Verão em Família 6

Capítulo 6: O Final

A verdade é que tudo estava indo muito bem. A Brenda era uma verdadeira doida varrida, quando eu menos esperava ela já estava de joelhos, puxando meu pau pra fora e massageando a cabeça com os lábios, enquanto esfregava os mamilos e gemía. Mas o que a gente fazia era arriscado, e logo a conta ia chegar. Certo dia, depois de ficarmos dois dias sem nos encontrar, a Brenda achou uma brecha. Assim que ouviu que a Susana tinha entrado no banho e que a Erica estava no quarto dela, a Brenda veio pra cima de mim, começou a me beijar enquanto ao mesmo tempo se despia e tirava meu pau pra fora, pra brincar devagar com a mão na cabecinha, me trabalhando com maestria com as mãos e com a língua molhada enfiada na minha garganta.

- Mmmmm, eu não devia estar fazendo isso aqui, sou uma garotinha muito safada - ela ronronou, e imediatamente ajoelhou e começou a beijar meu pau com os lábios, fazendo cócegas na parte sensível debaixo da cabecinha.

- Aposto que não - eu gemei. - Isso te deixa excitada, gostosa? Ser safadinha? - perguntei. Fui interrompido por um gemido profundo de prazer quando a Brenda enfiou a cabecinha do meu pau na boca e rodou a língua com selvageria.

Os lábios dela se afastaram do meu pau. - Shh, papai, temos que ficar quietos. Não queremos chamar atenção - ela tinha razão, então abafei meus gemidos, coloquei uma mão na cabeça da Brenda e a observei enquanto ela resmungava baixinho e enfiava meu pau fundo na garganta. Uma das mãos dela tinha escorregado até a virilha e ela deslizou alguns dedos dentro de si, se acariciando no ritmo da cabeça que balançava.

- A gente devia levar isso pro quarto? - eu ofeguei depois de alguns minutos saboreando aquela chupada lenta e amorosa.

Os lábios da Brenda deslizaram pra fora do meu pau e ela sussurrou rápido: - Não, não pro quarto, a Erica tá lá. Vem, me segue - Ela se levantou rápido, deu um puxão no meu pau e me beijou nos lábios antes de se virar de leve, com a... cabelo escuro e ondulado balançando atrás dela, e me levou até a cozinha Brenda sentou-se à mesa, apoiada nas mãos e com as coxas abertas, revelando sua deliciosa bucetaVerão em Família 6- O senhor me experimentaria? - perguntou ela, cheia de malícia, passando um dedo pelos lábios úmidos. Dei um sorriso faminto e me ajoelhei diante dela, aspirando sua excitação.
- Faz dois dias que estou morrendo de vontade de provar você - grunhi, enquanto mergulhava minha língua entre suas pernas bronzeadas.
Gemitamos em êxtase compartilhado enquanto eu lambia avidamente sua buceta, provocando-a com longas carícias da minha língua plana, pressionando suave e depois firmemente contra sua vagina trêmula. Ela suspirava de satisfação, e senti seus dedos percorrerem meus cabelos enquanto eu lambia, beijava e chupava sua buceta, sentindo sua excitação crescente no calor do meu rosto e seus dedos apertando meus cabelos. Logo, pude sentir uma urgência nela.
- Meu clitóris - ela suspirou com um gemido abafado de prazer. - Chupa, papai. Chupa meu clitóris, por favor. - Sua voz tremia ao falar, esforçando-se para se conter enquanto ondas de prazer percorriam seu corpo.
Rapidamente, deslizei meus lábios ao redor de seu clitóris e o chupei entre eles, movendo-o para frente e para trás enquanto minha língua o açoitava e eu sugava no ritmo de seus suspiros crescentes.
- Isso, papai, isso, faz essa safadinha gozar. Ah, isso, isso! - ela gemeu.
Ela esfregou sua vagina com fúria no meu rosto; meus lábios deslizaram de seu clitóris e percorreram cada centímetro de sua buceta, encontrando os pontos certos para fazê-la tremer, para fazê-la gozar. Senti o aroma intenso de seus fluidos escorrendo do mais profundo, e meu cérebro explodiu. Fiquei louco explorando sua buceta avidamente, buscando cada gota daquela essência deliciosa.
Quando o orgasmo de Brenda diminuiu, seu aperto mortal relaxou, e ela se espalhou sobre a mesa, acariciando suavemente seus mamilos marrons rígidos enquanto eu beijava sua buceta e a parte interna da coxa suavemente, com reverência.
- Meu Deus, não sou lambida assim desde... - ela suspirou levemente, pensativa. - Digamos que há muito tempo. - Depois de mais alguns momentos beijando suavemente suas coxas. Enxarcados e sua buceta, Brenda se levantou devagar e me olhou, fixando meus olhos com aqueles olhos castanhos enquanto seus dedos finos deslizavam na sua virilha.
- Você me deixou toda molhada, papi - seus dedos percorreram o contorno dos lábios da sua boceta
- Quer sentir como essa piroca está encharcada? - perguntei
Sorri pra ela, dei um beijo apaixonado e profundo nos seus lábios úmidos e depois me levantei; minha enorme ereção surgiu de baixo da mesa e se estendeu sobre a quente e molhada ppk da Luisa.
Esfreguei um pouco de um lado pro outro, curtindo a sensação da umidade quente na parte de baixo do meu pau. Ela suspirou levemente enquanto eu roçava no clitóris dela repetidas vezes.
- Ai, Papi, não provoca - ela gemeu, eu ri e agarrei minha rola, batendo nos lábios dela várias vezes.
- Não consegue esperar? - falei, deslizando a cabeça do meu pau do clitóris dela até o buraco ansioso.
- Não, papi, me dá agora - ela me puxou pra perto e minha cabeça deslizou pra dentro da sua vagina, nós dois suspirámos de prazer ao mesmo tempo e lentamente enfiei meu pau no buraco ávido dela. Continuei, enchendo ela devagar, os dois fazendo força pra ficar quietos. Imaginei que não queríamos chamar a atenção da Erica, muito menos da Susana, mas foi em vão
- Aham - Erica limpou a garganta chamando atenção - Nossa... que cena familiar - falou sarcástica, em pé nua na porta da cozinha.sexoAntes que eu pudesse dizer qualquer coisa, Brenda se virou para ela com um sorriso largo, como se nada estivesse fora do lugar.

— Erica! Bem na hora. Vem, senta com a gente. Podemos aproveitar isso nós três — disse, mordendo o lábio.

— Sério? — falou, sem olhar para ela, mas diretamente para mim — Me convida… agora? Depois que já estão tão confortáveis aqui, fodendo e trocando fluidos como se essa cozinha fosse um motel? — perguntou.

Brenda, ainda sorrindo, mas com um tom de desconforto, insistiu:

— Vamos, não é nada estranho. Só pensei que seria legal…

— Legal? — a interrompeu Erica, soltando uma risada amarga — Legal teria sido me convidar desde o começo, não quando já têm metade da manhã juntos.

— Erica, não é o que você pensa… — eu disse.

— Vamos, Erica, não seja estraga-prazeres — insistiu Brenda.

Erica hesitou um momento, mas finalmente entrou. Parou ao meu lado. Sem dizer mais uma palavra, se aproximou de mim e me deu um beijo profundo e muito sensual. Eu retribuí o beijo. As mãos dela pousaram nos meus peitos e, no instante, as minhas nos dela. Embora os meus peitos fossem firmes, os dela eram um pouco menores e os mamilos estavam mais duros.

— É melhor você fazer alguma coisa, garota. Ele tem uma pica incrível e sabe disso. Se não começar a fazer mais coisas do que ele pede, essa pica enorme vai gozar na minha buceta mais do que na sua — Brenda disse para Erica.

Fiquei parado, ouvindo a verdade nas palavras de Brenda, sua buceta ainda pulsava em volta da minha pica.

— O que você quer, papi? — me perguntou Erica, colocando a mão no meu rosto — Quer que eu chupe sua pica e que você goze na minha cara? — perguntou.

— Sim, eu gostaria — respondi, assentindo.

Erica sorriu satisfeita e depois olhou nos olhos de Brenda. Depois de um bom tempo, ambas riram e começaram a se mover. Erica se mexeu primeiro e ficou no meio da cozinha. Brenda se levantou devagar de mim. Minha pica estava fria agora, sem a buceta quente dela em volta, e a umidade que ela deixou não ajudava. Quando ela se levantou, me estendeu a mão.
— Vamos — disse Brenda.
Nos juntamos a Erica no meio da cozinha. Erica se virou para encará-la, colocou as mãos nos quadris dela e se inclinou para beijá-la. Fiquei ali, observando as mãos de Erica acariciando o corpo de Brenda, parando em seus seios e moldando-os suavemente. Erica beliscou seus mamilos, fazendo-a suspirar, e o beijo terminou.

— Certo, agora deita — ela ordenou a Brenda, que obedeceu. Erica se agachou, ficando de cócoras. Agarrou meu pau com uma mão e olhou para Brenda.

Erica usou a mão livre para separar os lábios de sua buceta antes de finalmente sentar sua buceta na boca de Brenda. Depois de rebolando um pouco e gemendo baixinho, ela voltou sua atenção para meu pau, movendo a mão até a base e colocando seus lábios em volta da cabeça. Erica realmente parecia uma estrela pornô naquela posição de cócoras, estava incrivelmente gostosa.

Ver Erica com meu pau na boca e sua buceta no rosto de Brenda era quase demais para aguentar. Meu pau pulsava na mão e na boca de Erica. Ela estava me masturbando enquanto chupava meu pau e fazia um deep throat. Meu pau estava coberto por uma camada grossa de sua saliva escorregadia. Erica mexeu os quadris, esfregando sua buceta molhada na boca de Brenda enquanto começava a gemer em cima do meu pau. Foi o suficiente. Peguei Erica pelos longos cabelos loiros e joguei sua cabeça para trás.

— Vou gozar — avisei, colocando minha mão livre no meu pau para terminar na cara dela.

Erica fechou a boca bem na hora e manteve os olhos abertos. Sorriu maliciosamente enquanto eu disparava sete jatos potentes por todo seu rosto. Ela ficou praticamente coberta, com ambas as bochechas meladas, manteve os olhos abertos e sorriu durante toda a cena. Me surpreendeu que ela continuou esfregando sua buceta no rosto de Brenda, sem perder o ritmo.

— Já terminou? — conseguiu perguntar Erica, tentando não abrir a boca o suficiente para que meu o sêmen escorreu para dentro, fazendo borbulhar em seus lábios
- Sim, estou bem - respondi

Erica se levantou devagar. O rosto inteiro de Brenda estava encharcado com os fluidos vaginais de Erica, ela manteve a cabeça suficientemente inclinada para trás para evitar que meu sêmen escorresse pelo seu rosto.

- Pai, se importa se eu beijar sua filha? - perguntou Erica
- Não me importo. Se ela te beijar, vai em frente - respondi

Erica a encarou sem dizer palavra. Não precisava, sabia o que queria. Inclinou-se e seus lábios, banhados em sêmen, se tocaram. Quase assim que os lábios se encontraram, Erica enfiou a língua em sua boca, beijando-a com paixão.

Quando o beijo e o sêmen terminaram, ambas se puseram de pé, mas Brenda agarrou meu pau e depois soltou.

- Ainda está de pau duro? - perguntou com incredulidade.
- Sim, parece que sim - disse, sorrindo para ela.
- Você não ficou mole depois de gozar tanto? - perguntou Erica, surpresa.
- Na maioria das vezes, ele precisa gozar duas vezes antes de parar de funcionar. Uma vez, até precisei fazê-lo gozar três vezes antes que ele amolecesse - interveio Brenda.
- Meu Deus, onde você esteve a minha vida toda? - perguntou Erica, levantando a perna e envolvendo minha cintura com ela.

Erica enfiou meu pau entre os lábios de sua buceta, e apenas a ponta entrou. Ela envolveu meu pescoço com os braços e puxou seus quadris para mim, fazendo metade do meu pau entrar em sua vagina quente.

- Me fode de novo. Por favor - disse, me olhando.

Agarrei firmemente sua perna com uma mão e coloquei a outra em sua outra nádega antes de levantá-la. Como se eu tivesse dado um sinal, Erica soube exatamente o que fazer. Ela se ergueu de um salto e envolveu minha cintura com ambas as pernas. Entre o aperto dela e eu segurando sua bunda, seria fácil foder ela em pé.

Ela não devia pesar mais que 50 quilos, e a maior parte era bunda e peitos. Não demorou muito para entrarmos no ritmo. Depois de algumas enfiadas desajeitadas no começo, eu estava metendo fundo em sua bucetinha apertada. depois, a Erica começou a gemer como a puta que era.
- Você queria um ménage ou só queria me trair enquanto eu assistia e você me comia com os dedos? - perguntou irritada.

A Erica e eu a olhamos. Ela estava sentada sobre um armário com as pernas abertas e os dedos enfiados na buceta. Diminuímos o ritmo até parar, e depois de alguns segundos, eu a segurava pelas nádegas enquanto ela estava completamente enfiada no meu pau.

- E então? - perguntou a Brenda. - Por que não vêm? Eu também quero atenção.

A Erica se inclinou para frente, soltando as pernas ao redor da minha cintura. Eu a levantei do meu pau enquanto ela desenroscava as pernas e ficava de pé. A Erica me olhou; ainda tinha muito sêmen no rosto, mas já tinha escorrido quase todo pelos peitos e pelo corpo.

- Vai gozar na buceta da sua filha para que eu possa chupar - disse a Erica, puxando levemente meu pau.

- Mmm... você nunca me deu um creampie - a Brenda me disse enquanto nos aproximávamos dela.

A Erica se ajoelhou ao lado da Brenda no sofá, pegou a mão da Brenda e a tirou da sua buceta bem devagar. Quando saíram completamente, os lábios vaginais da Brenda estavam bem abertos. Sua buceta, normalmente apertada, já parecia bem usada. Coloquei meu pau no clitóris da Brenda e esfreguei um pouco enquanto a Erica acariciava o tronco do meu pau lentamente.

Ficamos assim por alguns minutos até que a Erica decidiu que a Brenda também precisava de mais prazer e, com a língua, começou a lamber o clitóris da Brenda. Entre a língua da Erica e meu pau, a Brenda não demorou a gemer e ofegar com força e sem controle, seus mamilos duros eram manipulados pelos meus dedos enquanto a Erica brincava com seu clitóris e meu pênis enchia sua buceta.

- Aaaaaaah, porra - gemeu a Brenda, minha linda filha não demorou muito para chegar ao orgasmo, se contorcendo contra mim enquanto sua buceta se apertava ao redor do meu membro e um gemido agudo e ofegante saía de sua boca.

A Erica se colocou entre a Brenda e eu, agora eu só via suas costas. Erica ficou nua enquanto elas, com seus corpos lindos, se olhavam nos olhos, tão perto que seus mamilos quase se roçavam, mas Brenda tomou a iniciativa e se lançou para beijar Erica. Elas se beijavam tão apaixonadamente que suas bocas faziam barulhos pela mistura de saliva, enquanto Erica, ao mesmo tempo que beijava Brenda, começou a envolver lentamente meu pau com seus quadris. Enquanto minha filha gemía entre beijos, eu coloquei minhas mãos na cintura de Erica, que cavalgou minha ereção assim por bons minutos, com meu pau profundamente dentro dela enquanto chegava ao orgasmo em cima de mim.

— Aaaaaaah — Erica interrompeu o beijo com Brenda e um gemido forte e abafado anunciou seu clímax; sua boca e corpo se apertaram com força contra os de Brenda enquanto gozava.

Um sorriso se espalhou pelo rosto de Brenda enquanto seu corpo relaxava contra o de Erica, seus orgasmos finalmente diminuíram, e ela se inclinou para acariciar brevemente a bochecha de Erica.

Após alguns segundos de beijo, Erica saiu de cima e se posicionou atrás das minhas costas, me dando novamente uma vista perfeita da buceta de Brenda.

— Vamos, só falta você gozar — Erica sussurrou no meu ouvido.

Lentamente me aproximei de Brenda e a cabeça do meu pau novamente separou seus lábios encharcados enquanto a movia de cima a baixo por sua buceta.

Depois de alguns segundos, entrei na buceta de Brenda, meu pau deslizou facilmente entre suas paredes escorregadias enquanto enterrava cada centímetro profundamente dentro dela.

Lentamente no início, aproveitando o calor úmido do buraco apertado, comecei a empurrar dentro de Brenda, minhas mãos estavam em sua cintura enquanto a enchia de pau e depois saía de novo, as paredes de sua buceta se envolveram apertadas ao meu redor enquanto eu puxava para trás e os gemidos e suspiros de ambas as mulheres melhoraram minha visão enquanto meu pau deslizava dentro e fora da mulher em que minha filha se tornara.

Logo comecei a sentir meu próprio orgasmo. Me Entreguei-me aos meus desejos, acelerando minhas investidas para foder a Brenda com força e rapidez, meu pau a penetrava com tanta intensidade que não demorei muito para chegar ao ponto de não retorno.
— Porra, vou gozar — falei em voz alta.
— Deus, sim, enche minha buceta! — foi a resposta de Brenda, enquanto Erica se ajoelhava e abria os olhos para me ver encher minha filha de porra.
Obedeci à ordem de Brenda, gemendo alto enquanto descarregava meu sêmen profundamente dentro de sua buceta. Minhas pernas quase falharam quando gozei com força, vários jatos quentes de porra disparando dentro da vagina da minha filha.
Depois de alguns segundos, tirei meu pau lentamente de Brenda, com meu sêmen escorrendo por seus lábios inchados e bem fodidos. Sentei-me em uma cadeira da cozinha quando Erica subiu em mim e Brenda via minha porra saindo de sua vagina. Os três ficamos ali por alguns minutos, recuperando o fôlego aos poucos. Erica virou a cabeça para me beijar com carinho enquanto minha mão repousava sobre sua barriga. Tudo era paz e tranquilidade até que…
O golpe da porta ao abrir foi tão forte que, por um instante, pensei que ela tinha quebrado. Virei a cabeça e lá estava Susana, parada, encarando a cena, paralisada. Suas mãos apertavam a moldura como se fosse a única coisa que a impedia de desmoronar.
Seus olhos me buscaram, e o que vi neles me atravessou como uma lâmina: não era apenas raiva, era traição, desespero… e um brilho apagado que eu sabia, no fundo, que era o amor que ela um dia teve por mim, morrendo diante dos meus olhos.
— O que… é… isso? — a voz dela falhou a cada palavra.
Eu reagi tarde. Levantei-me da cadeira como se tudo estivesse sob controle, mas o nó na garganta me traiu.
— Susana… por favor…
Ela soltou uma risada tão falsa que doeu mais do que se ela tivesse me esbofeteado.
— Por favor? Por favorO quê?Você está seminu com sua filha e... a minha — seus olhos se encheram de lágrimas, mas ela não as deixou cair —. Você sabia que eu vinha sentindo isso há semanas, não é? Eu via como a Erica te queria mais, notava como seu sorriso se apagava quando estava comigo… e voltava quando estava com elas. Eu… desconfiava… mas isso… isso me supera.

Ambas, tanto Brenda quanto Erica, se encolhiam e se cobriam, tentando se tornar invisíveis.

Mas Susana olhou de lado para ela, e aquele olhar era puro veneno.

— Então as duas? — disse a elas com uma voz baixa, perigosa — Acha divertido? Sentar à minha mesa, sorrir pra mim… enquanto esperava a hora de ir pra cama com ele? — perguntou a Erica, que apenas baixou o olhar.

— Não culpe ela… — intervi, me colocando na frente dela.

Susana girou meu rosto com uma bofetada que queimou mais na alma do que na pele.

— Claro que culpo! Mas principalmente você. — Ela me apontou com um dedo que tremia —. Você, que jurou que eu era a única coisa que queria.

Dei um passo em sua direção, tentando tocar seu braço, mas ela recuou como se eu fosse veneno.

— Não… não se atreva. Não depois do que eu vi.

Ela se abaixou para pegar suas chaves, mas elas caíram de suas mãos. Pegou-as na segunda tentativa, bufando, como se até aquele gesto custasse a mantê-la de pé.

— Sabe o que é pior? — disse, olhando-me diretamente nos olhos — Eu estava disposta a perdoar qualquer coisa… menos isso. Porque isso… isso você pensou, planejou e fez de novo… E eu… eu não sou sua segunda opção. Ou melhor, sua terceira opção? — ela soltou todas as lágrimas.

O choro já embaçava sua voz, mas ela não perdeu a firmeza.

— Não me siga. Não me ligue. Não tente me procurar para “explicar” — sua voz tremeu na última palavra — Porque não há explicação que me devolva o que você matou hoje.

E sem me dar tempo para responder, abriu a porta. Fechou-a com tanta força que a vibração percorreu toda a casa. O silêncio depois foi tão absoluto que eu conseguia ouvir o latejar nas minhas têmporas.

As garotas murmuravam entre si, mas eu já não as ouvia
Só conseguia ver, de novo e de novo, o momento exato em que os olhos da Susana pararam de amar.
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Meses se passaram desde aquela manhã em que tudo se desfez. A Susana foi embora sem olhar para trás. Pediu demissão do trabalho, arrumou o que restava dela nesta casa e levou consigo aquele silêncio pesado que ficou pairando por dias. Não houve cartas, não houve despedidas… só uma ausência que foi se acomodando como mais um móvel.
E assim, sem planejar, a vida tomou outro rumbo. Fiquei aqui, nesta mesma casa, com a Brenda… e com a Erica.
No começo foi estranho, como se todos estivéssemos medindo cada palavra para não tocar nas feridas. Mas aos poucos, entre cafés da manhã compartilhados, jantares improvisados e conversas até tarde, encontramos nosso próprio ritmo.
Hoje, quando abro os olhos de manhã e ouço as risadas da Brenda e da Erica na cozinha, sei que, de algum jeito, fomos tecendo algo novo. Não perfeito, não sem cicatrizes… mas real.
Elas não voltaram para a faculdade. Eu tinha pago o semestre inteiro das duas e não consegui reembolso, mas considerei um preço pequeno para tê-las por perto.
Também começaram a agir com mais maturidade. Arranjaram um trabalho de meio período na biblioteca local, faziam aulas online, ajudavam mais nas tarefas de casa e, claro, transavam com o pai em cada momento livre que tinham….

FIMEste é o grande final dessa história, espero que vocês tenham gostado do começo ao fim. Claro que tem coisas que podem melhorar, mas com o apoio, as ideias e a ajuda de vocês, vamos conseguir fazer mais e melhores contos.Vão passar alguns dias até eu postar o começo de outra história. Qualquer ideia ou sugestão é super bem-vinda. Valeu por ler até aqui e agradeço os pontos

2 comentários - Verão em Família 6

Lo único que le falta a esta historia es tener el nombre de la chica de la segunda foto