Antes de começar... Vou esclarecer umas coisas antes que os rambos do teclado venham me atacar kkk. Se tiver algum erro de ortografia, é porque o corretor do celular corrige automaticamente e eu nem percebo enquanto tô escrevendo focado na história 😅 me desculpem. E outra coisa que vou tentar fazer é resumir algumas partes. Minha prima tem uma semelhança com a influencer "Milica", só que é mais velha e tem olhos verdes. Não tenho fotos pra mostrar, até porque se ela tiver uma conta aqui e me matar se eu postar alguma foto dela. Porque agora ela tá namorando.
VISITA À MINHA PRIMA
1. Me apresento: meu nome é (Dany), moreno de olhos castanhos, tenho 1,85 de altura e peso 80 kg. Meu corpo é de alguém em forma, não tão definido como os dos filmes, mas me mantenho bem, sorte a minha kkk. E minha prima (Ceci, nome que vamos usar), morena (agora pintada com mechas loiras), olhos verdes, mede uns 1,79 mais ou menos e pesa entre 65 e 70 kg. Tem um belo par de peitos, um pouco maiores que o normal de qualquer mulher, e uma bunda bem empinada, tudo graças aos treinos de basquete. Pra vocês terem uma ideia, como já disse, ela se parece muito com a "Milica", com algumas diferenças, então imaginem ela como minha prima kkk.
Tudo começa há vários anos, bem antes da pandemia de 2019-2020. Tudo começa num domingo à tarde, eu estava terminando um projeto (carro) de pintura pra um cliente. Tava conferindo os últimos detalhes pra entregar o projeto (carro) pro cliente, quando meu celular tocou. Era uma ligação de um amigo de Corrientes, capital, que eu não via há um tempão. Resumindo a ligação: meu amigo me chamou pra um evento de taekwondo (já que eu e ele éramos praticantes, faixa preta 4º dan), por isso o convite pra um evento de taekwondo beneficente (não sei se era pro Dia das Crianças ou mais pra frente, não lembro o motivo, mas era naquele mês de agosto). O negócio é que eu, como tinha tempo "livre", a data era um dia 30. -31 Final de semana e a gente mal tinha 20 reais, tentando dar desculpa. Ele ganhou no braço de ferro e eu tive que falar que ia. No outro dia, recebi outra ligação cedo, pensei que era aquele meu amigo chato, mas não, pra minha surpresa, era minha prima Ceci... É estranho ela me ligar porque a gente não se fala há uns anos por causa de umas coisinhas bestas, nada grave. Dany: Oi... Ceci: Oi, primão, quanto tempo, me conta! Dany: Oi, Ceci, beleza? É, verdade, faz uns anos já. Ceci: Pois é, já nem lembra mais da sua prima favorita, se me ver na rua nem me reconhece... Dany: Pode ser, vou acabar confundindo você com a tia, essas antigas aí, haha. Ceci: Não seja cuzão, tô mais gostosa que qualquer mina, haha. Ceci: Como tão os trampos? Dany: De boa, por quê? Tudo tranquilo na pintura e na computação... Ceci: O que vai fazer no fim de semana? Dany: Esse fim de semana? Hum... Preparar umas paradas pra ir pra Corrientes. Contei a ela sobre o evento e que era em Corrientes, nossa cidade natal. Mas cada um mora num lugar diferente por uns motivos, ela tá em Buenos Aires, pela zona de Lanús. Enquanto eu vim pra Tandil na minha adolescência. Ceci: Ah, então você pode passar por aqui, né? Dany: É... Não sei, já tenho quase tudo planejado. Ceci: Ahhh... E não lembra o que tem no fim de semana? Dany: 🤔 Esse fim de semana... Hum, não faço ideia, não gosto de adivinhação, o que é? Ceci: Já esqueceu do aniversário da sua prima!!! Dany: Hahaha, não esqueci, mas não tava pensando em ir, sinceramente... Ceci: Bom, você pode vir e depois seguir pra data que te falaram. Falei que talvez passasse na casa, mas não prometi nada. Agora vou reorganizar minhas coisas, ainda não tinha comprado a passagem, sorte. Mesmo assim, tenho que ir pra Buenos Aires e depois pegar outro ônibus pra Corrientes. A data de chegada era pro dia 24 à tarde. Bom, já dia 24, faltando poucas horas pra chegar na rodoviária do Retiro, fiquei pensando se mandava ela vir me buscar ou se aparecia de surpresa. Cheguei no Retiro às 18:30 e o dia tava Bem feio. Deram água pra noite. Peguei um reme que chegou na hora, dei o endereço que é PERTO do estádio do Lanús. Não sei o nome do bairro, mas o motorista entendeu, só falou que não ia muito pra dentro por causa do horário. Parece que a área é cheia de roubo quando o sol se põe. A viagem durou entre 20 e 30 minutos por causa do trânsito. Faltando umas quadras (quadras longas) pra chegar, o taxista falou que não queria seguir porque já roubaram ele várias vezes nessa região, mas disse que um pouco atrás tinha uma viatura, pra eu pedir pra eles me levarem até o endereço... se eu desse uma grana, eles levavam até lá, quase todo mundo que vem pra cá de noite faz isso e os milicos ganham um trocado 😁. Já com o que ele me cobrou, não queria gastar mais, 😔 falei não, obrigado, prefiro andar. O motorista disse que eu era louco, que iam me roubar e mais um monte de merda... Paguei e comecei a caminhar, tinha umas 10 quadras quase pra chegar e começou a chuviscar de leve. Já era noite e cada vez chovia mais forte, e quando já não podia piorar, aparecem 2 pivetes (acho que tinham entre 16 e 18 anos, mais velhos não eram). Uns moleques com cara de safado, era roubo na certa. Eu tinha todas as minhas coisas na mochila e levava ela nas costas, era mais confortável. Na mão não tinha nada, o celular e a carteira estavam na mochila. A única coisa na mão era uma pulseira de corrente de moto grossa, que servia pra dois motivos: pra estilo haha e pra me defender se precisasse. Quando vi eles se aproximando, tirei a pulseira e coloquei na mão pra acertar algum e sair correndo sem fazer alvoroço (consigo brigar de boa, mas se eles sacam uma pistola, acabou a brincadeira haha). Bom, me perguntaram se eu tinha fogo, falei que não fumava, e o outro perguntou se eu tinha hora, falei que tinha acabado de perguntar pra um senhor e ele disse 19:30, mandei essa, era mais tarde, acho... Bom, como era de se esperar, falaram pra eu dar a mochila se não quisesse levar uma surra com um tramontina e "um facão daqueles de gaúcho" — na hora que tiraram aquilo, falei: pronto, se não tiver chumbo, vou na mão. Consegui acertar um bem no olho e o outro eu derrubei no chão e chutei nas bolas, e saí correndo. Foi o Super-Homem, não sou, haha. Correndo e chovendo a cântaros, cheguei ensopado. Toquei a campainha. Ela acendeu as luzes e ficou surpresa... Eu, quando vi ela, falei: porra, que gostosa que ela tá... como mudou nesses anos todos sem vê-la (de novo). Tem um ar parecido com a "Milica", mas mais velha (falei dela porque quando vejo em vídeo sempre me lembra ela). Tem o mesmo jeito, diria que os peitos parecidos, bunda, cara, tudo — menos os olhos, os olhos verdes dela são únicos. Confusa de eu estar parado na porta dela, pulou de emoção pra me abraçar com aquele abraço tipo koala, igual do Tinelli, lembram? Me recebeu assim e com um beijo carinhoso de felicidade que já começou a me esquentar. Entramos e ela me ofereceu o banheiro pra eu tomar banho e trocar de roupa, enquanto ela ia buscar as meninas que estavam no quincho com a tia. Bom, nisso entrei no banho. Esqueci a toalha, mas a Ceci quis me alcançar e eu ainda tomando banho. Ela avisou que ia entrar e eu, tão relaxado, tirando o shampoo do cabelo. Com o pouco que dava pra ver, pareceu que ela me olhou um pouco pelo reflexo do espelho que me pegava... A cortina tava fechada, mas o espelho refletia meu corpo clarinho. Depois percebi que mostrava meu corpo inteiro e eu tava com o pau quase duro, de broxa, porque tinha batido uma rápida pra me esquentar, já que a água quente demorava a sair porque ninguém ia tomar banho naquele momento. Percebi que ela não saiu na hora do banheiro; pensei que não tinha me visto, deixou a toalha e saiu. Me troquei e lá estavam minhas sobrinhas, que não via há tempos — uma que eu não conhecia. Ela tem duas filhas: a Martina, de 13, e a Juli, de 5, e minha tia (nome fictício Marta). Marta, minha tia, chamam de "Tula" — não sei exatamente por quê, mas é por isso que apelidam ela assim também. quando ela chupa ou fica carinhosa ou dá na telha, não importa quem seja o outro, haha. A gente se cumprimentou, comeu e conversou até umas 12 horas. Chega meia-noite do dia 24, é o aniversário da Cecília... De manhã, eu ajudava ela a procurar as coisas pra festa, comida, bebidas, e umas cadeiras e mesas na casa do meu primo. Ele não tava em casa, mas a senhora tava lá. Me ofereci pra buscar as meninas da escola que ficava PERTO, umas quadras, com a tia, esperando elas saírem. No carro, minha tia começou a falar do nada. Tia: você fez a Ceci muito feliz com sua chegada, filho. Dany: é, dá pra ver que ela sentia minha falta, ha. Tia: e sim, depois da confusão da outra vez, ela sempre te mencionava ou pensava em você. Dany: falando no diabo, não vi ele na casa da Ceci, imaginei que algo tinha rolado. A gente tava falando do ex da Ceci, o pai das meninas. Resumindo... Teve uma festa de família em Corrientes uns anos atrás, e todo mundo dançando, e eu com a Ceci, pelo que o babaca do marido interpretou, a gente tava muito "grudado". Ele era tão tóxico que fez um escândalo enorme, bateu nela, e a gente não brigou. Quem conhece o bar Sol de Tandil sabe que quando rola briga lá dentro, em segundos forma um círculo de gente, bom, foi algo assim, em segundos a gente tinha um ringue, haha. Depois dessa confusão, nunca mais vi nem soube nada deles. Voltando... Passaram os minutos, fui buscar as meninas, e com o passar das horas, a festa era à noite, com convidadas, amigas da Ceci do basquete, os irmãos dela, minha tia e um ou outro vizinho amigo da Ceci. A gente comeu, e a tia já bem bebida 😂 colocou a música pra dançar, que é tradição na nossa família. Eu sou duro pra dançar, exceto pra cuarteto. Dancei, as amigas da Ceci brigavam pra me tirar pra dançar, não eram grande coisa, mas eram bem brincalhonas, todas com marido, segundo a Ceci me disse pra não fazer nada... haha. Fiquei na minha, mas as amigas abusaram um pouco, me apalparam todas as partes. Já tarde da noite, o povo começou a ir embora da farra. Ficamos só nós três: a tia, a Ceci e eu. Terminamos de limpar e a tia abriu um vinho branco pra continuar bebendo... Mas a Ceci mandou ela pastar, falou pra ela ir dormir porque já não aguentava ficar em pé 🙄😂. Acompanhei a tia até a cama lá em cima. Eu fiquei bebendo no quintal, olhando as estrelas numa poltrona lá fora. A Ceci voltou falando que a tia não tem jeito, haja vista, bebe e fica toda mamada. Ofereci um copo pra ela, e a gente conversou sobre a vida. Quando o vinho acabou, a Ceci tocou num assunto que ia mudar tudo. Ceci: Dany, você ainda tá solteiro, né? Dany: Não tá na cara? 😂 Você não me deixou continuar o jogo com suas amigas atrevidas. Ceci fez cara de quem não gostou. Ceci: Que atrevidas, me irrita elas serem assim. Dany: Haha, o que te irrita? Você não vai chantagear elas mandando pra frente. Ceci: Não me incomoda elas te tocarem assim... Tocarem no que é meu... Fiquei confuso, achando que não tinha ouvido direito, já que dava pra ver que o vinho tinha batido nela. Dany: Como assim, o que é seu? Se explica, não sou um objeto... Ceci: Beeeem... Se eu te considero só meu... Ceci levantou da outra poltrona e sentou no meu colo, me abraçou e falou, com a voz forçada mas baixinha: "Você não me quer assim também, né?" Eu, sem saber o que responder... E o abraço dela, com a cabeça dela encostada na minha e aquele perfume que eu amava, eu pensando por dentro: isso vai acabar mal 🙈. Com o coração na boca, ela levantou a cabeça, segurou minha boca com a mão e me deu um beijo na boca... Correspondi, óbvio, no automático, e a gente se olhou fixo. Ela falou no meu ouvido sobre a vontade de fazer aquilo que eu tinha, entre carícias e outros beijos suaves. Assim, minha mão começou a acariciar o corpo dela, e Ceci começou a beijar meu pescoço. Eu, que não ia aguentar muito tempo... Falei: "Tem certeza disso? Olha que se a gente fizer, não tem volta. Vai correr o risco do proibido? Me olha e fala na cara." Ela acariciou meu rosto e meus lábios... E respondeu: "Se for com você, sim, tô disposta. Me arrisco a tudo. Termino de falar isso e começamos a nos beijar apaixonadamente, feito dois adolescentes virgens e loucos pra transar. Ela me leva pro quarto, tranca a porta pra ninguém entrar... Mas, por causa das meninas, a tia, com a bebedeira que tava, começa a cantar lá pro meio-dia. Voltando: ela tranca a porta e coloca uma música suave pra disfarçar os barulhos que vão rolar — é normal pra eles ela botar música pra dormir nos fins de semana. Ela se vira e a gente retoma os beijos, mas começo a tirar a parte de cima dela, sem sutiã, e começo a chupar aquelas tetas enormes que ela tem. Ela tenta tirar minha camisa, mas não tira toda, porque diz que fica sexy assim, meio aberta, e manda eu deixar pra gente transar, que me ver assim excitava ela. Continuo descendo, dando beijos no corpo todo, e jogo ela na cama, tiro a calça dela, deixando ela só com um fio dental preto... Passo o dedo por cima do fio dental, fazendo massagem, e ela começa a gemer baixinho. Vou tirando a calcinha e me delicio com aquela buceta depilada — primeiro um dedo, depois dois, em velocidade, e quando sinto a umidade, começo a chupar o grelo dela, do jeito que a mulher que me ensinou na adolescência me mostrou, foi a melhor coisa que me pediram pra aprender. O jeito que a Cecília se contorcia me excitava pra caralho, eu chupava com tanto prazer que ela segurava minha cabeça, o cheiro daquela buceta me drogava. Parei de chupar e fui subindo de novo até beijar ela de novo. Ela me vira e me joga na cama, tira minha calça e, igual eu fiz, começa a morder por cima da cueca. Já não aguentava mais, tirei a cueca de uma vez, o pau tava tão duro que ela se surpreendeu com o tamanho. Começou a chupar com uma maestria que nunca ninguém tinha chupado assim, devagar, com a língua, e ainda enfiou um dedinho no meu cu, filha da puta, de tão tesuda que tava, nem liguei. Depois de um tempo, quase me fez gozar, mas me puxei e mandei ela montar em mim. Enfiei devagar, feito câmera lenta, até o talo, bem fundo, e ficamos assim. uns segundos do prazer que sentíamos, Ceci começou devagar a se mover com movimentos curtos mas fluidos enquanto sussurrava no meu ouvido: "ai, love, o que eu sonhei tantas vezes isso... as punhetas que eu batia... só de poder ter você dentro de mim, meu love... sim... me fode como sua putinha, quero que você me faça sua". Aquilo foi como uma ordem pra mim. Peguei ela pela cintura e comecei a bombar de baixo pra cima com uma força que eu nem sabia que tinha, parecia que alguém tava batendo palma... ela com a buceta toda molhada só gemia e repetia "sim, Dany, sim, ai meu love, me fode...". Os peitos batiam no meu peito, ela é de pele clara mas tava toda vermelha... A gente trocou de posição, de quatro, e eu descosei ela, metia com raiva. Aí parei as enfiadas pra lubrificar o cu dela, pra poder cobrar o que ela tinha me feito antes 😜. As últimas enfiadas eram devagar mas bem até o fundo, ao mesmo tempo que ela retomava o ritmo leve. Já tava quase gozando, quando decidi tirar e meter no cu dela. Cuspi bem, fui bem devagar até conseguir dilatar aquele cu virgem, tava bem apertado. Ela mordia o travesseiro de dor e prazer ao mesmo tempo. Quando cheguei no fundo, mantive lá por uns segundos e perguntei: "que que cê sente, tendo eu dentro de você, putinha?" Ela não conseguia falar porque quando eu me mexia um pouco doía, mas ela gostava. Comecei a me mover com um pouco mais de liberdade, mas sem força pra não machucar. Percebi que ela tava gozando porque a colcha ficou molhada, ela tava derramando todo aquele néctar e eu desperdiçando... Retomei um ritmo que me beneficiava e ela também. Ficamos assim por um tempo. Eu já não aguentava mais, falei "vou gozar". Em segundos ela respondeu: "goza dentro de mim, love...". Não disse mais nada. Aumentei as enfiadas fortes, dessa vez Cecilia gritava, não ligava se alguém tava ouvindo. Eu também gemia e gritava, não exagerado, mas acompanhava os gritos dela. As últimas enfiadas custaram, mas eu mandei todo meu sêmen dentro dela. Sentia como enchia ela com meu fluido a cada enfiada que eu dava. Onde tirei meu pau do buraco dela, vi o jato de porra escorrendo. Vi ela passar a mão no cu todo melado e levar um pouco na boca, engolindo tudo. Eu caí rendido do lado dela, nos abraçamos, nos beijamos e dormimos, ela no meu peito. Até a manhã seguinte: acordo e vejo ela dormindo nua no meu peito, era um poema o corpo dela todo pelado. Não resisti e quis acordá-la com uma bela comida de buceta. Ela acordou feliz porque ninguém nunca tinha acordado ela assim, e fiz questão de dar bom dia com um beijo de língua. E voltei pro meu café da manhã, então comecei a punhetar ela pra gozar na minha boca. Não demorou muito, ela soltou um jorrinho gostoso. Aquele gostinho de salgadinho me encanta. Depois de um tempo de carícias e outras besteiras de dois apaixonados, ela perguntou se eu queria tomar banho com ela. "E se nos virem?", perguntei. "As meninas acordam tarde sempre, e a mãe é raro acordar cedo, são 8 horas." Falei que sim e fomos tomar banho, e transamos também no chuveiro. Aí tivemos que nos segurar em silêncio pra não sermos ouvidos, isso nos excitou ainda mais. Depois de alguns dias nos vendo escondidos e dormindo juntos, os dias passaram e chegou o dia de ir pro evento. Eu tinha comprado passagem pra chegar no dia 28. Meu primo e a Cecília me levaram até a Retiro. Meu primo ficou no carro por não sei que motivo, era eu e a Ceci. Entramos e fomos de mãos dadas até o ônibus, e vimos que tava atrasado, não tinha chegado ainda. Tinha uns 20, 25 minutos de espera. Sentamos pra esperar, começamos com os carinhos e, bom, pintou uns beijos — quem vai falar alguma coisa? Aí me veio uma ideia: falei pra gente ir no banheiro se despedir como deve ser. Ela hesitou, com medo de sermos vistos se ela fosse no banheiro masculino. Falei: "Vamos tentar, foi." Emprestei um gorro de lã pra ela, e ela tava com um moletom de algodão com capuz. Falei: "Coloca o gorro e o capuz, e com o cachecol ninguém vai perceber. Você entra primeiro." Mas fomos pra outro banheiro, um pouco mais afastado. Longe de estar aqui PERTO... Bom, tentamos com medo e entrei, fui eu, depois não tinha ninguém, sorte a nossa. Fomos para um dos últimos lá no fundo. Entramos e deixei a bolsa em cima da mochila do vaso sanitário e ela começou a chupar minha pica um bom tempo até deixar ela bem dura. Sentei no vaso e ela tirou a legging como pôde, sem fazer barulho, porque ouvimos barulho de gente. Ela sentou em cima de mim de costas e começou a subir e descer — que prazer gostoso ela sentia, vocês não imaginam. Trocamos de posição, de quatro, e meti com tudo, ela não aguentava segurar os gemidos, alguns escapavam. Já queria gozar e, como se tivesse ouvido, ela falou "goza dentro". Não aguentei mais, descarreguei tudo dentro. Depois saímos do banheiro e tinha um preto lá dentro lavando as mãos, rindo, e falou: "curtiram hein, eu também devo ter batido uma, meu louco". Aí chegou o busão e nos despedimos, prometi que voltaria um dia. BOM, GALERA, DESCULPA PELA DEMORA, MAS TAVA COMPLICADO 😞 MAS CONSEGUI POSTAR. ME DESCULPEM SE FICOU MUITO LONGO, MAS RESUMI O MÁXIMO QUE DEU PRA ENTENDER COMO FOI DAQUELA VEZ. SE TIVER ERROS DE ORTOGRAFIA, PERDOEM — ENTRE O CORRETOR E A VELOCIDADE QUE ESCREVO, ACABA PASSANDO BATIDO. EM BREVE VOU POSTAR A SEGUNDA PARTE!
VISITA À MINHA PRIMA
1. Me apresento: meu nome é (Dany), moreno de olhos castanhos, tenho 1,85 de altura e peso 80 kg. Meu corpo é de alguém em forma, não tão definido como os dos filmes, mas me mantenho bem, sorte a minha kkk. E minha prima (Ceci, nome que vamos usar), morena (agora pintada com mechas loiras), olhos verdes, mede uns 1,79 mais ou menos e pesa entre 65 e 70 kg. Tem um belo par de peitos, um pouco maiores que o normal de qualquer mulher, e uma bunda bem empinada, tudo graças aos treinos de basquete. Pra vocês terem uma ideia, como já disse, ela se parece muito com a "Milica", com algumas diferenças, então imaginem ela como minha prima kkk.
Tudo começa há vários anos, bem antes da pandemia de 2019-2020. Tudo começa num domingo à tarde, eu estava terminando um projeto (carro) de pintura pra um cliente. Tava conferindo os últimos detalhes pra entregar o projeto (carro) pro cliente, quando meu celular tocou. Era uma ligação de um amigo de Corrientes, capital, que eu não via há um tempão. Resumindo a ligação: meu amigo me chamou pra um evento de taekwondo (já que eu e ele éramos praticantes, faixa preta 4º dan), por isso o convite pra um evento de taekwondo beneficente (não sei se era pro Dia das Crianças ou mais pra frente, não lembro o motivo, mas era naquele mês de agosto). O negócio é que eu, como tinha tempo "livre", a data era um dia 30. -31 Final de semana e a gente mal tinha 20 reais, tentando dar desculpa. Ele ganhou no braço de ferro e eu tive que falar que ia. No outro dia, recebi outra ligação cedo, pensei que era aquele meu amigo chato, mas não, pra minha surpresa, era minha prima Ceci... É estranho ela me ligar porque a gente não se fala há uns anos por causa de umas coisinhas bestas, nada grave. Dany: Oi... Ceci: Oi, primão, quanto tempo, me conta! Dany: Oi, Ceci, beleza? É, verdade, faz uns anos já. Ceci: Pois é, já nem lembra mais da sua prima favorita, se me ver na rua nem me reconhece... Dany: Pode ser, vou acabar confundindo você com a tia, essas antigas aí, haha. Ceci: Não seja cuzão, tô mais gostosa que qualquer mina, haha. Ceci: Como tão os trampos? Dany: De boa, por quê? Tudo tranquilo na pintura e na computação... Ceci: O que vai fazer no fim de semana? Dany: Esse fim de semana? Hum... Preparar umas paradas pra ir pra Corrientes. Contei a ela sobre o evento e que era em Corrientes, nossa cidade natal. Mas cada um mora num lugar diferente por uns motivos, ela tá em Buenos Aires, pela zona de Lanús. Enquanto eu vim pra Tandil na minha adolescência. Ceci: Ah, então você pode passar por aqui, né? Dany: É... Não sei, já tenho quase tudo planejado. Ceci: Ahhh... E não lembra o que tem no fim de semana? Dany: 🤔 Esse fim de semana... Hum, não faço ideia, não gosto de adivinhação, o que é? Ceci: Já esqueceu do aniversário da sua prima!!! Dany: Hahaha, não esqueci, mas não tava pensando em ir, sinceramente... Ceci: Bom, você pode vir e depois seguir pra data que te falaram. Falei que talvez passasse na casa, mas não prometi nada. Agora vou reorganizar minhas coisas, ainda não tinha comprado a passagem, sorte. Mesmo assim, tenho que ir pra Buenos Aires e depois pegar outro ônibus pra Corrientes. A data de chegada era pro dia 24 à tarde. Bom, já dia 24, faltando poucas horas pra chegar na rodoviária do Retiro, fiquei pensando se mandava ela vir me buscar ou se aparecia de surpresa. Cheguei no Retiro às 18:30 e o dia tava Bem feio. Deram água pra noite. Peguei um reme que chegou na hora, dei o endereço que é PERTO do estádio do Lanús. Não sei o nome do bairro, mas o motorista entendeu, só falou que não ia muito pra dentro por causa do horário. Parece que a área é cheia de roubo quando o sol se põe. A viagem durou entre 20 e 30 minutos por causa do trânsito. Faltando umas quadras (quadras longas) pra chegar, o taxista falou que não queria seguir porque já roubaram ele várias vezes nessa região, mas disse que um pouco atrás tinha uma viatura, pra eu pedir pra eles me levarem até o endereço... se eu desse uma grana, eles levavam até lá, quase todo mundo que vem pra cá de noite faz isso e os milicos ganham um trocado 😁. Já com o que ele me cobrou, não queria gastar mais, 😔 falei não, obrigado, prefiro andar. O motorista disse que eu era louco, que iam me roubar e mais um monte de merda... Paguei e comecei a caminhar, tinha umas 10 quadras quase pra chegar e começou a chuviscar de leve. Já era noite e cada vez chovia mais forte, e quando já não podia piorar, aparecem 2 pivetes (acho que tinham entre 16 e 18 anos, mais velhos não eram). Uns moleques com cara de safado, era roubo na certa. Eu tinha todas as minhas coisas na mochila e levava ela nas costas, era mais confortável. Na mão não tinha nada, o celular e a carteira estavam na mochila. A única coisa na mão era uma pulseira de corrente de moto grossa, que servia pra dois motivos: pra estilo haha e pra me defender se precisasse. Quando vi eles se aproximando, tirei a pulseira e coloquei na mão pra acertar algum e sair correndo sem fazer alvoroço (consigo brigar de boa, mas se eles sacam uma pistola, acabou a brincadeira haha). Bom, me perguntaram se eu tinha fogo, falei que não fumava, e o outro perguntou se eu tinha hora, falei que tinha acabado de perguntar pra um senhor e ele disse 19:30, mandei essa, era mais tarde, acho... Bom, como era de se esperar, falaram pra eu dar a mochila se não quisesse levar uma surra com um tramontina e "um facão daqueles de gaúcho" — na hora que tiraram aquilo, falei: pronto, se não tiver chumbo, vou na mão. Consegui acertar um bem no olho e o outro eu derrubei no chão e chutei nas bolas, e saí correndo. Foi o Super-Homem, não sou, haha. Correndo e chovendo a cântaros, cheguei ensopado. Toquei a campainha. Ela acendeu as luzes e ficou surpresa... Eu, quando vi ela, falei: porra, que gostosa que ela tá... como mudou nesses anos todos sem vê-la (de novo). Tem um ar parecido com a "Milica", mas mais velha (falei dela porque quando vejo em vídeo sempre me lembra ela). Tem o mesmo jeito, diria que os peitos parecidos, bunda, cara, tudo — menos os olhos, os olhos verdes dela são únicos. Confusa de eu estar parado na porta dela, pulou de emoção pra me abraçar com aquele abraço tipo koala, igual do Tinelli, lembram? Me recebeu assim e com um beijo carinhoso de felicidade que já começou a me esquentar. Entramos e ela me ofereceu o banheiro pra eu tomar banho e trocar de roupa, enquanto ela ia buscar as meninas que estavam no quincho com a tia. Bom, nisso entrei no banho. Esqueci a toalha, mas a Ceci quis me alcançar e eu ainda tomando banho. Ela avisou que ia entrar e eu, tão relaxado, tirando o shampoo do cabelo. Com o pouco que dava pra ver, pareceu que ela me olhou um pouco pelo reflexo do espelho que me pegava... A cortina tava fechada, mas o espelho refletia meu corpo clarinho. Depois percebi que mostrava meu corpo inteiro e eu tava com o pau quase duro, de broxa, porque tinha batido uma rápida pra me esquentar, já que a água quente demorava a sair porque ninguém ia tomar banho naquele momento. Percebi que ela não saiu na hora do banheiro; pensei que não tinha me visto, deixou a toalha e saiu. Me troquei e lá estavam minhas sobrinhas, que não via há tempos — uma que eu não conhecia. Ela tem duas filhas: a Martina, de 13, e a Juli, de 5, e minha tia (nome fictício Marta). Marta, minha tia, chamam de "Tula" — não sei exatamente por quê, mas é por isso que apelidam ela assim também. quando ela chupa ou fica carinhosa ou dá na telha, não importa quem seja o outro, haha. A gente se cumprimentou, comeu e conversou até umas 12 horas. Chega meia-noite do dia 24, é o aniversário da Cecília... De manhã, eu ajudava ela a procurar as coisas pra festa, comida, bebidas, e umas cadeiras e mesas na casa do meu primo. Ele não tava em casa, mas a senhora tava lá. Me ofereci pra buscar as meninas da escola que ficava PERTO, umas quadras, com a tia, esperando elas saírem. No carro, minha tia começou a falar do nada. Tia: você fez a Ceci muito feliz com sua chegada, filho. Dany: é, dá pra ver que ela sentia minha falta, ha. Tia: e sim, depois da confusão da outra vez, ela sempre te mencionava ou pensava em você. Dany: falando no diabo, não vi ele na casa da Ceci, imaginei que algo tinha rolado. A gente tava falando do ex da Ceci, o pai das meninas. Resumindo... Teve uma festa de família em Corrientes uns anos atrás, e todo mundo dançando, e eu com a Ceci, pelo que o babaca do marido interpretou, a gente tava muito "grudado". Ele era tão tóxico que fez um escândalo enorme, bateu nela, e a gente não brigou. Quem conhece o bar Sol de Tandil sabe que quando rola briga lá dentro, em segundos forma um círculo de gente, bom, foi algo assim, em segundos a gente tinha um ringue, haha. Depois dessa confusão, nunca mais vi nem soube nada deles. Voltando... Passaram os minutos, fui buscar as meninas, e com o passar das horas, a festa era à noite, com convidadas, amigas da Ceci do basquete, os irmãos dela, minha tia e um ou outro vizinho amigo da Ceci. A gente comeu, e a tia já bem bebida 😂 colocou a música pra dançar, que é tradição na nossa família. Eu sou duro pra dançar, exceto pra cuarteto. Dancei, as amigas da Ceci brigavam pra me tirar pra dançar, não eram grande coisa, mas eram bem brincalhonas, todas com marido, segundo a Ceci me disse pra não fazer nada... haha. Fiquei na minha, mas as amigas abusaram um pouco, me apalparam todas as partes. Já tarde da noite, o povo começou a ir embora da farra. Ficamos só nós três: a tia, a Ceci e eu. Terminamos de limpar e a tia abriu um vinho branco pra continuar bebendo... Mas a Ceci mandou ela pastar, falou pra ela ir dormir porque já não aguentava ficar em pé 🙄😂. Acompanhei a tia até a cama lá em cima. Eu fiquei bebendo no quintal, olhando as estrelas numa poltrona lá fora. A Ceci voltou falando que a tia não tem jeito, haja vista, bebe e fica toda mamada. Ofereci um copo pra ela, e a gente conversou sobre a vida. Quando o vinho acabou, a Ceci tocou num assunto que ia mudar tudo. Ceci: Dany, você ainda tá solteiro, né? Dany: Não tá na cara? 😂 Você não me deixou continuar o jogo com suas amigas atrevidas. Ceci fez cara de quem não gostou. Ceci: Que atrevidas, me irrita elas serem assim. Dany: Haha, o que te irrita? Você não vai chantagear elas mandando pra frente. Ceci: Não me incomoda elas te tocarem assim... Tocarem no que é meu... Fiquei confuso, achando que não tinha ouvido direito, já que dava pra ver que o vinho tinha batido nela. Dany: Como assim, o que é seu? Se explica, não sou um objeto... Ceci: Beeeem... Se eu te considero só meu... Ceci levantou da outra poltrona e sentou no meu colo, me abraçou e falou, com a voz forçada mas baixinha: "Você não me quer assim também, né?" Eu, sem saber o que responder... E o abraço dela, com a cabeça dela encostada na minha e aquele perfume que eu amava, eu pensando por dentro: isso vai acabar mal 🙈. Com o coração na boca, ela levantou a cabeça, segurou minha boca com a mão e me deu um beijo na boca... Correspondi, óbvio, no automático, e a gente se olhou fixo. Ela falou no meu ouvido sobre a vontade de fazer aquilo que eu tinha, entre carícias e outros beijos suaves. Assim, minha mão começou a acariciar o corpo dela, e Ceci começou a beijar meu pescoço. Eu, que não ia aguentar muito tempo... Falei: "Tem certeza disso? Olha que se a gente fizer, não tem volta. Vai correr o risco do proibido? Me olha e fala na cara." Ela acariciou meu rosto e meus lábios... E respondeu: "Se for com você, sim, tô disposta. Me arrisco a tudo. Termino de falar isso e começamos a nos beijar apaixonadamente, feito dois adolescentes virgens e loucos pra transar. Ela me leva pro quarto, tranca a porta pra ninguém entrar... Mas, por causa das meninas, a tia, com a bebedeira que tava, começa a cantar lá pro meio-dia. Voltando: ela tranca a porta e coloca uma música suave pra disfarçar os barulhos que vão rolar — é normal pra eles ela botar música pra dormir nos fins de semana. Ela se vira e a gente retoma os beijos, mas começo a tirar a parte de cima dela, sem sutiã, e começo a chupar aquelas tetas enormes que ela tem. Ela tenta tirar minha camisa, mas não tira toda, porque diz que fica sexy assim, meio aberta, e manda eu deixar pra gente transar, que me ver assim excitava ela. Continuo descendo, dando beijos no corpo todo, e jogo ela na cama, tiro a calça dela, deixando ela só com um fio dental preto... Passo o dedo por cima do fio dental, fazendo massagem, e ela começa a gemer baixinho. Vou tirando a calcinha e me delicio com aquela buceta depilada — primeiro um dedo, depois dois, em velocidade, e quando sinto a umidade, começo a chupar o grelo dela, do jeito que a mulher que me ensinou na adolescência me mostrou, foi a melhor coisa que me pediram pra aprender. O jeito que a Cecília se contorcia me excitava pra caralho, eu chupava com tanto prazer que ela segurava minha cabeça, o cheiro daquela buceta me drogava. Parei de chupar e fui subindo de novo até beijar ela de novo. Ela me vira e me joga na cama, tira minha calça e, igual eu fiz, começa a morder por cima da cueca. Já não aguentava mais, tirei a cueca de uma vez, o pau tava tão duro que ela se surpreendeu com o tamanho. Começou a chupar com uma maestria que nunca ninguém tinha chupado assim, devagar, com a língua, e ainda enfiou um dedinho no meu cu, filha da puta, de tão tesuda que tava, nem liguei. Depois de um tempo, quase me fez gozar, mas me puxei e mandei ela montar em mim. Enfiei devagar, feito câmera lenta, até o talo, bem fundo, e ficamos assim. uns segundos do prazer que sentíamos, Ceci começou devagar a se mover com movimentos curtos mas fluidos enquanto sussurrava no meu ouvido: "ai, love, o que eu sonhei tantas vezes isso... as punhetas que eu batia... só de poder ter você dentro de mim, meu love... sim... me fode como sua putinha, quero que você me faça sua". Aquilo foi como uma ordem pra mim. Peguei ela pela cintura e comecei a bombar de baixo pra cima com uma força que eu nem sabia que tinha, parecia que alguém tava batendo palma... ela com a buceta toda molhada só gemia e repetia "sim, Dany, sim, ai meu love, me fode...". Os peitos batiam no meu peito, ela é de pele clara mas tava toda vermelha... A gente trocou de posição, de quatro, e eu descosei ela, metia com raiva. Aí parei as enfiadas pra lubrificar o cu dela, pra poder cobrar o que ela tinha me feito antes 😜. As últimas enfiadas eram devagar mas bem até o fundo, ao mesmo tempo que ela retomava o ritmo leve. Já tava quase gozando, quando decidi tirar e meter no cu dela. Cuspi bem, fui bem devagar até conseguir dilatar aquele cu virgem, tava bem apertado. Ela mordia o travesseiro de dor e prazer ao mesmo tempo. Quando cheguei no fundo, mantive lá por uns segundos e perguntei: "que que cê sente, tendo eu dentro de você, putinha?" Ela não conseguia falar porque quando eu me mexia um pouco doía, mas ela gostava. Comecei a me mover com um pouco mais de liberdade, mas sem força pra não machucar. Percebi que ela tava gozando porque a colcha ficou molhada, ela tava derramando todo aquele néctar e eu desperdiçando... Retomei um ritmo que me beneficiava e ela também. Ficamos assim por um tempo. Eu já não aguentava mais, falei "vou gozar". Em segundos ela respondeu: "goza dentro de mim, love...". Não disse mais nada. Aumentei as enfiadas fortes, dessa vez Cecilia gritava, não ligava se alguém tava ouvindo. Eu também gemia e gritava, não exagerado, mas acompanhava os gritos dela. As últimas enfiadas custaram, mas eu mandei todo meu sêmen dentro dela. Sentia como enchia ela com meu fluido a cada enfiada que eu dava. Onde tirei meu pau do buraco dela, vi o jato de porra escorrendo. Vi ela passar a mão no cu todo melado e levar um pouco na boca, engolindo tudo. Eu caí rendido do lado dela, nos abraçamos, nos beijamos e dormimos, ela no meu peito. Até a manhã seguinte: acordo e vejo ela dormindo nua no meu peito, era um poema o corpo dela todo pelado. Não resisti e quis acordá-la com uma bela comida de buceta. Ela acordou feliz porque ninguém nunca tinha acordado ela assim, e fiz questão de dar bom dia com um beijo de língua. E voltei pro meu café da manhã, então comecei a punhetar ela pra gozar na minha boca. Não demorou muito, ela soltou um jorrinho gostoso. Aquele gostinho de salgadinho me encanta. Depois de um tempo de carícias e outras besteiras de dois apaixonados, ela perguntou se eu queria tomar banho com ela. "E se nos virem?", perguntei. "As meninas acordam tarde sempre, e a mãe é raro acordar cedo, são 8 horas." Falei que sim e fomos tomar banho, e transamos também no chuveiro. Aí tivemos que nos segurar em silêncio pra não sermos ouvidos, isso nos excitou ainda mais. Depois de alguns dias nos vendo escondidos e dormindo juntos, os dias passaram e chegou o dia de ir pro evento. Eu tinha comprado passagem pra chegar no dia 28. Meu primo e a Cecília me levaram até a Retiro. Meu primo ficou no carro por não sei que motivo, era eu e a Ceci. Entramos e fomos de mãos dadas até o ônibus, e vimos que tava atrasado, não tinha chegado ainda. Tinha uns 20, 25 minutos de espera. Sentamos pra esperar, começamos com os carinhos e, bom, pintou uns beijos — quem vai falar alguma coisa? Aí me veio uma ideia: falei pra gente ir no banheiro se despedir como deve ser. Ela hesitou, com medo de sermos vistos se ela fosse no banheiro masculino. Falei: "Vamos tentar, foi." Emprestei um gorro de lã pra ela, e ela tava com um moletom de algodão com capuz. Falei: "Coloca o gorro e o capuz, e com o cachecol ninguém vai perceber. Você entra primeiro." Mas fomos pra outro banheiro, um pouco mais afastado. Longe de estar aqui PERTO... Bom, tentamos com medo e entrei, fui eu, depois não tinha ninguém, sorte a nossa. Fomos para um dos últimos lá no fundo. Entramos e deixei a bolsa em cima da mochila do vaso sanitário e ela começou a chupar minha pica um bom tempo até deixar ela bem dura. Sentei no vaso e ela tirou a legging como pôde, sem fazer barulho, porque ouvimos barulho de gente. Ela sentou em cima de mim de costas e começou a subir e descer — que prazer gostoso ela sentia, vocês não imaginam. Trocamos de posição, de quatro, e meti com tudo, ela não aguentava segurar os gemidos, alguns escapavam. Já queria gozar e, como se tivesse ouvido, ela falou "goza dentro". Não aguentei mais, descarreguei tudo dentro. Depois saímos do banheiro e tinha um preto lá dentro lavando as mãos, rindo, e falou: "curtiram hein, eu também devo ter batido uma, meu louco". Aí chegou o busão e nos despedimos, prometi que voltaria um dia. BOM, GALERA, DESCULPA PELA DEMORA, MAS TAVA COMPLICADO 😞 MAS CONSEGUI POSTAR. ME DESCULPEM SE FICOU MUITO LONGO, MAS RESUMI O MÁXIMO QUE DEU PRA ENTENDER COMO FOI DAQUELA VEZ. SE TIVER ERROS DE ORTOGRAFIA, PERDOEM — ENTRE O CORRETOR E A VELOCIDADE QUE ESCREVO, ACABA PASSANDO BATIDO. EM BREVE VOU POSTAR A SEGUNDA PARTE!
3 comentários - Visitando minha prima
ya quisiera una prima asi