As coisas não saíram como planejei, mas agora minha mulher tava conversando por chat com nosso amigo, e ele, protegido pela tela, se animava a falar as coisas que nunca disse pessoalmente. Aperto minha mulher contra o armário do quarto, levanto a camiseta dela e deixo os peitos expostos pra mim, beijo e chupo esses bicos enquanto continuo tocando aquela buceta por cima da calcinha fio dental. Minha mulher acompanhava o movimento dos meus dedos com a cintura e gemia sem parar. "Manda uma foto dos seus peitos pra ele", falo desafiador, enquanto desço até a virilha dela. Ela pega o celular na mesa de cabeceira enquanto eu começo a puxar a calcinha dela pra baixo; a buceta dela, toda lubrificada, deixou um fio grosso de um líquido transparente e gostoso grudado na calcinha. Vejo ela ajeitar o celular e começar a tirar fotos enquanto eu começo a chupar a buceta dela. Queria que ela tivesse o controle da situação e decidisse o que fazer, eu só ia aproveitar pra esquentar ela e quebrar as barreiras das dúvidas dela. "Que peitos lindos, meu Deus", escreve X, e minha mulher sorri. O teclado tava a todo vapor, e ela me olhava desafiadora enquanto com a outra mão segurava minha cabeça pra eu comer ela direito. Jogo ela na cama entre beijos, sem ela largar o celular, viro ela de bruços e começo a masturbar ela com os dedos. Dessa posição, dava pra ver o chat e minha mulher escrevendo em tempo real. Comecei devagar, aproveitando cada cantinho lá dentro, enquanto ela se contorcia e sentava nos meus dedos sem parar. "Tão me tocando enquanto falo com você", ela escreveu, e X respondeu: "Como eu queria estar te tocando". O plano tava dando certo. "Quer me tocar?", ela perguntava, se mexendo no ritmo dos meus dedos, mas completamente focada na conversa com o amigo. "Quero fazer de tudo com você", escreve X, e chega uma foto da cueca dele com uma ereção bem visível. "Tá com tesão, hein", ela disse. Minha mulher tava olhando pro volume do amigo e prestando atenção na conversa, eu... Eu era só um espectador da conversa dos dois. O celular toca e aparece uma foto da pica do nosso amigo em todo seu esplendor, perguntando pra minha mulher se ela gostava. "Olha, cê gosta?!" dizia. Minha mulher vira e me pergunta: "O que eu falo?!" Respondo que ela dissesse o que quisesse, que ela tava no jogo e que aproveitasse. "Sim, eu gosto" ela escreve, e uma onda de nervosismo percorre meu corpo. "Queria que me comessem" minha mulher fala e me olha. Levanto a raba da minha esposa e coloco ela de quatro com o corpo bem esticado, abaixo minha calça e libero minha pica que tava dura igual pedra. Guio minha pica até a buceta dela e penetro devagar, enchendo ela enquanto ela contrai o corpo todo. Começo uma bombada intensa, ela ri e fala: "Você é um filho da puta". Ela escreve: "Tô sendo comida, tenho a pica toda dentro". "Uff, que gostoso saber disso", escreve X. "Você quer me foder?!" ela fala, completamente solta. "Sim, adoraria te comer" responde X, que manda um vídeo da pica dele se batendo. Mudo de posição com minha mulher e agora coloco ela de costas pra mim, em cima do meu pau ela começa a cavalgar devagar e bem fundo. "Tô muito tesuda" ela escreve. "Não ia gostar de ter outra pica aí pra você?!" ele pergunta. "Sim", ela responde pra aumentar mais meu tesão. Os movimentos dela ficam mais rápidos, irregulares, eu sabia o que vinha, começo a penetrar com força e pergunto: "Quer gozar?!" "Sim", ela fala com a voz quebrada. "Pede", eu digo e acelero o ritmo. "Me come, vai, me dá a gozada" ela fala entre gemidos. "Pede pra ele". Ela levanta o celular como pode e entre os movimentos escreve: "Me dá a gozada?!" Aí ela chega no primeiro orgasmo enquanto continua cavalgando minha pica sem parar, se contorce em gemidos e espasmos visíveis. Acelero a penetração, puxo ela contra mim e gozo dentro dela. Sentia minha pica pulsando dentro dela, descarregando gozo sem parar, segundo orgasmo enquanto segurava ela pelo pescoço e perguntava se ela gostava de ser a vadia do amigo dele e esquentar bem a rola pra nós dois. Deixa o corpo dela cair sobre o meu, tremendo. A buceta dela pulsava com umas contrações lindas, segurando toda a porra que tinha dentro. O celular sem novidades, sem resposta. Ela se levanta e sai de cima da minha rola pra ficar de lado, ainda com bastante dificuldade. A porra começa a sair da buceta dela, escorrendo pelas pernas e manchando nosso colchão. Ela vai pro banheiro, a buceta dela ainda escorrendo os restos da minha gozada. Umas manchas ficam pelo caminho. A trepada tinha sido alucinante. O celular no travesseiro ainda sem resposta. Quando ela volta, eu falo: "Seu amigo morreu". Ela ri e pega o telefone, escreve se acomodando do meu lado: "Morreu?!". Uns segundos depois, a resposta. "Sim, gozei". "Eu também", ela diz, "No final, me deram a porra". Ela me olha, eu beijo ela de novo e começo a massagear a bunda nua dela. O telefone toca: "Eu também quero te dar a porra", lemos os dois. Íamos ter que nos encontrar nas próximas semanas pra ver se nosso amigo falava a verdade. Se quiser a parte 5, deixa um comentário e uns pontos. Se você gosta da minha mulher, o conteúdo dela em: Cafecito/sweettanita1 Tlg: @P2690





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