Capítulo 8
O frio da manhã já passou, mas o turbilhão na minha cabeça continua rugindo. Andei por horas, as ruas borradas sob o sol do meio-dia, depois sob as primeiras sombras da tarde. Meu celular vibrava com mensagens da María: "amor, vem, vamos conversar, não fica bravo", "Sei que você curte comigo, gordão, não vamos deixar assim", "Vem, que tenho umas coisinhas gostosas pra você, hein?". As palavras dela, doces mas urgentes, pesavam em mim. Não respondi. Minha mente estava presa naquela coceira que não entendo. Num café, com o vapor de um espresso esquentando minhas mãos, pesquisei no celular: cuckolding. Artigos, fóruns, vídeos. Palavras como "consenso", "prazer vicário", "ver sua parceira gozar". Uma frase ficou gravada em mim: "O cuck encontra prazer na felicidade da parceira, mesmo que seja com outro". Me imaginei a María, tremendo, gemendo, explodindo como nunca faz comigo. Ela disse que curte me ver "vermelhinho", me ver reagir. Mas eu... nunca vi ela assim, entregue, tremendo. Será que devia aceitar... que outro cara faça ela sentir isso? Anos atrás, na nossa primeira vez com brownies e beijos doces, ela me chamou de "Pixel perfeito" apesar da minha falta de jeito. Mas agora sei que foi "bonitinho e divertido", não ardente. As histórias dela sobre o Marcos, com a "piroca enorme", gritam: ela deseja algo que eu não consigo dar. Andei até o frio penetrar meus ossos, as mensagens da María pesando no meu bolso. O céu estava escuro quando ela abriu a porta do apartamento; o rangido do chão ecoou no silêncio. O cheiro do meu perfume, misturado com o dela, floral e doce, flutuava no ar. A luz da sala estava apagada; um brilho suave vindo do quarto me guiou. Caminhei em silêncio e a encontrei: María, dormindo, abraçando o bichinho de pelúcia do nosso primeiro encontro. Minha camisa branca de escritório pendia aberta sobre a pele morena dela, as curvas aparecendo por baixo de uma calcinha gostosa. A camisa, grande demais pra ela, me lembrava o quanto ela é pequena. que me sento ao lado dela — seu "pixel" numa tela que anseia traços mais horríveis. Deitei ao lado dela, o colchão afundando sob meu peso. Minha mão roçou o lençol, e Maria se mexeu, murmurando algo sonhando. Seus olhos cor de mel se abriram devagar, brilhando na penumbra, como se tivesse me encontrado no sonho dela. "—Você veio, gordo", sussurrou, estendendo os braços. Deixei o pelúcia de lado e me aproximei, meu corpo tremendo entre o amor e a insegurança. Por um instante, nos olhamos em silêncio. Depois, Maria exclamou: "Gordo!" A voz dela suave, carregada de alívio, rompeu o silêncio. Pulou em mim, me envolvendo num abraço, os peitos dela roçando minha camiseta através da camisa impregnada dos nossos perfumes. Os lábios dela me sufocaram: um beijo rápido no canto da boca, outro suave na bochecha, outro profundo nos lábios, o hálito com gosto de porra e brownie. Olhei pra ela, e a confissão de que nunca dei um orgasmo nela me esmagava, minha insegurança crescendo. "—Tô... perdido, amor", murmurei, minha voz falhando. "—O que você disse... me faz sentir tão pequeno", completei, a garganta apertada. "—Valeu por voltar, Pixel", sussurrou Maria, as unhas rosadas traçando minha barba, os olhos dela procurando os meus com uma ternura que parecia culpada. Inclinou a cabeça, a voz dela suavizando. "Te vejo tenso, amor. Deixa eu resolver isso". Pegou um brownie encharcado de porra na mesinha, o aroma doce lembrando nosso primeiro encontro na convenção de anime. Lambeu uma gota de porra do dedo, uma piscada safada que acelerou meu pulso. "—Pro meu Pixel bonito", sussurrou, me oferecendo, os dedos dela roçando meus lábios enquanto eu mordia, a porra escorrendo. Sentou de pernas abertas em cima de mim, a camisa aberta deixando ver a pele morena dela, a calcinha de puta abraçando as cadeiras dela. "—Amor, me pega", sussurrou, a voz dela grave, os dedos fazendo círculos no meu peito. As cadeiras dela balançaram devagar, a calcinha roçando minha coxa, o hálito quente no meu pescoço. Mas meu corpo não respondeu, pequeno, encolhido. Sou um pau curto, Gozador precoce, incapaz de dar o que ela quer, pensei, a vergonha me queimando. Um arrepio traiçoeiro percorreu meu corpo: humilhante, mas vivo. A luz suave do quarto envolvia os lençóis bagunçados, o cheiro floral da Maria se misturando com meu perfume. "—Por que minha camisa?", perguntei, minha voz tremendo, tentando me distrair da minha impotência. "—Queria sentir seu cheiro, bobo", riu a Maria, ajustando a camisa com um gesto provocante, os peitos dela marcando o tecido. Os dedos dela roçaram minha virilha, um toque lento que acendeu minha pele, a risadinha dela cheia de malícia. "Ai, Pixel, por que seu pixelzinho não acorda?", sussurrou, passando a mão na minha coxa com as unhas rosadas, a voz melosa, fazendo biquinho quando não teve resposta. "Que frustrante, gordão! Tive uma ideia pra te animar." Pegou o celular, piscando pra mim. "Sempre sobe quando quero uma foto. Vamos testar hoje." Sempre quis me registrar no meu pior momento, pensei, a humilhação me esmagando, mas a risada dela acendendo um calor traiçoeiro em mim. O flash iluminou minha virilha, e meu coração disparou. "—Não acredito, gordão, te peguei no modo uva-passa!", exclamou a Maria, os olhos arregalados, me mandando um beijo com um muak. "Essa vai perfeita pra minha coleção!" A risadinha dela encheu o quarto, me mostrando a foto no celular, os olhos brilhando de safadeza. Deu um tapinha suave na minha coxa com a palma da mão, o ardor vibrando. "Fica quietinho, Pixel, senão não sai boa!", disse, rindo. Minha cara queimava. Senti o calor subindo da nuca até as bochechas, a vergonha do meu pior momento me esmagando, mas uma pulsação ardente na minha virilha me traiu. "—Ai, Pixel, esse pixelzinho não tá colaborando hoje", disse a Maria, os dedos roçando minha pele, a voz melosa. Não sobe, não consigo, pensei, a vergonha apertando meu peito enquanto a risada dela ecoava. "—Maria, por favor, não insiste", supliquei, minha voz quase um fio, mas ela inclinou a cabeça, os lábios se curvando num sorriso safado. "Não, Espera, tô com outro plano pra animar essa passada." Ela se levantou devagar, o rabo de cavalo balançando, a calcinha de puta apertando a bunda firme enquanto se espreguiçava com um sorriso safado. Deus, essa bunda me perde, pensei, o desejo colidindo com minha vergonha. Meu peito apertava com uma dor surda. María prendeu o cabelo num rabo de cavalo alto, os dedos rápidos, e colocou os óculos com um gesto autoritário, os peitos se mexendo por baixo do tecido. Pegou uma lupa e uma régua de madeira na mesinha, balançando elas com um movimento brincalhão. "—Seu Luisinho!", exclamou, a voz firme, girando a régua entre os dedos. "Eu pedi pra você trazer um vulcão pra tarefa de hoje. Levanta, seu menino, que a professora vai avaliar seu trabalho!" Me recusei a levantar. Fiquei sentado na cama, me cobrindo com as mãos. "—Não quero, María", falei, a voz tremendo. María se aproximou, o olhar autoritário. "Levanta, aluno, a professora está mandando!", exclamou de novo, a voz ecoando no quarto. Levantei devagar, as mãos ainda cobrindo minha intimidade, o corpo tremendo. María baixou minha calça com um puxão rápido, as unhas rosadas roçando minha cintura, deixando um arrepio quente nas minhas coxas. Minha cueca caiu, expondo meu pau, pequeno, impotente. Tentei me cobrir com as mãos, a vergonha queimando, mas María estalou a língua, o olhar fixo e autoritário. "—Que decepção, seu Luisinho! Isso não é o vulcão que eu pedi, é muito, muito pequenininho, aluno!", exclamou María, o tom firme, segurando a lupa com uma risada debochada. "Preciso de uma lupa pra ver esse vulcão!" Deu uma palmada com a régua na minha coxa, a ardência vibrando, e largou a lupa na cama. Meu pau endureceu um pouco, e María exclamou, batendo a régua na palma da mão: "Puxa, agora sim, seu Luisinho! Isso é algo com que a professora pode trabalhar!" María se ajoelhou na minha frente, a régua nas mãos, o hálito quente roçando meu pau, tão perto que minha pele Ele se arrepiou. O desejo me nublou, ansiando pelos lábios carnudos, úmidos dela, que me envolvessem num prazer proibido. Desde os primeiros anos do nosso relacionamento, confessei minha fantasia mais crua: sentir a boca dela, encher o rostinho angelical com meu esperma. Mas ela riu, um som cortante: "Luis, que nojo! Isso não é pra mim." Mesmo assim, nossa vida sexual me incendeia: os carinhos dela, os gemidos suaves, o jeito que o corpo dela se entrega ao meu. Mas duas sombras me perseguem: nunca a fiz gozar, nunca vi os olhos dela se nublarem de êxtase. A confissão me esmagou, uma sinceridade que perfurou minha alma: ela nunca teve um orgasmo comigo. E a voz da insegurança sussurra: E se outro homem, mais capaz, merecer o prazer da boca dela? E se ela, satisfeita finalmente, não se importasse em se entregar assim, em deixar o rostinho brilhar com o esperma de outro? O pensamento me queima, alimentado pela lembrança das palavras dela. Me imaginei ela de joelhos diante do Marcos, os lábios rendidos, a pele morena brilhando sob uma luz febril. Outros homens a rodeavam, ansiosos, enquanto ela, extasiada, o rosto coberto de esperma, sorria com um prazer que não era meu. A humilhação me esmagou, mas meu corpo traiu minha dor, padecendo num turbilhão de vergonha e desejo. Maria se levantou, pegou a régua de madeira e ordenou: "Mãos na cabeça, Pixel!" Obedeci, tremendo, minhas mãos subindo pra nuca pra não me cobrir mais. Mediu meu pau com cuidado, os dedos roçando minha pele, o aroma do perfume floral dela me envolvendo. "—Puxa, pensei que era menorzinho, haha! 9,9 centímetros, seu Luisinho", disse, o tom debochado mas com um toque de surpresa. "—Sério?", perguntei, a voz tremendo, um alívio tímido me lembrando. "—Sempre pensei que você tinha um micro vulcãozinho, mas não é que não tem, kkkk", disse Maria, rindo, os olhos brilhando com malícia. "Li que um micropau é de 7 centímetros, mas olha, seu vulcãozinho é maior!" Mediu de novo, balançando a cabeça. "9,9, como eu falei", afirmou, as unhas rosadas dela traçando um círculo lento na minha coxa. Maria pegou o celular dela, segurando a régua perto do meu pau. "—Vou mandar a foto pra Sofia porque ela não vai acreditar quando eu disser que você não tem um micro vulcãozinho", falou, tirando a foto com um sorriso safado. Mandou pelo WhatsApp, os olhos dela brilhando de diversão. "—Mas sério que você mandou a foto? Que vergonha, Maria", falei, minha voz tremendo, imaginando a Sofia rindo, compartilhando minha vergonha. Maria deu uma palmada com a régua na minha coxa, a ardência vibrando. "Não interrompe, aluno!", exclamou, num tom firme. O celular vibrou e Maria disse: "Ela já respondeu". Me mostrou a mensagem da Sofia que dizia: "Kkkk, que pequenininho, parece pipizinho de bebê". A humilhação me esmagou. Me imaginei a Sofia, caindo na gargalhada com minha foto na mão. Meu estômago se revirou, um calor subindo pelo meu peito, mas meu pau deu um pulo involuntário, endurecendo um pouco mais sob o olhar da Maria, que arqueou uma sobrancelha, os lábios dela se curvando num sorriso lento, a voz dela baixando pra um sussurro rouco enquanto inclinava a cabeça, me observando com olhos semicerrados, como se curtisse cada segundo da minha exposição. Maria riu e respondeu: "Tonta, kkkk, mas viu que ele é maior do que eu pensava." "—Maiorzinho? Se isso aí deve te dar é cócegas, irmã. Nada comparado com o que você comia, e que te fazia tremer", respondeu Sofia. A humilhação me esmagou, minha pele se arrepiando, mas um calor traiçoeiro percorreu meu corpo, meu pau pulsando. Minha respiração acelerou, o peito subindo e descendo rápido, um suor frio brotando na minha testa enquanto Maria soltava uma risadinha suave, cobrindo a boca com a mão, os ombros dela tremendo levemente, o olhar dela voltando pra mim com um brilho de diversão genuína, os cantos dos olhos se enrugando num sorriso que misturava ternura e crueldade. "—Sério, love, você tinha que mandar a foto?", gaguejei, minha cara queimando. "—Ah, love, mas se eu sempre conto tudo pra ela Tudo bem, já imaginava que você estava assim, hahaha", respondeu Maria, mostrando a língua, sua risada borbulhante. Os dentes brilharam na luz fraca, e ela inclinou o quadril, um gesto brincalhão que fez seu rabo de cavalo balançar, a voz subindo num tom cantado enquanto balançava o dedo indicador na minha frente. Maria mandou outra foto, dizendo: "Olha, tipo passinha". Sofia respondeu na hora: "Hahaha". A humilhação me esmagou. Me imaginei a Sofia, caindo na gargalhada com minha foto na mão. E gravei as mensagens dos chats, as risadas sobre meu "pixel" e como a incentivavam a "se dar o gosto" com o Marcos. Meu coração martelava no peito, uma pulsação surda nas têmporas, mas lá embaixo, um formigamento insistente se espalhava, meu pau inchando apesar do nó na garganta. Maria suspirou com desejo, os olhos brilhando como se revivesse uma lembrança intensa. "—O importante é que você não tem um micro, hehehe, embora sem dúvida seja o menor que já medi." "—Quantos?", perguntei, minha voz tremendo, um nó no estômago apertando. Me senti tonto ao pensar nos "alunos" da Maria. Quantos dos meus amigos ou ex-colegas de classe ela já deve ter medido? A pergunta queimou na minha garganta. Minha visão ficou turva por um instante, as mãos tremendo na nuca, mas o toque do perfume floral dela me envolveu, e uma pulsação traidora acelerou minha excitação, o calor descendo pelo meu ventre. Maria soltou uma risada brincalhona. "Ai, bobo, com ciúmes dos meus alunos? Só um cara que achava que o vulcão dele era pequeno, e me pediu pra medir." Um alívio me inundou, um consolo que tentei agarrar, mas a calma durou pouco. "Lembro que media 14 centímetros, hehehe", continuou Maria, os olhos perdidos na lembrança. "Ele ficou muito puto porque eu disse que aquilo era... pequenininho." Os lábios dela se entreabriram levemente, um suspiro escapando, as bochechas se tingindo de um rubor sutil enquanto mordiscava o lábio inferior, a voz baixando para um murmúrio sonhador. "—14 centímetros pequenininho?", eu disse. incrédulo. O número era a confirmação do meu pior pesadelo, mas ela falava como se não fosse nada. Maria lambeu o lábio inferior, um gesto que sempre me enlouqueceu, e a voz dela virou um sussurro carregado de desejo. "Os bons, de 16 pra cima... uff! Esses sim eram vulcões espetaculares. Me faziam tremer como se o chão abrisse num terremoto." Uma imagem se formou na minha mente: o corpo dela se arqueando, tremendo, entregue a um prazer que eu não podia dar. Um calor traiçoeiro percorreu meu corpo, e meu pau latejou, duro, humilhado. Meus joelhos fraquejaram, um arrepio subindo pelas minhas costas, mas o pulso na minha virilha crescia mais insistente, um gotejo quente se formando na ponta enquanto Maria inclinava a cabeça, me observando com os olhos dilatados, a respiração acelerando de leve, como se minha reação também a excitasse. "—Tem certeza que media tanto?", gaguejei, a voz quase um fio, minha mente calculando a distância abissal entre meu "pixel" e aquele "vulcão". "Sim, claro, a média daqui é 16,8. Super gostoso!", respondeu ela, com a mesma voz melada, como se estivesse falando de uma iguaria. Me deu outra palmada na minha coxa, o ardor vibrando. "Focado, aluno, que agora é pensar qual nota a gente dá pra essa tarefa!" Maria deu mais um tapa com a régua na minha coxa, o ardor vibrando. "—Não sei como avaliar essa tarefa tão pequenininha, senhorzinho Luís", disse ela, o tom firme. "Vou dar uma olhada na internet." Pegou o celular e leu, com uma risada debochada: "Olha, aqui diz que paus de 9 centímetros podem ser confundidos com micropênis, mas entra na categoria de muito, muito pequenos". Se inclinou pra mim, os olhos brilhando de safadeza, e sussurrou: "Viu, gordão, você não é um micro, jijiji". Depois, num tom baixo, quase um murmúrio, completou: "Embora pareça um..." Meu peito apertou, um suor frio escorrendo pela minha nuca. Será que pareço um micro?, pensei, a imagem da minha insuficiência queimando, meu pau latejando com um calor traiçoeiro. Enquanto María inclinava a cabeça, os lábios franzidos num biquinho brincalhão. Ela continuou lendo, a voz carregada de deboche: "Bom, aqui diz as desvantagens desses tamanhos. Diz que apresentam dificuldades em certas posições, como a colherzinha, a missionária, e principalmente na posição de quatro ou cachorrinho. Ah, que pena, é a minha favorita!" Suspirei, balançando a cabeça, os dedos dela tamborilando na régua, os olhos semicerrados como se lembrasse de algo com saudade. "—E eu que pensava que minhas bundonas atrapalhavam", repetiu María, balançando a cabeça com um sorriso provocante, os olhos brilhando com uma centelha de diversão enquanto os dedos deslizavam lentamente pela régua, como se saboreasse cada palavra. "Mas no final o problema é o seu vulcãozinho!" Minha respiração ficou presa, as palmas suando contra minha nuca, um nó apertando meu estômago enquanto o calor no baixo-ventre crescia, um pulsar rítmico que me fazia apertar os dentes com força. O eco das palavras dela me levou de volta àquela noite. E a todas as que vieram depois. Quantas vezes a gente tinha tentado naquela posição idiota, meu pinto ridículo incapaz de entrar. María tinha se esforçado, tinha fingido, mas a frustração dela vazava na tensão dos ombros, no suspiro que escapava. Agora, ela acenava com a cabeça com um sorriso debochado, os dedos se movendo lentamente pela régua, os olhos fixos em mim, como se medisse não só meu corpo, mas minha própria insuficiência. María continuou lendo, a voz carregada de escárnio: "Olha, aqui diz uma dica: para estimular um vulcãozinho desses, tem que usar só dois dedos". Os olhos cor de mel dela brilharam com malícia, e ela se inclinou para frente, apoiando o cotovelo no joelho, o queixo descansando na palma da mão, como uma professora avaliando um aluno com uma mistura de diversão e autoridade. Tentou me masturbar com a mão inteira, mas franziu a testa, os lábios formando um biquinho brincalhão, o canto da boca se curvando para cima. Olha, com minha mão inteira eu mal consigo fazer o sobe e desce, e com dois dedinhos sim!" Mudou para dois dedos, indicador e polegar, rodeando meu pau com um movimento lento e preciso, o olhar fixo em mim, um brilho safado nos olhos enquanto a língua mal roçava o canto do lábio. "—Você gosta assim, Pixel?" perguntou, a voz melosa, enquanto levantava uma sobrancelha, o corpo inclinado na minha direção, a camisa branca escorregando levemente de um ombro, deixando ver a curva suave da clavícula. "—Sim... sim, eu gosto", gaguejei, a voz quase um fio, a vergonha queimando meu peito como um incêndio. Admitir era um golpe: eu sentia mais com os dois dedos dela, o prazer era mais intenso, mais preciso, e isso me esmagava. Só precisava de dois dedos para mim, e essa verdade me fazia sentir um merda, insignificante. Minhas pernas tremeram, um gemido abafado escapou quando percebi que ela tinha razão: dois dedos eram suficientes para mim. Meu peito apertou, a humilhação queimando, mas meu pau pulsava, me traindo. Maria riu baixinho, a cabeça jogada para trás, o rabo de cavalo balançando como um pêndulo. "Ai, gordão, adoro ver você se acabando assim", sussurrou, a voz cheia de um prazer gostoso, como se minha rendição fosse um presente para ela. "Esses gemidinhos, sua cara toda vermelha... uff, me deixa louca ver você se perder nisso." Os dedos dela mantiveram o ritmo, lentos mas firmes, enquanto ela se deitava de lado na cama, uma perna dobrada, a calcinha de putinha justa nos quadris, a postura relaxada mas dominante, como uma rainha observando o súdito. "Saber que você derrete só com meus dedinhos, isso me excita", completou, as unhas rosadas roçando minha coxa. "—Se acalma, aluno", sussurrou, levantando uma sobrancelha e estalando a língua. Os dedos pararam de repente, me deixando no limite. Ela se endireitou, cruzou uma perna sobre a outra com um movimento elegante, as mãos apoiadas nos quadris, projetando um controle absoluto. "Não vamos deixar esse vulcão entrar em erupção tão pronto." Ela se inclinou pra mim, o hálito quente roçando minha bochecha, e os dedos dela traçaram uma linha suave pelo meu braço, um toque leve que me fez arrepiar. "—Vamos avaliar seu trabalho, senhorzinho Luís", disse ela, com a voz melosa, enquanto inclinava a cabeça, o olhar fixo em mim, como se estivesse medindo cada reação. "Bom... nota: reprovado. Seu vulcãozinho é muito pequeno e insuficiente", exclamou, soltando uma risada borbulhante, os ombros tremendo de leve. Ela se aproximou mais, o nariz roçando minha bochecha. "Agora, aluno, vem o seu castigo", sussurrou, as unhas cravando de leve no meu braço, o sorriso cheio de malícia.
O frio da manhã já passou, mas o turbilhão na minha cabeça continua rugindo. Andei por horas, as ruas borradas sob o sol do meio-dia, depois sob as primeiras sombras da tarde. Meu celular vibrava com mensagens da María: "amor, vem, vamos conversar, não fica bravo", "Sei que você curte comigo, gordão, não vamos deixar assim", "Vem, que tenho umas coisinhas gostosas pra você, hein?". As palavras dela, doces mas urgentes, pesavam em mim. Não respondi. Minha mente estava presa naquela coceira que não entendo. Num café, com o vapor de um espresso esquentando minhas mãos, pesquisei no celular: cuckolding. Artigos, fóruns, vídeos. Palavras como "consenso", "prazer vicário", "ver sua parceira gozar". Uma frase ficou gravada em mim: "O cuck encontra prazer na felicidade da parceira, mesmo que seja com outro". Me imaginei a María, tremendo, gemendo, explodindo como nunca faz comigo. Ela disse que curte me ver "vermelhinho", me ver reagir. Mas eu... nunca vi ela assim, entregue, tremendo. Será que devia aceitar... que outro cara faça ela sentir isso? Anos atrás, na nossa primeira vez com brownies e beijos doces, ela me chamou de "Pixel perfeito" apesar da minha falta de jeito. Mas agora sei que foi "bonitinho e divertido", não ardente. As histórias dela sobre o Marcos, com a "piroca enorme", gritam: ela deseja algo que eu não consigo dar. Andei até o frio penetrar meus ossos, as mensagens da María pesando no meu bolso. O céu estava escuro quando ela abriu a porta do apartamento; o rangido do chão ecoou no silêncio. O cheiro do meu perfume, misturado com o dela, floral e doce, flutuava no ar. A luz da sala estava apagada; um brilho suave vindo do quarto me guiou. Caminhei em silêncio e a encontrei: María, dormindo, abraçando o bichinho de pelúcia do nosso primeiro encontro. Minha camisa branca de escritório pendia aberta sobre a pele morena dela, as curvas aparecendo por baixo de uma calcinha gostosa. A camisa, grande demais pra ela, me lembrava o quanto ela é pequena. que me sento ao lado dela — seu "pixel" numa tela que anseia traços mais horríveis. Deitei ao lado dela, o colchão afundando sob meu peso. Minha mão roçou o lençol, e Maria se mexeu, murmurando algo sonhando. Seus olhos cor de mel se abriram devagar, brilhando na penumbra, como se tivesse me encontrado no sonho dela. "—Você veio, gordo", sussurrou, estendendo os braços. Deixei o pelúcia de lado e me aproximei, meu corpo tremendo entre o amor e a insegurança. Por um instante, nos olhamos em silêncio. Depois, Maria exclamou: "Gordo!" A voz dela suave, carregada de alívio, rompeu o silêncio. Pulou em mim, me envolvendo num abraço, os peitos dela roçando minha camiseta através da camisa impregnada dos nossos perfumes. Os lábios dela me sufocaram: um beijo rápido no canto da boca, outro suave na bochecha, outro profundo nos lábios, o hálito com gosto de porra e brownie. Olhei pra ela, e a confissão de que nunca dei um orgasmo nela me esmagava, minha insegurança crescendo. "—Tô... perdido, amor", murmurei, minha voz falhando. "—O que você disse... me faz sentir tão pequeno", completei, a garganta apertada. "—Valeu por voltar, Pixel", sussurrou Maria, as unhas rosadas traçando minha barba, os olhos dela procurando os meus com uma ternura que parecia culpada. Inclinou a cabeça, a voz dela suavizando. "Te vejo tenso, amor. Deixa eu resolver isso". Pegou um brownie encharcado de porra na mesinha, o aroma doce lembrando nosso primeiro encontro na convenção de anime. Lambeu uma gota de porra do dedo, uma piscada safada que acelerou meu pulso. "—Pro meu Pixel bonito", sussurrou, me oferecendo, os dedos dela roçando meus lábios enquanto eu mordia, a porra escorrendo. Sentou de pernas abertas em cima de mim, a camisa aberta deixando ver a pele morena dela, a calcinha de puta abraçando as cadeiras dela. "—Amor, me pega", sussurrou, a voz dela grave, os dedos fazendo círculos no meu peito. As cadeiras dela balançaram devagar, a calcinha roçando minha coxa, o hálito quente no meu pescoço. Mas meu corpo não respondeu, pequeno, encolhido. Sou um pau curto, Gozador precoce, incapaz de dar o que ela quer, pensei, a vergonha me queimando. Um arrepio traiçoeiro percorreu meu corpo: humilhante, mas vivo. A luz suave do quarto envolvia os lençóis bagunçados, o cheiro floral da Maria se misturando com meu perfume. "—Por que minha camisa?", perguntei, minha voz tremendo, tentando me distrair da minha impotência. "—Queria sentir seu cheiro, bobo", riu a Maria, ajustando a camisa com um gesto provocante, os peitos dela marcando o tecido. Os dedos dela roçaram minha virilha, um toque lento que acendeu minha pele, a risadinha dela cheia de malícia. "Ai, Pixel, por que seu pixelzinho não acorda?", sussurrou, passando a mão na minha coxa com as unhas rosadas, a voz melosa, fazendo biquinho quando não teve resposta. "Que frustrante, gordão! Tive uma ideia pra te animar." Pegou o celular, piscando pra mim. "Sempre sobe quando quero uma foto. Vamos testar hoje." Sempre quis me registrar no meu pior momento, pensei, a humilhação me esmagando, mas a risada dela acendendo um calor traiçoeiro em mim. O flash iluminou minha virilha, e meu coração disparou. "—Não acredito, gordão, te peguei no modo uva-passa!", exclamou a Maria, os olhos arregalados, me mandando um beijo com um muak. "Essa vai perfeita pra minha coleção!" A risadinha dela encheu o quarto, me mostrando a foto no celular, os olhos brilhando de safadeza. Deu um tapinha suave na minha coxa com a palma da mão, o ardor vibrando. "Fica quietinho, Pixel, senão não sai boa!", disse, rindo. Minha cara queimava. Senti o calor subindo da nuca até as bochechas, a vergonha do meu pior momento me esmagando, mas uma pulsação ardente na minha virilha me traiu. "—Ai, Pixel, esse pixelzinho não tá colaborando hoje", disse a Maria, os dedos roçando minha pele, a voz melosa. Não sobe, não consigo, pensei, a vergonha apertando meu peito enquanto a risada dela ecoava. "—Maria, por favor, não insiste", supliquei, minha voz quase um fio, mas ela inclinou a cabeça, os lábios se curvando num sorriso safado. "Não, Espera, tô com outro plano pra animar essa passada." Ela se levantou devagar, o rabo de cavalo balançando, a calcinha de puta apertando a bunda firme enquanto se espreguiçava com um sorriso safado. Deus, essa bunda me perde, pensei, o desejo colidindo com minha vergonha. Meu peito apertava com uma dor surda. María prendeu o cabelo num rabo de cavalo alto, os dedos rápidos, e colocou os óculos com um gesto autoritário, os peitos se mexendo por baixo do tecido. Pegou uma lupa e uma régua de madeira na mesinha, balançando elas com um movimento brincalhão. "—Seu Luisinho!", exclamou, a voz firme, girando a régua entre os dedos. "Eu pedi pra você trazer um vulcão pra tarefa de hoje. Levanta, seu menino, que a professora vai avaliar seu trabalho!" Me recusei a levantar. Fiquei sentado na cama, me cobrindo com as mãos. "—Não quero, María", falei, a voz tremendo. María se aproximou, o olhar autoritário. "Levanta, aluno, a professora está mandando!", exclamou de novo, a voz ecoando no quarto. Levantei devagar, as mãos ainda cobrindo minha intimidade, o corpo tremendo. María baixou minha calça com um puxão rápido, as unhas rosadas roçando minha cintura, deixando um arrepio quente nas minhas coxas. Minha cueca caiu, expondo meu pau, pequeno, impotente. Tentei me cobrir com as mãos, a vergonha queimando, mas María estalou a língua, o olhar fixo e autoritário. "—Que decepção, seu Luisinho! Isso não é o vulcão que eu pedi, é muito, muito pequenininho, aluno!", exclamou María, o tom firme, segurando a lupa com uma risada debochada. "Preciso de uma lupa pra ver esse vulcão!" Deu uma palmada com a régua na minha coxa, a ardência vibrando, e largou a lupa na cama. Meu pau endureceu um pouco, e María exclamou, batendo a régua na palma da mão: "Puxa, agora sim, seu Luisinho! Isso é algo com que a professora pode trabalhar!" María se ajoelhou na minha frente, a régua nas mãos, o hálito quente roçando meu pau, tão perto que minha pele Ele se arrepiou. O desejo me nublou, ansiando pelos lábios carnudos, úmidos dela, que me envolvessem num prazer proibido. Desde os primeiros anos do nosso relacionamento, confessei minha fantasia mais crua: sentir a boca dela, encher o rostinho angelical com meu esperma. Mas ela riu, um som cortante: "Luis, que nojo! Isso não é pra mim." Mesmo assim, nossa vida sexual me incendeia: os carinhos dela, os gemidos suaves, o jeito que o corpo dela se entrega ao meu. Mas duas sombras me perseguem: nunca a fiz gozar, nunca vi os olhos dela se nublarem de êxtase. A confissão me esmagou, uma sinceridade que perfurou minha alma: ela nunca teve um orgasmo comigo. E a voz da insegurança sussurra: E se outro homem, mais capaz, merecer o prazer da boca dela? E se ela, satisfeita finalmente, não se importasse em se entregar assim, em deixar o rostinho brilhar com o esperma de outro? O pensamento me queima, alimentado pela lembrança das palavras dela. Me imaginei ela de joelhos diante do Marcos, os lábios rendidos, a pele morena brilhando sob uma luz febril. Outros homens a rodeavam, ansiosos, enquanto ela, extasiada, o rosto coberto de esperma, sorria com um prazer que não era meu. A humilhação me esmagou, mas meu corpo traiu minha dor, padecendo num turbilhão de vergonha e desejo. Maria se levantou, pegou a régua de madeira e ordenou: "Mãos na cabeça, Pixel!" Obedeci, tremendo, minhas mãos subindo pra nuca pra não me cobrir mais. Mediu meu pau com cuidado, os dedos roçando minha pele, o aroma do perfume floral dela me envolvendo. "—Puxa, pensei que era menorzinho, haha! 9,9 centímetros, seu Luisinho", disse, o tom debochado mas com um toque de surpresa. "—Sério?", perguntei, a voz tremendo, um alívio tímido me lembrando. "—Sempre pensei que você tinha um micro vulcãozinho, mas não é que não tem, kkkk", disse Maria, rindo, os olhos brilhando com malícia. "Li que um micropau é de 7 centímetros, mas olha, seu vulcãozinho é maior!" Mediu de novo, balançando a cabeça. "9,9, como eu falei", afirmou, as unhas rosadas dela traçando um círculo lento na minha coxa. Maria pegou o celular dela, segurando a régua perto do meu pau. "—Vou mandar a foto pra Sofia porque ela não vai acreditar quando eu disser que você não tem um micro vulcãozinho", falou, tirando a foto com um sorriso safado. Mandou pelo WhatsApp, os olhos dela brilhando de diversão. "—Mas sério que você mandou a foto? Que vergonha, Maria", falei, minha voz tremendo, imaginando a Sofia rindo, compartilhando minha vergonha. Maria deu uma palmada com a régua na minha coxa, a ardência vibrando. "Não interrompe, aluno!", exclamou, num tom firme. O celular vibrou e Maria disse: "Ela já respondeu". Me mostrou a mensagem da Sofia que dizia: "Kkkk, que pequenininho, parece pipizinho de bebê". A humilhação me esmagou. Me imaginei a Sofia, caindo na gargalhada com minha foto na mão. Meu estômago se revirou, um calor subindo pelo meu peito, mas meu pau deu um pulo involuntário, endurecendo um pouco mais sob o olhar da Maria, que arqueou uma sobrancelha, os lábios dela se curvando num sorriso lento, a voz dela baixando pra um sussurro rouco enquanto inclinava a cabeça, me observando com olhos semicerrados, como se curtisse cada segundo da minha exposição. Maria riu e respondeu: "Tonta, kkkk, mas viu que ele é maior do que eu pensava." "—Maiorzinho? Se isso aí deve te dar é cócegas, irmã. Nada comparado com o que você comia, e que te fazia tremer", respondeu Sofia. A humilhação me esmagou, minha pele se arrepiando, mas um calor traiçoeiro percorreu meu corpo, meu pau pulsando. Minha respiração acelerou, o peito subindo e descendo rápido, um suor frio brotando na minha testa enquanto Maria soltava uma risadinha suave, cobrindo a boca com a mão, os ombros dela tremendo levemente, o olhar dela voltando pra mim com um brilho de diversão genuína, os cantos dos olhos se enrugando num sorriso que misturava ternura e crueldade. "—Sério, love, você tinha que mandar a foto?", gaguejei, minha cara queimando. "—Ah, love, mas se eu sempre conto tudo pra ela Tudo bem, já imaginava que você estava assim, hahaha", respondeu Maria, mostrando a língua, sua risada borbulhante. Os dentes brilharam na luz fraca, e ela inclinou o quadril, um gesto brincalhão que fez seu rabo de cavalo balançar, a voz subindo num tom cantado enquanto balançava o dedo indicador na minha frente. Maria mandou outra foto, dizendo: "Olha, tipo passinha". Sofia respondeu na hora: "Hahaha". A humilhação me esmagou. Me imaginei a Sofia, caindo na gargalhada com minha foto na mão. E gravei as mensagens dos chats, as risadas sobre meu "pixel" e como a incentivavam a "se dar o gosto" com o Marcos. Meu coração martelava no peito, uma pulsação surda nas têmporas, mas lá embaixo, um formigamento insistente se espalhava, meu pau inchando apesar do nó na garganta. Maria suspirou com desejo, os olhos brilhando como se revivesse uma lembrança intensa. "—O importante é que você não tem um micro, hehehe, embora sem dúvida seja o menor que já medi." "—Quantos?", perguntei, minha voz tremendo, um nó no estômago apertando. Me senti tonto ao pensar nos "alunos" da Maria. Quantos dos meus amigos ou ex-colegas de classe ela já deve ter medido? A pergunta queimou na minha garganta. Minha visão ficou turva por um instante, as mãos tremendo na nuca, mas o toque do perfume floral dela me envolveu, e uma pulsação traidora acelerou minha excitação, o calor descendo pelo meu ventre. Maria soltou uma risada brincalhona. "Ai, bobo, com ciúmes dos meus alunos? Só um cara que achava que o vulcão dele era pequeno, e me pediu pra medir." Um alívio me inundou, um consolo que tentei agarrar, mas a calma durou pouco. "Lembro que media 14 centímetros, hehehe", continuou Maria, os olhos perdidos na lembrança. "Ele ficou muito puto porque eu disse que aquilo era... pequenininho." Os lábios dela se entreabriram levemente, um suspiro escapando, as bochechas se tingindo de um rubor sutil enquanto mordiscava o lábio inferior, a voz baixando para um murmúrio sonhador. "—14 centímetros pequenininho?", eu disse. incrédulo. O número era a confirmação do meu pior pesadelo, mas ela falava como se não fosse nada. Maria lambeu o lábio inferior, um gesto que sempre me enlouqueceu, e a voz dela virou um sussurro carregado de desejo. "Os bons, de 16 pra cima... uff! Esses sim eram vulcões espetaculares. Me faziam tremer como se o chão abrisse num terremoto." Uma imagem se formou na minha mente: o corpo dela se arqueando, tremendo, entregue a um prazer que eu não podia dar. Um calor traiçoeiro percorreu meu corpo, e meu pau latejou, duro, humilhado. Meus joelhos fraquejaram, um arrepio subindo pelas minhas costas, mas o pulso na minha virilha crescia mais insistente, um gotejo quente se formando na ponta enquanto Maria inclinava a cabeça, me observando com os olhos dilatados, a respiração acelerando de leve, como se minha reação também a excitasse. "—Tem certeza que media tanto?", gaguejei, a voz quase um fio, minha mente calculando a distância abissal entre meu "pixel" e aquele "vulcão". "Sim, claro, a média daqui é 16,8. Super gostoso!", respondeu ela, com a mesma voz melada, como se estivesse falando de uma iguaria. Me deu outra palmada na minha coxa, o ardor vibrando. "Focado, aluno, que agora é pensar qual nota a gente dá pra essa tarefa!" Maria deu mais um tapa com a régua na minha coxa, o ardor vibrando. "—Não sei como avaliar essa tarefa tão pequenininha, senhorzinho Luís", disse ela, o tom firme. "Vou dar uma olhada na internet." Pegou o celular e leu, com uma risada debochada: "Olha, aqui diz que paus de 9 centímetros podem ser confundidos com micropênis, mas entra na categoria de muito, muito pequenos". Se inclinou pra mim, os olhos brilhando de safadeza, e sussurrou: "Viu, gordão, você não é um micro, jijiji". Depois, num tom baixo, quase um murmúrio, completou: "Embora pareça um..." Meu peito apertou, um suor frio escorrendo pela minha nuca. Será que pareço um micro?, pensei, a imagem da minha insuficiência queimando, meu pau latejando com um calor traiçoeiro. Enquanto María inclinava a cabeça, os lábios franzidos num biquinho brincalhão. Ela continuou lendo, a voz carregada de deboche: "Bom, aqui diz as desvantagens desses tamanhos. Diz que apresentam dificuldades em certas posições, como a colherzinha, a missionária, e principalmente na posição de quatro ou cachorrinho. Ah, que pena, é a minha favorita!" Suspirei, balançando a cabeça, os dedos dela tamborilando na régua, os olhos semicerrados como se lembrasse de algo com saudade. "—E eu que pensava que minhas bundonas atrapalhavam", repetiu María, balançando a cabeça com um sorriso provocante, os olhos brilhando com uma centelha de diversão enquanto os dedos deslizavam lentamente pela régua, como se saboreasse cada palavra. "Mas no final o problema é o seu vulcãozinho!" Minha respiração ficou presa, as palmas suando contra minha nuca, um nó apertando meu estômago enquanto o calor no baixo-ventre crescia, um pulsar rítmico que me fazia apertar os dentes com força. O eco das palavras dela me levou de volta àquela noite. E a todas as que vieram depois. Quantas vezes a gente tinha tentado naquela posição idiota, meu pinto ridículo incapaz de entrar. María tinha se esforçado, tinha fingido, mas a frustração dela vazava na tensão dos ombros, no suspiro que escapava. Agora, ela acenava com a cabeça com um sorriso debochado, os dedos se movendo lentamente pela régua, os olhos fixos em mim, como se medisse não só meu corpo, mas minha própria insuficiência. María continuou lendo, a voz carregada de escárnio: "Olha, aqui diz uma dica: para estimular um vulcãozinho desses, tem que usar só dois dedos". Os olhos cor de mel dela brilharam com malícia, e ela se inclinou para frente, apoiando o cotovelo no joelho, o queixo descansando na palma da mão, como uma professora avaliando um aluno com uma mistura de diversão e autoridade. Tentou me masturbar com a mão inteira, mas franziu a testa, os lábios formando um biquinho brincalhão, o canto da boca se curvando para cima. Olha, com minha mão inteira eu mal consigo fazer o sobe e desce, e com dois dedinhos sim!" Mudou para dois dedos, indicador e polegar, rodeando meu pau com um movimento lento e preciso, o olhar fixo em mim, um brilho safado nos olhos enquanto a língua mal roçava o canto do lábio. "—Você gosta assim, Pixel?" perguntou, a voz melosa, enquanto levantava uma sobrancelha, o corpo inclinado na minha direção, a camisa branca escorregando levemente de um ombro, deixando ver a curva suave da clavícula. "—Sim... sim, eu gosto", gaguejei, a voz quase um fio, a vergonha queimando meu peito como um incêndio. Admitir era um golpe: eu sentia mais com os dois dedos dela, o prazer era mais intenso, mais preciso, e isso me esmagava. Só precisava de dois dedos para mim, e essa verdade me fazia sentir um merda, insignificante. Minhas pernas tremeram, um gemido abafado escapou quando percebi que ela tinha razão: dois dedos eram suficientes para mim. Meu peito apertou, a humilhação queimando, mas meu pau pulsava, me traindo. Maria riu baixinho, a cabeça jogada para trás, o rabo de cavalo balançando como um pêndulo. "Ai, gordão, adoro ver você se acabando assim", sussurrou, a voz cheia de um prazer gostoso, como se minha rendição fosse um presente para ela. "Esses gemidinhos, sua cara toda vermelha... uff, me deixa louca ver você se perder nisso." Os dedos dela mantiveram o ritmo, lentos mas firmes, enquanto ela se deitava de lado na cama, uma perna dobrada, a calcinha de putinha justa nos quadris, a postura relaxada mas dominante, como uma rainha observando o súdito. "Saber que você derrete só com meus dedinhos, isso me excita", completou, as unhas rosadas roçando minha coxa. "—Se acalma, aluno", sussurrou, levantando uma sobrancelha e estalando a língua. Os dedos pararam de repente, me deixando no limite. Ela se endireitou, cruzou uma perna sobre a outra com um movimento elegante, as mãos apoiadas nos quadris, projetando um controle absoluto. "Não vamos deixar esse vulcão entrar em erupção tão pronto." Ela se inclinou pra mim, o hálito quente roçando minha bochecha, e os dedos dela traçaram uma linha suave pelo meu braço, um toque leve que me fez arrepiar. "—Vamos avaliar seu trabalho, senhorzinho Luís", disse ela, com a voz melosa, enquanto inclinava a cabeça, o olhar fixo em mim, como se estivesse medindo cada reação. "Bom... nota: reprovado. Seu vulcãozinho é muito pequeno e insuficiente", exclamou, soltando uma risada borbulhante, os ombros tremendo de leve. Ela se aproximou mais, o nariz roçando minha bochecha. "Agora, aluno, vem o seu castigo", sussurrou, as unhas cravando de leve no meu braço, o sorriso cheio de malícia.
1 comentários - Pixel e a fantasia cuck da minha mulher (8)