Uns anos atrás, eu tava saindo com um músico. Eu tinha 23, ele 27. Sempre curti caras mais velhos que eu, e, desde moleca, músico era meu alvo favorito.
Eu e o Facu transava direto, mas não éramos namorados. Ele era músico de balada, tocava todo fim de semana, e, mesmo curtindo transar comigo sempre, adorava o assédio que tinha por ser músico, desenrolado e bonito, e aproveitava isso.
Naquela época, o Tinder era bem novo e eu tava ativa na rede, apesar do meu rolo fixo com o Facu. Na real, eu gostava dele, e o mesmo medo de me apegar, junto com saber que ele comia outras, fazia com que eu de vez em quando me encontrasse com outros caras também. Eu morava sozinha, e nessa idade tem que aproveitar. Soube tirar leite de pedra daquela casinha, e de todos que a visitavam também...
Uma noite, com vontade de transar com o Facu, mandei mensagem. Ele disse que já tinha combinado de ir dançar com os amigos e depois tinha que tocar com a banda dele em umas baladas. Insisti que tava afim de vê-lo, e ele falou: "Por que você não vai pro baile com a gente? Se arruma, fica gostosa, a gente dança e se diverte, e quando eu voltar de tocar, a gente se vê." Acabei topando pela vontade que tava, e fomos dançar em grupo com alguns amigos dele. Me vesti bem sexy: meia arrastão, minissaia preta, top branco, salto médio vermelho, lábios pintados de vermelho também, e uma calcinha preta de renda por baixo — lingerie preparada pra ação depois da dança.
Ele foi me buscar de carro, me fez sentar na frente, e os amigos dele foram atrás. Quando me viu vestida daquele jeito, me olhou de cima a baixo e eu notei a cara de tarado dele. Me beijou de língua na frente dos amigos, e eu me deixei levar, mesmo com um pouco de vergonha. No caminho, fomos conversando de boa, mas o Facu de vez em quando passava a mão na minha perna no carro. Um dos amigos dele me parecia conhecido, mas eu não conseguia lembrar de onde. Quando a gente desceu do carro chegando na balada, cumprimentei os três amigos dele com um beijo. O que me parecia... conhecido era bem bonito, e ao me cumprimentar, me deu um beijo na bochecha, mas bem perto dos meus lábios. Usava um perfume que eu amava (Polo Blue), o que me atraiu bastante. Além disso, aproveitou para tocar minha cintura rapidamente, como parte do cumprimento, o que me gerou uma mistura de desconforto e tesão. Só um tempo depois, quando fui ao banheiro e olhei o celular, percebi de onde o conhecia. Chegou um WhatsApp, era um cara com quem eu tinha conversado no Tinder há um tempo, inclusive tendo papos quentes. Depois nem lembro por que paramos de falar e foi se perdendo. Mas não fazia ideia de que era amigo do Facu. Assim que entrei no banheiro, li a mensagem dele: "A verdade é que você está gostosa pra caralho, pelas fotos do Tinder já achava, mas pessoalmente você é um absurdo" "Não quero te ofender porque você está com meu amigo, mas não consegui segurar a vontade de te falar"… "que fique entre a gente". Isso tudo me deixou a mil, com a vontade que eu tava de dar uma foda naquela noite, somado à adrenalina e ao tesão que a situação me dava de repente, me acendeu ainda mais. Respondi seca, mas direta: "valeu, você também tá bonito. Isso fica aqui." Voltando do banheiro, fomos beber algo no balcão com o Facu, meu boy. Ele me contou que naquela noite ia tocar em 3 baladas, das 3 da manhã até umas 6, e que se eu quisesse, ele me deixava em casa quando fosse tocar, e na volta voltava, e mesmo que fosse tarde, queria me pegar de qualquer jeito. Eu disse que amava a ideia, e mesmo que às 6 eu pudesse estar mais dormindo que acordada, tava com muita vontade de ficar com ele. No grupo de amigos, eram 5 caras no total, e a verdade é que durante a noite eles estavam muito na deles, o Facu dançava comigo de vez em quando, mas é o típico que não quer parecer um otário no grupo, então não me dava muita bola. Na real, eu conversava de boa com os amigos dele, zoando, e ele não ligava nada, então a situação com o cara do Tinder passou meio batida. dissimulada. Até dançamos umas músicas e o Facu, que ficava enchendo o saco com os amigos dele e não escondia as olhadas pras outras minas no baile, levou na boa eu dançar com o amigo dele. O tempo passou super rápido, devemos ter dançado umas hora (o baile começou às 2 da manhã e às 3 o Facu tinha que vazar). Fiquei com vontade de falar que ia ficar com os amigos dele (ou melhor, que ia ficar com o "amiguinho" dele), mas não dava, então depois de dançar umas músicas juntos e bem safados, o Facu me leva pra casa. Ele me come a boca na porta de casa, começa a me apalpar e me esquentar, falo pra ele entrar uns minutinhos e ele diz que tá chegando tarde, que não pode. Insisto, começo a passar a mão na rola dele e desço um segundinho pra chupar. Desabotoo o botão dele, dou uns beijinhos e falo: "vai, em 5 minutos te deixo feliz e você vai tocar sossegado", haha. A rua onde eu moro não é muito movimentada, mas também não é um descampado, e era muito arriscado fazer um boquete ali mesmo, então a gente entrou. Assim que ele passa pela porta de casa, eu como a boca dele, e não demoro pra começar a passar a mão na rola dele, que já tava dura pra caralho quando tirei da calça. Sentei no sofá e, com ele de pé, fiz o que mais gosto: chupei a rola inteira dele, aquela rola linda que ele tem, que tava tão dura e prestes a explodir só com a preliminar. Não passaram 5 minutos e ele gozou na minha boca inteira, era tanto que escorreu pelo meu queixo e caiu nos meus peitos. Engoli o que consegui, o Facu se limpou e vazou voando pra tocar. "Quando eu voltar, vou te foder todinha", ele disse, me comeu a boca mais uma vez e foi embora. Eu fiquei no fogo, estava suada, tesuda e cheia de leite, então fui tomar um banho frio. Mas quando chego no banheiro, cai uma mensagem do Edu, o cara do Tinder, amigo do Facu. "Sei que você tá com o Facu, mas a verdade é que senti uma química foda com você e não aguentei a vontade de te escrever, Luli. Desculpa, sei que sou sem noção, beijo enorme." Eu respondo que não tô com o Facu, que ele foi tocar e volta às 6, e que também senti essa Mesma química. Ela me responde: "Ahh, era sério que tocava hoje? Eu jurava que era um migué que ele enfiou pra gente pra poder ficar contigo, haha".
Respondo que não, que o Facu tinha me deixado sozinha, depois de eu me arrumar toda gostosa pra sair pra dançar com ele. Obviamente não contei da chupada de pau que tinha acabado de dar nele.
Edu me diz: "Olha, desculpa se continuo sendo atrevido, mas não vou segurar minha vontade de te falar que quero te ver. Sei que vocês não são namorados com o Facu, ele foi tocar e você sabe que ele tem um baita prestígio, então você não deve estar muito feliz (puta amigo, haja!!!). Além do mais, com a química que a gente teve, tenho certeza que um pouquinho você deve ficar tentada a se ver..."
A verdade é que ele tinha razão. E, mesmo achando meio atrevido e ousado o que ele tinha acabado de me escrever, falei que parecia um pouco metido, mas que ele estava certo. Continuamos trocando mensagens e a tentação, o tesão e o desejo me venceram, então combinamos dele vir um pouquinho aqui em casa. Ele disse que já ia pegar um táxi, que estava num tédio danado no baile e que só pensava em mim desde que eu fui embora, o que me deu ainda mais vontade de devorar ele inteiro. Enquanto tomava banho, estava nervosa, mas minha excitação não aguentava mais. Eu estava toda depilada e bonitinha pro Facu, tinha chupado o pau dele há 10 minutos e ainda tinha o gosto do sêmen na minha boca, tinha acabado de tirar a calcinha que coloquei pra ele, e o amigo dele com quem eu tinha flertado no Tinder ia estar na minha casa em uns 20 minutos pra me comer. Tava no jogo, entregue à liberdade, ao tesão e ao prazer da situação. Com o chuveiro, o efeito do álcool passou um pouco, fiquei mais desperta, e, mesmo tendo me masturbado um pouco enquanto a água corria pelo meu corpo todo, não quis demorar porque o Edu já ia chegar, então parei.
Assim que ele chegou (eram quase 4 da manhã), nos cumprimentamos com um beijo no rosto. A situação pareceu absurda, não tinha tanta intimidade, mas os dois sabíamos o que queríamos. Começamos a rir. E foi exatamente isso que quebrou o gelo e a gente se deu o primeiro beijo. A gente se comeu de boca com muita vontade e adrenalina. Mesmo assim, não tinha a mesma intimidade que com o Facu, obviamente. Deixo ele entrar e ele me pergunta se quero fumar um, que tem pra oferecer. Falei que sim, fomos direto pro meu quarto, coloquei um blues pra tocar pra entrar no clima e, de quebra, desintoxicar um pouco da música vagabunda do baile. O baseado e a música fizeram a gente ficar ainda mais à vontade, a situação era meio bizarra, sim, mas a gente tava ali e era o momento certo pra se comer com tesão e mais vontade do que nunca. Depois de conversar um pouco, voltamos a nos pegar, ele era daquelas pessoas com quem você tem uma química foda beijando, coisa que não acontece tantas vezes, daqueles beijos que esquentam, química pura entre lábios e línguas dos dois. Logo percebi que o pau dele ficou durasso, explodindo pra sair daquela jeans. Abri o zíper e comecei a tocar por cima da cueca, mas a ereção era tanta que tava explodindo de tão firme, então tirei pra fora e comecei a masturbar ele enquanto a gente continuava com aqueles beijos infernais. Era um pau muito bonito, de tamanho normal, mas bem grosso, cheio de veias e com a cabeça grande. Tava muito excitada, sentia tesão e vergonha, mas adorava, era a primeira vez que tava com duas pessoas na mesma noite, algo que eu sempre fantasiava mas nunca tinha rolado. A buceta brilhante e já molhada dele só me tentou mais, então minha boca foi direto nela. Comecei a chupar do jeito que sei fazer melhor, mas devagar, seguindo o ritmo do blues e com a brisa do baseado, devorava a cabeçona dele com meus lábios carnudos enquanto olhava nos olhos dele e tinha mistura de risadas e olhares de tesão e cumplicidade. Começo a passar minha linguinha por toda aquela cabeça e percorrer todo o tronco, até descer pras bolas e continuar batendo uma pra ele. Ele gemia de prazer e ficava cada vez mais molhado, mas no meio do boquete ele me para e fala que quer me comer toda. Eu, verdade seja dita, Morria de vontade de ser comida, então feliz deixei. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a chupar minha pussy. Sabia fazer direito, começou devagar, mas com o tesão que eu tava, não demorou pra acelerar o ritmo com a língua e, de quebra, brincar com um dos dedos no meu booty. Vendo que eu tava gostando do jogo, ele molhou os dedos com saliva e com meus fluidos, e foi brincando de pouquinho em pouquinho até meter dois dedos no meu booty, que entravam e saíam enquanto me dava um boquete foda. Mas de novo, quando eu tava perto do clímax, ele parou — odiei ele por um segundo, mas era por uma boa causa. Ele ia meter a cock grossa dele na minha pussy, que já não aguentava mais. Colocou a camisinha em tempo recorde e, levando minhas pernas pros ombros dele, começou a me penetrar. Sabia brincar com os ritmos e diminuía a velocidade quando a gente tava perto de explodir; verdade, eu amava, me deixava louca. A cock grossa dele era sentida em cada canto da minha pussy. Num momento em que ele começou a me foder rápido de novo, a cock dele escapou da minha pussy, e eu, sem dizer nada, peguei ela e levei pro meu tiny ass, na mesma posição, olhando nos olhos dele e mordendo os lábios. Os dedos que ele tinha metido enquanto me dava sexo oral tinham me deixado com mais vontade ainda no booty. Ele, também sem dizer nada, começou a me penetrar bem devagar pelo booty, deixando meu buraquinho se adaptar à grossura dele enquanto se mexia devagarinho e beijava meus pés apoiados nos ombros dele. Foi se movendo um pouco mais rápido, sem meter tudo, mas era uma delícia. Eu comecei a me tocar no clitóris enquanto aquela cock grossa ia entrando no meu booty, e não aguentei mais: gozei num orgasmo lindo e intenso, com um grito inevitável de prazer. Ele ficou paradinho enquanto eu gozava, mas não saiu do meu booty. Quando me recuperei de tanto prazer, ele começou a se mexer de novo. Eu tava extasiada, mas queria continuar e que ele terminasse depois de me tratar tão bem, o que não Demorou pra caralho pra acontecer. Propus que a gente ficasse de conchinha, sem deixar ele gozar dentro de mim. A gente fez isso, e foi mais fácil pra ele se firmar e me meter cada vez mais forte e rápido, dessa vez enfiando a pica toda. Quando entrou tudo, ele se aproximou do meu ouvido. Me beijou a orelha, coisa que me deixa louca, e falou: "Quer que eu coma bem essa sua bunda pequena?" Aí eu desafiei: "Uhum, pode vir com tudo"... Ele segurou minha cintura e meu cabelo, e começou a meter cada vez mais forte. Era a vez dele me foder com toda a intensidade e se esvaziar dentro de mim. Fui sentindo as estocadas cada vez mais fortes, eu gemia igual uma louca com aquela pica grossa enfiada na minha buceta, me fazendo delirar. Quando ele não aguentou mais, se firmou com tudo, senti o pau dele inchar e o leite jorrar, enquanto ele soltava um gemido de alívio e prazer. Ficamos abraçados e extasiados, por uns minutos esquecendo do mundo ao redor. Por sorte, meu estado de alerta me fez lembrar que o Facu ia chegar daqui a pouco, olhei no relógio e era umas 5:20 da madrugada. Ainda não tinha recebido mensagem dele avisando que ia sair do show, mas não podia deixar aquela noite de tanto prazer virar um desastre e uma briga minha com o Facu e entre eles como amigos. Falei as horas pro Edu, ele tirou a camisinha, se limpou rapidinho, se vestiu e foi embora. Pedi pra ele me deixar de presente umas flores de maconha, eu merecia, haha. Tomei outro banho, troquei os lençóis, tava morta mas era melhor não deixar evidência pra evitar problema à toa. Caí no sono, e lá pras 6 e pouco chegou mensagem do Javi: "Acabei de tocar, tô indo praí". Falei... tô morta, mas vem mesmo assim. Ele acabou chegando umas 6:30, tava bêbado e tão morto quanto eu, então a gente deitou e dormiu sem fazer nada. No dia seguinte, me sentindo uma menina má pelo que tinha feito na noite, acordei ele de beijos e fiz um boquete matinal que terminou numa transa gostosa cavalgando. em cima dele. Enquanto eu pulava no pau dele, o Facu pegava nas minhas tetas, e eu fechava os olhos, lembrando de tudo que tinha feito na noite. Isso me deu um tesão do caralho que me fez rebolar cada vez mais rápido, fazendo a gente gozar quase ao mesmo tempo.
Passamos o dia juntos em casa, entre gozadas, comidas, mate e baseados. De vez em quando chegava uma mensagem do Eduardo me lembrando o quão doido ele tinha ficado depois de me comer na noite anterior, então tive que avisar que tava ocupada e silenciar ele. O dia inteiro foi assim, e o tesão na minha cabeça me fazia ficar mais e mais excitada. Um fim de semana muito louco, muito intenso, muito quente.
Espero que tenham gostado, deixem pontos e comentem o que acharam!
Eu e o Facu transava direto, mas não éramos namorados. Ele era músico de balada, tocava todo fim de semana, e, mesmo curtindo transar comigo sempre, adorava o assédio que tinha por ser músico, desenrolado e bonito, e aproveitava isso.
Naquela época, o Tinder era bem novo e eu tava ativa na rede, apesar do meu rolo fixo com o Facu. Na real, eu gostava dele, e o mesmo medo de me apegar, junto com saber que ele comia outras, fazia com que eu de vez em quando me encontrasse com outros caras também. Eu morava sozinha, e nessa idade tem que aproveitar. Soube tirar leite de pedra daquela casinha, e de todos que a visitavam também...
Uma noite, com vontade de transar com o Facu, mandei mensagem. Ele disse que já tinha combinado de ir dançar com os amigos e depois tinha que tocar com a banda dele em umas baladas. Insisti que tava afim de vê-lo, e ele falou: "Por que você não vai pro baile com a gente? Se arruma, fica gostosa, a gente dança e se diverte, e quando eu voltar de tocar, a gente se vê." Acabei topando pela vontade que tava, e fomos dançar em grupo com alguns amigos dele. Me vesti bem sexy: meia arrastão, minissaia preta, top branco, salto médio vermelho, lábios pintados de vermelho também, e uma calcinha preta de renda por baixo — lingerie preparada pra ação depois da dança.
Ele foi me buscar de carro, me fez sentar na frente, e os amigos dele foram atrás. Quando me viu vestida daquele jeito, me olhou de cima a baixo e eu notei a cara de tarado dele. Me beijou de língua na frente dos amigos, e eu me deixei levar, mesmo com um pouco de vergonha. No caminho, fomos conversando de boa, mas o Facu de vez em quando passava a mão na minha perna no carro. Um dos amigos dele me parecia conhecido, mas eu não conseguia lembrar de onde. Quando a gente desceu do carro chegando na balada, cumprimentei os três amigos dele com um beijo. O que me parecia... conhecido era bem bonito, e ao me cumprimentar, me deu um beijo na bochecha, mas bem perto dos meus lábios. Usava um perfume que eu amava (Polo Blue), o que me atraiu bastante. Além disso, aproveitou para tocar minha cintura rapidamente, como parte do cumprimento, o que me gerou uma mistura de desconforto e tesão. Só um tempo depois, quando fui ao banheiro e olhei o celular, percebi de onde o conhecia. Chegou um WhatsApp, era um cara com quem eu tinha conversado no Tinder há um tempo, inclusive tendo papos quentes. Depois nem lembro por que paramos de falar e foi se perdendo. Mas não fazia ideia de que era amigo do Facu. Assim que entrei no banheiro, li a mensagem dele: "A verdade é que você está gostosa pra caralho, pelas fotos do Tinder já achava, mas pessoalmente você é um absurdo" "Não quero te ofender porque você está com meu amigo, mas não consegui segurar a vontade de te falar"… "que fique entre a gente". Isso tudo me deixou a mil, com a vontade que eu tava de dar uma foda naquela noite, somado à adrenalina e ao tesão que a situação me dava de repente, me acendeu ainda mais. Respondi seca, mas direta: "valeu, você também tá bonito. Isso fica aqui." Voltando do banheiro, fomos beber algo no balcão com o Facu, meu boy. Ele me contou que naquela noite ia tocar em 3 baladas, das 3 da manhã até umas 6, e que se eu quisesse, ele me deixava em casa quando fosse tocar, e na volta voltava, e mesmo que fosse tarde, queria me pegar de qualquer jeito. Eu disse que amava a ideia, e mesmo que às 6 eu pudesse estar mais dormindo que acordada, tava com muita vontade de ficar com ele. No grupo de amigos, eram 5 caras no total, e a verdade é que durante a noite eles estavam muito na deles, o Facu dançava comigo de vez em quando, mas é o típico que não quer parecer um otário no grupo, então não me dava muita bola. Na real, eu conversava de boa com os amigos dele, zoando, e ele não ligava nada, então a situação com o cara do Tinder passou meio batida. dissimulada. Até dançamos umas músicas e o Facu, que ficava enchendo o saco com os amigos dele e não escondia as olhadas pras outras minas no baile, levou na boa eu dançar com o amigo dele. O tempo passou super rápido, devemos ter dançado umas hora (o baile começou às 2 da manhã e às 3 o Facu tinha que vazar). Fiquei com vontade de falar que ia ficar com os amigos dele (ou melhor, que ia ficar com o "amiguinho" dele), mas não dava, então depois de dançar umas músicas juntos e bem safados, o Facu me leva pra casa. Ele me come a boca na porta de casa, começa a me apalpar e me esquentar, falo pra ele entrar uns minutinhos e ele diz que tá chegando tarde, que não pode. Insisto, começo a passar a mão na rola dele e desço um segundinho pra chupar. Desabotoo o botão dele, dou uns beijinhos e falo: "vai, em 5 minutos te deixo feliz e você vai tocar sossegado", haha. A rua onde eu moro não é muito movimentada, mas também não é um descampado, e era muito arriscado fazer um boquete ali mesmo, então a gente entrou. Assim que ele passa pela porta de casa, eu como a boca dele, e não demoro pra começar a passar a mão na rola dele, que já tava dura pra caralho quando tirei da calça. Sentei no sofá e, com ele de pé, fiz o que mais gosto: chupei a rola inteira dele, aquela rola linda que ele tem, que tava tão dura e prestes a explodir só com a preliminar. Não passaram 5 minutos e ele gozou na minha boca inteira, era tanto que escorreu pelo meu queixo e caiu nos meus peitos. Engoli o que consegui, o Facu se limpou e vazou voando pra tocar. "Quando eu voltar, vou te foder todinha", ele disse, me comeu a boca mais uma vez e foi embora. Eu fiquei no fogo, estava suada, tesuda e cheia de leite, então fui tomar um banho frio. Mas quando chego no banheiro, cai uma mensagem do Edu, o cara do Tinder, amigo do Facu. "Sei que você tá com o Facu, mas a verdade é que senti uma química foda com você e não aguentei a vontade de te escrever, Luli. Desculpa, sei que sou sem noção, beijo enorme." Eu respondo que não tô com o Facu, que ele foi tocar e volta às 6, e que também senti essa Mesma química. Ela me responde: "Ahh, era sério que tocava hoje? Eu jurava que era um migué que ele enfiou pra gente pra poder ficar contigo, haha".
Respondo que não, que o Facu tinha me deixado sozinha, depois de eu me arrumar toda gostosa pra sair pra dançar com ele. Obviamente não contei da chupada de pau que tinha acabado de dar nele.
Edu me diz: "Olha, desculpa se continuo sendo atrevido, mas não vou segurar minha vontade de te falar que quero te ver. Sei que vocês não são namorados com o Facu, ele foi tocar e você sabe que ele tem um baita prestígio, então você não deve estar muito feliz (puta amigo, haja!!!). Além do mais, com a química que a gente teve, tenho certeza que um pouquinho você deve ficar tentada a se ver..."
A verdade é que ele tinha razão. E, mesmo achando meio atrevido e ousado o que ele tinha acabado de me escrever, falei que parecia um pouco metido, mas que ele estava certo. Continuamos trocando mensagens e a tentação, o tesão e o desejo me venceram, então combinamos dele vir um pouquinho aqui em casa. Ele disse que já ia pegar um táxi, que estava num tédio danado no baile e que só pensava em mim desde que eu fui embora, o que me deu ainda mais vontade de devorar ele inteiro. Enquanto tomava banho, estava nervosa, mas minha excitação não aguentava mais. Eu estava toda depilada e bonitinha pro Facu, tinha chupado o pau dele há 10 minutos e ainda tinha o gosto do sêmen na minha boca, tinha acabado de tirar a calcinha que coloquei pra ele, e o amigo dele com quem eu tinha flertado no Tinder ia estar na minha casa em uns 20 minutos pra me comer. Tava no jogo, entregue à liberdade, ao tesão e ao prazer da situação. Com o chuveiro, o efeito do álcool passou um pouco, fiquei mais desperta, e, mesmo tendo me masturbado um pouco enquanto a água corria pelo meu corpo todo, não quis demorar porque o Edu já ia chegar, então parei.
Assim que ele chegou (eram quase 4 da manhã), nos cumprimentamos com um beijo no rosto. A situação pareceu absurda, não tinha tanta intimidade, mas os dois sabíamos o que queríamos. Começamos a rir. E foi exatamente isso que quebrou o gelo e a gente se deu o primeiro beijo. A gente se comeu de boca com muita vontade e adrenalina. Mesmo assim, não tinha a mesma intimidade que com o Facu, obviamente. Deixo ele entrar e ele me pergunta se quero fumar um, que tem pra oferecer. Falei que sim, fomos direto pro meu quarto, coloquei um blues pra tocar pra entrar no clima e, de quebra, desintoxicar um pouco da música vagabunda do baile. O baseado e a música fizeram a gente ficar ainda mais à vontade, a situação era meio bizarra, sim, mas a gente tava ali e era o momento certo pra se comer com tesão e mais vontade do que nunca. Depois de conversar um pouco, voltamos a nos pegar, ele era daquelas pessoas com quem você tem uma química foda beijando, coisa que não acontece tantas vezes, daqueles beijos que esquentam, química pura entre lábios e línguas dos dois. Logo percebi que o pau dele ficou durasso, explodindo pra sair daquela jeans. Abri o zíper e comecei a tocar por cima da cueca, mas a ereção era tanta que tava explodindo de tão firme, então tirei pra fora e comecei a masturbar ele enquanto a gente continuava com aqueles beijos infernais. Era um pau muito bonito, de tamanho normal, mas bem grosso, cheio de veias e com a cabeça grande. Tava muito excitada, sentia tesão e vergonha, mas adorava, era a primeira vez que tava com duas pessoas na mesma noite, algo que eu sempre fantasiava mas nunca tinha rolado. A buceta brilhante e já molhada dele só me tentou mais, então minha boca foi direto nela. Comecei a chupar do jeito que sei fazer melhor, mas devagar, seguindo o ritmo do blues e com a brisa do baseado, devorava a cabeçona dele com meus lábios carnudos enquanto olhava nos olhos dele e tinha mistura de risadas e olhares de tesão e cumplicidade. Começo a passar minha linguinha por toda aquela cabeça e percorrer todo o tronco, até descer pras bolas e continuar batendo uma pra ele. Ele gemia de prazer e ficava cada vez mais molhado, mas no meio do boquete ele me para e fala que quer me comer toda. Eu, verdade seja dita, Morria de vontade de ser comida, então feliz deixei. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a chupar minha pussy. Sabia fazer direito, começou devagar, mas com o tesão que eu tava, não demorou pra acelerar o ritmo com a língua e, de quebra, brincar com um dos dedos no meu booty. Vendo que eu tava gostando do jogo, ele molhou os dedos com saliva e com meus fluidos, e foi brincando de pouquinho em pouquinho até meter dois dedos no meu booty, que entravam e saíam enquanto me dava um boquete foda. Mas de novo, quando eu tava perto do clímax, ele parou — odiei ele por um segundo, mas era por uma boa causa. Ele ia meter a cock grossa dele na minha pussy, que já não aguentava mais. Colocou a camisinha em tempo recorde e, levando minhas pernas pros ombros dele, começou a me penetrar. Sabia brincar com os ritmos e diminuía a velocidade quando a gente tava perto de explodir; verdade, eu amava, me deixava louca. A cock grossa dele era sentida em cada canto da minha pussy. Num momento em que ele começou a me foder rápido de novo, a cock dele escapou da minha pussy, e eu, sem dizer nada, peguei ela e levei pro meu tiny ass, na mesma posição, olhando nos olhos dele e mordendo os lábios. Os dedos que ele tinha metido enquanto me dava sexo oral tinham me deixado com mais vontade ainda no booty. Ele, também sem dizer nada, começou a me penetrar bem devagar pelo booty, deixando meu buraquinho se adaptar à grossura dele enquanto se mexia devagarinho e beijava meus pés apoiados nos ombros dele. Foi se movendo um pouco mais rápido, sem meter tudo, mas era uma delícia. Eu comecei a me tocar no clitóris enquanto aquela cock grossa ia entrando no meu booty, e não aguentei mais: gozei num orgasmo lindo e intenso, com um grito inevitável de prazer. Ele ficou paradinho enquanto eu gozava, mas não saiu do meu booty. Quando me recuperei de tanto prazer, ele começou a se mexer de novo. Eu tava extasiada, mas queria continuar e que ele terminasse depois de me tratar tão bem, o que não Demorou pra caralho pra acontecer. Propus que a gente ficasse de conchinha, sem deixar ele gozar dentro de mim. A gente fez isso, e foi mais fácil pra ele se firmar e me meter cada vez mais forte e rápido, dessa vez enfiando a pica toda. Quando entrou tudo, ele se aproximou do meu ouvido. Me beijou a orelha, coisa que me deixa louca, e falou: "Quer que eu coma bem essa sua bunda pequena?" Aí eu desafiei: "Uhum, pode vir com tudo"... Ele segurou minha cintura e meu cabelo, e começou a meter cada vez mais forte. Era a vez dele me foder com toda a intensidade e se esvaziar dentro de mim. Fui sentindo as estocadas cada vez mais fortes, eu gemia igual uma louca com aquela pica grossa enfiada na minha buceta, me fazendo delirar. Quando ele não aguentou mais, se firmou com tudo, senti o pau dele inchar e o leite jorrar, enquanto ele soltava um gemido de alívio e prazer. Ficamos abraçados e extasiados, por uns minutos esquecendo do mundo ao redor. Por sorte, meu estado de alerta me fez lembrar que o Facu ia chegar daqui a pouco, olhei no relógio e era umas 5:20 da madrugada. Ainda não tinha recebido mensagem dele avisando que ia sair do show, mas não podia deixar aquela noite de tanto prazer virar um desastre e uma briga minha com o Facu e entre eles como amigos. Falei as horas pro Edu, ele tirou a camisinha, se limpou rapidinho, se vestiu e foi embora. Pedi pra ele me deixar de presente umas flores de maconha, eu merecia, haha. Tomei outro banho, troquei os lençóis, tava morta mas era melhor não deixar evidência pra evitar problema à toa. Caí no sono, e lá pras 6 e pouco chegou mensagem do Javi: "Acabei de tocar, tô indo praí". Falei... tô morta, mas vem mesmo assim. Ele acabou chegando umas 6:30, tava bêbado e tão morto quanto eu, então a gente deitou e dormiu sem fazer nada. No dia seguinte, me sentindo uma menina má pelo que tinha feito na noite, acordei ele de beijos e fiz um boquete matinal que terminou numa transa gostosa cavalgando. em cima dele. Enquanto eu pulava no pau dele, o Facu pegava nas minhas tetas, e eu fechava os olhos, lembrando de tudo que tinha feito na noite. Isso me deu um tesão do caralho que me fez rebolar cada vez mais rápido, fazendo a gente gozar quase ao mesmo tempo.
Passamos o dia juntos em casa, entre gozadas, comidas, mate e baseados. De vez em quando chegava uma mensagem do Eduardo me lembrando o quão doido ele tinha ficado depois de me comer na noite anterior, então tive que avisar que tava ocupada e silenciar ele. O dia inteiro foi assim, e o tesão na minha cabeça me fazia ficar mais e mais excitada. Um fim de semana muito louco, muito intenso, muito quente.
Espero que tenham gostado, deixem pontos e comentem o que acharam!
4 comentários - O amigo do meu boy me comeu a bunda