Suruba bi gostosa

O calor de janeiro pesava sobre a cidade como um cobertor úmido e sufocante. Na minha casa, o ar-condicionado travava uma batalha perdida contra o sol implacável que batia nas paredes brancas. Meus pais tinham ido embora há três dias para o litoral, me deixando as chaves do reino e uma conta bancária com grana suficiente pra comprar cachaça barata e gelo aos montes. O silêncio da casa tinha se quebrado há horas, substituído pelo estrondo de um grave que fazia vibrar os vidros da sala e o cheiro de perfume doce misturado com o odor metálico das latas de cerveja abertas. Éramos seis. Um círculo fechado de confiança e desejo reprimido que vinha cozinhando há meses sob o sol do verão. Eu, Edu, sentia a adrenalina correndo nas veias enquanto observava meus amigos. Do meu lado, Sara se grudava no meu braço; a pele loira dela estava levemente bronzeada e os peitos grandes pressionavam minha lateral a cada movimento rítmico do corpo. Javier e Luciana dançavam no centro, ele com aquela musculatura definida que fazia qualquer camiseta parecer prestes a rasgar, ela mexendo as cadeiras morenas com uma lentidão provocante. Joan, o mais imponente de nós, mantinha a Cintia abraçada pela cintura. O contraste entre a pele escura do Joan e a palidez loira da Cintia era quase obsceno sob as luzes de neon que eu tinha instalado pra ocasião. A música começou a baixar de intensidade quando o álcool começou a turvar o juízo. As risadas ficaram mais roucas, os olhares mais pesados. Nos jogamos no sofá grande de couro da sala, formando um círculo improvisado no tapete. O ar estava carregado de uma tensão elétrica, uma promessa de que a noite não terminaria só com uma ressaca. — Isso tá ficando chato — soltou o Joan, a voz grave dele ecoando no ambiente. O olhar se cravou numa garrafa de vidro verde que estava vazia no centro—. Vamos brincar de girar a garrafa. — Sério? Tipo no ensino fundamental? — se Javier brincou, embora seu sorriso denunciasse que estava mais do que disposto. — Não como na primária, idiota — respondeu Joan com um brilho de malícia nos olhos —. Quem for apontado escolhe alguém e impõe uma prenda. E aqui ninguém escapa. O jogo começou com uma inocência fingida. Risadas nervosas, músicas de karaokê desafinadas e danças ridículas que só serviam para esquentar o clima. Mas conforme a bebida fazia efeito e a pele se roçava "sem querer", a atmosfera mudou. O tom ficou sombrio, carregado de uma urgência primitiva. Os primeiros beijos surgiram, não como demonstração de afeto, mas como demarcação de território. Línguas que se exploravam com fome, mãos que desciam perigosamente em direção às coxas. Então, a garrafa girou e parou. A ponta apontou para Joan. Ele sorriu, uma expressão predatória que me fez arrepiar. Seus olhos se fixaram em Sara. — Sara — disse Joan, a voz agora um sussurro rouco —. É a sua vez. Quero que você faça um striptease. Até sobrar só a calcinha. O silêncio que se seguiu foi denso. Sara me olhou, seus olhos azuis brilhando com uma mistura de nervosismo e tesão. Eu não disse nada; a vontade de vê-la nua superava qualquer traço de possessividade. Luciana, captando a vibe, se levantou e trocou a música. Um ritmo lento, pesado, com gemidos sugestivos que preencheram o espaço e arrepiaram os pelos da minha nuca. Sara se levantou devagar. Seus movimentos eram desajeitados no começo, mas logo se fundiram com o ritmo. Suas mãos subiram pelos quadris, deslizando sob o tecido do vestido curto. Com um movimento fluido, deixou a peça cair no chão, revelando que não usava sutiã. Seus peitos grandes, pesados e coroados por bicos já eretos de antecipação, saltaram livremente a cada movimento dos ombros. O grupo prendeu a respiração. Sara começou a girar, roçando as mãos pelas coxas, descendo até a pequena calcinha vermelha que mal cobria a fenda da sua Bunda empinada. O tecido afundava na carne dela, acentuando a curva perfeita das nádegas enquanto ela se arqueava, se oferecendo pro nosso olhar. O som da respiração ofegante dela se misturava com a música, criando uma sinfonia de desejo. Quando terminou, ficou ofegante, com o peito subindo e descendo violentamente, totalmente exposta exceto por aquele fio vermelho. O ar na sala ficou irrespirável. A vez seguinte foi da Luciana. A garrafa girou e ela, com um sorriso felino, apontou pro Joan. — Você, Joan — decretou ela —. Se despe. Tudo. Joan não hesitou nem um segundo. Se levantou com uma confiança animal. Tirou a camiseta de uma vez, revelando um torso esculpido, peitoral largo e um abdômen trincado que brilhava com uma fina camada de suor. Depois, desabotoou a calça e deixou cair. Quando deslizou a cueca, o grupo soltou um suspiro coletivo. O pau dele, uma besta de vinte e quatro centímetros, saltou pra frente, já meio duro e pulsando com força. A pele escura, tensa e brilhante, terminava numa cabeça grossa que gotejava uma pequena pérola de porra. Era uma visão imponente, uma arma de prazer que dominava a sala. As vezes seguintes foram uma cascata de nudez. Roupas voando, peças se acumulando nos cantos esquecidos. Logo, os seis estávamos pelados, pele contra pele, o cheiro de sexo e álcool nos envolvendo como uma neblina. A inibição tinha morrido; só sobrava a fome. Joan ganhou de novo. Dessa vez, o olhar dele não foi pra namorada, e sim pra Sara. — Cintia — ordenou Joan, olhando pra parceira —. Quero que você faça sexo oral na Sara. Cinco minutos, ou até fazer ela gozar. Cintia, loira e miúda, não fez objeção nenhuma. Deslizou até a Sara, que se deitou no carpete, abrindo as pernas num convite mudo. Cintia se posicionou entre as coxas dela, as mãos segurando firme os quadris da Sara. Me aproximei pra observar, sentindo minha própria ereção pulsando contra meu abdômen. Cíntia afundou o rosto na buceta de Sara. O som foi imediato: um estalo molhado, o barulho da língua deslizando sobre os lábios carnudos. Sara soltou um gemido agudo, arqueando as costas enquanto os dedos de Cíntia separavam seus lábios para expor o clitóris inchado. Cíntia começou a lamber com uma habilidade frenética, chupando o pequeno botão de prazer enquanto sua língua brincava com a entrada da buceta. —Ah, meu Deus... Cíntia, sim... bem aí — gemeu Sara, as mãos se enterrando nos cabelos da loira. O som do "shlicking" rítmico, o roçar da carne molhada e a saliva escorrendo pelas coxas de Sara preencheram o silêncio. Quatro minutos de uma tortura deliciosa se passaram. Sara estava em êxtase, as pernas tremendo, os bicos dos peitos duros como pedra. De repente, um espasmo violento percorreu seu corpo. Sara gritou, um som gutural de libertação, enquanto os músculos da buceta se contraíam ritmicamente ao redor da língua de Cíntia. O primeiro orgasmo da festa tinha explodido, deixando Sara exausta e encharcada. Era minha vez de vencer. Olhei para Javier, que me devolveu um olhar desafiador. —Javier — falei, minha voz soando estranha nos meus próprios ouvidos—. Você vai masturbar o Joan. Cinco minutos. Mesma regra: até o clímax ou até o alarme tocar. Javier hesitou. Olhou para o pau enorme do Joan e depois para mim. Mas o código do jogo era sagrado. Ele se aproximou de Joan, que estava sentado com as pernas abertas, o pinto ereto e pulsante, apontando para o teto como um obelisco de carne escura. Javier envolveu os dedos ao redor do tronco grosso. A diferença de tamanho era evidente; a mão de Javier mal conseguia contornar a circunferência do membro de Joan. Javier começou a mover a mão, um ritmo lento que foi acelerando. O som da pele se esfregando contra a pele, lubrificada pelo líquido pré-seminal, era hipnótico. Joan fechou os olhos, jogando a cabeça para trás, soltando grunhidos baixos que vibravam no peito. Javier apertava com força, subindo e descendo, fazendo a glande roçar a base da mão a cada movimento. A tensão crescia, a vontade de gozar era palpável no ar. Bem quando Joan estava no limite, com os músculos das coxas tensos e a respiração ofegante, o alarme de um celular tocou com um estrondo metálico. — Tempo — sentenciei. Javier soltou o pau abruptamente. Joan soltou um gemido de frustração que quase parecia um grito. O pau dele ficou ali, vibrando, num estado de sensibilidade extrema, a glande vermelha e congestionada, implorando por uma liberação que não veio. A vez passou para Sara. Ela, ainda se recuperando do orgasmo, olhou para Cintia e depois para mim. — Edu — sussurrou com um sorriso malicioso —. Quero que você dilate o cu da Cintia. Senti um arrepio de excitação. Me levantei e peguei o lubrificante que estava na mesa. Cintia se posicionou de quatro no tapete, a bunda perfeita e empinada se erguendo em minha direção, expondo seu furinho anal pequeno e rosado. Me ajoelhei atrás dela. O cheiro de pele limpa e desejo me embriagou. Primeiro, abaixei a cabeça e comecei a lamber o cu dela. A língua explorando as dobras fechadas, o sabor salgado e terroso que disparou meus instintos. Cintia soltou um gemido rouco, apoiando os cotovelos no tapete. Enquanto continuava chupando, derramei uma quantidade generosa de lubrificante nos meus dedos. Introduzi o indicador lentamente. — Ah... Edu... — gemeu ela, a voz se quebrando. O anel muscular se contraiu no início, tentando expulsar o intruso, mas eu persisti. Comecei a mover o dedo em círculos, expandindo a abertura, sentindo a pressão e o calor interno. Adicionei um segundo dedo, depois um terceiro, empurrando com suavidade mas com firmeza. O som do lubrificante sendo deslocado, aquele "squelch" molhado, se tornou o único som no quarto. Cintia gemia forte, a bunda balançando inconscientemente enquanto eu dilatava a entrada dela, preparando-a para algo maior. Naquele momento, o jogo quebrou. A tensão acumulada por horas explodiu. Não havia mais turnos, nem garrafas, nem regras. Só havia fome. Ao meu lado, Sara se jogou em cima do Joan. —Me fode, Joan... agora mesmo —implorou, enrolando as pernas na cintura dele. Joan não precisou de mais convites. Se posicionou sobre ela e, com uma estocada brutal, afundou seus vinte e quatro centímetros na buceta da Sara. O som do impacto das pelves foi como um aplauso molhado. Sara gritou, os olhos arregalados enquanto sentia o pau enorme do Joan chegando até o colo do útero, preenchendo ela por completo. Enquanto isso, Javier se aproximou da Sara, que estava sendo possuída pelo Joan, e começou a fazer oral nela, a língua trabalhando o clitóris da loira enquanto o Joan a socava por dentro. Era uma imagem caótica e erótica: Sara presa entre dois homens, gemendo num estado de prazer absoluto. Eu aproveitei a oportunidade. A Cintia continuava de quatro, o cu já dilatado e pulsando. Me posicionei atrás dela, meu pau duro e escorrendo porra roçando as nádegas dela. Sem aviso, empurrei. A entrada anal, já preparada, me acolheu com um calor sufocante. —Meu Deus! —gritou a Cintia, cravando as unhas no carpete. A sensação era incrível. A pressão do esfíncter apertando meu tronco enquanto eu afundava nela. Comecei a foder ela com ritmo, sentindo minhas bolas batendo ritmadamente contra ela. O som da carne colidindo, o "slap slap slap" das minhas coxas contra a bunda dela, enchia a sala. O clímax chegou rápido pra gente. Joan soltou um rugido animal enquanto gozava uma quantidade massiva de porra dentro da Sara, enchendo o útero dela com jatos quentes. Eu, sentindo a pressão insuportável, empurrei uma última vez fundo no cu da Cintia e soltei toda a minha porra, sentindo as paredes internas do reto dela se contraindo em volta do meu pau. Javier, que tinha se masturbado enquanto assistia, também gozou, disparando o semen dele sobre os seios da Sara. A gente deu uma pausa. Nós três caras sentamos no sofá, ofegando, o coração batendo a mil por hora. Preparamos uns drinks fortes pra hidratar, o álcool queimando a garganta enquanto recuperávamos o fôlego. Mas as minas não tinham terminado. A Cintia e a Luciana se olharam. Tinha uma fome diferente nos olhos delas. Elas se jogaram uma na outra no meio da sala. A Cintia se posicionou entre as pernas da Luciana, que se deitou, abrindo as coxas morenas. A Cintia começou a lamber a buceta da Luciana com uma voracidade animal, chupando o clitóris e afundando a língua na umidade grossa da amiga. A Sara, vendo a cena, se moveu até a Luciana. Com um movimento coordenado, a Sara sentou na cara da Luciana, mas não pra ela chupar a buceta, e sim posicionando o cu bem na boca da morena. A Luciana, sem hesitar, abriu a boca e deslizou a língua pra dentro do buraquinho da Sara, explorando a profundidade do reto dela com movimentos circulares e profundos. O som da sucção e os gemidos sapatônicos criaram uma atmosfera de pura safadeza. Enquanto isso rolava, eu sentei entre o Joan e o Javier. Olhei pra eles, os paus ainda meio duros, pulsando. Comecei a masturbar os dois ao mesmo tempo, minhas mãos se movendo em sincronia pra devolver a dureza. Quando ficaram completamente eretos, me ajoelhei na frente do Joan. Me joguei no pau dele, envolvendo meus lábios em volta da cabeça escura. A rola do Joan era tão grande que me obrigava a abrir a mandíbula até o limite. Comecei a chupar com força, sentindo a textura da pele e o gosto salgado do gozo. Enquanto eu me concentrava no Joan, o Javier se posicionou atrás de mim. Senti os dedos dele lubrificados entrarem no meu cu. O Javier começou a me dilatar, a língua dele trabalhando no meu períneo enquanto os dedos procuravam minha próstata. Gemi contra o pau do Joan, o prazer vindo dos dois lados. Depois de uns minutos, senti que estava pronto. Javier tirou os dedos e, com um empurrão lento e deliberado, penetrou meu cu com seu pau de vinte e quatro centímetros. —Ahhh! —soltei um grito abafado, minha boca ainda cheia do pau do Joan. A sensação era avassaladora. Eu estava sendo preenchido pelo Javier enquanto me entregava ao Joan. Javier começou a se mover, me penetrando com uma força crescente. Joan, excitado pela minha submissão e pelo ritmo do Javier, começou a meter na minha boca, empurrando o membro fundo na minha garganta, quase me sufocando. Eu me sentia pequeno, dominado, uma ferramenta de prazer pros meus amigos. Javier percebeu a empolgação do Joan e acelerou o ritmo, penetrando meu cu de forma brutal, batendo na minha próstata a cada estocada. De lado, as minas tinham parado de se beijar. Elas nos olhavam, hipnotizadas pelo espetáculo gay que se desenrolava diante delas. Os olhos delas estavam dilatados, as respirações curtas. Eu vi como, enquanto nos observavam, cada uma delas começou a enfiar os dedos nas próprias bundinhas, excitadas com a visão da penetração anal masculina. O final foi explosivo. Eu, rendido às sensações, senti meu próprio corpo colapsar num orgasmo violento, gozando uma quantidade enorme de porra. Quase ao mesmo tempo, Javier soltou um grito e gozou fundo dentro do meu cu, me enchendo de calor. Em seguida, Joan, que tinha chegado ao limite, gozou dentro da minha boca, o gosto grosso e amargo inundando minha garganta. As minas, ao verem que a gente tinha acabado, se aproximaram. Os rostos delas eram máscaras de desejo. Começaram a lamber os restos de porra das nossas picas, usando as línguas pra limpar cada centímetro de pele. Essa estimulação fez a gente não perder a ereção; pelo contrário, endurecemos na hora. Aproveitando o momento, as três montaram na gente. A Sara no Joan, a Cintia em mim e a Luciana no Javier. Elas se sentaram devagar, enfiando nossos paus nas bucetas suculentas delas. O som do sqüelch" foi uníssono. Foi uma foda intensa, frenética, onde o suor colava nossos corpos e os gemidos viravam gritos. Finalmente, as três chegaram a um orgasmo simultâneo, suas paredes vaginais apertando nossos membros com uma força desesperada. —Chega... precisamos de uma pausa —ofegou Sara. Fomos para a piscina. A água fria foi um choque elétrico que nos trouxe de volta à consciência, mas não ao desejo. Nadamos em silêncio, os corpos flutuando, a pele ainda sensível. Mas ao sair, a dinâmica mudou. Edu e Joan nos olhamos. Havia um acordo silencioso. Nos aproximamos de Luciana com olhos de bestas dominantes. Encurralamos ela contra os sofás do jardim. Joan começou a apalpar os peitos dela, apertando com força, enquanto eu descia minhas mãos para as nádegas dela, apertando a carne morena com brutalidade. —Por favor... —sussurrou Luciana, a voz carregada de necessidade—. Penetrem em mim os dois. Ao mesmo tempo. Eu me deitei no sofá e puxei ela para cima de mim, introduzindo meu pau na buceta dela. Enquanto eu a preenchia, Joan se posicionou atrás dela e, sem rodeios, penetrou o cu dela. Luciana soltou um grito que provavelmente acordou a vizinhança inteira. Ela estava sendo esticada, preenchida por dois paus musculosos. Ela se sentia no paraíso, gritando de satisfação enquanto nós a macetávamos num ritmo coordenado, como uma máquina de prazer. Enquanto isso, Sara e Cintia se olharam com uma cumplicidade sombria. —Javier —disse Sara, a voz agora dominante—. Espera aqui. Vai pra sala. Vamos te dar uma surpresa. Javier, com a respiração ofegante, obedeceu. Ficou sozinho na sala, e a expectativa era tanta que ele começou a se masturbar devagar, imaginando o que viria. Minutos depois, as portas se abriram. Sara e Cintia voltaram, mas já não eram as garotas doces da tarde. Vestiam arneses de couro preto que apertavam seus peitos e cinturas. Carregavam chicotes nas mãos e, o mais impactante, strap-ons com dildos de dimensões monstruosas, que imitavam o tamanho dos paus da gente, dos meninos. Elas se aproximaram do Javier com passos lentos, predadores. —Agora você é nossa putinha, Javier —sentenciou Sara, o olhar gelado e dominador. —Sim... sou sua putinha —afirmou ele, a voz tremendo de submissão. Sara não esperou. Descascou o chicote no peito do Javier. O som do couro batendo na pele foi seco, seguido de um gemido erótico do garoto. Cintia deu outra chicotada, dessa vez na coxa. —De quatro. Agora! —ordenou Cintia. Javier se ajoelhou em posição, tremendo. Cintia se aproximou e, com uma brutalidade absoluta, enfiou o dildo grande na boca dele, preenchendo toda a cavidade oral e forçando-o a ofegar. Enquanto isso, Sara começou a dilatar o cu dele com os dedos e, sem aviso, meteu com força usando o strap-on. —Mmmgh! —Javier tentou gritar, mas o dildo na boca transformava os gritos em gemidos abafados. De lado, Luciana continuava sendo possuída por mim e pela Joan. O prazer era tão intenso que ela teve um orgasmo devastador, mas a gente não parou. Continuamos metendo nela, ignorando o cansaço dela, levando-a ao limite. Ela aguentou mais dois orgasmos seguidos, ficando num estado de hipersensibilidade onde qualquer toque era um choque elétrico. Finalmente, gozei dentro da buceta dela enquanto Joan disparava dentro do cu. Luciana desabou, e num último espasmo de prazer, teve um squirt massivo que molhou boa parte da sala, um jorro de líquido transparente que marcou o fim da resistência dela. Perto dali, as dominadoras continuavam açoitando e fodendo o Javier. O garoto, levado ao limite da submissão e da dor prazerosa, gozou num orgasmo violento que o deixou completamente seco e exausto. Mas Sara e Cintia ainda estavam com fome. Elas se aproximaram de mim e da Joan com olhares predadores. Antes que a gente pudesse falar qualquer coisa, nos açoitaram com os chicotes. A dor nos forçou a ajoelhar instintivamente. —Chupem —ordenou Cintia, posicionando o dildo na nossa frente. A gente se atirou sobre o plástico frio, chupando como se fosse carne de verdade, desesperados pra agradar nossas donas. Depois, nos colocaram de quatro, um de frente pro outro. Nos forçaram a nos beijar enquanto elas se revezavam pra nos penetrar analmente com os strap-ons. A humilhação e o prazer se misturaram num coquetel inebriante. A gente se sentia dominado, reduzido a simples objetos de prazer, e essa sensação nos levou a um orgasmo coletivo, forte e libertador. Mesmo assim, as minas não estavam satisfeitas. Tiraram os cintos de couro e se posicionaram num 69. Se penetraram analmente uma na outra, os corpos entrelaçados numa dança de carne e desejo. A cena era visceral: o som da penetração artificial, os gemidos e o suor. Continuaram assim até as duas gozarem com um orgasmo potente que deixou elas sem fôlego. O silêncio finalmente voltou pra casa, mas era um silêncio diferente. A gente tava exausto, quebrado, satisfeito. O ar cheirava a sexo, couro e suor. Sem dizer uma palavra, fomos pro chuveiro, lavando os restos de gozo e lubrificante dos nossos corpos. Quando finalmente deitamos, espalhados pela casa numa mistura de casais e grupos, o sono bateu rápido. A festa tinha acabado, deixando pra trás um rastro de prazer sombrio e uma cumplicidade que nenhum de nós esqueceria jamais. O verão tava só começando, e a gente sabia que isso era só o prelúdio de algo muito mais profundo.

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