Antes de começar... Vou esclarecer uma coisa antes que os rambo do teclado me ataquem haha se tiver algum erro de ortografia é porque o corretor do celular me corrige automaticamente e eu nem percebo enquanto vou escrevendo focado na história 😅 me desculpem. E outra coisa que vou tentar fazer é resumir algumas coisas. Minha prima tem uma semelhança com a influencer "Milica", só que é mais velha e tem olhos verdes. Não tenho fotos para mostrar, até porque se ela tiver uma conta aqui e me matar se eu postar alguma foto dela. Porque agora ela está namorando.
VISITA À MINHA PRIMA
1. Me apresento, meu nome é (Dany), moreno de olhos castanhos, tenho 1,85m de altura e peso 80 kg. Meu corpo é de alguém em forma, não tão definido como os dos filmes, mas me mantenho bem, por sorte haha. E minha prima (Ceci, nome que vamos usar), morena (agora tingida com reflexos loiros), olhos verdes, tem uns 1,79m mais ou menos e pesa entre 65 e 70 kg. Tem um belo par de peitos, um pouco maiores que o normal de qualquer mulher, e uma bunda bem empinada, tudo graças aos treinos de basquete. Pra ter uma ideia, como já disse, ela se parece muito com a "Milica", com algumas diferenças, então imaginem ela como minha prima haha.
Tudo começa há vários anos, bem antes da pandemia de 2019-2020. Tudo começa num domingo à tarde, eu estava terminando um projeto (carro) de pintura para um cliente. Estava conferindo pequenos detalhes pra entregar o projeto (carro) ao cliente, quando meu celular tocou. Era uma ligação de um amigo de Corrientes Capital, que eu não via há um tempão. Resumindo a ligação, meu amigo me chamou pra ir a um evento de taekwondo (que ele e eu éramos praticantes, faixa preta 4º dan), por isso o convite pra um evento de taekwondo beneficente (não sei se era pro Dia das Crianças ou mais pra frente, não lembro o motivo, mas era naquele mês de agosto). O negócio é que eu, tendo tempo "livre", a data era um 30. -31 Final de semana e a gente mal tinha 20 anos, tentando dar desculpa. Ele ganhou a queda de braço e eu tive que falar que ia. No outro dia, recebi outra ligação cedo, pensei: "é o chato do meu amigo". Mas não, pra minha surpresa, era minha prima Ceci... É estranho ela me ligar porque a gente não se fala há uns anos por causa de coisas bestas, nada grave.
Dany: Alô...
Ceci: Alô, primão, quanto tempo, hein?
Dany: Oi, Ceci, beleza? É, verdade, faz uns bons anos.
Ceci: Pois é, já nem lembra mais da sua prima favorita, se me ver na rua nem me reconhece...
Dany: Pode ser, vou acabar confundindo você com a tia, essas antigas aí, haha.
Ceci: Não seja cuzão, tô mais gostosa que qualquer mina, haha.
Ceci: Como tão os trampos?
Dany: Tudo bem, por quê? Tudo tranquilo na pintura e na computação.
Ceci: O que vai fazer no fim de semana?
Dany: Esse fim de semana? Hum... Preparar umas coisas pra ir pra Corrientes.
CONTEI PRA ELA SOBRE O EVENTO E QUE ERA EM CORRIENTES, NOSSA CIDADE NATAL. MAS CADA UM MORA EM LUGAR DIFERENTE POR MOTIVOS VARIADOS. ELA TÁ EM BUENOS AIRES, PELA ZONA DE LANÚS. ENQUANTO EU VIM PRA TANDIL NA MINHA ADOLESCÊNCIA.
Ceci: Ah, então você pode passar por aqui, né? Eu...
Dany: É... Sei lá, já tô com quase tudo planejado.
Ceci: Ahhh... E não lembra o que tem no fim de semana?
Dany: 🤔 Esse fim de semana... Hum, não faço ideia, não gosto de adivinhação. O que tem?
Ceci: Já esqueceu do aniversário da sua prima, é?!
Dany: Hahaha, não esqueci, mas não tava pensando em ir, sinceramente...
Ceci: Bom, você pode vir e depois seguir pra data que te falaram.
FIQUEI DE NÃO FALAR QUE TALVEZ PASSASSE NA CASA, MAS NÃO PROMETI NADA. Agora vou reorganizar minhas coisas. Ainda não tinha comprado a passagem, sorte. Mesmo assim, tenho que ir pra Buenos Aires e depois pegar outro ônibus pra Corrientes. A data de chegada era pro dia 24 à tarde. Bom, já dia 24, faltando poucas horas pra chegar na rodoviária Retiro, fiquei pensando se mandava ela vir me buscar ou se aparecia de surpresa. Cheguei em Retiro às 18:30 e o dia estava... Bem feio. Deram água pra noite. Peguei um reme que chegou na hora, passei o endereço, é PERTO do estádio do Lanús. Não sei o nome do bairro, mas o motorista entendeu, só falou que não entra muito fundo por causa do horário. Parece que a área é cheia de roubo quando o sol se põe. A viagem durou entre 20 e 30 minutos por causa do trânsito. Faltando umas quadras (quadras compridas) pra chegar, o taxista falou que não queria seguir porque já roubaram ele várias vezes nessa zona, mas disse que um pouco pra trás tinha uma viatura, pra pedir pra eles me levarem até o endereço... se eu desse uma grana, eles levavam até lá, quase todo mundo que vem aqui de noite faz isso e os milicos ganham um trocado 😁. Já com o que ele me cobrou, não queria gastar mais grana, 😔 falei não, obrigado, prefiro andar. O motorista falou que eu era louco, que iam me roubar e mais merda... Paguei e comecei a caminhar, umas 10 quadras quase pra chegar e começou a chuviscar de leve, já era noite e cada vez chovia mais forte. Quando não podia piorar, surgiram 2 pivetes (acho que tinham entre 16 ou 18, mais velho não eram), uns moleques de cara que já era roubo na certa. Eu tinha todas minhas coisas na mochila e levava ela tipo mochila, era mais confortável. Na mão não tinha nada, o celular e a carteira estavam na mochila. A única coisa na mão era uma pulseira de corrente de moto grossa que eu usava por dois motivos: pra estilo haha e pra me defender se precisasse. Quando vi eles se aproximando, tirei a pulseira e coloquei na mão pra acertar algum e sair correndo sem fazer alvoroço (sei brigar de boa, mas pra que? Se sacam uma pistola, acabou haha). Bom, me perguntaram se eu tinha fogo, falei que não fumava, e o outro perguntou se eu tinha hora, falei que tinha acabado de perguntar pra um senhor e ele disse 19:30, mandei essa, era mais tarde, acho... Bom, como era de se esperar, falaram pra eu dar a mochila se não quisesse levar uma surra com um tramontina" e "um facão daqueles de gaúcho" — na hora que tiraram aquilo, falei: pronto, se não tiver chumbo, vou dar porrada. Consegui acertar um bem no olho e o outro derrubei no chão e chutei nas bolas, e saí correndo. Foi o Superman, não sou, haha. Correndo e chovendo a cântaros, cheguei ensopado.
Toquei a campainha. Ela acendeu as luzes e ficou surpresa... eu, ao vê-la, falei: porra, que gostosa que ela tá... como mudou nesses anos todos sem vê-la (de novo). Ela tem um ar parecido com a "Milica", mas mais velha (citei ela porque quando vejo em vídeo sempre me lembra dela). Tem o mesmo jeito, diria que os peitos parecidos, bunda, rosto, tudo — menos os olhos, aqueles olhos verdes dela que a fazem única. Confusa de eu estar parado na porta dela, pulou de emoção pra me abraçar com aquele abraço tipo koala, igual do Tinelli, lembram? Me recebeu assim e com um beijo carinhoso de felicidade que já começou a me esquentar.
Entramos e ela me ofereceu o banheiro pra eu tomar banho e trocar de roupa, enquanto ela ia buscar as meninas que estavam no quincho com a tia. Bom, nisso entrei no banho. Esqueci a toalha, mas a Ceci quis me alcançar e eu ainda tava tomando banho. Ela avisou que ia entrar e eu, tão relaxado, tirando o shampoo do cabelo. Com o pouco que dava pra ver, pareceu que ela me olhou um pouco pelo reflexo do espelho que me pegava... a cortina tava fechada, mas o espelho refletia meu corpo clarinho. Depois percebi que mostrava meu corpo inteiro e eu tava com o pau quase duro, de broxa, porque tinha batido uma rápida pra me esquentar, já que a água quente demorava a sair porque ninguém ia tomar banho naquele momento. Percebi que ela não saiu na hora do banheiro; pensei que não tinha me visto, deixou a toalha e saiu.
Me troquei e lá estavam minhas sobrinhas, que não via há tempos — uma que eu nem conhecia. Ela tem duas filhas: a Martina, de 13, e a Juli, de 5, e minha tia (nome fictício Marta). Minha tia Marta, chamam de "Tula" — não sei bem por quê, mas é um apelido que ela tem também. Quando ela chupa ou fica carinhosa ou dá na telha, não importa quem é o outro, haha. A gente se cumprimentou, comeu e bateu papo até umas 12 horas. Chega meia-noite do dia 24, é o aniversário da Cecília... De manhã, eu ajudava ela a arrumar as coisas pra festa, comida, bebida, e algumas cadeiras e mesas da casa do meu primo. Ele não tava em casa, mas a senhora tava lá. Me ofereci pra buscar as meninas na escola, que era PERTO, umas quadras, com a tia, esperando elas saírem. No carro, minha tia começou a falar do nada. Tia: "Você fez a Ceci muito feliz com sua chegada, filho." Dany: "Pois é, dá pra ver que ela sentia minha falta, haja." Tia: "E sim, depois da confusão da outra vez, ela sempre te mencionava ou pensava em você." Dany: "Falando no diabo, não vi ele na casa da Ceci, imaginei que algo tinha rolado." A gente tava falando do ex da Ceci, o pai das meninas. Resumindo... Teve uma festa de família em Corrientes uns anos atrás, e todo mundo dançando, e eu com a Ceci. Pelo que o babaca do marido interpretou, a gente tava muito "grudado". Ele era tão tóxico que fez um escândalo enorme, bateu nela, e a gente brigou. Quem conhece o boliche Sol de Tandil sabe que quando rola briga lá dentro, em segundos forma um círculo de gente. Então, foi tipo isso, em segundos a gente tinha um ringue, haha. Depois dessa confusão, nunca mais vi nem soube deles. Voltando... Passaram os minutos, fui buscar as meninas. Com o passar das horas, a festa era à noite, com convidadas, amigas da Ceci do basquete, os irmãos dela, minha tia e um ou outro vizinho amigo da Ceci. Comemos, e a tia já bem bebida 😂 colocou a música pra dançar, que é tradição na nossa família. Eu sou um zero à esquerda em quase todos os ritmos, exceto o quarteto. Dançamos, as amigas da Ceci brigavam pra me tirar pra dançar. Não eram grande coisa, mas eram bem brincalhonas, todas com marido, segundo a Ceci me disse pra não fazer nada... haha. Fiquei na minha, mas as amigas abusaram um pouco, me apalpando todas as partes. Já tarde da noite, o povo começou a ir embora da festa. Ficamos só nós três: a tia, a Ceci e eu. Terminamos de limpar, e a tia abriu um vinho branco pra continuar bebendo... Mas a Ceci mandou ela pastar, falou pra ela ir dormir porque já não tava nem em pé 🙄😂. Acompanhei a tia até a cama lá em cima. Eu fiquei bebendo no quintal, olhando as estrelas, numa poltrona lá fora. A Ceci voltou dizendo que a tia não tem jeito, haja, bebe e fica toda mamada. Ofereci um copo pra ela, e a gente ficou batendo papo sobre a vida. Quando o vinho acabou, a Ceci tocou num assunto que ia mudar tudo. Ceci: "Dany, você ainda tá solteiro, né?" Dany: "Não tá na cara? 😂 Você não me deixou continuar o jogo com suas amigas atrevidas." Ceci fez cara de quem não gostou. Ceci: "Que atrevidas, me irrita elas serem assim." Dany: "Haha, o que te irrita? Você não vai chantagear elas mandando elas se explicarem." Ceci: "Não me incomoda que te toquem assim... Que toquem o que é meu..." Eu fiquei confuso, achando que não tinha ouvido direito, porque já dava pra ver que o vinho tinha batido nela. Dany: "Como assim 'o que é seu'? Se explica, não sou um objeto..." Ceci: "Beeeem... Se eu te considero meu, só meu..." Ceci levantou da outra poltrona e sentou no meu colo, me abraçou e falou com a voz forçada, mas baixinha: "Você não me quer assim também, né?" Eu sem saber o que responder... E o abraço dela, com a cabeça dela encostada na minha, e aquele perfume que eu amava. Lá dentro, eu pensava: isso vai acabar mal 🙈. Eu com o coração na boca, ela levantou a cabeça, segurou minha boca com a mão e me deu um beijo na boca... Correspondeu, óbvio, no automático, e a gente se olhou fixo. Ela falou no meu ouvido: "A vontade de poder fazer isso..." Entre carícias e outros beijos suaves, minha mão começou a acariciar o corpo dela. Ceci começou a beijar meu pescoço, e eu já não ia aguentar muito tempo... Falei: "Tem certeza disso? Olha, se a gente fizer, não tem volta. Vai correr o risco do proibido? Me olha e fala na cara." Afirmei. Ela acariciou meu rosto e meus lábios... E respondeu: "Se for com você, sim, tô disposta. Me arrisco a tudo. Acabo de falar isso e começamos a nos beijar apaixonadamente, feito dois adolescentes virgens loucos pra transar. Ela me leva pro quarto, tranca a porta pra ninguém entrar... Mas, por causa das meninas, a tia, com a bebedeira que tava, começa a cantar lá pro meio-dia. Voltando: ela tranca a porta e coloca uma música suave pra disfarçar os barulhos que vão rolar — é normal pra eles ela botar música pra dormir nos fins de semana. Ela se vira e a gente volta aos beijos, mas começo a tirar a parte de cima dela, sem sutiã, e começo a chupar aquelas tetas enormes que ela tem. Ela tenta tirar minha camisa, mas não tira toda, porque fala que fica sexy assim, meio aberta, e que era pra deixar assim pra transar, que me ver daquele jeito excitava ela. Continuo descendo, dando beijos no corpo todo, e jogo ela na cama, tiro a calça dela, deixando ela só com um fio dental preto... Passo o dedo por cima da calcinha, fazendo massagem, e ela começa a gemer baixinho. Tiro a calcinha e me delicio com aquela buceta depilada — primeiro um dedo, depois dois, em velocidade variada. Quando sinto a umidade, começo a chupar o grelo dela, do jeito que a mulher que me ensinou na adolescência me mostrou; foi a melhor coisa que me pediram pra aprender. Cecilia se contorcendo era algo que me excitava — eu chupava com tanto prazer que ela segurava minha cabeça, e o cheiro daquela buceta me drogava. Parei de chupar e fui subindo de novo até beijar ela. Ela me vira e me joga na cama, tira minha calça e, igual eu fiz, começa a morder por cima da cueca. Já não aguentava mais: tirei a cueca de uma vez. A pica tava tão dura que ela se surpreendeu com o tamanho. Começou a chupar com uma maestria que nunca ninguém tinha chupado — devagar, com a língua, e ainda enfiou um dedinho no meu cu, filha da puta, de tão excitada que tava, mas não liguei. Depois de um tempo, quase me fez gozar, mas me puxei e fiz ela montar em mim. Enfio devagar, como em câmera lenta, até o talo, bem fundo, e ficamos assim. Uns segundos do prazer que sentíamos, a Ceci começou devagar a se mexer com movimentos curtos mas fluidos, enquanto sussurrava no meu ouvido: "Ai, amor, o que sonhei tantas vezes isso... as punhetas que eu batia... só de poder ter você dentro de mim, meu amor... sim... me fode como sua putinha, quero que você me faça sua." Foram como ordens pra mim. Peguei ela pela cintura e comecei a bombar de baixo pra cima com uma força que eu nem sabia que tinha. Parecia que alguém tava batendo palma... ela, com a buceta toda molhada, só gemia e repetia: "Sim, Dany... sim, ai, meu amor, me fode..." Os peitos batiam no meu peito. Ela é de pele clara, mas tava vermelha... Mudamos de posição, de quatro. Ali, eu desgracei ela, metia com raiva. Nisso, parei as investidas pra lubrificar o cu dela, pra poder cobrar o que ela tinha me feito antes 😜 As últimas investidas eram devagar, mas bem até o fundo. Ao mesmo tempo, ela retomou o ritmo leve. Já tava quase gozando, quando decidi tirar e meter no cu dela. Cuspi bem, fui bem devagar até conseguir dilatar aquele bumbum virgem. Tava bem apertado. Ela mordia o travesseiro de dor e prazer ao mesmo tempo. Até que cheguei no fundo. Mantive lá uns segundos e falei: "Sente como é estar dentro de você, puta..." Ela não conseguia falar, porque quando eu me mexia um pouco, doía, mas ela gostava. Comecei a me mover com um pouco mais de liberdade, mas sem força pra não machucar. Percebi que ela tava gozando porque a colcha ficou molhada. Ela tava derramando todo aquele néctar e eu desperdiçando... Retomei um ritmo que me beneficiava e ela também. Ficamos assim por um tempo. Eu já não aguentava mais, falei: "Vou gozar." Em segundos ela respondeu: "Goza dentro de mim, amor..." Não disse mais nada. Quase aumentei as investidas fortes. Dessa vez, a Cecília gritava, não ligava se alguém nos ouvia. Eu também gemia e gritava, não exagerado, mas acompanhava os gritos dela. As últimas investidas me custaram, e mandei todo meu sêmen dentro dela. Senti como enchia ela com meu fluido a cada investida que eu dava. ...onde tirei meu pau do buraco dela, vi o leite escorrendo. Vi ela passar a mão no cu todo melado e levar um pouco na boca, engolindo tudo. Eu caí rendido do lado dela, nos abraçamos, nos beijando e dormimos, ela no meu peito. Até a manhã seguinte, acordo e vejo ela dormindo no meu peito, nua. Era um poema, o corpo todo dela pelado. Não resisti e quis acordar ela com uma boa comida de buceta. Ela acordou feliz, porque ninguém nunca tinha acordado ela assim. Fiz questão de dar bom dia com um beijo de língua. E voltei pro meu café da manhã, então comecei a punhetar ela pra ela gozar na minha boca. Não demorou muito, ela soltou um jato gostoso. Aquele gostinho de salgadinho, adoro. Depois de um tempo de carícias e outras besteiras de dois apaixonados, ela perguntou se eu queria tomar banho com ela. — E se nos virem? — perguntei. — As meninas acordam tarde sempre, e a mãe é raro acordar cedo, são 8 horas. Eu disse que sim e fomos tomar banho. Transamos também no chuveiro. Aí sim, tivemos que nos segurar em silêncio pra não sermos ouvidos, isso nos excitou ainda mais. Depois de alguns dias nos vendo escondidos e dormindo juntos, os dias passaram e chegou o dia de ir pro evento. Tinha comprado passagem pra chegar no dia 28. Meu primo e a Cecília me levaram até a Retiro. Meu primo ficou no carro, sei lá por quê, e a Ceci me acompanhou. Entramos e fomos de mãos dadas até o ônibus, e vimos que estava atrasado, ainda não tinha chegado. Tínhamos uns 20, 25 minutos de espera. Sentamos pra esperar, começamos com os carinhos e, bom, pintou uns beijos — quem vai falar alguma coisa? Nisso, tive uma ideia. Falei pra gente ir no banheiro se despedir como deve ser. Ela hesitou, com medo de sermos vistos, se ela fosse no banheiro masculino. Falei: — Vamos tentar, vai dar certo. Emprestei um gorro de lã pra ela, e ela tava com um moletom de algodão com capuz. Falei: — Coloca o gorro e o capuz, e com a bufanda ninguém vai perceber. Você entra primeiro. Mas vamos em outro banheiro, um pouco mais... Longe de estar aqui PERTO... Bom, tentamos com medo e entrei, fui eu depois, não tinha ninguém, sorte a nossa. Fomos para um dos últimos lá no fundo. Entramos e deixei a bolsa em cima da mochila do vaso, e ela começou a chupar minha rola um bom tempo até deixar ela bem dura. Sentei no vaso, e ela tirou a legging como deu, sem fazer barulho, porque a gente ouvia barulho de gente. Ela sentou em cima de mim de costas e começou a subir e descer — que prazer gostoso que ela sentia, vocês não imaginam. Trocamos de posição, de quatro, e eu meti com tudo, e ela não conseguia segurar os gemidos, alguns escapavam. Já queria gozar, e como se ela tivesse ouvido, ela falou: "goza dentro". Não dava mais pra segurar, descarreguei tudo dentro. Depois saímos do banheiro e tinha um negão lá dentro lavando as mãos, rindo, e falou pra gente: "curtiram hein, eu também devo ter feito uma punheta, meu louco". Aí chegou o busão, a gente se despediu e prometi que ia voltar um dia. BOM, GALERA, DESCULPA PELA DEMORA, MAS TAVA COMPLICADO 😞 MAS CONSEGUI POSTAR. ME DESCULPA SE FOI MUITO LONGO, MAS RESUMI O MÁXIMO QUE DEU PRA VOCÊS ENTENDEREM COMO FOI DAQUELA VEZ. SE TIVER ERROS DE ORTOGRAFIA, PERDOEM — ENTRE O CORRETOR E A VELOCIDADE QUE EU ESCREVO, ACABA PASSANDO BATIDO. LOGO MAIS VOU POSTAR A SEGUNDA PARTE!
VISITA À MINHA PRIMA
1. Me apresento, meu nome é (Dany), moreno de olhos castanhos, tenho 1,85m de altura e peso 80 kg. Meu corpo é de alguém em forma, não tão definido como os dos filmes, mas me mantenho bem, por sorte haha. E minha prima (Ceci, nome que vamos usar), morena (agora tingida com reflexos loiros), olhos verdes, tem uns 1,79m mais ou menos e pesa entre 65 e 70 kg. Tem um belo par de peitos, um pouco maiores que o normal de qualquer mulher, e uma bunda bem empinada, tudo graças aos treinos de basquete. Pra ter uma ideia, como já disse, ela se parece muito com a "Milica", com algumas diferenças, então imaginem ela como minha prima haha.
Tudo começa há vários anos, bem antes da pandemia de 2019-2020. Tudo começa num domingo à tarde, eu estava terminando um projeto (carro) de pintura para um cliente. Estava conferindo pequenos detalhes pra entregar o projeto (carro) ao cliente, quando meu celular tocou. Era uma ligação de um amigo de Corrientes Capital, que eu não via há um tempão. Resumindo a ligação, meu amigo me chamou pra ir a um evento de taekwondo (que ele e eu éramos praticantes, faixa preta 4º dan), por isso o convite pra um evento de taekwondo beneficente (não sei se era pro Dia das Crianças ou mais pra frente, não lembro o motivo, mas era naquele mês de agosto). O negócio é que eu, tendo tempo "livre", a data era um 30. -31 Final de semana e a gente mal tinha 20 anos, tentando dar desculpa. Ele ganhou a queda de braço e eu tive que falar que ia. No outro dia, recebi outra ligação cedo, pensei: "é o chato do meu amigo". Mas não, pra minha surpresa, era minha prima Ceci... É estranho ela me ligar porque a gente não se fala há uns anos por causa de coisas bestas, nada grave.
Dany: Alô...
Ceci: Alô, primão, quanto tempo, hein?
Dany: Oi, Ceci, beleza? É, verdade, faz uns bons anos.
Ceci: Pois é, já nem lembra mais da sua prima favorita, se me ver na rua nem me reconhece...
Dany: Pode ser, vou acabar confundindo você com a tia, essas antigas aí, haha.
Ceci: Não seja cuzão, tô mais gostosa que qualquer mina, haha.
Ceci: Como tão os trampos?
Dany: Tudo bem, por quê? Tudo tranquilo na pintura e na computação.
Ceci: O que vai fazer no fim de semana?
Dany: Esse fim de semana? Hum... Preparar umas coisas pra ir pra Corrientes.
CONTEI PRA ELA SOBRE O EVENTO E QUE ERA EM CORRIENTES, NOSSA CIDADE NATAL. MAS CADA UM MORA EM LUGAR DIFERENTE POR MOTIVOS VARIADOS. ELA TÁ EM BUENOS AIRES, PELA ZONA DE LANÚS. ENQUANTO EU VIM PRA TANDIL NA MINHA ADOLESCÊNCIA.
Ceci: Ah, então você pode passar por aqui, né? Eu...
Dany: É... Sei lá, já tô com quase tudo planejado.
Ceci: Ahhh... E não lembra o que tem no fim de semana?
Dany: 🤔 Esse fim de semana... Hum, não faço ideia, não gosto de adivinhação. O que tem?
Ceci: Já esqueceu do aniversário da sua prima, é?!
Dany: Hahaha, não esqueci, mas não tava pensando em ir, sinceramente...
Ceci: Bom, você pode vir e depois seguir pra data que te falaram.
FIQUEI DE NÃO FALAR QUE TALVEZ PASSASSE NA CASA, MAS NÃO PROMETI NADA. Agora vou reorganizar minhas coisas. Ainda não tinha comprado a passagem, sorte. Mesmo assim, tenho que ir pra Buenos Aires e depois pegar outro ônibus pra Corrientes. A data de chegada era pro dia 24 à tarde. Bom, já dia 24, faltando poucas horas pra chegar na rodoviária Retiro, fiquei pensando se mandava ela vir me buscar ou se aparecia de surpresa. Cheguei em Retiro às 18:30 e o dia estava... Bem feio. Deram água pra noite. Peguei um reme que chegou na hora, passei o endereço, é PERTO do estádio do Lanús. Não sei o nome do bairro, mas o motorista entendeu, só falou que não entra muito fundo por causa do horário. Parece que a área é cheia de roubo quando o sol se põe. A viagem durou entre 20 e 30 minutos por causa do trânsito. Faltando umas quadras (quadras compridas) pra chegar, o taxista falou que não queria seguir porque já roubaram ele várias vezes nessa zona, mas disse que um pouco pra trás tinha uma viatura, pra pedir pra eles me levarem até o endereço... se eu desse uma grana, eles levavam até lá, quase todo mundo que vem aqui de noite faz isso e os milicos ganham um trocado 😁. Já com o que ele me cobrou, não queria gastar mais grana, 😔 falei não, obrigado, prefiro andar. O motorista falou que eu era louco, que iam me roubar e mais merda... Paguei e comecei a caminhar, umas 10 quadras quase pra chegar e começou a chuviscar de leve, já era noite e cada vez chovia mais forte. Quando não podia piorar, surgiram 2 pivetes (acho que tinham entre 16 ou 18, mais velho não eram), uns moleques de cara que já era roubo na certa. Eu tinha todas minhas coisas na mochila e levava ela tipo mochila, era mais confortável. Na mão não tinha nada, o celular e a carteira estavam na mochila. A única coisa na mão era uma pulseira de corrente de moto grossa que eu usava por dois motivos: pra estilo haha e pra me defender se precisasse. Quando vi eles se aproximando, tirei a pulseira e coloquei na mão pra acertar algum e sair correndo sem fazer alvoroço (sei brigar de boa, mas pra que? Se sacam uma pistola, acabou haha). Bom, me perguntaram se eu tinha fogo, falei que não fumava, e o outro perguntou se eu tinha hora, falei que tinha acabado de perguntar pra um senhor e ele disse 19:30, mandei essa, era mais tarde, acho... Bom, como era de se esperar, falaram pra eu dar a mochila se não quisesse levar uma surra com um tramontina" e "um facão daqueles de gaúcho" — na hora que tiraram aquilo, falei: pronto, se não tiver chumbo, vou dar porrada. Consegui acertar um bem no olho e o outro derrubei no chão e chutei nas bolas, e saí correndo. Foi o Superman, não sou, haha. Correndo e chovendo a cântaros, cheguei ensopado.
Toquei a campainha. Ela acendeu as luzes e ficou surpresa... eu, ao vê-la, falei: porra, que gostosa que ela tá... como mudou nesses anos todos sem vê-la (de novo). Ela tem um ar parecido com a "Milica", mas mais velha (citei ela porque quando vejo em vídeo sempre me lembra dela). Tem o mesmo jeito, diria que os peitos parecidos, bunda, rosto, tudo — menos os olhos, aqueles olhos verdes dela que a fazem única. Confusa de eu estar parado na porta dela, pulou de emoção pra me abraçar com aquele abraço tipo koala, igual do Tinelli, lembram? Me recebeu assim e com um beijo carinhoso de felicidade que já começou a me esquentar.
Entramos e ela me ofereceu o banheiro pra eu tomar banho e trocar de roupa, enquanto ela ia buscar as meninas que estavam no quincho com a tia. Bom, nisso entrei no banho. Esqueci a toalha, mas a Ceci quis me alcançar e eu ainda tava tomando banho. Ela avisou que ia entrar e eu, tão relaxado, tirando o shampoo do cabelo. Com o pouco que dava pra ver, pareceu que ela me olhou um pouco pelo reflexo do espelho que me pegava... a cortina tava fechada, mas o espelho refletia meu corpo clarinho. Depois percebi que mostrava meu corpo inteiro e eu tava com o pau quase duro, de broxa, porque tinha batido uma rápida pra me esquentar, já que a água quente demorava a sair porque ninguém ia tomar banho naquele momento. Percebi que ela não saiu na hora do banheiro; pensei que não tinha me visto, deixou a toalha e saiu.
Me troquei e lá estavam minhas sobrinhas, que não via há tempos — uma que eu nem conhecia. Ela tem duas filhas: a Martina, de 13, e a Juli, de 5, e minha tia (nome fictício Marta). Minha tia Marta, chamam de "Tula" — não sei bem por quê, mas é um apelido que ela tem também. Quando ela chupa ou fica carinhosa ou dá na telha, não importa quem é o outro, haha. A gente se cumprimentou, comeu e bateu papo até umas 12 horas. Chega meia-noite do dia 24, é o aniversário da Cecília... De manhã, eu ajudava ela a arrumar as coisas pra festa, comida, bebida, e algumas cadeiras e mesas da casa do meu primo. Ele não tava em casa, mas a senhora tava lá. Me ofereci pra buscar as meninas na escola, que era PERTO, umas quadras, com a tia, esperando elas saírem. No carro, minha tia começou a falar do nada. Tia: "Você fez a Ceci muito feliz com sua chegada, filho." Dany: "Pois é, dá pra ver que ela sentia minha falta, haja." Tia: "E sim, depois da confusão da outra vez, ela sempre te mencionava ou pensava em você." Dany: "Falando no diabo, não vi ele na casa da Ceci, imaginei que algo tinha rolado." A gente tava falando do ex da Ceci, o pai das meninas. Resumindo... Teve uma festa de família em Corrientes uns anos atrás, e todo mundo dançando, e eu com a Ceci. Pelo que o babaca do marido interpretou, a gente tava muito "grudado". Ele era tão tóxico que fez um escândalo enorme, bateu nela, e a gente brigou. Quem conhece o boliche Sol de Tandil sabe que quando rola briga lá dentro, em segundos forma um círculo de gente. Então, foi tipo isso, em segundos a gente tinha um ringue, haha. Depois dessa confusão, nunca mais vi nem soube deles. Voltando... Passaram os minutos, fui buscar as meninas. Com o passar das horas, a festa era à noite, com convidadas, amigas da Ceci do basquete, os irmãos dela, minha tia e um ou outro vizinho amigo da Ceci. Comemos, e a tia já bem bebida 😂 colocou a música pra dançar, que é tradição na nossa família. Eu sou um zero à esquerda em quase todos os ritmos, exceto o quarteto. Dançamos, as amigas da Ceci brigavam pra me tirar pra dançar. Não eram grande coisa, mas eram bem brincalhonas, todas com marido, segundo a Ceci me disse pra não fazer nada... haha. Fiquei na minha, mas as amigas abusaram um pouco, me apalpando todas as partes. Já tarde da noite, o povo começou a ir embora da festa. Ficamos só nós três: a tia, a Ceci e eu. Terminamos de limpar, e a tia abriu um vinho branco pra continuar bebendo... Mas a Ceci mandou ela pastar, falou pra ela ir dormir porque já não tava nem em pé 🙄😂. Acompanhei a tia até a cama lá em cima. Eu fiquei bebendo no quintal, olhando as estrelas, numa poltrona lá fora. A Ceci voltou dizendo que a tia não tem jeito, haja, bebe e fica toda mamada. Ofereci um copo pra ela, e a gente ficou batendo papo sobre a vida. Quando o vinho acabou, a Ceci tocou num assunto que ia mudar tudo. Ceci: "Dany, você ainda tá solteiro, né?" Dany: "Não tá na cara? 😂 Você não me deixou continuar o jogo com suas amigas atrevidas." Ceci fez cara de quem não gostou. Ceci: "Que atrevidas, me irrita elas serem assim." Dany: "Haha, o que te irrita? Você não vai chantagear elas mandando elas se explicarem." Ceci: "Não me incomoda que te toquem assim... Que toquem o que é meu..." Eu fiquei confuso, achando que não tinha ouvido direito, porque já dava pra ver que o vinho tinha batido nela. Dany: "Como assim 'o que é seu'? Se explica, não sou um objeto..." Ceci: "Beeeem... Se eu te considero meu, só meu..." Ceci levantou da outra poltrona e sentou no meu colo, me abraçou e falou com a voz forçada, mas baixinha: "Você não me quer assim também, né?" Eu sem saber o que responder... E o abraço dela, com a cabeça dela encostada na minha, e aquele perfume que eu amava. Lá dentro, eu pensava: isso vai acabar mal 🙈. Eu com o coração na boca, ela levantou a cabeça, segurou minha boca com a mão e me deu um beijo na boca... Correspondeu, óbvio, no automático, e a gente se olhou fixo. Ela falou no meu ouvido: "A vontade de poder fazer isso..." Entre carícias e outros beijos suaves, minha mão começou a acariciar o corpo dela. Ceci começou a beijar meu pescoço, e eu já não ia aguentar muito tempo... Falei: "Tem certeza disso? Olha, se a gente fizer, não tem volta. Vai correr o risco do proibido? Me olha e fala na cara." Afirmei. Ela acariciou meu rosto e meus lábios... E respondeu: "Se for com você, sim, tô disposta. Me arrisco a tudo. Acabo de falar isso e começamos a nos beijar apaixonadamente, feito dois adolescentes virgens loucos pra transar. Ela me leva pro quarto, tranca a porta pra ninguém entrar... Mas, por causa das meninas, a tia, com a bebedeira que tava, começa a cantar lá pro meio-dia. Voltando: ela tranca a porta e coloca uma música suave pra disfarçar os barulhos que vão rolar — é normal pra eles ela botar música pra dormir nos fins de semana. Ela se vira e a gente volta aos beijos, mas começo a tirar a parte de cima dela, sem sutiã, e começo a chupar aquelas tetas enormes que ela tem. Ela tenta tirar minha camisa, mas não tira toda, porque fala que fica sexy assim, meio aberta, e que era pra deixar assim pra transar, que me ver daquele jeito excitava ela. Continuo descendo, dando beijos no corpo todo, e jogo ela na cama, tiro a calça dela, deixando ela só com um fio dental preto... Passo o dedo por cima da calcinha, fazendo massagem, e ela começa a gemer baixinho. Tiro a calcinha e me delicio com aquela buceta depilada — primeiro um dedo, depois dois, em velocidade variada. Quando sinto a umidade, começo a chupar o grelo dela, do jeito que a mulher que me ensinou na adolescência me mostrou; foi a melhor coisa que me pediram pra aprender. Cecilia se contorcendo era algo que me excitava — eu chupava com tanto prazer que ela segurava minha cabeça, e o cheiro daquela buceta me drogava. Parei de chupar e fui subindo de novo até beijar ela. Ela me vira e me joga na cama, tira minha calça e, igual eu fiz, começa a morder por cima da cueca. Já não aguentava mais: tirei a cueca de uma vez. A pica tava tão dura que ela se surpreendeu com o tamanho. Começou a chupar com uma maestria que nunca ninguém tinha chupado — devagar, com a língua, e ainda enfiou um dedinho no meu cu, filha da puta, de tão excitada que tava, mas não liguei. Depois de um tempo, quase me fez gozar, mas me puxei e fiz ela montar em mim. Enfio devagar, como em câmera lenta, até o talo, bem fundo, e ficamos assim. Uns segundos do prazer que sentíamos, a Ceci começou devagar a se mexer com movimentos curtos mas fluidos, enquanto sussurrava no meu ouvido: "Ai, amor, o que sonhei tantas vezes isso... as punhetas que eu batia... só de poder ter você dentro de mim, meu amor... sim... me fode como sua putinha, quero que você me faça sua." Foram como ordens pra mim. Peguei ela pela cintura e comecei a bombar de baixo pra cima com uma força que eu nem sabia que tinha. Parecia que alguém tava batendo palma... ela, com a buceta toda molhada, só gemia e repetia: "Sim, Dany... sim, ai, meu amor, me fode..." Os peitos batiam no meu peito. Ela é de pele clara, mas tava vermelha... Mudamos de posição, de quatro. Ali, eu desgracei ela, metia com raiva. Nisso, parei as investidas pra lubrificar o cu dela, pra poder cobrar o que ela tinha me feito antes 😜 As últimas investidas eram devagar, mas bem até o fundo. Ao mesmo tempo, ela retomou o ritmo leve. Já tava quase gozando, quando decidi tirar e meter no cu dela. Cuspi bem, fui bem devagar até conseguir dilatar aquele bumbum virgem. Tava bem apertado. Ela mordia o travesseiro de dor e prazer ao mesmo tempo. Até que cheguei no fundo. Mantive lá uns segundos e falei: "Sente como é estar dentro de você, puta..." Ela não conseguia falar, porque quando eu me mexia um pouco, doía, mas ela gostava. Comecei a me mover com um pouco mais de liberdade, mas sem força pra não machucar. Percebi que ela tava gozando porque a colcha ficou molhada. Ela tava derramando todo aquele néctar e eu desperdiçando... Retomei um ritmo que me beneficiava e ela também. Ficamos assim por um tempo. Eu já não aguentava mais, falei: "Vou gozar." Em segundos ela respondeu: "Goza dentro de mim, amor..." Não disse mais nada. Quase aumentei as investidas fortes. Dessa vez, a Cecília gritava, não ligava se alguém nos ouvia. Eu também gemia e gritava, não exagerado, mas acompanhava os gritos dela. As últimas investidas me custaram, e mandei todo meu sêmen dentro dela. Senti como enchia ela com meu fluido a cada investida que eu dava. ...onde tirei meu pau do buraco dela, vi o leite escorrendo. Vi ela passar a mão no cu todo melado e levar um pouco na boca, engolindo tudo. Eu caí rendido do lado dela, nos abraçamos, nos beijando e dormimos, ela no meu peito. Até a manhã seguinte, acordo e vejo ela dormindo no meu peito, nua. Era um poema, o corpo todo dela pelado. Não resisti e quis acordar ela com uma boa comida de buceta. Ela acordou feliz, porque ninguém nunca tinha acordado ela assim. Fiz questão de dar bom dia com um beijo de língua. E voltei pro meu café da manhã, então comecei a punhetar ela pra ela gozar na minha boca. Não demorou muito, ela soltou um jato gostoso. Aquele gostinho de salgadinho, adoro. Depois de um tempo de carícias e outras besteiras de dois apaixonados, ela perguntou se eu queria tomar banho com ela. — E se nos virem? — perguntei. — As meninas acordam tarde sempre, e a mãe é raro acordar cedo, são 8 horas. Eu disse que sim e fomos tomar banho. Transamos também no chuveiro. Aí sim, tivemos que nos segurar em silêncio pra não sermos ouvidos, isso nos excitou ainda mais. Depois de alguns dias nos vendo escondidos e dormindo juntos, os dias passaram e chegou o dia de ir pro evento. Tinha comprado passagem pra chegar no dia 28. Meu primo e a Cecília me levaram até a Retiro. Meu primo ficou no carro, sei lá por quê, e a Ceci me acompanhou. Entramos e fomos de mãos dadas até o ônibus, e vimos que estava atrasado, ainda não tinha chegado. Tínhamos uns 20, 25 minutos de espera. Sentamos pra esperar, começamos com os carinhos e, bom, pintou uns beijos — quem vai falar alguma coisa? Nisso, tive uma ideia. Falei pra gente ir no banheiro se despedir como deve ser. Ela hesitou, com medo de sermos vistos, se ela fosse no banheiro masculino. Falei: — Vamos tentar, vai dar certo. Emprestei um gorro de lã pra ela, e ela tava com um moletom de algodão com capuz. Falei: — Coloca o gorro e o capuz, e com a bufanda ninguém vai perceber. Você entra primeiro. Mas vamos em outro banheiro, um pouco mais... Longe de estar aqui PERTO... Bom, tentamos com medo e entrei, fui eu depois, não tinha ninguém, sorte a nossa. Fomos para um dos últimos lá no fundo. Entramos e deixei a bolsa em cima da mochila do vaso, e ela começou a chupar minha rola um bom tempo até deixar ela bem dura. Sentei no vaso, e ela tirou a legging como deu, sem fazer barulho, porque a gente ouvia barulho de gente. Ela sentou em cima de mim de costas e começou a subir e descer — que prazer gostoso que ela sentia, vocês não imaginam. Trocamos de posição, de quatro, e eu meti com tudo, e ela não conseguia segurar os gemidos, alguns escapavam. Já queria gozar, e como se ela tivesse ouvido, ela falou: "goza dentro". Não dava mais pra segurar, descarreguei tudo dentro. Depois saímos do banheiro e tinha um negão lá dentro lavando as mãos, rindo, e falou pra gente: "curtiram hein, eu também devo ter feito uma punheta, meu louco". Aí chegou o busão, a gente se despediu e prometi que ia voltar um dia. BOM, GALERA, DESCULPA PELA DEMORA, MAS TAVA COMPLICADO 😞 MAS CONSEGUI POSTAR. ME DESCULPA SE FOI MUITO LONGO, MAS RESUMI O MÁXIMO QUE DEU PRA VOCÊS ENTENDEREM COMO FOI DAQUELA VEZ. SE TIVER ERROS DE ORTOGRAFIA, PERDOEM — ENTRE O CORRETOR E A VELOCIDADE QUE EU ESCREVO, ACABA PASSANDO BATIDO. LOGO MAIS VOU POSTAR A SEGUNDA PARTE!
3 comentários - Visitando minha prima
ya quisiera una prima asi