O dia que esquentei um velho no mato

Oi, meu nome é Carla, tenho 33 anos atualmente e sou de San Luis. Quero contar uma história que só de lembrar já fico toda molhada. Das vezes que me lembrei e me masturbei inteira... Aconteceu quando eu tinha acabado de fazer 18 anos... terminei o ensino médio e, pra ser sincera, não tava afim de estudar nem de trabalhar... tava meio perdida. Meus pais pediam pra eu escolher uma carreira, mas eu não me decidia... não tinha planejado absolutamente nada. Tirei uns meses pra pensar. Provavelmente seguiria a carreira de gendarme igual meu pai... mas ainda não tinha decidido. Chegou dezembro e meus pais me propuseram viajar com eles pra Buenos Aires. Falei que não, porque naquela época eu tava namorando e passava o tempo todo transando e transando com meu namoradinho de 19 anos. Meus pais me disseram que tinham que viajar de qualquer jeito, comigo ou sem mim. Pedi pra ficar na casa do meu namorado, já que ele morava só com o pai... Minha mãe, sabendo dessa situação, me proibiu de ficar com ele e me obrigou a ir pro campo, na casa dos meus avós. Eles moravam numa fazenda afastada da cidade, uns 20 km de campo... Sem escolha, aceitei, já que não tinha com quem ficar e me irritava viajar com meus pais. Chegou janeiro, um calor insuportável. Meu pai me levou até a fazenda onde meus avós moravam. Eles estavam super felizes... eram idosos, uns 80 anos. Eu não os visitava fazia uns 3 anos. Chegamos e meus avós prepararam a cama e o jantar... comemos e jogamos cartas. E assim os dias foram passando. Eu ia ficar lá por apenas 2 semanas. Mas depois da primeira semana, me deu um tédio horrível. Já não sabia mais o que fazer. Ainda por cima, com o calor e os hormônios, a vontade de transar era enorme... e ainda sentia falta do meu namorado. Passaram 2 dias e meu tesão já tava além dos limites. Me masturbei todas as noites, mas precisava de mais. No outro dia, fui dar uma volta pela fazenda pra ver se tinha algum homem por ali pra me comer. Já não me importava mais em ser fiel ao meu namorado, só precisava. Sentir o pau bem dentro. Procurei e procurei, mas não encontrei ninguém... não tinha homem jovem. Só estavam meus avós. Dona Rosa a 100 metros e seu Carlos, o peão da fazenda, que já tava bem velho. Conhecia ele desde pequena e sempre foi muito gentil comigo. Típico homem do campo. As horas passavam e eu não conseguia me saciar... Fantasiei com a ideia de dar uma quentada no meu avô, mas duvido que ele levantaria... Nos dias seguintes, comecei a andar leve de roupa, sem sutiã, pra marcar os bicos dos peitos e assim esquentar meu avô... mas só levava bronca da minha avó. Um dia fui tomar um banho porque o calor tava insuportável e notei que meu avô tava no quarto... minha avó na cozinha. Chamei ele com a desculpa de que tinha esquecido a toalha e pedi pra ele me alcançar uma. O inocente foi. Bateu na porta e eu mandei ele entrar, e aí ele me viu toda pelada. Me fiz de sonsa e me tampei na hora. O avô ficou de boca aberta. Aquela sensação de deixar ele excitado me deixou toda poderosa... e passei a tarde toda me masturbando. No dia seguinte, minha avó comentou que iam pra cidade fazer as compras do mês e que iam demorar umas 10 horas... Eu falei pra eles irem tranquilos que eu cozinhava sozinha. Passaram algumas horas e o calor tava insuportável. Fui pra sombra me refrescar... e aí vi seu Carlos trabalhando, todo suado e acalorado. Era o único homem que tinha, e já que tinha esquentado meu avô só de me olhar, com seu Carlos eu podia me soltar sem culpa... Fui puxar conversa e levar água fresca pra ele. A gente conversou horas... eu contava sem vergonha que passava o tempo todo transando com meu namorado. Ele ria e desviava o assunto. Num momento, olhei pra virilha dele e notei que tava endurecendo. Aquilo me excitou... minhas histórias tinham deixado ele duro. Me fiz de besta e fui pra dentro. Pensei que tinha que esquentar o velho. Então, baixei a regata e saí de peitos de fora pro campo, caminhando.O dia que esquentei um velho no matoCheguei sem camisa perto do seu Carlos e perguntei se ele conhecia algum lugar pra me refrescar. Ele ficou pasmo, de boca aberta, e me perguntou o que eu tava fazendo. Eu disse que tava com calor e que costumava andar assim. Que meus avós sabiam. Além disso, ele me conhecia desde pequena. Ele falou que, se os avós sabiam, não teria problema em me acompanhar... Aí a gente foi uns metros na frente... Eu tava de peitos de fora e ele conversando comigo. Chegamos num riacho e eu agradeci dando um abraço nele. Encostei meus peitos no corpo dele. Tirei meu short e entrei na água... Claro que saí na hora, porque a água era uma porcaria. Antes de sair, tirei a calcinha e pedi: "Seu Carlos, segura pra mim.gostosaEle tava com uma cara de felicão enquanto me olhava com minha fio dental na mão dele.velhoSaí da água e perguntei pro seu Carlos se ele queria nadar comigo. Ele me disse que não. "Vamos", falei, "descansa um pouco..." Mas ele não queria aceitar. Eu já tava fervendo, queria que o seu Carlos me penetrasse logo, então comecei a seduzir ele.vadia gostosa

ninfomaniacaPego minha tanga e visto ela. Ele me pergunta: "Aconteceu alguma coisa, senhorita?" Eu respondo: "Não... é que nadar sozinha me entedia, e já que o senhor não me acompanha, prefiro ir pra casa." Pensei que o Dom Carlos ia dizer que estava tudo bem... mas ele se excitou com meu corpo nu. "Espere, senhorita... vou acompanhá-la." Ele entrou na água de camiseta e cueca. Eu falo: "Não, Dom Carlos, tire tudo, senão não é justo, olha como eu estou." O velho tirou a camiseta, mas a cueca não deixava eu olhar pro pau dele até eu chamá-lo pra sair. Ele aceitou, envergonhado, e eu me aproximei.sexo com coroasMeu pau tava meio duro e eu peguei nele. Ele me agarrou pelos peitos. Começou a chupar meus peitos... eu tava muito tesuda. Ele pergunta: "Tem certeza, senhorita?" Falei: "Fica tranquilo.O dia que esquentei um velho no matoEla começa a me chupar toda e eu pego na pica dela. Agora sim, ela tava bem dura.gostosaJá tô toda excitada, decido chupar ele e começo nosso show.velhoEle gozava e gozava. Tava comendo uma mina de 18 e eu tava mais piranha do que nunca.vadia gostosaFiz coisas nele que ninguém nunca fez... ele ficou doido e me jogou no chão... começou a chupar minha buceta até eu gozar. Na mesma hora pedi pra ele meter.ninfomaniaca
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O dia que esquentei um velho no matoEle me comia e me comia, eu amava que ele metesse em mim. Dei mais dois orgasmos pra ele.gostosaMe colocou de quatro e meteu bem forte... Gozei de novo. Eu tava muito tesuda. Ele se deitou cansado e me perguntou: "Já acabou?" Eu respondi: "Não, seu Carlos, agora falta o senhor." Subi em cima dele e montei por um tempo.velhoDei uns sentões que ele não aguentou... Quando vi que ele tava prestes a gozar, chupei a pica dele e comi a porra toda...vadia gostosa
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sexo com coroasO velho derramava porra e mais porra. Engoli tudo e voltamos pra casa. Pouco depois meus avós chegaram... Jantamos e num momento meu avô me perguntou se eu topava levar as sobras pro seu Carlos. Aceitei na hora. Fui pra casinha dele e entrei sem pedir licença. Seu Carlos tava no chuveiro, então entrei, me despi e entrei com ele. Lavei ele e chupei ele. Ele me virou e começou a me foder. Meteu tão forte que eu gritei que nem uma puta no cio. Pergunto se posso mamar ele e ele não responde. Só começa a gozar dentro de mim... como nunca tinha sentido, já que meu namorado se cuidava, fiquei com muito tesão e gozei.O dia que esquentei um velho no mato
gostosaFui embora com a buceta cheia de porra. Meus avós me perguntaram por que demorei, e eu contei que fiquei fazendo companhia pro seu Carlos. Entrei no quarto, enfiei os dedos e lambuzei tudo com a porra do velho.. Experiência maravilhosa. No dia seguinte, meus pais vieram me buscar e eu voltei com toda a porra do seu Carlos dentro da barriga... Nunca mais o vi, e depois fiquei sabendo que ele faleceu pouco tempo depois.. Então dei a ele uma bela despedida. E foi assim que eu comi o peão da fazenda. Espero que tenham gostado, amigos. Até a próxima.

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