Minha Amiga Milf - Parte 2

Minha Amiga Milf - Parte 2Camila já tinha virado rotina. Passava pela esquina. Ficava batendo papo com o Dany. Deixava doces na mochila dele. Mandava memes. Fazia perguntas que iam além da sala de aula. E olhava pra ele com uma mistura de admiração e safadeza que fazia a voz do Dany tremer. Uma tarde, depois das aulas, falou na lata: — Cê me agrada, Dany. Não sei o que cê tem… mas me agrada. E quero ver o que rola se deixar eu te conhecer mais. Ele não soube o que responder. Mas sorriu. E isso foi o bastante pra Marizza ver ele da janela, de novo. — Que que há com a menina? — perguntou Marizza naquela mesma noite, de braços cruzados na cozinha. — A Camila? — Não. A Virgem Maria? Claro que a Camila! — disse com um sorriso irônico. — Te vi com ela. Agora tá saindo com aluna? — Te incomoda? — Eu? Pra nada. Só acho engraçado que cê se contenta com uns olhares e já esquece dessa casa. Dany se aproximou. — Não esqueci. Mas não posso viver esperando você ter uma tarde livre e sem marido. Ela encarou ele com os olhos semicerrados. — Quer ficar com ela de verdade? — Sei lá. Ela me agrada. — E a gente? — A gente… você foi clara. Só sexo. Sem cobrança. Silêncio. Ela baixou o olhar. Apertou os lábios. — Não sei se curto isso em você. — O quê? — Que cê leva tudo ao pé da letra. E sem dizer mais nada, se aproximou, beijou ele com força. Empurrou ele contra a geladeira. Se abaixou. Puxou a calça dele pra baixo. E sem rodeios, começou a chupar a pica dele com fúria. Os movimentos dela eram rápidos, intensos, desesperados. Como se quisesse marcar território com a língua. Como se quisesse apagar qualquer vestígio da Camila. Dany ofegava. Apoiou as mãos na bancada. Ela olhava pra ele de baixo, com os lábios ocupados e os olhos acesos. Quando terminou, limpou a boca, encarou ele séria e disse: — Pode sair com quem quiser. Mas quando bater vontade de chuparem sua pica como Deus manda… cê sabe onde bater. E foi embora, deixando o Dany no meio da cozinha, sem fôlego, e de pau a cabeça… ainda mais confusa.milfCamila esperou ele na saída da faculdade, sorrindo como sempre, mas dessa vez… com um brilho diferente nos olhos.
—Que tal a gente dar uma volta? Tenho uma coisa que quero fazer — falou, pegando a mão dele sem pedir licença.

Dany topou. Era fácil se deixar levar com ela. Ela tinha aquela mistura de carinho e confiança que fazia a gente querer segui-la até o fim do mundo.

Caminharam um pouco. Riram. Dividiram uma bebida. Pararam debaixo de uma árvore, com a brisa do entardecer brincando com a roupa deles.

—E agora? — perguntou ele, vendo que ela se aproximava mais do que devia.

Camila não respondeu.
Só encarou ele, passou os dedos no pescoço dele e o beijou.

Foi um beijo quente, lento, doce… mas cheio de promessa.

E naquele exato instante — como se o destino fosse um filho da puta — uma sombra parou na beira da rua.

Marizza.
Óculos escuros. Blusa branca. Cara fechada. Atrás das lentes, os olhos brilhavam que nem navalha.

Camila não viu. Dany viu. E congelou.

—O que foi? — perguntou ela, sem entender.

—Nada — mentiu ele—. Vamos, te levo em casa.

Naquela noite, Dany recebeu uma mensagem:

“Vem. Agora. Sozinho.”

Quando chegou na casa da Marizza, ela tava no quintal, com uma taça de vinho, pernas cruzadas, e cara de poucos amigos.

—Belo beijo, hein? — perguntou, sem nem dar oi.

—Não foi planejado — ele tentou explicar—. Só aconteceu.

—E depois? O que ia rolar? Um café? Uma noite? Um namoro?

—E se fosse?

Marizza levantou.
Chegou perto devagar. Encara ele.

—Você é um ingrato.

—Não te devo nada, Marizza.
Você foi clara: “Só sexo”. Agora quer outra coisa?

Ela não respondeu. Só pegou ele pelas bolas, com a mão firme, tipo marcando território.

—Não sei se quero outra coisa — falou com a voz rouca—.
Mas o que eu não quero… é que outra tire o que eu fiz crescer.

Soltou ele.
—Pode beijar quem quiser, Dany.
Mas quando a fome bater de verdade…
você sabe quem te alimenta como homem.

E sem mais, virou as costas e foi pro quarto, deixando ele ali, parado. A porta aberta. Um convite silencioso. Uma ameaça doce. Um jogo que já não tinha regras. Era sábado, passava das oito. O céu se cobria de um laranja denso, e o ar estava carregado daquela energia estranha das coisas que terminam. Dany recebeu a mensagem na lata: "Vem. Quero falar. A sós." Quando cruzou a porta, ela o esperava na sala, sem maquiagem, de camisola de seda, descalça, e com os olhos vermelhos. Não por ter chorado… mas por ter pensado demais. — Não vou enrolar — disse Marizza, sem rodeios. — O seu rolo com a Camila vai crescer. Tô vendo. E fico feliz. Dany franziu a testa. — Fica feliz? Ela se aproximou. Acariciou o rosto dele com a palma inteira, como se tentasse memorizá-lo. — Sim. Porque ela pode te dar coisas que eu não posso. E porque você é melhor do que pensa. Embora… — baixou o olhar — eu gostaria que você não tivesse que ir embora de vez. — O que você quer dizer? Marizza engoliu em seco. Sustentou o olhar. — Quero te pedir uma última vez. Uma só. Uma que nos deixe marcados. Uma que me faça lembrar com o corpo… o que nunca vou poder repetir. Dany não respondeu. Só a beijou. E dessa vez não teve pressa. Teve fome. Ele a levou até o quarto em silêncio. A despiu com lentidão. Beijou os ombros dela, as costas, os peitos, a cintura, como se cada parte fosse um adeus.Relatos eroticosEla o despiu como se fosse dele pela última vez. E se entregaram por completo. O encontro foi selvagem, mas também terno. Ela se agarrava nele com as pernas, guiava o pau dele pra dentro da buceta com as mãos, sussurrava coisas no ouvido dele que jamais diria a mais ninguém. Dany olhava pra ela, e por dentro… ardia. —Não me esquece — ela sussurrou, cavalgando o pau dele com força, com a buceta molhada, os peitos pulando e os olhos marejados. —Não conseguiria, mesmo se quisesse — ele ofegou, segurando-a pelo quadril. Na última estocada, Marizza se arqueou com um gemido suave, e ele gozou tremendo, mordendo o ombro dela, sem se segurar. Caíram juntos, enroscados. Silêncio. Suor. Respiração ofegante. E um coração batendo onde antes só havia luxúria. Minutos depois, Marizza acariciou o cabelo dele enquanto ele estava deitado sobre os peitos dela. —Você é novo. Tem tudo pela frente. Eu fui um desvio no seu caminho… mas fico feliz de ter sido seu desvio favorito. Dany não respondeu. Beijou ela com ternura. Ela olhou pra ele, séria, com um sorriso melancólico: —Quando a vida cansar você… ou você se enjoar das meninas que não sabem o que querem… lembra que eu vou estar aqui pra você. De braços abertos. E a buceta também. Ele sorriu. E foi embora. Mas enquanto caminhava, sabia que… aquele corpo, aquela história, aquela mulher… não se esquece. Só se guarda. Na memória… e na pele.relatos porno

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