incrível -.
-Obrigado, Carlos, foi o que mais se encaixou no que eu tava procurando. Fica à vontade, estica sua maca e nada, só esperar a Bety chegar. Saiba que eu não vou receber a Bety, porque pedi pra recepção dar uma chave do quarto pra ela, assim ela chega sozinha enquanto eu, claro, vou estar aqui escondido.
- Já, já, já, tá bem, Martín, acho uma ideia excelente -.
Passados uns 30 minutos e perto da hora que o Martín tinha dito pra Bety chegar, ele fala pro Carlos:—Bom, Carlos, já deve faltar bem pouco pra Bety chegar. Eu vou me esconder. Espero que você curta a minha esposa e faça ela gozar como nunca.
Bety, alheia aos planos do marido, chegou ao motel com uma mistura de curiosidade e tesão. Passou pela recepção do hotel e disse que o marido dela estava esperando por ela, pediram o nome dela e entregaram uma chave magnética do quarto.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo..Bety, ao ver o massagista, sentiu um frio na barriga de antecipação. Carlos, com sua presença imponente e sorriso confiante, recebeu ela com um abraço quente.
- Relaxa, Bety. Hoje é só pra você -.Carlos sussurrou no ouvido dela enquanto a guiava para o centro do quarto, onde tinha arrumado uma maca de massagem. Surpresa com a situação, Bety pergunta pra ele:
Ei, não era pra meu marido estar aqui? Kkkkkk
— Pois ele me disse pra te falar que eu era seu presente de aniversário. Me apresento, sou Carlos, massagista, e vim te oferecer um momento de relaxamento e prazer através de massagens eróticas e tântricas.
- Ah, caramba kkkkkk tá bom, que boa a parada -.Bety falou. Carlos ofereceu que ela fosse ao banheiro se trocar, pediu que vestisse um roupão de seda que ele tinha trazido e que voltasse. Quando voltou, Bety diz pra ele:
Pô, mas tô morrendo de vergonha de você me ver de lingerie, ainda mais que coloquei a mais gostosa pro meu marido me ver, mas hahaha quem apareceu foi você!
- Bom, mas não se preocupa, já tamo aqui e, além disso, sou muito profissional -.
Bety, meio nervosa, se deitou, sentindo a maciez dos lençóis contra a pele. Carlos começou com uma massagem suave nos ombros, descendo devagar, relaxando cada músculo tenso.
Martín, escondido no armário, observava cada movimento, cada reação de Bety. A respiração dele acelerava enquanto via Carlos trabalhar com habilidade, as mãos fortes e macias ao mesmo tempo, explorando cada curva do corpo de Bety. A tensão no quarto era palpável, e Martín sentia a própria excitação crescer a cada carícia.
- Respira fundo, Bety. Sente cada toque, se deixa levar -.
- Mmm, sim, é tão gostoso... - exclamou a Bety.
- Teu corpo tá tão relaxado, tão receptivo. Cê gostaria que eu explorasse um pouco mais? -.
- Sim, por favor. Quero sentir mais -.
Carlos, com uma voz grave e tranquilizadora, continuou:— Vou massagear suas coxas agora, Bety. Se deixa levar pelas sensações —.
- Ahh, sim, assim. É tão gostoso -.
— Sua pele é tão macia, tão sensível. Cê gosta assim? —
- Sim, adoro. Não para, por favor -.
Martín, do seu esconderijo, via Bety se entregando à massagem, os olhos fechados, o corpo relaxado. A visão de Carlos tocando a esposa dele, explorando cada cantinho do corpo dela, enchia ele de uma mistura de desejo e curiosidade. Ele queria ver mais, sentir mais, e a imaginação dele fervilhava com as possibilidades.
- Agora, Bety, vou massagear sua lombar. Relaxa e sente cada movimento -.
- Mmm, sim, é incrível. Não acredito como tô me sentindo bem.
- Teu corpo tá respondendo tão bem. Quer que eu explore um pouco mais pra baixo? -
- Sim, por favor. Quero sentir mais de você -.
Martín, observando, se sentia como se estivesse num sonho erótico, cada toque, cada suspiro, amplificando a própria excitação. A mente dele se enchia de imagens do que Carlos estava fazendo, desejando poder tocar a Bety ele mesmo, sentir a pele quente e macia dela.— Bety, você está tão relaxada, tão aberta. Vamos explorar um pouco mais, que tal?
- Sim, por favor. É tão gostosa -.
- Perfeito. Agora, vou massagear suas coxas internas. Relaxa e sente cada movimento -.
- Ahh, sim, assim. É tão gostoso -.
— Sua pele é tão macia, tão sensível. Cê gosta assim? —
- Sim, adoro. Não para, por favor -.
Carlos, percebendo a crescente excitação de Bety, mudou o ritmo, seus movimentos ficaram mais intensos, mais íntimos. As mãos dele deslizavam pelas costas dela, pelos quadris, pelas coxas, provocando arrepios de prazer em Bety. Martín, observando, se sentia como se estivesse num sonho erótico, cada toque, cada suspiro, amplificando a própria excitação dele.
- Bety, você está tão molhada, tão pronta. Vamos explorar um pouco mais, que tal?
- Sim, por favor. Quero sentir mais de você -.Bety respondeu com uma voz já trêmula e sensual, era muito nítido o prazer que ela estava sentindo. Talvez junto com o toque de umas mãos alheias e acompanhado de um pensamento um tanto pervertido, foram a combinação para que tudo estivesse saindo como Martín tinha imaginado, mas que Bety jamais teria pensado que o próprio marido teria proporcionado todo esse momento. Carlos, com movimentos experientes, começou a penetrar a Bety com os dedos, sentindo como o corpo dela respondia com gemidos de prazer. Bety, perdida no êxtase, arqueava as costas, pedindo mais.
- Ahh!, sim, assim. Mais fundo, por favor. Ahhh!, que gostoso! -.
- Assim, Bety. Sente como eu te preencho todinha. Ahhh!, você é tão apertada -.
- Sim, sim, assim. Não para, por favor. Aaahhh! -
- Você é tão gostosa, Bety. É incrível -.
Carlos, percebendo que Bety tava pronta pra mais, resolveu levar as coisas pro próximo nível. Desabotoou a calça, liberando a ereção dura e cheia de veias.
— Bety, quero que você sinta algo mais. Quer experimentar comigo?
Bety, com os olhos brilhando de desejo, assentiu e se levantou, se aproximando de Carlos. Pegou o pau dele na mão, sentindo o calor e a dureza. Com um sorriso safado, começou a acariciar, movendo a mão pra cima e pra baixo.
- Mmm!, é tão bom. Ahhh!, você tá tão duro! -.
- Sim, assim. Agora quero que você prove com sua boca. Ahhh!, sim, assim -.
Bety, sem hesitar, se inclinou e colocou o pau de Carlos na boca, deslizando a língua em volta da cabeça sensível. Carlos gemeu de prazer, com as mãos enroscadas no cabelo de Bety, guiando ela no ritmo.
- Assim, Bety. Você é incrível, que gostoso você chupa. Ahhh!, isso, assim -.
Bety, com movimentos experientes, continuou chupando e lambendo, sentindo Carlos se contrair a cada carícia. Finalmente, Carlos, incapaz de se segurar mais, levantou ela e deitou na maca, posicionando-se entre as pernas dela. Lambeu por uns 5 minutos cada cachorro que saía da Bety, cada lábio superior e inferior da buceta dela, um clitóris duro pra caralho de tanta excitação.
— Agora, Bety, vou te penetrar. Tá pronta? —
- Sim, por favor. Me enfia essa pica dentro de mim -.
Carlos, com um movimento lento e controlado, entrou em Bety, sentindo o corpo dela o envolver. Começou a se mover, suas estocadas cada vez mais rápidas e profundas, levando Bety à beira do êxtase.
- Ahh!, sim, sim, assim. Não para, por favor. Aahhh!, que gostoso -.
- Se deixa levar, Bety. Sente cada onda de prazer -.
- Ahh!, sim, sim, eu vou gozar.
Tô gozando tanto. Ahhh! -.
- Assim, assim, deixa rolar. É tão gostoso. Ahhh!, isso, Bety -.
Naquele momento, Martín, sem conseguir se segurar mais, saiu do armário. Bety, ao vê-lo, ficou paralisada de espanto, os olhos bem abertos, uma mistura de vergonha e tesão cruzando o rosto dela. Carlos, percebendo a reação de Bety, parou, olhando para Martín com um sorriso compreensivo. - Desculpa, meu amor. Não queria interromper. Só queria ter certeza de que você estava curtindo -. Bety, ainda surpresa, concordou lentamente, com as bochechas coradas.— Sim, eu... eu tô gostando. É que... não esperava te ver.
Martín se aproximou dela, os olhos cheios de ternura e desejo.Shh, não se preocupa. Tô aqui pra você. Quero que você aproveite ao máximo. Quer que eu me junte a vocês? —
Bety, com uma mistura de timidez e tesão, balançou a cabeça.- Sim, por favor. Quero que você esteja aqui comigo -.
Martín, sem hesitar, se despiro rapidinho e se juntou a eles na maca, ficando de pé ao lado deles. Bety, com um sorriso safado, começou a apalpar o Martín, as mãos explorando o corpo dele, acariciando o peito, os braços e procurando tocar a pica pequena do marido dela.
Senti tanto sua falta, seu gordinho.
Martín, excitado com as carícias da Bety, beijou ela apaixonadamente, as mãos dele explorando o corpo dela. Bety, com movimentos suaves, começou a acariciar a pica do Martín, sentindo a dureza e o calor dela.
- Mmm, é tão bom. Ahhh, você tá tão duro, gordinho -.
- Sim, meu amor. Adoro como você me toca. Ahhh!, sim -.
Martín levanta a Bety e leva ela pro sofá que tinha no quarto, sentando ele e ela montando em cima, se comendo de beijos com língua. Carlos, excitado com a visão, se posicionou atrás da Bety, acariciando as costas dela e as cadeiras. Bety, sentindo as mãos dele, se inclinou levemente pra frente, dando acesso ao corpo dela. Deixando a bunda dela empinada e bem aberta pro massagista dela.
— Bety, quero te penetrar também. Cê topa sentir nós dois?
- Sim, por favor. Quero sentir os dois. Ahhh!, sim -.
Carlos, com um movimento lento e controlado, entrou na Bety por trás, sentindo o corpo dela o envolver. Começaram a se mover em uníssono, as estocadas sincronizadas, levando Bety à beira do êxtase.
- Ahh, sim, sim, assim. Não parem, por favor. Aahhh!, que gostoso! -.
- Se solta, Bety. Sente cada onda de prazer. Ahhh!, isso, assim -.
- Assim, Bety. Você é incrível. Ahhh!, isso -.
Bety, com um grito abafado, atingiu o clímax, seu corpo se contorcendo de êxtase. Martín e Carlos, sentindo o prazer dela, aceleraram o ritmo, suas estocadas mais rápidas e urgentes, buscando o próprio gozo.
- Ahhh, sim, assim. Tô gozando tanto. Ahhh! -.
- Te amo, meu amor. Você é incrível -.
- Sim, Bety. Sente cada gota. Ahhh, sim -.
Finalmente, Martín e Carlos chegaram ao clímax, enchendo a Bety com a semente deles, os corpos tremendo de prazer intenso. A Bety, com um grito abafado, gozou também, o corpo dela se contorcendo de êxtase.
- Ahhh, sim, assim. Tô gozando tanto. Ahhh! -.
Quando tudo terminou, foram pra cama, os três ficaram abraçados, os corpos entrelaçados, curtindo o calor e a intimidade do momento. Bety, ainda se recuperando do prazer intenso, se deitou nos braços de Martín e Carlos, o corpo relaxado e satisfeito.
Nunca tinha sentido algo assim. Valeu, gordão, por esse presente tão especial.
- O prazer foi nosso, meu amor. Ver você aproveitar assim, saber que conseguimos te dar algo tão especial, não tem preço -.
— Foi uma honra pra mim. E obrigado a você, Martín, por confiar em mim e me deixar fazer parte disso.
Bety, com um sorriso sonhador, fechou os olhos, deixando o sono envolvê-la, sabendo que estava nos braços dos caras que fizeram ela viver a primeira dupla penetração, que tinha compartilhado com eles uma experiência inesquecível. E enquanto escorregava no sono, um sorriso ficava nos lábios dela, um lembrete da noite perfeita que tinham vivido juntos.



Depois de reservar o quarto, Martín liga para Carlos e também combina com a Bety.
-Carlos, salve! E aí, esmartín, como cê tá?!-.
Fala, Martín, salve irmão. Muito obrigado, e você, como é que tá? Alguma novidade sobre aquele assunto?
—É isso aí, maninho. Já achei o lugar que encaixa direitinho no que tô pensando.
Pra esse momento, Carlos já tinha sido avisado do local, data e horário do presente que o Martín tinha preparado pra esposa dele, a Bety.
Por outro lado, o Martín foi falar com a Bety. Como era dia de semana e a Bety tava no trampo, ele mandou uma mensagem:
- Oi, meu amor, como cê tá? Como tá indo teu dia?
- Oi, gordo, tudo bem e você? Como é que tão as coisas? -.
- Pois é, meu amor, tô te escrevendo porque quero que você organize sua agenda, pois quero te dar um presente -.
Bety já sabendo do lugar e do horário para se encontrar com seu presente inesperado. Passam uns dias e chega o grande momento. Martín desce do quarto pra receber o Carlos, eles se cumprimentam numa boa, com aquele clima de cúmplices e amigos. Quando entram no quarto, o Carlos solta:- Beleza beleza Martín, que lugar maneiro que você conseguiu, tá incrível -.
-Obrigado, Carlos, foi o que mais se encaixou no que eu tava procurando. Fica à vontade, estica sua maca e nada, só esperar a Bety chegar. Saiba que eu não vou receber a Bety, porque pedi pra recepção dar uma chave do quarto pra ela, assim ela chega sozinha enquanto eu, claro, vou estar aqui escondido.
- Já, já, já, tá bem, Martín, acho uma ideia excelente -.
Passados uns 30 minutos e perto da hora que o Martín tinha dito pra Bety chegar, ele fala pro Carlos:—Bom, Carlos, já deve faltar bem pouco pra Bety chegar. Eu vou me esconder. Espero que você curta a minha esposa e faça ela gozar como nunca.
Bety, alheia aos planos do marido, chegou ao motel com uma mistura de curiosidade e tesão. Passou pela recepção do hotel e disse que o marido dela estava esperando por ela, pediram o nome dela e entregaram uma chave magnética do quarto.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo..Bety, ao ver o massagista, sentiu um frio na barriga de antecipação. Carlos, com sua presença imponente e sorriso confiante, recebeu ela com um abraço quente.
- Relaxa, Bety. Hoje é só pra você -.Carlos sussurrou no ouvido dela enquanto a guiava para o centro do quarto, onde tinha arrumado uma maca de massagem. Surpresa com a situação, Bety pergunta pra ele:
Ei, não era pra meu marido estar aqui? Kkkkkk
— Pois ele me disse pra te falar que eu era seu presente de aniversário. Me apresento, sou Carlos, massagista, e vim te oferecer um momento de relaxamento e prazer através de massagens eróticas e tântricas.
- Ah, caramba kkkkkk tá bom, que boa a parada -.Bety falou. Carlos ofereceu que ela fosse ao banheiro se trocar, pediu que vestisse um roupão de seda que ele tinha trazido e que voltasse. Quando voltou, Bety diz pra ele:
Pô, mas tô morrendo de vergonha de você me ver de lingerie, ainda mais que coloquei a mais gostosa pro meu marido me ver, mas hahaha quem apareceu foi você!
- Bom, mas não se preocupa, já tamo aqui e, além disso, sou muito profissional -.
Bety, meio nervosa, se deitou, sentindo a maciez dos lençóis contra a pele. Carlos começou com uma massagem suave nos ombros, descendo devagar, relaxando cada músculo tenso.
Martín, escondido no armário, observava cada movimento, cada reação de Bety. A respiração dele acelerava enquanto via Carlos trabalhar com habilidade, as mãos fortes e macias ao mesmo tempo, explorando cada curva do corpo de Bety. A tensão no quarto era palpável, e Martín sentia a própria excitação crescer a cada carícia.
- Respira fundo, Bety. Sente cada toque, se deixa levar -.
- Mmm, sim, é tão gostoso... - exclamou a Bety.
- Teu corpo tá tão relaxado, tão receptivo. Cê gostaria que eu explorasse um pouco mais? -.
- Sim, por favor. Quero sentir mais -.
Carlos, com uma voz grave e tranquilizadora, continuou:— Vou massagear suas coxas agora, Bety. Se deixa levar pelas sensações —.
- Ahh, sim, assim. É tão gostoso -.
— Sua pele é tão macia, tão sensível. Cê gosta assim? —
- Sim, adoro. Não para, por favor -.
Martín, do seu esconderijo, via Bety se entregando à massagem, os olhos fechados, o corpo relaxado. A visão de Carlos tocando a esposa dele, explorando cada cantinho do corpo dela, enchia ele de uma mistura de desejo e curiosidade. Ele queria ver mais, sentir mais, e a imaginação dele fervilhava com as possibilidades.
- Agora, Bety, vou massagear sua lombar. Relaxa e sente cada movimento -.
- Mmm, sim, é incrível. Não acredito como tô me sentindo bem.
- Teu corpo tá respondendo tão bem. Quer que eu explore um pouco mais pra baixo? -
- Sim, por favor. Quero sentir mais de você -.
Martín, observando, se sentia como se estivesse num sonho erótico, cada toque, cada suspiro, amplificando a própria excitação. A mente dele se enchia de imagens do que Carlos estava fazendo, desejando poder tocar a Bety ele mesmo, sentir a pele quente e macia dela.— Bety, você está tão relaxada, tão aberta. Vamos explorar um pouco mais, que tal?
- Sim, por favor. É tão gostosa -.
- Perfeito. Agora, vou massagear suas coxas internas. Relaxa e sente cada movimento -.
- Ahh, sim, assim. É tão gostoso -.
— Sua pele é tão macia, tão sensível. Cê gosta assim? —
- Sim, adoro. Não para, por favor -.
Carlos, percebendo a crescente excitação de Bety, mudou o ritmo, seus movimentos ficaram mais intensos, mais íntimos. As mãos dele deslizavam pelas costas dela, pelos quadris, pelas coxas, provocando arrepios de prazer em Bety. Martín, observando, se sentia como se estivesse num sonho erótico, cada toque, cada suspiro, amplificando a própria excitação dele.
- Bety, você está tão molhada, tão pronta. Vamos explorar um pouco mais, que tal?
- Sim, por favor. Quero sentir mais de você -.Bety respondeu com uma voz já trêmula e sensual, era muito nítido o prazer que ela estava sentindo. Talvez junto com o toque de umas mãos alheias e acompanhado de um pensamento um tanto pervertido, foram a combinação para que tudo estivesse saindo como Martín tinha imaginado, mas que Bety jamais teria pensado que o próprio marido teria proporcionado todo esse momento. Carlos, com movimentos experientes, começou a penetrar a Bety com os dedos, sentindo como o corpo dela respondia com gemidos de prazer. Bety, perdida no êxtase, arqueava as costas, pedindo mais.
- Ahh!, sim, assim. Mais fundo, por favor. Ahhh!, que gostoso! -.
- Assim, Bety. Sente como eu te preencho todinha. Ahhh!, você é tão apertada -.
- Sim, sim, assim. Não para, por favor. Aaahhh! -
- Você é tão gostosa, Bety. É incrível -.
Carlos, percebendo que Bety tava pronta pra mais, resolveu levar as coisas pro próximo nível. Desabotoou a calça, liberando a ereção dura e cheia de veias.
— Bety, quero que você sinta algo mais. Quer experimentar comigo?
Bety, com os olhos brilhando de desejo, assentiu e se levantou, se aproximando de Carlos. Pegou o pau dele na mão, sentindo o calor e a dureza. Com um sorriso safado, começou a acariciar, movendo a mão pra cima e pra baixo.
- Mmm!, é tão bom. Ahhh!, você tá tão duro! -.
- Sim, assim. Agora quero que você prove com sua boca. Ahhh!, sim, assim -.
Bety, sem hesitar, se inclinou e colocou o pau de Carlos na boca, deslizando a língua em volta da cabeça sensível. Carlos gemeu de prazer, com as mãos enroscadas no cabelo de Bety, guiando ela no ritmo.
- Assim, Bety. Você é incrível, que gostoso você chupa. Ahhh!, isso, assim -.
Bety, com movimentos experientes, continuou chupando e lambendo, sentindo Carlos se contrair a cada carícia. Finalmente, Carlos, incapaz de se segurar mais, levantou ela e deitou na maca, posicionando-se entre as pernas dela. Lambeu por uns 5 minutos cada cachorro que saía da Bety, cada lábio superior e inferior da buceta dela, um clitóris duro pra caralho de tanta excitação.
— Agora, Bety, vou te penetrar. Tá pronta? —
- Sim, por favor. Me enfia essa pica dentro de mim -.
Carlos, com um movimento lento e controlado, entrou em Bety, sentindo o corpo dela o envolver. Começou a se mover, suas estocadas cada vez mais rápidas e profundas, levando Bety à beira do êxtase.
- Ahh!, sim, sim, assim. Não para, por favor. Aahhh!, que gostoso -.
- Se deixa levar, Bety. Sente cada onda de prazer -.
- Ahh!, sim, sim, eu vou gozar.
Tô gozando tanto. Ahhh! -.
- Assim, assim, deixa rolar. É tão gostoso. Ahhh!, isso, Bety -.
Naquele momento, Martín, sem conseguir se segurar mais, saiu do armário. Bety, ao vê-lo, ficou paralisada de espanto, os olhos bem abertos, uma mistura de vergonha e tesão cruzando o rosto dela. Carlos, percebendo a reação de Bety, parou, olhando para Martín com um sorriso compreensivo. - Desculpa, meu amor. Não queria interromper. Só queria ter certeza de que você estava curtindo -. Bety, ainda surpresa, concordou lentamente, com as bochechas coradas.— Sim, eu... eu tô gostando. É que... não esperava te ver.
Martín se aproximou dela, os olhos cheios de ternura e desejo.Shh, não se preocupa. Tô aqui pra você. Quero que você aproveite ao máximo. Quer que eu me junte a vocês? —
Bety, com uma mistura de timidez e tesão, balançou a cabeça.- Sim, por favor. Quero que você esteja aqui comigo -.
Martín, sem hesitar, se despiro rapidinho e se juntou a eles na maca, ficando de pé ao lado deles. Bety, com um sorriso safado, começou a apalpar o Martín, as mãos explorando o corpo dele, acariciando o peito, os braços e procurando tocar a pica pequena do marido dela.
Senti tanto sua falta, seu gordinho.
Martín, excitado com as carícias da Bety, beijou ela apaixonadamente, as mãos dele explorando o corpo dela. Bety, com movimentos suaves, começou a acariciar a pica do Martín, sentindo a dureza e o calor dela.
- Mmm, é tão bom. Ahhh, você tá tão duro, gordinho -.
- Sim, meu amor. Adoro como você me toca. Ahhh!, sim -.
Martín levanta a Bety e leva ela pro sofá que tinha no quarto, sentando ele e ela montando em cima, se comendo de beijos com língua. Carlos, excitado com a visão, se posicionou atrás da Bety, acariciando as costas dela e as cadeiras. Bety, sentindo as mãos dele, se inclinou levemente pra frente, dando acesso ao corpo dela. Deixando a bunda dela empinada e bem aberta pro massagista dela.
— Bety, quero te penetrar também. Cê topa sentir nós dois?
- Sim, por favor. Quero sentir os dois. Ahhh!, sim -.
Carlos, com um movimento lento e controlado, entrou na Bety por trás, sentindo o corpo dela o envolver. Começaram a se mover em uníssono, as estocadas sincronizadas, levando Bety à beira do êxtase.
- Ahh, sim, sim, assim. Não parem, por favor. Aahhh!, que gostoso! -.
- Se solta, Bety. Sente cada onda de prazer. Ahhh!, isso, assim -.
- Assim, Bety. Você é incrível. Ahhh!, isso -.
Bety, com um grito abafado, atingiu o clímax, seu corpo se contorcendo de êxtase. Martín e Carlos, sentindo o prazer dela, aceleraram o ritmo, suas estocadas mais rápidas e urgentes, buscando o próprio gozo.
- Ahhh, sim, assim. Tô gozando tanto. Ahhh! -.
- Te amo, meu amor. Você é incrível -.
- Sim, Bety. Sente cada gota. Ahhh, sim -.
Finalmente, Martín e Carlos chegaram ao clímax, enchendo a Bety com a semente deles, os corpos tremendo de prazer intenso. A Bety, com um grito abafado, gozou também, o corpo dela se contorcendo de êxtase.
- Ahhh, sim, assim. Tô gozando tanto. Ahhh! -.
Quando tudo terminou, foram pra cama, os três ficaram abraçados, os corpos entrelaçados, curtindo o calor e a intimidade do momento. Bety, ainda se recuperando do prazer intenso, se deitou nos braços de Martín e Carlos, o corpo relaxado e satisfeito.
Nunca tinha sentido algo assim. Valeu, gordão, por esse presente tão especial.
- O prazer foi nosso, meu amor. Ver você aproveitar assim, saber que conseguimos te dar algo tão especial, não tem preço -.
— Foi uma honra pra mim. E obrigado a você, Martín, por confiar em mim e me deixar fazer parte disso.
Bety, com um sorriso sonhador, fechou os olhos, deixando o sono envolvê-la, sabendo que estava nos braços dos caras que fizeram ela viver a primeira dupla penetração, que tinha compartilhado com eles uma experiência inesquecível. E enquanto escorregava no sono, um sorriso ficava nos lábios dela, um lembrete da noite perfeita que tinham vivido juntos.



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