Não lembro bem se estava no segundo ou terceiro ano do ensino médio quando aconteceu o que vou contar. Acontece que minha escola tinha que fazer um projeto para competir com outras escolas, então escolheram os que tinham as melhores médias e formaram um grupo. Entre esses, me escolheram, e junto com outros 3 garotos e 4 garotas, nos juntamos para levar adiante o projeto, que hoje não lembro mais do que se tratava. Mas me lembro que fomos fazer na casa de fim de semana de um dos garotos. Os pais dele tinham uma casa bem grande que só usavam no verão, nos fins de semana. Foi assim que nos reunimos para passar um sábado e domingo e trabalhar no projeto, nós 8. Éramos 4 garotos e 4 garotas recém-entrados na adolescência, que só nos conhecíamos por ir à mesma escola, só alguns compartilhavam a mesma turma. Assim chegou o fim de semana que íamos compartilhar. Embora eu me desse bem com todos, só com 2 garotas e um dos garotos eu me dava muito melhor. E uma das garotas, que se chamava Mariela, que não parava de falar do namorado, era com quem eu mais me dava bem. No sábado, passamos o dia todo focados no trabalho e, quando chegou a noite, comemos uma pizza e nos preparamos para ver um filme em um projetor que o dono da casa tinha. Ainda não existiam videocassetes, muito menos DVDs. Embora a casa fosse grande, não havia lugar para todos dormirem, então alguns tiveram que se acomodar nos sofás. Eu tive que dormir no sofá enorme que tinham em uma sala que servia de lugar para guardar um pequeno veleiro e onde estava a tela para o projetor. Depois de comer as pizzas, começamos a decidir qual filme assistir entre os poucos títulos que os donos do lugar tinham. Ao revisar, encontramos uma caixa sem etiqueta e colocamos para ver que filme era. Depois de alguns minutos, percebemos que era um filme pornô. Duas das garotas começaram a reclamar e pedir para colocarmos outra coisa. Então colocamos um de terror, que não lembro o nome. Nome: Se bem me lembro, o filme era bem ruim e a qualidade estava péssima. Depois de um bom tempo, foram indo dormir aos poucos, até que ficamos eu, um cara e mais duas minas. Não demorou muito e o outro cara meio que adormeceu, então levantou e foi embora. Na real, eu também estava com sono porque o filme era muito ruim, mas não podia dormir porque aquele sofá onde estávamos era minha cama naquela noite. Tinha esfriado um pouco, então me cobri com o cobertor e depois ofereci pras minas que também se cobrissem. Um tempo depois, eu estava no sofá com as duas minas cobertas pelo cobertor. Alguns minutos depois que o outro cara foi embora, uma das minas se levantou pra ir dormir. A outra mina pede pra ela por favor ficar, que quer terminar de ver o filme. Ela ficou mais um pouco, até que cansou e foi. Foi assim que fiquei sozinho com a mina que se chamava Mariela. A moça parecia estar bem assustada com o filme, então eu falo: "chega mais perto de mim se tiver medo". Aí ela vem pro meu lado. Assim, cobertos pelo cobertor, estávamos um do lado do outro vendo o filme, até que chegou uma cena que fez a Mariela se assustar e ela soltou um grito. Eu, como todo cavalheiro, a abracei e continuamos vendo o filme enquanto eu a abraçava. Ela estava bem assustada e respirava acelerado. O peito dela subia e descia rápido e eu aproveitava pra olhar as tetas que apareciam pelo decote do vestido, mal cobertas pelo cobertor. Aí a trama do filme, como é comum em todo filme de terror, tinha uma cena de sexo entre os protagonistas. Nós dois assistimos a cena sem nos olhar nem dizer nada. Eu não sabia como me posicionar pra ela não perceber que meu pau tinha endurecido. A cena de sexo do filme terminou com um susto dos atores e a Mariela se assustou de novo, soltou um grito, me abraçou forte e ficou com a cabeça encostada na minha. O cabelo dela na minha cara. O perfume dela inundava meu nariz. O som de suspense do filme continuava, e ela não tirava a cabeça para continuar assistindo. Foi assim que me animei, agarrei seu queixo e trouxe sua boca até a minha, começando a beijá-la. Ela respondeu ao meu beijo dizendo: "O que você tá fazendo? Eu tenho namorado, você tá louco?" Eu respondi, enquanto continuava beijando-a: "Seu namorado não tá aqui. Não sinto que você não goste dos meus beijos. Me diz para parar e eu não beijo mais." Então, ela muito timidamente respondeu a alguns dos meus beijos, mal abrindo a boca. Sempre que podia, metia minha língua dentro de sua boca e, com meu braço, mantinha sua cabeça diante da minha. Minutos depois, ela já se soltou e também me beijava freneticamente, enquanto ao mesmo tempo me dizia que não, que tinha namorado. Não parava de me beijar e me dizer: "Me deixa, eu tenho namorado." Eu continuava meio que obrigando-a a me beijar, e ela continuava respondendo aos meus beijos enquanto eu passava minha mão por todo seu corpo. De vez em quando, parava em seus peitos, e ela suspirava e tremia. De repente, deixei uma de minhas mãos em seus peitos e comecei a apertar, buscando seu mamilo por cima do vestido. Ela então agarrou minha mão e a tirou do peito. Pensei que estava marcando que não queria ser tocada. Mas, na verdade, estava me mostrando o caminho. Tirou minha mão do peito, mas a depositou em sua coxa meio descoberta, porque seu vestido havia subido um pouco. Minha mão em sua coxa começou a subir, e ela não me deteve. Foi assim que cheguei novamente ao seu sutiã, por baixo do vestido. Meti a mão por baixo do sutiã e assim pude tocar a pele do peito. Os dois continuamos nos beijando enquanto o filme prosseguia. Outra vez, ela agarrou minha mão e a tirou do peito, levando-a até sua coxa. E sinto que ela abre as pernas. Ela coloca sua mão sobre a minha e a leva até sua virilha. Naquela idade, eu não tinha nenhuma experiência em como tocar uma mulher, muito menos em como masturbá-la. Foi assim que, sem saber muito o que fazer, e ela às vezes com sua mão me... guiando, comecei a massagear por cima da calcinha o carnudo bucetao que ela tinha. Ela começou a gemer bem devagar enquanto de novo me dizia: "me deixa, chega, tenho namorado, não, não... continua assim, mais, mais". De repente ela enfiou a cabeça atrás da minha de novo e eu aproveitei pra meter meus dedos por dentro da calcinha e senti sua buceta molhada e quentinha. Enfiava os dedos e meu polegar encontrou o clitóris dela e fiquei pressionando. Ela continuava gemendo e pedindo pra parar, mas também apoiava a mão em cima da minha pra que meus dedos entrassem mais fundo na sua buceta.
O filme tinha acabado e o lugar estava iluminado pelo feixe de luz do projetor, dava pra ouvir o barulho do carretel girando solto. Foi aí que vejo que na porta atrás do projetor tinha alguém parado. Ao ver alguém, fiquei com medo e quis tirar minha mão, parar de tocar nela, mas ela não deixou. De repente olhei de novo e não tinha ninguém. Pensei que a pessoa tinha ido chamar os outros pra mostrar o que tava rolando, mas ninguém veio.
Depois de mais alguns minutos, Mariela me abraça mais forte e tenta abafar um gritinho no meu pescoço, estremece e tem um orgasmo. Meus dedos ficam inundados pelo fluxo e pelo calor da sua buceta. Ela fechou as pernas e ficou um bom tempo respirando ofegante. Depois voltou pro meu rosto, me beijou e disse: "não devíamos ter feito isso, tenho namorado".
Eu tava com o pau a mil. Então abaixei meu calção de ginástica e levei a mão dela pro meu pau. Ela não quis pegar. Sentou, se afastou de mim e disse: "chega, me deixa, tenho namorado, isso é errado". Eu abri o cobertor, mostrei meu pau e falei: "vai me deixar assim?". Ela se levantou e foi embora.
Fiquei lá com o pau durasso. Desliguei o projetor e me deitei pra dormir. Tava com vontade de bater uma porque ela me deixou com o tesão lá em cima, mas não queria fazer ali e o banheiro era depois da sala, onde alguns dos caras tavam dormindo. Demorei pra pegar no sono. não consegui dormir porque fiquei pensando em quem era o cara ou a mina que me viu masturbando a Mariela e também na experiência de sentir um orgasmo de mulher com meus dedos. O cheiro da sua buceta tinha ficado nos meus dedos e me acompanhava enquanto eu adormecia. Estava dormindo profundamente na sala escura quando achei que estava num sonho, porque tinha a sensação de que estavam me batendo uma punheta lentamente. Entre dormido e acordado, eu curtia como uma mão subia e descia por todo o meu pau. Meu corpo estava de lado, virado para o sofá, e pensando que era um sonho, eu empinava a pelve pra frente e encostava no encosto do sofá. Até que percebi que não era um sonho, tinha alguém atrás de mim e era uma mão que estava me masturbando. Por um instante, passou pela minha cabeça que a Mariela tinha voltado e estava me retribuindo o favor que fiz a ela. Tentei me virar pensando que era a Mariela, e uma voz masculina, bem devagar, me diz: "Fica quieto, só tô te fazendo o que você fez com a Mariela". Aí eu percebi que quem estava me batendo uma punheta era o cara que estava parado ao lado da porta e nos viu. Meu instinto me levou a perguntar quem era, mas não a tirar a mão dele do meu pau. Ele, enquanto continuava me masturbando bem devagar, com a voz muito baixa, me diz: "Não sabe quem eu sou? Melhor assim, fica aí e me deixa curtir seu pau". Enquanto me dizia isso, ele se aproximou de mim e encostou o corpo no meu. Dava pra sentir o pau dele duro encostado na minha bunda. O corpo dele pressionado contra o meu me deixou preso contra o sofá. Ele continuou batendo uma punheta no meu pau enquanto sussurrava no meu ouvido: "Quer que eu pare de te tocar? Você gosta, né? Quer que eu te faça gozar como você fez com a Mariela?". No começo, eu tava com medo porque ele me viu masturbando a Mariela, mas depois meu medo era maior de que alguém chegasse e visse ele deitado atrás de mim me masturbando. Também pensei que ele devia ter medo das minhas reações e de que alguém aparecesse e nos visse. Me surpreendia a coragem que ele tinha de avançar assim... uma época em que relações homossexuais eram tabu. De vez em quando, ele parava de fazer o que estava fazendo no meu pau e, com a ponta do dedo, espalhava as gotas de líquido que saíam dele. Ele ficou um tempão fazendo isso e eu ficava quieto, aproveitando a punheta lenta que ele me dava. Com alguns movimentos, ele se posicionou bem atrás de mim, passou o outro braço por baixo do meu corpo e me masturbava com as duas mãos, enquanto eu sentia o pau dele, bem duro, pressionado no meio das minhas nádegas. De vez em quando, ele empinava a pélvis pra frente pra eu sentir bem o pau dele. Acho que ele tentava algo novo de vez em quando pra ver como eu reagia. Ele percebeu que eu já não aguentava mais e estava quase gozando, e me disse: "vira". Ao virar, tentei ver quem era, mas pela escuridão do lugar não consegui. E menos ainda porque ele rapidamente se enfiou debaixo do cobertor enquanto pedia permissão pra chupar meu pau. Ele puxou minha calça um pouco pra baixo e, assim, debaixo do cobertor, comecei a sentir a língua fria dele percorrendo a cabeça do meu pau. Até que, de repente, ele enfiou tudo até o fundo da garganta. Cada vez que estava bem lá dentro, ele tirava a língua pra molhar e lamber minhas bolas. Eu estava curtindo pra caralho, mas o medo de alguém aparecer impedia que eu gozasse. Olhava pra porta escura, torcendo pra ninguém vir. Ele me fez saber que também estava de olho, e que eu avisasse se alguém chegasse. Por cima do cobertor, apoiei minha mão na cabeça dele e sentia como ele a movia pra cima e pra baixo enquanto chupava meu pau. Então ele se deitou de novo e me deu as costas, e enquanto se cobria bem, disse: "agora é sua vez". Ele encostou a bunda na minha pélvis e eu coloquei uma mão dentro da calça dele. Aí senti o pau grosso dele, todo duro e molhado. "Me bate uma", ele sussurrou, enquanto pressionava mais a bunda contra meu pau. Eu masturbava ele mais rápido e ele arqueava mais as costas pra encostar a bunda no meu pau. Tirei minha mão do pau dele e puxei a calça dele pra baixo pela parte de trás. para deixar sua bunda pra fora enquanto eu tirava meu pau pra fora da calça, ele puxou a calça um pouco mais pra baixo. Pegou meu pau e colocou entre as pernas. Eu meti minha mão de novo dentro da calça dele e continuei masturbando ele. Ele levou a mão pra trás de novo, agarrou meu pau e apoiou na porta do cu. Enquanto eu batia uma pra ele, ele empinava a bunda pra trás e eu fazia força pra frente, e assim senti meu pau começando bem devagar a abrir caminho pelo ânus dele. Bem na hora que ia entrar, escorregou e saiu. Então ele pegou de novo com a mão e senti que com os dedos ele guiou a cabeça do meu pau pra dentro do cu dele. Quando senti que a cabeça toda entrou, não aguentei mais e comecei a jorrar jatos de porra quente dentro do cu dele. Ele percebeu e jogou a cabeça pra trás, me perguntando se eu tinha gozado. Ao tirar meu pau semi-duro do cu dele, ele começou a bater uma com dificuldade. Não demorou muito pra ficar duro de novo. Aí comecei a enterrar mais fundo enquanto ele se masturbava. Peguei uma das nádegas dele, que era peluda, e abri pra meu pau entrar mais. Ele empinava mais a bunda pra fora pro meu pau entrar até as bolas. Quando tava todo dentro, meti a mão de novo dentro da calça dele e comecei a masturbar ele enquanto o fodia. Meu pau entrava e saía com facilidade no cu apertado por causa da lubrificação da porra que tinha jorrado antes. Depois de um tempo, acelerei o ritmo da foda e da masturbação, e quase ao mesmo tempo que comecei a gozar de novo dentro do cu, ele começou a gozar dentro da cueca, molhando toda minha mão com o sêmen dele. Limpei minha mão na cueca dele enquanto ele tirava meu pau do cu e guardava dentro da minha calça. Depois ele saiu de debaixo do cobertor e, quando ia se levantar, perguntei de novo quem ele era. Ele respondeu: "Melhor assim, que você não saiba quem eu sou, é nosso segredo". Levantou e foi embora. Fiquei pasmo com tudo que tinha acontecido. noite Meu coração ainda estava acelerado pelo orgasmo da Mariela e pela transa com o estranho. Ajeitei a poltrona que servia de cama e sacudi um pouco o cobertor, já que havia um cheiro de pau e sexo. Depois me deitei para voltar a dormir. Novamente estava com dificuldade para pegar no sono quando senti alguém se aproximando da poltrona no escuro. Sentei para ver e perguntar quem era, e ela respondeu que era a Mariela. Meu sangue gelou pensando que, se ela tivesse vindo alguns minutos antes, teria nos pegado transando. Também me preocupei se ela sentiria um pouco de cheiro de pau no lugar. Ela sentou ao meu lado e começou a pedir desculpas por ter ido embora daquela forma. Voltou ao assunto de que tinha namorado, que estava confusa, que o que havia sentido era novo para ela, que mesmo não sendo virgem, tinha muito pouca experiência, e que por favor o que havia acontecido ficasse entre nós. Eu a abracei para consolá-la e ela, por iniciativa própria, começou a me beijar. Ela começou a se reclinar na poltrona e eu me joguei sobre ela enquanto continuava a beijá-la. Desci um pouco pelo pescoço até chegar aos seus peitos e comecei a mordiscá-los por cima do vestido. Quando meti uma mão por baixo do vestido, ela novamente a agarrou e a levou até sua buceta. Foi assim que me sentei na poltrona e ela, deitada, cruzou as duas pernas por cima das minhas. Com toda a comodidade do mundo, puxei a calcinha dela para o lado e comecei a masturbar sua buceta novamente. Sua pélvis pulsava cada vez que eu enfiava três dedos dentro de sua buceta. Embora ela estivesse gostando muito, para mim era um aprendizado completo sobre como tocar uma mulher e sentir como seu corpo reagia a mim. Não demorou muito e, justo quando eu estava me inclinando para enfiar meu rosto em sua buceta, ela teve outro orgasmo. Senti minhas mãos tão molhadas como se ela tivesse feito xixi. Mariela ficou um tempo deitada com as pernas abertas, respirando aceleradamente, enquanto eu continuava acariciando. use a palavra: buceta
Depois ela se sentou e começou a me beijar de novo, e levou a mão até meu pau. Aí eu lembrei que pouco antes eu tinha estado dentro do cu de um estranho. Então não podia deixar ela me tocar porque meu pau podia estar sujo. Falei pra ela que já tínhamos nos arriscado muito, que alguém podia nos ver. Ela concordou comigo e paramos por ali, combinando de marcar outra hora depois. Depois que ela foi embora, um tempo depois fui ao banheiro me higienizar e percebi que fiz certo em não deixar Mariela tocar no meu pau. Eu estava todo sujo com bosta seca, debaixo do prepúcio estava cheio de uma mistura de porra e merda, e o tronco do meu pau estava coberto de cocô seco. Me limpei bem na pia do banheiro e fui dormir depois de uma noite muito estranha. Lamentei, ao me limpar, perder o cheiro nos meus dedos da sua buceta. No dia seguinte, seguimos com o trabalho do projeto como se nada tivesse acontecido. Em nenhum momento Mariela demonstrou nada, e nunca consegui descobrir quem foi que me bateu uma punheta e depois me comeu. Mariela, algum tempo depois, largou o namorado e começou a sair com outro, enquanto transava comigo. Hoje em dia, já mais resolvido com minha bissexualidade, acho que teria gostado que aquele estranho também tivesse me comido. Me excita saber que alguém que eu não saberia quem é poderia ter arrombado meu cu.
O filme tinha acabado e o lugar estava iluminado pelo feixe de luz do projetor, dava pra ouvir o barulho do carretel girando solto. Foi aí que vejo que na porta atrás do projetor tinha alguém parado. Ao ver alguém, fiquei com medo e quis tirar minha mão, parar de tocar nela, mas ela não deixou. De repente olhei de novo e não tinha ninguém. Pensei que a pessoa tinha ido chamar os outros pra mostrar o que tava rolando, mas ninguém veio.
Depois de mais alguns minutos, Mariela me abraça mais forte e tenta abafar um gritinho no meu pescoço, estremece e tem um orgasmo. Meus dedos ficam inundados pelo fluxo e pelo calor da sua buceta. Ela fechou as pernas e ficou um bom tempo respirando ofegante. Depois voltou pro meu rosto, me beijou e disse: "não devíamos ter feito isso, tenho namorado".
Eu tava com o pau a mil. Então abaixei meu calção de ginástica e levei a mão dela pro meu pau. Ela não quis pegar. Sentou, se afastou de mim e disse: "chega, me deixa, tenho namorado, isso é errado". Eu abri o cobertor, mostrei meu pau e falei: "vai me deixar assim?". Ela se levantou e foi embora.
Fiquei lá com o pau durasso. Desliguei o projetor e me deitei pra dormir. Tava com vontade de bater uma porque ela me deixou com o tesão lá em cima, mas não queria fazer ali e o banheiro era depois da sala, onde alguns dos caras tavam dormindo. Demorei pra pegar no sono. não consegui dormir porque fiquei pensando em quem era o cara ou a mina que me viu masturbando a Mariela e também na experiência de sentir um orgasmo de mulher com meus dedos. O cheiro da sua buceta tinha ficado nos meus dedos e me acompanhava enquanto eu adormecia. Estava dormindo profundamente na sala escura quando achei que estava num sonho, porque tinha a sensação de que estavam me batendo uma punheta lentamente. Entre dormido e acordado, eu curtia como uma mão subia e descia por todo o meu pau. Meu corpo estava de lado, virado para o sofá, e pensando que era um sonho, eu empinava a pelve pra frente e encostava no encosto do sofá. Até que percebi que não era um sonho, tinha alguém atrás de mim e era uma mão que estava me masturbando. Por um instante, passou pela minha cabeça que a Mariela tinha voltado e estava me retribuindo o favor que fiz a ela. Tentei me virar pensando que era a Mariela, e uma voz masculina, bem devagar, me diz: "Fica quieto, só tô te fazendo o que você fez com a Mariela". Aí eu percebi que quem estava me batendo uma punheta era o cara que estava parado ao lado da porta e nos viu. Meu instinto me levou a perguntar quem era, mas não a tirar a mão dele do meu pau. Ele, enquanto continuava me masturbando bem devagar, com a voz muito baixa, me diz: "Não sabe quem eu sou? Melhor assim, fica aí e me deixa curtir seu pau". Enquanto me dizia isso, ele se aproximou de mim e encostou o corpo no meu. Dava pra sentir o pau dele duro encostado na minha bunda. O corpo dele pressionado contra o meu me deixou preso contra o sofá. Ele continuou batendo uma punheta no meu pau enquanto sussurrava no meu ouvido: "Quer que eu pare de te tocar? Você gosta, né? Quer que eu te faça gozar como você fez com a Mariela?". No começo, eu tava com medo porque ele me viu masturbando a Mariela, mas depois meu medo era maior de que alguém chegasse e visse ele deitado atrás de mim me masturbando. Também pensei que ele devia ter medo das minhas reações e de que alguém aparecesse e nos visse. Me surpreendia a coragem que ele tinha de avançar assim... uma época em que relações homossexuais eram tabu. De vez em quando, ele parava de fazer o que estava fazendo no meu pau e, com a ponta do dedo, espalhava as gotas de líquido que saíam dele. Ele ficou um tempão fazendo isso e eu ficava quieto, aproveitando a punheta lenta que ele me dava. Com alguns movimentos, ele se posicionou bem atrás de mim, passou o outro braço por baixo do meu corpo e me masturbava com as duas mãos, enquanto eu sentia o pau dele, bem duro, pressionado no meio das minhas nádegas. De vez em quando, ele empinava a pélvis pra frente pra eu sentir bem o pau dele. Acho que ele tentava algo novo de vez em quando pra ver como eu reagia. Ele percebeu que eu já não aguentava mais e estava quase gozando, e me disse: "vira". Ao virar, tentei ver quem era, mas pela escuridão do lugar não consegui. E menos ainda porque ele rapidamente se enfiou debaixo do cobertor enquanto pedia permissão pra chupar meu pau. Ele puxou minha calça um pouco pra baixo e, assim, debaixo do cobertor, comecei a sentir a língua fria dele percorrendo a cabeça do meu pau. Até que, de repente, ele enfiou tudo até o fundo da garganta. Cada vez que estava bem lá dentro, ele tirava a língua pra molhar e lamber minhas bolas. Eu estava curtindo pra caralho, mas o medo de alguém aparecer impedia que eu gozasse. Olhava pra porta escura, torcendo pra ninguém vir. Ele me fez saber que também estava de olho, e que eu avisasse se alguém chegasse. Por cima do cobertor, apoiei minha mão na cabeça dele e sentia como ele a movia pra cima e pra baixo enquanto chupava meu pau. Então ele se deitou de novo e me deu as costas, e enquanto se cobria bem, disse: "agora é sua vez". Ele encostou a bunda na minha pélvis e eu coloquei uma mão dentro da calça dele. Aí senti o pau grosso dele, todo duro e molhado. "Me bate uma", ele sussurrou, enquanto pressionava mais a bunda contra meu pau. Eu masturbava ele mais rápido e ele arqueava mais as costas pra encostar a bunda no meu pau. Tirei minha mão do pau dele e puxei a calça dele pra baixo pela parte de trás. para deixar sua bunda pra fora enquanto eu tirava meu pau pra fora da calça, ele puxou a calça um pouco mais pra baixo. Pegou meu pau e colocou entre as pernas. Eu meti minha mão de novo dentro da calça dele e continuei masturbando ele. Ele levou a mão pra trás de novo, agarrou meu pau e apoiou na porta do cu. Enquanto eu batia uma pra ele, ele empinava a bunda pra trás e eu fazia força pra frente, e assim senti meu pau começando bem devagar a abrir caminho pelo ânus dele. Bem na hora que ia entrar, escorregou e saiu. Então ele pegou de novo com a mão e senti que com os dedos ele guiou a cabeça do meu pau pra dentro do cu dele. Quando senti que a cabeça toda entrou, não aguentei mais e comecei a jorrar jatos de porra quente dentro do cu dele. Ele percebeu e jogou a cabeça pra trás, me perguntando se eu tinha gozado. Ao tirar meu pau semi-duro do cu dele, ele começou a bater uma com dificuldade. Não demorou muito pra ficar duro de novo. Aí comecei a enterrar mais fundo enquanto ele se masturbava. Peguei uma das nádegas dele, que era peluda, e abri pra meu pau entrar mais. Ele empinava mais a bunda pra fora pro meu pau entrar até as bolas. Quando tava todo dentro, meti a mão de novo dentro da calça dele e comecei a masturbar ele enquanto o fodia. Meu pau entrava e saía com facilidade no cu apertado por causa da lubrificação da porra que tinha jorrado antes. Depois de um tempo, acelerei o ritmo da foda e da masturbação, e quase ao mesmo tempo que comecei a gozar de novo dentro do cu, ele começou a gozar dentro da cueca, molhando toda minha mão com o sêmen dele. Limpei minha mão na cueca dele enquanto ele tirava meu pau do cu e guardava dentro da minha calça. Depois ele saiu de debaixo do cobertor e, quando ia se levantar, perguntei de novo quem ele era. Ele respondeu: "Melhor assim, que você não saiba quem eu sou, é nosso segredo". Levantou e foi embora. Fiquei pasmo com tudo que tinha acontecido. noite Meu coração ainda estava acelerado pelo orgasmo da Mariela e pela transa com o estranho. Ajeitei a poltrona que servia de cama e sacudi um pouco o cobertor, já que havia um cheiro de pau e sexo. Depois me deitei para voltar a dormir. Novamente estava com dificuldade para pegar no sono quando senti alguém se aproximando da poltrona no escuro. Sentei para ver e perguntar quem era, e ela respondeu que era a Mariela. Meu sangue gelou pensando que, se ela tivesse vindo alguns minutos antes, teria nos pegado transando. Também me preocupei se ela sentiria um pouco de cheiro de pau no lugar. Ela sentou ao meu lado e começou a pedir desculpas por ter ido embora daquela forma. Voltou ao assunto de que tinha namorado, que estava confusa, que o que havia sentido era novo para ela, que mesmo não sendo virgem, tinha muito pouca experiência, e que por favor o que havia acontecido ficasse entre nós. Eu a abracei para consolá-la e ela, por iniciativa própria, começou a me beijar. Ela começou a se reclinar na poltrona e eu me joguei sobre ela enquanto continuava a beijá-la. Desci um pouco pelo pescoço até chegar aos seus peitos e comecei a mordiscá-los por cima do vestido. Quando meti uma mão por baixo do vestido, ela novamente a agarrou e a levou até sua buceta. Foi assim que me sentei na poltrona e ela, deitada, cruzou as duas pernas por cima das minhas. Com toda a comodidade do mundo, puxei a calcinha dela para o lado e comecei a masturbar sua buceta novamente. Sua pélvis pulsava cada vez que eu enfiava três dedos dentro de sua buceta. Embora ela estivesse gostando muito, para mim era um aprendizado completo sobre como tocar uma mulher e sentir como seu corpo reagia a mim. Não demorou muito e, justo quando eu estava me inclinando para enfiar meu rosto em sua buceta, ela teve outro orgasmo. Senti minhas mãos tão molhadas como se ela tivesse feito xixi. Mariela ficou um tempo deitada com as pernas abertas, respirando aceleradamente, enquanto eu continuava acariciando. use a palavra: buceta
Depois ela se sentou e começou a me beijar de novo, e levou a mão até meu pau. Aí eu lembrei que pouco antes eu tinha estado dentro do cu de um estranho. Então não podia deixar ela me tocar porque meu pau podia estar sujo. Falei pra ela que já tínhamos nos arriscado muito, que alguém podia nos ver. Ela concordou comigo e paramos por ali, combinando de marcar outra hora depois. Depois que ela foi embora, um tempo depois fui ao banheiro me higienizar e percebi que fiz certo em não deixar Mariela tocar no meu pau. Eu estava todo sujo com bosta seca, debaixo do prepúcio estava cheio de uma mistura de porra e merda, e o tronco do meu pau estava coberto de cocô seco. Me limpei bem na pia do banheiro e fui dormir depois de uma noite muito estranha. Lamentei, ao me limpar, perder o cheiro nos meus dedos da sua buceta. No dia seguinte, seguimos com o trabalho do projeto como se nada tivesse acontecido. Em nenhum momento Mariela demonstrou nada, e nunca consegui descobrir quem foi que me bateu uma punheta e depois me comeu. Mariela, algum tempo depois, largou o namorado e começou a sair com outro, enquanto transava comigo. Hoje em dia, já mais resolvido com minha bissexualidade, acho que teria gostado que aquele estranho também tivesse me comido. Me excita saber que alguém que eu não saberia quem é poderia ter arrombado meu cu.
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