Cada dia que passava, eu me envolvia mais com a Cloe. Era como se ela fosse me prendendo naquela putaria dela, naquele jeito de vila, e com o tesão de saber que ela é uma das amigas do meu filho, a excitação tava garantida. Às vezes eu parava pra olhar pra ela e ainda ficava surpreso que uma mina tão gostosa tava me dando bola. Uma bunda perfeita, bem firme, empinada, digna de levar uns tapas gostosos de quatro, e ela não dá bola pra qualquer um. Ela escolhe o que quer, e mesmo assim a sweet girl tinha se apaixonado por mim. Isso me fazia botar o peito pra fora, e a gente ficava se procurando o tempo todo.
Um dia, no meio da semana, tava indo pro meu barraco almoçar e cruzei com ela comprando água sanitária no boteco. Ela tava lá, apoiada com os braços na janelinha gradeada do boteco, e empinando pra fora aquela bunda minúscula e perfeita. Além disso, toda vestida de preto brilhante, que fazia aquela bundinha minúscula se destacar ainda mais com o sol forte. De longe já dava pra ver a fio dental, triângulo bem marcado e quase transparente.
Fiquei pensando, enquanto olhava, que mistura estranha de queijo e presunto sem refrigeração, guisado e polenta, ruas de barro e alagadas, faz com que tão novinhas as meninas da vila tenham uma bunda tão grande. Porque a Cloe é muito gostosa, óbvio, mas não é a única. Anda duas quadras e não cruza com menos de quatro ou cinco novinhas que racham o chão. Dá pra andar quarteirões e quarteirões pela cidade burguesa de Buenos Aires e não cruzar em toda a cidade o que você vê em quatro quadras da vila.
Cheguei por trás e apertei suavemente a cintura dela, aproveitando que ela tava só com um top tipo sutiã. Sentir minha pele na dela fez ela se virar na hora. Ela sorriu ao me ver. A Cloe pode ser uma puta infernal na cama, mas ainda guarda um pouco daquele olhar mais inocente, mais de menina, que se ilumina quando te vê. Mesmo assim, rapidinho ela tomou conta da situação e partiu pra cima: "E aí, rancho, soltaram a coleira?" (Pra quem não é da Argentina, "rancho" é tipo um saludo, e "coleira" é...) por estar de casal). A gente ficou trocando umas palavras enquanto ela pagava no mercadinho e eu caminhei junto com ela até a casa dela. Depois de uns passos, peguei na mão dela e dei um puta beijo. Daqueles apaixonados, fortes, bem profundos. A Cloe me comeu a boca com vontade, se deixou levar e a gente ficou se pegando um tempão. Ela em pé, encostada em mim, colocando aquela buceta contra minha virilha. Logicamente, como eu não tava de cueca, meu pau duro e ereto batia nela, e quanto mais ela sentia, mais me beijava. Eu apertava as bundinhas dela. Tanto que até levantei ela com as mãos e sentamos em cima do capô de um Volkswagen Pointer velho e abandonado. Sentados lá em cima, a Cloe ficou no meu colo, apoiando toda aquela bunda linda no meu pau, que já tava duro, ereto e com a cabeça grossa. Além disso, ver aquele top tipo sutiã nela me deixava louco. A gente deve ter ficado uns vinte minutos se beijando sem parar. Com a loucura de estar no meio da rua da vila, à vista de qualquer um. A Cloe, que tinha que ir embora, me disse que naquela noite a casa dela tava sozinha, ou quase sozinha, porque ela tinha que cuidar de um dos irmãozinhos. Mas que os cinquenta parentes com quem ela mora (exagero, mas é uma porrada) iam todos sair. Então a gente tinha caminho livre pra foder à vontade. Sim, obviamente o pivete pequeno a gente tava pouco se fodendo, haha. A questão é que, pra escapar em casa, inventei que tinha jogo de futebol com os caras e que depois a gente ia tomar uma cerveja. A típica. Saí todo vestido com a roupa do meu querido San Lorenzo e com as chuteiras na mão. Cuidando de todos os detalhes. Antes, já tínhamos combinado o horário com a gostosa pelo Whatsapp. Caminhei até a casa da Cloe. Se a nossa parte da vila é pobre, a da Cloe leva isso a outro nível. De noite, não tem nem meia luz; a rua vira quase um corredor, de barro, claro. Assustaria qualquer um. Mal te ilumina o fogo de alguma esquina onde queimam lixo. Atravessei os paletes de madeira que servem como separação da rua e do terreno da mina. "Sou eu" falei assim que atravessei, só por garantia. "Pode entrar, meu amor" a Cloe respondeu de dentro. Por sorte não era uma noite fria porque eu já tinha visto que faltavam umas quatro ou cinco tábuas de madeira do barraco. Assim que entrei, a Cloe tava tomando chimarrão sozinha com a mesma roupa putona que ela usava ao meio-dia. O irmãozinho mais novo dela brincava com um caminhãozinho sem roda no chão de terra, bem longe do olhar da irmã que era responsável por cuidar dele. Mal terminei de entrar, a Cloe veio pra cima de mim, pulou em mim e começou a me beijar na boca. Eram beijos bem profundos, passionais, igual os do meio-dia. Segurando ela levantada na minha cintura, eu apertava bem firme os peitos da bunda dela e fazia ela sentir na virilha nua a minha pica bem dura. Quanto mais a gente transava, mais se excitava, a respiração dos dois ficava mais ofegante, mais forte, e a Cloe soltava uns gemidos suaves. Eu tava louco de tesão e a Cloe adorava me ter assim nas mãos dela. A mina sabia muito bem como te deixar aos pés dela em poucos minutos. A gente entrou, seguindo as instruções da Cloe, no quarto dela (dela e dos irmãos demais) e caiu numa das camas de uma das irmãs dela. A Cloe ficou por cima de mim e a gente começou a se beijar na cama. Minha pica dura afundava na calcinha dela. Ela tirou minha camiseta do corvo e cravou as unhas no meu peito. "E se eu te marcar todo?" Ela falava enquanto dava pulinhos na minha pica ainda com roupa. Eu respondia "não, não, não faz assim" enquanto ela curtia e gozava de me ter completamente aos pés dela. A gente tirou rápido o resto da roupa e a mina, ao tirar a calcinha fio dental branca minúscula, passou ela toda no meu rosto pra eu sentir bem o cheiro de mulher, de mina suja, melada o dia inteiro. Eu senti a pica muito, muito mais dura. Claro que sem ligar absolutamente nada pro irmãozinho que ela deveria estar cuidando. cuidando, seguimos com nossa calentura extrema até sentir que meu pau sem camisinha, pele com pele, entrava até o fundo da buceta dela encharcada. Ela tava completamente doida e meu pau deslizou até cravar bem no fundo daquela buceta ainda apertada. Cloe soltou uns gemidos e gritos bem quentes. Começou a pular em cima de mim, a destruir meu pau em cada cavalgada. Sentir a pele com a pele dava toda aquela loucura, aquele tesão tão especial. A cama velha rangia pra caralho, e isso, que parecia deixar a Cloe ainda mais animada, fazia ela me cavalgar com mais força. Ela continuava cravando as unhas no meu peito, já sem se importar com nada. Gritava e gemia alto, e pelas paredes finas de madeira do barraco, aposto que dava pra ouvir nos barracos vizinhos. A gente tava solto, enquanto Cloe gritava de prazer, eu beijava as tetinhas dela, beijava e mordia de leve os biquinhos. Ali, no meio da foda, naquela cavalgada quente, naquela loucura, Cloe cravou as unhas com força no meu peito, veio pra cima de mim e, me beijando toda quente, falou: "me faz tua namorada". Eu, meio surpreso, mas com um tesão do caralho de ter ela me cavalgando no barraco dela, falei: "como?". E ela, curtindo a situação e fazendo meu pau encher com o fluxo dela que já jorrava pra caralho, respondeu: "sim, compadre, me faz tua namorada, chupa minha xereca, a corna, eu sou tua mina, me faz tua namorada já". Obviamente, tanto encantado quanto com um tesão absurdo, falei que sim, na hora. "Te faço minha namorada então." Cloe, pulando de volta no meu pau e fazendo cada cavalgada me deixar a ponto de explodir, comemorou minha resposta dizendo: "uff, que namorado gostoso que eu tenho, termina de me criar, love", falava entre risadas. Cloe continuou me cavalgando até que eu não aguentei mais e, me deixando levar, gozei tudo dentro dela. Foi uma gozada violenta, onde eu sentia os jatos de porra explodindo dentro da buceta dela. Ela recebia tudo com prazer e me beijava na boca com loucura. A gente ficou ali. deitados pelados, gozados e cheios de leite, trocando beijos... Esperem o próximo porque vem uma bomba por aí.
Um dia, no meio da semana, tava indo pro meu barraco almoçar e cruzei com ela comprando água sanitária no boteco. Ela tava lá, apoiada com os braços na janelinha gradeada do boteco, e empinando pra fora aquela bunda minúscula e perfeita. Além disso, toda vestida de preto brilhante, que fazia aquela bundinha minúscula se destacar ainda mais com o sol forte. De longe já dava pra ver a fio dental, triângulo bem marcado e quase transparente.
Fiquei pensando, enquanto olhava, que mistura estranha de queijo e presunto sem refrigeração, guisado e polenta, ruas de barro e alagadas, faz com que tão novinhas as meninas da vila tenham uma bunda tão grande. Porque a Cloe é muito gostosa, óbvio, mas não é a única. Anda duas quadras e não cruza com menos de quatro ou cinco novinhas que racham o chão. Dá pra andar quarteirões e quarteirões pela cidade burguesa de Buenos Aires e não cruzar em toda a cidade o que você vê em quatro quadras da vila.
Cheguei por trás e apertei suavemente a cintura dela, aproveitando que ela tava só com um top tipo sutiã. Sentir minha pele na dela fez ela se virar na hora. Ela sorriu ao me ver. A Cloe pode ser uma puta infernal na cama, mas ainda guarda um pouco daquele olhar mais inocente, mais de menina, que se ilumina quando te vê. Mesmo assim, rapidinho ela tomou conta da situação e partiu pra cima: "E aí, rancho, soltaram a coleira?" (Pra quem não é da Argentina, "rancho" é tipo um saludo, e "coleira" é...) por estar de casal). A gente ficou trocando umas palavras enquanto ela pagava no mercadinho e eu caminhei junto com ela até a casa dela. Depois de uns passos, peguei na mão dela e dei um puta beijo. Daqueles apaixonados, fortes, bem profundos. A Cloe me comeu a boca com vontade, se deixou levar e a gente ficou se pegando um tempão. Ela em pé, encostada em mim, colocando aquela buceta contra minha virilha. Logicamente, como eu não tava de cueca, meu pau duro e ereto batia nela, e quanto mais ela sentia, mais me beijava. Eu apertava as bundinhas dela. Tanto que até levantei ela com as mãos e sentamos em cima do capô de um Volkswagen Pointer velho e abandonado. Sentados lá em cima, a Cloe ficou no meu colo, apoiando toda aquela bunda linda no meu pau, que já tava duro, ereto e com a cabeça grossa. Além disso, ver aquele top tipo sutiã nela me deixava louco. A gente deve ter ficado uns vinte minutos se beijando sem parar. Com a loucura de estar no meio da rua da vila, à vista de qualquer um. A Cloe, que tinha que ir embora, me disse que naquela noite a casa dela tava sozinha, ou quase sozinha, porque ela tinha que cuidar de um dos irmãozinhos. Mas que os cinquenta parentes com quem ela mora (exagero, mas é uma porrada) iam todos sair. Então a gente tinha caminho livre pra foder à vontade. Sim, obviamente o pivete pequeno a gente tava pouco se fodendo, haha. A questão é que, pra escapar em casa, inventei que tinha jogo de futebol com os caras e que depois a gente ia tomar uma cerveja. A típica. Saí todo vestido com a roupa do meu querido San Lorenzo e com as chuteiras na mão. Cuidando de todos os detalhes. Antes, já tínhamos combinado o horário com a gostosa pelo Whatsapp. Caminhei até a casa da Cloe. Se a nossa parte da vila é pobre, a da Cloe leva isso a outro nível. De noite, não tem nem meia luz; a rua vira quase um corredor, de barro, claro. Assustaria qualquer um. Mal te ilumina o fogo de alguma esquina onde queimam lixo. Atravessei os paletes de madeira que servem como separação da rua e do terreno da mina. "Sou eu" falei assim que atravessei, só por garantia. "Pode entrar, meu amor" a Cloe respondeu de dentro. Por sorte não era uma noite fria porque eu já tinha visto que faltavam umas quatro ou cinco tábuas de madeira do barraco. Assim que entrei, a Cloe tava tomando chimarrão sozinha com a mesma roupa putona que ela usava ao meio-dia. O irmãozinho mais novo dela brincava com um caminhãozinho sem roda no chão de terra, bem longe do olhar da irmã que era responsável por cuidar dele. Mal terminei de entrar, a Cloe veio pra cima de mim, pulou em mim e começou a me beijar na boca. Eram beijos bem profundos, passionais, igual os do meio-dia. Segurando ela levantada na minha cintura, eu apertava bem firme os peitos da bunda dela e fazia ela sentir na virilha nua a minha pica bem dura. Quanto mais a gente transava, mais se excitava, a respiração dos dois ficava mais ofegante, mais forte, e a Cloe soltava uns gemidos suaves. Eu tava louco de tesão e a Cloe adorava me ter assim nas mãos dela. A mina sabia muito bem como te deixar aos pés dela em poucos minutos. A gente entrou, seguindo as instruções da Cloe, no quarto dela (dela e dos irmãos demais) e caiu numa das camas de uma das irmãs dela. A Cloe ficou por cima de mim e a gente começou a se beijar na cama. Minha pica dura afundava na calcinha dela. Ela tirou minha camiseta do corvo e cravou as unhas no meu peito. "E se eu te marcar todo?" Ela falava enquanto dava pulinhos na minha pica ainda com roupa. Eu respondia "não, não, não faz assim" enquanto ela curtia e gozava de me ter completamente aos pés dela. A gente tirou rápido o resto da roupa e a mina, ao tirar a calcinha fio dental branca minúscula, passou ela toda no meu rosto pra eu sentir bem o cheiro de mulher, de mina suja, melada o dia inteiro. Eu senti a pica muito, muito mais dura. Claro que sem ligar absolutamente nada pro irmãozinho que ela deveria estar cuidando. cuidando, seguimos com nossa calentura extrema até sentir que meu pau sem camisinha, pele com pele, entrava até o fundo da buceta dela encharcada. Ela tava completamente doida e meu pau deslizou até cravar bem no fundo daquela buceta ainda apertada. Cloe soltou uns gemidos e gritos bem quentes. Começou a pular em cima de mim, a destruir meu pau em cada cavalgada. Sentir a pele com a pele dava toda aquela loucura, aquele tesão tão especial. A cama velha rangia pra caralho, e isso, que parecia deixar a Cloe ainda mais animada, fazia ela me cavalgar com mais força. Ela continuava cravando as unhas no meu peito, já sem se importar com nada. Gritava e gemia alto, e pelas paredes finas de madeira do barraco, aposto que dava pra ouvir nos barracos vizinhos. A gente tava solto, enquanto Cloe gritava de prazer, eu beijava as tetinhas dela, beijava e mordia de leve os biquinhos. Ali, no meio da foda, naquela cavalgada quente, naquela loucura, Cloe cravou as unhas com força no meu peito, veio pra cima de mim e, me beijando toda quente, falou: "me faz tua namorada". Eu, meio surpreso, mas com um tesão do caralho de ter ela me cavalgando no barraco dela, falei: "como?". E ela, curtindo a situação e fazendo meu pau encher com o fluxo dela que já jorrava pra caralho, respondeu: "sim, compadre, me faz tua namorada, chupa minha xereca, a corna, eu sou tua mina, me faz tua namorada já". Obviamente, tanto encantado quanto com um tesão absurdo, falei que sim, na hora. "Te faço minha namorada então." Cloe, pulando de volta no meu pau e fazendo cada cavalgada me deixar a ponto de explodir, comemorou minha resposta dizendo: "uff, que namorado gostoso que eu tenho, termina de me criar, love", falava entre risadas. Cloe continuou me cavalgando até que eu não aguentei mais e, me deixando levar, gozei tudo dentro dela. Foi uma gozada violenta, onde eu sentia os jatos de porra explodindo dentro da buceta dela. Ela recebia tudo com prazer e me beijava na boca com loucura. A gente ficou ali. deitados pelados, gozados e cheios de leite, trocando beijos... Esperem o próximo porque vem uma bomba por aí.

4 comentários - De novinho com a amiga do meu filho (gostosa)
Sublime, jajajaj van points!!!